Agenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPCA-15
9:30 – USA – Índice de Despesas de Consumo Pessoal (PCE)
9:30 – USA – Renda e Gastos Pessoais
9:30 – USA – PIB do 1º Trimestre
9:30 – USA – PCE do 1º Trimestre (Deflator do PIB)
9:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
11:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
14:00 – USA – Leilão de T-Note de 7 anos
Brasil

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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos

Os futuros dos principais índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — operam em alta nesta quinta-feira, com o Nasdaq avançando mais de 2%, após previsões extremamente otimistas da Micron Technology e da Qualcomm reforçarem a expectativa de que o ciclo global de investimentos em inteligência artificial permanece em plena expansão.
A Micron informou que seus clientes já comprometeram US$ 22 bilhões para garantir o fornecimento de chips de memória de alta largura de banda (HBM), enquanto a Qualcomm projetou que sua receita no segmento de data centers poderá atingir US$ 15 bilhões até 2029, fortalecendo a percepção de que a demanda por infraestrutura de IA continuará elevada por vários anos.
As ações da Micron disparam cerca de 17% no pré-mercado, enquanto a Qualcomm avança aproximadamente 12%. O otimismo se espalhou por todo o setor, com SanDisk, Western Digital e Seagate Technology registrando altas entre 8,5% e 13% antes da abertura.
Segundo Daniela Hathorn, analista sênior de mercado da Capital.com: "As ações americanas recuperaram parte do terreno perdido, já que os resultados da Micron trouxeram uma nova confirmação de que o ciclo de investimentos em IA permanece sólido. Isso ajudou a melhorar o sentimento em todo o setor de semicondutores após a recente fraqueza das empresas de alto crescimento, sugerindo que os traders continuam dispostos a aceitar alguma volatilidade de curto prazo enquanto a trajetória de lucros justificar as avaliações elevadas."
As ações da Micron acumulam valorização superior a 200% neste trimestre, enquanto a Qualcomm sobe cerca de 50% no mesmo período. O iShares Semiconductor ETF (Ativo na ActivTrades: SOXX.US) caminha para registrar o melhor trimestre de sua história.

Nos últimos dias, o mercado vinha sendo pressionado por preocupações com o aumento do endividamento das empresas de tecnologia para financiar grandes projetos de inteligência artificial, além da perspectiva de uma postura mais restritiva por parte do Federal Reserve. As projeções acima do esperado da Micron ajudam a aliviar parte dessas preocupações, mesmo com a companhia anunciando novos investimentos em expansão de capacidade.
No cenário macroeconômico, as atenções se voltam para a divulgação do Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE), indicador de inflação preferido do Federal Reserve, prevista para às 9h30 (horário de Brasília). O consenso de mercado projeta inflação anual de 4,1%, permanecendo muito acima da meta de 2% do banco central.
Segundo Ipek Ozkardeskaya, analista sênior de mercado do Swissquote Bank: "Um resultado acima do esperado poderá fortalecer ainda mais a ala mais conservadora do Federal Reserve e reverter parte do otimismo gerado pelos resultados da Micron. Isso recolocaria em destaque o impacto dos juros elevados justamente em um momento em que as grandes empresas de tecnologia recorrem cada vez mais ao mercado de dívida para financiar seus investimentos em inteligência artificial."
Os contratos futuros continuam indicando elevada probabilidade de um aumento de 25 pontos-base na taxa de juros já na reunião de setembro.
Por outro lado, a queda dos preços do petróleo para níveis próximos aos observados antes da guerra entre Estados Unidos e Irã continua contribuindo para reduzir parte das preocupações inflacionárias, à medida que o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz é gradualmente normalizado.
Ao longo do dia, os investidores também acompanharão os discursos de John Williams, presidente do Federal Reserve de Nova York, e Austan Goolsbee, presidente do Fed de Chicago, em busca de novos sinais sobre a trajetória da política monetária americana.
