Bitcoin fez a armadilha, Vamos Romper ?Olá, amigos do TradingView!
Quem vem acompanhando as últimas análises provavelmente já estava esperando por essa armadilha abaixo dos fundos.
Acredito que ela finalmente aconteceu e, nos níveis atuais, realizar algumas parciais e colocar parte do lucro no bolso faz bastante sentido, eu fiz isso e vou aguardar com uma parte para o potencial rompimento.
Ao mesmo tempo, que sabemos que estamos na faixa de resistência precisamos estar preparados para um potencial rompimento, principalmente considerando todo o contexto que discutimos nas últimas atualizações. De Acumulo de energia potencial e de contração de volatilidade
Estou muito atento à abertura da próxima semana, pois ela pode ser decisiva para confirmar uma mudança mais ampla de estrutura e trazer maior clareza sobre a possibilidade de um novo ciclo de alta.
Agora, as próprias estruturas vão nos mostrar o caminho. Uma superação consistente dos US$ 83.000 abre uma leitura para o mercado; uma rejeição ou incapacidade de romper essa região exige outra abordagem.
Portanto, aproveite o movimento, gerencie suas posições e fique atento às próximas atualizações.
E aí, qual é a sua leitura: vamos romper os US$ 83 mil, me diz nos comentários
Ideias da comunidade
Comentário Técnico Semanal 18/09/2026Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
OKBUSDT Testou rompimento da linha de tendência de baixaA análise de hoje é de OKBUSDT. Para essa leitura, gosto de utilizar diferentes tempos gráficos, numa lógica inspirada no conceito do Triple Screen, de Alexander Elder. A ideia é simples: começar por um gráfico mais amplo para entender o contexto e, depois, descer os tempos gráficos para observar melhor o movimento atual, evitando ficar preso a uma única perspectiva.
Começando pelo semanal, o OKB se movimenta dentro de um canal de alta iniciado ainda em 2020. Ao longo desses anos, o preço respeitou diversas vezes tanto a parte inferior quanto a superior do canal, o que torna essa estrutura interessante para contextualizar a movimentação de longo prazo.
No gráfico diário, o que mais chama atenção começa em agosto de 2025, quando o ativo iniciou uma forte pernada de alta, superior a 450%. Depois de formar um topo, corrigiu, voltou a subir, mas formou em outubro um topo mais baixo que o anterior. Esses dois pontos passaram a desenhar uma possível linha de tendência de baixa, que ganhou ainda mais relevância agora, em 2026, quando a lateralização do preço encontrou justamente essa linha pela terceira vez.
O ativo chegou a testar o rompimento dessa resistência e agora passa por uma correção. É justamente aí que considero interessante descer novamente os tempos gráficos. Pelo gráfico de 4 horas, o preço praticamente voltou à região que anteriormente funcionava como resistência e que agora está sendo testada como possível suporte.
No gráfico de 60 minutos, que naturalmente possui mais ruído, fico atento à região sinalizada no gráfico. Caso o preço volte a superá-la, essa movimentação pode reforçar a leitura de que a correção atual foi um pullback após o teste de rompimento da linha de tendência de baixa.
Portanto, não se trata simplesmente de dizer que a resistência foi rompida e que o movimento continuará. O que temos é uma estrutura de longo prazo interessante, um teste recente de rompimento no gráfico diário e, nos tempos menores, regiões que podem ajudar a mostrar se o preço conseguirá sustentar esse movimento ou se voltará para dentro da estrutura anterior. Agora é acompanhar principalmente o comportamento do preço e do volume. Como sempre, o mercado é soberano.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
XAUUSD - Possibilidade de COMPRA📊 Contexto: Mercado reage forte partindo de uma região de demanda macro (bloco h4), entra forte fluxo e o preço vem respeitando um orderflow comprador.
Muito perto de capturar uma liquidez no topo o mercado constrói mais liquidez nas máximas, o que fortalece ainda mais a compra, já que a liquidez é um imã pro preço.
Pelo fato da região de compra estar acima de 50% da perna de alta, existe uma probabilidade do preço querer fazer uma correção mais profunda.
🎯 Ideia: O melhor cenário seria o preço fazer uma correção em bandeira até no bloco m15 + POC com ângulo de inclinação menor que 60° e que ao longo da correção ele construa liquidez e induza compradores antes do bloco.
📍 Região de interesse: Preço parte de uma forte região de demanda do h4 e pode gerar um forte movimento, mas o alvo inicial seria a primeira captura de liquidez acima.
⚠️ A ideia é baseada SMC, leitura do preço, liquidez e contexto. A confirmação do movimento é necessária antes da entrada e se dá principalmente pela forma como o preço chega pra ativar a entrada.
#tradingview #trading #priceaction #leituradopreco #liquidez
BTCUSD - Reacumulação de Wyckoff📊 Contexto: Após forte movimentação de alta, o BTC para antes de realizar a captura de liquidez macro no topo e começa a formar uma estrutura de distribuição, porém ao longo da construção se percebe que é uma reacumulação de Wyckoff, realizando uma pequena captura de liquidez intermediária no topo e realizando agora o último processo de captura de liquidez no fundo (SPRING) em uma região de demanda forte (bloco H2).
🎯 Ideia: Aguardar uma quebra de estrutura de alinhamento de fluxo pelo m15 ou até mesmo pelo m5 visando surfar toda essa movimentação de alta.
