A Piper Sandler prevê novos máximos para o petróleo Os futuros do Brent têm vindo a descer desde sexta-feira, embora os preços tenham recuperado algum terreno na terça-feira, à medida que os operadores avaliavam sinais contraditórios em torno de um possível acordo com o Irão.
O banco de investimento Piper Sandler assumiu uma posição mais cautelosa, informando aos clientes que espera que o Estreito de Ormuz permaneça praticamente fechado e que os preços do petróleo atinjam novos máximos.
O banco afirmou ter muito pouca confiança de que o tráfego comercial através do estreito volte a atingir sequer 50% dos níveis pré-crise, mesmo até ao próximo mês.
Se essa perspetiva se revelar correta, uma nova subida do petróleo poderá exercer pressão sobre a recente recuperação dos mercados acionistas. O Japão poderá estar particularmente exposto, dada a sua dependência da energia importada.
Ideias da comunidade
Morning Call - 27/05/2026 - Nasdaq Segue Em MáximaAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPCA-15 (Maio)
9:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 5 anos
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — ampliaram os ganhos nesta quarta-feira, impulsionados pelo forte ímpeto do setor de inteligência artificial, enquanto os traders demonstram otimismo cauteloso em relação às negociações entre Estados Unidos e Irã.
Apesar dos recentes ataques americanos próximos ao Estreito de Ormuz — classificados pelo Irã como uma “violação flagrante” do cessar-fogo — a trégua frágil entre os dois países permanece em vigor.
Segundo analistas do UBS: “A situação em constante mudança no Oriente Médio e os rendimentos ainda elevados dos títulos podem testar a recuperação global das ações. Mas acreditamos que os fortes resultados corporativos continuarão sustentando os mercados no médio prazo, e vemos oportunidades atrativas em diversas regiões.”
Na terça-feira, tanto o S&P 500 quanto o Nasdaq encerraram o pregão em novas máximas históricas, impulsionados principalmente pelo renovado entusiasmo com inteligência artificial e semicondutores.
A Micron Technology ultrapassou pela primeira vez a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado, reforçando o movimento de valorização das empresas ligadas ao setor.
As ações da fabricante de chips de memória avançam 4,6% no pré-mercado. Já as concorrentes Sandisk, Western Digital e Seagate Technology registram altas superiores a 1,3% cada.
A temporada de resultados corporativos segue sendo um dos principais motores da alta em Wall Street. O mercado agora projeta crescimento de aproximadamente 29% nos lucros das empresas do S&P 500 no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior. O Dow Jones também renovou sua máxima histórica na última sexta-feira, tornando-se o último dos grandes índices americanos a atingir novos recordes.
O Goldman Sachs elevou sua projeção para o índice S&P 500 ao final de 2026, passando de 7.600 para 8.000 pontos, citando a força persistente dos lucros corporativos e da demanda por tecnologia ligada à inteligência artificial.
No campo macroeconômico, os investidores aguardam os dados do índice de despesas de consumo pessoal (PCE), previstos para quinta-feira. O indicador é considerado a principal medida de inflação acompanhada pelo Federal Reserve e poderá fornecer novas pistas sobre os próximos passos da política monetária sob a gestão do novo presidente do Fed, Kevin Warsh.
Atualmente, os mercados monetários seguem apostando que o Fed manterá as taxas de juros estáveis ao longo deste ano, embora parte dos analistas ainda projete um aumento de 25 pontos-base em dezembro.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — subiram ligeiramente nas primeiras horas desta quarta-feira, negociando próximos das máximas históricas registradas antes do início da guerra entre Estados Unidos e Irã, impulsionados principalmente pelas ações dos setores automotivo e químico, enquanto os traders seguem monitorando com cautela o aumento das tensões no Oriente Médio.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 sobe cerca de 0,9%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, avança 0,6%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, registra ganho mais moderado de 0,1%.
O setor automotivo europeu esteve entre os principais destaques positivos do pregão, avançando cerca de 2,6%. As ações da Volvo dispararam aproximadamente 7% após a companhia anunciar que recebeu aprovação do governo dos Estados Unidos para continuar comercializando seus veículos no mercado americano.
O segmento também foi beneficiado por dados que mostraram aceleração nas vendas de automóveis na União Europeia, Reino Unido e países da Associação Europeia de Livre Comércio. Os registros de veículos aumentaram 7% em abril, elevando o acumulado entre janeiro e abril para um crescimento de 4,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
As ações do setor químico também registraram forte valorização, com alta superior a 1,3%. O destaque ficou para a AkzoNobel, cujas ações dispararam 16% após a fabricante de tintas rejeitar uma oferta conjunta de aquisição apresentada pelas rivais Nippon Paint e Sherwin-Williams.
No mercado de crédito, o presidente do banco central da Holanda, Olaf Sleijpen, afirmou que a persistência dos choques nos preços da energia continuará sendo um fator central para orientar as próximas decisões de política monetária do Banco Central Europeu.
Os comentários reforçam a percepção de que o BCE aumentará a taxa de juros na próxima reunião.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico foram negociados de forma mista nesta quarta-feira, enquanto os traders continuam avaliando os impactos da recente ação militar dos Estados Unidos no Irã, o estado ainda frágil do cessar-fogo e o otimismo de que um acordo diplomático ainda possa ser alcançado.
Liderando os ganhos e renovando máximas históricas, o índice Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, e o TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, avançaram 2,3% e 2,9%, respectivamente, impulsionados principalmente pelas ações do setor de tecnologia e semicondutores.
As ações da Samsung Electronics subiram 2,7% após a companhia fechar um acordo com trabalhadores sindicalizados para evitar uma possível greve que poderia interromper cadeias globais de fornecimento de semicondutores.
Segundo os termos do acordo, a gigante sul-coreana concordou em destinar 10,5% do lucro operacional da divisão de semicondutores ao pagamento de bônus especiais para funcionários da área de chips. Alguns colaboradores poderão receber cerca de US$ 416 mil em bonificações.
Já a SK Hynix ultrapassou pela primeira vez a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado, juntando-se a rivais como Samsung Electronics e Micron Technology entre as maiores empresas globais do setor. As ações da companhia encerraram o pregão em alta de 9,3%, após chegarem a disparar quase 15% durante a sessão.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 encerrou próximo da estabilidade, pressionado principalmente por uma realização de lucros nas ações do SoftBank Group, que recuaram 7,3% após os fortes ganhos recentes.
Na contramão da maior parte da região, os principais índices da China continental e de Hong Kong — Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI — encerraram o pregão com perdas entre 0,4% e 1,3%, refletindo cautela diante das tensões geopolíticas e da ausência de novos estímulos econômicos relevantes.
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO avançou 0,7%, com todos os principais setores fechando no campo positivo, sustentados pela recuperação do apetite global por risco.
