Agenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPCA de Janeiro
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
10:30 – USA – Vendas no Varejo de Dezembro
10:30 – USA – Índice de Custo do Emprego do 4º Trimestre
12:00 – USA – O Federal Reserve Bank de Nova York divulga o Relatório de Dívida e Crédito Doméstico do quarto trimestre de 2025, um instantâneo atualizado das tendências em empréstimos e endividamento das famílias, incluindo dados sobre hipotecas, empréstimos estudantis, cartões de crédito e empréstimos para automóveis
13:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 3 anos
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda do evento CEO Conference 2026 organizado pelo BTG Pactual:
9:00 – BRA – Fernando Haddad, Ministro da Fazenda, fala sobre as perspectivas econômicas
10:00 – BRA – Hugo Motta, presidente da Câmara, fala sobre as prioridades do Congresso Nacional
11:30 – USA – Scott Bessent, Secretário do Tesouro, participa de uma conversa moderada com André Esteves
14:00 – BRA – Ministro Vital do Rêgo (TCU) e o Ministro Renan Filho (Transportes) discutem o Futuro da Infraestrutura no Brasil, em painel com os CEOs da Rumo, Ecorodovias, Santos Brasil e Motiva.
15:20 – BRA – Equipe do BTG Pactuai: Eduardo Loyo, Mansueto Almeida, Tiago Berriel, Samuel Pessoa e Stefanie Birman apresenta as perspectivas da Macroeconomia Brasileira
16:00 – BRA – Painel com gestores: André Jakurski (JGP), Luis Stuhlberger (Verde Asset) e Rogério Xavier (SPX Capital)
Agenda de outras autoridades:
14:00 – USA – Beth Hammack, do Fed de Cleveland (Vota), fala sobre "Perspectivas bancárias e econômicas" na Cúpula Econômica da Liga de Banqueiros de Ohio de 2026
15:00 – USA – Lorie Logan, do Fed de Dallas (Vota), fala e participa de uma sessão moderada de perguntas e respostas no Fórum de Derivativos de Gestão de Ativos de 2026, organizado pela SIFMA e pela FIA
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
EWZ
VALE
PBR
ITUB
BBD
BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Temporada de Balanços:
Terça-feira: Banco Inter, Suzano e TIM Brasil;
Quarta-feira: Banco do Brasil, Klabin, Assaí, Banrisul, Guararapes e Totvs;
Quinta-feira: Ambev, Jalles Machado, Neoenergia, Raízen, Copasa e Vale;
Sexta-feira: Usiminas.
Pesquisas eleitorais:
A agenda política nacional ganha tração nesta semana com a divulgação de quatro importantes pesquisas de intenção de voto para o pleito de outubro. O fluxo de dados começa hoje com os números da Futura, enquanto que a Quaest, Paraná Pesquisas e Colectta divulgam os resultados amanhã, quarta-feira.
IPCA:
A expectativa do mercado para o IPCA de janeiro aponta para uma mediana de alta de 0,32%, vindo levemente abaixo dos 0,33% registrados em dezembro. O cenário é marcado por forças opostas: a alta da gasolina e das tarifas de transporte público deve ser atenuada pelo recuo expressivo nas passagens aéreas. No acumulado de 12 meses, no entanto, o índice deve acelerar para 4,43%, aproximando-se do teto da meta de 4,50%.
O foco central do Banco Central recai sobre o setor de serviços, que deve mostrar uma desaceleração contundente, passando de 0,72% para 0,17%. Essa dinâmica tem provocado uma onda de revisões baixistas para a inflação de 2026, com o mercado já ajustando suas projeções para baixo no Boletim Focus.
Caso o dado de hoje confirme essa trajetória sem surpresas negativas, o mercado pode antever um corte de 50 pontos-base na reunião de março do Copom, mesmo com o presidente do BCB, Gabriel Galípolo, insistindo em “cautela”.
Estados Unidos

Os futuros dos índices de Nova York —
USA500 e
USARUS — operam próximos da estabilidade nesta terça-feira, enquanto o mercado calibra as expectativas para os dois pilares macroeconômicos da semana: o relatório de emprego (Payroll), que será divulgado amanhã, e o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), na sexta-feira.
