Agenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Crescimento do Setor de Serviços
9:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP)
10:45 – CAD – Decisão de Taxa de Juros BoC
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Livro Bege
Agenda de Autoridades:
9:45 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), profere discurso principal em uma conversa organizada pela Partnership de New York City
11:30 – CAD – Coletiva de Imprensa com o presidente do BoC, Tiff Macklem
16:00 – USA – Lisa Cook, governador do Fed (Vota), fala sobre as perspectivas econômicas em um almoço do Exchequer Club
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
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BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Estados Unidos

Os futuros dos principais índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — operam em alta nesta quarta-feira, impulsionados pelos resultados acima do esperado da fabricante de equipamentos para semicondutores ASML e pela continuidade do otimismo em torno do setor de inteligência artificial, movimento que compensou o avanço dos preços do petróleo provocado pela nova escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã.
Na sessão anterior, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) dos Estados Unidos surpreendeu positivamente ao registrar inflação abaixo das expectativas, reduzindo as preocupações com uma nova alta dos juros na reunião do Federal Reserve marcada para 29 de julho.
Segundo analistas do JPMorgan: "Este relatório deve dissipar quaisquer receios de uma alta de juros em julho e também reduzir parte das preocupações em relação a setembro. Isso cria um ambiente mais favorável para a continuidade da valorização dos mercados."
O entusiasmo inicial, no entanto, foi parcialmente limitado após o presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, afirmar, durante depoimento ao Congresso, que um único relatório de inflação favorável não é suficiente para assegurar que o processo de desinflação esteja consolidado, reforçando que o banco central continuará dependente dos próximos indicadores econômicos.
Nesta quarta-feira, as atenções dos traders se voltam para a divulgação do Índice de Preços ao Produtor (IPP) dos Estados Unidos, além dos resultados trimestrais de Morgan Stanley, BlackRock e Johnson & Johnson, antes da abertura dos mercados.
O início da temporada de balanços tem reforçado o apetite por risco. Goldman Sachs, JPMorgan Chase e Bank of America divulgaram resultados superiores às expectativas, fortalecendo a percepção de que os lucros corporativos continuam sustentando as elevadas avaliações das ações, mesmo em um ambiente de incerteza econômica e juros elevados.
Também permanece no radar a decisão de política monetária do Banco do Canadá. O dólar canadense apresentou pouca variação, sendo negociado próximo de 1,4051 por dólar americano.
No mercado de commodities, os preços do petróleo continuam avançando. Os contratos futuros do Brent sobem cerca de 0,3%, para a região de US$ 85 por barril, após o presidente Donald Trump anunciar a retomada do bloqueio naval aos portos iranianos e Teerã responder com novos ataques contra instalações americanas na região, aumentando novamente os riscos para a oferta global de petróleo.
Europa

Os principais índices acionários da Europa —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — operam sem direção única nesta quarta-feira, com a cautela em relação à escalada das tensões no Oriente Médio limitando o impacto positivo dos sólidos resultados divulgados pela Richemont e pela fabricante de equipamentos para semicondutores ASML.
O Euro Stoxx 50
EURO50 avança cerca de 0,2%, enquanto o DAX
GER40, da Alemanha, recua aproximadamente 0,5%.
Os traders analisam os primeiros balanços corporativos da temporada em um ambiente de crescente incerteza geopolítica. O petróleo Brent voltou a ser negociado próximo de US$ 85 por barril após a intensificação do conflito entre Estados Unidos e Irã e o novo fechamento do Estreito de Ormuz por Teerã, reacendendo preocupações com inflação e crescimento econômico.
Apesar desse cenário, o setor de tecnologia lidera os ganhos na Europa, avançando cerca de 1%. A ASML sobe 3,8% após elevar suas projeções financeiras para 2026, reforçando a percepção de que a demanda por infraestrutura de inteligência artificial continua robusta. As fabricantes de equipamentos para semicondutores ASM International e Soitec também registram ganhos superiores a 1%.
