Agenda de Indicadores:
9:30 – USA – Vendas no Varejo (Julho)
11:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
11:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
12:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Estados Unidos

Os futuros dos principais índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — operam sem direção única nesta sexta-feira, após o S&P 500 renovar sua máxima histórica e caminhar para a terceira semana consecutiva de ganhos.
A temporada de balanços segue como um dos principais pilares de sustentação de Wall Street. Cerca de 85% das empresas do S&P 500 que já divulgaram seus números superaram as estimativas de lucro. Excluindo os efeitos de marcação a mercado da Alphabet e da Amazon, os lucros avançaram 32,7%.
Com a temporada corporativa se aproximando do fim, porém, o foco começa a retornar para o cenário macroeconômico. Na próxima semana, os traders devem equilibrar a força dos resultados empresariais com as incertezas envolvendo inflação, juros e as tensões geopolíticas.
Diante das poucas sinalizações recentes do Federal Reserve, os resultados corporativos ganharam ainda mais importância para validar as expectativas otimistas incorporadas aos preços das ações e contrabalançar os riscos macroeconômicos.
Nesse contexto, o simpósio de Jackson Hole, entre 27 e 29 de agosto, surge como o próximo grande evento para a política monetária americana. Os mercados buscarão nos discursos dos dirigentes do Fed pistas sobre como o banco central está avaliando a inflação, a atividade econômica e, principalmente, os próximos passos para as taxas de juros.
Europa

Os principais índices acionários da Europa —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — operam sem direção única nesta sexta-feira, após uma sequência de máximas ao longo da semana, enquanto os traders equilibram resultados corporativos robustos com a persistência dos riscos geopolíticos no Oriente Médio.
O Euro Stoxx 50
EURO50 avança 0,1%, enquanto o FTSE 100
UK100, de Londres, recua 0,2%.
A alta recente das bolsas europeias tem sido sustentada principalmente pela temporada de balanços. As estimativas de lucro para as empresas do STOXX 600 avançaram pela oitava semana consecutiva e agora apontam para crescimento de 23,4% no segundo trimestre, impulsionado principalmente pelos setores de energia e materiais.
O cenário geopolítico, entretanto, volta a limitar o apetite por risco. Os contratos futuros do petróleo sobem cerca de 1%, para US$ 86 por barril, após os Estados Unidos ameaçarem manter um bloqueio naval ao Irã por tempo indeterminado, reacendendo preocupações com novas interrupções no fornecimento de petróleo.
Em contrapartida, dados mais fracos de inflação ao consumidor e ao produtor nos EUA nesta semana reduziram parte das preocupações com os juros, reforçando as expectativas de que o Federal Reserve possa adiar um novo aperto monetário.
Entre os setores, tecnologia lidera os ganhos na Europa, com alta de 1,4%. Na ponta negativa, recursos básicos recuam 1,6%, registrando o pior desempenho da sessão. As movimentações corporativas são mais limitadas, à medida que a temporada de balanços se aproxima do fim.
No front macroeconômico, o PIB da zona do euro cresceu 1% no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior. O principal destaque, porém, veio da balança comercial, que registrou superávit de € 8,6 bilhões, contrariando a expectativa de déficit de € 2,2 bilhões.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a semana sem direção única nesta sexta-feira, com destaque para a forte recuperação das ações sul-coreanas, impulsionadas pelo renovado otimismo com inteligência artificial e semicondutores.
Na Coreia do Sul, o Kospi
KOSPI avançou 2,4% na sessão e acumulou alta de 11,5% na semana, seu melhor desempenho semanal em mais de três meses, interrompendo uma sequência de sete semanas de perdas. Entre as principais fabricantes de chips, Samsung Electronics subiu 2,4% e SK Hynix ganhou 3,3%, ampliando os ganhos semanais para 19% e 16%, respectivamente.
A recuperação também veio acompanhada de uma redução da volatilidade. O índice de volatilidade sul-coreano recuou para 56 pontos, bem abaixo do recorde de 98 registrado no fim de junho. O mercado permanecerá fechado na segunda-feira devido a um feriado.