XAU/USD (Ouro): Análise de Rompimento da Neckline no M5 O ouro EASYMARKETS:XAUUSD no gráfico de 5 minutos está sendo negociado próximo de 4.452,78, testando rompimento da neckline na região dos 4.457. O movimento sugere operação curta de OCOI (Ordem de Compra no Rompimento), com potencial de continuidade altista no curtíssimo prazo após a formação do padrão.
📈 Análise Técnica:
🔹 Rompimento da Neckline: O preço rompeu a neckline da estrutura (por volta de 4.457), confirmando mudança de momentum no timeframe de 5 minutos.
🔹 Estrutura: Após formar ombros e cabeça, o rompimento altista indica possível reversão ou continuação de alta no curto prazo.
🔹 Resistência: 4.459 – 4.465 (próxima liquidez) e 4.470.
🔹 Suporte: 4.449 – 4.452 (região de pullback) e 4.445 (suporte mais forte).
🔹 Momentum: RSI saindo de zona neutra para altista, com MACD cruzando positivo no curto prazo.
🔹 Volume: Aumento de compradores no rompimento da neckline, favorável para operação rápida.
📢 Cenários:
✅ Altista (OCOI): Rompimento confirmado acima de 4.457 com volume pode levar a alvos rápidos em 4.459 → 4.465 → 4.470.
⚠️ Baixista: Rejeição imediata em 4.457 e perda de 4.449 reverte o movimento, mirando 4.445.
📅 Eventos Relevantes:
🔹 Dados dos EUA: Lançamentos de hoje podem enfraquecer o dólar e favorecer o ouro.
🔹 Geopolítica: Tensões globais continuam sustentando demanda por safe-haven.
🚨 : XAU/USD a 4.452,78 rompe a neckline na região dos 4.457, abrindo oportunidade curta de OCOI altista. O viés é positivo enquanto se mantiver acima de 4.449, com alvos rápidos em 4.465–4.470. Operação de scalp com foco em volume e confirmação. Monitore a reação logo após o rompimento. 🔥📈
Analista da easyMarkets, Fabricio N.
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Comentário Técnico Semanal 23/05/2026Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
Morning Call - 25/05/2026 - O Fim da Guerra Está Próximo?Agenda de Indicadores:
Feriado: EUA, Reino Unido, Alemanha, Suíça, Coreia do Sul e Hong Kong
15:00 – BRA – Boletim Focus
Brasil
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Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — registram novos recordes nesta segunda-feira, enquanto o dólar americano e os preços do petróleo recuam diante da perspectiva de um acordo para encerrar a guerra entre Estados Unidos e Irã, impulsionando o apetite por risco nos mercados globais.
Apesar do otimismo crescente entre os traders, um acordo definitivo de paz ainda não parece próximo no curto prazo. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou nesta segunda-feira que Washington segue disposto a buscar um entendimento com Teerã, mas alertou que “ou haverá um bom acordo, ou os Estados Unidos lidarão com o Irã de outra maneira”.
Já o presidente Donald Trump afirmou no domingo que orientou seus representantes a não se precipitarem em qualquer negociação.
Segundo Rubio, existe “algo bastante sólido em cima da mesa” envolvendo a reabertura do Estreito de Ormuz e o início de negociações “reais, significativas e com prazo definido” sobre o programa nuclear iraniano.
Do lado iraniano, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei, afirmou que um arcabouço preliminar foi alcançado, mas ressaltou que Teerã não está negociando questões nucleares neste momento e que ainda não há entendimento sobre a gestão do Estreito de Ormuz.
A guerra no Oriente Médio já dura quase três meses e provocou uma forte alta nos preços globais da energia, alterando significativamente as expectativas para juros e inflação ao redor do mundo.
Os preços do petróleo atingiram mínimas de duas semanas nesta sessão. O Brent à vista voltou a ser negociado abaixo dos US$ 100 por barril, enquanto o WTI recuava para a região de US$ 91.
Ainda assim, o mercado segue acreditando que os preços da energia permanecerão elevados mesmo em caso de resolução rápida do conflito, já que a normalização das cadeias globais de suprimento deverá levar tempo.
Na semana passada, o Barclays manteve sua projeção para o preço médio do petróleo Brent em 2026 em US$ 100 por barril, embora tenha destacado que os riscos para os preços continuam elevados.
No mercado de crédito, os traders passaram a precificar integralmente um aumento de 25 pontos-base por parte do Federal Reserve em janeiro de 2027 — uma mudança drástica em relação ao cenário anterior ao início da guerra, quando o mercado ainda apostava em dois cortes de juros ao longo deste ano.
O rendimento do Treasury de 30 anos — considerado um importante indicador de risco fiscal e geopolítico — chegou a atingir na semana passada o maior nível desde 2007, embora tenha recuado parcialmente desde então.
Hoje, os mercados de ações e títulos nos Estados Unidos permanecem fechados devido ao feriado de Memorial Day.
Dados divulgados na sexta-feira mostraram que a confiança do consumidor americano caiu para um dos menores níveis da série histórica em maio, refletindo o impacto da alta dos preços da gasolina e das preocupações com o custo de vida em meio ao conflito no Oriente Médio.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — atingiram nesta segunda-feira o nível mais alto em mais de dois meses, impulsionados por sinais de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio, aliviando preocupações relacionadas à inflação e à desaceleração econômica global.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 sobe cerca de 1,4%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, avança 1,2%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, permanece fechado devido a um feriado local.
A maioria dos setores europeus opera em alta, liderados pelo setor bancário, que avança cerca de 1,9% diante da melhora no apetite por risco.
As companhias aéreas também registram fortes ganhos, impulsionadas pela queda dos preços do petróleo e pela expectativa de redução das tensões geopolíticas. Lufthansa e Air France-KLM sobem 3,7% e 7,5%, respectivamente.
Ao longo desta semana, os traders acompanharão atentamente os dados de inflação das principais economias da zona do euro, buscando sinais sobre a intensidade das pressões inflacionárias em maio e possíveis impactos sobre a política monetária do Banco Central Europeu.
Os mercados monetários seguem precificando dois aumentos de 25 pontos-base nas taxas de juros do BCE até o final do ano.
Entre os destaques corporativos, as ações da Delivery Hero dispararam mais de 11%, atingindo a maior cotação em aproximadamente 18 meses, após uma reportagem indicar que o conselho da Uber se reuniu no sábado para discutir um aumento em sua oferta pela empresa alemã de delivery.
Uma proposta anterior que avaliava a Delivery Hero em mais de US$ 13,4 bilhões teria sido rejeitada por um dos principais acionistas da companhia.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana com ganhos consistentes, impulsionados pela perspectiva de avanço nas negociações de paz no Oriente Médio, o que provocou uma forte realização nos preços do petróleo e melhorou o apetite por risco nos mercados globais.
Registrando novos recordes históricos, o índice Nikkei TVC:NI225 , do Japão, e o TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, avançaram 2,9% e 4,5%, respectivamente.
Nos dois mercados, o setor de tecnologia liderou os ganhos. No Japão, as ações do SoftBank Group subiram 4,6%, acompanhando o forte desempenho global das empresas ligadas à inteligência artificial e semicondutores.