Resultado da Micron Technology

A Micron Technology divulgou resultados e projeções muito acima das expectativas de Wall Street, reforçando que o ciclo de expansão da inteligência artificial continua impulsionando uma demanda excepcional por chips de memória. As ações da companhia saltam cerca de 17% no pré-mercado.
Além de superar as estimativas para o terceiro trimestre, a empresa informou que seus principais clientes já comprometeram aproximadamente US$ 22 bilhões em contratos de longo prazo para garantir o fornecimento de chips de memória, evidenciando a escassez de componentes voltados à infraestrutura de IA.
A Micron é atualmente a única fabricante americana de memórias HBM (High Bandwidth Memory) utilizadas em conjunto com os aceleradores de inteligência artificial da Nvidia. A forte demanda por esses produtos continua superando a capacidade de produção da indústria, permitindo que Micron, Samsung Electronics e SK Hynix mantenham preços elevados e margens historicamente altas.
Segundo a companhia, a oferta de memórias para IA deverá permanecer restrita pelo menos até 2027, sem sinais claros de quando a capacidade global será suficiente para atender plenamente à demanda.
Entre os destaques operacionais, a Micron informou que a produção em escala da nova geração HBM4 12-high está ocorrendo em um ritmo duas vezes superior ao observado no lançamento da geração anterior (HBM3E 12-high). O produto já ultrapassou US$ 1 bilhão em receita, reforçando a rápida adoção pelos grandes provedores de infraestrutura de inteligência artificial.
A empresa também confirmou que o desenvolvimento das próximas gerações de memórias DRAM e NAND permanece dentro do cronograma, com produção em volume prevista para o segundo semestre de 2027.
Outro ponto destacado pela administração foi a disciplina na alocação de capital. A companhia reafirmou o compromisso de devolver, ao longo do tempo, 100% do fluxo de caixa excedente aos acionistas, por meio de dividendos e recompras de ações, ao mesmo tempo em que continua expandindo sua capacidade produtiva.
Projeções para o 3º trimestre fiscal de 2026
Lucro por ação (ajustado): US$ 25,11 (consenso: US$ 20,57)
Receita: US$ 41,46 bilhões (consenso: US$ 35,56 bilhões)
Margem bruta ajustada: 84,9% (consenso: 81,9%)
Projeções para o 4º trimestre fiscal de 2026
Receita: US$ 50,0 bilhões (consenso: US$ 42,92 bilhões)
Lucro por ação (ajustado): US$ 31,00 (consenso: US$ 25,50)
Europa

Os principais índices acionários da Europa —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — operam em alta média de 0,8% nesta quinta-feira, impulsionados principalmente pelo forte desempenho das ações de tecnologia.
As previsões acima do esperado divulgadas por Micron Technology e Qualcomm reforçaram a confiança dos investidores no ciclo de investimentos em inteligência artificial, reduzindo os receios sobre uma possível sobrevalorização do setor. A continuidade da queda dos preços do petróleo também contribui para o melhor desempenho das bolsas europeias.
O setor de tecnologia, que acumula valorização de cerca de 32% no trimestre, lidera os ganhos do índice STOXX 600, avançando aproximadamente 2,4% na sessão.
Entre os destaques, as fabricantes de semicondutores Infineon e STMicroelectronics sobem 5,6% e 4,2%, respectivamente. Já as fornecedoras de equipamentos para a indústria de chips BE Semiconductor e ASML avançam 5,1% e 4,5%, enquanto a Siemens Energy, beneficiada pela expansão da infraestrutura voltada à inteligência artificial, registra alta de 1,5%.
Segundo Martin Frandsen, gestor de portfólio da Principal Asset Management: "Embora a Europa tenha poucos líderes globais em tecnologia, algumas empresas estão muito bem posicionadas para capturar parte relevante desse ciclo de investimentos. As ambições europeias para centros de dados e infraestrutura digital criam uma oportunidade importante para companhias que fornecem equipamentos e soluções ligadas à inteligência artificial."