📍 Região de interesse: A primeira região de interesse é a captura de liquidez total no topo, região do 82826.
#tradingview #trading #priceaction #leituradopreco #liquidez
BTC/USDT: O Mapa dos Blocos
Análise do Bitcoin sob a ótica da estrutura de mercado (SMC) e do rastreamento de ordens pendentes. O gráfico diário revela um cenário onde o rastro dita o ritmo da movimentação.
Pontos Técnicos Fundamentais:
1. Bases de Acumulação (Bullish Order Blocks):
Notem como as caixas verdes serviram como o suporte estrutural definitivo para o rastro atual. Tecnicamente, estas zonas representam locais onde as instituições "empilharam" ordens de compra. A mitigação sucessiva dessas bases sem a quebra do fundo anterior confirma a força da tendência macro.
2. Barreira de Oferta Imediata (Bearish Base):
O ativo encontra-se atualmente testando uma zona de oferta local (caixa vermelha) na região dos $80k - $83k. Este nível é o campo de batalha atual, onde observamos a absorção das ordens de venda remanescentes do topo anterior. O fechamento sustentado acima desta zona configurará um novo rompimento de estrutura (MSB).
3. Ímãs de Liquidez (Zonas Não Mitigadas):
Acima do preço atual, o radar identifica alvos magnéticos representados pelas linhas vermelhas tracejadas. Estas são zonas de liquidez (Sell Stops) onde players institucionais tendem a buscar contraparte para suas posições. O rastro aponta para patamares superiores caso a estrutura atual de suporte seja mantida.
4. Identificação de Topos (Sinais Bear):
O detector de exaustão estrutural mapeou perfeitamente os picos locais, permitindo identificar onde a agressão compradora perdeu o fôlego temporariamente. Atualmente, monitoramos a inclinação do fluxo para validar se o topo atual é uma distribuição ou apenas uma pausa para reacumulação.
Conclusão:
A "beleza" do gráfico reside na sua organização lógica. Enquanto o preço respeitar as bases institucionais de demanda, o viés permanece de expansão. O segredo da consistência é reagir às zonas de alta probabilidade, e não tentar prever o movimento no "escuro".
SOL/USDT: Rompimento OCOI
A análise atual da Solana (SOL) no gráfico diário apresenta um dos setups estruturais mais significativos do ciclo atual. Observamos a transição de uma fase de acumulação para um movimento impulsivo de alta, fundamentado pelos seguintes pontos técnicos:
1. Validação da Geometria de Reversão:
O ativo concluiu a formação de um padrão de Ombro-Cabeça-Ombro Invertido (OCOI). Este rastro geométrico sinalizou a exaustão da pressão vendedora em zonas de demanda históricas. O rompimento da "Neckline" ocorreu com forte deslocamento, confirmando a mudança na estrutura de mercado (Market Structure Break).
2. Sustentação em Bases de Demanda (Order Blocks):
Notem como o preço utilizou as Bullish Bases (caixas verdes) identificadas anteriormente como suporte dinâmico. A mitigação dessas zonas de ordens pendentes serviu de combustível para a reação atual, provando que o "Smart Money" defendeu ativamente os patamares de preço entre $76 e $84.
3. Alvos de Liquidez e Projeção:
Com a estrutura de alta confirmada, o preço agora atua como um ímã em busca de liquidez nas extremidades superiores. Os alvos imediatos situam-se nas zonas de Sell Stops (linhas vermelhas tracejadas) e nas antigas bases de oferta que ainda não foram mitigadas, com foco nas regiões de 145 ∗e∗ 170.
4. Momentum e Fluxo:
A inclinação positiva e a força do candle atual sugerem uma urgência compradora institucional. O gerenciamento de risco deve agora priorizar a proteção de lucros, observando se o preço sustentará o fechamento acima das resistências rompidas.
Conclusão:
O cenário para a Solana é de forte expansão. A confluência entre padrões estruturais e zonas de liquidez mapeadas oferece um roadmap claro para a continuidade da tendência macro.
BTC no 4H: Validação suporte média de 200Fala pessoal, passando para atualizar aquela nossa visão sobre o Bitcoin no 4H.
Lembra daquela região de suporte que comentamos dias atrás na faixa dos 75k, onde o preço testou a média móvel de 200 e o RSI desenhou aquela divergência de alta? Pois é, o mercado acabou respeitando bem essa região de exaustão vendedora.
O preço deu uma respirada importante, fez o movimento de recuperação que a gente monitorava e voltou para dentro da faixa do caixote, testando agora a parte superior perto dos 81k.
Vamos seguindo atentos aos próximos candles para ver se o preço ganha firmeza por aqui ou se teremos mais briga nessa zona.
AZZA3: Queda Exagerada ou Oportunidade?AZZA3 segue chamando atenção após a divulgação do resultado recente. A companhia apresentou uma correção no lucro líquido, que atualmente está na faixa de R$ 832 milhões. Mesmo assim, um ponto importante precisa ser destacado: a empresa nunca apresentou prejuízo em sua trajetória, mantendo uma consistência operacional relevante.
O que mais chama atenção neste momento é a distorção entre preço e fundamento. Enquanto os lucros cresceram ao longo dos anos, a cotação não acompanhou esse movimento, criando um desalinhamento gráfico e fundamentalista interessante para acompanhamento.
