Guerra: quem está assumindo o risco? O petróleo bruto dos EUA deve disparar quando o mercado abrir. Isso ocorre após os ataques dos EUA e de Israel ao Irã.
O Barclays afirmou que o Brent pode chegar a US$ 100 por barril quando as negociações começarem, embora essa seja uma afirmação bastante vaga. Qualquer movimento de alta é tecnicamente “aproximar-se” de US$ 100. Estimativas mais conservadoras sugerem um movimento inicial de cerca de US$ 3 a US$ 10.
O petróleo bruto dos EUA fechou na sexta-feira a US$ 67,02 por barril, e os futuros do Brent fecharam a US$ 73,2.
O pior cenário é um ataque do Irã à Arábia Saudita, aliada dos EUA, e à sua infraestrutura petrolífera.
No entanto, também existe uma possível saída. O presidente Donald Trump afirmou no domingo que o Irã quer dialogar e que ele concordou em fazê-lo.
Ideias da comunidade
Nasdaq cai apesar de resultados fortes da Nvidia
O Nasdaq está a negociar abaixo dos 25,000 pontos esta manhã, continuando a tendência em baixa da sessão anterior. Na quinta-feira os índices americanos caíram acentuadamente, apesar de a Nvidia ter apresentado resultados acima do esperado por Wall Street. A justificação recorrente é que os investidores estão nervosos com as avaliações elevadas das tecnológicas ligadas à inteligência artificial. Os investidores questionam se os gastos capex trarão o crescimento necessário para sustentar as avaliações atuais. Esta reação sugere que o mercado começa a exigir provas mais concretas de retorno sobre o investimento em IA, num contexto de taxas reais elevadas, o que limita a tolerância a avaliações exigentes.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
O real está melhorando ou é o dólar que está piorando?Toda vez que o dólar cai frente ao real, surge a mesma pergunta: é mérito nosso ou demérito deles? A resposta, olhando os dados friamente, é menos patriótica do que parece. O movimento recente tem muito mais a ver com um enfraquecimento global do dólar do que com uma transformação estrutural da economia brasileira.
O primeiro ponto é observar o comportamento do dólar contra o mundo, não apenas contra o real. O índice DXY vem mostrando perda de força há mais de 1 ano, e como a maior parte dos traders sabe (ou deveria), quando o DXY cai, significa que o dólar está se desvalorizando de forma ampla. Não é um fenômeno isolado contra o Brasil, mas sim uma dinâmica global.
Se ampliarmos a lente para mercados emergentes, o quadro fica ainda mais claro. Não é só o real que está se valorizando; por exemplo, o peso mexicano, rand sul-africano, iuan chinês e outras moedas emergentes também vêm ganhando terreno frente ao dólar. Isso aponta para uma rotação de fluxo internacional em direção a ativos de maior risco, geralmente estimulada por expectativa de juros mais baixos nos Estados Unidos ou menor percepção de risco sistêmico.
Isso não significa que o real não tenha seus próprios fundamentos. O diferencial de juros ainda é relevante e o fluxo estrangeiro para bolsa e renda fixa ajuda. O Brasil, apesar de seus ruídos fiscais crônicos, tem mantido certa estabilidade macro comparada ao passado recente. Mas nada disso explica sozinho um movimento consistente se o dólar estivesse estruturalmente forte, isto é, se o DXY estivesse subindo, dificilmente o real estaria performando dessa forma.
Não existe “força” isolada, mas sim uma comparação entre os pares relevantes. E hoje a comparação favorece moedas fora do eixo central porque o dólar perdeu tração global. O motor primário está nos Estados Unidos: expectativa de política monetária menos restritiva, ruídos fiscais e redução do prêmio de segurança, e o real está surfando essa onda.
Portanto, o real está melhor, sim, mas dentro de um contexto em que o dólar está pior. Não é uma história de excepcionalismo brasileiro, mas de ciclo global. Além disso, precisamos lembrar que temos uma eleição pela frente que deve colocar uma pimentinha nessas percepções e narrativas.
Morning Call - 23/02/2026 - Tarifas de Trump e GeopolíticaAgenda de Indicadores:
CHN – Feriado de Ano Novo Lunar
JP – Feriado de Aniversário do Imperador
8:25 – BRA – Boletim Focus
10:30 – USA – Índice de Atividade Nacional do Fed de Chicago
12:00 – USA – Encomendas à Indústria
12:00 – USA – Pedidos de Bens Duráveis
12:30 – USA – Índice de Atividade das Empresas do Fed de Dallas
Agenda de Autoridades:
14:00 – USA – Christopher Waller, governador do Conselho do Fed (Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas na 42ª Conferência Anual de Política Econômica da Associação Nacional de Economia Empresarial, intitulada "O Grande Realinhamento: Navegando pelas Mudanças na IA, Demográficas e Geoeconômicas".
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Real
Na sexta-feira, após Donald Trump anunciar a implementação de uma tarifa global de 10% para substituir as medidas anteriormente derrubadas pela Justiça, o dólar voltou a recuar nos mercados internacionais. O movimento favoreceu principalmente moedas emergentes e de países exportadores de commodities. Nesse ambiente, o real registrou a segunda maior valorização entre as 33 divisas mais líquidas acompanhadas pelo mercado, ficando atrás apenas do peso argentino.
Brasil e Índia
Durante visita oficial à Índia, o presidente Lula firmou 11 acordos governamentais e institucionais com o país asiático. Entre os principais destaques está um memorando de entendimento voltado à cooperação em terras raras e minerais críticos — insumos estratégicos para cadeias industriais ligadas à transição energética e à tecnologia.
Na área da saúde, foi fechado um acordo de transferência de tecnologia para a produção de peptídeos — incluindo medicamentos injetáveis voltados ao tratamento da obesidade — além de parcerias para a fabricação de fármacos destinados ao combate ao câncer de pele, mama e leucemia.
Nesta segunda-feira, Lula segue agenda na Coreia do Sul, onde tem encontro previsto com o presidente Lee Jae-myung e reuniões com empresários, em busca de ampliar investimentos e cooperação bilateral.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em queda nesta segunda-feira, acompanhados pelo enfraquecimento do dólar. O movimento reflete a retomada do chamado “sell America trade”, em meio à incerteza gerada pela política comercial dos Estados Unidos.
