Agenda de Indicadores:
11:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
11:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
Agenda de Balanços:
8:00 – USA – P&G
Pré-Mercado – BRA – Usiminas
Brasil

Acompanhe o Pré-Market de NY:
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLK2026
Estados Unidos

Os futuros dos principais índices de Nova York —
USA500,
USAIND,
USATEC e
USARUS — operam majoritariamente em alta nesta sexta-feira, à medida que os mercados caminham para o fim de uma semana marcada pelo impasse entre Estados Unidos e Irã, que frustrou as expectativas de uma resolução rápida para o conflito.
Após semanas de especulação sobre uma possível retomada das negociações entre Washington e Teerã, nenhuma nova rodada de conversas foi realizada até o momento, e segue sem definição um cronograma para avanços diplomáticos. O presidente Donald Trump prorrogou unilateralmente o cessar-fogo, mas manteve o bloqueio naval aos portos iranianos, enquanto o Irã intensificou as tensões ao apreender embarcações no Estreito de Ormuz.
Apesar de alguns sinais pontuais de trégua — como a extensão do cessar-fogo entre Israel e Líbano por três semanas — traders demonstram cautela e aguardam evidências mais concretas de progresso sustentável nas negociações.
O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIKJ2026 permanece abaixo dos 21 pontos, indicando estabilidade relativa, mesmo diante de um ambiente ainda carregado de incertezas.
No campo corporativo, a temporada de resultados segue oferecendo suporte ao mercado. Ainda assim, cresce a avaliação de que os balanços refletem apenas parcialmente os impactos do conflito, o que limita sua capacidade de sinalizar tendências mais duradouras.
O petróleo continua sendo o principal vetor de risco. Os contratos do Brent permanecem cerca de 47% acima dos níveis pré-guerra, refletindo as disrupções no fluxo pelo Estreito de Ormuz. Ao mesmo tempo, parte do mercado vê na recente volatilidade uma oportunidade de compra, diante do potencial de valorização da commodity.
Mesmo nesse contexto, os índices S&P 500
USA500, Nasdaq 100
USATEC e Russell 2000
USARUS renovaram máximas históricas nos últimos dias, sustentados pela percepção de que os fundamentos econômicos seguem resilientes.
“Os melhores pontos de entrada raramente surgem em momentos de conforto ou clareza. Em geral, eles aparecem em períodos de maior tensão”, afirmou Jeff Schulze, chefe de estratégia da ClearBridge Investments.
Entre os destaques do pré-mercado, a Intel dispara cerca de 27% após projetar receita acima das estimativas para o segundo trimestre, movimento que impulsiona também a AMD, com alta de aproximadamente 8%.

Europa

Os principais índices acionários da Europa —
EURO50,
GER40,
GERMID50,
ESP35,
UK100,
FRA40,
ITA40 e
SWI20 — caminham para encerrar a semana em baixa, pressionados pelo risco de um novo choque inflacionário em meio à persistente disrupção no fornecimento global de energia provocada pelas tensões no Oriente Médio.
O índice Euro Stoxx 50
EURO50 recua cerca de 0,5%, atingindo o menor nível em mais de duas semanas. Entre os principais mercados, o CAC 40
FRA40, da França, cai 1%, enquanto o DAX
GER40, da Alemanha, recua 0,6%.
“O conflito não apresentou melhora significativa. As negociações seguem paralisadas, os riscos sobre o fluxo de petróleo continuam elevados e a situação permanece como uma fonte relevante de incerteza para os mercados e a economia”, afirmou Luca Bindelli, chefe de estratégia de investimentos da Lombard Odier.
No mercado de commodities, o petróleo Brent volta a superar os US$ 107 por barril, intensificando as preocupações com a inflação e com os impactos sobre economias fortemente dependentes de energia.
A pressão é generalizada entre os setores, com a maioria operando em queda. A exceção fica por conta do segmento de tecnologia, que avança impulsionado pela valorização de 5,6% das ações da SAP, após a companhia superar as expectativas de lucro no primeiro trimestre, apoiada pelo crescimento robusto da divisão de computação em nuvem.

No campo macroeconômico, o sentimento empresarial na Alemanha deteriorou-se mais do que o esperado em abril, refletindo o aumento da incerteza e o impacto indireto do conflito sobre a confiança corporativa.
As atenções agora se voltam para a próxima reunião do Banco Central Europeu. O mercado precifica cerca de 76% de probabilidade de manutenção das taxas de juros no curto prazo, mas a persistência dos preços elevados de energia mantém no radar a possibilidade de novos apertos monetários ao longo do ano.
Segundo Bindelli, o foco do BCE nas expectativas de inflação e no risco de repasse de custos pelas empresas pode levar a uma postura mais restritiva, ainda que esse movimento eventualmente precise ser revertido no médio prazo.
O quadro reforça um ambiente de cautela nos mercados europeus, onde o impacto do choque energético segue sendo o principal vetor de risco para crescimento e política monetária.
Ásia/Pacífico