Além do setor de tecnologia, os investidores seguem monitorando os impactos econômicos decorrentes do conflito no Oriente Médio e dos custos de energia sobre os resultados corporativos.
Entre os destaques negativos, as ações da H&M recuam 2,1%, após a varejista sueca divulgar um lucro operacional no segundo trimestre abaixo das expectativas do mercado, reforçando preocupações sobre a desaceleração da demanda dos consumidores. Ainda assim, o setor europeu de varejo apresenta leve alta de 0,2%.
Os preços do petróleo continuam em trajetória de queda à medida que um número crescente de petroleiros retoma a navegação pelo Estreito de Ormuz, reduzindo parte das preocupações relacionadas à oferta global de energia e ajudando a aliviar as perspectivas para a inflação.
Mesmo assim, os mercados continuam precificando mais um aumento de 25 pontos-base na taxa de juros pelo Banco Central Europeu até o final do ano, refletindo a preocupação da autoridade monetária com a inflação ainda acima da meta.
Entre outras movimentações corporativas, as ações da easyJet avançam 6,3% depois que a companhia aérea britânica rejeitou uma quarta proposta de aquisição apresentada pela gestora americana Castlelake, mantendo sua estratégia de independência.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão desta quinta-feira majoritariamente em alta, impulsionados por uma nova onda de otimismo no setor de tecnologia, após a Micron Technology divulgar projeções de lucro e receita muito acima das expectativas, reforçando a percepção de que o ciclo de investimentos em inteligência artificial segue acelerado.
Os maiores destaques ficaram com Coreia do Sul e Japão. O índice Kospi
KOSPI disparou 5,4%, enquanto o Nikkei
NI225 avançou 4,6%, ambos impulsionados pelas empresas ligadas à cadeia global de semicondutores.
Na Coreia do Sul, a Samsung Electronics avançou 5,3%, enquanto a SK Hynix saltou 13,1%, refletindo o forte otimismo em torno da demanda por chips de memória utilizados em servidores de inteligência artificial. No Japão, o conglomerado de tecnologia SoftBank registrou alta de 7,9%, liderando os ganhos do mercado japonês.
Na China continental, o movimento também foi positivo. Os índices Shanghai
000001, Shenzhen
399001 e China A50
XIN9 encerraram com ganhos de até 1,8%, acompanhando a melhora do sentimento global para empresas de tecnologia e crescimento.
A exceção na região foi Hong Kong, onde o Hang Seng
HSI voltou a fechar em baixa, pressionado por preocupações envolvendo novas medidas regulatórias sobre empresas listadas e pela realização de lucros em ações do setor de tecnologia.
Na Austrália, o ASX 200
XJO recuou 0,7%. O mercado australiano apresentou desempenho inferior ao restante da região devido à sua menor participação de empresas de tecnologia em sua composição, sendo mais concentrado nos setores financeiro, mineração e commodities.
9:00 – BRA – IPCA-15
9:30 – USA – Índice de Despesas de Consumo Pessoal (PCE)
9:30 – USA – Renda e Gastos Pessoais
9:30 – USA – PIB do 1º Trimestre
9:30 – USA – PCE do 1º Trimestre (Deflator do PIB)
9:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
11:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
14:00 – USA – Leilão de T-Note de 7 anos
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York —
A Micron informou que seus clientes já comprometeram US$ 22 bilhões para garantir o fornecimento de chips de memória de alta largura de banda (HBM), enquanto a Qualcomm projetou que sua receita no segmento de data centers poderá atingir US$ 15 bilhões até 2029, fortalecendo a percepção de que a demanda por infraestrutura de IA continuará elevada por vários anos.
As ações da Micron disparam cerca de 17% no pré-mercado, enquanto a Qualcomm avança aproximadamente 12%. O otimismo se espalhou por todo o setor, com SanDisk, Western Digital e Seagate Technology registrando altas entre 8,5% e 13% antes da abertura.