Em busca de proteção, os traders impulsionaram o ouro e moedas consideradas refúgio, como o franco suíço. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX avança 1,2%, girando em torno dos 20 pontos.
No setor de tecnologia, empresas de cibersegurança registraram forte queda na sexta-feira após a Anthropic lançar um novo recurso de segurança em seu modelo Claude AI. Segundo a companhia, a ferramenta é capaz de identificar vulnerabilidades e sugerir correções em códigos, movimento que levantou dúvidas sobre o potencial de disrupção no segmento.
No campo financeiro, a Blue Owl Capital informou ter encontrado quatro compradores para um portfólio de US$ 1,4 bilhão em empréstimos, incluindo grandes fundos de pensão e sua própria seguradora. A iniciativa faz parte de um plano para recompor liquidez e atender a uma recente onda de pedidos de resgate por parte de investidores.
Trump, Tarifas e Suprema Corte
A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, por 6 votos a 3, invalidar as tarifas comerciais amplas impostas por Donald Trump com base em uma legislação voltada a situações de emergência nacional. A decisão representa um revés expressivo para o ex-presidente e adiciona novos elementos de incerteza ao comércio internacional.
A resposta da Casa Branca foi imediata. Trump afirmou que dispõe de “outras alternativas” para manter sua política tarifária e, amparado na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, anunciou uma tarifa global de 10% na sexta-feira, elevada para 15% no sábado. A medida, cumulativa às tarifas já em vigor, terá duração de 150 dias — cerca de cinco meses — com início previsto para esta segunda-feira (24).
Especialistas apontam que o arsenal jurídico disponível ao governo americano vai além da Seção 122. A Seção 201 permite a adoção de salvaguardas temporárias, como tarifas ou cotas, para proteger indústrias domésticas. Já a Seção 301 autoriza retaliações contra práticas consideradas desleais por parceiros comerciais. Há ainda a Seção 232, da Lei de Expansão Comercial de 1962, que possibilita tarifas por motivos de segurança nacional, e a Seção 338, da Lei Tarifária de 1930, que prevê sobretaxas de até 50% contra países acusados de discriminar produtos americanos.
Trump reconheceu que alguns acordos firmados sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) “não são mais válidos”, mas indicou que eventuais impedimentos judiciais serão contornados com novas medidas — inclusive com a possibilidade de alíquotas mais elevadas.
Segundo reportagem do Financial Times, Brasil e China deverão registrar as maiores reduções nas tarifas médias — de 13,6 e 7,1 pontos percentuais, respectivamente — embora ambos continuem sob pressão de Washington, acusados de manter “práticas comerciais injustas”.
Vale destacar que as tarifas impostas a setores específicos, como aço, alumínio e automóveis — fundamentadas em dispositivos legais distintos — permanecem em vigor e não foram afetadas pela recente decisão judicial.
No domingo, a Comissão Europeia cobrou que os Estados Unidos respeitem os termos do acordo comercial firmado no ano passado e detalhem com “total clareza” quais medidas pretendem adotar.
A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, alertou para os efeitos da instabilidade regulatória. “É preciso conhecer as regras de trânsito antes de entrar no carro. O mesmo se aplica ao comércio e aos investimentos. As pessoas querem fazer negócios, não se envolver em disputas judiciais”, afirmou.
Para Gregory Daco, economista-chefe da EY-Parthenon, o ambiente atual dificulta qualquer planejamento empresarial. “As tarifas são suspensas, depois reaparecem em 10%, no dia seguinte sobem para 15%. Sem previsibilidade, atividade, contratações e investimentos acabam sendo prejudicados”, avaliou.
Geopolítica – Irã e Estados Unidos
Após o presidente Donald Trump ter sinalizado na última sexta-feira a possibilidade de autorizar um ataque militar contra o Irã em meio às crescentes tensões em torno do programa nuclear, o governo de Teerã tem mantido aberta a porta para uma solução diplomática.
O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, afirmou neste domingo que ainda existe “uma boa chance” de que as negociações cheguem a um acordo pacífico sobre o programa nuclear, ressaltando que Teerã segue trabalhando em uma proposta formal que pode ser apresentada aos enviados dos EUA em Genebra, na Suíça, na próxima quinta-feira. O encontro envolverá o enviado especial americano Steve Witkoff.
Tanto o Irã quanto os mediadores têm expressado otimismo cauteloso. O ministro omanense dos Negócios Estrangeiros, Badr al-Busaidi, confirmou que a próxima rodada de conversas está confirmada, destacando um “impulso positivo” para avançar nas discussões.
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, também enfatizou nas redes sociais que as trocas de propostas recentes foram “práticas e encorajadoras”, embora tenha sublinhado que Teerã permanece preparado para todas as eventualidades, inclusive cenários adversos.
Fontes ligadas às negociações indicam que o Irã está disposto a considerar concessões no seu programa nuclear em troca de suspensão de sanções e reconhecimento do direito de enriquecimento de urânio para fins pacíficos.
O governo de Teerã também sinalizou disposição para ampliar a cooperação econômica com Washington. Autoridades iranianas indicaram que empresas americanas poderiam atuar como contratadas em projetos estratégicos nos setores de petróleo e gás, abrindo espaço para investimentos relevantes na indústria energética do país — um gesto visto para fortalecer a via diplomática e reduzir o risco de escalada militar.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção única nesta segunda-feira, próximos de suas máximas históricas. O mercado monitora os desdobramentos das novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos, após o revés judicial da última sexta-feira, avaliando possíveis impactos sobre cadeias globais e margens corporativas.
A maioria dos setores recua, com o segmento de tecnologia liderando as perdas ao cair 1,3%. Em contrapartida, bancos — mais expostos às economias domésticas e menos sensíveis ao comércio exterior — figuram entre os destaques positivos do dia.
No noticiário corporativo, a Enel avança 3,4% após anunciar a ampliação de seu plano de investimentos para os próximos três anos, com foco em projetos de energia renovável, especialmente na Europa e nos Estados Unidos.