Os resultados da ASML ajudam a reduzir parte das preocupações que surgiram nas últimas semanas sobre a sustentabilidade do ciclo de investimentos em inteligência artificial, após a forte valorização do setor no segundo trimestre.
O setor de luxo também figura entre os destaques positivos da sessão. O segmento avança 2,9%, impulsionado pela Richemont, cujas ações sobem 6,1% depois que a companhia divulgou resultados trimestrais acima das expectativas, sustentados pela forte demanda por joias nas Américas e na Ásia.
Para Michael Metcalfe, chefe de estratégia macro da State Street: "Embora os resultados corporativos estejam trazendo notícias positivas para algumas empresas europeias, o quadro geral continua favorecendo uma postura mais defensiva diante do aumento dos riscos geopolíticos."
No campo da política monetária, a alta do petróleo adiciona uma nova camada de incerteza às perspectivas do Banco Central Europeu. Ainda assim, Martin Kocher, membro do conselho do BCE, afirmou que, por enquanto, não identifica efeitos inflacionários de segunda ordem decorrentes do conflito no Oriente Médio. Apesar disso, os mercados continuam precificando pelo menos mais uma alta de 25 pontos-base nas taxas de juros até setembro.
Na Alemanha, o DAX apresenta desempenho inferior ao restante da região, pressionado pelas perdas no setor de software. As ações da SAP recuam 1,2%, enquanto Dassault Systèmes e Sage registram quedas próximas de 1%, refletindo a continuidade da rotação de recursos para setores considerados mais beneficiados pelo ciclo de investimentos em inteligência artificial.
Entre os destaques corporativos, as ações do Deutsche Bank recuam 0,6% após promotores de Frankfurt cumprirem um mandado de busca em uma agência da instituição financeira.
Já a desenvolvedora de software Nagarro perde 2,7%, depois que a autoridade reguladora alemã BaFin anunciou a abertura de uma revisão das demonstrações financeiras consolidadas da companhia referentes ao exercício de 2022.
No varejo, a Axfood despenca 11,2% após divulgar resultados trimestrais abaixo das expectativas do mercado.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a quarta-feira majoritariamente em alta, impulsionados pelo forte desempenho de Wall Street na sessão anterior e pelo renovado otimismo em torno do setor de semicondutores, após a ASML elevar suas projeções e reforçar a confiança na demanda por infraestrutura de inteligência artificial.
Na véspera, os principais índices americanos avançaram sustentados pelos resultados sólidos dos grandes bancos e por um relatório de inflação ao consumidor mais fraco do que o esperado, fatores que fortaleceram o apetite por risco, mesmo diante da escalada das tensões no Oriente Médio.
No Japão, o índice Nikkei 225
NI225 avançou 1,5%, liderado pelas empresas ligadas à cadeia de semicondutores. A Tokyo Electron, concorrente da ASML, subiu 4,4%, enquanto a Advantest, fabricante de equipamentos para testes de chips, ganhou 5,8%.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi
KOSPI disparou 6,2% após o governo anunciar um plano para acelerar os investimentos em inteligência artificial, elevando sua projeção de crescimento econômico para 2026 para 3,0%, o maior ritmo esperado em cinco anos, impulsionado pelo boom global dos semicondutores. As ações da SK Hynix e da Samsung Electronics avançaram 8,8% e 6,3%, respectivamente.
Em Taiwan, o índice TWSE 50
TW50 subiu 2,2%, com a TSMC encerrando o pregão em alta de 0,8%.
Na Austrália, o índice ASX 200
XJO avançou 0,4%, sustentado principalmente pelas empresas de mineração.
Na China continental, o desempenho foi misto. Os índices Shanghai
000001 e Shenzhen
399001 recuaram 0,3% e 1%, respectivamente, enquanto o China A50
XIN9 encerrou praticamente estável.