O sentimento de fundo permanece positivo, sustentado pelo desempenho histórico da véspera, quando o Dow Jones
USAIND superou a barreira dos 50.000 pontos pela primeira vez. Esse otimismo é reforçado pelo arrefecimento do "índice do medo", com o VIX $ACTIVTRADES:USAVIX operando na casa dos 18 pontos, sinalizando que a urgência por proteção via opções cedeu espaço para uma postura de maior apetite por risco.
No setor tecnológico, o fôlego renovado decorre da percepção de que as empresas do segmento podem navegar bem mesmo em um cenário de juros mais altos por mais tempo. Segundo dados do Monitor da Taxa de Juros do Federal Reserve da CME, o mercado consolidou a aposta de manutenção das taxas nas próximas reuniões, projetando o início do ciclo de afrouxamento monetário apenas para junho de 2026.
A precificação atual sugere dois cortes de 25 pontos-base até o final do ano, mas essa trajetória depende criticamente dos dados desta semana. Um Payroll muito forte ou um IPC acima do esperado poderiam empurrar essa expectativa de corte ainda mais para o segundo semestre, enquanto qualquer sinal de fraqueza no mercado de trabalho daria munição para as pombas (doves) do Fed defenderem uma antecipação.
Europa

As ações europeias —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — operam sem direção única nesta terça-feira, com os traders digerindo uma safra intensa de balanços corporativos que traz sinais divergentes sobre a saúde da economia regional.
As ações da BP recuam mais de 5%, figurando entre as maiores quedas do dia. A petroleira britânica reportou lucros trimestrais em linha com o esperado, mas decepcionou o mercado ao suspender seu programa de recompra de ações. A decisão ocorre após a companhia registrar uma baixa contábil de aproximadamente US$ 4 bilhões vinculada à revisão de seus negócios de biogás e energias renováveis, sinalizando um ajuste duro em sua estratégia de transição energética.
Em contrapartida, o setor de luxo avança 1,2%, impulsionado pelo desempenho da Kering. As ações da gigante francesa, dona da Gucci, saltaram 11% após a divulgação de suas vendas do quarto trimestre. Embora os números ainda reflitam um cenário desafiador, o recuo foi menor do que as projeções mais pessimistas dos analistas, gerando um movimento de alívio e recomposição de posições no setor.
No setor de turismo, a TUI apresentou lucro operacional acima das expectativas para o primeiro trimestre, beneficiada pela demanda resiliente por viagens. No entanto, os papéis da maior operadora turística da Europa caem 2,8%, com os traders focando na desaceleração das reservas futuras, o que levanta dúvidas sobre a sustentabilidade do crescimento para o restante do ano.
Já na Suécia, a fabricante de equipamentos outdoor Thule disparou 12,7%. A empresa superou as estimativas de receita trimestral, colhendo os frutos de aquisições recentes e de uma demanda aquecida por produtos de lazer, consolidando-se como um dos destaques positivos da sessão.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
As bolsas asiáticas encerraram a terça-feira em território positivo, impulsionadas pelo fechamento firme de Wall Street e por catalisadores regionais de peso. O grande protagonista do dia foi novamente o Japão, onde o mercado acionário consolidou um momento de euforia histórica.
O índice Nikkei
NI225 saltou 2,3%, estabelecendo uma nova máxima recorde. O rali reflete a confiança dos investidores na estabilidade política após a vitória expressiva de Sanae Takaichi nas eleições gerais, o que pavimenta o caminho para a agenda de estímulos e reformas prometida pela primeira-ministra.
No pregão de Tóquio, o otimismo foi disseminado: das 225 empresas do índice, 176 fecharam em alta. A Furukawa Electric foi o destaque absoluto ao atingir o limite máximo de valorização diária, disparando 22% após reportar resultados sólidos. A empresa acumula uma alta de quase 50% em apenas três sessões, surfando a forte demanda por infraestrutura de rede.
O setor automotivo e o de tecnologia também mostraram vigor. A Mazda Motor saltou 12%, seu melhor desempenho diário desde julho passado, após superar as expectativas de lucro. Já o SoftBank Group avançou 10,7%, funcionando como um termômetro do apetite por inteligência artificial no Japão antes da divulgação de seu balanço oficial na quinta-feira.
