XAUUSD: Observando a Zona de Demanda para uma Possível RecuperaçO XAUUSD está atualmente sendo negociado próximo a uma zona de demanda marcada entre 4.603 e 4.618, após uma forte queda a partir da região de oferta superior.
A estrutura atual sugere que essa zona de demanda é uma área importante para acompanhar. Se os compradores defenderem essa região e o preço começar a formar mínimas mais altas, uma recuperação em direção à zona de oferta entre 4.675 e 4.695 poderá se tornar possível.
A análise é baseada na interação entre a atual zona de demanda e a região de oferta localizada acima:
- Zona de demanda: 4.603–4.618
- Zona de oferta: 4.675–4.695
- Foco atual: Reação do preço e estrutura do mercado em torno da zona de demanda
Um movimento sustentado abaixo da zona de demanda enfraqueceria o cenário de recuperação altista e poderia indicar a continuidade da pressão vendedora.
Esta ideia concentra-se na observação da estrutura do mercado e da reação do preço em torno das zonas destacadas, sem prever um resultado garantido.
Análise de mercado apenas para fins educacionais. Sempre considere sua própria gestão de risco e as condições atuais do mercado.
Ideias da comunidade
Range de Alta em Direção ao Major Bearish OB
Análise Fundamental
O ouro continua sendo sustentado por um dólar americano mais fraco e pelas preocupações relacionadas à dívida dos Estados Unidos. No entanto, os próximos dados do PCE e o simpósio de Jackson Hole podem aumentar a volatilidade e alterar as expectativas de curto prazo para as taxas de juros.
Análise Técnica
No H1, o ouro continua dentro de um range ascendente de alta após confirmar um BOS acima da região de 4.500.
O preço está agora se aproximando do Major Bearish OB entre 4.705–4.730, que representa a principal zona de resistência e uma potencial área de reversão.
O Volume Profile mostra uma forte atividade anterior na região de 4.480–4.510, enquanto a zona mais profunda de 4.450–4.470 OB + POI continua sendo o principal suporte caso uma correção se desenvolva.
Níveis-Chave Importantes
4.705–4.730 — Major Bearish OB
4.480–4.510 — Suporte do Volume Profile
4.450–4.470 — OB + POI
4.310–4.335 — SLL
Cenário de Trading
A prioridade de venda surge após um último impulso de alta em direção à região de 4.705–4.730, seguido por uma clara rejeição baixista no H1.
Alvo: primeiro 4.575, depois 4.450–4.470 caso o momentum baixista se intensifique.
Invalidação: aceitação sustentada no H1 acima do Major Bearish OB.
Visão Geral
A tendência de curto prazo continua altista, mas o preço está se aproximando de uma importante zona de resistência. A estratégia mais limpa é deixar o ouro completar primeiro a atual onda de alta e, em seguida, aguardar uma confirmação de uma correção mais profunda.
O ouro alcançará o Major Bearish OB antes que os vendedores assumam o controle?
BTC/USDT: A Confluencia Leviatan
Nesta manhã, quero demonstrar como o ecossistema de ferramentas que estamos desenvolvendo permite uma leitura de mercado profissional, focada inteiramente no rastro do dinheiro institucional.
O Método de 2 Passos:
1. O Mapa (Order Blocks) : Primeiro, identificamos onde as baleias deixaram suas ordens pendentes. Note as caixas no gráfico; o Bitcoin está reagindo exatamente em uma zona de Bullish OB (Demanda).
2. A Espada (CVD): Para confirmar a entrada, olhamos o Leviatã CVD. O status mudou para BULLISH, indicando que as baleias pararam de apenas "defender" e começaram a "agredir" o mercado na compra.
Conclusão:
Quando o preço toca um Order Block, as baleias absorvem a queda e o CVD confirma a agressão, temos o setup de maior probabilidade do mercado. O alvo agora é buscar as zonas de liquidez de topo entre 82k e 97k.
Gerenciamento:
O viés permanece altista enquanto o suporte institucional em $ 67k for defendido.
👉 Ferramentas utilizadas nesta análise (disponíveis no meu perfil):
Leviatã Order Block Finder
Leviatã CVD - Aggression Index
Briga tarifária aumenta as apostas para Acordo EUA-México-CanadáO dólar canadense é potencialmente sensível a novas manchetes comerciais.
As negociações comerciais entre EUA e Canadá entraram em colapso na sexta-feira, com os EUA impondo tarifas de 50% sobre cerca de US $20 bilhões em produtos canadenses a partir de sábado.
O Canadá respondeu anunciando tarifas retaliatórias Dólar por dólar sobre importações selecionadas dos EUA, que devem entrar em vigor em 8 de setembro.
A quebra também cria outra complicação para o futuro do Acordo EUA-México-Canadá. As discussões entre os EUA e o México já começaram, mas a escalada mais recente aumenta a incerteza sobre se os três países podem chegar a um novo acordo.
Ouro: Alta, mas não persiga a subidaO ouro está sendo negociado hoje numa faixa alta com viés altista. O ganho mensal ultrapassou 12%, representando a mais forte tendência unilateral de alta dos últimos meses. Isso se deve à ampliação, pelos Estados Unidos, da recompra de títulos do tesouro de longo prazo, que alivia indiretamente a pressão sobre o mercado de títulos norte‑americano e injeta liquidez, reduzindo os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA. Com o custo de manter o ouro menor, grandes fluxos de capital estão ingressando no metal precioso.
