Agenda de Indicadores:
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10:45 – USA – PMI Industrial S&P Global
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Brasil

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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Estados Unidos

Os futuros dos principais índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — operam em alta nesta segunda-feira, impulsionados pelo alívio nas tensões no Oriente Médio, que provocou uma forte queda nos preços do petróleo, enquanto os traders voltam suas atenções para uma semana decisiva de balanços corporativos e indicadores econômicos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as negociações com o Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz deverão ocorrer ainda hoje, embora tenha evitado estabelecer um prazo para um possível acordo.
Os contratos do petróleo Brent recuam mais de 7%, para cerca de US$ 83 por barril, reduzindo as preocupações com a inflação e favorecendo a queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano. Desde o início do conflito, a disparada dos preços da energia vinha alimentando temores de que um choque de oferta pudesse alterar a trajetória da política monetária.
Depois que os resultados de Microsoft, Amazon e outras gigantes de tecnologia reforçaram a percepção de que os investimentos em inteligência artificial continuam gerando crescimento, o mercado volta suas atenções para uma nova rodada de balanços do setor.
A SpaceX divulgará na terça-feira seu primeiro resultado trimestral desde a abertura de capital. Os traders acompanharão de perto os gastos com inteligência artificial e o desempenho financeiro da Starlink, sua divisão de internet via satélite. As ações da companhia, que permanecem abaixo do preço de IPO de US$ 135 há quase três semanas, avançam 0,3% no pré-mercado.
Também estão no radar nesta semana empresas diretamente ligadas ao ecossistema de IA, como Palantir, AMD, SanDisk e Western Digital. As ações da Palantir sobem 2,5%, enquanto as demais operam próximas da estabilidade.
No setor de semicondutores, a Micron recua 1,3% após notícias de que a chinesa CXMT avalia construir uma segunda fábrica de chips de memória em Pequim, em parceria com um polo industrial apoiado pelo governo local, reforçando as preocupações com o aumento da concorrência chinesa.
Após um mês de julho marcado pela volatilidade provocada pelas incertezas sobre inteligência artificial, política monetária e geopolítica, os traders também acompanham possíveis mudanças na comunicação do Federal Reserve. O presidente da instituição, Kevin Warsh, sugeriu reduzir o número de reuniões regulares de política monetária, em linha com sua estratégia de diminuir as orientações futuras do banco central.
Atualmente, os mercados atribuem cerca de 64% de probabilidade a um aumento de 25 pontos-base na taxa de juros na reunião de setembro.
No setor corporativo, uma possível fusão entre Bristol Myers Squibb e AstraZeneca também movimenta o mercado. Segundo relatos da imprensa, as duas farmacêuticas mantiveram conversas preliminares sobre uma operação que poderia criar uma empresa avaliada em quase US$ 400 bilhões. As ações da Bristol Myers avançam 8% no pré-mercado, enquanto as da AstraZeneca recuam 6%.
A agenda da semana também inclui os balanços de Eli Lilly, McDonald's e Occidental Petroleum, além de uma série de indicadores do mercado de trabalho americano, culminando com o relatório oficial de emprego (Payroll) na sexta-feira. Ainda nesta segunda-feira, uma pesquisa sobre a atividade empresarial deverá oferecer novos sinais sobre o ritmo da indústria e dos serviços nos Estados Unidos durante julho.
Os traders também seguem monitorando as recentes intervenções conjuntas dos governos dos Estados Unidos e do Japão no mercado de câmbio para conter a desvalorização do iene, movimento que voltou a influenciar os ativos globais.
Europa

Os principais índices acionários da Europa —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — iniciam a semana em forte alta, impulsionados pela queda de cerca de 8% nos preços do petróleo, após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que novas conversas com o Irã poderão ocorrer ainda hoje.
O índice Euro Stoxx 50
EURO50 avança 1%, com a maior parte das bolsas da região operando no campo positivo. O DAX
GER40, da Alemanha, lidera os ganhos, com alta de 1,5%.
O otimismo ganhou força depois que Trump adiou uma nova ofensiva militar contra o Irã e voltou a defender uma solução diplomática para conter o programa nuclear iraniano e restabelecer a segurança da navegação no Estreito de Ormuz. O movimento reduziu os receios de novas interrupções na oferta global de petróleo.