Quem acompanha meu trabalho sabe que gosto de utilizar alguns indicadores que me ajudam na construção gradual de posição, sempre buscando margem de segurança e eficiência na alocação de capital. Entre eles:
📌 Valor Intrínseco de Graham
📌 Preço Teto de Bazin
Hoje, o Valor Intrínseco de Graham da AZZA3 está em R$ 57,60.
Para termos noção da evolução, em 2012 esse valor era de apenas R$ 10,68.
Ou seja: o múltiplo vem crescendo de forma consistente ao longo dos anos, reflexo direto da evolução do LPA (Lucro por Ação). Vale lembrar que esse indicador perde sua configuração quando a empresa apresenta LPA negativo, algo que não ocorreu aqui.
Considerando a cotação atual, temos uma margem de segurança próxima de 184%, mostrando uma possível assimetria interessante entre preço e valor.
Já no Preço Teto, utilizando a média dos dividendos dos últimos 5 anos e buscando um retorno mínimo de 6% em dividend yield, chegamos em um valor de R$ 25,43. Isso ainda representa uma margem próxima de 25%.
No gráfico, porém, o cenário segue pressionado. Após os resultados, o papel entrou em forte movimento de queda, rompendo uma LTA importante e podendo buscar a região de R$ 9,80 segundo projeções de Fibonacci. Isso colocaria a ação abaixo do preço do IPO e também em mínima histórica.
Mesmo com a pressão gráfica no curto prazo, o consenso de 12 analistas aponta preço-alvo próximo de R$ 42,00, indicando potencial superior a 100% de valorização.
Diante deste cenário, vejo AZZA3 como uma possível oportunidade de alocação de capital, principalmente pelas margens de segurança apresentadas tanto nos fundamentos quanto nos indicadores utilizados na análise.
Ainda assim, é fundamental não ignorar os riscos. O mercado continua volátil e o gerenciamento de risco deve sempre fazer parte da estratégia do investidor. Por isso, considero prudente realizar aportes de forma gradual, respeitando o perfil de risco e estabelecendo pesos adequados para cada ativo dentro da carteira.
Lembre-se: diversificação e disciplina continuam sendo pilares essenciais no longo prazo.
Este material possui caráter exclusivamente educativo e informativo, não representando recomendação de compra ou venda de ativos.
Atenciosamente,
Investidor Consciente.
XAUUSD - Possibilidade de Compra📊 Contexto: No cenário macro o preço chega em uma região de demanda do h4 fazendo uma captura de liquidez e olhando o h2 percebe se o ângulo de inclinação da baixa característica de correção.
🎯 Ideia: Preço faz uma quebra de estrutura pelo m5 construindo liquidez acima de um bloco m2 + POC micro.
📍 Região de interesse: Alvo mínimo 5x1 confluindo com a 76.4%.
⚠️ A ideia é baseada em leitura de preço, liquidez e contexto. A confirmação do movimento é necessária antes da entrada e se dá principalmente pela forma como o preço chega pra ativar a entrada.
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Morning Call - 18/09/2026 - Japão elevou os Juros, mas Iene cai!Agenda de Indicadores:
USA – Triple Witching: vencimento trimestral simultâneo de opções sobre ações, opções sobre índices e contratos futuros de índices
10:15 – USA – Produção Industrial
Agenda de Autoridades:
9:35 – USA – Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed (Vota), participará de um bate-papo sobre testes de estresse do sistema financeiro.
14:35 – USA – Jeffrey Schmid, do Fed de Kansas City (Não Vota), fará um discurso sobre "Pagamentos, Bancos e o Federal Reserve" na Convenção Anual dos Bancos Comunitários Independentes do Colorado.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLV2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta nesta sexta-feira, beneficiados pela continuidade da queda do petróleo, que alivia parte das preocupações com a inflação após semanas de forte pressão dos preços de energia.
O petróleo recua pelo terceiro dia consecutivo, mesmo diante de novos ataques envolvendo a Arábia Saudita e os Houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã. O Brent spot cai cerca de 0,5% e volta à região de US$ 100 por barril, indicando que, ao menos nesta manhã, os traders estão dando maior peso aos sinais de melhora na oferta do que à nova escalada geopolítica.
A acomodação do petróleo ajuda a reduzir uma das principais fontes recentes de preocupação para a inflação americana. O choque de energia provocado pelo conflito no Oriente Médio vinha pressionando as expectativas de preços e contribuindo para a recente alta dos rendimentos dos Treasuries e para uma postura mais restritiva do Federal Reserve.
Além do cenário macroeconômico, a sessão desta sexta-feira terá um importante componente técnico. O mercado enfrenta o Triple Witching, vencimento trimestral simultâneo de opções sobre ações, opções sobre índices e contratos futuros de índices, evento que costuma elevar significativamente o volume negociado e pode ampliar a volatilidade, principalmente próximo da abertura e do fechamento do mercado.
Entre as grandes empresas de tecnologia, o desempenho é predominantemente positivo. Alphabet avança cerca de 2% e Nvidia sobe aproximadamente 1%, enquanto Apple recua 0,2% e é a única entre as sete maiores empresas de tecnologia a operar em território negativo.
Entre as ações individuais, Pharmaceuticals despenca quase 28% no pré-mercado depois de suspender temporariamente o recrutamento de participantes para os testes de um medicamento experimental contra depressão maior e transtorno bipolar, após relatos de efeitos colaterais.
