BTC no diário: Teste crítico de polaridade e exaustão no topoA estrutura do preço no gráfico diário acende um alerta importante para os próximos dias. Após a forte impulsão de alta, o Bitcoin encontrou uma barreira clara na região dos 78.500 USD, zona que funcionava como antigo suporte e agora virou resistência (inversão de polaridade).
Para piorar o timing dos touros, o RSI no diário desenha uma nítida divergência de baixa, mostrando perda de momentum e exaustão compradora justamente enquanto o mercado testa essa zona de briga.
Se os preços não conseguirem recuperar e fechar acima dessa linha de resistência, o caminho fica aberto para um respiro mais profundo em direção às médias móveis para reajustar o fluxo. Ficar de olho na perda dos 76k/75k como confirmação dessa pressão vendedora.
Ideias da comunidade
SETEMBRO SERÁ DECISIVO PARA O BTCBitcoin não consegue romper o topo anterior e rejeita os 82 mil, nesse momento há uma correção até o próximo dia 15 teremos muita movimentação com dados EUA ( inflação, taxa FED e previsão da votação do clarity). Se os dados divulgados forem positivos para o mercado é possível que o btc busque alvos entre 90 e 94 mil dólares. Do contrário pode buscar suporte imediato no 76 mil ou próximo dos 67 mil.
BINANCE:BTCUSD
BITCOIN: CORREÇÃO RASA OU VAMOS MAIS FUNDO?Olá Amigos do TradingView
O Bitcoin voltou a pressionar regiões importantes de suporte e agora surge a principal dúvida: estamos diante de uma correção rasa ou ainda existe espaço para buscar níveis mais baixos?
Neste vídeo, analiso o cenário atual do Bitcoin, as principais zonas de liquidez, suportes e regiões que podem definir os próximos movimentos do preço.
Vamos entender quais sinais podem favorecer uma reação compradora, quais níveis aumentam o risco de uma correção mais profunda e onde podem surgir boas oportunidades caso a volatilidade aumente.
O objetivo não é tentar adivinhar o próximo movimento, mas estar preparado para os diferentes cenários que o mercado pode apresentar.
Se essa análise te ajudou, me siga aqui no TradingView para acompanhar as próximas atualizações e deixe seu Boost 🚀 para fortalecer o conteúdo!
VAMO3: reação com forte volume testa a LTB. Rompimento à vista?VAMO3 apresenta um dos movimentos mais interessantes do momento. Após uma longa tendência de baixa iniciada no topo de R$ 4,91 , o papel formou fundo próximo de R$ 2,46 e reagiu com força, acompanhado por um volume expressivo , sinal relevante de entrada de compradores.
Atualmente, o preço negocia na região de R$ 3,48, testando simultaneamente a linha de tendência de baixa (LTB) e a retração de 38,2% de Fibonacci, em R$ 3,40. Trata-se de um ponto técnico decisivo.
No diário, o ativo recuperou as médias de 9 e 21 períodos e rompeu a resistência de R$ 3,04 (Fib 23,6%). Já no semanal, o preço acabou de reconquistar as médias, porém ainda permanece abaixo da LTB, o que mantém a tendência principal de baixa até que ocorra o rompimento efetivo.
📈 Cenário altista:
O rompimento e a sustentação acima de R$ 3,60 abririam espaço para buscar:
R$ 3,69
R$ 3,97 a R$ 4,00
R$ 4,38
⚠️ Cenário de atenção:
Após uma alta vertical, o Stoch RSI está bastante esticado. Uma realização é natural e poderia levar o preço para testar:
R$ 3,32
R$ 3,20
R$ 3,04
A defesa da região de R$ 3,04 manteria a estrutura de recuperação válida e mais saudável. A perda desse suporte enfraqueceria o movimento, projetando retorno a R$ 2,80 e possivelmente ao fundo em R$ 2,46.
Conclusão : VAMO3 mostra uma reação técnica forte, sustentada por volume, mas ainda dentro de uma tendência de médio prazo baixista. O grande gatilho está no rompimento de R$ 3,60, que confirmaria a superação da LTB. Por outro lado, um pullback respeitando R$ 3,04 poderia oferecer uma entrada com melhor relação entre risco e retorno, evitando comprar o ativo já esticado no curto prazo.
Estudo educacional. Não constitui recomendação de compra ou venda.
O XAUUSD continua bearish no H1.O preço continua a negociar abaixo da linha de tendência descendente, e a recuperação mais recente atingiu a zona OB + liquidez 4.407–4.413 sem criar ainda uma mudança clara para uma estrutura bullish.