Já a Johnson Matthey despenca cerca de 14% depois de concordar em revisar para baixo o valor de venda de sua divisão de tecnologias de catalisadores para a Honeywell. A decisão veio após desempenho abaixo do esperado da unidade no ano fiscal de 2025, marcado por adiamento de projetos e menor rentabilidade.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As bolsas asiáticas começaram a semana sem direção definida, enquanto as moedas da região avançaram, refletindo a pressão sobre o dólar em meio às incertezas envolvendo a política comercial dos Estados Unidos. Os mercados da China e do Japão permaneceram fechados devido a feriados locais, reduzindo a liquidez na região.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI subiu 0,7% e renovou máxima histórica, sustentado por um ambiente doméstico ainda favorável a ativos de risco e fluxo estrangeiro consistente.
Em Taiwan, no retorno do feriado, o TWSE 50 FTSE:TW50 avançou 0,4%. As ações da Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) recuaram 0,8%, limitando ganhos mais expressivos no índice.
O principal destaque positivo veio de Hong Kong, onde o Hang Seng HSI:HSI disparou 2,5%, com apenas seis empresas encerrando o pregão no campo negativo.
Já na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO caiu 0,6%. O setor de mineração foi o único a registrar desempenho positivo, enquanto os demais segmentos pressionaram o índice para baixo.
Bitcoin:Não Foi Falta de Aviso. Foi Excesso de Emoção!Se você chegou até aqui, parabéns. Você faz parte da minoria!
E quando digo que muitos estão presos, não falo apenas de posições. Falo de algo mais perigoso: narrativas que aprisionam a mente como:
“Dessa vez será diferente.”
“Segura que vai voltar.”
“Bitcoin só se compra, não se vende.”
“Teremos um ciclo estendido.”
Frases repetidas como mantras… que hoje colidem com a realidade.
E a realidade não negocia com crenças.
Quem permanece preso a essas narrativas escolhe lutar contra os fatos. E a realidade é generosa com quem está preparado, mas implacável com quem vive de esperança sem método, de fé sem estratégia, de convicção sem leitura de ciclo.
Quero deixar algo muito claro: eu gosto de Bitcoin. Muito.
Para mim, é um dos ativos mais relevantes da nossa geração.
Mas gostar de um ativo não significa ignorar seus ciclos.
O problema nunca foi acreditar no Bitcoin.
O problema foi acreditar nele no momento errado, com as intenções erradas, movido por ganância, e não por estratégia.
Bitcoin, assim como qualquer outro ativo, respeita ciclos.
Enquanto o ciclo não for invalidado, o mais racional é operar dentro dele.
Esse princípio parece óbvio.
Mas o mercado está cheio de pessoas inteligentes que pagaram caro por ignorá-lo.
Agora observe os estudos que mencionei no vídeo. Eles não eram opiniões soltas. Eram peças de um plano:
1 — Um mapa com rota definida:
🚀 BITCOIN SE PREPARANDO PARA EXPLODIR
2 — Um alerta contra a euforia dominante:
Bitcoin e o fim do ciclo de alta!
3 — O gatilho final, reforçando a leitura cíclica:
Bitcoin: Estamos Diante de um Novo Ciclo?
Percebe o padrão?
Não era sobre emoção.
Não era sobre promessas de multiplicação rápida.
Era sobre método.
Se você não entendeu os avisos, provavelmente não foi por falta de conhecimento. Talvez até tenha feito sentido para você. Mas era um plano racional. Frio. Sem promessas mirabolantes.
E isso não alimenta a euforia que muitos sentiam. Enquanto muitos torciam por uma realidade que não existia, alguns executaram um plano simples, objetivo e silencioso. Reduziram o ruído. Buscaram clareza. Agiram.
Agora, de nada adianta saber o que fazer se você não limpar a mente do que te impediu de agir quando deveria.
Aqui vão 5 princípios essenciais para viver o próximo ciclo de forma profissional:
1 — Não seja movido por emoções
Não sofra em excesso nas quedas. Não se torne ganancioso nas altas.
Se você não aprender a esfriar a mente, o mercado vai incendiar seu capital.
2 — Não invista no que você não entende
Entenda o ativo, seus riscos, seus impactos externos.
Não repita opiniões prontas. Estude. Questione.
Profissionais não operam no escuro, eles tem clareza.
3 — Não de “all in” sem critério
Concentrar pode ser estratégico. Apostar tudo por impulso é imprudência.
Quem defende “all in” geralmente faz isso no topo, ou descobre o topo depois que ele já passou e ficou preso.
Exposição deve respeitar seu perfil de risco e sua saúde emocional.
4 — Não repita os mesmos erros
Analise friamente suas decisões nesse ciclo.
Escreva. Documente. Seja honesto consigo.
Clareza gera evolução. Negação gera repetição.
5 — Não mude o plano no meio do jogo
Um plano só funciona se for seguido.
Disciplina é mais rara que inteligência.
E mesmo ao seguir profissionais, ajuste sua exposição à sua realidade.
E agora, uma última reflexão.
O próximo ciclo virá.
A pergunta não é “se”.
E sim: você estará preparado ou estará novamente preso a uma narrativa?
Se essa mensagem fez sentido para você, não guarde para si.
Envie para pelo menos cinco amigos investidores que precisam ler isso.
Porque o mercado não recompensa quem torce.
Ele recompensa quem se prepara.
E desta vez, você pode escolher estar do lado certo da história.
O Desconto de 20 Anos do Ibovespa em DólarSim, esse é um gráfico espetacular para o viés de confirmação dos comprados em bolsa Brasil. O que o gráfico ilustra é o qual cíclico o ewz foi, em relação ao spy, nos últimos 26 anos. Gráfico apontando pra cima, EWZ retornando mais que SPY (2002-2010). O oposto, bem você ja sabe.
E agora? chegou o momento do EWZ "outperformar" como os faria limers gostam de dizer por alguns anos? Talvez chegar a 50% do movimento de alta do chamado "boom das commodities"?
na torcida aqui...