Já em Taiwan, a TSMC avançou 2,4%, contribuindo para impulsionar o índice local a uma nova máxima histórica.
Na China continental, os principais índices — Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 e China A50 FTSE:XIN9 — encerraram o pregão com altas entre 1% e 1,7%, acompanhando o sentimento global mais positivo e o avanço das ações ligadas à tecnologia.
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO avançou 0,4%, sustentado principalmente pelo desempenho do setor financeiro.
Os mercados de Hong Kong e da Coreia do Sul permaneceram fechados devido a feriados locais.
Otimismo diplomático pressiona preços do petróleo
Os preços do petróleo Brent registavam uma queda de 5% na abertura dos mercados esta segunda-feira, repetindo um padrão observado ao longo desta crise. Apesar de não existirem alterações materiais, com o Estreito de Ormuz a permanecer encerrado, os investidores reagiram a mais um fim de semana marcado por especulação nas redes sociais e notícias na imprensa. As expectativas de que um acordo entre os EUA e o Irão possa estar iminente, permitindo a normalização das exportações de petróleo a partir do Golfo Pérsico, pressionaram os preços em baixa, levando o Brent para abaixo dos 100 dólares por barril pela primeira vez em duas semanas. No entanto, os investidores estarão conscientes de que, em ocasiões anteriores, movimentos semelhantes foram seguidos por um regresso a níveis mais elevados, à medida que as expectativas não se concretizaram em desenvolvimentos reais no terreno. Neste contexto, os mercados continuarão atentos à evolução da situação. Caso seja alcançado um acordo e um número significativo de navios petroleiros comece a atravessar o Estreito, os preços poderão cair ainda mais, embora seja pouco provável que regressem, para já, aos níveis pré-guerra, uma vez que a normalização das operações deverá demorar vários meses. Por outro lado, a ausência de progressos e um regresso a uma postura menos construtiva de ambas as partes poderá dissipar o atual otimismo e empurrar novamente os preços para níveis bastante acima dos 100 dólares por barril.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
AUDNZD e o bullishNesta operação vou entrar com uma posição longa.
Nesta ideia foi utilizada a análise gráfica deste par e seguindo as últimas declarações relacionadas com a política monetária das moedas de cada país.
Na análise gráfica deste par podemos verificar que o par tem vindo a realizar um longo bullish e que na minha opinião pode continuar com o mesmo.
Podemos criar pequenas zonas de reversão pelo meio, alguns padrões de continuação retângulo, mas o mais importante é a força de cada vela.
Na análise da política monetária e pelo que foi dito por ambos os bancos centrais, existe a possibilidade de o RBA estar com uma postura hawkish e o RBNZ com uma postura dovish (mas que deve ser dada atenção, pois as questões atuais podem alterar tudo, apesar de eu achar que mesmo que o RBNZ passa para hawkish, o bullish continua).
Foi realizada também uma análise fundamentalista e que deve ser feita ao longo do tempo, para que sejam acompanhados todos os dados que vão saindo relacionados com os pares que estão a ser analisados.
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Diamante na Análise Técnica: Quando o Mercado Perde a DireçãoO padrão gráfico de diamante é uma das formações mais intrigantes( e perigosas) dentro da análise técnica. Diferente de estruturas mais comuns, como triângulos ou canais, o diamante exige uma leitura mais atenta do comportamento do preço, pois ele revela algo mais profundo: uma transição de controle entre compradores e vendedores.
No gráfico apresentado do mini índice (WIN) no tempo de 15 minutos, é possível identificar essa estrutura em desenvolvimento. No entanto, vale um ponto importante para quem opera no intraday: em tempos gráficos menores, como 5 minutos ou 1 minuto, esse padrão tende a ficar ainda mais claro, já que é possível visualizar com maior precisão as oscilações internas que formam a expansão e a contração do preço. No 15 minutos, a leitura continua válida, mas parte da microestrutura acaba sendo suavizada pela compressão dos candles.
A formação começa após um movimento direcional bem definido. No caso do gráfico, o mercado vinha de uma sequência de queda, com topos e fundos descendentes, caracterizando pressão vendedora dominante. Esse contexto é essencial, pois o diamante ganha relevância justamente quando aparece após uma tendência, funcionando como um possível ponto de transição.
O primeiro estágio da figura é a expansão de volatilidade. O preço passa a alternar movimentos mais agressivos, com fundos mais baixos e repiques mais fortes, criando um alargamento visível da estrutura . Esse comportamento indica perda de controle direcional e aumento da disputa entre compradores e vendedores. Na prática, o mercado entra em um estado mais caótico, com stops frequentes e maior participação de fluxo dos dois lados.
Na sequência, o que se observa é uma mudança importante: a contração . Os movimentos passam a perder amplitude, os topos ficam mais baixos e os fundos mais altos, formando uma compressão semelhante a um triângulo. Essa transição da expansão para a contração é o que dá origem ao formato de diamante . Mais do que um desenho, essa fase representa um momento de absorção e equilíbrio temporário entre as forças do mercado.
Na região central da estrutura, o preço entra em uma zona mais lateralizada, com candles menores e cruzamento de médias. Esse ponto é onde o mercado encontra um equilíbrio provisório antes de buscar uma nova direção. É justamente aqui que muitos traders cometem erro ao antecipar operações, já que o ambiente ainda é de indecisão .
A validação do padrão ocorre somente no rompimento . No exemplo apresentado, o preço rompe a estrutura para cima, sugerindo um diamante de fundo e indicando possibilidade de reversão no curto prazo. Esse rompimento geralmente vem acompanhado de aumento de momentum e melhora na qualidade dos candles, refletindo um novo desequilíbrio(dessa vez a favor dos compradores).
Ainda assim, é fundamental manter cautela. Nem todo diamante resulta em reversão estrutural. Em muitos casos, principalmente quando analisado em tempos maiores como o próprio 15 minutos, o movimento pode representar apenas um repique dentro de uma tendência maior de baixa. A presença de resistências próximas pode limitar a continuidade, exigindo confirmação do comportamento do preço após o rompimento.
Outro ponto importante é evitar a identificação forçada do padrão. Por ser uma figura menos comum, existe o risco de confundir qualquer lateralização mais complexa com um diamante. Para que a leitura seja válida, é necessário observar claramente a sequência de expansão seguida de contração. Sem isso, a estrutura perde consistência e relevância.
O grande valor desse padrão está na leitura do que ele representa. O diamante mostra o mercado saindo de um estado de desorganização, passando por um processo de equilíbrio, até chegar a um novo movimento direcional. Mais do que um setup isolado, ele deve ser entendido como um sinal de mudança de comportamento do preço.
Em resumo, o diamante pode oferecer boas oportunidades no intraday, especialmente quando bem contextualizado. Porém, exige paciência, leitura de fluxo e, principalmente, respeito ao rompimento. Em tempos gráficos menores, sua identificação tende a ser mais limpa e detalhada, enquanto em tempos maiores ele funciona como uma visão mais compacta desse mesmo processo.
