Regiões Importantes para o WINM26 – hoje, 23/04/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |196.790|
-Zona Média SUPERIOR |199.795|
Região Superior: 200.905 até 198.685
-Zona Média INFERIOR |193.785|
Região Inferior: 194.895 até 192.675
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Ideias da comunidade
Morning Call - 22/04/2026 - Cessar-Fogo Continua!Agenda de Indicadores:
11:00 – UE – Confiança do Consumidor (Mar)
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal da EIA
14:00 – USA – Leilão de T-Bond de 20 anos
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
Agenda de Balanços:
17:07 – USA – Tesla
17:08 – USA – IBM
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLK2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — avançam nesta quarta-feira, sustentados pelo anúncio de extensão por tempo indeterminado do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, feito pelo presidente Donald Trump.
Apesar do alívio inicial, o cenário permanece cercado de incertezas. O anúncio foi interpretado como unilateral, sem confirmação clara por parte do Irã ou de Israel quanto ao cumprimento da trégua. Além disso, Trump indicou que a Marinha dos EUA manterá o bloqueio aos portos iranianos, o que pode prolongar restrições ao tráfego no Estreito de Ormuz e manter a pressão sobre o mercado de energia.
Para Ipek Ozkardeskaya, analista sênior do Swissquote Bank, o pano de fundo segue delicado. “Se olharmos além do ruído de curto prazo, as incertezas persistem. Os mercados de energia continuam sensíveis, e o impacto dos preços elevados sobre a demanda e o crescimento econômico permanece relevante”, afirmou.
Mesmo nesse ambiente, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIKJ2026 segue próximo dos 20 pontos, indicando que a busca por proteção permanece contida, apesar dos riscos geopolíticos e inflacionários.
No mercado acionário, o viés positivo continua sendo sustentado por fundamentos corporativos sólidos. Os índices S&P 500 ACTIVTRADES:USA500 , Nasdaq 100 ACTIVTRADES:USATEC e Russell 2000 ACTIVTRADES:USARUS renovaram máximas históricas recentemente, refletindo a combinação de expectativas favoráveis e resultados acima do esperado.
No front corporativo, a temporada de resultados segue como catalisador relevante. A Boeing divulga seus números antes da abertura, enquanto Tesla, Texas Instruments e IBM reportam após o fechamento. Até o momento, os balanços têm reforçado a percepção de um consumidor americano resiliente, sustentando o crescimento econômico.
Dados do Goldman Sachs indicam que as estimativas de lucro por ação do S&P 500 para 2026 e 2027 avançaram cerca de 4% desde o fim de janeiro, fortalecendo a base fundamental do mercado.
Entre os destaques do pré-mercado, as ações da Adobe sobem cerca de 3% após o anúncio de um programa de recompra de ações de até US$ 25 bilhões. Já empresas ligadas ao setor de criptomoedas também avançam, com Coinbase Global e Strategy registrando ganhos de aproximadamente 4% e 5,6%, respectivamente.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam próximos da estabilidade nesta quarta-feira, com os traders avaliando os desdobramentos do cessar-fogo por tempo indeterminado no Oriente Médio, além de uma nova rodada de resultados corporativos na região.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avança cerca de 0,1%, enquanto o CAC 40 ACTIVTRADES:FRA40 , da França, recua 0,1%, e o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, oscila próximo da estabilidade.
No recorte setorial, o segmento de energia lidera os ganhos, com alta de aproximadamente 1,6%, acompanhando os preços do petróleo, que permanecem próximos de US$ 100 por barril. Os setores de materiais e tecnologia também apresentam desempenho positivo, com avanços de 1% e 0,7%, respectivamente.
Por outro lado, o setor de viagens e lazer lidera as perdas, recuando cerca de 1,6%, pressionado pelos custos elevados de energia e pela persistente incerteza geopolítica.
No noticiário corporativo, os destaques são mistos. As ações da ASM International sobem 8,3%, atingindo máxima histórica, após a empresa projetar receita para o segundo trimestre acima das expectativas do mercado. Já a ABB avança 3,5% e também atinge recorde, apoiada pela revisão positiva de sua projeção de vendas para o ano, impulsionada pela forte demanda em áreas como data centers e eletrificação.
Na direção oposta, a Reckitt recua 5,5%, após divulgar receita abaixo do esperado em seu principal segmento e alertar para margens mais pressionadas no primeiro semestre.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico registraram mais um pregão de alta nesta quarta-feira, sustentados pela extensão do cessar-fogo no Oriente Médio, que segue alimentando o apetite por risco e impulsionando índices a novos recordes históricos.
Os destaques ficaram com o Nikkei TVC:NI225 , do Japão, o Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, e o TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, todos renovando máximas. No Japão, o Nikkei avançou 0,4%, com forte contribuição do setor de tecnologia — o SoftBank saltou 8,5%, enquanto a Advantest subiu 2,6%. No campo macroeconômico, as exportações japonesas cresceram pelo sétimo mês consecutivo, levando a um superávit comercial de US$ 4,2 bilhões em março, acima das expectativas. O mercado também se prepara para a próxima reunião de política monetária do Banco do Japão, na semana que vem.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI avançou 0,5%, impulsionado principalmente pelo setor industrial. Já em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 liderou os ganhos regionais, com alta de 1,3%, apoiado por empresas de tecnologia e do setor financeiro.
Na China continental, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram ganhos de até 1,3%, refletindo um ambiente de maior otimismo. Em contrapartida, o Hang Seng HSI:HSI , de Hong Kong, destoou e recuou 1,2%, pressionado por realização de lucros e fatores locais.
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO encerrou em queda de 1,2%, com a maioria dos setores no campo negativo, refletindo uma postura mais cautelosa dos traders.
Bitcoin e Variáveis de Elliott: o que nos aguarda?Olá, amigos do TradingView.
Espero que gostem desta atualização. A ideia aqui é, com base na Teoria de Elliott, apresentar os cenários mais prováveis para o momento. Tudo indica que podemos estar na fase final de uma correção, impulsionada pelo desinteresse do varejo e por um processo corretivo já bastante avançado ou próximo disso.
Um ponto que muitos acabam ignorando é que essa etapa costuma ser marcada por continuidade mesmo diante de divergências, alongamento de preço e sentimentos extremos.
Por outro lado, caso a leitura de alta esteja correta, o mercado pode simplesmente não dar espaço para correções mais profundas, mantendo a tendência ativa após uma reversão.
O ponto-chave não é tentar cravar uma única contagem perfeita, mas sim compreender o contexto: Ou estamos no meio de uma estrutura de alta após um fundo, ou ainda existe espaço para um último movimento mais agressivo antes de uma correção mais ampla, seja para renovar mínimas e falhar, ou para construir um movimento mais profundo abaixo delas.
Como sempre, o mercado vai confirmar isso gradualmente. Até lá, o melhor a fazer é dançar conforme a música.
🔺Contagem 1: Estrutura corretiva em ABC em desenvolvimento. A onda A já foi concluída, enquanto a onda B está próxima do fim, ou possivelmente já finalizada. Nesse contexto, o próximo movimento esperado seria o início de um novo impulso de baixa, caracterizando a onda C.
