O VERÃO NO HEMISFÉRIO NORTE PODE AQUECER O DÓLARAcredito na valorização do dólar no curto prazo, entre Agosto/Setembro.
O outrora invencível dólar, referência global e moeda do campo de batalha, registrou seu pior início de ano desde 1986. Uma queda total de 9%. Claro, a política monetária e a podridão fiscal não forneceram nenhum suporte. Mas o principal fator por trás da mudança foi que os Estados Unidos declararam um tipo diferente de guerra, não travada por meio de taxas de juros ou fluxos de capital, mas de tarifas.
As taxas do "Dia da Libertação" de Trump não apenas redesenharam as rotas comerciais. Eles reconectaram as expectativas. O dólar, que já foi um porto seguro em tempos de estresse político, tornou-se um dano colateral em um mundo de incerteza.
O que se seguiu foi um livro didático: um consenso. Estratégias sistemáticas e mesas discricionárias se inclinaram para a mudança. Dinheiro real seguiu. O varejo sentiu o cheiro. O trade fazia sentido, e ainda faz, no papel. Mas os mercados não se movem apenas no papel. E agora, a configuração está mudando.
Este não é o fim do declínio do dólar. Mas pode ser hora de se afastar, ou mesmo dar um passo longo, enquanto o consenso recupera o fôlego .
A baixa estrutural para o dólar está intacto. Mas o mercado nunca anda em linhas retas. O que estamos vendo agora não é uma reversão da narrativa, mas uma recalibração do ritmo.
A venda a descoberto do dólar tornou-se a expressão macro de consenso do momento. Ele captura tudo: risco de Trump, atrito comercial, repasse da inflação, o dovishness restrito do Fed e a lenta erosão do privilégio da moeda de reserva.
Mas as negociações de consenso trazem fragilidade . Basta um catalisador para forçar um squeeze. E nas últimas semanas, podemos ter visto a primeira faísca.
Ideias da comunidade
O Show Acabou?24/07/2025
US500 — 6.380: O Show Acabou?
Rafael Lagosta
Tá todo mundo com a taça na mão, champanhe estourado, selfie no topo, print pro grupo de Telegram: "mais uma parcial". A galera vibra. Mas eu olho esse gráfico do US500 como quem vê o sol nascer depois da rave. A luz da realidade encostando na pele suada da euforia. Tá bonito? Tá. Mas vai durar? Duvido. E é aí que a análise técnica, aquela que nunca erra, só é mal interpretada, entra como farol no nevoeiro de ganância disfarçada de confiança.
O mercado chegou na extensão de Fibonacci 1,618 (6.391,3) — ponto místico, mágico, mítico. Quem já estuda comigo ou me acompanha sabe: esse número não é só um rabisco dourado no gráfico, é o “limite das expectativas humanas”. Quando o preço toca esse nível, principalmente após uma escalada sem correção relevante, a estatística grita: "meu parceiro, ou você realiza, ou realiza por bem ou por mal."
Olha esse gráfico. Olha com olhos de quem tá no helicóptero. A movimentação desde os 5.728,7 até esse topo de agora foi quase vertical, afunilando. Volume lá embaixo caiu, apesar da alta. Sabe o que isso significa? Significa que o esforço comprador está começando a virar espuma de chope quente. Subiu, mas subiu sem consistência volumétrica. A galera grande tá começando a tirar o pé. E você aí, ainda comprando?
Lembra da projeção de 1,272 (6.011,4)? Ela foi rompida com facilidade. O que, à primeira vista, parece força compradora inquestionável, eu leio como "últimos retardatários entrando no bonde". Isso aqui é roleta emocional: compraram no topo porque viram os amigos ganhando. E agora já começam a pensar se deixam ou não stop armado. Tarde demais. Quem já esteve posicionado desde os 5.200, com base nos níveis 0,5 (5.243,2) e 0,618 (5.371,6), já ganhou o suficiente pra descer tranquilo e pedir o Uber.