No campo macroeconômico, o Produto Interno Bruto (PIB) da China desacelerou para 4,3% no segundo trimestre, ficando abaixo das expectativas do mercado. A desaceleração refletiu a fraqueza da demanda doméstica e o impacto da alta dos preços da energia provocada pelo conflito no Oriente Médio, fatores que mais do que compensaram o bom desempenho das exportações e da produção industrial.
Nos últimos meses, o mercado chinês passou a apresentar uma divergência cada vez maior entre os setores tradicionais e as empresas ligadas à inteligência artificial. Enquanto ações de consumo, setor financeiro e imobiliário mostraram recuperação, os traders realizaram lucros nas companhias da cadeia de semicondutores.
O índice STAR 50, referência para empresas de tecnologia na China, caiu 4,3%, pressionado pela realização de lucros antes da abertura de capital da ChangXin Memory Technologies (CXMT), que pretende levantar aproximadamente US$ 8,55 bilhões na Bolsa de Shanghai, na maior oferta pública inicial da Ásia em 2026 até o momento.
Entre os setores tradicionais, as ações de bens de consumo essenciais avançaram 3,7% após dados mostrarem crescimento de 1% nas vendas no varejo em junho, enquanto o setor imobiliário registrou alta de 4,1%.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng
HSI subiu 1,4%, atingindo o maior nível em um mês. O movimento foi liderado pelas gigantes de tecnologia, que avançaram 1,3% e sustentaram o bom desempenho do mercado local.
9:00 – BRA – Crescimento do Setor de Serviços
9:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP)
10:45 – CAD – Decisão de Taxa de Juros BoC
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Livro Bege
Agenda de Autoridades:
9:45 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), profere discurso principal em uma conversa organizada pela Partnership de New York City
11:30 – CAD – Coletiva de Imprensa com o presidente do BoC, Tiff Macklem
16:00 – USA – Lisa Cook, governador do Fed (Vota), fala sobre as perspectivas econômicas em um almoço do Exchequer Club
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York —
Na sessão anterior, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) dos Estados Unidos surpreendeu positivamente ao registrar inflação abaixo das expectativas, reduzindo as preocupações com uma nova alta dos juros na reunião do Federal Reserve marcada para 29 de julho.
Segundo analistas do JPMorgan: "Este relatório deve dissipar quaisquer receios de uma alta de juros em julho e também reduzir parte das preocupações em relação a setembro. Isso cria um ambiente mais favorável para a continuidade da valorização dos mercados."
O entusiasmo inicial, no entanto, foi parcialmente limitado após o presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, afirmar, durante depoimento ao Congresso, que um único relatório de inflação favorável não é suficiente para assegurar que o processo de desinflação esteja consolidado, reforçando que o banco central continuará dependente dos próximos indicadores econômicos.
Nesta quarta-feira, as atenções dos traders se voltam para a divulgação do Índice de Preços ao Produtor (IPP) dos Estados Unidos, além dos resultados trimestrais de Morgan Stanley, BlackRock e Johnson & Johnson, antes da abertura dos mercados.
O início da temporada de balanços tem reforçado o apetite por risco. Goldman Sachs, JPMorgan Chase e Bank of America divulgaram resultados superiores às expectativas, fortalecendo a percepção de que os lucros corporativos continuam sustentando as elevadas avaliações das ações, mesmo em um ambiente de incerteza econômica e juros elevados.
Também permanece no radar a decisão de política monetária do Banco do Canadá. O dólar canadense apresentou pouca variação, sendo negociado próximo de 1,4051 por dólar americano.
No mercado de commodities, os preços do petróleo continuam avançando. Os contratos futuros do Brent sobem cerca de 0,3%, para a região de US$ 85 por barril, após o presidente Donald Trump anunciar a retomada do bloqueio naval aos portos iranianos e Teerã responder com novos ataques contra instalações americanas na região, aumentando novamente os riscos para a oferta global de petróleo.