O principal fator negativo que pressionava o preço do ouro anteriormente era o ciclo de aumento de juros do Federal Reserve e a manutenção de taxas de juros elevadas. Atualmente, os dados de emprego dos EUA estão mais fracos e a pressão inflacionária diminuiu. Os mercados praticamente descartam novos aumentos de juros, com expectativas de cortes de juros já para o final deste ano ou para o próximo ano. Dessa forma, o ouro se libertou das pressões baixistas anteriores e iniciou uma recuperação corretiva. Ao mesmo tempo, bancos centrais de todo o mundo continuam acumulando reservas de ouro, oferecendo um forte suporte de fundo aos preços.
A tendência do ouro está totalmente altista, o preço se mantém acima dos níveis‑chave de suporte com uma dinâmica muito forte. No entanto, existe um risco importante. Um erro muito comum entre traders iniciantes é abrir posições compradas perseguindo altas acentuadas, algo que eu não recomendo. A dinâmica atual é clara: manter uma visão altista, mas não perseguir preços elevados. A zona 4600‑4620 funciona como forte resistência e área de concentração de negociações de curto prazo. Uma quebra imediata é pouco provável; são esperadas oscilações repetidas e movimentos de limpeza de mercado. Mesmo que haja mais altas pela frente, o mercado precisa de um recuo para aliviar os indicadores técnicos de sobrecompra.
A melhor estratégia neste momento é permanecer fora do mercado. Aguarde com paciência um recuo para a faixa 4530‑4550 e abra posições compradas apenas após surgirem sinais claros de estabilização.
Devido à forte alta, muitas posições lucrativas se acumularam no mercado, o que pode provocar um recuo motivado pela realização de lucros. Mesmo assim, a tendência altista geral permanece intacta, e qualquer recuo criará novas oportunidades para posições compradas. A mentalidade de negociação é mais importante do que a direção do mercado. Em mercados em tendência, perder uma oportunidade é muito menos arriscado do executar uma operação errada. Aguardar oportunidades nos recuos é muito mais prudente do que perseguir agressivamente as altas.
🥇 Eu forneço análises objetivas do mercado todos os dias.
BITCOIN E O INICIO DO BULL MARKET!Olá Cripto Powers!
Nesta publicação venho apresentar alguns motivos que me fazem ver que o bull market já começou.
Na imagem abaixo você vê o bear market de 2022.
1- A estrutura formou uma cunha (bearish)
2- Houve o rompimento da SMA 200 dias
3- Houve o rompimento da cunha para cima
Esta sequência gerou a evidencia do bull market em 2023.
Agora veja com atenção o grafico abaixo, que é o grafico atual:
1- Estrutura de cunha formada
2- Houve o rompimento da cunha
3- houve o rompimento da SMA 200 dias
Outro detalhe é a enorme liquidação que ocorreu no dia 19 de agosto.
Na seta superior você observa que a liquidação dos longs em no topo foi o gatilho final do bull market de 2025.
Agora observe que a forte liquidação dos shorts na seta inferior, potencialmente demarca o fim do bear market atual.
Diante disso, acho bastante improvavél que o mercado volte a perder o fundo dos 57k.
Fica extremamente difícil em minha visão, negar essas evidencias e defender que o mercado de baixa não chegou ao fim.
Em 2022 eu trouxe em primeira mão aqui no Trading View Brasil a análise sobre o fim do Bear Market daquele ciclo. Acho que isso está se repetindo aqui.
SIga-me para não perder minhas próximas análises e deixe um boost para impulsionar meu trabalho!
Até a proxima!
Morning Call - 21/08/2026 - Ouro e Bitcoin são destaques de altaAgenda de Indicadores:
10:45 – USA – PMI Industrial e de Serviços da S&P Global (Prévia) (Agosto)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — avançam ligeiramente nesta sexta-feira, ensaiando uma recuperação após a forte queda da sessão anterior. Ainda assim, Wall Street caminha para encerrar uma semana marcada pela alta dos rendimentos dos Treasuries e pelo agravamento das tensões geopolíticas.
Os três principais índices americanos acumulam perdas próximas de 2% na semana. S&P 500 e Nasdaq caminham para interromper uma sequência de três semanas consecutivas de ganhos.
A pressão veio principalmente do mercado de títulos. O rendimento dos Treasuries de 30 anos atingiu nesta semana o maior nível desde 2007, refletindo preocupações com o crescimento da dívida pública, custos de financiamento mais elevados e a persistência dos riscos inflacionários.
O Tesouro americano reagiu à turbulência. Após a intervenção de quarta-feira, o secretário Scott Bessent afirmou que o governo poderá ampliar ainda mais as recompras de Treasuries. A medida trouxe algum alívio, mas os rendimentos permanecem próximos das máximas recentes.
No pré-mercado, as megacaps apresentam recuperação, com Meta e Tesla avançando cerca de 1%.
As ações ligadas a criptomoedas também mantêm o forte movimento de alta, acompanhando o bitcoin, que atingiu o maior nível desde o fim de maio. Coinbase sobe 6,7%, Strategy avança 10,2% e Robinhood ganha 5,5%.
O apetite por risco, porém, continua limitado pelas tensões no Oriente Médio. Bessent afirmou que Washington pretende impor “as sanções mais duras da história” contra o Irã, aumentando as dúvidas sobre uma solução diplomática para o conflito. O impasse entre Washington e Teerã ajudou a sustentar a recente valorização do petróleo, embora a commodity apresente leve correção nesta sexta-feira.