Por enquanto, isto parece mais um reteste dentro da tendência bearish.
Se os vendedores continuarem a defender esta área, o preço poderá voltar em direção à zona OB + Flip 4.376–4.383. Um rompimento abaixo deste suporte poderá expor a zona de suporte mais profunda em 4.350–4.356.
Para uma recuperação mais forte, o preço terá primeiro de romper o OB atual e a linha de tendência descendente. Acima disso, a liquidez em torno de 4.422–4.424 torna-se o próximo nível a observar, seguida pela zona de rejeição 4.436–4.442.
Níveis Importantes
4.436–4.442 — Rejeição principal
4.422–4.424 — Liquidez
4.407–4.413 — OB + liquidez / resistência principal
4.376–4.383 — OB + Flip
4.350–4.356 — Suporte principal
O Meu Plano Principal
O cenário principal continua bearish.
Prefiro esperar por uma nova reação em torno de 4.407–4.413. Se os vendedores defenderem esta zona e surgir uma confirmação bearish, o ouro poderá primeiro regressar em direção a 4.376–4.383.
Um rompimento claro abaixo desta área poderá prolongar o movimento em direção a 4.350–4.356.
O Que Quero Ver
Quero ver o preço permanecer abaixo da linha de tendência descendente e falhar em manter-se acima de 4.413.
Um breakout sustentado no H1 acima da linha de tendência e de 4.424 enfraqueceria o setup bearish imediato e poderia permitir uma recuperação mais profunda em direção a 4.436–4.442.
Leitura Final
A estrutura H1 continua a favorecer os vendedores. O ouro está a recuperar, mas o rebound atual está a testar resistência em vez de confirmar uma nova tendência bullish.
Por enquanto, prefiro vender o rebound com confirmação, mantendo 4.376–4.383 e 4.350–4.356 como as principais zonas descendentes.
Também posso acompanhar a reação ao PPI/CPI e sinalizar caso o viés do ouro mude.
XRP/USDT: A Anatomia da Correção - Buscando a Zona de OTE!
Após a forte movimentação altista, a XRP entra em uma fase de reequilíbrio técnico. O rastro institucional no gráfico diário nos mostra exatamente onde a oferta está vencendo a demanda no curto prazo.
Leitura técnica:
1. Mitigação de Oferta (Seta 1): Notem como o preço testou a Bearish OB (Order Block de Venda) e foi prontamente rejeitado. Essa mitigação confirma que a liquidez de topo foi capturada e os vendedores retomaram o controle.
2. Agressão Vendedora (CVD): O Dashboard do Leviatã CVD confirma o status BEARISH. A agressão a mercado está do lado vendedor, validando a força da correção atual.
3. Alvo: Zona de OTE: O rastro institucional aponta para uma busca de liquidez nos níveis profundos de Fibonacci. A região de OTE (Optimal Trade Entry), entre 0,62 e 0,79 de Fibbo, é o nosso porto seguro para buscar novos sinais de absorção e Whale Buy.
Conclusão:
O cenário exige paciência. Não se compra faca caindo com CVD Bearish. O objetivo é aguardar a chegada do preço na zona de OTE e monitorar o rastro das baleias para uma possível retomada da tendência macro.
Mantenha a disciplina e proteja seu capital! 🔱
WEGE3 rompendo a LTB?WEGE3 tenta romper importante LTB. Caminho aberto para o topo histórico?
WEGE3 chegou a uma região decisiva após construir fundos ascendentes desde os R$ 35,49. O preço agora tenta superar a linha de tendência de baixa iniciada no topo histórico de R$ 59,74, formando uma grande estrutura de compressão semelhante a um triângulo simétrico.
No gráfico diário, o ativo negocia acima das médias de 9 e 21 períodos e recuperou a retração de 61,8% de Fibonacci, em R$ 50,47. Essa faixa passa a ser o principal suporte para validar o rompimento.
No semanal, a estrutura também melhorou, com o preço acima das médias e fechamento próximo da LTB. Porém, o Stoch RSI está bastante sobrecomprado, aumentando a possibilidade de consolidação ou pullback antes da continuidade do movimento.