@alan.cnpi
DXY | Cenário Baixista em Desenvolvimento Olá, amigos do TradingView!
Já se passou um tempo desde a minha última publicação sobre o DXY : . Onde apresentei a possibilidade de o índice estar desenvolvendo uma estrutura corretiva complexa, com destaque para um possível Expanding Triangle dentro da correção.
Desde então, o preço continuou trabalhando dentro da região esperada, sem invalidar a leitura principal. O movimento recente reforça a ideia de que o DXY ainda pode estar preso em uma estrutura corretiva maior e que a recuperação observada até aqui segue com aparência mais corretiva do que impulsiva .
Na contagem atual, considero que o mercado pode ter finalizado uma onda B de grau maior, possivelmente através de uma estrutura em A-B-C-D-E , formando um padrão Expanding Triangle . Após essa possível conclusão, o preço iniciou uma queda que, na minha leitura, pode ser interpretada como uma primeira sequência impulsiva de baixa.
Esse ponto é importante porque, em Elliott Wave, quando o mercado encerra uma correção e começa um novo movimento direcional, geralmente esperamos ver uma primeira estrutura em 5 ondas .
No gráfico diário acima, essa queda inicial parece respeitar bem essa ideia.
Depois dessa primeira queda, o DXY iniciou uma recuperação. Porém, essa recuperação não parece impulsiva. Ela apresenta características compatíveis com uma correção em A-B-C , o que pode representar uma onda (2) antes de uma nova perna de baixa.
A região atual é muito relevante. O preço chegou próximo das projeções de Fibonacci destacadas no gráfico, especialmente entre:
100% em 99,336
123,6% em 99,744
Essa faixa pode funcionar como uma zona de exaustão da correção atual. Se o DXY perder força nessa região, a leitura de que estamos diante de uma onda (2) corretiva ganha força, abrindo espaço para o início de uma possível onda (3) de baixa.
Dentro desse cenário, a projeção continua apontando para uma possível continuação baixista em direção à região da onda Y , com alvos abaixo dos fundos.
Ponto de invalidação:
Essa leitura perde qualidade se o DXY romper a região do topo anterior da possível onda B/E , especialmente se desenvolver continuidade acima dessa faixa com estrutura claramente impulsiva.
Enquanto isso não acontecer, sigo vendo a recuperação atual como uma correção dentro de uma estrutura maior de baixa.
A «aparência de estabilidade» do mercado petrolífero A Agência Internacional de Energia alertou que as reservas comerciais de #petróleo estão a esgotar-se rapidamente.
Segundo a CNBC, Jeff Currie, copresidente executivo da Abaxx Commodity Exchange, afirmou que a escassez física poderá atingir a Europa «a qualquer momento», enquanto analistas do Société Générale descreveram o mercado como operando sob uma «aparência de estabilidade».
No entanto, o petróleo está a subir apenas moderadamente. O presidente dos EUA, Donald #Trump, afirmou que cancelou um ataque planeado contra o Irão, previsto para terça-feira, depois de líderes da Arábia Saudita, do Catar e dos Emirados Árabes Unidos o terem instado a adiar a ação. No entanto, Trump afirmou também que as forças armadas dos EUA continuam preparadas para agir caso as negociações fracassem.
Morning Call - 18/05/2026 - Petróleo Pressiona os JurosAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam sem direção definida nesta segunda-feira, enquanto novos ataques com drones no Golfo Pérsico elevam os preços do petróleo e pressionam os rendimentos dos títulos globais, reacendendo preocupações com inflação justamente em uma semana decisiva para o setor de tecnologia, liderada pelos aguardados resultados da NVIDIA.
No campo geopolítico, um ataque com drone provocou incêndio em uma usina nuclear nos Emirados Árabes Unidos, enquanto a Saudi Arabia informou ter interceptado três drones adicionais. O presidente Donald Trump voltou a pressionar o Irã, afirmando que Teerã precisa agir “rapidamente” para alcançar um acordo.
Segundo George Lagarias: “Neste momento, os mercados estão em pânico, pois estão precificando a possibilidade de o Estreito de Ormuz permanecer fechado.”
O petróleo Brent chegou a ultrapassar US$ 114 por barril, enquanto o WTI avançou acima de US$ 104 no mercado à vista.
Os ministros das Finanças do G7 se reúnem nesta segunda-feira para discutir os impactos do fechamento do Estreito de Ormuz e questões ligadas ao fornecimento de matérias-primas estratégicas, embora as divergências geopolíticas dentro do bloco ameacem limitar consensos.
O mercado de títulos também segue sob forte pressão. O rendimento do Treasury americano de 10 anos alcançou 4,63%, o maior nível em cerca de 15 meses, após avançar 23 pontos-base na semana passada. Já o rendimento do título de 30 anos atingiu 5,16%.
A alta das taxas aumenta os custos de financiamento e reduz o valor presente dos lucros futuros, o que tende a pressionar especialmente empresas de crescimento e tecnologia.
Ainda assim, parte do mercado acredita que o movimento nos juros pode gerar apenas uma realização moderada de lucros nas ações.
Lagarias afirmou que: “Isso pode servir como desculpa para alguns investidores realizarem ganhos, mas seria surpreendente ver uma correção profunda causada apenas pela volatilidade dos títulos.”
Nesta semana, o foco principal dos investidores estará nos resultados da Nvidia, programados para quarta-feira.
As ações da companhia acumulam alta de aproximadamente 36% desde as mínimas de março, enquanto o índice de semicondutores da Filadélfia já disparou mais de 60%, sustentado pela intensa demanda por chips ligados à inteligência artificial.
Os traders também acompanharão os balanços de grandes varejistas americanos, liderados pela Walmart, em busca de sinais sobre o comportamento do consumidor diante dos preços mais elevados da energia.
No mercado cambial, o movimento de aversão ao risco segue favorecendo o dólar americano, impulsionado pela sua liquidez global e pelo fato de os Estados Unidos serem atualmente exportadores líquidos de energia — situação que oferece vantagem relativa frente à Europa e grande parte da Ásia.
O euro permaneceu próximo de US$ 1,16 após queda de 1,4% na semana passada, enquanto a libra esterlina se manteve ao redor de US$ 1,33, depois de recuar mais de 2% diante da instabilidade política no Reino Unido e da pressão crescente sobre os títulos britânicos.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam majoritariamente em baixa nesta segunda-feira, refletindo a persistência das preocupações com a inflação global e a ausência de avanços concretos nas negociações entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra que já dura três meses.
A pressão sobre os mercados se intensificou após os dados recentes de inflação divulgados nos EUA, Alemanha, China e Japão reforçarem o temor de que os principais bancos centrais mantenham uma postura mais restritiva por mais tempo, impulsionando os rendimentos dos títulos globais e pressionando os ativos de risco.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 recua cerca de 0,5%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, consegue se manter próximo da estabilidade, com leve alta de 0,1%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, avança aproximadamente 0,2%.