Apesar da volatilidade, o UBS Global Wealth Management elevou sua projeção para o S&P 500 no fim do ano para 8.100 pontos, citando perspectivas mais favoráveis para os lucros corporativos.
As atenções agora se voltam para a próxima semana. O índice de preços PCE, principal referência de inflação acompanhada pelo Federal Reserve, e o discurso do presidente do Fed, Kevin Warsh, no simpósio de Jackson Hole poderão redefinir as expectativas para os juros.
Após os dados mais moderados de inflação ao consumidor e ao produtor, a probabilidade de um aumento dos juros em setembro caiu para 34,6%, segundo a ferramenta CME FedWatch, ante 54,5% há um mês.
No cenário corporativo, o principal destaque será o balanço da Nvidia. Os números da fabricante de chips representarão um novo teste para o entusiasmo com inteligência artificial e, principalmente, para a capacidade dos elevados investimentos no setor continuarem se traduzindo em crescimento de receitas e lucros.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — avançam ligeiramente nesta sexta-feira, apoiados pela valorização do ouro. Apesar da alta, as bolsas caminham para encerrar a semana no campo negativo, em meio à instabilidade nos mercados globais de títulos e à escalada das tensões entre EUA e Irã.
O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 sobe 0,3%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 avança 0,2% e caminha para a segunda semana consecutiva de perdas.
O setor de recursos básicos lidera os ganhos, com alta de 2,2%, beneficiado pela desvalorização do dólar e pelo avanço dos preços do ouro.
Apesar da volatilidade recente, as ações europeias têm demonstrado relativa resiliência. A economia da região vem absorvendo os efeitos da guerra com o Irã melhor do que o inicialmente previsto, enquanto uma política monetária mais previsível e a menor exposição às turbulências relacionadas à inteligência artificial também favorecem o mercado.
Esse cenário voltou a atrair capital estrangeiro. Os fundos de ações europeias receberam US$ 2,44 bilhões na semana encerrada em 12 de agosto, a maior entrada desde o fim de fevereiro, pouco antes do início da guerra entre EUA e Irã.
No mercado de renda fixa, os rendimentos dos títulos da zona do euro recuam ligeiramente após uma semana marcada por fortes oscilações globais. Nos EUA, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que o governo poderá ampliar as recompras de Treasuries e mencionou a possibilidade de uma consolidação fiscal, mantendo os mercados atentos à trajetória da dívida americana.
No Oriente Médio, Bessent também afirmou que Washington pretende impor “as sanções mais duras da história” contra o Irã. A declaração reduziu ainda mais as expectativas de um acordo para a reabertura plena do Estreito de Ormuz.
Com o aumento do risco sobre a oferta, o petróleo Brent chegou a superar US$ 93 por barril, atingindo a maior cotação em um mês, antes de devolver parte dos ganhos com uma realização de lucros.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram majoritariamente em alta nesta sexta-feira, apesar da escalada dos preços do petróleo manter as preocupações com inflação e juros no radar, em meio à persistente incerteza sobre o conflito no Oriente Médio.
No Japão, o Nikkei 225 TVC:NI225 recuou 0,3% e acumulou queda de aproximadamente 4% na semana, seu pior desempenho semanal desde meados de julho.
A economia japonesa permanece particularmente exposta ao choque energético. O petróleo acumula valorização superior a 6% na semana, enquanto o Japão depende do Oriente Médio para cerca de 95% de suas importações da commodity, com aproximadamente 70% do fornecimento passando pelo Estreito de Ormuz.
A pressão sobre os preços de energia também elevou as expectativas de inflação e os rendimentos dos títulos japoneses, principalmente nos vencimentos mais longos.
Apesar da queda do Nikkei, o desempenho interno foi mais equilibrado: 135 das 225 ações do índice avançaram, 86 recuaram e quatro fecharam estáveis. Entre as maiores empresas, a SoftBank Group caiu 2,5%.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI avançou 0,9%, sustentado pela recuperação das fabricantes de semicondutores. Samsung Electronics ganhou 3,9% e SK Hynix subiu 2,3%.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 fechou em alta de 0,4%, acompanhado pelo avanço de 1,5% da TSMC.
Na China continental e em Hong Kong, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI avançaram entre 0,1% e 1,2%. As expectativas de novos estímulos fiscais deram suporte aos mercados, embora os traders ainda aguardem novos catalisadores após a recente onda de vendas nos mercados globais de títulos.
Na contramão, o ASX 200 ASX:XJO , da Austrália, caiu 0,3% e encerrou mais uma semana no campo negativo, pressionado principalmente pelo setor imobiliário e pelas preocupações com as perspectivas de crescimento dos grandes bancos.
$PM: Compra Técnica – BOS, Liquidez e Momentum Smoke-FreePM: Compra Técnica – BOS, Liquidez e Momentum Smoke-Free
Resumo Executivo
Philip Morris International (PM) mantém estrutura de alta no diário, com múltiplos Breaks of Structure (BOS) e reteste de zonas de demanda após o Weak High em $207,76. A tese de compra em $194,05 com stop em $183,40 combina Price Action limpo, confluência de médias móveis e fundamentos sólidos da transição smoke-free. O ativo segue em tendência de alta de médio prazo, com potencial de continuidade enquanto a estrutura permanecer intacta.
Ficha Técnica da Operação
• Ativo: PM (Philip Morris International Inc.)