📈 Cenário altista:
A sustentação acima de R$ 50,47, seguida do rompimento de R$ 52,20 a R$ 53,00, pode abrir espaço para:
R$ 54,50
R$ 56,00 a R$ 57,00
R$ 59,74
⚠️ Cenário de atenção:
Caso o preço retorne abaixo de R$ 50,47, o rompimento poderá se mostrar falso. Nesse cenário, os suportes seguintes estão em:
R$ 49,20
R$ 47,61
R$ 46,37
R$ 44,75
Conclusão: WEGE3 a presenta viés altista e tenta confirmar uma mudança estrutural de tendência. A melhor confirmação viria com fechamento semanal acima da LTB e rompimento da região de R$ 53,00, preferencialmente acompanhado por volume. Um pullback respeitando R$ 50,47 também poderia oferecer uma entrada com melhor relação entre risco e retorno.
Estudo educacional. Não constitui recomendação de compra ou venda.
DIRR3: Bear Flag ou início de reversão? Papel chega a região decApós uma forte tendência de baixa iniciada na região dos R$ 19,00, DIRR3 encontrou suporte importante próximo de R$ 10,30, nível que coincide com a retração de 78,6% de Fibonacci. Desde então, o ativo vem tentando construir uma recuperação, gerando uma interessante disputa entre compradores e vendedores.
No gráfico diário, o movimento recente pode ser interpretado como uma bear flag (bandeira de baixa). O forte movimento vendedor forma o mastro, enquanto a recuperação atual ocorre dentro de um pequeno canal ascendente. Caso o preço perca a região de R$ 10,50-R$ 10,30, o padrão ganharia confirmação e poderia sinalizar continuidade da tendência principal de baixa.
Por outro lado, o gráfico semanal apresenta uma leitura um pouco mais construtiva. Apesar da LTB de longo prazo permanecer intacta, o ativo demonstrou forte reação sobre o suporte, acompanhado por aumento de volume e um cruzamento positivo do Stoch RSI saindo da região de sobrevenda. Isso sugere que o mercado pode estar formando uma base para um possível processo de reversão.
Cenário Altista 📈
A recuperação ganha força caso o papel consiga superar:
R$ 11,35 (EMA 9 semanal)
R$ 12,17 (Fibonacci 61,8%)
Acima dessa região, os próximos objetivos passam a ser:
R$ 13,47
R$ 14,78
O rompimento de R$ 12,17 seria o primeiro sinal técnico relevante de mudança de tendência.
Cenário Baixista 📉
A perda de:
R$ 10,50
R$ 10,30
confirmaria a leitura da bear flag observada no diário, aumentando as chances de continuação da tendência de baixa e abertura de espaço para buscar níveis inferiores.
Conclusão
DIRR3 encontra-se em um ponto de definição. O diário favorece uma leitura de continuação baixista através de uma possível bear flag, enquanto o semanal sugere que o papel tenta construir um fundo relevante após o teste do suporte de R$ 10,30.
Enquanto o ativo permanecer entre R$ 10,30 e R$ 12,17, o cenário continua indefinido. O rompimento de uma dessas extremidades deverá indicar o próximo movimento direcional mais forte.
Região de atenção: R$ 10,30 a R$ 12,17.
Estudo educacional. Não constitui recomendação de compra ou venda.
BTC: Possível Correção em Andamento!
Como antecipamos em nossa leitura anterior, o Bitcoin iniciou um movimento de correção técnica após atingir zonas de liquidez importantes. O rastro institucional agora desenha a anatomia da exaustão.
Destaques do Radar:
1. Padrão OCO (Geometria): Possível formação de um Ombro-Cabeça-Ombro no topo. Este padrão reforça uma possível perda do suporte nos 76k e a mudança de maré no curto prazo.
2. CVD Status (Agressão): BEARISH. Possível confirmação que a agressão vendedora continua dominando o joystick, empurrando o preço para testar suportes inferiores.
3. Alvos de Fibonacci: O preço já rompeu o nível de 23,6% e agora mira a "zona de reequilíbrio" entre 38,2% e 50% de Fibbo. É nesta região que buscaremos novos sinais de absorção institucional (Whale Buy).
4. Tendência Macro: Apesar do recuo, o Dashboard superior indica Tendência EMA: BULLISH. Isso nos mostra que, por enquanto, trata-se de uma correção saudável dentro de uma tendência de alta maior.
Conclusão:
O momento exige paciência. Não se deve "tentar adivinhar" o fundo. O segredo é aguardar a mitigação das bases de demanda e o sinal de exaustão da agressão vendedora no CVD.
Acompanhe o rastro e proteja seu capital! 🔱
Petróleo (WTI) Vai a 100 US$?Postagem não é recomendação de investimento, é apenas uma opinião pessoal.
O petróleo segue uma trajetória que sugere que ele continuara em alta. Isso está alinhado com o noticiário de incertezas na guerra EUA-Irã.