Segundo Michele Morganti: “No curto prazo, mantemos uma posição neutra em relação às ações europeias. Elas ainda apresentam riscos em comparação com as ações americanas devido à força dos lucros e ao impacto do setor energético.”
“Esses dois motores, o Irã e os investimentos em IA, estão impulsionando a inflação, e as taxas de juros de 10 anos estão disparando. Isso representa mais um fator negativo para o risco.”
No campo monetário, Joachim Nagel, do Banco Central da Alemanha, afirmou que os bancos centrais ainda poderiam fazer “muito mais” para apoiar os mercados financeiros e restaurar a confiança nos ativos europeus.
Apesar disso, os mercados seguem precificando mais de dois aumentos de juros por parte do European Central Bank até o fim do ano, com a primeira alta sendo amplamente esperada já para junho.
Entre os setores, o segmento de viagens lidera as perdas, recuando 1,6%, pressionado pela alta dos custos energéticos e pelas preocupações com o consumo.
As ações da Ryanair, Lufthansa e easyJet caem entre 2% e 3%. A Ryanair alertou que a ansiedade dos consumidores em meio ao cenário geopolítico pode comprometer o crescimento esperado para o pico da temporada de verão europeu.
Os setores bancário e industrial também pressionam os índices, recuando 0,8% e 0,6%, respectivamente.
As empresas do setor de luxo seguem sob forte pressão, refletindo preocupações com desaceleração global e menor demanda do consumidor chinês. As ações da LVMH, Christian Dior e Kering recuam cerca de 2% cada.
No mercado de renda fixa, o rendimento dos títulos alemães de 10 anos atingiu o maior nível em aproximadamente 15 anos, reforçando o movimento global de abertura das curvas de juros diante da persistência inflacionária e das tensões geopolíticas.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em queda nesta madrugada, com os investidores adotando uma postura mais defensiva diante da forte alta dos rendimentos dos títulos globais e das crescentes preocupações com a desaceleração econômica na China.
Os principais índices da China continental e de Hong Kong — SSE:000001 , SZSE:399001 , FTSE:XIN9 e HSI:HSI — recuaram entre 0,1% e 1,1%, pressionados principalmente pela deterioração dos dados econômicos chineses.
Os números divulgados nesta madrugada reforçaram os sinais de perda de tração da economia chinesa em abril. O setor imobiliário segue como um dos principais focos de preocupação, com os preços dos imóveis acumulando queda de 3,5% nos últimos 12 meses, aproximando-se de três anos consecutivos de contração.
Na atividade econômica, a produção industrial desacelerou para 4,1% na comparação anual, abaixo dos 5,7% registrados em março e distante da expectativa de crescimento de 5,9%. O resultado representa o ritmo mais fraco desde julho de 2023.
O consumo também mostrou forte enfraquecimento. As vendas no varejo avançaram apenas 0,2% em abril, desacelerando significativamente frente ao ganho de 1,7% no mês anterior e registrando o pior desempenho desde dezembro de 2022. O dado ficou muito abaixo das projeções do mercado, que apontavam crescimento próximo de 2%.
Por outro lado, a taxa de desemprego nacional apresentou leve melhora, recuando de 5,4% para 5,2%.
Em outras praças asiáticas, o índice Nikkei TVC:NI225 , do Japão, caiu 0,3%, enquanto o TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, encerrou em baixa de 0,7%. Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO registrou a maior queda da região, recuando 1,5%.
A exceção positiva foi a Coreia do Sul. O índice Kospi TVC:KOSPI avançou 0,3%, sustentado principalmente pelas ações da Samsung Electronics, que dispararam 3,9% após um tribunal conceder uma liminar parcial contra a greve sindical.
A Samsung e o sindicato retomam as negociações amanhã, em uma tentativa de evitar a maior greve da história da empresa, que poderia envolver mais de 45 mil trabalhadores e gerar impactos relevantes sobre a economia sul-coreana e as cadeias globais de semicondutores.
A paralisação de 18 dias prevista para começar na quinta-feira ocorre em um momento extremamente sensível para a indústria global de chips, diante da escassez de memória utilizada em data centers de IA, smartphones e notebooks — cenário que impulsionou fortemente os lucros da Samsung e de outras fabricantes do setor nos últimos meses.
Os 3 eventos que podem influenciar os índices esta semanaOs índices bolsistas globais iniciam a semana com vários eventos importantes que suscitam preocupação:
• a resposta do G7 ao encerramento do Estreito de Ormuz,
• os resultados financeiros da Nvidia na quarta-feira,
• e a pressão sobre as ações do setor tecnológico coreano.
Estes eventos surgem num momento delicado para as ações. O S&P 500 e o Nasdaq atingiram novos máximos históricos na semana passada, enquanto o Dow recuperou brevemente o nível dos 50 000 pontos.
Na Ásia, o Índice Hang Seng recuou significativamente na sexta-feira, à medida que o entusiasmo dos investidores em torno da cimeira Trump-Xi esmoreceu durante a sessão da tarde. A cimeira do G7 desta semana poderá reacender o entusiasmo e ajudar os investidores a começar a descontar um risco geopolítico mais baixo.
O índice de referência sul-coreano Kospi também está sob imensa pressão, recuando de um novo recorde à medida que crescem as preocupações em torno do risco de concentração. A Samsung e a SK Hynix representam agora, em conjunto, um recorde de 42,2% do índice. As ações da Samsung caíram 8,6% na sexta-feira, depois de o sindicato dos seus trabalhadores ter anunciado que iria avançar com uma greve planeada de 18 dias a partir de 21 de maio. No entanto, o governo coreano poderá procurar intervir para evitar a greve, dado o papel da Samsung Electronics como o maior empregador do país e a potencial perturbação que uma greve prolongada poderia causar à economia em geral.