Na China, os principais índices — Shenzhen
399001, China A50
XIN9, Hang Seng
HSI e Shanghai
000001 — registraram ganhos leves, em um cenário de liquidez reduzida pela proximidade do feriado do Ano Novo Lunar que ocorre de 15 a 23 de fevereiro. No campo corporativo, empresas de mídia chinesas dispararam com o entusiasmo em torno do novo modelo de geração de vídeo por IA da ByteDance.
Em Taiwan, o índice TWSE 50
TW50 avançou 1,8%, puxado pela valorização de 3,6% da TSMC. Na Coreia do Sul, o Kospi
KOSPI fechou estável, com o avanço dos setores financeiro e de consumo sendo anulado pela realização de lucros em tecnologia e manufatura. A única exceção negativa na região foi o ASX 200
XJO da Austrália, que fechou em queda pressionado pelo setor bancário, apesar da alta das mineradoras.
9:00 – BRA – IPCA de Janeiro
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
10:30 – USA – Vendas no Varejo de Dezembro
10:30 – USA – Índice de Custo do Emprego do 4º Trimestre
12:00 – USA – O Federal Reserve Bank de Nova York divulga o Relatório de Dívida e Crédito Doméstico do quarto trimestre de 2025, um instantâneo atualizado das tendências em empréstimos e endividamento das famílias, incluindo dados sobre hipotecas, empréstimos estudantis, cartões de crédito e empréstimos para automóveis
13:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 3 anos
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda do evento CEO Conference 2026 organizado pelo BTG Pactual:
9:00 – BRA – Fernando Haddad, Ministro da Fazenda, fala sobre as perspectivas econômicas
10:00 – BRA – Hugo Motta, presidente da Câmara, fala sobre as prioridades do Congresso Nacional
11:30 – USA – Scott Bessent, Secretário do Tesouro, participa de uma conversa moderada com André Esteves
14:00 – BRA – Ministro Vital do Rêgo (TCU) e o Ministro Renan Filho (Transportes) discutem o Futuro da Infraestrutura no Brasil, em painel com os CEOs da Rumo, Ecorodovias, Santos Brasil e Motiva.
15:20 – BRA – Equipe do BTG Pactuai: Eduardo Loyo, Mansueto Almeida, Tiago Berriel, Samuel Pessoa e Stefanie Birman apresenta as perspectivas da Macroeconomia Brasileira
16:00 – BRA – Painel com gestores: André Jakurski (JGP), Luis Stuhlberger (Verde Asset) e Rogério Xavier (SPX Capital)
Agenda de outras autoridades:
14:00 – USA – Beth Hammack, do Fed de Cleveland (Vota), fala sobre "Perspectivas bancárias e econômicas" na Cúpula Econômica da Liga de Banqueiros de Ohio de 2026
15:00 – USA – Lorie Logan, do Fed de Dallas (Vota), fala e participa de uma sessão moderada de perguntas e respostas no Fórum de Derivativos de Gestão de Ativos de 2026, organizado pela SIFMA e pela FIA
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Temporada de Balanços:
Terça-feira: Banco Inter, Suzano e TIM Brasil;
Quarta-feira: Banco do Brasil, Klabin, Assaí, Banrisul, Guararapes e Totvs;
Quinta-feira: Ambev, Jalles Machado, Neoenergia, Raízen, Copasa e Vale;
Sexta-feira: Usiminas.
Pesquisas eleitorais:
A agenda política nacional ganha tração nesta semana com a divulgação de quatro importantes pesquisas de intenção de voto para o pleito de outubro. O fluxo de dados começa hoje com os números da Futura, enquanto que a Quaest, Paraná Pesquisas e Colectta divulgam os resultados amanhã, quarta-feira.
IPCA:
A expectativa do mercado para o IPCA de janeiro aponta para uma mediana de alta de 0,32%, vindo levemente abaixo dos 0,33% registrados em dezembro. O cenário é marcado por forças opostas: a alta da gasolina e das tarifas de transporte público deve ser atenuada pelo recuo expressivo nas passagens aéreas. No acumulado de 12 meses, no entanto, o índice deve acelerar para 4,43%, aproximando-se do teto da meta de 4,50%.