Teorema do Impacto:
Quando o mercado toca 1,618 com candles esticados, sem pullback, sem respiro, o próximo movimento tende a ser de queda rápida até a retração de 0,382 ou 0,5. Nesse caso:
→ 0,382 em 5.134,8
→ 0,5 em 5.243,2
A matemática aqui é cirúrgica. A distância entre o topo atual (6.384,0) e a retração 0,5 é de exatos 1.140,8 pontos, o que representa quase 18% de correção. Isso, num índice que carrega ETFs, fundos, derivativos e posições alavancadas, tem o poder de derrubar mais do que só gráfico — derruba posições, derruba ilusões, derruba CVMs dormindo.
E a cereja? A cereja é o volume de distribuição, que aumentou em barras vermelhas no canto esquerdo do gráfico, enquanto o preço subia. Isso é livro de Wyckoff puro: price up, volume down, smart money dumping. Os espertos venderam, os esperançosos compraram. A conta chega. Sempre chega.
Agora vem a parte filosófica da parada. Quando o mercado toca 1,618 e os sinais de exaustão aparecem, o próximo movimento não é uma descida tranquila tipo elevador panorâmico. É guinada. É tobogã de concreto. E isso é importante: não se prepara para queda com compra defensiva. Se prepara com posição vendida.
E qual é o problema do momento?
É o mesmo que vejo desde sempre:
A maioria não sabe descer.
A maioria só aprendeu a subir. Só estuda “compras”, só aprende “pullback de alta”, “rompimento de resistência”. Quando o cenário inverte, os analistas somem e os traders ficam órfãos. Mas aqui não. Aqui a gente encara o abismo com alça de segurança.
Pontos técnicos de impacto:
Projeção completa da perna 1–2 finalizada
Candle de exaustão no topo, pavio superior (esperado)
Ausência de gaps para respiro — subida limpa, sem amortecimento
Divergência de volume
RSI (não visível na imagem, mas esperado) já em sobrecompra há dias
O gráfico me diz:
"Rafael Lagosta, tire as escadas."
O mercado subiu até onde podia. Agora é hora de ver quem sabe cair. E eu, com meus estudos, já toco o sino da posição de impacto: essa é a hora que os alavancados viram meme e os preparados viram profeta.
Hipótese provável:
Alvo primário da correção em 0,382 de Fibonacci: 5.134,8
Caso o pânico se instale e o VIX dispare: retração total até 0,236 (5.003,7)
Probabilidade de reversão imediata: baixa (<20%), a menos que aconteça intervenção monetária ou Black Swan político inesperado.
Agora, se você me pergunta:
"Vai cair com violência ou vai lateralizar antes?"
Eu respondo com um copo de café na mão e o pé batendo no chão:
Se o candle de amanhã for um engolfo de baixa com volume crescente, o avião perdeu os dois motores.
E sim, meu camarada, a festa acabou.
Os garçons estão tirando as garrafas, os seguranças acenderam as luzes e estão dizendo: “Bora, galera. Já deu.”
O DJ já desligou os monitores, e quem continua na pista é quem não quer ver que já é dia.
Então a pergunta não é mais "até onde vai subir", mas:
Você tem plano para cair? Tem paraquedas? Ou só esperança de que o céu não vai sumir?
Falei.
Com técnica.
Com sangue nos olhos.
E com o gráfico gritando que a escada está sendo recolhida.
Se você não descer agora, pode acabar pulando sem rede.
Rafael Lagosta.
E agora, cambada...
Vai tirar a escada ou vai esperar o alarme de incêndio tocar?
Bandeira de Alta no gráfico diário da Copasa (CSMG3)Mapeamos todo o gráfico diário da Copasa (CSMG3) mostrando formação de pivot de alta e na sequência a formação de duas bandeiras de alta consecutivas, sendo que a primeira bandeira resultou em mais de 20% de lucro e agora pode validar a segunda bandeira que daria um potencial de 9% de lucro até a próxima resistência que fica em R$ 29,00 e funciona como objetivo aos comprados. Olho no lance na validação dessa bandeira 2.
Igor Graminhani
Analista Técnico - CNPI-T
O Brasil tem mais a ganhar do que a perderÉ até tardia a minha escrita, mas a tarifa de 50% imposta ao Brasil não é motivo de pânico para o mercado brasileiro.