Acho que vamos entrar em onda 3 de (3) de III o que significa aceleração máxima no ciclo.
WEGE3 - O dedo de comprar chega coçaNao tem jeito, ela sempre chama atenção.
Sempre que ele passa, todo mundo olha.
WEGE caindo 20% e se aproximando de Zona de Inversão de Polaridade.
Pra quem gosta de fofoca, tem que ficar de olho na queda da receita do setor de GTD.
Pra quem está satisfeito com os quase R$ 1,5BI de lucro, tanto faz.
Serasse???
DIRR3 | Direcional não é Bolha mas é EleitoralDirecional é uma construtora focada em empreendimentos populares. A depender do resultado das Eleições 2026, o papel pode voltar a ser protagonista ou ficar no banco de reservas por um bom tempo.
Otimista: Ótimo rally até o momento (2023-2026). Próximo alvo R$29.81
Pessimista: R$8.67 a R$5.54 (vwap) são as atuais faixas de "desconto" / alvo e queda.
Regiões Importantes para o WINV26 – hoje, 10/09/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |188.290|
-Zona Média SUPERIOR |192.120|
Região Superior: 193.320 até 190.920
-Zona Média INFERIOR |184.460|
Região Inferior: 185.660 até 183.260
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Morning Call- 10/09/2026 - IPP dos EUA e Decisão de Juros do BCEAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Crescimento do Setor de Serviços (Julho)
9:15 – UE – Decisão de Taxa de Juros do BCE
9:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP) (Agosto)
9:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
11:00 – USA – Vendas de Casas (Agosto)
12:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta (3º Trimestre)
13:00 – USA – Estoques de Petróleo Bruto do DoE
14:00 – USA – Leilão de T-Bond de 30 anos
Agenda de Autoridades:
9:45 – UE – Coletiva de Imprensa com a presidente do BCE, Christine Lagarde
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLV2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta quinta-feira, com os traders evitando grandes posições antes do primeiro grande teste de inflação da semana nos Estados Unidos.
O Índice de Preços ao Produtor (IPP), previsto para as 9h30 no horário de Brasília, ganha importância em um momento de crescente preocupação com os efeitos do petróleo acima de US$ 100 sobre a inflação. Embora tradicionalmente tenha menor impacto que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que será divulgado na sexta-feira, uma aceleração dos custos de produção poderia reforçar a percepção de que as pressões inflacionárias estão se espalhando pela economia.
O pano de fundo continua sendo a guerra no Oriente Médio. A intensificação do conflito levou o petróleo para acima de US$ 100 por barril pela primeira vez desde julho, aumentando a incerteza sobre a trajetória dos preços e fortalecendo as apostas de que o Federal Reserve poderá elevar novamente os juros na próxima semana.
Segundo a ferramenta CME FedWatch, os traders atribuem atualmente 62,2% de probabilidade a uma alta dos juros ainda neste mês.
Para Jeff Buchbinder, estrategista-chefe de ações da LPL Financial, novos aumentos podem provocar episódios de volatilidade, mas não representam necessariamente o fim da tendência positiva das bolsas. Historicamente, ações conseguem avançar mesmo durante ciclos de alta dos juros quando o crescimento econômico permanece sólido e os riscos de recessão são limitados.
Além da inflação, Wall Street acompanha com atenção o mercado de títulos. O rendimento do Treasury de 10 anos alcançou 4,85%, maior nível desde 2023, mantendo pressão sobre as avaliações das ações e elevando o custo de financiamento da economia.
O movimento ocorre mesmo depois de o Tesouro americano anunciar que poderá recomprar até US$ 6 bilhões em títulos de longo prazo, em uma tentativa de melhorar as condições do mercado e aliviar parte da pressão sobre os rendimentos.
A reação limitada reforçou as dúvidas sobre a capacidade do secretário do Tesouro, Scott Bessent, de influenciar de maneira significativa a parte longa da curva. Estrategistas do ING avaliam que os primeiros sinais indicam que controlar os juros de longo prazo poderá ser mais difícil do que o governo esperava.
Kyle Rodda, analista sênior da Capital.com, argumenta que uma queda sustentada dos rendimentos dependeria de mudanças mais profundas no cenário macroeconômico, seja por meio de menor expansão fiscal ou de uma política monetária mais restritiva por parte do Fed.
Esse movimento é particularmente relevante para Wall Street porque Treasuries oferecendo retornos mais elevados aumentam a concorrência por capital e reduzem a atratividade relativa das ações.