Para Daniela Hathorn, analista sênior de mercado da Capital.com: "Por enquanto, parece um passo na direção certa, mas duvido que isso vá durar. Todos continuam atentos aos acontecimentos no Oriente Médio, que seguem sendo o principal fator de direção para os mercados europeus."
Com o petróleo em queda, os setores mais sensíveis aos custos de energia lideram os ganhos. O índice de viagens e lazer sobe 1,6%, enquanto o setor automotivo avança 2,2%.
As ações dos setores aeroespacial e de defesa registram o melhor desempenho do pregão, com alta de 2,6%, seguidas pelo setor de luxo, que sobe 1,7%.
Entre os destaques corporativos, a AstraZeneca recua mais de 6% após notícias sobre uma possível fusão com a americana Bristol Myers Squibb, pressionando o setor de saúde, que cai 0,4%.
Já a TotalEnergies perde 0,8% depois que a Shell anunciou a venda de sua divisão europeia de energias renováveis onshore para a companhia francesa, em mais um passo da petrolífera britânica para reduzir sua exposição a projetos de baixo carbono.
No campo macroeconômico, um artigo publicado no Boletim Econômico do Banco Central Europeu mostrou que o consumo das famílias da zona do euro recuou de forma acentuada nas primeiras semanas da guerra entre Irã e EUA, refletindo a deterioração da confiança dos consumidores e reforçando os riscos que uma nova escalada do conflito representa para a economia da região.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana sem direção definida, com os traders adotando uma postura mais cautelosa em relação às ações de tecnologia, enquanto intervenções cambiais no Japão e na Coreia do Sul pressionaram empresas exportadoras e ampliaram a volatilidade na região.
Foi confirmado que, na semana passada, os governos do Japão e dos Estados Unidos realizaram uma intervenção conjunta no mercado de câmbio para fortalecer o iene. Medidas semelhantes também teriam sido adotadas pelas autoridades sul-coreanas para sustentar o won.
No Japão, o índice Nikkei 225
NI225 recuou 1%, enquanto o iene avançou até 1,4%, atingindo o maior nível em quase três meses, a 155,20 por dólar. A valorização da moeda pressionou as exportadoras, com as ações da Toyota e da Suzuki caindo 3,4% e 6,7%, respectivamente, já que um iene mais forte reduz o valor das receitas obtidas no exterior.
Entre as empresas de tecnologia, o SoftBank Group subiu 2,5%, enquanto a fabricante de chips Kioxia avançou 5,7% após anunciar um programa de recompra de ações.
Na Coreia do Sul, o Kospi
KOSPI liderou as perdas na região, com queda de 5,1%. Samsung Electronics e SK Hynix recuaram 8,8% cada, refletindo a continuidade da realização de lucros nas ações ligadas à inteligência artificial.
Na China continental, os índices Shanghai
000001, Shenzhen
399001 e China A50
XIN9 recuaram até 1,1%, pressionados pelas ações de tecnologia. O índice STAR50, concentrado em empresas de inovação, caiu 5,1%.
No front macroeconômico, o PMI Industrial Caixin desacelerou inesperadamente para 50,9, ante a expectativa de aceleração para 51,9 pontos.
Na direção oposta, o Hang Seng
HSI, de Hong Kong, avançou 0,5%, impulsionado pelo salto de 7% das ações da Alibaba após a empresa apresentar sua mais recente plataforma de inteligência artificial.
Em Taiwan, o TWSE 50
TW50 subiu 1,5%, mesmo com a TSMC recuando 2,3%. Já na Austrália, o ASX 200
XJO avançou 0,5%, com todos os principais setores encerrando o pregão em alta.
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Brasil
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Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York —
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as negociações com o Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz deverão ocorrer ainda hoje, embora tenha evitado estabelecer um prazo para um possível acordo.
Os contratos do petróleo Brent recuam mais de 7%, para cerca de US$ 83 por barril, reduzindo as preocupações com a inflação e favorecendo a queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano. Desde o início do conflito, a disparada dos preços da energia vinha alimentando temores de que um choque de oferta pudesse alterar a trajetória da política monetária.
Depois que os resultados de Microsoft, Amazon e outras gigantes de tecnologia reforçaram a percepção de que os investimentos em inteligência artificial continuam gerando crescimento, o mercado volta suas atenções para uma nova rodada de balanços do setor.