🔺Contagem 2: Estrutura corretiva mais complexa, possivelmente um combo triplo (WXYXZ). Nesse cenário, o mercado ainda pode buscar uma nova renovação de fundo, com possibilidade até de um teste mais profundo abaixo do fundo de agosto de 2024, antes de concluir todo o processo corretivo.
🔺Contagem 3: Estrutura corretiva possivelmente já concluída, com o fundo definido e início de um processo de alta gradual e sustentável. Se esse cenário se confirmar, abre espaço para compras de continuidade onda 4 e 2 macro.
No entanto, será fundamental observar o avanço acima das regiões projetadas, validando a força do movimento e evitando falsas retomadas.
Esse cenário representaria um novo ciclo de alta inédito, diferente do que já vimos até aqui. É possível? Sim. Mas, no momento, ainda considero menos provável.
Me diz ai, qual sua contagem favorita ?
Morning Call - 20/04/2026 - Estreito de Ormuz Fechado!Agenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLK2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — recuam de forma moderada nesta segunda-feira, em um movimento de realização de lucros após a forte alta registrada na semana passada, quando Wall Street renovou máximas históricas.
A correção ocorre em meio à deterioração do cenário geopolítico, com a redução das expectativas de um acordo rápido entre Estados Unidos e Irã. O fechamento novamente do Estreito de Ormuz por Teerã, após sua breve reabertura na sexta-feira, reacendeu preocupações sobre a continuidade do conflito e seus impactos sobre o fornecimento global de energia.
O otimismo observado no fim da semana passada — que levou o S&P 500 e o Nasdaq a recordes consecutivos e ao melhor desempenho semanal desde maio — perdeu força após os EUA informarem a apreensão de um navio cargueiro iraniano, episódio que elevou as tensões e levou o Irã a endurecer sua postura.
O Ministério das Relações Exteriores iraniano afirmou que não há planos para uma nova rodada de negociações, destacando que o bloqueio prejudicou o avanço diplomático e que persistem divergências significativas, especialmente em relação ao programa nuclear do país.
No mercado de commodities, os preços do petróleo voltam a subir, chegando a avançar cerca de 6% na sessão, o que impulsiona as ações do setor energético no pré-mercado. Papéis de Exxon Mobil e Chevron sobem cerca de 2% e 1,9%, respectivamente, enquanto a Occidental Petroleum avança aproximadamente 2,5%.
Para Mohit Kumar, economista da Jefferies, o cenário ainda comporta volatilidade no curto prazo. “Não se pode descartar uma escalada tática para ganho de poder de barganha nas negociações. Ainda assim, acreditamos que há incentivos para ambas as partes buscarem um acordo, dado o custo crescente do conflito”, afirmou.
Apesar da piora no noticiário, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIKJ2026 permanece relativamente contido, próximo dos 20,5 pontos, indicando que a demanda por proteção segue moderada.
Entre os índices, os contratos futuros ligados ao Russell 2000 recuam cerca de 0,7%, após o índice de small caps ter atingido máxima histórica na sexta-feira, refletindo maior sensibilidade desse segmento a mudanças no apetite por risco.
No campo corporativo, a temporada de resultados segue no radar, com investidores atentos aos impactos do conflito sobre lucros, margens e perspectivas econômicas mais amplas.
O cenário indica um início de semana marcado por ajuste e cautela, com os mercados equilibrando ganhos recentes com riscos renovados no campo geopolítico.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em queda nesta segunda-feira, pressionados pela deterioração do cenário geopolítico após novos sinais de fragilidade no cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.
O movimento reflete a crescente preocupação dos traders depois que Washington anunciou a apreensão de um navio cargueiro iraniano que teria tentado furar o bloqueio naval, enquanto Teerã prometeu retaliar, elevando o risco de uma retomada das hostilidades.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 recua cerca de 1,4%, com perdas disseminadas pelos principais mercados da região. O CAC 40 ACTIVTRADES:FRA40 , da França, e o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, caem 1,1% e 1,5%, respectivamente.
A sessão marca uma reversão relevante em relação ao otimismo observado na sexta-feira, quando os índices avançaram mais de 1% e registraram a quarta semana consecutiva de ganhos, após o anúncio de abertura do Estreito de Ormuz por parte do Irã.
Ainda assim, o mercado europeu segue sem conseguir recuperar integralmente as perdas acumuladas desde o início do conflito, no fim de fevereiro, ficando atrás de seus pares americanos. O principal fator de pressão continua sendo o impacto dos preços elevados de energia sobre economias fortemente dependentes de importações.
No cenário atual, os Estados Unidos mantêm o bloqueio aos portos iranianos, enquanto o Irã restringe a passagem pelo Estreito de Ormuz, mantendo elevada a incerteza sobre o fluxo global de petróleo.
Entre os setores da bolsa, o segmento de energia lidera os ganhos, com alta de cerca de 1,7%, impulsionado pela valorização do petróleo. As petrolíferas BP, Shell e TotalEnergies avançam entre 2,5% e 3,1%.
Na direção oposta, o setor de viagens e lazer é o principal destaque negativo, com queda de 2,5%, refletindo o impacto direto do aumento dos custos de combustível e da piora nas perspectivas de mobilidade. Ações de companhias aéreas como easyJet, Lufthansa, Ryanair e IAG recuam entre 3,1% e 4%.
Os setores bancário e automotivo também apresentam perdas relevantes, com quedas de cerca de 2,3%, enquanto o segmento de luxo recua aproximadamente 2,2%, pressionado por um ambiente de maior aversão ao risco e possível desaceleração da demanda global.
Entre os destaques corporativos, a Renishaw avança 6,7% após elevar suas projeções de receita e lucro para 2026, sinalizando resiliência operacional. Por outro lado, a Loomis lidera as perdas ao cair cerca de 6%, após ter sua recomendação rebaixada pelo Goldman Sachs de “compra” para “neutra”.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana com ganhos moderados, em meio a um cenário de cautela crescente diante dos sinais de fragilidade no cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.
As tensões voltaram ao radar após a apreensão, por parte dos EUA, de um navio cargueiro iraniano que teria tentado furar o bloqueio naval, elevando os temores de uma retomada das hostilidades. O Irã respondeu afirmando que poderá retaliar e sinalizou que não participará de uma nova rodada de negociações prevista antes do fim da trégua de duas semanas.
No mercado de energia, a volatilidade voltou a se intensificar. Após os preços do petróleo despencarem cerca de 9% na sexta-feira — na maior queda diária desde meados de abril — com o anúncio iraniano de liberação temporária do tráfego pelo Estreito de Ormuz, os preços do petróleo voltaram a subir mais de 6% no início desta segunda-feira, refletindo o aumento das incertezas.
Apesar do anúncio de “abertura total”, relatos indicam que o fluxo segue comprometido. “Em menos de 24 horas após a liberação, já havia petroleiros sendo alvejados. Os fundamentos continuam se deteriorando, com até 11 milhões de barris por dia ainda impactados”, afirmou June Goh, analista da Sparta Commodities.
A desconexão entre o otimismo dos mercados financeiros e a deterioração do mercado físico também foi destacada por analistas. “Enquanto os ativos financeiros reagem a expectativas de negociação, os fluxos reais de petróleo seguem limitados, com maiores custos logísticos e de seguro”, observou Bjarne Schieldrop, da SEB Research.