No pré-mercado, Apple avança 1,2%, um dia depois de apresentar o Duo, seu novo iPhone dobrável de US$ 1.999. Meta sobe 0,8%, prolongando o movimento após registrar na sessão anterior seu melhor desempenho em mais de dois meses.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção definida nesta quinta-feira, com os traders evitando grandes posições antes da decisão de juros do Banco Central Europeu.
A expectativa predominante é de uma alta de 25 pontos-base, levando a taxa de 2,25% para 2,50%. Com o movimento praticamente precificado, a atenção estará concentrada na coletiva da presidente Christine Lagarde e em qualquer sinalização sobre a necessidade de novos aumentos diante da recente escalada dos preços de energia.
As bolsas europeias chegam à decisão após uma forte onda de vendas. O STOXX 600 caiu 1,4% na quarta-feira, registrando seu pior desempenho em dois meses, depois que o petróleo Brent rompeu a barreira de US$ 100 por barril pela primeira vez desde julho.
As empresas do setor energético avançam cerca de 0,3%, destoando do comportamento mais cauteloso do restante do mercado.
Especial: Decisão de Juros do BCE
O Banco Central Europeu deve elevar os juros em 25 pontos-base nesta quinta-feira, levando a taxa de 2,25% para 2,50%, na segunda alta do ano. A decisão está amplamente precificada e, por isso, o foco dos mercados estará menos no movimento de hoje e mais na sinalização de Christine Lagarde sobre até onde o BCE poderá avançar diante de um novo choque de energia.
O cenário mudou rapidamente desde o final de agosto. A retomada dos ataques entre Estados Unidos e Irã encerrou um mês de relativa calmaria no Oriente Médio e voltou a atingir alvos militares, navais e, principalmente, energéticos. Com o petróleo novamente acima de US$ 100 por barril e o gás europeu também em forte alta, a inflação voltou ao centro das preocupações.
Para a zona do euro, altamente dependente da importação de energia, o risco é particularmente relevante. Quanto mais prolongada for a guerra e as interrupções no fornecimento, maior a possibilidade de que o choque energético se espalhe para outros preços e atrase o retorno da inflação à meta de 2%.
Alessia Berardi, chefe de macroeconomia global do Amundi Investment Institute, considera a alta de setembro praticamente certa e avalia que a inflação deverá permanecer elevada nos próximos meses, antes de apresentar uma desaceleração mais consistente no segundo semestre de 2027.
A alta de hoje está precificada. E depois?
Os mercados financeiros já precificam mais uma alta dos juros ainda neste ano e enxergam espaço para outros um ou dois aumentos em 2027. Entre os economistas, o cenário é mais dividido: muitos ainda consideram que o movimento de hoje poderá ser o último por algum tempo, embora o risco de novas altas tenha aumentado com a recente disparada da energia.
A expectativa, portanto, é de que Lagarde evite se comprometer com uma trajetória específica e mantenha as próximas decisões dependentes dos dados.
Martin Wolburg, economista sênior da Generali Investments, espera uma postura cautelosa da presidente do BCE, mas com a porta claramente aberta para um aperto adicional caso as perspectivas de inflação voltem a se deteriorar.
Economia mais forte dá espaço para subir os juros
O BCE chega à reunião com uma vantagem importante: a economia da zona do euro tem demonstrado maior resistência do que o esperado.
Mesmo diante da energia mais cara, da concorrência chinesa e dos impactos das secas, a atividade econômica continua relativamente resiliente. O crédito bancário acelerou em julho, indicando que a alta dos juros realizada em junho ainda não provocou uma desaceleração significativa da concessão de crédito.
Isso dá ao BCE maior liberdade para combater a inflação sem o risco imediato de provocar uma recessão. A autoridade monetária deverá, inclusive, revisar para cima suas projeções de crescimento para este ano e possivelmente para 2027.
O problema é que uma economia mais resistente também pode tornar a inflação mais persistente. Com a inflação cheia ainda acima de 3%, crescimento mais forte e energia novamente em alta, o retorno à meta de 2% pode demorar mais do que o BCE projetava há apenas alguns meses.
O petróleo preocupa, mas o gás pode ser ainda mais importante
O Barclays chama atenção para a forte valorização do gás europeu nas últimas semanas, que já coloca os preços entre os cenários adverso e severo considerados pelo banco.
O impacto do gás merece atenção porque sua transmissão para a economia tende a ocorrer de maneira mais lenta, mas também pode ser mais persistente. Custos elevados de eletricidade e produção podem atingir a indústria e, posteriormente, contaminar os preços de outros bens e serviços.