Ativos asiáticos negociados na ActivTrades:
HKIND
JP225
CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sexta-feira sem direção única, refletindo a cautela diante das incertezas persistentes sobre o rumo da guerra no Oriente Médio, mesmo após a extensão por três semanas do cessar-fogo entre Israel e Líbano.
Em destaque, o TWSE 50
TW50, de Taiwan, renovou máxima histórica ao avançar 3,7%, impulsionado pelo forte desempenho do setor de tecnologia. As ações da TSMC lideraram os ganhos, com alta superior a 5%, em meio ao otimismo contínuo com inteligência artificial.
No Japão, o Nikkei
NI225 subiu 1%, apoiado por papéis de tecnologia como SoftBank e Advantest. Por outro lado, o setor de consumo durável pesou negativamente, com destaque para a queda da Nintendo, de 3,3%, enquanto a Toyota registrou baixa de 1,8%.
Na Coreia do Sul, o Kospi
KOSPI encerrou próximo da estabilidade, com ganhos no setor industrial compensando as perdas em ações de tecnologia e consumo, incluindo Samsung, Hyundai e Kia.
Na China continental, os índices China A50
XIN9, Shanghai
000001 e Shenzhen
399001 registraram leves quedas, enquanto o Hang Seng
HSI, de Hong Kong, avançou 0,3%.
No campo tecnológico, a startup chinesa DeepSeek anunciou uma versão preliminar de um novo modelo de inteligência artificial adaptado para chips da Huawei, reacendendo a competição global no setor.
Na Austrália, o índice ASX 200
XJO recuou 0,1%, pressionado principalmente pelo desempenho negativo do setor financeiro.
11:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
11:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
Agenda de Balanços:
8:00 – USA – P&G
Pré-Mercado – BRA – Usiminas
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY:
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York —
Após semanas de especulação sobre uma possível retomada das negociações entre Washington e Teerã, nenhuma nova rodada de conversas foi realizada até o momento, e segue sem definição um cronograma para avanços diplomáticos. O presidente Donald Trump prorrogou unilateralmente o cessar-fogo, mas manteve o bloqueio naval aos portos iranianos, enquanto o Irã intensificou as tensões ao apreender embarcações no Estreito de Ormuz.
Apesar de alguns sinais pontuais de trégua — como a extensão do cessar-fogo entre Israel e Líbano por três semanas — traders demonstram cautela e aguardam evidências mais concretas de progresso sustentável nas negociações.
O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIKJ2026 permanece abaixo dos 21 pontos, indicando estabilidade relativa, mesmo diante de um ambiente ainda carregado de incertezas.
No campo corporativo, a temporada de resultados segue oferecendo suporte ao mercado. Ainda assim, cresce a avaliação de que os balanços refletem apenas parcialmente os impactos do conflito, o que limita sua capacidade de sinalizar tendências mais duradouras.
O petróleo continua sendo o principal vetor de risco. Os contratos do Brent permanecem cerca de 47% acima dos níveis pré-guerra, refletindo as disrupções no fluxo pelo Estreito de Ormuz. Ao mesmo tempo, parte do mercado vê na recente volatilidade uma oportunidade de compra, diante do potencial de valorização da commodity.
Mesmo nesse contexto, os índices S&P 500
“Os melhores pontos de entrada raramente surgem em momentos de conforto ou clareza. Em geral, eles aparecem em períodos de maior tensão”, afirmou Jeff Schulze, chefe de estratégia da ClearBridge Investments.
Entre os destaques do pré-mercado, a Intel dispara cerca de 27% após projetar receita acima das estimativas para o segundo trimestre, movimento que impulsiona também a AMD, com alta de aproximadamente 8%.
Europa
Os principais índices acionários da Europa —
O índice Euro Stoxx 50
“O conflito não apresentou melhora significativa. As negociações seguem paralisadas, os riscos sobre o fluxo de petróleo continuam elevados e a situação permanece como uma fonte relevante de incerteza para os mercados e a economia”, afirmou Luca Bindelli, chefe de estratégia de investimentos da Lombard Odier.
No mercado de commodities, o petróleo Brent volta a superar os US$ 107 por barril, intensificando as preocupações com a inflação e com os impactos sobre economias fortemente dependentes de energia.
A pressão é generalizada entre os setores, com a maioria operando em queda. A exceção fica por conta do segmento de tecnologia, que avança impulsionado pela valorização de 5,6% das ações da SAP, após a companhia superar as expectativas de lucro no primeiro trimestre, apoiada pelo crescimento robusto da divisão de computação em nuvem.
No campo macroeconômico, o sentimento empresarial na Alemanha deteriorou-se mais do que o esperado em abril, refletindo o aumento da incerteza e o impacto indireto do conflito sobre a confiança corporativa.
As atenções agora se voltam para a próxima reunião do Banco Central Europeu. O mercado precifica cerca de 76% de probabilidade de manutenção das taxas de juros no curto prazo, mas a persistência dos preços elevados de energia mantém no radar a possibilidade de novos apertos monetários ao longo do ano.
Segundo Bindelli, o foco do BCE nas expectativas de inflação e no risco de repasse de custos pelas empresas pode levar a uma postura mais restritiva, ainda que esse movimento eventualmente precise ser revertido no médio prazo.
O quadro reforça um ambiente de cautela nos mercados europeus, onde o impacto do choque energético segue sendo o principal vetor de risco para crescimento e política monetária.
Ásia/Pacífico
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Em destaque, o TWSE 50
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Na Austrália, o índice ASX 200
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これらの情報および投稿は、TradingViewが提供または承認する金融、投資、取引、またはその他の種類の助言もしくは推奨であることを意図したものではなく、またこれらに該当するものでもありません。詳細は利用規約をご覧ください。
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