Dados mostram que mais de 20 embarcações cruzaram o estreito no sábado — o maior volume desde o início de março —, transportando petróleo, gás liquefeito, metais e fertilizantes, ainda que em um ambiente de risco elevado.
Nesse contexto, os principais índices da região — Kospi TVC:KOSPI , Nikkei TVC:NI225 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Shanghai SSE:000001 , Hang Seng HSI:HSI , TWSE 50 FTSE:TW50 e ASX 200 ASX:XJO — registraram ganhos modestos, variando entre 0,1% e 0,8%, refletindo um equilíbrio entre otimismo cauteloso e riscos persistentes.
No noticiário corporativo, a sul-coreana SK Hynix se destacou entre as altas, com avanço superior a 3%, após anunciar o início da produção em massa de memórias avançadas para servidores de inteligência artificial, desenvolvidas para a nova plataforma da Nvidia.
Já no campo monetário, a China manteve suas taxas de referência inalteradas pelo 11º mês consecutivo, em 3% para empréstimos de um ano e 3,5% para cinco anos, sinalizando uma postura de estabilidade depois que o PIB surpreendeu positivamente o mercado na última semana.
Brent em região decisiva: buyclímax e distribuição Na manhã do dia 13 de abril de 2026, as notícias sobre o mercado de energia chamaram minha atenção e influenciaram minha leitura do movimento do Brent. Abri uma posição vendida de 6 unidades, usando uma alavancagem de 25x, a 103,325. Deixei uma ordem de stop loss em 101,798. Mantive a operação e fechei a posição em 100,567, o que me deu um resultado positivo de +16,55 usd.
Desta forma, voltei a um artigo anterior sobre como o Brent poderia ser o catalizador de uma nova alta de preços. Sendo assim, trago hoje um artigo sobre o impacto parcial do ruído Trump no preço real do ativo e como de certa forma o "make money" sob o presidente americano pode estar entrando em colapso rapidamente com o Irã mostrando não só capacidade de se defender belicamente, mas se tornando ouvido e respeitado pela política global. Lembre-se que o país afetado pela guerra está no BRICS e o bloco vem se fortalecendo.
O gráfico atual do Brent me parece ainda mais eloquente do que a narrativa geopolítica que o cerca. A alta recente foi violenta, mas, ao tocar antigas zonas institucionais no semanal, o preço voltou a revelar algo que o trader atento não pode ignorar: a expansão não se converteu automaticamente em aceitação de valor. Ao contrário, o respeito aos blocos antigos sugere que o mercado apenas retornou a uma área em que a oferta volta a se impor, o que mantém viva a hipótese de distribuição.
Sob a lente de Michael Huddleston, isso faz sentido, porque “as entradas de TIC são maioritariamente entradas sobre liquidez interna e saídas sobre liquidez externa” (HUDDLESTON, 2022, p. 115-116). Em outras palavras, não basta observar que o Brent subiu; é preciso perguntar que liquidez ele foi buscar, e em que faixa essa entrega de preço ocorreu. No gráfico, a leitura parece menos compatível com uma alta estrutural limpa e mais coerente com uma corrida à buy-side liquidity em região premium, seguida por exaustão.
Wyckoff ajuda a depurar ainda mais essa interpretação ao lembrar que “Existem aqueles que pensam que estão estudando o mercado - o que eles estão fazendo é estudar o que alguém disse sobre o mercado, não o que o mercado disse sobre si mesmo” (WYCKOFF, 2019). Essa advertência é especialmente valiosa quando o petróleo passa a ser dominado por narrativas grandiosas, anúncios políticos e choques geopolíticos. O problema do operador apressado é confundir intensidade com convicção. O mercado pode subir com violência e, ainda assim, estar apenas distribuindo em níveis altos.
É por isso que a leitura de buy climax aqui me parece apropriada. Não como rótulo dogmático, mas como descrição comportamental do movimento. Houve aceleração, urgência, adesão emocional e, sobretudo, uma chegada do preço a uma região em que a alta já não parecia barata. O pano de fundo geopolítico continua relevante, e o reposicionamento global envolvendo energia, BRICS e disputa monetária segue influenciando todos os mercados; ainda assim, o gráfico semanal do Brent não mostra, por ora, uma reacumulação madura. Mostra, antes, um ativo que subiu fortemente até uma zona de oferta histórica e ali passou a exigir prudência.
A própria lógica de Wyckoff sobre as fases laterais e os ciclos de absorção e distribuição permanece útil aqui. Quando o mercado retorna a uma faixa superior com expansão excessiva, sem ainda construir nova causa acumulativa, o mais sensato é admitir que o movimento pode estar mais próximo de exaustão compradora do que de continuação limpa. Em outras palavras, o noticiário pode ter funcionado como combustível; mas o preço, ao tocar sua área sensível no semanal, voltou a falar com voz própria.
O Brent continua com viés distributivo no semanal. O que mais chama atenção é o fato de o preço ter reagido com muita precisão à grande zona de oferta histórica destacada no topo, aproximadamente entre 109,739 e 126,822. Essa faixa não foi apenas tocada; ela foi respeitada como região de rejeição, o que sugere que ali ainda existe memória institucional relevante.
A máxima mais extrema, em 135,364, permanece como referência de liquidez superior mais ampla, mas o mercado não mostrou, no gráfico, aceitação suficiente para sustentar permanência nessa parte alta da curva. Por isso, a alta recente me parece mais uma expansão para entrega de preço do que o início de uma tendência estrutural nova.
O preço atual, perto de 93,275, já devolveu parte importante do deslocamento, e isso reforça a leitura de que a região premium cumpriu papel de exaustão compradora. A faixa de 88,697 me parece o primeiro nível importante de decisão. Se ela ceder com mais clareza, o mercado passa a abrir espaço para buscar 84,700 e, depois, zonas inferiores do gráfico.
A área mais baixa marcada em torno de 69,392 continua, na minha leitura, como um possível magneto de preço caso a distribuição semanal siga se desenvolvendo. Em outras palavras, o gráfico ainda não mostra reacumulação; ele mostra um mercado que subiu até uma zona histórica de oferta, foi rejeitado e agora precisa provar força para não continuar devolvendo.
Em resumo, o bloco semanal superior foi respeitado; a alta recente parece ter encontrado teto institucional; a região de 88,697 é o suporte intermediário decisivo; abaixo disso, 84,700 entra no radar; e, em cenário de continuidade distributiva, a região de 69,392 volta a ser relevante. Pela imagem, eu não vejo um Brent em acumulação. Vejo um Brent ainda negociando sob lógica de distribuição, com a parte alta do gráfico funcionando mais como área de venda do que como base para continuação.
Seguindo a lógica do ICT, abaixo segue os menores tempos gráficos para quem opera em curto prazo na próxima semana.
Comprar ouro a preços mais baixos na próxima semana
Análise do Mercado do Ouro para Segunda-feira
I. Contexto Recente do Mercado
As tensões geopolíticas no Médio Oriente continuam a intensificar-se. Na sexta-feira, surgiram notícias de um acordo de cessar-fogo de 10 dias entre o Líbano e Israel, e o Irão anunciou a abertura do Estreito de Ormuz.