Com o petróleo em queda e as preocupações inflacionárias apresentando algum alívio, Wall Street caminha para uma abertura positiva. O vencimento trimestral de derivativos, porém, pode distorcer os fluxos e aumentar a volatilidade ao longo da sessão, mesmo sem uma mudança relevante no cenário macroeconômico.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — recuam nesta sexta-feira, pressionados principalmente pelas ações de telecomunicações. Apesar das perdas, as bolsas europeias caminham para encerrar a semana com ganhos modestos, após a queda do petróleo e uma sequência de decisões de importantes bancos centrais.
O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 recua 0,6%, em um movimento de realização de lucros após acumular alta superior a 1% nas duas sessões anteriores.
O setor de telecomunicações lidera as perdas, com queda de 2%. Airtel Africa despenca 8,7% e registra o pior desempenho do STOXX 600, após a Bloomberg News informar que sua unidade Airtel Money considera reduzir o tamanho de sua oferta pública inicial em Londres.
Alimentos e bebidas recuam 1,1%, pressionados pela queda de 1,3% da Nestlé, depois que a Rússia assumiu o controle dos ativos locais da companhia suíça.
As seguradoras também operam sob pressão, com perdas de 1,2%. Helvetia Baloise, Prudential e Legal & General recuam aproximadamente 2% cada.
O setor de energia cai 0,6%, acompanhando o terceiro dia consecutivo de queda do petróleo. Os traders avaliam que eventuais interrupções na oferta da Arábia Saudita deverão permanecer limitadas, embora a commodity ainda seja negociada acima de US$ 100 por barril.
Na contramão, tecnologia avança 0,6% e representa o principal destaque positivo da sessão, impulsionada principalmente pelas fabricantes de semicondutores Aixtron e Infineon Technologies.
Apesar da queda desta sexta-feira, o STOXX 600 caminha para registrar seu primeiro ganho semanal em três semanas. A estabilização dos mercados de títulos e a recente queda do petróleo ajudaram a recuperar parte do apetite por risco, mesmo após o Federal Reserve elevar os juros nesta semana.
Entre os setores, saúde caminha para apresentar o melhor desempenho semanal, seguido por seguros. Na direção oposta, serviços financeiros e varejo aparecem entre os mais pressionados no período.
Com as principais decisões de juros da semana superadas, os traders passam a acompanhar as próximas declarações dos membros do Fed em busca de pistas sobre a continuidade do aperto monetário. Para Valentin Bissat, economista-chefe da Mirabaud Asset Management, será importante observar como os diferentes integrantes do banco central avaliam o equilíbrio entre crescimento e inflação.
No cenário internacional, também ganham importância os desdobramentos antes do encontro previsto para a próxima semana entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping.
Especial: Decisão de Juros do BoJ
O Banco do Japão elevou sua taxa básica de juros de 1,00% para 1,25% nesta sexta-feira, atingindo o maior nível em 31 anos e dando mais um passo no processo de normalização monetária após décadas de juros extremamente baixos.
A decisão foi aprovada por 7 votos a 2 e veio em linha com a expectativa predominante do mercado. Mais importante do que a alta de 25 pontos-base, porém, foi a mudança de discurso do governador Kazuo Ueda: o BoJ considera que entrou em uma nova fase da política monetária.
Com a inflação subjacente se aproximando de 2%, o objetivo deixa gradualmente de ser estimular os preços até a meta e passa a ser impedir que a inflação ultrapasse 2% de maneira persistente.
"Se os riscos de a inflação subjacente ultrapassar os 2% se materializarem, isso poderá ter um impacto negativo na economia do Japão. É importante estabilizar a inflação subjacente em 2%. Nossa fase de política monetária mudou", afirmou Ueda.
BoJ entra em uma nova fase
A declaração representa uma mudança importante para um banco central que passou grande parte das últimas décadas tentando combater inflação baixa ou deflação.
Agora, o risco começa a mudar de direção.
Neste contexto, Ueda deixou claro que o BoJ está disposto a agir preventivamente caso identifique sinais de que a inflação poderá permanecer acima da meta, não descartando aumentos consecutivos dos juros e nem movimentos de 50 pontos-base.
A mensagem indica que o BoJ pretende manter flexibilidade para acelerar o aperto monetário caso salários, preços e expectativas de inflação apresentem uma dinâmica mais forte do que o esperado.
Dois votos dissidentes limitam a mensagem agressiva
Apesar da comunicação mais firme de Ueda, a votação trouxe uma surpresa.
Os membros Toichiro Asada e Ayano Sato votaram pela manutenção dos juros, defendendo maior paciência antes de um novo aumento.
A decisão por 7 a 2 reduziu parte da leitura mais agressiva da reunião e mostrou que ainda existe resistência dentro do conselho à velocidade do processo de normalização.
Para Hirofumi Suzuki, estrategista-chefe de câmbio do SMBC, a alta estava amplamente incorporada aos preços, mas os dois votos dissidentes surpreenderam e reduziram as expectativas de novos aumentos no curto prazo.
Esse contraste ajuda a explicar uma reação aparentemente contraditória do mercado: o BoJ elevou os juros e adotou um discurso mais preocupado com a inflação, mas o iene caiu.
Por que o iene caiu mesmo com a alta dos juros?
O iene chegou a recuar cerca de 1%, para 157,55 por dólar, atingindo o menor nível desde 3 de setembro.