Ouro perto dos 5.200 dólares com tensões comerciais
Os preços do ouro subiram no início da sessão de segunda-feira, atingindo um máximo de fevereiro e aproximando-se dos 5.200 dólares. O metal precioso está a ser sustentado por um aumento da procura por ativos de refúgio, após o Supremo Tribunal dos EUA ter decidido contra a imposição arbitrária de tarifas sobre as importações por parte da administração, decisão que foi seguida pela introdução, pela Casa Branca, de uma taxa global de 15%. Este desenvolvimento está a gerar incerteza e poderá perturbar as cadeias de abastecimento globais, agravando as preocupações persistentes quanto às perspetivas da economia mundial. Ao mesmo tempo, as conversações entre a Rússia e a Ucrânia não produziram quaisquer progressos, enquanto a possibilidade de um conflito em larga escala entre os EUA e o Irão permanece em cima da mesa, mantendo as tensões geopolíticas em níveis elevados e reforçando o apelo do ouro enquanto ativo de refúgio. Considerando este contexto, bem como a fraqueza do dólar norte-americano, após a divulgação de dados de inflação encorajadores nos EUA na passada sexta-feira, poderá haver margem para novas subidas nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Venda forte no Bitcoin; E agora?Neste vídeo eu explico o alvo de vendas no Bitcoin que vinha sendo projetado desde a perda de estrutura no gráfico de 4H. Após a formação de topos descendentes e a sequência de candles de rejeição, o mercado confirmou continuação do movimento de baixa, validando os sinais de venda destacados no gráfico.
Esse tipo de confluência — estrutura de mercado + continuação de tendência + Fibo — aumenta a probabilidade estatística do movimento, mas não elimina risco. Por isso, reforço sempre a importância de gestão de risco, leitura de contexto e confirmação, em vez de operar níveis isolados.
O objetivo do vídeo não é prever fundo, mas mostrar como o mercado entrega alvos técnicos de forma objetiva, permitindo que o trader opere com cenário, e não com emoção.
ALLO testando rompimento de canal de baixa. Gráfico semanal.A Allogene Therapeutics é uma empresa de biotecnologia focada no desenvolvimento de terapias celulares para tratamento de câncer, especialmente utilizando células CAR T alogênicas. Trata se de uma companhia ainda em fase de desenvolvimento clínico, o que significa que sua estrutura de receitas depende fortemente de avanços regulatórios, resultados de estudos e captação de recursos.
Pelo gráfico semanal, ALLO se encontra dentro de um canal de baixa que vem se estendendo desde 2020. A banda inferior do canal já foi testada diversas vezes ao longo dos anos e a banda superior também apresenta pelo menos quatro toques relevantes. No momento, o preço está testando o rompimento dessa parte superior do canal. O ativo negocia próximo de $1,94 e possui uma região de resistência importante por volta de $2,20. Caso essa região seja superada, a próxima resistência relevante aparece na faixa de $3,71. Vale lembrar que a média de 200 períodos do gráfico semanal permanece acima do preço, o que reforça o cenário ainda desafiador no longo prazo.
Do ponto de vista fundamental, o último resultado trimestral mostrou que a empresa ainda não possui receita e a expectativa de geração de receita foi frustrada, mantendo o número em zero. Isso reforça o perfil altamente especulativo do ativo, já que o valuation depende basicamente de expectativas futuras e avanços clínicos, o que aumenta significativamente o risco.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
Cenário de distribuição em VALE3: vem correção por aí?De acordo com a teoria de Wyckoff, pontos de congestão no gráfico servem como uma forma de grandes instituições acumularem ou distribuírem posições em determinado ativo. Como vemos no gráfico atual de VALE3, houve um ciclo altista realmente vigoroso, e essa possível fase de distribuição sugere o início de um ciclo baixista no gráfico intermediário, o que pode significar uma correção no gráfico diário.
O cenário de reacumulação é possível, mas, neste momento, não é o mais provável, pois já tivemos uma Fase A bem intensa, com volumes elevados na parte superior da estrutura, além de um upthrust no topo que, apesar de demonstrar força compradora, apresentou volume expressivo — indicando desmontagem de posições. Se plotarmos um volume profile, veremos que o maior acúmulo de volume ocorreu justamente na região superior da estrutura.
Como montar posições nesse cenário?
Neste momento, não é indicado vender. O ideal é realizar operações de intraday dentro dessa estrutura, apostando em falsas rupturas para ambos os lados, já que esse é o comportamento mais provável agora.
Caso se confirme a Fase C — com a ocorrência de um spring, shakeout ou um upthrust com continuidade — poderemos iniciar a montagem de posição visando o rompimento e a projeção desse canal.
#AN031: Janeiro, 5 Choques Geopolíticos
Janeiro de 2026 não reserva um único evento "cisne negro", mas sim uma sequência de choques geopolíticos progressivamente desencadeados: energia na Europa, Oriente Médio/Irã, América Latina, Ucrânia e tensões renovadas entre EUA e Europa/Ártico, juntamente com um elemento paralelo na Ásia-Pacífico (Taiwan) que reacende o sentimento de apetite e aversão ao risco. O resultado, para o mercado cambial, é um mês em que o prêmio de risco oscila constantemente entre o dólar, moedas de refúgio e blocos relacionados a commodities.
1) Europa: Proibição permanente do gás russo (longo prazo, impacto imediato nos preços esperados)
Em 26 de janeiro, a UE aprovou definitivamente uma regulamentação para proibir as importações de gás russo até o final de 2027, incluindo GNL até o final de 2026 e gasodutos até 30 de setembro de 2027 (com possibilidades técnicas de adiamento em casos específicos).
Por que isso importa para o mercado cambial (agora, não em 2027):
Preço cambial em expectativas: uma trajetória de menor dependência energética reduz o risco estrutural extremo na Europa, mas, no curto prazo, pode gerar um prêmio de volatilidade (precificação de gargalos, contratos, infraestrutura de GNL, choques climáticos/de consumo).
Se a energia voltar a ser um fator determinante da inflação, a cadeia será: energia → expectativas do IPC → taxas esperadas do BCE → EUR.
Implicações operacionais:
EUR: tende a reagir mais a surpresas nos preços da energia do que às próprias notícias. A verdadeira questão é "quanto custará substituir" e "com que estabilidade".
NOK/SEK: frequentemente se tornam proxies regionais quando o mercado recalibra o crescimento energético e europeu (foco em petróleo/gás e risco global).
2) Oriente Médio/Irã: "armada", sanções, petróleo e volatilidade do USD
Em poucos dias, o canal de posicionamento Irã → petróleo → inflação global → USD foi reacendido: novas sanções dos EUA contra entidades e embarcações ligadas ao transporte de petróleo iraniano e a retórica/mobilização militar impulsionaram o Brent e o WTI em cerca de 3% em uma sessão, reativando o prêmio de risco energético.