Estas notícias desencadearam uma forte subida do preço do ouro (de 4783 para 4890), enquanto o crude caiu.
Lembrete: Os investidores de retalho têm informações limitadas. Evite sobreinterpretar as notícias ou deixar-se influenciar pelo sentimento do mercado. Observe mais, aja menos e mantenha a calma.
II. Análise Técnica Principal
Ponto de viragem chave: A forte subida de sexta-feira confirmou o fim da correção da quarta onda (que recuou até ao nível de Fibonacci de 61,8% nos 4766), iniciando a tendência de subida da quinta onda.
Padrão Técnico (gráfico de 1 hora):
As Bandas de Bollinger estão a abrir para cima, com os preços a subir ao longo das médias móveis de 5 e 10 períodos, formando uma configuração de alta.
O MACD está acima da linha zero, com um aumento moderado do ímpeto de alta.
O KDJ está a divergir para cima, sugerindo potencial de subida adicional.
III. Níveis de Preço Chave
Suporte Imediato: 4800 (manter a perspetiva de alta enquanto os preços se mantiverem acima deste nível na próxima semana)
Suporte Forte Inferior: 4780
Resistência Imediata: 4890 (média móvel semanal de 10 períodos)
Zona de Resistência seguinte: 4960-4970 (derivada da resistência superior do canal)
Alvo a Médio Prazo: 5000 (considerar realizar vendas parciais ao atingir esta área)
IV. Estratégia de Trading de Segunda-feira (Stop-Loss Rigoroso Obrigatório)
Abordagem Geral: Dê prioridade às compras em quedas, complementadas por vendas em altas.
Estratégia de Venda a Curto Prazo (Venda em Altas)
Gama de Entrada: 4890 - 4900
Stop-Loss: 4920
Alvos: 4850 - 4830; uma quebra abaixo deste nível pode levar a 4800.
Estratégia de Compra (Compra em Quedas)
Gama de Entrada: 4800 - 4810
Stop-Loss: 4780
Alvos: 4850 - 4900; uma quebra acima deste nível pode levar a 4930.
V. Aviso de Risco
Defina stop-losses de forma rigorosa, faça a gestão do tamanho das posições e proteja-se contra a volatilidade extrema causada por eventos inesperados.
As notícias podem ser imprecisas. Não se agarre demasiado a uma única narrativa e evite ser influenciado pelo ruído do mercado.
Agradeço à comunidade TradingView. Como analista de investimento sénior, isto permite que mais traders e investidores vejam as minhas análises de estratégias de negociação. Atualmente estou focado na negociação de ouro. Se gostou da minha análise, dê um voto positivo e partilhe-o com outros traders que possam precisar dela. Procuramos negociações precisas, pesquisando profundamente gráficos, fatores macroeconómicos e o sentimento do mercado para construir estratégias de negociação de alta probabilidade. Aqui, encontrará planos de negociação estruturados, ferramentas de gestão de risco e análises em tempo real.
Petróleo Estabiliza com Retoma de Negociações EUA–Irão
Os preços do petróleo Brent mantiveram-se estáveis no arranque da sessão europeia, a negociar em torno dos 95 dólares por barril. Este preço reflecte algum optimismo de que a situação no Golfo Pérsico está a caminhar para a normalização, na sequência de notícias de que as negociações entre os Estados Unidos e o Irão deverão ser retomadas. O actual nível de preços reflecte a esperança de que o Estreito de Ormuz venha a reabrir em breve e de que as infra-estruturas da região sejam protegidas contra ataques ao abrigo de um eventual acordo. Este optimismo reflecte-se não só na descida dos preços do petróleo, mas também num maior apetite pelo risco nos mercados accionistas, com os futuros do S&P e do Nasdaq a atingirem máximos históricos. Neste contexto, é provável que o preço do barril se mantenha próximo dos níveis actuais à medida que nos aproximamos do fim-de-semana e de uma nova ronda de negociações.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Ouro oscila entre dólar fraco e alívio na inflação
Os preços do ouro atingiram um máximo de quatro semanas no início da sessão de quarta-feira, antes de devolverem esses ganhos e recuarem para um nível ligeiramente acima dos 4.800 dólares. O metal precioso iniciou a semana em terreno positivo, registando uma subida superior a 4,5% nas duas sessões anteriores, impulsionada sobretudo pelo enfraquecimento do dólar. A moeda norte-americana perdeu terreno face às restantes principais divisas, à medida que as expectativas de uma subida das taxas de juro por parte da Reserva Federal começaram a diminuir, depois de os dados da inflação nos Estados Unidos relativos a março, apesar de uma ligeira subida face à leitura anterior, terem ficado abaixo do que era receado. Isto sugere que o impacto dos preços mais elevados da energia, provocado pela guerra no Irão, teve um efeito menor sobre a inflação do que anteriormente se esperava. Neste contexto, e com o aumento das esperanças de que uma resolução diplomática possa criar perspetivas realistas para um cessar-fogo duradouro e permitir a normalização do tráfego no Estreito de Ormuz, poderá haver margem para novas quedas do dólar norte-americano, o que, por sua vez, poderá abrir espaço para ganhos adicionais nos preços do ouro. Ainda assim, a situação permanece volátil, e qualquer escalada no Golfo Pérsico poderá voltar a centrar a atenção dos investidores na inflação e no fraco crescimento económico, uma dinâmica que suporta o dólar e que continua a travar o entusiasmo dos investidores otimistas em relação ao ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Comentário Técnico Semanal 12/04/2026Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
Análise FOREX e OURO/PRATA | TERÇA 14.04.26 | ICTNeste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
Disclaimer
Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
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Tensão com o Irão Reacende Risco Inflacionista
As negociações entre os EUA e o Irão chegaram a um impasse, com Teerão a recusar abandonar o seu programa nuclear. Os futuros de ações recuaram ligeiramente na abertura de domingo e o S&P 500 negoceia nos 6.784 pontos esta manhã, ao mesmo tempo que o petróleo voltou a superar os $100. Apesar da fragilidade das negociações, os preços sugerem que os investidores permanecem moderadamente otimistas quanto a uma resolução diplomática no curto prazo. Ainda assim, a subida do petróleo reintroduz pressão sobre as expectativas de inflação, podendo limitar a margem para cortes de taxas por parte da Reserva Federal. Neste contexto, os mercados deverão permanecer sensíveis a novos desenvolvimentos nas negociações nos próximos dias.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
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Indecisão no Gráfico: O Que Essas Velas Realmente SignificamIndecisão no mercado? Você não está sozinho. Todo trader já passou por momentos em que os gráficos parecem gritar confusão. Mas aqui está o segredo: padrões de velas (candlesticks) de indecisão não são apenas ruído. Eles guardam informações que, quando decifradas, podem te dar uma vantagem estratégica. Vamos mergulhar no assunto e aprender a identificar esses padrões para usá-los a seu favor.
Dominando Padrões de Candlestick de Indecisão
Os candles de indecisão mais conhecidos são o Doji, o Spinning Top e o High Wave. Eles podem parecer complicados à primeira vista, mas assim que você aprende a reconhecê-los e entende o contexto, eles se tornam ferramentas valiosas na sua estratégia de trading.