O foco central do Banco Central recai sobre o setor de serviços, que deve mostrar uma desaceleração contundente, passando de 0,72% para 0,17%. Essa dinâmica tem provocado uma onda de revisões baixistas para a inflação de 2026, com o mercado já ajustando suas projeções para baixo no Boletim Focus.
Caso o dado de hoje confirme essa trajetória sem surpresas negativas, o mercado pode antever um corte de 50 pontos-base na reunião de março do Copom, mesmo com o presidente do BCB, Gabriel Galípolo, insistindo em “cautela”.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York —
O sentimento de fundo permanece positivo, sustentado pelo desempenho histórico da véspera, quando o Dow Jones
No setor tecnológico, o fôlego renovado decorre da percepção de que as empresas do segmento podem navegar bem mesmo em um cenário de juros mais altos por mais tempo. Segundo dados do Monitor da Taxa de Juros do Federal Reserve da CME, o mercado consolidou a aposta de manutenção das taxas nas próximas reuniões, projetando o início do ciclo de afrouxamento monetário apenas para junho de 2026.
A precificação atual sugere dois cortes de 25 pontos-base até o final do ano, mas essa trajetória depende criticamente dos dados desta semana. Um Payroll muito forte ou um IPC acima do esperado poderiam empurrar essa expectativa de corte ainda mais para o segundo semestre, enquanto qualquer sinal de fraqueza no mercado de trabalho daria munição para as pombas (doves) do Fed defenderem uma antecipação.
Europa
As ações europeias —
As ações da BP recuam mais de 5%, figurando entre as maiores quedas do dia. A petroleira britânica reportou lucros trimestrais em linha com o esperado, mas decepcionou o mercado ao suspender seu programa de recompra de ações. A decisão ocorre após a companhia registrar uma baixa contábil de aproximadamente US$ 4 bilhões vinculada à revisão de seus negócios de biogás e energias renováveis, sinalizando um ajuste duro em sua estratégia de transição energética.
Em contrapartida, o setor de luxo avança 1,2%, impulsionado pelo desempenho da Kering. As ações da gigante francesa, dona da Gucci, saltaram 11% após a divulgação de suas vendas do quarto trimestre. Embora os números ainda reflitam um cenário desafiador, o recuo foi menor do que as projeções mais pessimistas dos analistas, gerando um movimento de alívio e recomposição de posições no setor.
No setor de turismo, a TUI apresentou lucro operacional acima das expectativas para o primeiro trimestre, beneficiada pela demanda resiliente por viagens. No entanto, os papéis da maior operadora turística da Europa caem 2,8%, com os traders focando na desaceleração das reservas futuras, o que levanta dúvidas sobre a sustentabilidade do crescimento para o restante do ano.
Já na Suécia, a fabricante de equipamentos outdoor Thule disparou 12,7%. A empresa superou as estimativas de receita trimestral, colhendo os frutos de aquisições recentes e de uma demanda aquecida por produtos de lazer, consolidando-se como um dos destaques positivos da sessão.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
As bolsas asiáticas encerraram a terça-feira em território positivo, impulsionadas pelo fechamento firme de Wall Street e por catalisadores regionais de peso. O grande protagonista do dia foi novamente o Japão, onde o mercado acionário consolidou um momento de euforia histórica.
O índice Nikkei
No pregão de Tóquio, o otimismo foi disseminado: das 225 empresas do índice, 176 fecharam em alta. A Furukawa Electric foi o destaque absoluto ao atingir o limite máximo de valorização diária, disparando 22% após reportar resultados sólidos. A empresa acumula uma alta de quase 50% em apenas três sessões, surfando a forte demanda por infraestrutura de rede.
O setor automotivo e o de tecnologia também mostraram vigor. A Mazda Motor saltou 12%, seu melhor desempenho diário desde julho passado, após superar as expectativas de lucro. Já o SoftBank Group avançou 10,7%, funcionando como um termômetro do apetite por inteligência artificial no Japão antes da divulgação de seu balanço oficial na quinta-feira.
Na China, os principais índices — Shenzhen
Em Taiwan, o índice TWSE 50
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