Como o aumento para 1,25% já estava amplamente precificado, a atenção dos traders se concentrou nas pistas sobre os próximos movimentos.
Os dois votos contrários à alta reduziram a percepção de que o BoJ necessariamente acelerará o aperto monetário nas próximas reuniões. Em outras palavras, a decisão foi agressiva no longo prazo, mas não suficientemente agressiva para provocar uma forte reprecificação da trajetória dos juros no curto prazo.
Para Vasu Menon, do OCBC, a reunião aponta para uma postura moderadamente mais restritiva no médio prazo, mas a comunicação imediata não foi forte o suficiente para provocar uma valorização significativa do iene.
A reação mostra que, para a moeda japonesa, não basta o BoJ elevar os juros: é necessário que o mercado passe a esperar uma trajetória de juros mais alta e mais rápida do que aquela que já estava precificada.
Juros entram na faixa considerada neutra
Outro aspecto importante da decisão é que a taxa de 1,25% coloca os juros japoneses dentro da faixa estimada pelo próprio BoJ para a chamada taxa neutra nominal, calculada entre aproximadamente 1,1% e 2,5%.
A taxa neutra representa, em teoria, um nível de juros que não estimula nem restringe significativamente a atividade econômica.
Isso significa que cada nova alta poderá exigir uma avaliação mais cuidadosa.
O primeiro aumento em três meses também representa mais um passo para longe do regime de juros extremamente baixos que, durante décadas, transformou o iene em uma das principais moedas de financiamento do mercado global.
Ainda assim, os juros japoneses permanecem consideravelmente abaixo dos observados em outras grandes economias. O BCE está em 2,50%, enquanto o Fed mantém os Fed Funds entre 3,75% e 4,00%.
Esse diferencial continua sendo um fator importante para o comportamento do iene.
Mercado espera novas altas
Analistas esperam que os juros possam chegar a 1,50% até março de 2027 e posteriormente a 1,75% no segundo trimestre do próximo ano, com a maioria projetando uma taxa terminal de pelo menos 1,75%.
Ueda, porém, deixou aberta uma faixa consideravelmente maior de possibilidades ao não descartar movimentos consecutivos ou aumentos de 50 pontos-base.
A evolução dos salários, da inflação subjacente e do iene deverá determinar até onde o banco central poderá avançar.
Bolsa sobe com iene mais fraco
O Nikkei chegou a avançar cerca de 2% durante a sessão e encerrou o dia com alta de 1,4%, beneficiado principalmente pela desvalorização do iene.
Uma moeda mais fraca favorece grandes empresas exportadoras japonesas ao aumentar, quando convertidos para ienes, os lucros obtidos no exterior.
Os rendimentos títulos públicos japoneses, por outro lado, recuaram após a decisão, refletindo a dissidência dos votos.
O que muda para o trader?
A principal mensagem desta reunião não está nos 25 pontos-base. Está na mudança de regime da política monetária japonesa.
Durante décadas, a pergunta para o BoJ era: como gerar inflação suficiente para alcançar 2%? Agora, a pergunta começa a ser outra: quanto será necessário elevar os juros para impedir que a inflação ultrapasse 2% de maneira persistente?
Ao mesmo tempo, os dois votos dissidentes mostram que esse processo provavelmente não será linear.
Para os traders, três variáveis passam a ser fundamentais: inflação subjacente, crescimento dos salários e velocidade dos próximos aumentos dos juros. São elas que deverão determinar se a normalização será gradual ou se o BoJ precisará acelerar o processo.
Banco do Japão sobe juros para máximo de 31 anos
O Banco do Japão subiu esta manhã a taxa de juro em 25 pontos base, para 1,25%, o nível mais elevado em 31 anos. Apesar de a decisão já estar amplamente descontada pelo mercado, o iene desvalorizou face ao dólar, com o par dólar/iene a ultrapassar os 157. A subida foi aprovada por sete votos a favor e dois contra. Os dois votos contra surpreenderam parte do mercado e foram interpretados como um sinal de menor consenso em torno de um aperto monetário mais rápido, reduzindo as expectativas de novas subidas no curto prazo. A decisão acompanha a tendência global para uma política monetária mais restritiva, depois da subida anunciada esta semana pela Fed e da decisão do BCE na semana anterior, num contexto de pressões inflacionistas associadas aos preços da energia. Ainda assim, a taxa japonesa continua muito abaixo das taxas diretoras dos Estados Unidos e da zona euro, o que mantém a pressão sobre o iene.
Henrique Valente – ActivTrades
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Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Direção: Venda (Short), apostando na queda do preço após a perdaEntrada: Zona entre os 81.067 e 81.376.
Stop Loss (Risco): Definido na faixa dos 82.564.
Take Profit (Alvo): Direcionado para o suporte entre 79.489 e 79.179.
Contexto: O RSI a descer de zonas mais altas apoia a correção de curto prazo, embora as médias móveis apontem que a tendência principal anterior era de alta
BITSTAMP:BTCUSD
B3SA3: Compressão de Volatilidade em Topo e Potencial Power BreaApós desenhar uma sólida estrutura de fundo duplo na faixa dos R$ 14,07 – R$ 14,11 em meados de agosto, B3SA3 desenvolveu um rali vertical de recuperação que levou a cotação direto ao teste da resistência em R$ 17,80 – R$ 17,92.
