O Verdadeiro Uso do Estocástico Segundo George LaneO Indicador Estocástico é amplamente utilizado por traders para identificar condições de sobrecompra e survendida no mercado. No entanto, há um dilema: a maneira como é frequentemente utilizado hoje difere significativamente da intenção original de seu criador, George Lane. Neste post, vamos explorar a abordagem autêntica de Lane para o Estocástico e como você pode aplicá-la para melhorar suas análises e decisões de trading.
Entendendo o Estocástico
Desenvolvido na década de 1950, o Estocástico é um oscilador que mede o momento (momentum) do preço, comparando o preço de fechamento de um ativo com sua faixa de preços ao longo de um determinado período. Os níveis tradicionais de 80 e 20 são comumente usados para identificar condições de sobrecompra e sobrevenda, respectivamente. No entanto, essa interpretação pode ser limitada e até mesmo enganosa.
A Abordagem Original de George Lane
1. Momentum Precede o Preço
George Lane enfatizava que o momentum sempre precede o preço. Portanto, o Estocástico deveria ser usado para identificar mudanças no momentum que poderiam antecipar reversões de tendência.
2. Divergências São a Chave
Lane considerava as divergências entre o Estocástico e o preço como os sinais mais confiáveis:
Divergência de Alta: O preço faz um novo mínimo, mas o Estocástico forma um mínimo mais alto.
Divergência de Baixa: O preço atinge um novo máximo, enquanto o Estocástico faz um máximo mais baixo.
Essas divergências indicam que a força da tendência atual está enfraquecendo e uma reversão pode estar iminente.
3. Níveis Extremados Indicam Força, Não Reversão
Ao contrário da interpretação comum, Lane ensinava que quando o Estocástico ultrapassa o nível de 80, isso indica que o ativo está em forte momentum de alta. De fato, segundo ele, o movimento de alta está apenas na metade do caminho. O mesmo vale para leituras abaixo de 20 em tendências de baixa.
Aplicando a Abordagem de George Lane na Prática
No gráfico semanal do S&P 500 futuro, eu destaquei com linhas verticais verdes o momento em que o indicador cruza o nível de 80, de baixo para cima. Podemos notar que, ao atingir o patamar de 80, o indicador precedeu um upside significativo no preço em 3 ocasiões no passado. Mais recentemente, marcado com a linha vertical vermelha, o indicador atingiu o mesmo nível novamente. Pode ter precedido mais uma considerável onda de alta? Só o tempo dirá.
Ideias da comunidade
A China voltouTivemos um fim de setembro muito agitado na Ásia após o tão, tão esperado estímulo ao mercado pelo governo. Caso você não saiba, o mundo espera um estímulo à economia chinesa há pelo menos dois anos.
Vamos recapitular
A China é a fábrica do mundo, por consequência, o maior consumidor de matéria-prima e exportador de semiacabados do mundo, um importante player na indústria.
Todavia, após a pandemia em 2021, essa indústria desacelerou fortemente depois de ter se expandido de forma significativa. Particularmente a indústria imobiliária chinesa, a maior consumidora de SGX:FEF2! Ferro e cliente da BMFBOVESPA:VALE3 Vale. Podemos ver abaixo a alta do ferro, que estava abaixo de 80 dólares antes de 2020 e chegou a bater 220 dólares em julho de 2021.
Isso aconteceu pelos estímulos incessantes do governo chinês, que visavam financiar as empreiteiras para construir infraestrutura e, por consequência, gerar um crescimento descomunal no Produto Interno Bruto (PIB) do país. Isso funcionou até o momento em que a dívida atingiu as incorporadoras, que não conseguiam vender os imóveis por falta de moradores. Assim surgiram as famosas cidades fantasmas da China.
Quem não se lembra do famoso caso da Evergrande? $HKEX:3333. Essa foi uma das maiores incorporadoras da China, que teve a falência decretada em 29 de janeiro deste ano, sendo responsável por 40% das casas e prédios construídos no projeto. Um belo retrato de como não funciona criar oferta quando não há demanda, usando artifícios financeiros.
O que aconteceu agora?
Mas isso é passado. No dia 24 de setembro de 2024 começaram os rumores, mas em 27 tivemos um comunicado do Presidente Xi Jinping de que a China estimulará a economia em 2 trilhões de iuanes (284 bilhões de dólares), acompanhado de um corte de 20 bps na taxa de reverse swap de 7 dias e um corte de 50 bps no compulsório dos bancos, o que deve ajudar a China a bater a meta de crescimento de 5% no ano, estimando elevar a produção industrial para 0,4%.
Isso não aconteceu isoladamente, o governo chinês estava esperando uma sinalização mais concreta de reaceleração dos EUA, pois um depende do outro para fabricar e consumir.
O resultado foi um só: festa no parquinho. Todas as bolsas asiáticas subiram forte, com o Hang Seng acumulando uma alta de mais de 20% em menos de 10 dias no momento em que escrevo este texto. Os mercados nos EUA também puxaram positivamente, especialmente as mineradoras e beneficiadoras brasileiras:
É importante ressaltar que o estímulo não vai apenas para a indústria de infraestrutura, mas também para explorar novos horizontes como baterias elétricas, carros elétricos e chips para IA, o que afeta outras commodities metálicas relevantes na indústria.