Mecanismo cambial chave:
Petróleo em alta → pressão inflacionária (global) em alta → taxas de juros reais esperadas em alta → rotação para USD ou fuga para ativos de refúgio (JPY/CHF) se as preocupações com o risco de eventos aumentarem.
Paralelamente, o Irã apresenta sinais de estresse financeiro (venda de ações e moeda sob pressão), um indicativo de que o mercado local está precificando um cenário de maior risco.
Quem tende a se movimentar mais:
O CAD (petróleo) geralmente se beneficia se a alta for ordenada e favorável ao crescimento.
JPY/CHF (portos seguros) se o mercado interpretar a escalada como um risco de choque repentino.
Moedas de mercados emergentes: sofrem se o consumo de energia se traduzir em maiores custos de importação e condições financeiras mais restritivas.
3) América Latina: Venezuela, "poder duro" e risco geopolítico nos fluxos de capital de mercados emergentes
O mês trouxe um elemento raro: um salto qualitativo na postura dos EUA na região, com a prisão/captura de Nicolás Maduro e um discurso que fala em conflito contra as redes de narcotráfico e pressão sobre ativos/rotas de energia. As consequências vão além da Venezuela: aumentam a probabilidade de o mercado aplicar um prêmio de risco mais amplo às moedas de mercados emergentes sensíveis à geopolítica e às sanções.
Câmbio: O que realmente observar
Não se trata apenas de "USD vs. VES" (não tradicionalmente negociáveis): trata-se da percepção de instabilidade regional e "imprevisibilidade política".
Efeito secundário: atenção aos canais de energia e fluxos de capital para USD e instrumentos líquidos quando a incerteza aumenta.
4) Ucrânia: inverno rigoroso, infraestrutura afetada e risco energético europeu "retornando"
Ataques ofensivos à infraestrutura e às redes elétricas (Kharkiv e outras áreas) estão tornando a questão da Ucrânia novamente "macro-relevante", justamente quando a Europa discute o fim definitivo de sua dependência energética de Moscou.
Para o mercado cambial:
Qualquer aumento no risco para a Europa (energia/segurança) tende a produzir:
EUR mais frágil durante picos de aversão ao risco, demanda por USD/CHF e, frequentemente, por JPY, e reprecificação do gás/petróleo, conforme o ponto (1).
5) EUA-Europa/Ártico: Groenlândia, OTAN e o risco de atrito transatlântico
As tensões sobre a Groenlândia e as relações transatlânticas estão se tornando uma nova camada geopolítica que o mercado não pode ignorar, especialmente porque impacta a defesa, a navegação no Ártico e a coesão política europeia.
Como isso se transforma em câmbio:
O risco de choques políticos (tarifas/retaliação/negociações tensas) aumenta. Em momentos de turbulência, o mercado tende a favorecer o ativo mais líquido e defensivo: frequentemente o dólar americano, com rápidas oscilações entre apetite por risco e aversão ao risco.
Morning Call - 12/02/2026 - Europa em Nova Máxima!Agenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Crescimento do Setor de Serviços
10:30 – USA – Pedidos Semanais de Seguro-Desemprego
12:00 – USA – Vendas de Casas Usadas
15:00 – USA – Leilão de T-Bond de 10 anos
Agenda de outras autoridades:
8:30 – BRA – Guilherme Mello, da Fazenda e candidato ao BCB, apresenta o balanço macrofiscal de 2025 e perspectivas para 2026
9:30 – BRA – BCB realiza a reunião trimestral com economistas
21:00 – USA – Lorie Logan, do Fed de Dallas (Vota), faz um discurso de boas-vindas (apenas) antes de um evento de Perspectivas Globais organizado pelo Banco da Reserva Federal de Dallas.
21:05 – USA – Stephen Miran, governador do Fed (Vota), participa de uma conversa antes de um evento de Perspectivas Globais organizado pelo Banco da Reserva Federal de Dallas.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Temporada de Balanços:
Quinta-feira: Ambev, Jalles Machado, Neoenergia, Raízen e Vale;
Sexta-feira: Usiminas.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 e ACTIVTRADES:USARUS — operam em leve alta nesta sessão, recuperando parte das perdas registradas ontem. O movimento ocorre após o mercado consolidar a leitura de que o Federal Reserve pode adiar um eventual corte de juros na reunião de junho, diante da resiliência do mercado de trabalho.
O foco do mercado agora se desloca para a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) na sexta-feira, dado que pode recalibrar as expectativas para a trajetória monetária nos próximos meses.
O VIX $ACTIVTRADES:USAVIX segue oscilando entre 18 e 19 pontos, indicando que a demanda por proteção via opções perdeu força nas últimas sessões, em comparação ao pico recente de volatilidade.
Após um payroll mais forte que o esperado, a reação inicial foi de alta nos juros dos Treasuries, fortalecimento do dólar e avanço das bolsas, refletindo alívio global quanto à robustez da economia americana. Contudo, as preocupações com os impactos estruturais da inteligência artificial voltaram a pressionar o setor de tecnologia de serviços, limitando o apetite por risco na quarta-feira.
Europa
Metade dos principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — renovam máximas históricas nesta quinta-feira, sustentados por uma nova rodada de balanços corporativos acima das expectativas.
Entre os destaques do dia, a Legrand avança 3,3% após afirmar que a forte demanda por data centers vem impulsionando sua expansão. O grupo, especializado em infraestrutura elétrica e digital para edifícios, revisou levemente para cima suas metas de rentabilidade no médio prazo, reforçando a confiança no ciclo de investimentos em tecnologia.
A Hermès também contribui para o bom humor do mercado ao reportar mais um trimestre de crescimento sólido de receita, apoiado por vendas robustas nos Estados Unidos e no Japão. As ações da grife de luxo sobem 2,3%, contaminando positivamente o setor e impulsionando papéis como LVMH, Kering e Richemont.
Na Alemanha, a Siemens dispara 7% após elevar sua projeção de lucro básico por ação para o ano fiscal de 2026, agora estimado entre €10,7 e €11, acima da faixa anterior de €10,4 a €11.
Na contramão, o setor automotivo opera sob pressão. A Mercedes-Benz recua cerca de 4% depois de reportar uma queda de 57% no lucro operacional, refletindo o impacto da concorrência chinesa e das tarifas globais sobre o desempenho da companhia.
