Morning Call - 16/04/2026 - Novos Recordes para Nasdaq e S&P 500

Agenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IBC-Br
9:30 – USA – Índice de Atividade Industrial do Fed Filadélfia
9:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
10:15 – USA – Produção Industrial
Agenda de Autoridades:
9:35 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), faz o discurso de abertura no Simpósio de Membros do FHLBNY 2026, organizado pelo Banco Federal de Financiamento Imobiliário de Nova York.
11:35 – USA – Stephen Miran, governador do Fed (Vota), participa de uma conversa antes do Festival Econômico de Washington: "Sessões de Macroeconomia Global".
Agenda de Balanços:
2:00 – TW – TSMC
2330
TSM
7:00 – USA – PepsiCo
PEP
17:01 – USA – Netflix
NFLX
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
EWZ
VALE
PBR
ITUB
BBD
BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLK2026
Estados Unidos

Os futuros dos principais índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — avançam de forma moderada nesta quinta-feira, sustentados por uma melhora no sentimento dos traders, que passam a precificar que o pico das tensões no Oriente Médio pode já ter ficado para trás.
Apesar da ausência de um acordo formal entre Estados Unidos e Irã, a expectativa de progresso diplomático tem sido suficiente para sustentar o apetite por risco. O ambiente foi reforçado após o S&P 500
USA500 e o Nasdaq
USATEC encerrarem a sessão anterior em níveis recordes, sinalizando confiança renovada dos mercados na continuidade da recuperação.
“O mercado aprendeu a antecipar reversões após episódios de retórica mais agressiva. Trata-se menos de complacência e mais de adaptação a um ambiente de incerteza”, avaliou Lisa Shalett, diretora de investimentos da Morgan Stanley Wealth Management.
O sentimento também foi apoiado por sinais de possível avanço diplomático na região, após um alto funcionário israelense indicar que o gabinete do país discutiu um eventual cessar-fogo no Líbano — movimento que pode destravar negociações mais amplas envolvendo o Irã. O presidente Donald Trump também reiterou que um acordo com Teerã segue no radar.
Ainda assim, o cenário permanece frágil. Analistas alertam que a trajetória das negociações pode gerar novas reviravoltas e manchetes contraditórias, mantendo os mercados suscetíveis a episódios de volatilidade.
Nesse contexto, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIKJ2026 permanece próximo dos 20 pontos, atingindo os níveis mais baixos desde o fim de fevereiro e indicando redução na demanda por proteção.
No front corporativo, a temporada de resultados ganha protagonismo e passa a ditar o ritmo dos mercados. Empresas como PepsiCo, Travelers, Charles Schwab e outras divulgam seus números ao longo do dia, enquanto a Netflix reporta após o fechamento.
Até o momento, os resultados do setor bancário têm surpreendido positivamente, com instituições superando expectativas e indicando um consumidor ainda resiliente — fator-chave para a sustentação do crescimento econômico dos Estados Unidos.
Segundo Kyle Rodda, analista sênior da Capital.com, a combinação de alívio geopolítico e fundamentos corporativos sólidos tem incentivado a tomada de risco. “Com a percepção de que o pior da escalada já passou, os investidores não querem ficar de fora do crescimento dos lucros”, afirmou.
Setores que haviam sido mais penalizados, como tecnologia e software, lideram a recuperação recente, enquanto empresas de menor capitalização também ganham tração. O índice Russell 2000, inclusive, se aproxima de sua máxima histórica intradiária, refletindo a ampliação do rali para além das grandes empresas.
Europa

Os principais índices acionários da Europa —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — avançam de forma moderada nesta quinta-feira, sustentados pela melhora gradual do sentimento global diante das crescentes expectativas de uma solução diplomática para o conflito no Oriente Médio.
O otimismo ganhou força após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que negociações entre Israel e Líbano estariam em andamento, alimentando a percepção de uma possível desescalada mais ampla na região.
Nesse contexto, o índice Euro Stoxx 50
EURO50 se aproxima de recuperar integralmente as perdas acumuladas desde o início do conflito, refletindo a recente recomposição de risco. Ainda assim, as bolsas europeias continuam apresentando desempenho inferior ao de Wall Street, pressionadas pela maior sensibilidade da região aos custos energéticos.
As preocupações com o impacto da alta do petróleo persistem, especialmente devido à forte dependência da Europa por importações de energia, o que mantém um viés de cautela entre os investidores.
No front corporativo, a temporada de resultados ganha tração e passa a desempenhar papel central na formação de preços, oferecendo sinais mais claros sobre a resiliência das empresas em meio ao ambiente de incerteza.
Entre os setores, tecnologia lidera os ganhos, com alta de cerca de 1,3%, acompanhada pelo varejo, que também avança mais de 1%. O setor de recursos básicos sobe aproximadamente 0,8%, beneficiado pela valorização do ouro.