O que esperar?
É de se esperar que a China volte a crescer fortemente, porém, ainda temos que aguardar o resultado das eleições americanas.
Caso Trump ganhe a eleição, ele aposta em uma política econômica protecionista, onde evitará envolver a China em comércios estratégicos. Isso pode atrapalhar o crescimento do gigante e, com isso, o fluxo de investimentos para a China pode acabar indo para outros lugares, como México, Índia ou Chile. Um pouco pode vir ao Brasil, mas estamos muito atrelados à China. Ao investir em certas empresas no Brasil, indiretamente você investe na China.
Bons negócios.
WTI: o Irão arrastará os Sauditas para o conflito? WTI: o Irão arrastará os Sauditas para o conflito?
Autoridades israelenses estão considerando como responder após um ataque de mísseis Iraniano na quarta-feira, que causou poucos danos, mas definitivamente tinha potencial para fazê-lo.
Os seus próximos passos podem depender da posição dos EUA. O presidente Joe Biden reafirmou o apoio dos EUA a Israel, mas deixou claro na quarta-feira que não apoiaria os ataques israelenses às instalações nucleares Iranianas.
Os preços do petróleo já subiram 5% Depois que Biden mencionou discussões sobre possíveis ataques israelenses à indústria petrolífera Iraniana. O irão, sétimo maior produtor de petróleo do mundo, exporta cerca de metade do seu petróleo, principalmente para a China.
Se as tensões se transformarem em um conflito mais amplo, espera-se que o Irã atraia os aliados regionais de Israel, incluindo a Arábia Saudita (um produtor de petróleo ainda maior do que o Irã) e a Jordânia, para o confronto.
Petróleo Brent Dispara com Tensão Israel-IrãAnálise MTG do Dia (Macro Técnica Global) - 3 de Outubro de 2024
Ativo em Foco:
XBRUSD (Brent Crude Oil)
Especialistas:
Vitor Ferreira (CNPI 3490)
Igor Silva
Análise Macro Completa:
Os preços do petróleo subiram mais de 4% nas últimas 24 horas, impulsionados pelas crescentes tensões geopolíticas entre Israel e Irã. A especulação sobre um possível ataque israelense à infraestrutura nuclear e energética iraniana está elevando os preços do Brent, gerando preocupações significativas sobre a estabilidade no Oriente Médio e seus impactos no mercado global de energia.
Contexto Geopolítico:
A relação entre Israel e Irã tem sido marcada por rivalidades históricas e conflitos indiretos. Recentemente, a situação agravou-se devido a:
Programa Nuclear do Irã: Relatórios da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) indicam que o Irã está enriquecendo urânio além dos níveis acordados no acordo nuclear de 2015 (JCPOA), aumentando temores sobre a possibilidade de desenvolvimento de armas nucleares.
Ataques Cibernéticos e Militares: Ambos os países têm se acusado mutuamente de ataques cibernéticos e sabotagens a instalações estratégicas, intensificando a desconfiança e hostilidade.
Alianças Regionais: O fortalecimento das alianças do Irã com grupos na Síria, Líbano e Iraque é visto por Israel como uma ameaça direta à sua segurança nacional.
Impacto no Mercado de Petróleo:
Oferta e Produção:
Irã como Produtor Chave: O Irã possui reservas significativas de petróleo e é um membro influente da OPEP. Qualquer interrupção em sua capacidade de produzir ou exportar petróleo pode reduzir a oferta global.
Rotas de Transporte Estratégicas:
Estreito de Ormuz: Passagem crucial por onde transita cerca de 20% do petróleo mundial. Um conflito na região poderia levar ao bloqueio ou restrições de passagem, afetando não apenas o Irã, mas também outros grandes produtores do Golfo Pérsico.
Infraestrutura Energética: Ataques ou sabotagens em oleodutos e instalações de processamento poderiam causar interrupções significativas na oferta.
Demanda Global:
Recuperação Econômica Pós-Pandemia: A demanda por petróleo vem se recuperando com a retomada das atividades econômicas globais.
Outros Fatores Influenciando o Mercado:
Decisões da OPEP+: A OPEP e seus aliados, incluindo a Rússia, têm ajustado cuidadosamente a produção para equilibrar o mercado. Em resposta às tensões atuais, o cartel pode optar por aumentar a produção para conter os preços ou manter os níveis atuais para aproveitar os preços mais altos.
Estoques Globais: Dados recentes apontam para uma redução nos estoques de petróleo nos EUA e em outras economias desenvolvidas, o que exacerba os efeitos de qualquer interrupção na oferta.
Análise de Risco:
Prêmio de Risco Geopolítico: Investidores adicionam um prêmio ao preço do petróleo em resposta a riscos potenciais de interrupções na oferta. Quanto maior a percepção de risco, maior o prêmio e, consequentemente, o preço.