• Tipo: Compra
• Timeframe: Diário (1D)
• Entrada: $194,05
• Stop Loss: $183,40 (≈ 5,49%)
• Take Profit: OPEN
• Relação Risco x Retorno: 1 : OPEN (gestão dinâmica com parciais)
Análise Técnica & Price Action (SMC)
Estrutura de Mercado
Tendência de alta clara desde o início de 2026. Após um CHoCH no começo do ano e consolidação, a ação gerou sucessivos BOS de alta, confirmando o controle dos compradores. O último movimento relevante foi a formação do Weak High em $207,76, seguido de um pullback controlado que respeitou as zonas de Equal Lows (EQL). O preço atual permanece acima da estrutura de suporte recente. O Strong Low em $146,35 continua sendo o suporte estrutural de longo prazo.
Zonas de Liquidez
Captura evidente de liquidez em EQH e EQL ao longo de junho-agosto. O preço varreu equal highs e equal lows, absorvendo stops. As zonas de demanda entre aproximadamente $155 e $185 representam Order Blocks de alta. O pullback atual retesta a região de $188–$190, área de confluência que historicamente gerou reações compradoras. Não há Fair Value Gap significativo aberto abaixo do preço que ameace o stop.
Confluência de Médias Móveis
Preço opera acima das médias de curto, médio e longo prazo. As MAs estão alinhadas em ordem de alta, com a média mais rápida atuando como suporte dinâmico. A inclinação positiva reforça o viés comprador e confirma a preservação da tendência de médio prazo.
Padrões Gráficos
Pullback saudável dentro de tendência de alta, sem formação de padrões de reversão (ombro-cabeça-ombro ou topos duplos confirmados). O Weak High em $207,76 funciona como referência de liquidez acima. A consolidação atual se assemelha a um range de acumulação após o spike de volume de julho. Ausência de quebra de estrutura de baixa e respeito às zonas de demanda apontam para continuidade.
Análise Fundamentalista & Drivers
Driver Principal 1 – Transição Smoke-Free
No 2º trimestre de 2026, a Philip Morris reportou receitas recordes de US$ 11,19 bilhões (+10,4% YoY). Produtos smoke-free (IQOS, ZYN e VEEV) representaram cerca de 42% das receitas e estão disponíveis em 109 mercados. O crescimento orgânico de volume smoke-free compensou o declínio de cigarros, gerando EPS ajustado de US$ 2,20 (acima das estimativas). Guidance de crescimento orgânico de receita de 5–7% e EPS ajustado de US$ 8,26–8,41 para o ano foi reiterado.
Driver Principal 2 – Geração de Caixa e Perfil Defensivo
Histórico consistente de batidas de estimativas (oito trimestres consecutivos) e dividend yield em torno de 3,0–3,1% (anualizado US$ 5,88). Fluxo de caixa operacional robusto, com projeção de aproximadamente US$ 13,5 bilhões para 2026. O caráter de consumer staples combinado com a transformação smoke-free continua atraindo capital institucional.
Calendário de Próximos Eventos & Impacto
• ≈ 20–21 Outubro 2026 – Resultados do 3º trimestre 2026
Impacto: Benéfico / Neutro
Histórico de batidas e crescimento smoke-free favorecem o momentum. Volatilidade pós-earnings pode acelerar novos topos, mas um miss pressionaria o stop. Monitorar guidance.
• Início de Outubro 2026 (estimado) – Próximo Ex-Dividendo
Impacto: Benéfico
Dividend yield atrativo costuma gerar demanda pré-ex-date, alinhada à tese de compra.
• 2º semestre 2026 – Atualizações de guidance e expansão smoke-free
Impacto: Benéfico
Continuidade do rollout de IQOS/ZYN e possível revisão positiva de guidance reforçam o driver de médio e longo prazo.
Gestão de Risco & Plano de Ação
• Gatilho de Break-even: Mover o stop para $194,05 após o preço alcançar $199,50–$200,00.
• Alvos Intermediários:
– 1ª parcial em $200–$202 (realizar 30–40%)
– 2ª parcial em $207–$208 (teste do Weak High)
– Restante em gestão trailing ou OPEN
• Ação Pré-Notícia: Antes dos resultados de outubro, reduzir exposição parcial se o preço estiver próximo do stop ou se houver deterioração da estrutura. Evitar aumento de posição nas 48 horas anteriores ao earnings. Reavaliar após o relatório.
Veredito do Analista
A combinação de estrutura bullish (múltiplos BOS, respeito às zonas de liquidez e alinhamento de médias), ausência de padrões de reversão e fundamentos sólidos da transição smoke-free torna a compra de PM em $194,05 com stop em $183,40 uma operação de boa confluência. O risco está bem definido abaixo da região de demanda recente, enquanto o potencial de alta permanece aberto. Entrada disciplinada, gestão rigorosa e acompanhamento do earnings de outubro são essenciais.
Aviso Legal: As análises apresentadas possuem caráter exclusivamente educacional e informativo. Não constituem recomendação direta de compra ou venda de ativos financeiros. Operar no mercado financeiro envolve riscos substanciais.
XAUUSD — Pullback de Alta Antes do Próximo ImpulsoAnálise Fundamental
O ouro continua a receber suporte de um dólar norte-americano mais fraco e da recente queda nos rendimentos dos Treasuries. No entanto, os rendimentos estão começando a recuperar, enquanto as últimas atas do Fed mostraram que a inflação continua sendo uma preocupação. Isso pode manter a volatilidade de curto prazo elevada.