Doji
Um Doji tem o corpo muito pequeno, com preços de abertura e fechamento quase idênticos, e sombras (pavios) superiores e inferiores longas. Isso indica indecisão no mercado — nem compradores nem vendedores conseguiram assumir o controle no período.
Quando buscar confirmação: Um Doji sozinho não é sinal de entrada. Aguarde a confirmação no próximo candle: um fechamento de baixa após uma tendência de alta pode sinalizar reversão, enquanto um de alta após uma tendência de queda pode indicar o início de uma recuperação.
Spinning Top (Peão)
O Spinning Top é um candle de indecisão com corpo pequeno e sombras superiores e inferiores mais longas que o corpo. Ele indica incerteza, com uma volatilidade maior que a do Doji.
Quando buscar confirmação: O Spinning Top é mais relevante após uma tendência forte. Se surgir após uma tendência de alta, pode sinalizar perda de fôlego. Aguarde os próximos candles para confirmar a direção do mercado.
High Wave Candle
O High Wave é semelhante ao Spinning Top, mas com sombras ainda mais longas. Ele mostra alta volatilidade sem uma direção definida; o preço oscila muito, mas a abertura e o fechamento terminam próximos, reforçando a indecisão.
Quando buscar confirmação: Use o High Wave em conjunto com a análise de tendência. Se ele aparecer durante uma consolidação ou após um grande movimento, pode sinalizar um rompimento (breakout). Como nos outros casos, espere a confirmação antes de agir.
Combinando Candles de Indecisão com Indicadores
Embora esses padrões tragam insights úteis, eles são muito mais eficazes quando combinados com outros indicadores técnicos:
Médias Móveis: Uma estratégia comum é usar médias móveis (como a de 50 ou 200 períodos) como filtro de tendência. Por exemplo, se um Doji ou Spinning Top se formar acima de uma média móvel e o próximo candle confirmar a reversão, o padrão pode estar sinalizando a continuação da tendência de alta.
Índice de Força Relativa (RSI): O RSI ajuda a confirmar se o mercado está sobrecomprado ou sobrevendido. Se um candle de indecisão surge com o RSI em níveis extremos (acima de 70 ou abaixo de 30), isso pode indicar que o mercado está pronto para uma correção ou reversão.
Volume: O volume é outra ferramenta de confirmação crucial. Um candle de alto volume logo após um padrão de indecisão pode indicar um movimento forte na direção seguinte. Sem volume, esses padrões tendem a ser menos confiáveis.
Onde evitar o uso de Candles de Indecisão
Existem cenários onde confiar nesses padrões sem confirmação pode ser enganoso:
Mercados Laterais (Choppy): Em mercados muito voláteis ou "travados", candles de indecisão aparecem com frequência sem sinalizar uma reversão real. Nesses casos, é melhor esperar por uma ação de preço mais clara.
Durante Notícias Econômicas: Eventos geopolíticos ou anúncios econômicos podem gerar movimentos bruscos e erráticos, criando vários candles de indecisão. Operar nesses momentos sem considerar o contexto macro é arriscado.
Falta de Contexto: Um candle de indecisão sem uma tendência prévia ou estrutura de mercado clara é ambíguo. Um Doji no meio de um mercado lateral não tem o mesmo peso que um formado após uma forte tendência.
Candles de indecisão sinalizam incerteza, mas não tome decisões às cegas. Combine-os sempre com outras análises e use seu próprio julgamento profissional!
O "Shakeout" Antes da TendênciaEste artigo não é relevante para o público residente em Portugal ou no Brasil.
Para traders de momentum, o objetivo é entrar em uma tendência na fase mais precoce possível. Espere demais e a relação risco-recompensa se deteriora. Entre cedo demais e você corre o risco de ser pego pelo ruído. É aqui que entender o shakeout (limpeza de mercado) pode melhorar significativamente a execução.
O padrão aparece em todos os timeframes e mercados, mas muitas vezes passa despercebido porque raramente parece uma oportunidade em tempo real.
Por que os Shakeouts permitem que as tendências se desenvolvam
Antes que um movimento sustentado possa se consolidar, o mercado frequentemente precisa limpar o posicionamento fraco. As tendências não começam em condições "limpas". Elas começam assim que o mercado remove os traders que estão posicionados do lado errado ou posicionados cedo demais.
Os shakeouts tendem a se formar após um período de consolidação. O preço estabelece um intervalo (range) claro e os traders começam a se ancorar em seus limites. A liquidez se acumula em torno de níveis óbvios à medida que os traders de rompimento (breakout) buscam entrar, enquanto outros tentam operar contra as extremidades do intervalo.
Em vez de romper de forma limpa, o preço muitas vezes ultrapassa um dos lados do intervalo, acionando stops e atraindo participantes de momentum. No momento, isso parece uma confirmação. Estruturalmente, o mercado está fazendo algo muito diferente.
Ele está limpando a liquidez.
Uma vez concluído esse processo, o mercado fica livre para se mover na direção oposta com maior intenção. A tendência que se segue não é aleatória. É um resultado direto desse reposicionamento.
Como isso aparece no gráfico
Olhando para a recente ação do preço no USD/CAD, podemos ver essa dinâmica acontecer claramente.
Gráfico de Velas Horário USD/CAD
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
O preço entra em um padrão de consolidação, com múltiplos toques em ambos os lados de uma cunha (wedge). Isso cria uma estrutura clara onde os traders podem se ancorar e, naturalmente, o posicionamento começa a se acumular ao redor dela.
O momento chave ocorre quando o preço rompe para baixo da cunha. Superficialmente, isso parece o início de um movimento de queda, particularmente porque ultrapassa a cunha com momentum. É aqui que muitos traders são pegos, seja entrando em posições vendidas ou sendo estopados em suas posições compradas.
No entanto, o movimento não tem continuidade. O preço rapidamente retoma a zona da cunha e esse movimento fracassado é o shakeout. Ele representa um momento de exaustão, onde o mercado capturou liquidez e resetou o posicionamento.
O que se segue é uma tendência de alta limpa e sustentada. Importante notar: este movimento não começa com o rompimento. Ele começa com a falha.
Como operar o Shakeout
A mudança fundamental é parar de ver o rompimento inicial como uma confirmação e, em vez disso, focar em como o preço se comporta imediatamente após ele. A falta de continuidade é frequentemente o primeiro sinal de que o movimento não é o que parece ser.
Uma vez identificado um shakeout, ele fornece um ponto de referência claro. Esse ponto de exaustão define naturalmente o risco. Se o preço vai se mover na direção oposta, ele não deve retornar e negociar significativamente além daquele nível novamente. Portanto, os stops podem ser colocados abaixo da mínima do shakeout.
A entrada na operação pode variar dependendo da experiência, mas uma abordagem estruturada funciona bem. Um método é construir a posição gradualmente. Uma entrada inicial pode ser feita quando o preço retoma a cunha após o shakeout, com uma segunda entrada na confirmação, quando o preço rompe na direção pretendida. Isso permite um posicionamento precoce, enquanto ainda respeita a confirmação.
Do ponto de vista da gestão da operação, usar uma média móvel de curto prazo, como a média móvel de 20 períodos, é uma ferramenta de gestão simples, mas robusta. Um rompimento claro e fechamento abaixo da média móvel seria um sinal de saída.