Volatilidade do Mercado: A incerteza sobre os desdobramentos na região aumenta a volatilidade, com possíveis oscilações bruscas nos preços em resposta a novas informações ou eventos inesperados.
Impacto Econômico Global: Preços elevados do petróleo podem levar a um aumento nos custos de transporte e produção, influenciando a inflação global e afetando negativamente o crescimento econômico.
Cenários Possíveis:
Escalada do Conflito:
Ação Militar Direta: Se Israel lançar um ataque preventivo contra o Irã, espera-se uma resposta significativa, possivelmente envolvendo outros países e grupos na região. Isso poderia levar a um aumento acentuado nos preços do petróleo, potencialmente ultrapassando a marca de US$ 100 por barril.
Interrupção das Rotas de Comércio: O fechamento do Estreito de Ormuz ou ataques a navios petroleiros teriam um impacto imediato na oferta global, criando escassez e elevando os preços.
A conjuntura atual apresenta um cenário complexo, onde fatores geopolíticos têm um papel preponderante na determinação dos preços do petróleo. A possibilidade de um conflito entre Israel e Irã representa um risco significativo para a estabilidade energética global. Enquanto a situação permanece volátil, os mercados continuarão a reagir sensivelmente a qualquer desenvolvimento.
Para investidores e operadores, é fundamental permanecer atento não apenas aos indicadores técnicos, mas também aos desdobramentos políticos e econômicos que podem influenciar drasticamente o mercado. A diversificação de riscos e uma gestão cautelosa das posições são estratégias recomendadas neste contexto.
Análise Técnica:
Gráfico: 1 hora (XBRUSD)
O Brent está navegando em um canal ascendente bem definido, atualmente testando o importante nível de 161,80% de Fibonacci (77,62). Este ponto é crucial para determinar se o ativo continuará sua trajetória ascendente ou se enfrentará uma correção.
Indicadores Técnicos:
MFI: Aproxima-se da zona de sobrecompra (níveis acima de 70), sugerindo que o ativo pode enfrentar resistência para continuar subindo sem uma pausa ou correção técnica.
Oscilador: Apresenta barras de histograma ascendentes e médias móveis divergentes, indicando forte momentum comprador e potencial para continuidade do movimento de alta.
Níveis-Chave:
Suporte Imediato:
61,80% de Fibonacci em 75,05, que também coincide com a base do canal ascendente, oferecendo um suporte sólido em caso de recuo.
Resistências:
161,80% de Fibonacci em 77,62: Nível atual de teste, cujo rompimento pode desencadear uma onda de compras.
261,80% de Fibonacci (80,28): Próximo objetivo após rompimento da resistência atual.
Extensão em 423,60% de Fibonacci (85,00): Nível ambicioso, porém possível, caso haja intensificação do momentum.
Juntando Tudo:
A conjunção de fatores macroeconômicos e técnicos pinta um cenário potencialmente explosivo para o Brent. As tensões no Oriente Médio não apenas adicionam um prêmio de risco ao petróleo, mas também podem provocar mudanças estruturais na oferta, caso escalem para conflitos mais sérios.
Tecnicamente, o ativo está à beira de um possível rally significativo. O rompimento da resistência em 77,62, apoiado por volume e indicadores favoráveis, pode catalisar um movimento expressivo em direção a 80,28 e até mesmo 85,00, especialmente se alimentado por notícias geopolíticas desfavoráveis.
Por outro lado, a proximidade com a zona de sobrecompra e a possibilidade de realização de lucros podem trazer volatilidade e possíveis correções. É essencial monitorar atentamente os indicadores e sinais de reversão.
Disclaimer:
A presente análise tem caráter exclusivamente informativo e não deve ser considerada como recomendação de investimento. Os mercados financeiros são voláteis e envolvem riscos substanciais. Antes de realizar qualquer operação, recomenda-se consultar um profissional qualificado e considerar sua própria tolerância ao risco e objetivos financeiros.
Quando a Bolsa Brasileira Poderá Voltar a Subir?Atualmente, o mercado financeiro brasileiro enfrenta um cenário desafiador, com o Comitê de Política Monetária (COPOM) aumentando a taxa de juros para conter a inflação, enquanto, nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed) começa a discutir a possibilidade de cortes nas taxas de juros. Esse descompasso entre as duas economias cria um ambiente complexo para os investidores, principalmente em relação ao mercado acionário brasileiro. No entanto, há sinais claros de quando a bolsa poderá voltar a subir, e esses indicativos dependem de fatores internos e externos.
A Trajetória dos Juros e seu Impacto na Bolsa
A elevação das taxas de juros no Brasil tem como principal objetivo controlar a inflação, que vem sendo pressionada por diversos fatores, como a alta nos preços de commodities e problemas fiscais internos. Com juros altos, o crédito fica mais caro, o consumo e os investimentos são desacelerados, o que impacta diretamente as empresas listadas na bolsa. Com o aumento dos juros, o fluxo de recursos para a renda variável diminui, enquanto a renda fixa se torna mais atrativa, principalmente com títulos públicos que pagam acima de IPCA +6%, um retorno expressivo e com menor risco.