Na direção oposta, telecomunicações registram o pior desempenho, com queda de cerca de 1%, pressionadas principalmente pela baixa de 1,7% nas ações da Deutsche Telekom. O setor bancário recua levemente, cerca de 0,2%, enquanto energia também opera em baixa, com queda de 0,4%, mesmo após a recente estabilização dos preços do petróleo.
No noticiário corporativo, a Barry Callebaut despenca cerca de 16% após revisar para baixo sua projeção de lucro operacional para o ano. Já a companhia aérea EasyJet recua 3,7%, ao alertar para um prejuízo maior no primeiro semestre e indicar enfraquecimento nas reservas, refletindo os efeitos da incerteza geopolítica.
Em contrapartida, o grupo de apostas Entain se destaca positivamente, com alta de 6,5%, após reportar crescimento de 3% na receita líquida de jogos no primeiro trimestre.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico registraram alta generalizada nesta quinta-feira, acompanhando o forte desempenho de Wall Street, onde os índices S&P 500
USA500 e Nasdaq 100
USATEC renovaram máximas históricas em meio ao otimismo com um possível desfecho para o conflito no Oriente Médio.
O destaque regional ficou com o índice Nikkei
NI225, do Japão, que avançou 2,4% e atingiu um novo recorde, impulsionado principalmente por ações de tecnologia. Papéis do SoftBank subiram 5,1%, enquanto a Advantest ganhou 3,8%, refletindo a forte demanda por empresas ligadas à cadeia de semicondutores.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi
KOSPI subiu 2,2%, aproximando-se de sua máxima histórica. A valorização foi liderada por grandes companhias, como Samsung, Kia e Hyundai, que avançaram 3,1%, 4,2% e 5,1%, respectivamente.
Na China continental e em Hong Kong, os principais índices — Shenzhen
399001, China A50
XIN9, Shanghai
000001 e Hang Seng
HSI — também encerraram em alta, com ganhos entre 0,7% e 2%, sustentados por dados econômicos mistos, mas ainda resilientes.
O PIB chinês surpreendeu positivamente ao crescer 5% na comparação anual, impulsionado por exportações mais fortes antes da intensificação do conflito. No entanto, indicadores domésticos mostraram desaceleração: as vendas no varejo avançaram 1,7%, abaixo dos 2,8% anteriores, enquanto a produção industrial cresceu 5,7%, também abaixo do ritmo observado no início do ano. A taxa de desemprego subiu levemente, de 5,3% para 5,4%.
Em Taiwan, o índice TWSE 50
TW50 avançou 1,5%, renovando máximas históricas, mesmo antes da divulgação do resultado trimestral da TSMC. A companhia elevou sua projeção de receita anual e anunciou aumento nos investimentos em capital, apoiada pela forte demanda por chips voltados à inteligência artificial.
A TSMC reportou lucro recorde de US$ 18,2 bilhões no primeiro trimestre, alta de 58% na comparação anual, marcando o oitavo trimestre consecutivo de crescimento de dois dígitos. A empresa destacou a expansão da capacidade de produção de chips de 3 nanômetros em Taiwan, Estados Unidos e Japão, com planos de produção em larga escala entre 2027 e 2028, incluindo um investimento de US$ 165 bilhões no Arizona - EUA.
"Já sabíamos que haveria uma receita expressiva, mas, para nossa satisfação, também estamos observando margens muito altas e uma elevada taxa de utilização. Essencialmente, as fábricas da TSMC estão operando a pleno vapor e a história da IA continua a apresentar resultados positivos", disse Ben Barringer, chefe de pesquisa tecnológica da Quilter Cheviot.
Na contramão do movimento regional, o índice ASX 200
XJO, da Austrália, encerrou em leve queda. O mercado local foi pressionado pelo rebaixamento da classificação de crédito da operadora da bolsa australiana pela S&P Global Ratings, além de preocupações com a segurança energética após um incêndio na maior refinaria do país, em um momento de tensão global no fornecimento de combustíveis.
9:00 – BRA – IBC-Br
9:30 – USA – Índice de Atividade Industrial do Fed Filadélfia
9:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
10:15 – USA – Produção Industrial
Agenda de Autoridades:
9:35 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), faz o discurso de abertura no Simpósio de Membros do FHLBNY 2026, organizado pelo Banco Federal de Financiamento Imobiliário de Nova York.
11:35 – USA – Stephen Miran, governador do Fed (Vota), participa de uma conversa antes do Festival Econômico de Washington: "Sessões de Macroeconomia Global".
Agenda de Balanços:
2:00 – TW – TSMC
7:00 – USA – PepsiCo
17:01 – USA – Netflix
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York —
Apesar da ausência de um acordo formal entre Estados Unidos e Irã, a expectativa de progresso diplomático tem sido suficiente para sustentar o apetite por risco. O ambiente foi reforçado após o S&P 500
“O mercado aprendeu a antecipar reversões após episódios de retórica mais agressiva. Trata-se menos de complacência e mais de adaptação a um ambiente de incerteza”, avaliou Lisa Shalett, diretora de investimentos da Morgan Stanley Wealth Management.