Análise Técnica
O XAUUSD continua com uma estrutura de alta no H1 após o forte rompimento da região de 4,330–4,350.
O preço subiu com força e alcançou a liquidez em torno de 4,520–4,535 antes de entrar em consolidação perto de 4,490.
Por enquanto, isso parece mais uma pausa dentro da tendência de alta do que uma reversão clara.
A primeira região que estou observando é 4,445–4,458. Essa zona combina liquidez, FVG e o nível de retração de Fibonacci de 0,382 do último movimento de alta.
Uma retração mais profunda de 0,50–0,618 está dentro do FVG maior, na região de 4,380–4,425.
Níveis Importantes
4,568–4,580 — Zona de forte rejeição
4,520–4,535 — Liquidez / primeira meta de alta
4,445–4,458 — Liquidez + FVG
4,380–4,425 — Principal FVG no H1
4,335–4,348 — OB + suporte
Cenário de Trading
O plano principal continua sendo de alta.
Prefiro esperar por um pullback controlado em direção a 4,445–4,458. Se os compradores defenderem essa região e o preço voltar a mostrar força, o ouro poderá retornar para 4,520–4,535.
Um rompimento claro acima dessa liquidez poderá abrir caminho para 4,568–4,580.
Condição para Compra
Procuro uma rejeição de alta e uma confirmação da estrutura na zona de pullback.
Um movimento forte no H1 abaixo do FVG principal enfraqueceria o cenário de continuação imediata da alta.
Visão Geral
A tendência no H1 ainda favorece os compradores, mas perseguir o preço nos níveis atuais é menos atrativo. Um pullback até ao suporte poderia oferecer uma entrada mais limpa para a próxima onda de alta.
Você esperaria por 4,445–4,458 antes de procurar a próxima compra?
Liquidez antes de uma reversão baixista
Análise Fundamental
O ouro continua sustentado por um dólar americano mais fraco e pela redução das expectativas de uma nova alta dos juros do Fed no curto prazo. O CPI de julho subiu apenas 0,1%, o PPI permaneceu inalterado, enquanto as vendas no varejo recuaram 0,6%. Esse cenário continua pressionando as expectativas sobre os juros americanos.
Agora, a atenção do mercado se volta para a ata da reunião do Fed de julho, em busca de novos sinais sobre a direção da política monetária.
Análise Técnica
No H1, o ouro apresentou uma forte recuperação a partir da zona de liquidez 4.310–4.320 SLL e recuperou a região de retração de Fibonacci 0,5–0,618.
O preço está consolidando abaixo da liquidez Buy-Side em 4.416,672 e da zona de resistência FDC 4.420–4.426.
O cenário principal continua sendo uma possível última onda de alta em direção à liquidez superior, antes que os vendedores tentem recuperar o controle.
O Volume Profile também mostra forte atividade na atual zona de equilíbrio, tornando a reação do preço na região de liquidez superior especialmente importante.
Níveis Importantes
4.420–4.426 — FDC / Resistência
4.416,672 — Buy-Side Liquidity
4.376,208 — Fibonacci 0,618
4.363,890 — Fibonacci 0,5
4.350–4.364 — Zona de Fibonacci
4.310–4.320 — SLL / Liquidez inferior
Cenário de Trading
A prioridade para Short surge após um Liquidity Sweep em 4.416–4.426, seguido por uma rejeição baixista clara no H1.
Alvo: 4.350–4.364
Alvo estendido: 4.310–4.320 caso a zona de Fibonacci seja rompida com força
Invalidação: Aceitação sustentada no H1 acima de 4.426
Visão Geral
O ouro ainda pode realizar uma última expansão de alta no curto prazo antes que os vendedores tentem assumir novamente o controle.
A região 4.416–4.426 continua sendo a principal zona a observar. Um sweep de liquidez seguido por uma rejeição poderá fornecer o primeiro sinal de uma reversão baixista.
Você espera que o ouro busque primeiro 4.420 antes de iniciar o próximo movimento de queda?
Ouro ganha terreno com pressão sobre o dólar
Os preços do ouro subiram no início da sessão de segunda-feira, ultrapassando os 4.400 dólares e aproximando-se do máximo de dois meses atingido na semana passada. A dinâmica positiva do metal precioso está a ser impulsionada sobretudo pela diminuição das expectativas de que a Reserva Federal aumente as taxas de juro este ano. Uma recente série de dados económicos norte-americanos abaixo das expectativas, incluindo números dececionantes relativos ao emprego, uma inflação moderada e uma queda das vendas a retalho, está a ser interpretada como um sinal de abrandamento da maior economia mundial. Esta situação tem levado um número crescente de investidores a questionar a necessidade de aumentar os custos de financiamento numa economia em desaceleração. Como resultado, o dólar tem perdido terreno face às restantes moedas principais, enquanto as yields dos títulos do Tesouro de prazos mais curtos também recuaram, proporcionando apoio ao metal precioso. No entanto, o potencial de valorização do ouro continua limitado pela incerteza em torno do conflito entre os Estados Unidos e o Irão. O conflito está a manter os preços do petróleo elevados e poderá voltar a colocar a inflação no centro das preocupações dos investidores, criando um fator desfavorável para o ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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O Estreito de Ormuz poderia se tornar o Estreito de Trump?Em declaração na sexta-feira, o presidente Donald Trump afirmou que o Estreito de Ormuz poderia em breve se tornar território dos EUA.
