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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 
MINDOLQ2026
Estados Unidos

Os futuros dos principais índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — apresentam alta nesta terça-feira, impulsionados pela retomada dos esforços diplomáticos no Oriente Médio e pela expectativa em torno de uma importante rodada de balanços corporativos, que deverá testar a continuidade do rali das empresas ligadas à inteligência artificial.
Os traders acompanham sinais contraditórios sobre o conflito entre Estados Unidos e Irã, após um alto funcionário iraniano afirmar à Reuters, na segunda-feira, que Teerã recebeu uma proposta de mediadores para um cessar-fogo de 10 dias, alimentando a esperança de uma redução das tensões na região.
Apesar desse avanço diplomático, o cenário permanece delicado. O conflito, que já se aproxima de cinco meses, voltou a se intensificar após os houthis do Iêmen, aliados do Irã, anunciarem a intenção de impor um bloqueio naval à Arábia Saudita, aumentando os riscos para o fornecimento global de energia e para o comércio marítimo na região do Golfo.
Mesmo diante desse ambiente de incerteza, os contratos futuros do petróleo Brent recuam após renovarem a máxima de um mês, refletindo a expectativa de que uma solução diplomática ainda possa evitar uma escalada mais ampla do conflito. Os traders, no entanto, seguem cautelosos, já que episódios anteriores de otimismo acabaram sendo frustrados ao longo da guerra.
Para Mark Haefele, diretor de investimentos da UBS Global Wealth Management: "Embora a confiança no setor de transporte marítimo e a produção de petróleo possam demorar mais do que o esperado para serem totalmente restauradas, prevemos um repasse limitado para a inflação subjacente, o que impedirá os bancos centrais de adotarem medidas de aperto monetário agressivas. Isso significa que o crescimento dos lucros deve continuar sendo um fator-chave para o mercado de ações."
A queda dos preços do petróleo favorece o apetite por risco e impulsiona a recuperação das ações de tecnologia. O ETF de semicondutores SOXX.US avança 3,8% no pré-mercado, liderando os ganhos após as fortes perdas registradas nas últimas semanas.
Nas últimas semanas, o setor de semicondutores passou por uma intensa realização de lucros, à medida que investidores passaram a questionar se a forte valorização impulsionada pela inteligência artificial havia levado as avaliações a níveis excessivamente elevados.
O foco agora se volta para os resultados de Alphabet e Intel, que serão divulgados nesta semana e poderão fornecer novas indicações sobre o ritmo dos investimentos em inteligência artificial e sobre a capacidade das empresas de justificar as elevadas expectativas do mercado.
No campo da política comercial, um novo fator de incerteza surgiu na segunda-feira. O presidente Donald Trump anunciou tarifas de 50% sobre uma ampla gama de produtos importados do Canadá, abrindo uma nova frente nas disputas comerciais globais. Segundo a Casa Branca, a medida responde às barreiras impostas pelo governo canadense sobre automóveis, bebidas alcoólicas e produtos lácteos provenientes dos Estados Unidos.
Europa

Os principais índices acionários da Europa —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — operam em leve alta nesta terça-feira, diante de sinais de possíveis esforços diplomáticos entre Estados Unidos e Irã, que mantêm os preços do petróleo abaixo da marca de US$ 90 por barril. Ao mesmo tempo, o mercado aguarda uma nova rodada de balanços corporativos, especialmente das grandes empresas de tecnologia.
O Euro Stoxx 50
EURO50 avança cerca de 0,7%, enquanto o DAX
GER40, da Alemanha, sobe aproximadamente 0,3%.
O setor de tecnologia lidera os ganhos na Europa, com alta próxima de 1%. Entre os destaques, as fabricantes de equipamentos para semicondutores ASM International (ASMI) e ASML avançam 2,1% e 2,8%, respectivamente, recuperando parte das perdas registradas na semana anterior.
As atenções dos traders estão voltadas para os resultados das gigantes americanas de tecnologia, especialmente da Alphabet, que poderão fornecer novas indicações sobre a sustentabilidade da demanda por inteligência artificial e se as elevadas avaliações das empresas do setor continuam justificadas.
Para Fiona Cincotta, analista sênior de mercado da City Index: "Temos observado essas oscilações no sentimento, o que evidencia o nervosismo em torno do setor de tecnologia, principalmente no segmento de inteligência artificial e semicondutores. Mas, se tivermos mais uma temporada sólida de resultados, isso poderá servir como catalisador para uma nova alta das ações de tecnologia."
As mineradoras também registram desempenho positivo, com avanço médio de 0,6%, acompanhando a valorização dos preços do cobre e do ouro. No entanto, as ações da sueca Boliden recuam 6,9% após a companhia divulgar um lucro operacional ajustado abaixo das expectativas para o segundo trimestre, limitando os ganhos do setor.
Na outra ponta, os setores de mídia e de bens pessoais e domésticos figuram entre os piores desempenhos do dia, com quedas de 1,1% e 0,7%, respectivamente.