Inflação regressa ao centro das atenções
O S&P 500 negoceia perto dos 7.400 pontos, depois de ter encerrado a semana passada com um tom mais defensivo. A subida do petróleo e das yields voltou a alimentar receios de uma inflação mais persistente, num momento em que as avaliações já refletem um cenário relativamente otimista. Depois dos dados mais recentes terem moderado as expectativas sobre a inflação e sobre possíveis cortes de juros pela Fed, os investidores estão agora focados na evolução no Estreito de Ormuz. A tensão naquela região tornou-se um fator central para os mercados, dado o seu impacto direto no preço do petróleo e, por consequência, nas expectativas de inflação. O Brent superou os 110 dólares por barril após novos sinais de instabilidade no Golfo. Esse movimento reforça o risco de pressões inflacionistas adicionais, reduz a margem de atuação da Fed e cria um ambiente menos favorável para as ações, sobretudo se as yields continuarem a subir. Esta semana será importante para perceber se o mercado mantém a confiança na narrativa de desinflação ou se começa a descontar maior pressão sobre os preços. Entre os principais dados dos EUA a acompanhar estão as minutas da última reunião da Fed, os pedidos semanais de subsídio de desemprego, os dados do mercado imobiliário e os PMI preliminares de maio. Em resumo, o bull market continua sustentado pelos resultados das empresas e pela tecnologia, mas enfrenta agora um teste mais difícil. Se as tensões em Ormuz acalmarem e o petróleo recuar, o S&P 500 poderá estabilizar. Se o crude continuar a subir, os investidores deverão voltar a concentrar-se na inflação e nas yields.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Comentário Técnico Semanal 17/05/2026Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
Ouro sob pressão com expectativas de juros mais altos
Os preços do ouro caíram no início da sessão de sexta-feira, com o metal precioso a encaminhar-se para fechar a semana em terreno negativo, acumulando atualmente perdas de quase três por cento. A fraqueza do ouro está correlacionada com o fortalecimento do dólar norte-americano, que tem vindo a ganhar terreno face às restantes principais divisas ao longo das últimas sessões. Os ganhos do dólar estão a ser sustentados pelo reforço das expectativas de uma postura mais agressiva por parte da Reserva Federal, que receberam um novo impulso esta semana após a divulgação de dados económicos nos Estados Unidos. A inflação continua a subir na maior economia do mundo, enquanto as vendas a retalho permanecem resilientes, aumentando a probabilidade de a Reserva Federal avançar com pelo menos uma subida das taxas de juro em 2026. Este cenário cria margem para um maior fortalecimento do dólar e pressão adicional sobre o ouro. Neste contexto, os investidores em ouro continuarão atentos às conversações de alto nível em curso entre os Estados Unidos e a China, bem como aos desenvolvimentos no Golfo Pérsico. Um eventual entendimento entre Washington e Pequim em matéria comercial poderá aliviar parte das pressões inflacionistas, enquanto o prolongamento do encerramento do Estreito de Ormuz mantém os preços do petróleo em níveis elevados, produzindo o efeito oposto sobre os preços no consumidor.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
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Morning Call - 15/05/2026 - Juros e Dólar Disparam! Ações RecuamAgenda de Indicadores:
USA – Vencimento de Opções
9:00 – BRA – Crescimento do Setor de Serviços (Março)
9:30 – USA – Índice Empire State de Atividade Industrial
10:15 – USA – Produção Industrial (Abril)
Agenda de Autoridades:
11:15 – USA – Jeffrey Schmid, do Fed de Kansas City (Não Vota), fala sobre "Inovação em pagamentos e serviços bancários comunitários" antes da "Conferência sobre o futuro dos bancos" organizada pelo Federal Reserve Bank de Kansas City
14:00 – USA – Beth Hammack, do Fed de Cleveland (Vota), faz comentários de abertura antes das conversas virtuais sobre Banco Central: "O Caso pela Independência do Banco Central" organizado pelo Federal Reserve Bank de Cleveland e seu Centro de Pesquisa de Inflação
14:00 – USA – Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed (Vota), faz comentários de abertura na "Conferência sobre o Futuro dos Bancos" organizada pelo Federal Reserve Bank de Kansas City - Vídeo Pré-Gravdo
18:45 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), participa de discussão moderada antes do evento organizado pela Conference of Business Economists, em Nova York
20:00 – USA – Michael Barr, Governador do Fed (Vota), fala sobre "Balanço" no evento do Money Marketeers FOMC
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em forte queda nesta sexta-feira, pressionados pela disparada dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano, em meio ao aumento das preocupações com inflação elevada decorrente da guerra no Oriente Médio.
O rendimento do Treasury de 10 anos atingiu 4,54%, o maior nível desde junho de 2025, enquanto o rendimento do título de 2 anos voltou a superar o patamar de 4%.
Os mercados passaram a precificar aproximadamente 40% de probabilidade de que o Federal Reserve volte a elevar a taxa de juros até dezembro deste ano.
O movimento reflete o aumento das preocupações com os impactos econômicos da guerra envolvendo o Irã, especialmente após a forte alta dos preços da energia e o fechamento prolongado do Estreito de Ormuz.
Segundo Ipek Ozkardeskaya: “Quanto mais a guerra no Oriente Médio se prolonga, mais os preços da energia sobem, alimentando as expectativas de inflação e os custos de empréstimo.”
A analista acrescentou que muitos investidores em tecnologia continuam ignorando esse risco, sustentados pelo forte entusiasmo em torno da inteligência artificial e pelos lucros robustos do setor.
Nas últimas semanas, o otimismo com IA e semicondutores havia conseguido neutralizar parcialmente os temores relacionados à inflação e ao conflito no Oriente Médio, mantendo os principais índices próximos de recordes históricos.
Entretanto, a combinação de petróleo elevado, juros mais altos e desaceleração econômica volta a pressionar os ativos de risco nesta sessão.
Os investidores também acompanharam o encerramento da cúpula entre Donald Trump e Xi Jinping, que terminou sem avanços relevantes após discussões envolvendo comércio, tarifas, Taiwan e o conflito com o Irã.
Entre os destaques corporativos do pré-mercado, as ações da Applied Materials recuam 2,8%, apesar da companhia ter projetado receita e lucro ajustado acima das expectativas de Wall Street para o terceiro trimestre.
Já os papéis da Dexcom sobem cerca de 2% após a fabricante de dispositivos médicos anunciar mudanças em seu conselho de administração em conjunto com o investidor ativista Elliott Investment Management.
O setor aéreo também opera pressionado pela disparada do petróleo. As ações da Delta Air Lines, United Airlines e Southwest Airlines recuam entre 1,3% e 1,5%, enquanto a Alaska Air Group cai cerca de 1,8%.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — despencam nesta sexta-feira, pressionados principalmente pelos setores de tecnologia e materiais, enquanto o impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã deteriora o apetite por risco, eleva os preços da energia e reacende temores de desaceleração econômica global.
No encerramento de sua visita à China, Donald Trump afirmou que sua paciência com o Irã “está se esgotando” e declarou que Xi Jinping concorda que Teerã não deve desenvolver armas nucleares e precisa reabrir o Estreito de Ormuz.
Os rendimentos globais dos títulos soberanos avançam fortemente, enquanto os contratos do petróleo Brent retornam para a região de US$ 112 por barril.
Os dados de inflação divulgados nesta semana tanto nos Estados Unidos quanto na Europa reforçaram a percepção de que os efeitos da guerra no Oriente Médio já começam a aparecer de forma mais intensa sobre os preços ao consumidor e ao produtor.
Segundo Daniel von Ahlen: “Quanto mais tempo o fechamento do estreito persistir, mais difícil será para os mercados ignorarem os impactos reais dos preços elevados da energia sobre a economia global.”
Os mercados monetários seguem precificando mais de duas altas de juros pelo Banco Central Europeu neste ano, sendo a primeira amplamente esperada para junho.