No entanto, esse cenário tende a mudar quando o COPOM sinalizar o fim do ciclo de alta de juros. Historicamente, a perspectiva de estabilização ou corte nas taxas de juros tende a estimular o mercado acionário. Quando o custo de capital diminui, empresas podem se financiar de forma mais barata, consumidores ganham poder de compra, e o crescimento econômico é impulsionado, o que reflete positivamente nos lucros das companhias listadas e, por consequência, nos preços das ações.
O Papel da Política Fiscal
Além da política monetária, outro fator crucial para o desempenho da bolsa brasileira é a condução da política fiscal do governo. Atualmente, o Brasil precisa urgentemente controlar seus gastos e ajustar o quadro fiscal para ganhar a confiança de investidores estrangeiros. O aumento de gastos públicos sem uma contrapartida em reformas fiscais sustentáveis pode elevar a percepção de risco do país, resultando em uma fuga de capital estrangeiro e em pressão sobre o câmbio e o mercado de ações.
Investidores internacionais estão atentos às contas públicas do Brasil. Um sinal positivo de ajuste fiscal, como uma reforma administrativa ou tributária, poderia melhorar a percepção de risco do país, reduzindo o prêmio de risco exigido pelos investidores estrangeiros e, assim, impulsionando o mercado acionário.
Momento Ideal para Renda Variável
Com a renda fixa oferecendo retornos elevados no curto prazo, muitos investidores estão preferindo títulos públicos ou outros instrumentos de renda fixa, aproveitando as taxas de juros atrativas. Porém, à medida que o COPOM começar a sinalizar que o ciclo de alta de juros está chegando ao fim, será o momento de os investidores começarem a olhar novamente para a renda variável.
O motivo disso é que a bolsa geralmente precifica expectativas futuras. Assim, quando o mercado percebe que os juros não subirão mais, há uma antecipação dos movimentos, e o mercado acionário pode começar a se valorizar, mesmo antes de os juros efetivamente caírem. Portanto, o investidor que se posicionar estrategicamente nesse momento poderá capturar o início de uma recuperação da bolsa brasileira.
Conclusão
A bolsa brasileira tem espaço para voltar a subir, mas o momento dependerá de dois fatores principais: a trajetória dos juros estabelecida pelo COPOM e o ajuste fiscal do governo. Enquanto o COPOM continuar elevando os juros, a renda fixa permanecerá como a opção mais atrativa. No entanto, assim que houver um sinal claro de que o ciclo de alta de juros chegou ao fim, os investidores poderão começar a montar suas posições em renda variável, visando capturar a valorização futura. Para isso, é essencial que o Brasil também mostre um comprometimento com a responsabilidade fiscal, fator crucial para atrair investidores externos e impulsionar o mercado acionário.
Comentário de Mercado: Petróleo (BRENT) - Diário
Os preços do petróleo Brent subiram ligeiramente no início desta sexta-feira, continuando a recuperação que levou a uma valorização superior a 10% nas últimas sessões. O aumento é motivado pelo receio de disrupções no fornecimento, à medida que a escalada do conflito entre Israel e o Irão ameaça desestabilizar de forma generalizada o Médio Oriente—um hub crucial para as exportações globais de petróleo. Os traders estão cada vez mais preocupados com a possibilidade de um choque de oferta, o que tem provocado uma subida de preços. No entanto, o potencial de valorização permanece limitado. As expectativas de aumento da produção a partir de dezembro por vários países da OPEC+, liderados pela Arábia Saudita, aliadas a preocupações contínuas com a fraca procura—especialmente na China—contribuem para uma perspetiva de oferta abundante, o que ajuda a conter as pressões de alta nos preços.
Ricardo Evangelista – Analista Sénior, ActivTrades
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Comentário Técnico Semanal 04/10/2024Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
S&P 500 em AlertaAnálise MTG (Macro Técnica Global) do Dia - S&P 500 (01 de Outubro)
1. Ativo em Foco: S&P 500 (Gráfico de 1 hora)
2. Especialistas: Igor Silva e Vitor Ferreira (CNPI 8791) e Igor Silva
3. Análise Macro
O cenário macroeconômico atual está marcado por uma escalada nas tensões geopolíticas, especialmente entre o Irã e Israel. Essa situação elevou a aversão ao risco entre os investidores, resultando em quedas significativas nos principais índices dos EUA, incluindo o Dow Jones, o S&P 500 e o Nasdaq. Além disso, uma greve portuária na Costa Leste e na Costa do Golfo dos Estados Unidos está interrompendo metade do fluxo de transporte marítimo do país, adicionando mais incerteza ao cenário econômico.
No âmbito doméstico dos EUA, o mercado de trabalho continua mostrando sinais de força. O relatório JOLTS indicou um aumento nas vagas de emprego para 8,04 milhões em agosto, superando as estimativas dos economistas. Isso sugere que a economia americana ainda está aquecida, embora a atividade manufatureira tenha mostrado sinais de desaceleração, com o índice do ISM marcando 47,2 em setembro, abaixo das expectativas.