Gráfico de Velas Horário USD/CAD
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
Três conclusões principais
Estrutura primeiro: os shakeouts se formam após uma consolidação clara, não em ações de preço aleatórias.
Observe a reação: a falha após o rompimento importa mais do que o rompimento em si.
Defina o risco: o ponto do shakeout fornece um nível natural para a colocação do stop loss.
Aviso Legal: Esta informação destina-se apenas a fins informativos e de aprendizagem. A informação fornecida não constitui aconselhamento de investimento nem tem em consideração as circunstâncias financeiras individuais ou os objetivos de qualquer investidor. Qualquer informação que possa ser fornecida relacionada com o desempenho passado não é um indicador fiável de resultados ou retornos futuros.
CFDs são instrumentos complexos e apresentam um alto risco de perder dinheiro rapidamente devido à alavancagem. 81.31% das contas de varejo perdem dinheiro ao negociar CFDs com este fornecedor. Você deve considerar se compreende como funcionam e se pode correr o risco de perder seu dinheiro.
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Vieses Comportamentais no Trading: Por que a maioria dos tradersOs mercados de criptoativos podem parecer caóticos, mas são movidos por uma única força: a psicologia humana — o cerne da psicologia do trading. Cada pump e dump é alimentado por vieses cognitivos, medo, ganância e tomadas de decisão distorcidas sob incerteza. É exatamente por isso que a maioria dos traders acaba repetindo os mesmos erros dispendiosos.
Efeito de Manada movido pelo Medo em Mercados Laterais
Desde o final de 2025, o Bitcoin passou meses a oscilar lateralmente entre os $80K e os $97K, frustrando os seguidores de tendências e desgastando os traders que apostavam numa rutura clara para novos máximos. Os investidores de retalho que compraram em quedas de pânico acabaram, muitas vezes, por vender em ralis de alívio — um ciclo clássico de medo e ganância. Entretanto, os investidores mais experientes rodaram silenciosamente para o BTC como um porto seguro relativo, perante o aumento do stress macroeconómico.
Não se tratou de uma ação de preços aleatória; foi a psicologia do mercado em plena exibição. Aqueles que ficaram do lado errado tiveram dificuldade em manter a disciplina, deixando que a emoção se sobrepusesse aos seus planos, perseguindo topos e vendendo em suportes, em vez de executarem uma estratégia definida.
Excesso de Confiança e o Vies da Negligência do Risco
Ao longo de 2025, os mercados de futuros foram levados a extremos históricos de alavancagem, apenas para serem repetidamente dizimados por uma volatilidade implacável. Os traders de retalho a operar com 50x ou até 100x foram atropelados quando pequenos recuos desencadearam liquidações em cascata. Foi uma demonstração brutal de viés cognitivo — especialmente o excesso de confiança e otimismo — à medida que os traders subestimavam o risco enquanto sobreestimavam largamente a sua vantagem, resultando frequentemente na perda total das suas contas.
Viés de Narrativa movido pelo Hype
O ciclo de 2025–26 ficou marcado por fiascos como o colapso repentino do "NYC Token" após o seu lançamento mediático, eliminando detentores especulativos quase da noite para o dia. Não foi apenas uma falha fundamental — foi um caso clássico de viés de finanças comportamentais: a perseguição da manada e a dependência de narrativas, onde os traders compraram a "história" e ignoraram a ausência de valor real subjacente.
Viés de Ancoragem do Smart Money
De meados de 2025 até 2026, a procura institucional — impulsionada em grande parte pelos ETFs de Bitcoin e de altcoins — tornou-se uma das forças dominantes na estrutura do mercado. Entradas recorde em ETFs de XRP atraíram capital que estava de fora de volta para ativos de risco, levando traders de momentum a perseguir ralis de alívio sem qualquer estrutura de risco real.
A ironia é que o dinheiro profissional não persegue máximos da mesma forma que o retalho — mas a psicologia do trader de retalho tende a seguir as manchetes institucionais, ampliando cada movimento. Assim que os fluxos dos ETFs chegam à narrativa dominante, o FOMO gera um posicionamento excessivo, transformando mais um viés comportamental numa força que move o mercado.
Viés de Ancoragem movido por Notícias
Cada manchete macro — dados de inflação, ruído regulatório ou o mais recente drama no Senado — torna-se combustível para interpretações enviesadas, amplificadas pelas emoções no trading e por decisões falhas sob incerteza. O viés de ancoragem faz com que os traders se prendam à última narrativa que ouviram: "o Bitcoin é um porto seguro" numa semana, "as cripto estão a colapsar" na seguinte. Quando os mercados deixam de ter uma tendência clara, os traders oscilam entre estes extremos em vez de confiarem na probabilidade, na estrutura e na gestão de risco.
Este ciclo de feedback macro-cripto expõe como a psicologia impulsiona o apetite pelo risco de formas frequentemente contraditórias. Os padrões repetem-se porque as pessoas repetem os mesmos erros mentais — perseguir preços, alavancagem excessiva, ancoragem a manchetes e permitir que a emoção anule a estratégia. Compreender que o comportamento é uma vantagem muito mais poderosa do que qualquer indicador.
Este material é apenas para fins informativos e não constitui aconselhamento financeiro ou de investimento.
Petróleo sobe com risco persistente no Estreito de Ormuz
Os preços do petróleo Brent registaram uma ligeira subida no início da sessão de quinta-feira, aproximando-se dos 100 dólares, à medida que os investidores reagem à renovada incerteza quanto às condições exatas e ao calendário do cessar-fogo acordado entre os Estados Unidos e o Irão. Continua por esclarecer quando o Irão irá reabrir o Estreito de Ormuz e quais serão os termos precisos dessa reabertura. O próprio cessar-fogo parece frágil, numa altura em que Teerão manifesta descontentamento com a continuação dos ataques de Israel no Líbano. Neste contexto, e apesar do sentimento geral de alívio sentido na sessão anterior, que levou os preços do Brent a cair até aos 90 dólares, os operadores do mercado petrolífero continuam a ter dificuldade em retirar o prémio de risco gerado pela incerteza em curso. Até que exista maior clareza sobre os termos exatos do acordo entre o Irão e os Estados Unidos, em particular no que diz respeito aos fluxos energéticos através do Estreito, é pouco provável que o preço do barril recue muito mais abaixo dos níveis atuais.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Morning Call - 09/04/2026 - Petróleo Volta Acima de $100Agenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Vendas no Varejo
9:30 – USA – Índice de Despesas de Consumo Pessoal (PCE)
9:30 – USA – Renda e Gastos Pessoais
9:30 – USA – PIB do 4º Trimestre
9:30 – USA – PCE do 4º Trimestre (Deflator do PIB)
9:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
12:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
13:00 – USA – Relatório Wasde
14:00 – USA – Leilão de T-Bond de 30 anos
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em leve queda nesta quinta-feira, após os ganhos registrados na sessão anterior, à medida que traders reavaliam os riscos diante de sinais de fragilidade no cessar-fogo no Oriente Médio.
O ambiente permanece marcado por incertezas geopolíticas, com o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXH2026 estável na região dos 22 pontos, indicando que a demanda por proteção segue presente, ainda que sem sinais de estresse mais agudo.