No Reino Unido, o primeiro-ministro Keir Starmer também enfrenta pressão política interna após aliados de um rival sinalizarem possível contestação à sua liderança.
Entre os setores, o índice europeu de materiais recua cerca de 4,3%, acompanhando a queda dos preços dos metais, enquanto o setor de tecnologia despenca aproximadamente 3% após duas sessões consecutivas de forte valorização.
As fabricantes de semicondutores ASML, ASM International, BE Semiconductor Industries e Aixtron registram perdas entre 3,4% e 7,3%.
O setor bancário europeu também opera pressionado, com queda próxima de 2%. No Reino Unido, as ações do Barclays e do Lloyds Banking Group recuam 3% e 2,8%, respectivamente.
Entre outros destaques corporativos, as ações da LVMH caem 1,4% após o conglomerado anunciar a venda da marca Marc Jacobs.
Já a Stellantis perde cerca de 2% após firmar um acordo de aproximadamente US$ 1,16 bilhão com a chinesa Dongfeng Motor Corporation para produção de veículos das marcas Peugeot e Jeep.
Na contramão do mercado, as ações da Technoprobe dispararam 35% após a companhia revisar para cima suas projeções financeiras para 2026.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico registraram forte movimento de realização nesta sexta-feira, após a cúpula de dois dias entre Donald Trump e Xi Jinping terminar sem avanços significativos nas principais áreas de tensão entre Estados Unidos e China.
Os principais índices da China continental e de Hong Kong — Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI — recuaram até 2%, à medida que o entusiasmo recente com ações de tecnologia deu lugar a preocupações com inflação global e possíveis aumentos de juros nos Estados Unidos ainda neste ano.
A reunião entre Trump e Xi incluiu discussões sobre comércio, Taiwan e a guerra envolvendo o Irã, mas terminou sem anúncios considerados transformacionais pelos mercados.
Segundo Nick Twidale, parte dos traders esperava avanços comerciais mais robustos:
“Talvez o mercado estivesse esperando algum grande acordo comercial ou anúncio mais amplo, e, sob essa ótica, a reunião acabou sendo decepcionante.”
O representante comercial americano, Jamieson Greer, afirmou que ainda não foi definida a extensão da atual trégua comercial prevista para expirar no final do ano, embora tenha confirmado acordos relacionados à compra chinesa de produtos agrícolas e carne bovina dos EUA.
Para Cliff Zhao, o encontro teve caráter mais diplomático do que estratégico: “Esta não foi uma reunião voltada para uma redefinição completa das relações EUA-China.”
Já Lynn Song destacou que os mercados continuam focados em possíveis avanços ligados ao Irã e Taiwan, observando que “as ações falarão mais alto que as palavras”.
Trump também afirmou que a China concordou em comprar 200 aeronaves da Boeing — número considerado abaixo das expectativas iniciais do mercado, que especulava um acordo próximo de 500 aeronaves.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI liderou as perdas na região, despencando mais de 6%, pressionado principalmente pelas gigantes de tecnologia.
As ações da Samsung Electronics caíram 8,6% após o sindicato da empresa confirmar a manutenção de uma greve de 18 dias prevista para começar em 21 de maio, envolvendo mais de 45 mil trabalhadores.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 recuou 2%, refletindo a realização de lucros após a forte recuperação recente.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 fechou 1,8% menor, enquanto que o ASX 200 ASX:XJO da Austrália, conseguiu encerrar próximo da estabilidade, sustentado principalmente pela alta das mineradoras.
Morning Call - 12/05/2026 - Brent volta acima de $ 110 o barrilAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPCA (Abril)
9:30 – USA – Índice de Preços ao Consumidor (IPC) (Abril)
11:00 – USA – Índice de Tendência de Emprego (Abril)
13:00 – USA – Relatório Agrícola Wasde
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
13:30 – USA – Michael Barr, Governador do Fed (Vota), participa de um debate sobre "Regulamentação Bancária" no Magdalen College.
14:00 – USA – Austan Goolsbee, do Fed de Chicago (Não Vota), participa de uma sessão de perguntas e respostas moderada perante a Câmara de Comércio da Grande Rockford, Illinois.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em queda nesta terça-feira, pressionados pela perda de força do rali das ações de semicondutores e pela deterioração das expectativas de uma resolução rápida para a guerra no Oriente Médio.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o cessar-fogo com o Irã está “por um fio”, após Teerã rejeitar a mais recente proposta americana para encerrar o conflito.
A falta de avanço nas negociações entre Washington e Teerã segue alimentando preocupações nos mercados, especialmente diante da continuidade da alta dos preços do petróleo e do risco de pressões inflacionárias mais persistentes.
Apesar de uma temporada de resultados corporativos considerada forte pelos traders, o cenário geopolítico voltou a ganhar peso nas decisões de curto prazo.
O mercado também aguarda com atenção o relatório de inflação ao consumidor dos Estados Unidos, previsto para às 9h30 (horário de Brasília). A expectativa é de que o índice de preços ao consumidor (IPC) tenha avançado 0,6% no último mês, após alta de 0,9% em março.
Os traders estarão particularmente atentos aos componentes subjacentes da inflação, buscando sinais de disseminação das pressões inflacionárias além da energia.
Segundo Derren Nathan, chefe de pesquisa de ações da Hargreaves Lansdown:
“Os riscos estão inclinados para um aumento de preços maior do que o esperado.”
Ele destacou que um núcleo de inflação acima das projeções poderia interromper temporariamente o forte otimismo recente dos mercados.
No setor de tecnologia, parte do entusiasmo com inteligência artificial e semicondutores perdeu força após semanas de forte valorização, contribuindo para um movimento mais cauteloso nesta sessão.
Além do IPC, os traders também acompanham nesta semana os dados de preços ao produtor (IPP) e vendas no varejo nos EUA, que podem ajudar a calibrar as expectativas para a trajetória da inflação e da política monetária do Federal Reserve.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em baixa nesta terça-feira, com o enfraquecimento das esperanças de um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã impulsionando os preços do petróleo e mantendo os traders mais cautelosos.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 recua cerca de 0,9%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, perde 1%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, apresenta queda mais moderada, de aproximadamente 0,5%.
O avanço dos preços da energia continua sendo um dos principais fatores de pressão sobre os mercados europeus, especialmente devido à forte dependência energética da região.
No campo macroeconômico, os dados de inflação da Alemanha mostraram uma aceleração para 2,9% em abril, em linha com as expectativas do mercado, mas reforçando o cenário de inflação em alta na zona do euro.
O setor financeiro lidera as perdas na sessão, recuando cerca de 2%, pressionado principalmente pelos bancos britânicos Barclays, Standard Chartered, NatWest e Lloyds, que registram quedas entre 2,2% e 4,2%.
No ambiente político, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer enfrenta pressão crescente para renunciar, após o fraco desempenho do Partido Trabalhista nas eleições locais da última semana.