Os traders estão atentos à política monetária do Federal Reserve. Embora haja uma expectativa de cortes nas taxas de juros, os dados robustos do mercado de trabalho sugerem que o Fed pode adiar essa decisão. Os próximos passos do Fed serão cruciais para determinar a direção dos mercados. Além disso, comentários recentes de membros do Fed, incluindo Jerome Powell, indicam uma possível redução em até 50 pontos-base até o final do ano, dependendo do comportamento dos gastos do consumidor e do crescimento da renda.
A situação global, aliada a um mercado de trabalho interno estável, adiciona complexidade ao cenário, tornando os próximos dias críticos para os investidores avaliarem o impacto desses eventos nos mercados.
4. Análise Técnica: No gráfico de 1 hora, o S&P 500 rompeu um retângulo, sinalizando uma mudança de tendência. O preço está abaixo da média móvel de 144 períodos (linha laranja), indicando uma possível pressão de venda mais forte. As projeções de Fibonacci foram traçadas e destacam níveis de suporte em 127,20% (5.684,86) e 161,80% (5.662,14), que podem atuar como alvos para os especuladores que estão vendidos e zonas de interesse para os compradores.
O oscilador na parte inferior do gráfico mostra uma divergência dando início ao movimento, seguido de um breakout sugerindo a força da tendência de baixa.
5. Juntando Tudo: O rompimento do retângulo, somado ao cenário macroeconômico de instabilidade, contribui para a pressão de venda no S&P 500. Os níveis de suporte identificados pelas extensões de Fibonacci (5.684,86 e 5.662,14) são pontos críticos a serem monitorados. Se os preços não conseguirem se estabilizar nesses níveis, o movimento de baixa pode se estender.
Disclaimer: Este conteúdo é apenas para fins educacionais e informativos. Não constitui recomendação de investimento. Operar no mercado financeiro envolve riscos. Vitor Ferreira é credenciado pela APIMEC sob o número 8791. Resultados passados não garantem resultados futuros.
Comentário Técnico Semanal 27/09/2024Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
SP500 ATINGIU O ALVO 1 E PODE CONTINUAR SUBINDO SE...O mercado mantém uma estrutura de avanço gradual, refletindo a resiliência observada nas últimas sessões, o que aponta para um movimento contínuo de alta no curto prazo.
Cenário Atual do Mercado e Projeções:
Tendência de Alta: A análise gráfica indica um movimento ascendente consistente, com os alvos técnicos traçados na linha horizontal vermelha em 5740, 5775, e 5817, representando níveis chave de resistência. O preço atual de 5730 está muito próximo do Alvo 1 (5740), o que reforça a importância de superar essa resistência inicial para que o preço possa consolidá-la como um suporte imediato, garantindo a continuidade da tendência de alta. Romper o Alvo 1 abriria caminho para os próximos alvos em 5775 e 5817, marcando o fortalecimento do movimento de alta.
Suporte Imediato (5653): O suporte crítico, destacado pela linha horizontal azul, está em 5653 e deve ser monitorado atentamente. A sustentação acima desse nível indicaria que o mercado mantém seu impulso de alta e pode buscar os alvos superiores. A perda desse suporte pode gerar uma desaceleração e possível correção.
Contexto Macroeconômico e Relevância:
Essa análise técnica se alinha com os principais eventos macroeconômicos da semana. A política monetária do Fed, focada no controle da inflação, será crucial para determinar o comportamento dos investidores. Além disso, relatórios de gigantes como Nvidia e Apple podem gerar volatilidade, impactando o sentimento do mercado.
Conclusão:
A superação do Alvo 1 (5740) será fundamental para confirmar a continuidade do movimento ascendente. A manutenção acima do suporte em 5653 é igualmente importante para garantir o cenário de alta. A combinação entre os fatores técnicos e os dados macroeconômicos desta semana definirá se o mercado alcançará os alvos projetados.
Análise de Mercado: BRA50 - DiárioApós cinco dias consecutivos de fechamentos negativos, o BRA50 apresenta uma recuperação significativa, avançando 1,24% nesta terça-feira. Ontem, o mercado testou uma região de suporte crucial, alinhada a 50% da última movimentação do ativo. O anúncio de um pacote de estímulos da China, feito na madrugada de hoje, contribuiu para esse impulso positivo, especialmente nos ativos relacionados às commodities.
Atualmente, o próximo suporte absoluto está no fundo de 130.100, enquanto a resistência a ser observada é a máxima de hoje em 133.140. A formação de um pivô de alta nesses níveis será fundamental para a continuidade da tendência positiva do ativo.
Gráfico diário:
Analista de Valores Mobiliários responsável - Pedro Pelicano - Analista CNPI – P 3104
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Fumio Kishida Assume Liderança no Japão e Abala o MercadoAnálise MTG do Dia - 27/09/2024
Ativo em Foco: USD/JPY
Especialistas:
Vitor Ferreira (CNPI 8791)
Igor Silva
Análise Macro:
Os mercados permanecem atentos aos recentes movimentos do iene japonês, especialmente em meio à incerteza sobre as futuras ações do Banco do Japão (BoJ). A política monetária do BoJ e potenciais intervenções têm sido pontos-chave na formação de expectativas dos investidores. Além disso, os dados mais recentes do mercado de trabalho dos Estados Unidos indicam uma possível desaceleração econômica, aumentando a volatilidade no par USD/JPY.