Nas últimas sessões, o ativo deixou de subir em linha reta e passou a trabalhar dentro de uma congestão estreita no topo (formato de bandeira/retângulo), um comportamento típico de digestão antes de nova expansão direcional.
Pontos Técnicos em Destaque
Compressão de Volatilidade (ATR): O True Range médio (ATR 14) aliviou de picos anteriores para a faixa de 0,53, refletindo o encurtamento dos candles. Essa contração de volatilidade logo abaixo de uma resistência maior costuma anteceder rompimentos explosivos (Power Breakout).
Médias Móveis e Suporte Dinâmico: A MME9 (R$ 17,39) já alcançou o miolo da consolidação e oferece suporte imediato. A MM21 (R$ 16,69) segue em forte ascensão, reduzindo gradativamente o afastamento excessivo gerado pela perna inicial.
Comportamento do Volume: O volume financeiro diário secou de forma progressiva durante a lateralização, confirmando que não há pressão vendedora expressiva no topo e sim acúmulo de liquidez.
Zonas Técnicas e Níveis Críticos
🔴 Resistência Principal (R$ 17,92 – R$ 17,95): Topo da consolidação atual e barreira decisiva para destravar a continuidade da alta.
⚪ Cotação Atual (R$ 17,59): Meio do retângulo / compressão de preços.
🟡 Suporte Imediato (R$ 17,35 – R$ 17,39): Mínima da congestão em confluência com a MME9 diária.
⚠️ Suporte Crítico / Stop (R$ 17,00 – R$ 17,01): Retração de 23,6% de Fibonacci da pernada recente.
🟢 Alvo Projetado (R$ 18,90 – R$ 19,00): Retração de 78,6% de Fibonacci / topo relevante anterior.
Cenários Operacionais
Cenário Altista (Rompimento do Power Breakout): Fechamento diário acima de R$ 17,95 com expansão de volume ativa a continuidade da tendência de recuperação, projetando alvos em R$ 18,90 e, posteriormente, a máxima do ano em R$ 20,30.
Cenário de Correção / Falha: Caso perca a base da bandeira e feche abaixo de R$ 17,35, o ativo abre espaço para um recuo corretivo mais profundo em direção à MM21 diária (atualmente em R$ 16,69) e suporte de Fibo em R$ 17,01 antes de qualquer nova tentativa de alta.
Você vê força para romper os R$ 17,95 direto ou espera um teste na MM21 antes? Compartilhe sua visão abaixo!
Análise Técnica Profissional de BTC/USDEstrutura do Mercado
No gráfico de 45 minutos do BTC/USD, o preço apresentou um forte movimento de alta após reagir na zona de demanda de **75.500–76.200 USD**. Após romper níveis anteriores de resistência, a estrutura do mercado tornou-se altista, com formação de **máximas mais altas (HH)** e **mínimas mais altas (HL)**.
Zonas de Resistência
• **81.800–82.200 USD** — principal zona de resistência e oferta no curto prazo.
• A reação do preço nessa região será importante para determinar o próximo movimento.
• Um fechamento sólido de 45 minutos acima de **82.000 USD** poderá confirmar a continuidade do impulso de alta.
Zonas de Suporte
• **80.800–81.200 USD** — primeiro suporte de curto prazo.
• **78.000 USD** — suporte estrutural importante e antiga região de rompimento.
• **75.500–76.200 USD** — principal zona de demanda, de onde teve início o movimento atual de alta.
Cenário de Alta
Caso o preço rompa com força a região de **81.800–82.200 USD** e consiga se manter acima dela no gráfico de 45 minutos, o impulso altista poderá continuar. Um reteste de **82.000 USD** como suporte seria uma confirmação importante da continuidade da tendência.
Cenário de Baixa
Se o preço sofrer uma rejeição forte na região de **81.800–82.200 USD**, poderá ocorrer realização de lucros e uma correção de curto prazo. A perda da última **mínima mais alta (HL)** seria um sinal adicional de enfraquecimento da estrutura altista.
Visão Geral
A estrutura de curto prazo do BTC/USD permanece **altista**, porém o preço está próximo de uma zona importante de resistência. Por isso, é importante observar a reação em torno de **82.000 USD**, bem como um possível rompimento seguido de reteste.
XAUUSD — Pullback bullish em direção ao suporte H1Market Pulse
O ouro terminou a semana com uma base mais firme, apoiado pela descida dos preços do petróleo, que reduziu parte da pressão inflacionista. O metal registou o seu primeiro ganho semanal em quatro semanas. No entanto, o dólar americano continua firme e os mercados ainda veem cerca de 55% de probabilidade de uma nova subida das taxas da Fed em outubro, por isso o cenário macro é favorável, mas ainda não totalmente bullish.
What the Chart Says
O XAUUSD continua a mostrar uma recuperação construtiva no H1 depois do forte rebound a partir da zona de demand inferior.
O preço atingiu a zona 4.390–4.400 e depois começou um pullback. Isto é normal depois da recente expansão bullish.
A principal zona que estou a observar é 4.325–4.345. Esta área combina estrutura anterior, suporte Fibonacci e a zona de tendência ascendente.
Se os compradores defenderem esta área, o ouro poderá formar mais um higher low e recuperar em direção aos máximos recentes.
O primeiro teste de alta continua em 4.390–4.400. Um breakout limpo acima desta resistência poderá abrir caminho para uma continuação mais forte.
