De acordo com uma matéria da BBC, a turbulência de céu limpo, também conhecida como CAT (Clear Air Turbulence) é um fenômeno meteorológico que causa oscilações intensas no ar em condições de céu azul, sem nuvens visíveis. Ela ocorre geralmente em altitudes elevadas, acima de 900 metros, associada a correntes de jato, mudanças bruscas de vento ou gradientes de pressão atmosférica, sem qualquer indício visual prévio.
Observando tanto o cenário externo (Guerra, Petróleo, EUA, Irã) quanto o interno (Selic, IPCA, Governo, eleições), e aplicando uma visão Top-Down sobre onde nossa bolsa se encontra hoje, posso dizer que as semelhanças são nítidas.
A bolsa decolou em janeiro e no início de fevereiro de uma forma que poucos compreenderam. A maioria dos investidores locais foi pega de surpresa pela forte demanda estrangeira por ativos brasileiros. O IBOV avançou quase 20% desde a primeira semana de 2026 até a semana de 18 de fevereiro (observando pelo tempo gráfico semanal). Contudo, o avanço do petróleo, impulsionado pela escalada dos conflitos no Oriente Médio, trouxe incertezas e aversão ao risco global. Conforme as notícias se atualizavam, o índice oscilava, arrastando-se nesse cenário por algum tempo.
Após essa decolagem no início do ano, a bolsa enfrenta agora uma turbulência que vai além da guerra. O fluxo estrangeiro arrefeceu (embora ainda forte) e o dólar atingiu níveis de baixa expressiva. Observando os principais analistas no Brasil e no exterior, a bolsa brasileira continua, de certa forma, cercada de grandes expectativas, com alguns bancos americanos projetando os 250 mil pontos como meta para este ano. Por outro lado, alguns gestores institucionais já começam a liquidar ativos por considerarem os preços adequados para a realização de lucros, atingindo as chamadas "taxas exigidas".
Olhando o gráfico, e estritamente ele, procuro não ter viés e, principalmente, não tentar adivinhar movimentos. Busco apenas compreender a mensagem que o preço transmite. Nossa bolsa hoje retorna ao nível de Extremo Comprado, que atingiu antes das quedas relacionadas à guerra, mas agora com uma força de evolução visivelmente menor. Diante disso, vejo a possibilidade de um recuo ou, talvez, uma lateralização momentânea. Entenda: a bolsa pode, sim, continuar evoluindo; há fundamentos para isso. Porém, tecnicamente, uma subida sem estrutura costuma preceder uma queda mais forte.
Desde a decolagem em janeiro e o leve recuo nas últimas semanas de fevereiro, as ações entraram em um período de teste, com gráficos e métricas alcançando preços-alvo e força relativa alta. Um recuo seria natural e saudável, mas a visão para o ano permanece construtiva. Acredito que, se o cenário não sofrer alterações drásticas, mesmo com essas turbulências, o "céu continuará claro". No entanto, enquanto o gráfico não confirmar novas direções, não opero por torcida: apenas sigo a informação disponível.
Passei a monitorar ativos com maior correlação com o dólar e acredito que, tanto graficamente quanto pelas projeções de preço-alvo, eles estão bastante atrativos. Alguns, inclusive, puramente pelo setup gráfico.
Compartilho abaixo uma lista para acompanhamento. Reforço: esta é uma observação, não uma constatação. Um estudo, não uma recomendação.
Oportunidades Long (Compra):
RAIL3 (Monitoramento de oportunidade)
KLBN11 (Monitoramento de oportunidade)
AGRO3 (Monitoramento de oportunidade)
AZZA3 (Monitoramento de oportunidade)
TOTS3 (Monitoramento de oportunidade)
SUZB3 (Monitoramento de oportunidade)
Caso haja interesse, farei o estudo técnico individualizado de cada ticker.
Observando tanto o cenário externo (Guerra, Petróleo, EUA, Irã) quanto o interno (Selic, IPCA, Governo, eleições), e aplicando uma visão Top-Down sobre onde nossa bolsa se encontra hoje, posso dizer que as semelhanças são nítidas.
A bolsa decolou em janeiro e no início de fevereiro de uma forma que poucos compreenderam. A maioria dos investidores locais foi pega de surpresa pela forte demanda estrangeira por ativos brasileiros. O IBOV avançou quase 20% desde a primeira semana de 2026 até a semana de 18 de fevereiro (observando pelo tempo gráfico semanal). Contudo, o avanço do petróleo, impulsionado pela escalada dos conflitos no Oriente Médio, trouxe incertezas e aversão ao risco global. Conforme as notícias se atualizavam, o índice oscilava, arrastando-se nesse cenário por algum tempo.
Após essa decolagem no início do ano, a bolsa enfrenta agora uma turbulência que vai além da guerra. O fluxo estrangeiro arrefeceu (embora ainda forte) e o dólar atingiu níveis de baixa expressiva. Observando os principais analistas no Brasil e no exterior, a bolsa brasileira continua, de certa forma, cercada de grandes expectativas, com alguns bancos americanos projetando os 250 mil pontos como meta para este ano. Por outro lado, alguns gestores institucionais já começam a liquidar ativos por considerarem os preços adequados para a realização de lucros, atingindo as chamadas "taxas exigidas".
Olhando o gráfico, e estritamente ele, procuro não ter viés e, principalmente, não tentar adivinhar movimentos. Busco apenas compreender a mensagem que o preço transmite. Nossa bolsa hoje retorna ao nível de Extremo Comprado, que atingiu antes das quedas relacionadas à guerra, mas agora com uma força de evolução visivelmente menor. Diante disso, vejo a possibilidade de um recuo ou, talvez, uma lateralização momentânea. Entenda: a bolsa pode, sim, continuar evoluindo; há fundamentos para isso. Porém, tecnicamente, uma subida sem estrutura costuma preceder uma queda mais forte.
Desde a decolagem em janeiro e o leve recuo nas últimas semanas de fevereiro, as ações entraram em um período de teste, com gráficos e métricas alcançando preços-alvo e força relativa alta. Um recuo seria natural e saudável, mas a visão para o ano permanece construtiva. Acredito que, se o cenário não sofrer alterações drásticas, mesmo com essas turbulências, o "céu continuará claro". No entanto, enquanto o gráfico não confirmar novas direções, não opero por torcida: apenas sigo a informação disponível.
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Thông tin và các ấn phẩm này không nhằm mục đích, và không cấu thành, lời khuyên hoặc khuyến nghị về tài chính, đầu tư, giao dịch hay các loại khác do TradingView cung cấp hoặc xác nhận. Đọc thêm tại Điều khoản Sử dụng.
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