O risco para o BCE, portanto, não está simplesmente em uma alta temporária da inflação cheia. O verdadeiro problema surgiria caso o choque energético começasse a contaminar a inflação subjacente, os salários e as expectativas dos consumidores.
A inflação subjacente, que exclui alimentos e energia, desacelerou para 2,4% no último mês. As expectativas de inflação dos consumidores recuaram e os salários também mostram sinais de moderação.
Andrew Kenningham, da Capital Economics, avalia que o choque atual dificilmente provocará uma espiral entre preços e salários semelhante à observada em 2022. A demanda hoje é menos aquecida e oferece menor espaço para que as empresas repassem integralmente seus custos aos consumidores.
Carsten Brzeski, economista-chefe global do ING, observa que empresas alemãs vêm absorvendo parte relevante do aumento dos custos, comportamento muito diferente daquele observado após a invasão da Ucrânia pela Rússia, quando o choque energético ajudou a levar a inflação europeia para acima de 10%.
Essa diferença será fundamental para o BCE. Se o choque permanecer concentrado em energia, a autoridade monetária poderá tolerar temporariamente uma inflação cheia mais elevada. Se houver disseminação para outros componentes, a necessidade de novas altas aumentará consideravelmente.
Existe ainda outro motivo para o BCE agir com cautela após a reunião de hoje: as condições financeiras já se tornaram significativamente mais restritivas.
Os rendimentos dos títulos europeus de longo prazo atingiram níveis não observados desde antes da crise financeira global, pressionados pelas preocupações com inflação e pelo crescimento da dívida pública.
O aumento da oferta global de títulos também contribui para esse movimento. Grandes empresas de tecnologia estão recorrendo agressivamente ao mercado de dívida para financiar investimentos relacionados à inteligência artificial, aumentando a competição por capital. Na Alemanha, a turbulência política adicionou mais pressão sobre os rendimentos.
Na prática, juros de mercado mais elevados encarecem financiamentos para empresas, famílias e governos e acabam realizando parte do aperto monetário que, em outras circunstâncias, precisaria ser feito pelo próprio BCE.
O que realmente importa hoje?
Com uma alta de 25 pontos-base praticamente contratada, a reação dos mercados deverá depender principalmente de três elementos: as novas projeções de inflação, a avaliação de Lagarde sobre o choque energético e qualquer sinalização sobre a necessidade de novas altas dos juros.
Se o BCE demonstrar maior preocupação com a persistência da inflação e com a transmissão do petróleo e do gás para outros preços, o mercado poderá reforçar as apostas em um ciclo mais prolongado de aperto monetário.
Se Lagarde enfatizar a desaceleração da inflação subjacente, dos salários e das expectativas, a leitura poderá ser de que 2,50% representa um nível suficientemente restritivo para que o banco central faça uma pausa e observe os próximos dados.
Além da política monetária, Lagarde poderá ser questionada durante a coletiva sobre seu futuro à frente da instituição. Seu mandato como presidente do BCE termina em 31 de outubro de 2027.
A decisão de hoje, portanto, não é apenas sobre levar os juros a 2,50%. O verdadeiro debate é se o novo choque de energia obrigará o BCE a transformar uma alta que poderia encerrar o ciclo em mais uma etapa de um aperto monetário ainda mais longo.
BCE: Inflação volta a marcar o ritmo na Europa
O euro negoceia próximo de máximos de duas semanas face ao dólar, enquanto as bolsas europeias continuam sob pressão, com a subida do petróleo a agravar as preocupações com a inflação. A moeda única e os índices europeus poderão registar maior volatilidade hoje ao início da tarde, com o anúncio da decisão do BCE e a conferência de imprensa de Christine Lagarde. Uma subida de 25 pontos base, que levará a taxa de depósito para 2,50%, já está praticamente inteiramente descontada pelo mercado. A atenção deverá, por isso, concentrar-se nas declarações da presidente do BCE e nas novas projeções de crescimento e inflação. Um tom mais firme do que o esperado sobre o risco de os custos da energia se transmitirem aos salários e aos restantes preços poderá apoiar o euro e aumentar a pressão sobre as bolsas europeias, ao reforçar as expectativas de novas subidas dos juros. Por outro lado, uma maior preocupação com o crescimento poderá reforçar a possibilidade de uma pausa em outubro e dar algum alívio aos ativos de risco, desde que não venha acompanhada de uma deterioração significativa das perspetivas económicas.