A SpaceX divulgará na terça-feira seu primeiro resultado trimestral desde a abertura de capital. Os traders acompanharão de perto os gastos com inteligência artificial e o desempenho financeiro da Starlink, sua divisão de internet via satélite. As ações da companhia, que permanecem abaixo do preço de IPO de US$ 135 há quase três semanas, avançam 0,3% no pré-mercado.
Também estão no radar nesta semana empresas diretamente ligadas ao ecossistema de IA, como Palantir, AMD, SanDisk e Western Digital. As ações da Palantir sobem 2,5%, enquanto as demais operam próximas da estabilidade.
No setor de semicondutores, a Micron recua 1,3% após notícias de que a chinesa CXMT avalia construir uma segunda fábrica de chips de memória em Pequim, em parceria com um polo industrial apoiado pelo governo local, reforçando as preocupações com o aumento da concorrência chinesa.
Após um mês de julho marcado pela volatilidade provocada pelas incertezas sobre inteligência artificial, política monetária e geopolítica, os traders também acompanham possíveis mudanças na comunicação do Federal Reserve. O presidente da instituição, Kevin Warsh, sugeriu reduzir o número de reuniões regulares de política monetária, em linha com sua estratégia de diminuir as orientações futuras do banco central.
Atualmente, os mercados atribuem cerca de 64% de probabilidade a um aumento de 25 pontos-base na taxa de juros na reunião de setembro.
No setor corporativo, uma possível fusão entre Bristol Myers Squibb e AstraZeneca também movimenta o mercado. Segundo relatos da imprensa, as duas farmacêuticas mantiveram conversas preliminares sobre uma operação que poderia criar uma empresa avaliada em quase US$ 400 bilhões. As ações da Bristol Myers avançam 8% no pré-mercado, enquanto as da AstraZeneca recuam 6%.
A agenda da semana também inclui os balanços de Eli Lilly, McDonald's e Occidental Petroleum, além de uma série de indicadores do mercado de trabalho americano, culminando com o relatório oficial de emprego (Payroll) na sexta-feira. Ainda nesta segunda-feira, uma pesquisa sobre a atividade empresarial deverá oferecer novos sinais sobre o ritmo da indústria e dos serviços nos Estados Unidos durante julho.
Os traders também seguem monitorando as recentes intervenções conjuntas dos governos dos Estados Unidos e do Japão no mercado de câmbio para conter a desvalorização do iene, movimento que voltou a influenciar os ativos globais.
Europa
Os principais índices acionários da Europa —
O índice Euro Stoxx 50
O otimismo ganhou força depois que Trump adiou uma nova ofensiva militar contra o Irã e voltou a defender uma solução diplomática para conter o programa nuclear iraniano e restabelecer a segurança da navegação no Estreito de Ormuz. O movimento reduziu os receios de novas interrupções na oferta global de petróleo.
Para Daniela Hathorn, analista sênior de mercado da Capital.com: "Por enquanto, parece um passo na direção certa, mas duvido que isso vá durar. Todos continuam atentos aos acontecimentos no Oriente Médio, que seguem sendo o principal fator de direção para os mercados europeus."
Com o petróleo em queda, os setores mais sensíveis aos custos de energia lideram os ganhos. O índice de viagens e lazer sobe 1,6%, enquanto o setor automotivo avança 2,2%.
As ações dos setores aeroespacial e de defesa registram o melhor desempenho do pregão, com alta de 2,6%, seguidas pelo setor de luxo, que sobe 1,7%.
Entre os destaques corporativos, a AstraZeneca recua mais de 6% após notícias sobre uma possível fusão com a americana Bristol Myers Squibb, pressionando o setor de saúde, que cai 0,4%.
Já a TotalEnergies perde 0,8% depois que a Shell anunciou a venda de sua divisão europeia de energias renováveis onshore para a companhia francesa, em mais um passo da petrolífera britânica para reduzir sua exposição a projetos de baixo carbono.
No campo macroeconômico, um artigo publicado no Boletim Econômico do Banco Central Europeu mostrou que o consumo das famílias da zona do euro recuou de forma acentuada nas primeiras semanas da guerra entre Irã e EUA, refletindo a deterioração da confiança dos consumidores e reforçando os riscos que uma nova escalada do conflito representa para a economia da região.
Ásia/Pacífico
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