No front macroeconômico, o PIB do Reino Unido praticamente não cresceu no último trimestre de 2025, com a atividade econômica apresentando desempenho pior do que o inicialmente estimado durante a especulação de aumento de impostos e apresentação do novo orçamento britânico.
No campo macroeconômico, o PIB do Reino Unido praticamente estagnou no quarto trimestre de 2025, frustrando expectativas mais otimistas do mercado. O desempenho foi inferior às estimativas iniciais, em um período marcado por incertezas fiscais, especulações sobre aumento de impostos e pela apresentação do novo orçamento britânico.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As bolsas asiáticas encerraram a quinta-feira sem direção única, com os traders ajustando posições antes do feriado do Ano Novo Lunar na China, que manterá o mercado local fechado ao longo da próxima semana.
Na China, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e Shanghai SSE:000001 — oscilaram em meio à redução de liquidez típica do período. O setor de tecnologia chegou a ensaiar recuperação após o primeiro-ministro Li Qiang defender melhor coordenação entre recursos energéticos e capacidade computacional para acelerar o avanço da inteligência artificial no país.
No noticiário corporativo, a startup chinesa Zhipu anunciou o lançamento de seu modelo mais recente de IA, enquanto surgiram novas informações de que a ByteDance estaria desenvolvendo um chip próprio de inteligência artificial para competir com a Nvidia, reforçando a corrida tecnológica na região.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 chegou a superar os 58.000 pontos na reabertura após o feriado, mas devolveu os ganhos e fechou próximo da estabilidade. O movimento ocorreu em paralelo ao achatamento da curva futura de juros e à valorização do iene. O mercado segue avaliando os desdobramentos da vitória histórica da primeira-ministra Sanae Takaichi nas eleições.
Segundo Hirofumi Suzuki, estrategista-chefe de câmbio do SMBC, a apreciação inesperada do iene reflete a consolidação de maioria na Câmara Baixa por parte de Takaichi, dissipando temores de instabilidade política que persistiam desde julho do ano passado — o que teria levado à desmontagem de posições vendidas na moeda japonesa.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI liderou os ganhos na região, com alta superior a 3%, impulsionado pelo avanço de 6,5% da Samsung e de 3,3% da SK Hynix, em meio à recuperação das ações de semicondutores.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 subiu 1,9%, com forte amplitude positiva — 43 ações em alta contra apenas 7 em leve queda.
Já na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO registrou ganho moderado de 0,3%, em um pregão marcado por rotação setorial entre as empresas.
USD/JPY: Análise de Rompimento da Linha de Baixa?O par EASYMARKETS:USDJPY USD/JPY está sendo negociado a 153,560, rompendo a linha de baixa, com possível busca até o alvo de Fibonacci de 38% (estimado em 154,137) e cruzamento de compra. O movimento sugere reversão altista, impulsionado pelo dólar mais forte.
📈 Análise Técnica:
🔹 Rompimento da Linha de Baixa: O preço rompeu a LTB (cerca de 153,567), confirmando mudança de momentum.
🔹 Cruzamento de Compra: Médias (ex.: 50 e 200 períodos) cruzaram bullish, reforçando o viés.
🔹 Alvo Fibonacci: 38% do impulso baixista anterior (155,782 → 152,248) em 154,137.
🔹 Resistência: 154,137 (38%) e 154,830 (50%).
🔹 Suporte: 153,126 (23.6%) e 152,248 (0%).
🔹 Momentum: RSI altista (cerca de 60), MACD positivo.
🔹 Volume: Comprador crescente no rompimento.
📢 Cenários:
✅ Altista: Sustentação acima de 153,560 leva a 154,137 (38%), com extensão para 154,830.
⚠️ Baixista: Perda de 153,126 reverte para 152,248.
📅 Eventos Relevantes:
🔹 Dados dos EUA: Lançamentos de hoje (ex.: PMI) podem fortalecer o USD.
🔹 Banco do Japão: Política dovish pressiona o JPY.
🚨 Conclusão: USD/JPY a 153,560 rompe linha de baixa com cruzamento de compra, buscando Fibonacci 38% em 154,137. Suporte em 153,126. Monitore volume e dados dos EUA. 🔥📈
Analista da easyMarkets, Fabricio N.
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CPFE3: A queda de 2026 é oportunidade ou alerta?Eu sempre digo que quedas em empresas de extrema qualidade são "presentes" do mercado, e a correção recente da CPFL Energia (CPFE3) abriu uma janela que não víamos há meses. Com as ações recuando mais de 6% neste início de ano e testando o suporte psicológico dos R$ 50,00, muitos investidores se perguntam se o brilho da companhia acabou. No entanto, os fundamentos continuam sólidos: a empresa mantém uma alavancagem controlada de 1,7x Dívida Líquida/EBITDA e um crescimento de lucros (CAGR) de 9,18% nos últimos cinco anos, provando que a eficiência operacional da gigante controlada pela State Grid permanece intacta.
Para quem foca em renda passiva, o cenário é ainda mais interessante. O recuo no preço fez o Dividend Yield projetado saltar para 9,7% em 2026, um patamar que supera com folga a inflação e oferece um prêmio de risco excelente frente à renda fixa
Aumento do apetite pelo risco pressiona ouro
Os preços do ouro recuaram ligeiramente no início da sessão de terça-feira, mas mantêm-se sustentados acima do nível dos 5.000 dólares. O metal precioso tem estado sob alguma pressão desde o início da semana, na sequência de um aumento do apetite pelo risco nos mercados, após a vitória expressiva de Sanae Takaichi nas eleições no Japão. Este resultado desviou fluxos de investimento dos ativos de refúgio para os mercados acionistas a nível global. Este movimento foi ainda reforçado pelo alívio das tensões no Médio Oriente, o que penalizou adicionalmente o apelo do ouro enquanto ativo de refúgio. Ainda assim, apesar destes ventos contrários, o suporte acima do importante nível psicológico dos 5.000 dólares mantém-se sólido. Esta resiliência é sustentada, em grande medida, pela contínua fraqueza do dólar norte-americano, com o qual o ouro mantém uma relação inversa de preços. O dólar continua sob pressão devido à chamada estratégia de “sell America” e às expectativas de pelo menos dois cortes nas taxas de juro de 25 pontos base por parte da Reserva Federal. Neste contexto, a divulgação, com atraso, dos dados do emprego nos Estados Unidos e da inflação referente a janeiro será acompanhada de perto pelos investidores, que procuram maior clareza quanto à provável trajetória da política monetária norte-americana. Caso os dados confirmem expectativas de um arrefecimento do mercado de trabalho e de uma moderação das pressões inflacionistas, poderá existir margem para nova fraqueza do dólar, criando potencial adicional de valorização para os preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Rejeição em zona de oferta chave, cenário de continuação de baix
Análise do gráfico:
Este gráfico do XAUUSD mostra claramente uma estrutura de range seguida de distribuição.