No cenário macroeconômico dos EUA, a recente queda na confiança do consumidor trouxe uma perspectiva mais sombria sobre a economia americana. A diminuição nas percepções sobre emprego levanta preocupações, criando uma pressão adicional sobre o dólar e, consequentemente, sobre o USD/JPY.
Análise Técnica:
O gráfico de 1 hora do USD/JPY apresenta sinais de uma possível mudança na tendência, de alta para baixa:
Rompimento do Canal: O preço rompeu com força o canal de alta no qual estava se movimentando, indicando uma pressão significativa dos vendedores.
Indicador ADX: O ADX aponta para um fortalecimento da força direcional dos vendedores, reforçado pelo aumento de fluxo e volume, indicando uma possível continuação do movimento baixista no curto prazo.
Suporte Angular de Fibonacci e Cluster: Apesar da força vendedora, o preço encontra-se agora em uma zona crítica de suporte angular, marcada por um nível de Fibonacci e um cluster de suporte. É um ponto de atenção, pois uma reação dos compradores nessa região pode indicar uma possível correção de alta.
Observação da Zona de Suporte: A reação do preço nesta zona de suporte será fundamental. Uma rejeição desse nível com entrada de volume comprador pode sugerir uma recuperação do movimento ou, ao menos, uma fase de consolidação. No entanto, se este suporte for rompido, a pressão vendedora pode se intensificar, abrindo espaço para novas oportunidades de venda e para testar níveis de suporte mais baixos, como 141,057.
Juntando Tudo:
O USD/JPY apresenta um cenário de pressão baixista após o rompimento do canal de alta e com a força direcional do ADX favorecendo os vendedores. No entanto, o preço se encontra em uma região crucial de suporte angular de Fibonacci e um cluster de suporte, que pode atuar como um ponto de inflexão. Será essencial observar a reação dos preços nesse nível para identificar a próxima movimentação.
Disclaimer: As informações contidas nesta análise são baseadas em opiniões e estudos pessoais. O mercado financeiro envolve riscos, e toda decisão de investimento é de responsabilidade do investidor. Resultados passados não são garantias de resultados futuros.
Identificando Tendências com o RSI: A Abordagem Trend IDNo universo da análise técnica, o Índice de Força Relativa (RSI ou IFR), indicador na parte inferior da tela, é uma ferramenta essencial para medir a velocidade e a mudança dos movimentos de preço. Enquanto muitos traders utilizam os níveis tradicionais de 70 e 30 para identificar condições de sobrecompra e sobrevenda, a autora e trader Constance M. Brown introduziu uma perspectiva inovadora com o conceito de Trend ID (Identificação de Tendência).
Repensando os Níveis Tradicionais do RSI
Constance Brown observou que os níveis padrão de 70 e 30 não são aplicáveis em todas as condições de mercado. Em vez disso, ela propôs que o RSI opera em diferentes faixas dependendo da tendência predominante:
Mercado em Tendência de Alta:
O RSI oscila entre 40 e 90.
A zona de 40-50 atua como suporte.
Leituras acima de 70 indicam força, mas não necessariamente sobrecompra.
Mercado em Tendência de Baixa:
O RSI oscila entre 10 e 60.
A zona de 50-60 funciona como resistência.
Leituras abaixo de 30 indicam fraqueza, mas não necessariamente sobrevenda.
Aplicando o Trend ID na Prática
1. Identificação da Tendência Atual
Observe a Faixa do RSI:
Se o RSI permanece acima de 40 e frequentemente ultrapassa 70, o mercado está em tendência de alta.
Se o RSI não consegue romper acima de 60 e frequentemente cai abaixo de 30, o mercado está em tendência de baixa.
2. Utilização das Zonas-Chave
Em Tendência de Alta:
Considere a zona de 40-50 como ponto de entrada após um pullback.
Evite vender apenas porque o RSI ultrapassou 70; isso pode indicar força contínua.
Em Tendência de Baixa:
Utilize a zona de 50-60 para identificar oportunidades de venda.
Não compre apenas porque o RSI caiu abaixo de 30; a fraqueza pode persistir.
3. Combinação com Outros Indicadores
Confirme com Médias Móveis:
Em tendência de alta, o preço geralmente fica acima das médias móveis de 50 (azul) e 200 (vermalha) períodos.
Em tendência de baixa, o preço tende a ficar abaixo dessas médias.
Análise de Padrões Gráficos:
Busque por padrões de reversão ou continuação que reforcem o sinal do RSI.
Vantagens da Abordagem Trend ID
Maior Precisão: Evita sinais falsos em mercados de tendência forte.
Adaptação ao Mercado: Ajusta-se à dinâmica atual, seja de alta ou baixa.