Henrique Valente – ActivTrades
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Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro: O PPI define a direçãoOs dados de emprego não agrícola da sexta-feira passada foram fortes, o que levou o mercado a aumentar a probabilidade de alta de juros em setembro. O PPI dos EUA de hoje e os dados de inflação IPC de amanhã são os fatores-chave que influenciarão o preço do ouro nesta semana. Se os dados de inflação ficarem acima das expectativas, os rendimentos reais dos títulos americanos subirão e exercerão pressão sobre o ouro. Se a inflação arrefecer, o ouro poderá continuar o seu rebote.
A longo prazo, as tensões geopolíticas persistentes no Médio Oriente sustentam o ouro através de compras de ativos de refúgio. As compras contínuas de ouro pelos bancos centrais mundiais constituem o suporte de base para esta grande alta do ouro. A curto prazo, a movimentação dos preços acompanha principalmente as flutuações do dólar americano e dos rendimentos dos títulos.
A zona de resistência superior situa-se entre 4430 e 4440, com forte resistência nos níveis 4460 a 4470. A dinâmica altista só conseguirá buscar novos máximos se o ouro se mantiver firmemente acima de 4440.
O suporte a curto prazo está entre 4380 e 4390, e o suporte crítico no nível 4350. Uma quebra abaixo de 4350 romperá a estrutura deste rebote e provocará uma queda adicional no preço do ouro.
O ouro está atualmente a negociar no intervalo 4380–4440. É aplicável uma estratégia de negociação em faixa: vender alto e comprar baixo.
Tanto os altistas como os baixistas aguardam a publicação do PPI para obter sinais de direção. Os dados ampliarão a volatilidade do mercado. Recomenda-se reduzir as posições ou sair das operações duas horas antes da divulgação dos dados para evitar riscos. Após a publicação, negocie seguindo a tendência.
🥇 Forneço análises objetivas do mercado todos os dias.
MNTK Testando rompimento de um belo canal de baixa.A análise de hoje é de MNTK, Montauk Renewables. A companhia atua no setor de energia renovável, com foco principalmente na recuperação e conversão de biogás em gás natural renovável, RNG, e geração de energia elétrica renovável.
Pelo gráfico semanal, o ativo se movimenta dentro de um canal de baixa iniciado em 2022, com pelo menos quatro contatos na linha superior e cinco na inferior. Nesta semana, ainda em formação, o preço está testando o rompimento da parte superior desse canal, mas encontrou pela frente uma região de resistência próxima dos US$2,56.
Um ponto que chama atenção é o volume. O candle anterior, que já avançou para fora do canal, apresentou aumento de volume. O candle atual, porém, ainda tem alguns pregões pela frente, então é cedo para avaliar seu volume semanal. Agora, fico de olho principalmente na região dos US$2,56 e, baixando para o gráfico diário, na movimentação do preço e do volume para observar se esse rompimento ganhará confirmação ou se a resistência prevalecerá. O gráfico é o protagonista desta análise, e é ele que vamos acompanhar.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
BEEF3 acumulando força para outro movimento?BEEF3 formando uma possível bandeira de alta no diário. O movimento combina uma forte pernada compradora com uma correção curta em canal descendente, mantendo o preço acima da MME9 e da MM21.
A confirmação depende do rompimento da região de R$ 4,05 a R$ 4,10, preferencialmente com aumento de volume. A perda dos R$ 3,78 enfraqueceria o padrão.
Será uma pausa para continuar subindo ou uma nova rejeição na resistência?
BRENT: pivô confirmado e caminho aberto?A resistência dos US$ 95,32 foi vencida. Com o preço acima da MME9 e MM21 no diário e no semanal, o Brent confirma força compradora.
🎯 Próxima resistência: US$ 104,35
🎯 Alvo seguinte: US$ 113,64
O único alerta é o Stoch RSI bastante aquecido, indicando possibilidade de pausa ou pullback.
A grande pergunta agora é: o petróleo sustentará o rompimento dos US$ 95?
Reteste de Baixa Abaixo da Linha de Tendência
Market Pulse
O ouro está sendo negociado com cautela enquanto os mercados aguardam novos dados de inflação dos EUA. Os fortes dados de emprego de agosto elevaram novamente para cerca de 60% a probabilidade de uma alta dos juros do Fed em setembro, o que continua sendo um fator negativo para o ouro. Ao mesmo tempo, um dólar americano mais fraco está dando algum suporte ao preço.
Os preços do petróleo também estão próximos das máximas de várias semanas, aumentando os riscos inflacionários. Os próximos sinais importantes virão do PPI dos EUA na quinta-feira e do CPI na sexta-feira, antes da reunião do Fed na próxima semana.