Levels That Matter
4.398–4.410 — Resistência principal
4.370–4.380 — Estrutura atual
4.325–4.345 — Principal zona de pullback / suporte
4.235–4.245 — Principal zona de demand
My Main Plan
O plano principal continua bullish.
Prefiro esperar por um pullback controlado em direção a 4.325–4.345 em vez de perseguir o preço perto dos máximos.
Se os compradores regressarem com confirmação clara, o ouro poderá recuperar novamente em direção a 4.390–4.400.
What I Need to See
Quero ver o pullback manter-se acima da principal zona de suporte e formar mais um higher low.
Uma quebra sustentada no H1 abaixo de 4.325 enfraqueceria o setup imediato de continuação bullish.
Final Read
A recuperação no H1 continua construtiva, mas o ouro ainda está a negociar abaixo de uma importante zona de resistência.
Por agora, prefiro esperar pelo pullback e por confirmação bullish antes de seguir o próximo movimento de alta.
Pullback Antes de um Novo Teste da BSLAnálise Fundamental
O ouro mantém-se firme depois de registar o seu primeiro ganho semanal em quatro semanas, apoiado pela descida dos preços do petróleo e por uma ligeira redução da pressão inflacionista. No entanto, o dólar americano continua próximo de máximos de sete semanas, as yields dos Treasuries estão em torno de 5% e os mercados continuam a atribuir aproximadamente 55% de probabilidade a uma nova subida das taxas da Fed em outubro.
Análise Técnica
No timeframe H1, o ouro mantém uma estrutura construtiva após o recente BOS de alta, mas o preço aproxima-se agora da zona 4.395–4.410 BSL / Major Resistance.
O setup de continuação mais limpo consiste em aguardar um pullback controlado até à zona OB + Fibo de 4.348–4.368. Se os compradores defenderem esta área, a próxima onda de alta poderá voltar a testar a liquidez superior.
O Volume Profile também mostra uma importante zona de equilíbrio inferior em torno do POC 4.300–4.318.
Níveis-Chave Importantes
4.395–4.410 — BSL / Major Resistance
4.348–4.368 — OB + Fibo
4.300–4.318 — POC
4.235–4.250 — SSL / Major Support
Cenário de Trading
A prioridade de compra continua a ser um pullback até 4.348–4.368, seguido de uma confirmação de alta no H1.
Target: 4.395–4.410 BSL
Invalidation: Aceitação do preço abaixo da zona OB + Fibo no H1.
Visão Geral
A estrutura de curto prazo continua construtiva, mas comprar diretamente abaixo da BSL oferece um posicionamento menos atrativo. Um pullback até à zona de suporte poderá proporcionar um setup de continuação mais limpo.
Será que o ouro vai voltar a testar primeiro a zona OB + Fibo antes de romper o nível de 4.400?
XAUUSD — 4400 É a Zona de Armadilha XAUUSD — 4400 É a Zona de Armadilha
O ouro nos deu uma semana confusa, mas a história é na verdade bem clara.
No início da semana, os vendedores estavam no controle após o preço não conseguir manter a faixa mais alta. Cada recuperação estava sendo vendida, e o ouro continuava a cair em direção à área de desconto. Então vimos o mercado defender a zona de 4.235 - 4.280, o que criou aquela recuperação de curto prazo até o final da semana.
Mas aqui está a parte que não quero ignorar.
Essa recuperação agora está avançando diretamente para uma área de mitigação de baixa em torno de 4.390 - 4.410. É onde os compradores presos da quebra anterior podem encontrar os vendedores novamente. Acima disso, a zona de oferta mais forte do HTF está em torno de 4.445 - 4.465. Então, mesmo que o ouro tenha se recuperado bem das baixas, a estrutura maior ainda não está totalmente reparada.
Em linguagem simples de SMC: o ouro varreu a liquidez mais baixa, recuperou-se do desconto e agora está retestando uma zona onde os vendedores podem defender a tendência.
O preço atual em torno de 4.378 está no meio. Não é barato o suficiente para comprar. Não é alto o suficiente para vender cegamente. É por isso que a paciência importa aqui.
Minha visão principal ainda é de baixa enquanto o ouro permanecer abaixo de 4.410 - 4.465.
Se o preço rejeitar da zona de mitigação de baixa, eu esperaria um recuo em direção ao OB de alta em torno de 4.295 - 4.310. Essa zona é importante. Se os compradores a defenderem, o ouro pode construir outra recuperação. Mas se o preço romper abaixo desse OB, a próxima liquidez do lado de venda em torno de 4.260 - 4.235 fica exposta novamente.
Para os touros assumirem o controle real, o ouro precisa romper acima de 4.465 e manter. Sem isso, qualquer movimento em direção à oferta ainda parece uma possível armadilha.
Zonas de preço chave para observar
Área de preço atual: 4.378
Zona de mitigação de baixa: 4.390 - 4.410
Zona de oferta do HTF: 4.445 - 4.465
Suporte principal de reação: 4.295 - 4.310
Liquidez mais baixa do lado de venda: 4.260 - 4.235
Confirmação de alta: rompimento limpo acima de 4.465
Invalidação para visão de baixa: fechamento forte acima de 4.465
Por enquanto, estou lendo isso como uma recuperação em direção à resistência, ainda não uma reversão de alta limpa.
Você acha que o ouro rejeita primeiro de 4.400 ou avança para a oferta do HTF antes de cair?