O mercado brasileiro já precificou a tarifa de 50% sobre exportações aos Estados Unidos. Basicamente, os itens afetados são commodities, sendo o principal o petróleo, e em menor escala produtos acabados como peças complexas e aviões. Isso gera algum impacto no índice Bovespa, mas nada expressivo. As exportações do Brasil para os EUA representam cerca de 2% do PIB e, para todos os efeitos, a imposição de Trump pouco afeta um mercado que já é comercialmente fechado.
O erro está do lado de Trump, que aumentou em 50% a tarifa sobre bens que fazem parte do café da manhã dos americanos. O erro também está do lado de políticos brasileiros que morderam a isca e saíram em defesa da taxação ou da demanda americana, totalmente fora do escopo comercial.
A realidade é uma só: o mercado brasileiro vai absorver o prejuízo inicial e, no fim, encontrará outro comprador para seus produtos. As cadeias de suprimento vão se acomodar nesse novo cenário. A bolsa não tem fôlego para cair mais, já está amassada, e ruídos políticos ou geopolíticos são oportunidades.
Para especular no curto prazo, vejo dois cenários mais prováveis:
1 - Trump recua: A balança comercial EUA x Brasil é superavitária, e a imposição de uma tarifa de 50% nas importações do Brasil é inflacionária para os americanos. A agenda política com Bolsonaro tem baixo efeito sobre a reeleição brasileira e ainda menor impacto para minar a popularidade de Lula.
2 - Trump escala: É o cenário mais provável, inclusive. A forma como Trump opera é essa, pressionar mais para ver se o Brasil cede. Mas, novamente, aumentar a tarifa não é o caminho. Trump terá que ser mais criativo do que isso. Retirar serviços americanos de um país com 225 milhões de consumidores de produtos de empresas americanas não está na mesa.
A retaliação brasileira também não deve ser pesada. Uma tarifa espelhada é o mais esperado e, novamente, com efeito baixíssimo. Podemos ver alguma tentativa de afetar o lobby tecnológico americano, mas isso pode impactar a popularidade do presidente no Brasil.
Pé no chão: a tarifa de 50% é política, não econômica. Busca forçar apoio a Bolsonaro, mas tem efeito limitado no PIB, sem provocar problemas sistêmicos na economia. O grande efeito até agora é político: Lula se fortalece, e projetos de retaliação e mobilização civil ganham força.
Nikkei aciona gatilho de retomada da altaAnálise por Matheus Lima, analista CNPI-T 7387.
No dia 7 de abril o índice da bolsa de Japão marcou um fundo a 30.350, preço que não negociava há anos! A forte queda foi causada obviamente pelo estresse generalizado oriundo das tarifas impostas pelo presidente americano Donald Trump, logo, o TICKMILL:JP225 não ficou de fora desse pessimismo.
Acontece que, deste ponto em diante, o preço iniciou uma ascensão que perdura até os dias de hoje com tendência clara de alta e pontos de suporte e resistência bem definidos.
O MOMENTO ATUAL:
A última grande alta relevante aconteceu no final do mês de junho (23 a 29), em que o preço marcou um fundo a 38.034 e sua máxima no topo a 40.855. Dali pra frente o preço fez uma movimentação corretiva, onde estacionou praticamente por um mês inteiro dentro das regiões negociáveis de retração de fibonacci. (38,2% - 39.111) e (61,8% - 39.777).
O GATILHO DE CONTINUAÇÃO:
Após todos esses dias sem uma micro tendência clara, somente andando de lado em uma consolidação, o preço finalmente se manifestou a favor da tendência primária de alta mencionada desde abril deste mesmo ano.
No pregão da noite de 21 de julho, a abertura da sessão japonesa as 21h trouxe uma volatilidade que despertou o interesse dos compradores, formando um candle positivo com uma amplitude fora do comum, superando topos anteriores e ultrapassando o patamar das regiões de retração de fibonacci.
AS MÉDIAS:
Sabemos que em mercados laterais, não se deve olhar para médias móveis, pois neste tipo de mercado, elas se tornam um emaranhado de linhas que não apontam para lugar algum, entretanto a combinação recente de micro topos e fundos ja apontando para o alto, trazem um pouco de significado para as médias que ja se inclinam para cima.