As ações do setor de defesa seguem sob pressão, com o índice do segmento recuando cerca de 1,4%. Entre os destaques negativos estão a francesa Safran e a britânica Rolls-Royce, que caem 2,3% e 1,5%, respectivamente. As alemãs Rheinmetall e Hensoldt também operam em baixa.
Na contramão do mercado, o setor de energia sobe quase 1%, beneficiado pela valorização de quase 3% nos preços do petróleo.
No campo monetário, Joachim Nagel, membro do conselho do European Central Bank, afirmou que o BCE poderá elevar as taxas de juros caso o choque nos preços do petróleo ameace desancorar as expectativas de inflação da zona do euro.
Atualmente, os mercados financeiros já precificam cerca de três aumentos de juros por parte do BCE até o final do ano, sendo o primeiro amplamente esperado para a reunião de junho.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em baixa nesta terça-feira, após o presidente dos EUA, Donald Trump, alertar que o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã atravessa um momento extremamente delicado, reacendendo preocupações sobre novos choques nos preços da energia.
Trump utilizou um tom pessimista ao comentar o cenário: “Eu diria que o cessar-fogo é sobre suporte de vida massivo, onde o médico entra e diz: ‘Senhor, seu ente querido tem aproximadamente 1% de chance de viver’”
A declaração aumentou a cautela dos traders, principalmente diante do risco de uma nova escalada no Oriente Médio elevar ainda mais os preços do petróleo e pressionar a inflação global.
Entre os principais mercados da região, o Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, registrou a maior volatilidade, recuando 2,3% após renovar máximas históricas na sessão anterior.
As gigantes de tecnologia Samsung Electronics e SK Hynix caíram cerca de 2,3% cada, liderando o movimento de realização no setor de semicondutores.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 perdeu 0,2%, embora a TSMC tenha conseguido encerrar o pregão com alta de 0,9%.
Na China continental e em Hong Kong, o desempenho foi misto. Os índices Shanghai SSE:000001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI fecharam no campo negativo, enquanto o Shenzhen SZSE:399001 conseguiu manter leve valorização.
Na contramão da maior parte da região, o Nikkei TVC:NI225 , do Japão, avançou 0,5%, impulsionado principalmente pelas grandes empresas de tecnologia e investimento. As ações do SoftBank saltaram 4,3%.
No mercado de renda fixa, os rendimentos dos títulos japoneses de 10 anos atingiram o maior nível desde 1997, chegando a 2,545%, depois que a ata do BoJ revelou que parte dos membros do conselho defende uma elevação das taxas de juros em breve.
Mesmo diante das incertezas globais, o comportamento dos traders continua relativamente resiliente. Segundo Jordan Rizzuto, da GammaRoad Capital Partners, “depois de resistir à pandemia, ao aumento da inflação, aos aumentos agressivos das taxas e aos receios tarifários nos últimos anos, os investidores tornaram-se condicionados a comprar a fraqueza do mercado em vez de recuar.”
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO recuou 0,4%, apesar do forte desempenho das mineradoras, que avançaram mais de 3% na sessão.
De TACO a NACHO: A inflação volta a estar na ordem do diaNACHO, abreviatura de «Not A Chance Hormuz Opens» (Não há hipótese de o Estreito de Ormuz abrir), reflete a opinião do mercado de que é improvável que as tensões no Médio Oriente se atenuem num futuro próximo. No início desta semana, o presidente dos EUA, Donald Trump, rejeitou novamente a mais recente proposta de paz do Irão, o que impulsionou os futuros do petróleo para cima.
A ideia por trás do NACHO não é necessariamente que os preços do petróleo devam continuar a subir a partir daqui. É que os mercados estão cada vez menos dispostos a prever uma rápida reversão para baixo.
Isso também significa que o relatório do IPC de hoje pode ser muito pior. O último relatório do IPC dos EUA mostrou que os preços no consumidor subiram 3,8% em termos homólogos em abril de 2026, acima dos 3,3% registados em março. A energia desempenhou um papel importante. Os futuros do petróleo bruto Brent estão atualmente acima dos 106 dólares por barril, repercutindo-se na indústria transformadora, nos transportes e, eventualmente, nos preços no consumidor. A inflação alimentar nos EUA subiu 3,2% ao longo do último ano (dominada pelos aumentos do café e da carne de vaca).
Os futuros do café já registaram uma grande volatilidade ao longo do último ano. Note-se aqui a divergência ou um desfasamento entre o que está a acontecer nos mercados de futuros do café e o que os consumidores estão a pagar nos supermercados ou cafés.
O gado é ligeiramente diferente. Os preços da carne de vaca pagos pelos consumidores estão a acompanhar mais de perto os mercados de gado comercializável. Se os preços da energia se mantiverem elevados no contexto da NACHO, os preços do gado poderão ser a mercadoria comercializável mais previsível.
Boas oportunidades vem em cumprimentos de cicloBITICOIN 11/05/2026
Contexto Macro:
No gráfico diário, o mercado vinha cumprindo uma wedge de 3 puxadas.
No momento da minha venda, o preço já construía uma 4ª puxada, formando um topo menor em relação à última máxima do dia 10/05/2026.
No 15 minutos, eu queria ver alguns objetivos sendo cumpridos antes da execução:
• alvo de gap cumprido
• alvo projetado usando fechamentos
• maior fechamento do range sendo respeitado
• várias wedges duelando na mesma região
• perda de força após a terceira tentativa de alta
Depois que o preço entregou esse contexto completo, abri a posição de venda buscando um risco x retorno de 4x1.
Meu pensamento era simples:
ou o mercado confirmaria a exaustão e entregaria a queda…
ou eu teria gerenciamento para continuar na operação sem precisar aceitar um loss cheio imediatamente.
Caso o preço voltasse contra minha entrada, eu tinha duas possibilidades:
• aceitar o stop planejado
• escalar mais 1 ou 2 posições acima para tentar reduzir o preço médio e buscar um 0x0 ou pequeno lucro/prejuízo
Contexto > Objetivos > Execução > Gerenciamento.
Nasdaq recupera após surpresa na inflação
Os futuros do Nasdaq negociam nos 29.327 pontos esta manhã, recuperando das perdas registadas após a divulgação da inflação nos EUA referente a abril. O índice de preços no consumidor surpreendeu pela negativa, levando inicialmente a uma correção nas bolsas, embora de curta duração. A inflação homóloga subiu para 3,8%, acima dos 3,3% de março e 0,1 pontos percentuais acima do esperado, reforçando a ideia de que as pressões inflacionistas continuam a ser influenciadas sobretudo pelos preços da energia. Ainda assim, a inflação subjacente, a métrica que a Reserva Federal acompanha com maior atenção e que exclui alimentação e energia, também registou uma subida mensal de 0,4%, evidenciando persistência nas pressões sobre os preços da habitação, viagens e serviços. Os números reforçaram a narrativa de taxas de juro mais elevadas durante mais tempo e reduziram ainda mais as expectativas de cortes de juros por parte da Reserva Federal em 2026.
Henrique Valente – ActivTrades
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