“Muito em breve, vou declarar o Estreito de Ormuz como território dos Estados Unidos”, disse Trump, ao mesmo tempo em que instava os americanos a aceitarem preços mais altos da gasolina em meio ao conflito.
O Irã rejeitou a afirmação, sustentando que o estreito “sempre foi iraniano, é iraniano e continuará sendo iraniano”.
A declaração ocorre no momento em que o secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que os EUA estão preparando medidas econômicas contra o Irã “que nunca foram vistas antes”.
Bessent não revelou exatamente em que consistirão essas medidas, mas a Reuters informa que as opções poderiam ter como alvo refinarias chinesas que compram petróleo bruto iraniano e bancos chineses que processam transações com o Irã.
A fraca demanda é o maior problema do petróleo?O petróleo bruto caiu para cerca de US$ 81 por barril na quinta-feira, à medida que os investidores parecem estar levando mais em conta as perspectivas de enfraquecimento da demanda do que as preocupações com a oferta causadas pelo fechamento do Estreito de Ormuz
A Agência Internacional de Energia (AIE) reduziu suas projeções para a demanda global de petróleo, alertando que o Estreito de Ormuz e os preços elevados estão pesando cada vez mais sobre o consumo:
“Prevê-se que a demanda mundial de petróleo diminua em 1,6 mb/d em 2026, 510 kb/d a mais do que nossa estimativa no relatório do mês passado”,
Os altos preços dos combustíveis podem, eventualmente, reduzir o consumo. Se a demanda cair enquanto ainda houver oferta suficiente disponível, isso pode exercer pressão de baixa sobre os preços do petróleo.
No entanto, os riscos de oferta não desapareceram. A AIE alertou que os “riscos de oferta continuam substanciais” e que “as reservas de segurança anteriormente disponíveis estão se esgotando rapidamente”.
Morning Call - 13/08/2026 - OPEP reduz demanda e petróleo caiAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Vendas no Varejo
9:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP) (Julho)
14:00 – USA – Leilão de T-Bond de 30 anos
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — avançam ligeiramente nesta quinta-feira, enquanto os traders aguardam novos dados de inflação para calibrar as expectativas sobre os próximos passos do Federal Reserve.
O principal evento do dia será a divulgação do Índice de Preços ao Produtor (IPP) de julho, às 9h30 (horário de Brasília). O indicador ganha importância após os dados benignos de inflação ao consumidor reforçarem a percepção de que o Fed poderá manter os juros inalterados em sua próxima reunião.
Segundo a ferramenta FedWatch da CME, o mercado atribui agora uma probabilidade de 66% de manutenção das taxas, ante cerca de 50% na quarta-feira.
No mercado de energia, os contratos futuros do petróleo Brent recuam 1,5%, pressionados pelas perspectivas de menor crescimento da demanda global neste ano e pelo aumento dos estoques de petróleo bruto nos EUA.
Os riscos geopolíticos, entretanto, permanecem elevados. Segundo uma fonte iraniana de alto escalão, Estados Unidos e Irã continuam distantes de um acordo para encerrar definitivamente o conflito no Oriente Médio, enquanto o tráfego pelo estratégico Estreito de Ormuz segue severamente restrito.
No pré-mercado, Dell Technologies e HP avançam 4% e 1,8%, respectivamente, após os resultados da chinesa Lenovo superarem as expectativas. Na contramão, a Cisco Systems cai 6%, apesar de projetar receita para o ano fiscal de 2027 acima das estimativas de Wall Street.
A Cerebras Systems despenca mais de 18% após a fabricante de chips para inteligência artificial não atingir as projeções de receita trimestral, devolvendo parte da alta de aproximadamente 24% acumulada nas quatro sessões anteriores.
Entre as megacapitalizações, Alphabet, Amazon e Apple avançam cerca de 0,5% cada.
A temporada de balanços entra em sua reta final, com mais de 430 empresas do S&P 500 já tendo divulgado seus números. De maneira geral, resultados melhores do que o esperado em diversos setores ajudaram Wall Street a superar a volatilidade observada no início do segundo semestre.
O Nasdaq, que há apenas duas semanas chegou a cair mais de 10% em relação à máxima histórica, recuperou boa parte das perdas, sustentado pelos fortes resultados das gigantes de infraestrutura de IA e pela retomada do entusiasmo com o setor de tecnologia.
Além do IPP, os traders acompanham hoje os pedidos semanais de auxílio-desemprego e os discursos de Beth Hammack, do Fed de Cleveland, e Thomas Barkin, do Fed de Richmond, em busca de novas sinalizações sobre a política monetária.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — avançam ligeiramente nesta quinta-feira, com a queda dos preços do petróleo reduzindo as pressões sobre alguns setores, mas também reforçando preocupações com a desaceleração da demanda global.
O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 sobe 0,5% e renova sua máxima histórica. Na contramão, o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 recua 0,3%, apesar de a economia britânica ter apresentado uma expansão inesperada em junho, trazendo algum alívio às perspectivas de crescimento do país.
Segundo Danni Hewson, chefe de análise financeira da AJ Bell: "Junho pode muito bem se revelar o último período realmente favorável para a economia do Reino Unido este ano, devido às possíveis medidas orçamentárias do país."
No Oriente Médio, as negociações entre Estados Unidos e Irã permanecem estagnadas, sem avanços concretos para um acordo que encerre de forma permanente o conflito no Golfo.
Apesar da ausência de progresso diplomático, os preços do petróleo recuam nesta quinta-feira, após analistas reduzirem suas projeções para a demanda global neste ano, diante dos impactos da guerra sobre a atividade econômica.