O RISCO/RETORNO:
Partindo do princípio que este movimento teve início saindo das médias exponenciais de 50 e 200 (do H1), um cenário em que o preço volte a negociar abaixo do fundo formado acima delas (39.628) ja começaria a causar preocupação no trader comprado, mas um patamar que definitivamente colocaria toda a análise na lixeira, seria a perda do fundo menor desta correção em 38,2% de fibonacci no (39.123) deixado em 16 de julho, pois estaria não somente perdendo este preço, mas também começando a negociar abaixo da EMA de 200 do H4.
A PROJEÇÃO:
O princípio da geometria de mercado é fundamental para a delimitação de alvos coesos e realistas para esse tipo de operação, pois representa uma amplitude que ja aconteceu, e pode facilmente ser replicada a favor do movimento maior, ou seja, projetando a mesma distância da alta anteriormente mencionada, que teve sua amplitude marcada pela ferramenta "retração de fibonacci", para cima partindo do seu fundo menor em 39.111, é possível encontrarmos o preço 41.951 como um preço de possível "objetivo".
Incerteza Sobre as Tarifas Sustenta o Ouro
Os preços do ouro registaram uma ligeira valorização no início da sessão de segunda-feira, sustentados pela persistente incerteza em torno das, até agora, maioritariamente infrutíferas negociações comerciais entre os Estados Unidos e outros países. Com a aproximação do prazo de 1 de agosto, a perspetiva de uma vaga repentina de tarifas aduaneiras elevadas a impactar o comércio global — e, por conseguinte, as perspetivas da economia mundial — está a impulsionar um renovado interesse por ativos de refúgio. Esta dinâmica poderá intensificar-se à medida que o final do mês se aproxima, caso não sejam alcançados acordos comerciais significativos. Outro fator que está a dar suporte ao preço do metal precioso no início da semana de negociação é a desvalorização do dólar norte-americano. Apesar da pressão política vinda da Casa Branca e dos sinais dovish por parte de alguns responsáveis da Reserva Federal, a maioria dos investidores acredita que a reunião do FOMC da próxima semana resultará na decisão de manter as taxas de juro inalteradas. Neste contexto, subsiste margem para uma maior fraqueza do dólar — uma evolução que tende a ser favorável ao metal precioso.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Litecoin (LTC): Análise de Cruzamento de Médias e Possível Alta?A Litecoin (LTC) está atualmente sendo negociada a 116,75, mostrando um cruzamento de médias que indica o início de uma tendência altista. Com o Bitcoin lateralizando perto de máximas e a dominância perdendo força, altcoins como a Litecoin podem se beneficiar de um rally de alta. Nas próximas semanas, o preço pode buscar a região de 133, especialmente com um rompimento acima de 121,29, possivelmente seguido por um recuo antes de voltar a subir.
📈 Análise Técnica:
🔹 Cruzamento de Médias: A média móvel de curto prazo (ex.: 9 períodos) cruzou acima da média de longo prazo (ex.: 21 períodos), atualmente próxima de 116,75, sugerindo um início de tendência altista.
🔹 Contexto de Mercado: O Bitcoin está lateralizando perto de suas máximas (cerca de 67,000), e a dominância do BTC está enfraquecendo, abrindo espaço para altcoins como LTC.
🔹 Rompimento Potencial: Um break acima de 121,29 com volume pode confirmar a alta, com alvo em 133 (nível de resistência psicológica e técnica).
🔹 Recuo Possível: Após o rompimento, um pullback para 118,00 (suporte próximo) é plausível antes de continuar a subida.
🔹 Resistência: 121,29 (nível de confirmação) e 133,00 (alvo de alta).
🔹 Suporte: 116,75 (atual) e 115,00 (próximo suporte).
🔹 Momentum: O RSI está subindo de uma zona neutra (cerca de 52), indicando força altista inicial.
🔹 Volume: Volume está moderado, com aumento esperado no rompimento.
📢 Cenários:
✅ Altista: Um rompimento acima de 121,29 com confirmação pode levar a um rally a 133, possivelmente após um recuo a 118,00, apoiado pelo enfraquecimento da dominância do Bitcoin.