Analistas da BCA Research avaliam que, embora o pico da crise possa ter ficado para trás, ainda é prematuro adotar uma postura mais agressiva em ativos de risco. “Os mercados parecem precificar um cenário mais benigno, mas o contexto ainda exige cautela”, destacaram.
A dinâmica no Estreito de Ormuz segue como variável central para os mercados. A normalização — ou não — do fluxo de petróleo pela região será determinante para validar a trégua. Mesmo com a continuidade de episódios isolados de conflito, ativos de risco podem seguir sustentados caso haja sinais concretos de reabertura da rota energética.
No campo macroeconômico, a atenção se volta para a divulgação dos dados de gastos com consumo pessoal (PCE) de fevereiro, principal indicador de inflação monitorado pelo Federal Reserve. A expectativa é de manutenção em 2,8% na base anual. Também será acompanhada a leitura final do PIB do quarto trimestre.
Já na sexta-feira, o foco recai sobre o índice de preços ao consumidor (IPC) de março, que deve oferecer evidências mais claras sobre o impacto da alta dos preços de energia na inflação.
No mercado monetário, observa-se uma mudança relevante nas expectativas de política monetária. As apostas em cortes de juros diminuíram significativamente, com apenas cerca de 30% de probabilidade de uma redução de 25 pontos-base até o final de 2026, ante 56% no dia anterior.
A ata da reunião de março do Federal Reserve reforçou esse cenário mais restritivo, ao indicar que um número crescente de dirigentes considera a possibilidade de novas altas de juros, diante de uma inflação ainda acima da meta de 2%, pressionada, em parte, pelos efeitos do conflito sobre os preços de energia.
"O comitê concordou amplamente que era muito cedo para agir, sugerindo que o Fed provavelmente manterá a taxa de juros inalterada este ano, em linha com nossa visão", disseram analistas do JPMorgan em nota.
O quadro geral aponta para um mercado em compasso de espera, equilibrando sinais de alívio geopolítico com riscos persistentes para a inflação e a política monetária.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — recuam nesta quinta-feira, em um movimento de correção após a forte alta registrada na véspera, quando os mercados tiveram seu melhor desempenho em mais de quatro anos.
A perda de fôlego reflete a cautela dos investidores quanto à sustentabilidade do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, diante de sinais de que a trégua permanece frágil e sujeita a rupturas. O alívio inicial, sustentado pela expectativa de normalização do fluxo de petróleo e gás pelo Estreito de Ormuz, deu lugar a uma reavaliação de riscos.
O otimismo se dissipou rapidamente após a continuidade das operações militares de Israel no Líbano, levando o Irã a classificar como “irrazoável” a continuidade das negociações por um acordo de paz duradouro nesse contexto. Paralelamente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a alertar para a possibilidade de escalada significativa dos combates caso Teerã não cumpra as exigências estabelecidas.
“A volatilidade permanece controlada, mas há uma clara devolução parcial dos ganhos recentes, à medida que persistem as incertezas sobre a segurança do fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz”, afirmou Kathleen Brooks, diretora de pesquisa da XTB.
O cenário é particularmente sensível para a Europa, dada a forte dependência da região de importações energéticas que transitam por essa rota estratégica. Desde o início do conflito, em fevereiro, os mercados europeus vêm sendo impactados por oscilações nos preços de energia e pela elevação dos prêmios de risco.
No desempenho setorial, o segmento industrial lidera as perdas, seguido pelo de viagens, bancos e tecnologia. Na contramão, o setor de energia avança cerca de 1%, acompanhando a nova valorização do petróleo na sessão. Ainda assim, os preços da commodity permanecem aproximadamente 40% acima dos níveis pré-conflito, mantendo elevada a preocupação com pressões inflacionárias.
No mercado de renda fixa, os rendimentos dos títulos soberanos da zona do euro apresentam leve alta, após a forte queda observada na quarta-feira, indicando ajuste nas expectativas de política monetária.
Embora os traders tenham reduzido as apostas de aperto monetário mais agressivo após o anúncio do cessar-fogo, o mercado ainda projeta ao menos duas elevações de 25 pontos-base pelo Banco Central Europeu até o final do ano.
Ásia/Pacífico
Os mercados de ações da Ásia-Pacífico encerraram esta quinta-feira sob um tom mais cauteloso, à medida que sinais de fragilidade na trégua no Golfo reacenderam preocupações sobre o cenário geopolítico e suas implicações inflacionárias.
A percepção de risco voltou a ganhar força diante da ausência de evidências concretas de normalização no fluxo pelo Estreito de Ormuz. O Irã segue demonstrando controle relevante sobre a rota estratégica, inclusive impondo condições para a passagem segura de embarcações, o que mantém o mercado de energia sob pressão.
No campo político, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as forças americanas permanecerão na região até que um acordo definitivo seja alcançado e cumprido, alertando para a possibilidade de retomada dos confrontos. Paralelamente, a escalada militar se amplia em outras frentes, com Israel intensificando ataques no Líbano contra alvos ligados ao Hezbollah, aumentando a complexidade do conflito regional.
Para Nigel Green, CEO do grupo deVere, o cenário ainda está longe de estabilidade. “Cerca de um quinto do fornecimento global de petróleo passa por um corredor que permanece sob influência direta de uma das partes do conflito. Isso, por si só, já sustenta o risco de novas altas nos preços. Não é necessário um bloqueio total — a simples continuidade das tensões já é suficiente para pressionar o mercado”, afirmou.
Nesse ambiente, os principais índices da região registraram desempenho negativo. O Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, o Nikkei TVC:NI225 , do Japão, o Hang Seng HSI:HSI , de Hong Kong, e os índices chineses Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 encerraram o dia com perdas moderadas, em torno de 0,7%.
Na contramão, o TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, e o ASX 200 ASX:XJO , da Austrália, conseguiram se manter no campo positivo, com leves altas de 0,2%, refletindo um desempenho mais resiliente em meio ao cenário de incerteza.
BITCOIN – Decisive Moment at 73k–76k: Breakout or Rejection?💡 Bitcoin remains in consolidation after the February selloff, but still within a broader daily bearish context. The most important area on the chart is still the 60k–62k zone , where the strongest volume of the entire move appeared, suggesting meaningful defense and absorption at the lows.
🌏 Today’s macro backdrop remains mixed. The U.S. dollar lost strength after the partial U.S.-Iran truce, and Reuters noted that bitcoin moved higher alongside that weaker dollar as markets tried to sustain a relief rally in risk assets. At the same time, that relief remains fragile: Hormuz flows are still heavily disrupted, the ceasefire is still in doubt, and oil moved back up, with Brent settling at 95.92 and WTI at 97.87 . ( )
📉Price is now trading in the upper part of the recent structure, around 71k–72k , approaching the main decision zone between 73k and 76k . This area combines three elements at once: the top of the recent range, a natural liquidity zone, and the daily descending trendline that has guided lower highs since the all-time high.
🔹As long as BTC remains below 73k–76k , the base scenario is still a resistance test with real rejection risk . If rejection appears through signs of exhaustion such as an upper wick, a bearish reversal candle, or clear loss of momentum below that zone, the market may first rotate back toward 69k–70k , which is the immediate support inside the current range.