No Japão, o Nikkei 225
NI225 avançou 0,6%, após os dados de inflação ao consumidor e ao produtor dos EUA reforçarem as expectativas de manutenção dos juros pelo Federal Reserve. A amplitude do mercado foi positiva, com 132 ações em alta, 92 em baixa e uma estável.
Em Taiwan, o TWSE 50
TW50 encerrou próximo da estabilidade, apesar da queda de 1,6% das ações da TSMC.
Na China continental, o Shanghai
000001 fechou estável e o Shenzhen
399001 avançou 0,5%, enquanto o China A50
XIN9 recuou 0,2%.
Na ponta negativa da região, o Hang Seng
HSI, de Hong Kong, caiu 1,1%, enquanto o ASX 200
XJO, da Austrália, perdeu 0,8%.
9:30 – USA – Vendas no Varejo (Julho)
11:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
11:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
12:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
Brasil
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Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York —
A temporada de balanços segue como um dos principais pilares de sustentação de Wall Street. Cerca de 85% das empresas do S&P 500 que já divulgaram seus números superaram as estimativas de lucro. Excluindo os efeitos de marcação a mercado da Alphabet e da Amazon, os lucros avançaram 32,7%.
Com a temporada corporativa se aproximando do fim, porém, o foco começa a retornar para o cenário macroeconômico. Na próxima semana, os traders devem equilibrar a força dos resultados empresariais com as incertezas envolvendo inflação, juros e as tensões geopolíticas.
Diante das poucas sinalizações recentes do Federal Reserve, os resultados corporativos ganharam ainda mais importância para validar as expectativas otimistas incorporadas aos preços das ações e contrabalançar os riscos macroeconômicos.
Nesse contexto, o simpósio de Jackson Hole, entre 27 e 29 de agosto, surge como o próximo grande evento para a política monetária americana. Os mercados buscarão nos discursos dos dirigentes do Fed pistas sobre como o banco central está avaliando a inflação, a atividade econômica e, principalmente, os próximos passos para as taxas de juros.
Europa
Os principais índices acionários da Europa —
O Euro Stoxx 50
A alta recente das bolsas europeias tem sido sustentada principalmente pela temporada de balanços. As estimativas de lucro para as empresas do STOXX 600 avançaram pela oitava semana consecutiva e agora apontam para crescimento de 23,4% no segundo trimestre, impulsionado principalmente pelos setores de energia e materiais.
O cenário geopolítico, entretanto, volta a limitar o apetite por risco. Os contratos futuros do petróleo sobem cerca de 1%, para US$ 86 por barril, após os Estados Unidos ameaçarem manter um bloqueio naval ao Irã por tempo indeterminado, reacendendo preocupações com novas interrupções no fornecimento de petróleo.
Em contrapartida, dados mais fracos de inflação ao consumidor e ao produtor nos EUA nesta semana reduziram parte das preocupações com os juros, reforçando as expectativas de que o Federal Reserve possa adiar um novo aperto monetário.
Entre os setores, tecnologia lidera os ganhos na Europa, com alta de 1,4%. Na ponta negativa, recursos básicos recuam 1,6%, registrando o pior desempenho da sessão. As movimentações corporativas são mais limitadas, à medida que a temporada de balanços se aproxima do fim.
No front macroeconômico, o PIB da zona do euro cresceu 1% no segundo trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior. O principal destaque, porém, veio da balança comercial, que registrou superávit de € 8,6 bilhões, contrariando a expectativa de déficit de € 2,2 bilhões.
Ásia/Pacífico
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No Japão, o Nikkei 225
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Na China continental, o Shanghai
Na ponta negativa da região, o Hang Seng
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As informações e publicações não se destinam a ser, e não constituem, conselhos ou recomendações financeiras, de investimento, comerciais ou de outro tipo fornecidos ou endossados pela TradingView. Leia mais nos Termos de Uso.
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