Europa
Os principais índices acionários da Europa —
O Euro Stoxx 50
Os traders analisam os primeiros balanços corporativos da temporada em um ambiente de crescente incerteza geopolítica. O petróleo Brent voltou a ser negociado próximo de US$ 85 por barril após a intensificação do conflito entre Estados Unidos e Irã e o novo fechamento do Estreito de Ormuz por Teerã, reacendendo preocupações com inflação e crescimento econômico.
Apesar desse cenário, o setor de tecnologia lidera os ganhos na Europa, avançando cerca de 1%. A ASML sobe 3,8% após elevar suas projeções financeiras para 2026, reforçando a percepção de que a demanda por infraestrutura de inteligência artificial continua robusta. As fabricantes de equipamentos para semicondutores ASM International e Soitec também registram ganhos superiores a 1%.
Os resultados da ASML ajudam a reduzir parte das preocupações que surgiram nas últimas semanas sobre a sustentabilidade do ciclo de investimentos em inteligência artificial, após a forte valorização do setor no segundo trimestre.
O setor de luxo também figura entre os destaques positivos da sessão. O segmento avança 2,9%, impulsionado pela Richemont, cujas ações sobem 6,1% depois que a companhia divulgou resultados trimestrais acima das expectativas, sustentados pela forte demanda por joias nas Américas e na Ásia.
Para Michael Metcalfe, chefe de estratégia macro da State Street: "Embora os resultados corporativos estejam trazendo notícias positivas para algumas empresas europeias, o quadro geral continua favorecendo uma postura mais defensiva diante do aumento dos riscos geopolíticos."
No campo da política monetária, a alta do petróleo adiciona uma nova camada de incerteza às perspectivas do Banco Central Europeu. Ainda assim, Martin Kocher, membro do conselho do BCE, afirmou que, por enquanto, não identifica efeitos inflacionários de segunda ordem decorrentes do conflito no Oriente Médio. Apesar disso, os mercados continuam precificando pelo menos mais uma alta de 25 pontos-base nas taxas de juros até setembro.
Na Alemanha, o DAX apresenta desempenho inferior ao restante da região, pressionado pelas perdas no setor de software. As ações da SAP recuam 1,2%, enquanto Dassault Systèmes e Sage registram quedas próximas de 1%, refletindo a continuidade da rotação de recursos para setores considerados mais beneficiados pelo ciclo de investimentos em inteligência artificial.
Entre os destaques corporativos, as ações do Deutsche Bank recuam 0,6% após promotores de Frankfurt cumprirem um mandado de busca em uma agência da instituição financeira.
Já a desenvolvedora de software Nagarro perde 2,7%, depois que a autoridade reguladora alemã BaFin anunciou a abertura de uma revisão das demonstrações financeiras consolidadas da companhia referentes ao exercício de 2022.
No varejo, a Axfood despenca 11,2% após divulgar resultados trimestrais abaixo das expectativas do mercado.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a quarta-feira majoritariamente em alta, impulsionados pelo forte desempenho de Wall Street na sessão anterior e pelo renovado otimismo em torno do setor de semicondutores, após a ASML elevar suas projeções e reforçar a confiança na demanda por infraestrutura de inteligência artificial.
Na véspera, os principais índices americanos avançaram sustentados pelos resultados sólidos dos grandes bancos e por um relatório de inflação ao consumidor mais fraco do que o esperado, fatores que fortaleceram o apetite por risco, mesmo diante da escalada das tensões no Oriente Médio.
No Japão, o índice Nikkei 225
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Em Taiwan, o índice TWSE 50
Na Austrália, o índice ASX 200
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Nos últimos meses, o mercado chinês passou a apresentar uma divergência cada vez maior entre os setores tradicionais e as empresas ligadas à inteligência artificial. Enquanto ações de consumo, setor financeiro e imobiliário mostraram recuperação, os traders realizaram lucros nas companhias da cadeia de semicondutores.
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