🔴If 69k–70k fails to hold, the structure weakens and BTC could extend the correction toward 65k–67k . In a heavier risk-off environment, 60k–62k comes back into focus as the main support and possible new absorption zone.
🟢On the other hand, if BTC breaks cleanly above 76k with a strong daily close and increasing volume, the picture improves significantly. In that case, the market would begin to move beyond simple rebalancing and open room for continuation toward 80k–82k .
📌 Swing trade game plan:
At 73k–76k , the logic is to reduce older longs and watch for rejection signals for tactical shorts.
🟢If price breaks above 76k with confirmation, the better approach is to wait for a retest before looking for new longs.
🔴If rejection happens at the top, the most likely next move is a rotation back toward 69k–70k , and below that, price can accelerate toward lower support zones.
💡 In short: BTC has improved tactically in the short term, helped by a weaker dollar and temporary geopolitical relief, but it is still trading directly into a major resistance cluster. Until the market proves real acceptance above 73k–76k , the chart still favors a resistance test first, with a possible rejection and pullback toward support before any true structural reversal can be confirmed.
⚠️ This content is for educational and informational purposes only. It is not financial advice. Always manage your risk with discipline.
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S&P 500 sobe com expectativas de acordo EUA–Irão
O S&P 500 sobe no arranque desta segunda-feira, negociando nos 6.610 pontos, após a Reuters ter avançado que está a ser negociado um cessar-fogo entre os EUA e o Irão, mediado pelo Paquistão. O “acordo de Islamabad”, como está a ser designado, implicaria um compromisso por parte do Irão de não desenvolver armas nucleares, em troca de uma redução das sanções internacionais. Esta é apenas a mais recente tentativa de desescalada e os investidores estarão atentos à reação de ambas as partes ao longo do dia. Durante o fim de semana prolongado, as hostilidades continuaram e o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou ataques de larga escala caso o Irão não aceite um cessar-fogo até terça-feira.
Henrique Valente – ActivTrades
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Morning Call - 06/04/2026 - Trump Profere Coletiva de Imp. Hoje!Agenda de Indicadores:
Feriado: China, Hong Kong, Taiwan, Austrália, Nova Zelândia, Alemanha, França, Itália, Portugal, Reino Unido, Suíça, África do Sul.
8:25 – BRA – Boletim Focus
10:00 – BRA – PMI do Setor de Serviço
11:00 – USA – PMI de Serviços ISM
Agenda de Autoridades:
14:00 – USA – Presidente dos EUA, Donald Trump, profere coletiva de imprensa para comentar sobre a Guerra no Oriente Médio
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam com leves ganhos nesta segunda-feira, após registrarem, na semana passada, o maior avanço semanal em quatro meses. No entanto, as incertezas do conflito no Oriente Médio continuam a afetar os mercados.
No campo geopolítico, Estados Unidos e Irã receberam um esboço de proposta para encerrar as hostilidades, um dia após o presidente Donald Trump intensificar o tom ao ameaçar “semear o inferno” sobre Teerã caso não haja acordo. Ainda assim, autoridades iranianas sinalizaram que o Estreito de Ormuz não seria reaberto sob um cessar-fogo temporário, mantendo um dos principais pontos de tensão para o mercado de energia.
Parte do alívio recente vem de uma reportagem da Axios, que, citando fontes próximas às negociações, indica que EUA, Irã e mediadores regionais discutem os termos de um possível cessar-fogo de 45 dias — ainda sem garantias de implementação.
No mercado de commodities, os preços do petróleo recuam levemente nesta sessão, após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (OPEP+) anunciar no domingo um aumento de 206 mil barris por dia na produção para maio. A medida, no entanto, foi vista como insuficiente para compensar as restrições de oferta provocadas pelo conflito.
No pré-mercado americano, ações do setor de energia recuam moderadamente, com Exxon Mobil e Chevron em queda pouco superior a 1%. Em contrapartida, o setor de tecnologia lidera os ganhos, com papéis de Meta, Netflix e Tesla avançando cerca de 1,5%, enquanto Google, Broadcom e Nvidia sobem em torno de 0,8%.
Em linha com a melhora marginal do sentimento, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXH2026 recua para a região de 24 pontos, sinalizando redução na demanda por proteção no curto prazo.
A sessão tende a ser marcada por menor liquidez, diante do fechamento de diversos mercados na Europa e na Ásia por feriados, o que pode amplificar movimentos pontuais.
Na agenda da semana, os traders monitoram dados de inflação nos Estados Unidos, buscando sinais de repasse da alta dos custos de energia para a economia. O foco se intensifica após o relatório de emprego divulgado na sexta-feira indicar uma recuperação mais forte do que o esperado no mercado de trabalho, com a criação de vagas no setor não agrícola atingindo o maior nível em 15 meses.
Diante desse cenário, as expectativas para a política monetária seguem sendo ajustadas. De acordo com as apostas monitoradas pelo CME Group, o mercado já não precifica cortes de juros pelo Federal Reserve neste ano — uma mudança relevante em relação ao período anterior à escalada do conflito, quando eram esperadas ao menos duas reduções nas taxas.
Europa
A maioria dos mercados europeus permanece fechada nesta sessão devido ao feriado de Páscoa, reduzindo significativamente a liquidez global e impedindo a negociação de importantes índices da região, como Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 , DAX 40 ACTIVTRADES:GER40 , MDAX ACTIVTRADES:GERMID50 , IBEX 35 ACTIVTRADES:ESP35 , FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 e CAC 40 $ACTIVTRADES:FRA40.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico registraram uma sessão de liquidez reduzida, marcada por feriados em diversas praças relevantes. Austrália, Nova Zelândia e Hong Kong permaneceram fechados devido à Páscoa, enquanto China continental e Taiwan celebraram o Festival Qingming. Nesse contexto, os negócios no Japão (Nikkei TVC:NI225 ) e na Coreia do Sul (Kospi TVC:KOSPI ) encerraram em leve alta, em meio a um ambiente de negociação mais contido.
No cenário geopolítico, o sentimento dos traders segue instável, influenciado por novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que voltou a adotar um tom mais agressivo ao afirmar que poderá “despejar o inferno” sobre Teerã caso o Irã não avance em um acordo e reabra o Estreito de Ormuz até o prazo estipulado para terça-feira. As falas ocorrem mesmo com negociações em andamento para um possível cessar-fogo de 45 dias.
Para Charu Chanana, estrategista-chefe de investimentos da Saxo em Singapura, a dinâmica recente tem sido marcada por forte volatilidade nas manchetes. “Os traders têm observado mudanças frequentes no tom das declarações sobre o conflito. Neste momento, o que se vê parece mais um esforço diplomático de última hora do que um acordo consolidado. Isso pode conter o pânico imediato, mas não elimina o prêmio de risco mais amplo”, avaliou.
Na agenda econômica da região, os investidores acompanham a divulgação da inflação de março em Taiwan nesta terça-feira, enquanto na Coreia do Sul a decisão de política monetária do banco central, prevista para sexta-feira, deve refletir os efeitos do aumento dos preços de combustíveis sobre a economia local.






