Melhor Gestão de Risco: Identifica pontos mais confiáveis para entradas e saídas.
Caso Prático em VALE3
Em meados de agosto (primeira linha vertical) o preço do ativo ainda trabalhava colado no suporte a 56,70, entretanto, o RSI já estava utilizando o nível do 40 como suporte. Já em 10 de set (segunda linha vertical), o preço retestou a região do 56,70 novamente. RSI se manteve mais uma vez acima do 40, dando um forte indicativo de que a prévia tendência de baixa havia chegado ao fim. Logo após veio o breakout da linha de tendência de baixa que vinha contendo o preço desde o último topo.
Conclusão
A abordagem de Constance Brown para o RSI oferece uma visão mais refinada e contextualizada do mercado. Ao ajustar os níveis de sobrecompra e sobrevenda com base na tendência predominante, podemos tomar decisões mais informadas e potencialmente aumentar nossa taxa de sucesso nas operações.
Comentário Técnico Semanal 20/09/2024Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
Ouro/XAUUSD I 20/09/2024📊 Análise MTG do Dia | 20/09/2024
1. Ativo em Foco: Ouro (XAU/USD)
2. Especialistas:
Vitor Ferreira, CNPI 8791
Igor Silva
3. Análise Macro:
Cortes Globais nas Taxas de Juros e Impactos no Ouro
A recente decisão do Federal Reserve de cortar as taxas de juros em 50 pontos base impulsionou o ouro para novos recordes em $2,610. Esse movimento foi seguido por cortes de juros em bancos centrais ao redor do mundo, como o Banco Central da África do Sul e o Banco Central das Filipinas. O ambiente de juros mais baixos favorece o ouro, que se torna mais atraente em tempos de incerteza econômica e inflação.
Exportações de Ouro da Suíça
As exportações de ouro da Suíça para a China e Hong Kong caíram a quase zero em agosto de 2024 devido aos altos preços, enquanto as importações de ouro pela Índia subiram 40%, impulsionadas pela redução dos impostos de importação de ouro no país.
Geopolítica e Fluxos de Refúgio
O aumento das tensões no Oriente Médio, com o conflito entre Israel e Hezbollah, está gerando uma maior procura por ativos de refúgio, como o ouro. Esse cenário reforça o suporte para o metal precioso, especialmente em tempos de incerteza geopolítica.
4. Análise Técnica:
Resumo do Gráfico de 1 Hora do Ouro (XAU/USD):
O ouro rompeu uma resistência importante e está formando um pullback em torno de $2,599, que é o nível de 0.618 de Fibonacci. A expectativa é que o ouro finalize o pullback nesse nível, com um padrão de engolfo de alta.
Ponto de Compra: A recomendação é comprar na finalização do pullback em $2,599.692, com confirmação de um engolfo de alta.
Alvos: Os alvos estão em $2,631 (Fibonacci 1.272) e $2,648 (Fibonacci 1.618).
Neutro Abaixo de $2,599: Se o preço cair abaixo de $2,599, o ativo se torna neutro, indicando a necessidade de cautela para novas posições compradas.
Indicadores Técnicos:
IST: O oscilador mostra um momentum de alta crescente, com barras verdes ascendentes.
Médias Móveis: As médias móveis de curto prazo estão inclinadas para cima, sugerindo uma continuação da alta após o pullback.
5. Intermercado e Correlações:
O ouro tem uma correlação significativa com vários ativos financeiros e moedas, o que pode ajudar os traders a entender melhor os movimentos do preço com base no intermercado.
Correlações Relevantes com o Ouro (XAU/USD):
XAU/EUR: Correlação de 47.5%, o que indica uma relação positiva entre o preço do ouro e o euro. Uma alta do euro pode influenciar o ouro a seguir uma trajetória similar.
XAU/AUD: Correlação de -71.7%, sugerindo uma relação inversa com o dólar australiano. Quando o AUD se valoriza, o ouro tende a cair, e vice-versa.
XAU/JPY: Correlação de 67.5%, mostrando que o ouro segue uma trajetória correlacionada ao iene japonês. A força do iene pode resultar em uma elevação do ouro, especialmente em tempos de aversão ao risco.
Reflexos no Ouro:
Dólar Americano (USD): A correlação entre o USD/JPY e o ouro é geralmente negativa. Como o USD/JPY tem uma correlação inversa de -75.3%, isso reforça o fato de que, se o dólar enfraquecer, o ouro pode continuar se valorizando.
Commodities e Metais Preciosos: O ouro tem uma forte correlação com outros metais preciosos, como prata (XAG/USD), com 83.3% de correlação positiva. Isso significa que a alta da prata também pode sinalizar uma alta no ouro.
Essas correlações ajudam a guiar decisões de negociação, especialmente ao se considerar o impacto de moedas e outros ativos correlacionados. A análise intermercado pode dar uma visão mais abrangente sobre o comportamento do ouro no contexto de fatores globais.