Zona cinza (parte superior) → zona importante de oferta / resistência. O preço já reagiu várias vezes a esse nível no passado e, mais uma vez, está respeitando essa área.
O movimento recente de alta em direção à zona parece corretivo, não impulsivo: fundos mais altos, porém com perda de momentum próximo à resistência.
A seta branca curva destaca uma rejeição anterior a partir da mesma zona, seguida de um forte movimento de queda, reforçando a validade desse nível.
Estrutura atual do mercado:
Formação de um Lower High (topo mais baixo) em relação ao topo anterior
O preço consolida logo abaixo da zona de oferta → sinal típico de absorção dos compradores pelos vendedores
Não há rompimento altista claro nem aceitação acima da zona cinza
Ideia de trade apresentada:
Entrada: Venda (short) a partir da zona de oferta cinza
Alvo: Zona de suporte azul (demanda anterior + liquidez)
Zona de suporte: Base forte com acumulação prévia e reação impulsiva → área lógica para realização de lucro
Viés de mercado:
Baixista enquanto o preço permanecer abaixo da zona cinza
Expectativa: rejeição → rotação para baixo → captura de liquidez no suporte
O que invalida o setup?
Fechamento altista forte acima da zona cinza
Continuação com volume confirmando aceitação do rompimento (não apenas um pavio)
Conclusão:
Um setup clássico de venda na oferta → alvo na demanda. Os níveis já foram respeitados no passado, e a atual ação do preço sugere que os vendedores estão defendendo essa região novamente.
Morning Call - 09/02/2026 - Dólar Fraco Impulsiona CommoditiesAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
12:00 – USA – Índice de Tendência de Emprego do Conference Board
Agenda de Autoridades:
9:30 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do BCB, palestra no evento Estabilidade Financeira e Perspectivas para 2026 e 2027, promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC), em São Paulo.
17:15 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), participa de uma conversa moderada sobre política monetária e perspectivas econômicas na Cúpula dos Principais Produtores, em Nashville, Tennessee.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Temporada de Balanços:
A agenda corporativa da semana ganha tração já nesta segunda-feira. O BTG Pactual divulga seus resultados antes da abertura do mercado, enquanto BB Seguridade, Motiva e São Martinho apresentam números após o fechamento.
Na terça-feira, os holofotes se voltam para Banco Inter, Suzano e TIM Brasil.
A quarta-feira concentra um dos dias mais relevantes da semana, com o balanço do Banco do Brasil, além dos resultados de Klabin, Assaí, Banrisul, Guararapes e Totvs, trazendo leituras importantes sobre consumo, crédito e atividade doméstica.
Na quinta-feira, após o fechamento, entram no radar Ambev, Jalles Machado, Neoenergia, Raízen, Copasa e Vale, com atenção especial aos dados de commodities, energia e saneamento.
Encerrando a semana, a Usiminas divulga seus números na sexta-feira, fechando a agenda de balanços com foco no setor siderúrgico.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta segunda-feira, em um movimento de consolidação após o rali da última sexta-feira, que levou o Dow Jones ACTIVTRADES:USAIND a uma nova máxima histórica. O clima de espera domina os terminais, com o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX sustentado próximo aos 19 pontos, refletindo uma postura cautelosa antes de indicadores macroeconômicos decisivos.
A agenda da semana é carregada, com as atenções voltadas para os relatórios de emprego (Payroll) e de inflação ao consumidor (IPC). Atualmente, o mercado precifica ao menos dois cortes de 25 pontos-base na taxa de juros para 2026, situando a primeira queda apenas para o mês de junho.
Nesse cenário, as commodities metálicas, como ouro e prata, ganham relevância. Ativos que não geram rendimentos tendem a performar melhor em ambientes de juros em queda e dólar enfraquecido, o que torna os metais mais acessíveis para compradores estrangeiros. Analistas apontam que qualquer sinal de fragilidade nos dados de emprego pode atuar como gatilho para uma nova recuperação do ouro.
A retórica do Federal Reserve corrobora a dependência dos dados. Mary Daly, presidente do Fed de São Francisco, sinalizou que novos cortes podem ser necessários para mitigar a fragilidade do mercado de trabalho. No entanto, o consenso de Wall Street é que o Fed manterá as taxas inalteradas até meados do ano, a menos que os números de emprego apresentem uma deterioração mais acentuada do que o previsto.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam com viés de alta nesta segunda-feira, acompanhando o otimismo nos mercados globais. Os traders reagem a um fluxo intenso de balanços corporativos e movimentações estratégicas de fusões e aquisições (M&A) que ditam o ritmo dos negócios no continente.
No setor de tecnologia, a STMicroelectronics salta quase 5%, impulsionada pelo anúncio da expansão de sua parceria com a Amazon Web Services (AWS) em infraestrutura de computação.
O setor farmacêutico também respira com alívio, especialmente a Novo Nordisk, cujas ações dispararam 8,3%. O movimento ocorreu após a americana Hims & Hers retirar do mercado seu comprimido de GLP-1 de baixo custo, cedendo à pressão regulatória da FDA. O recuo da concorrente reduziu os temores sobre a guerra de preços no lucrativo mercado de emagrecimento, beneficiando também a Zealand Pharma, que avançou 3,5%.
O cenário de M&A agitou os terminais de negociação com a venda da polonesa InPost. Um consórcio liderado pela Advent e pela FedEx selou a compra da empresa por US$ 9,2 bilhões, fazendo os papéis da InPost saltarem 14%.
Em contrapartida, o setor bancário apresentou desempenhos mistos. O NatWest recuou 5,6% em meio a rumores de que está prestes a finalizar a aquisição da Evelyn Partners por 2,5 bilhões de libras, operação que o mercado ainda digere em termos de custo e sinergia.