Entre os destaques corporativos negativos, a fabricante austríaca de materiais de construção Wienerberger cai 6,5%, atingindo o menor nível desde outubro de 2022, após revisar para baixo sua projeção de lucro para o ano, citando o enfraquecimento da atividade no setor de construção civil.
O banco suíço Julius Baer recua 4,2%, apesar de ter divulgado entradas líquidas de recursos acima das expectativas no primeiro semestre. Já a fabricante de elevadores Schindler perde 5,1% após apresentar vendas trimestrais inferiores às projeções do mercado.
Na direção oposta, as ações da Novartis avançam 2,2%, impulsionadas por um lucro operacional recorrente no segundo trimestre acima das estimativas dos analistas.
Além da temporada de balanços, os traders permanecem atentos à reunião de política monetária do Banco Central Europeu, marcada para esta quinta-feira. A expectativa predominante é de manutenção das taxas de juros, embora o mercado continue precificando pelo menos uma alta adicional de 25 pontos-base até o fim de 2026.
No Reino Unido, o cenário político também segue no radar. O novo primeiro-ministro, Andy Burnham, nomeou o ex-secretário da Defesa, John Healey, para comandar o Ministério das Finanças, poucas semanas após sua saída do governo anterior, quando criticou publicamente a condução da política fiscal e o nível dos gastos com defesa.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão desta terça-feira em forte alta, impulsionados pelo alívio nas tensões geopolíticas no Oriente Médio e pela expectativa em torno da temporada de balanços das gigantes de tecnologia.
O sentimento melhorou após um alto funcionário iraniano afirmar à Reuters que Teerã recebeu uma proposta de mediadores para um cessar-fogo de 10 dias, iniciativa que poderá abrir caminho para um acordo mais duradouro e reduzir os riscos de uma escalada do conflito na região.
Para Nick Twidale, estrategista-chefe de mercado da ATFX Global, em Sydney: "Acho que estamos numa situação muito estranha, em que os traders ainda tentam encontrar motivos para permanecer otimistas. Já vimos esse tipo de tensão geopolítica antes e, no fim, pouco mudou para os mercados."
Na mesma linha, Charu Chanana, estrategista-chefe de investimentos da Saxo, ponderou: "Isso parece mais um alívio temporário do que um sinal de que tudo voltou ao normal. A recuperação poderá continuar se os preços do petróleo permanecerem sob controle e os resultados das empresas de tecnologia confirmarem que os elevados investimentos em inteligência artificial continuam gerando retorno. Mas ambas as condições ainda são frágeis."
No Japão, o índice Nikkei 225
NI225 avançou 3,3%, liderado pelo setor de semicondutores. As ações da fabricante de chips de memória Kioxia dispararam 17,2%, enquanto a Advantest ganhou 7,7% e o SoftBank Group avançou 6%.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi
KOSPI subiu 3,6%, impulsionado pelas gigantes do setor de memória. As ações da SK Hynix avançaram 4,1%, enquanto a Samsung Electronics registrou alta de 6,2%.
Em Taiwan, o índice TWSE 50
TW50 saltou quase 5%, com a TSMC avançando 3,9%. A companhia anunciou que pretende elevar os preços de fabricação de chips em até 10% a partir de 2027, buscando compensar o aumento dos custos com matérias-primas e manter sua rentabilidade.
Na China continental, os índices Shanghai
000001, Shenzhen
399001 e China A50
XIN9 avançaram até 4,8%, impulsionados principalmente pelas empresas de tecnologia.
O destaque ficou para a alta de 10,8% do índice de tecnologia STAR50, a maior alta diária desde 18 de outubro de 2024. O movimento reforçou o forte momento do setor, após o índice acumular ganhos superiores a 30% nos últimos três meses.
Na contramão da região, o índice Hang Seng
HSI, de Hong Kong, encerrou praticamente estável, refletindo uma pausa após a expressiva valorização de cerca de 11% acumulada desde o início do mês.
Na Austrália, o índice ASX 200
XJO terminou o pregão praticamente estável pelo segundo dia consecutivo. As perdas do setor financeiro foram compensadas pela valorização das empresas de mineração, em um pregão marcado por desempenho misto entre os principais setores da economia.
9:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York —
Os traders acompanham sinais contraditórios sobre o conflito entre Estados Unidos e Irã, após um alto funcionário iraniano afirmar à Reuters, na segunda-feira, que Teerã recebeu uma proposta de mediadores para um cessar-fogo de 10 dias, alimentando a esperança de uma redução das tensões na região.
Apesar desse avanço diplomático, o cenário permanece delicado. O conflito, que já se aproxima de cinco meses, voltou a se intensificar após os houthis do Iêmen, aliados do Irã, anunciarem a intenção de impor um bloqueio naval à Arábia Saudita, aumentando os riscos para o fornecimento global de energia e para o comércio marítimo na região do Golfo.
Mesmo diante desse ambiente de incerteza, os contratos futuros do petróleo Brent recuam após renovarem a máxima de um mês, refletindo a expectativa de que uma solução diplomática ainda possa evitar uma escalada mais ampla do conflito. Os traders, no entanto, seguem cautelosos, já que episódios anteriores de otimismo acabaram sendo frustrados ao longo da guerra.