⚠️ Baixista: Se o preço falhar em romper 121,29 e recuar abaixo de 116,75, a alta pode ser interrompida, com suporte em 115,00.
🔹 Desempenho do Bitcoin: Uma quebra das máximas do BTC pode reduzir o espaço para altcoins
🚨 A Litecoin, a 116,75, mostra um cruzamento altista com potencial de rally a 133 se romper 121,29, possivelmente com recuo a 118,00. Suporte em 116,75. Monitore volume e o comportamento do Bitcoin para confirmação. 🔥📈
Analista da easyMarkets, Fabricio N.
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Tendência de alta + Pullback na PlatinaAnálise por Matheus Lima, CNPI-T 7387
2025 está sendo um ano em que os principais metais tem se valorizado como nunca. Somente esse ano, a TICKMILL:PLATINUM ja valorizou mais de 64%.
Apesar da alta forte, o preço do ativo ainda não deu nenhuma característica que deve começar a corrigir tão cedo, na verdade, o que está acontecendo é o oposto.
Nas últimas semanas o preço encontrou equilíbrio entre a resistência do 1.434 e o suporte do 1.341 fazendo movimentos gradativamente mais afunilados com amplitude negociada dos dias cada vez menores.
A CONTINUAÇÃO:
no dia 16 de julho, o preço deu início ao rompimento dessa resistência com folga ultrapassando a variação positiva de 10% em apenas 3 pregões. O rompimento foi feito com candles fortes de alta, mostrando o apetite comprador ainda presente apesar do patamar elevado de negociação do preço.
A OPORTUNIDADE:
Aplicando o princípio básico da análise clássica, é possível identificar que no pregão de sexta-feira, o preço fechou com uma leve queda, estacionando exatamente naquele preço que antes era tratado como resistência, a região do 1.422.
Além disso, se marcarmos uma retração de fibonacci do início da alta (base) até o final do movimento na sua ponta mais alta (topo) é possível identificar que o preço atual encontra-se exatamente entre as principais regiões de retração de fibonacci.
MÉDIAS MÓVEIS:
Para melhorar ainda mais o cenário comprador, o pullback do preço encontrou a EMA de 50 e 200 do gráfico H1. O que tecnicamente reforça os apoios compradores e orientações de continuação da tendência de alta ja estabelecida no mercado.
A PROJEÇÃO:
Projetando a retomada da movimentação de alta da TICKMILL:PLATINUM , usando a proporção da mesma alta anterior, é possível encontrar um patamar de preço "objetivo" em 1.567 (161,8 de fibonacci).
A PROTEÇÃO:
Existem dois estágios da desconfiguração do cenário apresentado acima, o primeiro seria caso o preço retorne para baixo das médias de 200 do H1, que atualmente encontra-se a 1.394.
O outro ponto quebra a estrutura da consolidação mencionada no começo desta análise no 1.341, caso isso se concretize, teriamos a confirmação de que o preço simplesmente ja teria voltado tudo em "V" e portanto, descarta-se as projeções mencionadas acima.
O RISCO RETORNO:
Acontece que, o risco apresentado em uma hipotética proteção abaixo da EMA200 do H1 é quase 3x menor do que a projeção de fibonacci de 161,8 citada como preço de interesse da nossa alta a ser desenhada. Apresentando-se assim, uma condição de risco versus retorno altamente favorável para tomadores de risco.
Comentário Técnico Semanal 18/07/25Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
Por que o risco eleitoral significa que a volatilidade do ien...Por que o risco eleitoral significa que a volatilidade do iene pode aumentar esta semana
O iene japonês continua vulnerável antes da Eleição da Câmara Alta do Japão em 20 de julho.
Pesquisas sugerem que a coalizão governista LDP-Komeito pode perder sua maioria na câmara alta. Tal resultado enfraqueceria ainda mais a posição do Primeiro-Ministro Shigeru Ishiba, com seu governo já operando como minoria na câmara baixa.
Somando—se à pressão, os EUA devem impor tarifas de 25% sobre os produtos japoneses a partir de 1 de agosto-parte de um impulso protecionista mais amplo.