Segundo Daniela Hathorn, analista sênior de mercado da Capital.com: "As ações americanas recuperaram parte do terreno perdido, já que os resultados da Micron trouxeram uma nova confirmação de que o ciclo de investimentos em IA permanece sólido. Isso ajudou a melhorar o sentimento em todo o setor de semicondutores após a recente fraqueza das empresas de alto crescimento, sugerindo que os traders continuam dispostos a aceitar alguma volatilidade de curto prazo enquanto a trajetória de lucros justificar as avaliações elevadas."
As ações da Micron acumulam valorização superior a 200% neste trimestre, enquanto a Qualcomm sobe cerca de 50% no mesmo período. O iShares Semiconductor ETF (Ativo na ActivTrades: SOXX.US) caminha para registrar o melhor trimestre de sua história.
Nos últimos dias, o mercado vinha sendo pressionado por preocupações com o aumento do endividamento das empresas de tecnologia para financiar grandes projetos de inteligência artificial, além da perspectiva de uma postura mais restritiva por parte do Federal Reserve. As projeções acima do esperado da Micron ajudam a aliviar parte dessas preocupações, mesmo com a companhia anunciando novos investimentos em expansão de capacidade.
No cenário macroeconômico, as atenções se voltam para a divulgação do Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE), indicador de inflação preferido do Federal Reserve, prevista para às 9h30 (horário de Brasília). O consenso de mercado projeta inflação anual de 4,1%, permanecendo muito acima da meta de 2% do banco central.
Segundo Ipek Ozkardeskaya, analista sênior de mercado do Swissquote Bank: "Um resultado acima do esperado poderá fortalecer ainda mais a ala mais conservadora do Federal Reserve e reverter parte do otimismo gerado pelos resultados da Micron. Isso recolocaria em destaque o impacto dos juros elevados justamente em um momento em que as grandes empresas de tecnologia recorrem cada vez mais ao mercado de dívida para financiar seus investimentos em inteligência artificial."
Os contratos futuros continuam indicando elevada probabilidade de um aumento de 25 pontos-base na taxa de juros já na reunião de setembro.
Por outro lado, a queda dos preços do petróleo para níveis próximos aos observados antes da guerra entre Estados Unidos e Irã continua contribuindo para reduzir parte das preocupações inflacionárias, à medida que o fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz é gradualmente normalizado.
Ao longo do dia, os investidores também acompanharão os discursos de John Williams, presidente do Federal Reserve de Nova York, e Austan Goolsbee, presidente do Fed de Chicago, em busca de novos sinais sobre a trajetória da política monetária americana.
Resultado da Micron Technology
A Micron Technology divulgou resultados e projeções muito acima das expectativas de Wall Street, reforçando que o ciclo de expansão da inteligência artificial continua impulsionando uma demanda excepcional por chips de memória. As ações da companhia saltam cerca de 17% no pré-mercado.
Além de superar as estimativas para o terceiro trimestre, a empresa informou que seus principais clientes já comprometeram aproximadamente US$ 22 bilhões em contratos de longo prazo para garantir o fornecimento de chips de memória, evidenciando a escassez de componentes voltados à infraestrutura de IA.
A Micron é atualmente a única fabricante americana de memórias HBM (High Bandwidth Memory) utilizadas em conjunto com os aceleradores de inteligência artificial da Nvidia. A forte demanda por esses produtos continua superando a capacidade de produção da indústria, permitindo que Micron, Samsung Electronics e SK Hynix mantenham preços elevados e margens historicamente altas.
Segundo a companhia, a oferta de memórias para IA deverá permanecer restrita pelo menos até 2027, sem sinais claros de quando a capacidade global será suficiente para atender plenamente à demanda.