O sentimento também foi apoiado por sinais de possível avanço diplomático na região, após um alto funcionário israelense indicar que o gabinete do país discutiu um eventual cessar-fogo no Líbano — movimento que pode destravar negociações mais amplas envolvendo o Irã. O presidente Donald Trump também reiterou que um acordo com Teerã segue no radar.
Ainda assim, o cenário permanece frágil. Analistas alertam que a trajetória das negociações pode gerar novas reviravoltas e manchetes contraditórias, mantendo os mercados suscetíveis a episódios de volatilidade.
Nesse contexto, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIKJ2026 permanece próximo dos 20 pontos, atingindo os níveis mais baixos desde o fim de fevereiro e indicando redução na demanda por proteção.
No front corporativo, a temporada de resultados ganha protagonismo e passa a ditar o ritmo dos mercados. Empresas como PepsiCo, Travelers, Charles Schwab e outras divulgam seus números ao longo do dia, enquanto a Netflix reporta após o fechamento.
Até o momento, os resultados do setor bancário têm surpreendido positivamente, com instituições superando expectativas e indicando um consumidor ainda resiliente — fator-chave para a sustentação do crescimento econômico dos Estados Unidos.
Segundo Kyle Rodda, analista sênior da Capital.com, a combinação de alívio geopolítico e fundamentos corporativos sólidos tem incentivado a tomada de risco. “Com a percepção de que o pior da escalada já passou, os investidores não querem ficar de fora do crescimento dos lucros”, afirmou.
Setores que haviam sido mais penalizados, como tecnologia e software, lideram a recuperação recente, enquanto empresas de menor capitalização também ganham tração. O índice Russell 2000, inclusive, se aproxima de sua máxima histórica intradiária, refletindo a ampliação do rali para além das grandes empresas.
Europa
Os principais índices acionários da Europa —
O otimismo ganhou força após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que negociações entre Israel e Líbano estariam em andamento, alimentando a percepção de uma possível desescalada mais ampla na região.
Nesse contexto, o índice Euro Stoxx 50
As preocupações com o impacto da alta do petróleo persistem, especialmente devido à forte dependência da Europa por importações de energia, o que mantém um viés de cautela entre os investidores.
No front corporativo, a temporada de resultados ganha tração e passa a desempenhar papel central na formação de preços, oferecendo sinais mais claros sobre a resiliência das empresas em meio ao ambiente de incerteza.
Entre os setores, tecnologia lidera os ganhos, com alta de cerca de 1,3%, acompanhada pelo varejo, que também avança mais de 1%. O setor de recursos básicos sobe aproximadamente 0,8%, beneficiado pela valorização do ouro.
Na direção oposta, telecomunicações registram o pior desempenho, com queda de cerca de 1%, pressionadas principalmente pela baixa de 1,7% nas ações da Deutsche Telekom. O setor bancário recua levemente, cerca de 0,2%, enquanto energia também opera em baixa, com queda de 0,4%, mesmo após a recente estabilização dos preços do petróleo.
No noticiário corporativo, a Barry Callebaut despenca cerca de 16% após revisar para baixo sua projeção de lucro operacional para o ano. Já a companhia aérea EasyJet recua 3,7%, ao alertar para um prejuízo maior no primeiro semestre e indicar enfraquecimento nas reservas, refletindo os efeitos da incerteza geopolítica.
Em contrapartida, o grupo de apostas Entain se destaca positivamente, com alta de 6,5%, após reportar crescimento de 3% na receita líquida de jogos no primeiro trimestre.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
Os mercados da Ásia-Pacífico registraram alta generalizada nesta quinta-feira, acompanhando o forte desempenho de Wall Street, onde os índices S&P 500
O destaque regional ficou com o índice Nikkei
Na Coreia do Sul, o índice Kospi
Na China continental e em Hong Kong, os principais índices — Shenzhen
O PIB chinês surpreendeu positivamente ao crescer 5% na comparação anual, impulsionado por exportações mais fortes antes da intensificação do conflito. No entanto, indicadores domésticos mostraram desaceleração: as vendas no varejo avançaram 1,7%, abaixo dos 2,8% anteriores, enquanto a produção industrial cresceu 5,7%, também abaixo do ritmo observado no início do ano. A taxa de desemprego subiu levemente, de 5,3% para 5,4%.
Em Taiwan, o índice TWSE 50
A TSMC reportou lucro recorde de US$ 18,2 bilhões no primeiro trimestre, alta de 58% na comparação anual, marcando o oitavo trimestre consecutivo de crescimento de dois dígitos. A empresa destacou a expansão da capacidade de produção de chips de 3 nanômetros em Taiwan, Estados Unidos e Japão, com planos de produção em larga escala entre 2027 e 2028, incluindo um investimento de US$ 165 bilhões no Arizona - EUA.
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