Comentário Técnico Semanal 13/07/25Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
NVIDIA (NVDA) — R6 Atingido em US$ 166,65NVIDIA (NVDA) — R6 Atingido em US$ 166,65: Próximo passo da tendência ou pausa corretiva?
Ferramentas aplicadas: FIB 360 (projeções de Fibonacci), leitura estrutural de Elliott, zonas de suporte-resistência
1. Contexto de longo prazo
NVDA permanece em tendência primária de alta há vários anos, sustentada por crescimento de receita e domínio em IA.
No gráfico semanal, os topos anteriores (R4 e R5) foram cravados seguindo o mesmo grid do FIB 360; hoje o preço tocou R6 = US$ 166,65 — alvo publicado previamente no TradingView. Link da publicação:
2. O que significa alcançar R6?
Fibonacci é proporção, não adivinhação; quando um preço atingiu R6, costuma haver realização parcial ou, se houver força compradora, aceleração para o próximo cluster.
Confirmação altista: fechar no semanal acima de US$ 166,65 valida o rompimento e libera o caminho para os próximos alvos (abaixo).
Sinal de cautela: rejeição e fechamento abaixo de R6 sugere throwback técnico antes da eventual retomada.
3. Próximos alvos de expansão (mesma geometria)
Projeção Faixa US$ Observação
R7 188,07 – 192,86 Próxima resistência derivada dos mesmos pivôs
4. Níveis-chave de suporte
US$ 150–151 — primeira defesa natural caso o preço recue.
US$ 140,85–145,32 — segunda zona crítica; perda desse patamar exigiria reavaliação de curto prazo, mas não altera a tendência de longo prazo enquanto o fundo de médio prazo permanecer inviolado.
5. Estrutura de Elliott Waves ainda incompleta
O rally iniciado em 2023 não exibe sinais de onda terminal; um recuo até as zonas citadas seria leitura de onda corretiva dentro do ciclo, não reversão definitiva.
Nova pernada de alta acima de US$ 166,65 seria interpretada como extensão impulsiva rumo a R7.
Bitcoin Em Novo ATHOlá, amigos do TradingView!
Hoje trago uma breve análise do Bitcoin, focando em um olhar de médio prazo, com base nas minhas contagens de Elliott e nos possíveis movimentos de validação para estruturas futuras.
Se você curte esse tipo de leitura e quer apoiar meu trabalho, deixe seu Boost aqui e me siga para continuar acompanhando análises como essa!
Bitcoin na Máxima - o que vem a seguir?Análise não é recomendação de investimento. Não invista com base nessa análise que tem fins de exercício de análise de mercado.
Nos últimos tempos eu acertei e errei a movimentação do bitcoin. E m janeiro previ o topo do bitcoin e realmente aconteceu. Depois em em maio sugeri que o bitcoin iria retornar a cair e dessa vez eu errei.
O bitcoin agora está na máxima histórica novamente. A contagem do meu colega de análise Ondas de Elliott @RicardoTominaga se provou correta. Agora prevejo novas quedas no Bitcoin.
O volume negociado do bitcoin anda muito baixo o que reforça o viés pessimista. Acho que no mínimo veremos o bitcoin abaixo de 100k dóalres e quem sabe na casa dos 75k dólares.
Canal de Baixa na SLC Agricola (SLCE3)No gráfico diário o ativo entrou em formação de canal de baixa . Essa formação foi traçada em vermelho na imagem acima.
Se testar e respeitar a linha de resistência desse canal que fica em torno de 18,55 poderá abrir uma oportunidade de venda no Swing Trade com alvo no suporte imediato em 17,69 e stop loss acima da máxima do candle que testar a linha de resistência desse canal.
Vale lembrar que antes de efetuar essa venda você deve consultar se tem disponibilidade de aluguel na ponta tomadora e a taxa de aluguel com sua corretora. Daí efetuando o aluguel como tomador você conseguirá efetuar esse trading de venda.