XAUUSD — 4,500 É o Verdadeiro Teste XAUUSD — 4,500 É o Verdadeiro Teste
O ouro está tentando se recuperar, mas este não é o tipo de gráfico em que eu quero me emocionar cedo demais.
Depois da forte venda a partir da máxima do final de agosto, o preço rompeu a estrutura bullish limpa e começou a construir uma correção bearish mais ampla. Esse dano estrutural maior ainda está presente. Mas agora o ouro está se mantendo em torno da área de 4,350 e, mais importante, o preço voltou a fechar acima da zona da SMA de 100 dias perto de 4,320. Isso me diz que os compradores ainda não desapareceram totalmente.
O lado macro também apoia essa pausa. O USD está sendo negociado de forma mais calma, enquanto os preços do petróleo e os rendimentos dos Treasuries dos EUA recuam, e o RSI no gráfico diário está em uma zona mais neutra. Em palavras simples, os vendedores ainda têm a estrutura maior, mas não estão pressionando com a mesma força neste momento.
Pela visão SMC, a recuperação atual parece um movimento a partir da área de bullish OB / demand em torno de 4,250 - 4,290. Enquanto o preço se mantiver acima de 4,320 - 4,330, acredito que o ouro pode continuar subindo em direção à internal supply e ao bearish mitigation block em 4,460 - 4,500.
Mas aqui está a armadilha: um movimento para 4,480 - 4,500 não significa automaticamente que o ouro voltou a ser bullish. Essa é exatamente a área onde os vendedores podem tentar recarregar. Ela também está perto da estrutura anterior rompida, então compradores atrasados podem facilmente ficar presos se o preço rejeitar ali.
Minha visão principal é de bullish recovery no curto prazo enquanto o ouro permanecer acima de 4,320, mas vou tratar 4,460 - 4,500 como a verdadeira zona de decisão. Se os compradores recuperarem essa área de forma limpa, o ouro pode abrir uma recuperação mais ampla em direção a 4,600 - 4,635. Mas se o preço rejeitar ali, o mercado pode girar novamente para baixo em direção a 4,300 e possivelmente 4,250.
Zonas de preço importantes para observar
Zona de reação atual: 4,350 - 4,365
Suporte principal / área da SMA de 100 dias: 4,320 - 4,330
Bullish OB / zona de demand: 4,250 - 4,290
Internal supply / bearish mitigation block: 4,460 - 4,500
HTF bearish OB: 4,630 - 4,690
Principal suporte de baixa: 4,030 - 4,060
Bullish confirmation: recuperação limpa acima de 4,500
Bearish rejection signal: falha em torno de 4,460 - 4,500
Invalidação da recovery: rompimento limpo e manutenção abaixo de 4,320
Você acha que o ouro consegue recuperar 4,500, ou essa recuperação está apenas preparando outra reação de venda a partir da supply?
XAUUSD — Retest bullish após a recuperação pós-FedMarket Pulse
O ouro está a manter a recuperação pós-Fed, apoiado por preços do petróleo mais baixos, um dólar americano mais fraco e yields dos Treasuries em queda, o que dá algum espaço aos compradores.
No entanto, a Fed voltou a apertar a política monetária e continuam a ser possíveis novas subidas de taxas. Isto significa que o ouro poderá permanecer volátil mesmo que a recuperação de curto prazo continue.
What the Chart Says
O XAUUSD mostra uma estrutura bullish mais forte no H1 depois da recuperação acentuada a partir da zona dos 4.260.
O preço rompeu acima do CHoCH anterior e atingiu a principal zona de resistência 4.390–4.400 antes de iniciar o pullback atual.
O ouro está agora a negociar perto de 4.369, próximo da trendline ascendente de suporte.
A primeira zona que estou a observar é 4.348–4.358. Esta área fica perto da estrutura de breakout anterior e poderá tornar-se o primeiro ponto onde os compradores regressam.
Se a correção se tornar mais profunda, 4.325–4.337 é a zona de suporte mais forte abaixo.
Enquanto estas áreas se mantiverem, o movimento atual continua a parecer mais um pullback bullish do que uma reversão completa.
Levels That Matter
4.398–4.410 — Resistência principal
4.365–4.370 — Trendline ascendente / estrutura atual
4.348–4.358 — Primeira zona de pullback
4.325–4.337 — Principal zona de suporte
4.260–4.270 — Swing low pós-Fed
My Main Plan
O plano principal continua bullish.
Prefiro esperar que o ouro complete o pullback em torno de 4.348–4.358.
Se os compradores defenderem esta zona e surgir confirmação bullish, o preço poderá recuperar novamente em direção a 4.390–4.400.
Um movimento mais profundo para 4.325–4.337 ainda poderá oferecer um setup de continuação válido se o suporte se mantiver.
What I Need to See
Quero ver a estrutura ascendente manter-se intacta e o pullback formar mais um higher low.
Uma quebra sustentada no H1 abaixo de 4.325 enfraqueceria o setup bullish imediato e aumentaria o risco de uma correção mais profunda.
Final Read
A estrutura H1 continua a favorecer os compradores depois da forte recuperação pós-Fed, mas o ouro está agora a corrigir a partir da resistência.
Por agora, prefiro esperar pelo pullback e por confirmação bullish em vez de perseguir o preço para cima, com 4.398–4.410 a permanecer como a principal zona de alta.






