Para Mark Haefele, diretor de investimentos da UBS Global Wealth Management: "Embora a confiança no setor de transporte marítimo e a produção de petróleo possam demorar mais do que o esperado para serem totalmente restauradas, prevemos um repasse limitado para a inflação subjacente, o que impedirá os bancos centrais de adotarem medidas de aperto monetário agressivas. Isso significa que o crescimento dos lucros deve continuar sendo um fator-chave para o mercado de ações."
A queda dos preços do petróleo favorece o apetite por risco e impulsiona a recuperação das ações de tecnologia. O ETF de semicondutores SOXX.US avança 3,8% no pré-mercado, liderando os ganhos após as fortes perdas registradas nas últimas semanas.
Nas últimas semanas, o setor de semicondutores passou por uma intensa realização de lucros, à medida que investidores passaram a questionar se a forte valorização impulsionada pela inteligência artificial havia levado as avaliações a níveis excessivamente elevados.
O foco agora se volta para os resultados de Alphabet e Intel, que serão divulgados nesta semana e poderão fornecer novas indicações sobre o ritmo dos investimentos em inteligência artificial e sobre a capacidade das empresas de justificar as elevadas expectativas do mercado.
No campo da política comercial, um novo fator de incerteza surgiu na segunda-feira. O presidente Donald Trump anunciou tarifas de 50% sobre uma ampla gama de produtos importados do Canadá, abrindo uma nova frente nas disputas comerciais globais. Segundo a Casa Branca, a medida responde às barreiras impostas pelo governo canadense sobre automóveis, bebidas alcoólicas e produtos lácteos provenientes dos Estados Unidos.
Europa
Os principais índices acionários da Europa —
O Euro Stoxx 50
O setor de tecnologia lidera os ganhos na Europa, com alta próxima de 1%. Entre os destaques, as fabricantes de equipamentos para semicondutores ASM International (ASMI) e ASML avançam 2,1% e 2,8%, respectivamente, recuperando parte das perdas registradas na semana anterior.
As atenções dos traders estão voltadas para os resultados das gigantes americanas de tecnologia, especialmente da Alphabet, que poderão fornecer novas indicações sobre a sustentabilidade da demanda por inteligência artificial e se as elevadas avaliações das empresas do setor continuam justificadas.
Para Fiona Cincotta, analista sênior de mercado da City Index: "Temos observado essas oscilações no sentimento, o que evidencia o nervosismo em torno do setor de tecnologia, principalmente no segmento de inteligência artificial e semicondutores. Mas, se tivermos mais uma temporada sólida de resultados, isso poderá servir como catalisador para uma nova alta das ações de tecnologia."
As mineradoras também registram desempenho positivo, com avanço médio de 0,6%, acompanhando a valorização dos preços do cobre e do ouro. No entanto, as ações da sueca Boliden recuam 6,9% após a companhia divulgar um lucro operacional ajustado abaixo das expectativas para o segundo trimestre, limitando os ganhos do setor.
Na outra ponta, os setores de mídia e de bens pessoais e domésticos figuram entre os piores desempenhos do dia, com quedas de 1,1% e 0,7%, respectivamente.
Entre os destaques corporativos negativos, a fabricante austríaca de materiais de construção Wienerberger cai 6,5%, atingindo o menor nível desde outubro de 2022, após revisar para baixo sua projeção de lucro para o ano, citando o enfraquecimento da atividade no setor de construção civil.
O banco suíço Julius Baer recua 4,2%, apesar de ter divulgado entradas líquidas de recursos acima das expectativas no primeiro semestre. Já a fabricante de elevadores Schindler perde 5,1% após apresentar vendas trimestrais inferiores às projeções do mercado.
Na direção oposta, as ações da Novartis avançam 2,2%, impulsionadas por um lucro operacional recorrente no segundo trimestre acima das estimativas dos analistas.
Além da temporada de balanços, os traders permanecem atentos à reunião de política monetária do Banco Central Europeu, marcada para esta quinta-feira. A expectativa predominante é de manutenção das taxas de juros, embora o mercado continue precificando pelo menos uma alta adicional de 25 pontos-base até o fim de 2026.
No Reino Unido, o cenário político também segue no radar. O novo primeiro-ministro, Andy Burnham, nomeou o ex-secretário da Defesa, John Healey, para comandar o Ministério das Finanças, poucas semanas após sua saída do governo anterior, quando criticou publicamente a condução da política fiscal e o nível dos gastos com defesa.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão desta terça-feira em forte alta, impulsionados pelo alívio nas tensões geopolíticas no Oriente Médio e pela expectativa em torno da temporada de balanços das gigantes de tecnologia.
O sentimento melhorou após um alto funcionário iraniano afirmar à Reuters que Teerã recebeu uma proposta de mediadores para um cessar-fogo de 10 dias, iniciativa que poderá abrir caminho para um acordo mais duradouro e reduzir os riscos de uma escalada do conflito na região.
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Na Austrália, o índice ASX 200
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