Já o italiano UniCredit subiu 5,3% após elevar sua projeção de lucro para 11 bilhões de euros este ano. O guidance agressivo do banco reforçou o sentimento positivo sobre a rentabilidade das instituições financeiras na zona do euro.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As bolsas da Ásia e Pacífico abriram a semana em forte alta, impulsionadas pelo fechamento recorde em Wall Street na última sexta-feira e pelo otimismo com o resultado das eleições para a Câmara Baixa no Japão.
Na liderança dos ganhos, o índice Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, saltou mais de 4%. O desempenho foi sustentado pelo rali das gigantes de semicondutores Samsung (+4,9%) e SK Hynix (+5,7%), que pegaram carona no renovado entusiasmo pelo setor de tecnologia global.
No mercado chinês, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e Shanghai SSE:000001 — registraram o melhor desempenho em um mês. A alta foi impulsionada por relatórios de corretoras recomendando que investidores mantenham posições antes do festival do Ano Novo Lunar, marcado para a próxima semana. Analistas avaliam que a correção que derrubou o mercado chinês em mais de 4% desde o pico de janeiro provavelmente se exauriu, abrindo espaço para recompras.
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 avançou 2,3%, com a fabricante de chips TSMC registrando alta de 2%. Já na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO subiu 1,9%, impulsionado pela recuperação nos preços das commodities metálicas, que injetou fôlego no setor de mineração.
Especial Japão:
A vitória esmagadora do Partido Liberal Democrático (PLD) garantiu a Sanae Takaichi o controle de 316 das 465 cadeiras na câmara baixa. O resultado confere à nova premiê um mandato robusto para implementar sua agenda de expansão de gastos e alívio tributário, pilares centrais de sua campanha.
Apesar das promessas de estímulo, Takaichi tem enfatizado que os planos não comprometerão as contas públicas. A sinalização é vital para acalmar os mercados, dado que o Japão carrega a maior dívida pública entre as economias desenvolvidas.
Segundo Masahiko Loo, da State Street. "O resultado reduz a incerteza política e fortalece a narrativa mais ampla de que 'o Japão está de volta'. O foco dos traders está se ampliando para além dos vencedores iniciais do 'comércio Takaichi', como exportadores, empresas cíclicas, setor financeiro e defesa."
O índice Nikkei encerrou o pregão com alta de 3,9%, estabelecendo uma nova máxima histórica. O movimento foi impulsionado por saltos expressivos em papéis de peso, como Advantest (+11,5%), Hitachi (+8,4%) e SoftBank (+6,3%).
No entanto, Shingo Ide, estrategista-chefe de ações do NLI Research Institute, pondera que o Nikkei deve agora buscar uma zona de estabilização em torno dos 56.000 pontos. O mercado aguarda os primeiros passos efetivos do novo governo antes de projetar um fôlego adicional rumo ao patamar dos 60.000 pontos.
No mercado de renda fixa, as taxas dos títulos públicos de longo prazo chegaram a testar níveis mais elevados na abertura, refletindo uma pressão vendedora momentânea. Contudo, o movimento perdeu fôlego rapidamente, com os rendimentos revertendo a tendência e voltando a operar em patamares de estabilidade.
Para Zuhair Khan, gestor sênior de portfólio da UBP, "a reação dos títulos indica que Takaichi conseguiu convencer o mercado de que será uma líder forte, mas não fiscalmente irresponsável".
No câmbio, o iene renovou mínimas históricas contra o franco suíço e perdeu terreno frente ao dólar e ao euro. A tendência de queda só foi interrompida após um alerta direto de Tóquio sobre uma possível intervenção cambial.
O diplomata Atsushi Mimura reiterou que o governo monitora os movimentos com "senso de urgência". A fala serviu como um aviso claro aos especuladores de que o Japão está pronto para intervir na compra de ienes caso a desvalorização se acentue.
POSSÍVEL SETUP DE SWING TRADE – SMFT3📊 POSSÍVEL SETUP DE SWING TRADE – SMFT3
Ativo em tendência de alta no semanal, realizando correção dentro de um canal ascendente bem definido.
🧱 Estrutura de mercado
Topos e fundos ascendentes preservados
Correção atual levando o preço para a base do canal
Região coincide com antiga zona de suporte
📍 Região de interesse
O preço trabalha próximo à faixa dos R$22–23, área que pode funcionar como: ✔️ Suporte estrutural
✔️ Região de pullback na tendência principal
🎯 Possível cenário de trade
Operação a favor da tendência (continuidade de alta)
Entrada (gatilho ideal):
🔹 Candle de força compradora na base do canal
🔹 Rompimento da máxima do candle de reação
Alvos projetados
1️⃣ Topo do canal
2️⃣ Região dos R$30–32 (alvo gráfico + projeções de analistas para a Smart Fit)
Invalidação do cenário:
❌ Perda consistente da base do canal
❌ Fechamento abaixo da região de suporte recente
⚖️ Relação risco x retorno
📉 Risco curto (abaixo do suporte)
📈 Potencial de movimento amplo até o topo da estrutura
🧠 Resumo técnico:
Ativo em correção dentro de tendência de alta → possível oportunidade de compra em pullback, desde que haja confirmação de retomada da força compradora.
Empregos e rendimentos nos EUA sugam a vida dos ativos
O último Relatório Nacional de Emprego da ADP mostrou que os empregadores privados criaram 22.000 empregos em janeiro de 2026, bem abaixo dos 48.000 esperados pelos economistas.
A ADP também reajustou sua série histórica, reduzindo sua estimativa de crescimento do emprego privado em 2025 para 398.000, ante os 771.000 anteriormente reportados.
Como resultado, o ouro reduziu os ganhos anteriores na quarta-feira. Em segundo plano, o presidente Donald Trump está potencialmente mantendo o ouro um pouco sustentado com comentários à NBC News, dizendo que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, “deve estar muito preocupado”.
As ações dos EUA também foram vendidas fortemente na quarta-feira, lideradas pela tecnologia. O S&P 500 caiu cerca de 0,5% e o Nasdaq caiu cerca de 1,7%, com os semicondutores no centro do movimento. A AMD afundou cerca de 16% devido a uma perspectiva mais fraca, com o declínio se espalhando para o resto do setor de chips, com perdas na Broadcom, Micron e Applied Materials.






