O movimento pressiona as ações de energia, que caem 0,7%. Em contrapartida, viagens e lazer avançam 0,6%, beneficiadas pela perspectiva de menores custos com combustíveis.
Entre os demais setores, os bancos lideram os ganhos, com alta de 1,2%. Na ponta negativa, recursos básicos recuam 2,9%, acompanhando a queda dos preços dos metais preciosos e industriais.
No ambiente corporativo, a Maersk sobe 4,6% após superar as expectativas de lucro e elevar, pela segunda vez neste ano, sua projeção de resultados anuais. O grupo dinamarquês de transporte marítimo vem sendo beneficiado pela combinação entre forte demanda e aumento das tarifas de frete provocado pelas interrupções logísticas no Oriente Médio.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão desta quinta-feira sem direção única, com as bolsas mais expostas ao setor de tecnologia liderando os ganhos, após o avanço das ações ligadas à inteligência artificial em Wall Street renovar o apetite por semicondutores na região.
Na Coreia do Sul, no Japão e em Taiwan, os índices Kospi TVC:KOSPI , Nikkei 225 TVC:NI225 e TWSE 50 FTSE:TW50 avançaram 1,2%, 3,6% e 1,7%, respectivamente.
As fabricantes de chips estiveram entre os principais destaques. SK Hynix e Samsung Electronics subiram 5,9% e 4,9%, enquanto a TSMC avançou 0,8%. No Japão, a fabricante de equipamentos para testes de semicondutores Advantest ganhou 4%, enquanto a Ibiden, fornecedora da Nvidia, avançou 5,3%.
A recuperação das fabricantes de memória continua sendo sustentada pelas expectativas de forte demanda associada à inteligência artificial, após a forte correção sofrida pelo setor nas últimas semanas.
Na contramão, os mercados da China continental, Hong Kong e Austrália encerraram no campo negativo. Os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e ASX 200 ASX:XJO recuaram entre 0,1% e 0,9%.
Por que o Point of Control de Ontem É ImportanteEste artigo não é relevante para o público residente em Portugal ou no Brasil.
A maioria dos traders começa a sessão marcando a máxima e a mínima do dia anterior. Esses níveis frequentemente fornecem uma estrutura útil para o dia seguinte, destacando onde o momentum acelerou ou onde compradores e vendedores perderam a convicção anteriormente. No entanto, outro ponto de referência muitas vezes recebe bem menos atenção, apesar de representar onde o mercado passou a maior parte do tempo negociando.
O Point of Control (PoC) do Dia Anterior, derivado do Session Volume Profile (Perfil de Volume da Sessão), identifica o preço no qual o maior volume foi negociado durante a sessão anterior. Ele não é um sinal de compra ou venda, nem deve ser automaticamente tratado como suporte ou resistência. Em vez disso, fornece um ponto de referência útil que pode ajudar os traders a entender onde o mercado encontrou maior consenso de preço anteriormente. Três observações valem atenção especial:
Tendências fortes frequentemente veem o valor subir
Uma das características mais interessantes de tendências fortes é que elas não são movidas puramente pelo preço. À medida que os mercados continuam em tendência, o Point of Control frequentemente migra para patamares mais altos de uma sessão para a outra.
O mercado não está simplesmente buscando preços mais altos para rejeitá-los imediatamente. Em vez disso, a maior concentração de atividade de negociação está gradualmente se deslocando para cima, conforme compradores e vendedores se mostram cada vez mais dispostos a transacionar a preços mais elevados.
Isso não garante que a tendência vá continuar, mas sugere que o mercado está aceitando esses preços mais altos em vez de apenas visitá-los.
Gráfico de Velas de 5 Minutos do US500
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
O S&P 500 recente fornece um bom exemplo. À medida que o mercado continuou a subir, o Point of Control de cada sessão avançou gradualmente para patamares superiores. Em vez de retornar repetidamente às áreas de valor anteriores, o mercado estabeleceu novas zonas onde a maioria dos negócios foi realizada, em consonância com a força da tendência subjacente.
O Point of Control do dia anterior cria uma referência útil
Assim que a sessão fecha, o Point of Control de ontem se torna um nível que vale a pena transportar para o próximo dia de negociação.
Não porque o mercado deva reagir nele obrigatoriamente, mas porque ele destaca uma área onde uma quantidade significativa de negócios foi realizada anteriormente. Sempre que o preço retorna a esse nível, os traders têm a oportunidade de observar se o mercado ainda o considera uma área de valor ou se o sentimento mudou.
Gráfico de Velas de 5 Minutos do US500
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
Aqui, o Session Volume Profile identifica o preço onde o maior volume foi negociado ao longo da sessão. Embora o perfil em si desapareça assim que o dia termina, o Point of Control permanece como um ponto de referência útil que pode ser projetado para a sessão de negociação seguinte.
Observe a reação, não o nível
Talvez o maior erro dos traders seja presumir que o Point of Control do Dia Anterior deva atuar automaticamente como suporte ou resistência.
Como qualquer nível técnico, seu valor vem de como o mercado se comporta ao seu redor, e não da linha em si.
Às vezes, o preço passará direto por ele sem hesitação, sinalizando que a área de valor de ontem já não é particularmente relevante. Em outras ocasiões, o mercado terá dificuldade repetida para se estabelecer acima ou abaixo do nível, sugerindo que os participantes estão, mais uma vez, tomando decisões ao redor do mesmo preço.