6. Juntando Tudo:
O ouro está em um momento crucial, sustentado tanto por fatores macroeconômicos como pelas correlações intermercado. O suporte em $2,599 é chave para identificar a continuidade da tendência de alta. Além disso, as correlações com moedas como o euro, o iene e o dólar australiano podem influenciar diretamente o comportamento do metal precioso.
Recomendações:
Compra: A compra é recomendada na formação de um engolfo de alta após o pullback em $2,599.692, com alvos em $2,631 e $2,648.
Venda Parcial: Considere realizar lucros ao atingir $2,631.
Alerta: Abaixo de $2,599, o ouro se torna neutro e a cautela é necessária.
Disclaimer: Este relatório é elaborado com base em informações públicas e se destina a fornecer uma visão técnica e macroeconômica para fins educacionais. Negociações no mercado financeiro envolvem riscos consideráveis e resultados passados não são garantia de ganhos futuros. Avalie cuidadosamente sua tolerância ao risco e consulte um profissional antes de tomar qualquer decisão de investimento. Vitor Ferreira, CNPI 8791, é um analista certificado pela APIMEC.
As Razões de Fibonacci e a Importância das Zonas de ConfluênciaAlvo em NVDA foi projetado com semanas de antecedência
No mundo da análise técnica, as proporções de Fibonacci desempenham um papel crucial na identificação de níveis potenciais de suporte e resistência. Originadas da sequência numérica descoberta por Leonardo Fibonacci, essas proporções são aplicadas para prever movimentos de preços e tendências no mercado financeiro.
Entendendo as Razões de Fibonacci
As principais razões de Fibonacci utilizadas na análise técnica são 38,2%, 50% e 61,8%. Esses níveis são obtidos ao traçar linhas entre dois pontos significativos no gráfico de preços, geralmente um topo e um fundo, permitindo que os traders identifiquem possíveis pontos de reversão.
Zonas de Confluência de Fibonacci
A eficácia das proporções de Fibonacci é amplificada quando duas ou mais projeções convergem em uma mesma região de preço, formando o que chamamos de zona de confluência de Fibonacci. Essas zonas são consideradas de alta probabilidade para reversões ou continuidades de tendências, pois a sobreposição de múltiplos níveis de Fibonacci reforça a relevância daquele ponto no gráfico.
Apresentando o Indicador Fib360
Para facilitar a identificação dessas zonas de confluência, desenvolvemos o Fib360, um indicador inovador que automatiza esse processo. Ao selecionar corretamente os pivôs no gráfico de preços, o Fib360 mapeia as proporções de Fibonacci e destaca as áreas onde há convergência de projeções. Isso permite que traders identifiquem rapidamente regiões de alta probabilidade sem a necessidade de traçar manualmente múltiplos níveis.
Vantagens do Fib360
Eficiência: Reduz o tempo gasto na análise gráfica ao automatizar a identificação de zonas de confluência.
Precisão: Melhora a precisão das entradas e saídas ao destacar áreas com maior potencial de reversão.
Simplicidade: Interface intuitiva que facilita o uso, mesmo para traders que estão começando a explorar as proporções de Fibonacci.
Aplicação Prática no Mercado
Ao incorporar o Fib360 em sua estratégia de trading, você pode identificar oportunidades que poderiam passar despercebidas com uma análise convencional. As zonas de confluência destacadas pelo indicador são pontos ideais para posicionar ordens com melhor relação risco-retorno, contribuindo para uma gestão de risco mais eficiente e potencialmente aumentando a lucratividade da estratégia.
Conclusão
A compreensão e aplicação das proporções de Fibonacci são essenciais para qualquer trader que busca aprofundar sua análise técnica. Com o Fib360, identificar zonas de confluência de Fibonacci torna-se um processo mais simples e eficaz, fornecendo uma vantagem competitiva no mercado. Experimente incorporar o Fib360 em sua análise e descubra como essa ferramenta pode aprimorar suas decisões de investimento.
Neste caso de NVDA, não só o topo a 139,30, como o suporte a 92,19, foram projetados com muitas semanas de antecedência. Isso permite ao trader ter tempo hábil para definir a melhor estratégia para alcançar seus objetivos.
Estrutura interessante se formando no Bitcoin, agora vai ? Espero que tenham apreciado essa análise! Se gostaram, sintam-se à vontade para deixar um BOOST (like) para apoiar meu trabalho e também me seguir para receber mais conteúdos como esse!
Aqui estão alguns gráficos para ajudar no contexto👇🏻
Com uma barra de 4 horas fechando acima de $59.500, há espaço para um avanço em direção a $61.100 e até $62.700, que são zonas significativas de resistência. Nessas áreas, poderemos ver falhas de rompimento ou estruturas que favoreçam uma correção.
Caso ocorra uma correção, os pontos estruturais de suporte estão definidos em duas zonas primordiais para mim: a primeira faixa de suporte fica entre $57.200 e $56.800, enquanto a segunda faixa está entre $54.100 e $53.600.
Espero que esse vídeo te ajude, na tomada de decisão, não se esqueça de deixar seu comentário aqui em baixo, e me seguindo para receber mais conteúdos como esse.






