Entre os destaques operacionais, a Micron informou que a produção em escala da nova geração HBM4 12-high está ocorrendo em um ritmo duas vezes superior ao observado no lançamento da geração anterior (HBM3E 12-high). O produto já ultrapassou US$ 1 bilhão em receita, reforçando a rápida adoção pelos grandes provedores de infraestrutura de inteligência artificial.
A empresa também confirmou que o desenvolvimento das próximas gerações de memórias DRAM e NAND permanece dentro do cronograma, com produção em volume prevista para o segundo semestre de 2027.
Outro ponto destacado pela administração foi a disciplina na alocação de capital. A companhia reafirmou o compromisso de devolver, ao longo do tempo, 100% do fluxo de caixa excedente aos acionistas, por meio de dividendos e recompras de ações, ao mesmo tempo em que continua expandindo sua capacidade produtiva.
Projeções para o 3º trimestre fiscal de 2026
Lucro por ação (ajustado): US$ 25,11 (consenso: US$ 20,57)
Receita: US$ 41,46 bilhões (consenso: US$ 35,56 bilhões)
Margem bruta ajustada: 84,9% (consenso: 81,9%)
Projeções para o 4º trimestre fiscal de 2026
Receita: US$ 50,0 bilhões (consenso: US$ 42,92 bilhões)
Lucro por ação (ajustado): US$ 31,00 (consenso: US$ 25,50)
Europa
Os principais índices acionários da Europa —
As previsões acima do esperado divulgadas por Micron Technology e Qualcomm reforçaram a confiança dos investidores no ciclo de investimentos em inteligência artificial, reduzindo os receios sobre uma possível sobrevalorização do setor. A continuidade da queda dos preços do petróleo também contribui para o melhor desempenho das bolsas europeias.
O setor de tecnologia, que acumula valorização de cerca de 32% no trimestre, lidera os ganhos do índice STOXX 600, avançando aproximadamente 2,4% na sessão.
Entre os destaques, as fabricantes de semicondutores Infineon e STMicroelectronics sobem 5,6% e 4,2%, respectivamente. Já as fornecedoras de equipamentos para a indústria de chips BE Semiconductor e ASML avançam 5,1% e 4,5%, enquanto a Siemens Energy, beneficiada pela expansão da infraestrutura voltada à inteligência artificial, registra alta de 1,5%.
Segundo Martin Frandsen, gestor de portfólio da Principal Asset Management: "Embora a Europa tenha poucos líderes globais em tecnologia, algumas empresas estão muito bem posicionadas para capturar parte relevante desse ciclo de investimentos. As ambições europeias para centros de dados e infraestrutura digital criam uma oportunidade importante para companhias que fornecem equipamentos e soluções ligadas à inteligência artificial."
Além do setor de tecnologia, os investidores seguem monitorando os impactos econômicos decorrentes do conflito no Oriente Médio e dos custos de energia sobre os resultados corporativos.
Entre os destaques negativos, as ações da H&M recuam 2,1%, após a varejista sueca divulgar um lucro operacional no segundo trimestre abaixo das expectativas do mercado, reforçando preocupações sobre a desaceleração da demanda dos consumidores. Ainda assim, o setor europeu de varejo apresenta leve alta de 0,2%.
Os preços do petróleo continuam em trajetória de queda à medida que um número crescente de petroleiros retoma a navegação pelo Estreito de Ormuz, reduzindo parte das preocupações relacionadas à oferta global de energia e ajudando a aliviar as perspectivas para a inflação.
Mesmo assim, os mercados continuam precificando mais um aumento de 25 pontos-base na taxa de juros pelo Banco Central Europeu até o final do ano, refletindo a preocupação da autoridade monetária com a inflação ainda acima da meta.
Entre outras movimentações corporativas, as ações da easyJet avançam 6,3% depois que a companhia aérea britânica rejeitou uma quarta proposta de aquisição apresentada pela gestora americana Castlelake, mantendo sua estratégia de independência.
Ásia/Pacífico
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