Reações repetidas frequentemente se tornam muito mais significativas do que o primeiro toque.
Gráfico de Velas de 5 Minutos do US500
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
Neste exemplo, o preço testou repetidamente o Point of Control do Dia Anterior por baixo antes de falhar em estabelecer aceitação acima dele. Cada rejeição reforçou o nível como uma área onde a pressão vendedora reapareceu, fornecendo aos traders uma referência intradiária útil, em vez de um sinal mecânico de trading.
Um ponto de referência, não uma previsão
O Point of Control do Dia Anterior não identificará cada ponto de virada, nem se deve esperar que o faça. Seu verdadeiro valor está em fornecer contexto adicional.
Como qualquer ferramenta técnica, o Point of Control pode fornecer contexto adicional quando considerado como parte de uma estrutura analítica mais ampla. Usado de forma isolada, é simplesmente mais uma linha horizontal. Usado ao lado da ação do preço (price action), torna-se uma maneira prática de identificar onde o leilão de ontem ainda pode estar influenciando as decisões de hoje.
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A estratégia NACHO se mantém válidaOs mercados de energia registraram alta, enquanto persiste a incerteza sobre a reabertura do Estreito de Ormuz.
O presidente dos EUA, Donald Trump, criticou a exigência do Irã de indenização de guerra como parte das negociações para encerrar o conflito. Trump afirmou que os EUA buscariam, em vez disso, indenização “por todas as pessoas que matou…”.
Ampliando os ganhos pela terceira sessão consecutiva, o petróleo bruto subiu 5,13%, para mais de US$ 82 o barril, na segunda-feira. Enquanto isso, os estoques de petróleo bruto mantidos na Reserva Estratégica de Petróleo dos EUA caíram para menos de 300 milhões de barris, o nível mais baixo desde 1983.
Os preços do óleo para aquecimento nos EUA subiram mais de 7% depois que militantes houthis, apoiados pelo Irã, assumiram a autoria de um ataque à refinaria de Jazan, na Arábia Saudita, próxima ao Mar Vermelho.
Os preços do gás natural nos EUA também subiram mais de 4%, para US$ 2,785.
BTCUSD 5M: Fimathe 08/08Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do BTCUSD, 1º o preço chegou ao(s) alvo(s) da projeção anterior ou iniciou nova barra diária, 2º rompeu a linha branca 1 da projeção que usa os números da sequência de Fibonacci, 3º poderá retrair e 4º poderá subir até a linha verde 3 ou além dela.
Bom, esse padrão de range é medonho, vale o registro dele aqui, qualquer outro topo/fundo errado e a projeção fica errada. Megafone com candles.
Bitcoin Zonas de compra e vendaOlá, amigos do TradingView.
Espero que gostem desta atualização. Se você quer que eu fale de alguma Altcoin ou ativo especifico me deixe aqui nos comentarios sua solicitação.
A ideia aqui é, trazer mais atualizações, apresentar os cenários mais prováveis para o momento com base em varias teorias que uso para negociar o intraday.
Minha leitura base segue sendo essa:
Ideia comentada ontem que li para vocês no video
"O Bitcoin fez um avanço relevante até a POC anterior, porém sem captar a liquidez dos fundos da semana passada, o que torna o contexto de alta menos confiável.
Para negociarmos esse movimento de forma otimista, vejo apenas a possibilidade de configurações de compra mediante reações na faixa entre US$ 63.300 e US$ 62.900, essas seriam variáveis de alto risco para o intraday. Essa nova zona de suporte deve sustentar os preços; caso contrário, seguimos visando níveis abaixo dos US$ 61.000 para uma captação macro de liquidez abrindo espaço para compras de prazos maiores."
Teste na zona esperada para o intraday✅
Os preços reagiram exatamente na região que comentamos. Os alvos potenciais seguem sendo a POC do range preço atual, posteriormente, a faixa dos US$ 64.800 e topos anteriores.
Continuo vendo potencial para um avanço maior, como comentamos anteriormente. No entanto, acredito que acima dos topos do dia 15/06 possa se formar uma possível armadilha de mercado. Se esse cenário começar a se desenvolver, pretendo trazer uma atualização por aqui.
A lista de tarefas de Bessent: “Comprar ienes japoneses”“To do: Buy Japanese Yen (JPY) $5–10 bil.”
A nota, escrita originalmente em inglês, apareceu em um bloco de anotações convenientemente exposto pelo secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, durante uma reunião do gabinete em Camp David.
A lista de tarefas parece ser mais uma tentativa de afastar os vendedores de iene antes que o Japão precise vender títulos do Tesouro dos EUA para financiar compras da moeda japonesa.
O Japão detém mais de US$ 1,1 trilhão em títulos do Tesouro dos EUA, sendo o maior detentor estrangeiro da dívida pública americana. Vender esses ativos para comprar ienes poderia elevar ainda mais os rendimentos dos títulos do Tesouro — algo que nenhum secretário do Tesouro deseja, se puder evitar.
Uma intervenção coordenada dos Estados Unidos poderia, portanto, ajudar a sustentar o iene e reduzir a necessidade de o Japão vender títulos do Tesouro.
O par USDJPY convive com o risco de intervenção há algum tempo, mas talvez agora mais do que nunca. Isso pode provocar movimentos bruscos que alguns traders enxerguem como uma oportunidade, enquanto outros podem considerar o par simplesmente arriscado demais.






