What the Chart Says
O XAUUSD permanece bearish no H1.
O preço continua sendo negociado abaixo da linha de tendência descendente após a forte queda a partir da região de 4.500–4.512. A recuperação recente não conseguiu alterar a estrutura principal, portanto os vendedores ainda mantêm a vantagem no curto prazo.
O ouro está atualmente reagindo em torno da 4.385–4.400 OB + Liquidity Zone. Essa região de suporte pode provocar um repique temporário.
A principal região acima está em 4.433–4.457, onde o retraçamento de Fibonacci 0.50–0.618 encontra a resistência da linha de tendência descendente e a liquidez próxima.
Para mim, esta é a região mais limpa para observar a próxima reação bearish.
Levels That Matter
4.500–4.512 — Major Rejection
4.475–4.486 — Higher Liquidity
4.435–4.450 — Liquidity + Trendline
4.433–4.457 — Fibonacci Resistance
4.385–4.400 — OB + Liquidity
4.356–4.368 — Support + Liquidity
My Main Plan
O plano principal continua bearish.
Prefiro esperar um repique em direção a 4.433–4.457 em vez de vender diretamente próximo ao suporte.
Se o preço alcançar essa região e os vendedores retornarem com uma confirmação clara, o ouro poderá voltar inicialmente para 4.385–4.400.
Uma quebra limpa abaixo dessa região poderá então abrir caminho para 4.356–4.368.
What I Need to See
Quero ver o preço permanecer abaixo da linha de tendência descendente e formar outro Lower High próximo à região de resistência de Fibonacci.
Um movimento H1 sustentado acima de 4.457 enfraqueceria o setup short imediato, enquanto uma quebra acima de 4.486 sugeriria uma recuperação mais forte.
Final Read
A tendência H1 continua favorecendo os vendedores, mas o ouro está atualmente próximo de um suporte. Prefiro esperar o repique e vender a partir de uma região de resistência melhor, em vez de perseguir o movimento de baixa.
Os dados de inflação desta semana podem trazer uma volatilidade mais forte, portanto a confirmação continua sendo fundamental. 📉🎯
O Rejeição da Linha de Tendência Mantém os Vendedores no ControlAnálise Fundamentalista
O ouro permanece sob pressão após dados fortes de emprego nos EUA aumentarem as expectativas de uma alta dos juros do Fed em setembro para cerca de 60%. O petróleo próximo de US$ 100 aumenta os riscos inflacionários, enquanto um dólar mais fraco oferece algum suporte. Agora, o mercado está focado no PPI na quinta-feira e no CPI na sexta-feira.
Análise Técnica
No H1, o ouro rejeitou a linha de tendência descendente e a zona de liquidez de 4.435–4.442, retornando posteriormente para perto de 4.400.
A estrutura permanece baixista abaixo dessa resistência após o recente CHoCH. O Volume Profile também mostra forte atividade na região superior de 4.430, tornando qualquer recuperação nessa área importante.
A próxima liquidez no lado inferior está próxima de 4.380, seguida pelo SSL de 4.365.
Principais Níveis
4.485–4.495 — BSL / Major Resistance
4.435–4.442 — Liquidity / Trendline Resistance
4.380 — Liquidity
4.365 — SSL
Cenário de Trading
A prioridade continua sendo vender após uma recuperação fraca até 4.435–4.442, seguida de uma confirmação baixista.
Alvos: primeiro 4.380, depois 4.365 SSL.
Invalidação: aceitação no H1 acima da zona de liquidez e da linha de tendência descendente.
Visão Geral
O viés do H1 permanece baixista abaixo da linha de tendência. Em vez de perseguir a queda atual, o cenário mais limpo é esperar uma recuperação e buscar a próxima onda de continuação baixista.
O ouro fará primeiro um reteste de 4.440 ou seguirá diretamente para 4.380?
EUR/USD — Alvos atingidos, possível reequilíbrio até 1.414
O EUR/USD atingiu os alvos de alta. No gráfico de 30 minutos, agora espero um movimento corretivo em direção à extensão externa de Fibonacci de 1.414, próxima de 1.1609.
Antes disso, pode ocorrer um último impulso acima da máxima local, como mostra o gráfico. O ponto principal será observar se o preço consegue se manter acima dela ou retorna ao intervalo.
Meu cenário principal é uma queda em direção à zona de interesse (POI) marcada. Se esse cenário se confirmar, pretendo encerrar toda a posição em 1.414.






