Igor Graminhani
Analista Técnico - CNPI-T
Elon Musk não é dono da TeslaMusk foi um visionário e um engenheiro extraordinário para a Tesla quando desempenhou seu papel de CEO e dedicou tempo a empresas que geram sinergia, como X, AI e SpaceX. No entanto, ultimamente temos visto que todo o seu engajamento político vem arruinando sua carreira como CEO e, consequentemente, deixando os investidores da Tesla em uma posição de desconforto, levando-os a questionar os fundamentos da ação. Afinal, os donos da Tesla são os acionistas, e não o CEO, e as intenções políticas do CEO não ajudam em nada na performance da empresa.
O ponto focal da discussão é que Musk tem sido muito vocal contra as medidas de corte de gastos promovidas por Trump, e seu posicionamento tem sido no sentido de "sabotar" as ações do atual presidente. Sem entrar no mérito de se a medida fiscal americana endereça ou não os problemas, a vocalização de Musk colocou os contratos da empresa com o governo em cheque, e Trump já declarou que seria capaz até mesmo de extraditar Musk com suas políticas de controle de fronteiras e revisão de cidadania.
A atenção de Musk não deveria estar em criar um partido político para fazer oposição ao partido atual, mas sim em dedicar seu tempo, que é caro e escasso, para continuar entregando retorno aos acionistas da Tesla.
Já é notável as críticas vindas dos investidores e acredito que o próximo passo é o board da Tesla deve trazer clareza sobre qual será a obrigação de Elon Musk com a empresa ou, caso a ideia de um partido político de oposição siga sendo o principal projeto de Musk, que o board contrate um novo CEO para conduzir a companhia e defender seus interesses.
No momento, a Tesla é uma das maiores perdedoras de 2025, com -24%, muito em decorrência do afastamento do CEO das decisões da empresa.
Mesmo assim, a ação tem fundamentos sólidos, e projetos como o Robotaxi, os Optimus Robots e o EV Modelo Y podem ser impulsionadores do preço da ação. Mas tudo dependerá de como o senhor Musk e o board da Tesla vão se comportar em relação ao capital investido pelos acionistas.
No dia 23/07 teremos no calendário a divulgação do balanço, que pode trazer novidades sobre o que esperar da Tesla até o final do ano.
Ouro (XAU/USD): Balanço de Forças — Ponto de Decisão à VistaO ouro tem se movimentado dentro de um canal descendente (linhas vermelhas pontilhadas) desde meados de junho, refletindo a cautela dos investidores diante de indicadores macro e dos discursos dos bancos centrais. Agora, próximo aos 3.300 USD, formou-se uma zona de suporte reforçada por três elementos-chave:
Média Móvel de 144 períodos (linha laranja), sinalizando a confluência de longo prazo.
Nível 61% de Fibonacci do recente swing.
Suporte determinante.
Esse “tripé” torna a região um campo de batalha decisivo: quem comprou perto dos 3.246 USD buscaria defender suas posições, enquanto vendedores poderiam pressionar um rompimento de baixa. Vamos analisar os dois desdobramentos possíveis:
1. Cenário de Reversão (Alta)
Se o ouro encontrar demanda suficiente já entre 3.290–3.300 USD e confeccionar um pivô de alta, pode acelerar um rali em três etapas:
Primeira escada: superar o 38,2% de Fibonacci (aprox. 3.320 USD). Um fechamento acima desse patamar sinaliza força imediata.
Segundo patamar: a região entre 3.366 e 3.371 USD (50%–61,8% de Fib), onde frequentemente ocorrem testes de resistência e falsas quebras.
Objetivo estendido: o nível 1,618 de Fibonacci, nos 3.495 USD, projeção que capta o impulso total do último movimento altista.
2. Cenário de Continuação da Queda (Baixa)
Caso o canal mantenha seu controle e o suporte em ~3.300 USD seja rompido com candle de fechamento diário abaixo da WMA 144:
Primeiro alvo negativo: o fundo de 29 de junho, em 3.246 USD (1.0 de Fib).
Extensão bearish: projeção em 1,618 para baixo, aproximando-se de 3.172 USD.
Aviso de risco: As ideias e análises apresentadas neste artigo têm caráter exclusivamente educacional e informativo. Não se tratam de recomendações específicas de compra ou venda de ativos, tampouco substituem a opinião de um profissional habilitado.






















