XAU/USD (Ouro): Análise de Cruzamento de Compra e Retomada CurtaO ouro EASYMARKETS:XAUUSD no gráfico de 1 hora está sendo negociado a 5.016,08, testando rompimento da linha de baixa com possível cruzamento de compra. O movimento sugere retomada curta de alta após consolidação, com suporte e volume comprador crescente.
📈 Análise Técnica:
🔹 Rompimento da Linha de Baixa: O preço rompeu a LTB descendente, confirmando mudança de estrutura altista.
🔹 Cruzamento de Compra: Médias móveis (ex.: 50 e 200 períodos) cruzaram bullish, reforçando momentum comprador.
🔹 Resistência: 5,016 (R1) e 5,020 (próximo alvo).
🔹 Suporte: 4,994 (S1) e 4,980 (média de 200, suporte dinâmico).
🔹 Momentum: RSI em zona altista (cerca de 58), com MACD positivo e histograma crescendo.
🔹 Volume: Comprador dominante nos últimos candles, aumento esperado na confirmação.
📢 Cenários:
✅ Altista: Sustentar acima de 4,997 e romper 5,016 leva a 5,020–5,025, impulsionado pelo cruzamento.
⚠️ Baixista: Rejeição em 5,016 e perda de 4,994 reverte para 4,980.
📅 Eventos Relevantes:
SuperQuarta dia 18/03/2026
🔹 Dados dos EUA: Lançamentos de hoje (ex.: inflação) podem enfraquecer o USD, favorecendo ouro.
🔹 Geopolítica: Tensões globais sustentam demanda por safe-haven.
🚨 : XAU/USD rompendo a linha de baixa com cruzamento de compra, buscando retomada curta de alta. Monitore volume e dados de hoje. 🔥📈
Analista da easyMarkets, Fabricio N.
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Ideias da comunidade
Gold: 4980–5000 é a linha decisivaEsta semana, após romper o nível de 5200, o ouro não conseguiu manter um forte impulso ascendente.
Tentou retestar os 5200, mas foi rejeitado próximo a 5190, seguido de uma retração acentuada.
Em especial na sexta-feira, houve uma pressão vendedora relativamente significativa no mercado. 📉
Na próxima semana, a atenção se voltará para a zona de suporte em 4980–5000.Desde que esse suporte se mantenha intacto, um rebote técnico em direção à zona de resistência 5180–5200 permanece plausível. ✅
Viés e níveis-chave
Viés: Alta acima de 4980 📈
Zona de suporte: 4980 – 5000 🛡️
Zona de resistência: 5180 – 5200 🚧
Cenário de alta: Manutenção do suporte → rebote em direção à resistência 🚀
Gatilho de baixa: Quebra abaixo de 4980 → estrutura de alta de curto prazo invalidada ⚠️
"IBOV -Entre o Blefe de Trump e a Realidade""IBOV -Entre o Blefe de Trump e a Realidade"
A situação atual no Oriente Médio atingiu um ponto crítico com desdobramentos significativos tanto em Teerã quanto em Washington. Conforme relatado pela Reuters e outros veículos internacionais em março de 2026, o cenário é de escalada militar e endurecimento político.
Aqui estão os pontos principais da situação:
1. Novo Líder Supremo no Irã
Após a morte de Ali Khamenei no início do conflito, a Assembleia de Especialistas do Irã confirmou no último domingo (8 de março de 2026) a escolha de seu filho, Mojtaba Khamenei, como o novo Líder Supremo.
Linha-dura: Mojtaba é visto como uma figura ainda mais radical que seu pai, com laços profundos com o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC).
Mensagem de Resistência: A nomeação é interpretada como um sinal de que o regime iraniano não pretende recuar ou buscar moderados para negociar durante a guerra.
2. A Postura de Donald Trump
O presidente Donald Trump tem adotado uma retórica de "pressão máxima" absoluta, afirmando que a guerra pode acabar "em breve", mas sob condições específicas:
Rendição Incondicional: Trump declarou em suas redes sociais e em coletivas a bordo do Air Force One que não aceitará acordos parciais, exigindo a "rendição incondicional" do Irã.
Rejeição ao Novo Líder: O presidente americano classificou Mojtaba Khamenei como "inaceitável" e afirmou que os EUA devem ter voz na escolha de um líder que traga "harmonia e paz".
Fim do Conflito: Segundo Trump, o conflito terminará quando a infraestrutura militar e nuclear do Irã for neutralizada, prevendo que o país terá um futuro próspero sob uma nova liderança aprovada pelo Ocidente.
3. Impactos Globais
Petróleo: O preço do barril de petróleo disparou, ultrapassando os US$ 100 e chegando a picos de quase US$ 120 devido ao fechamento efetivo do Estreito de Ormuz.
Operação Militar: A ofensiva (denominada por alguns setores da Casa Branca como Operation Epic Fury) continua com pesados bombardeios aéreos, enquanto Israel ameaça atingir diretamente qualquer novo líder que mantenha a postura atual de Teerã.
A situação é volátil e as declarações de Trump sugerem que ele acredita em uma vitória militar rápida que force uma mudança de regime.
Aqui está uma análise do porquê minha tese de que ele está "ganhando tempo" faz total sentido no contexto atual:
1. A Estratégia do "Papo Firme" para o Mercado
O mercado de petróleo estava em pânico hoje cedo, com o Brent encostando nos US$ 120. Quando Trump veio a público dizer que a guerra está "praticamente acabada" e que o Irã "não tem mais nada", ele causou um choque de otimismo imediato.
O Resultado: O petróleo despencou de US$ 120 para a casa dos US$ 85 em poucas horas.
Realização de Lucros: Como previmos, os grandes players que estavam "comprados" em energia aproveitaram a fala para realizar lucros, aliviando a pressão de alta sem que Trump precisasse, de fato, disparar um único míssil a menos.
2. A Pressão Doméstica (Gasolina e Eleições)
Nos EUA, o preço médio do galão subiu quase 30 centavos em uma semana, chegando a US$ 3,25. Para o eleitor americano, isso é mais real do que qualquer movimentação geopolítica.
Trump tem dito que "se subir, subiu", mas os bastidores da Casa Branca mostram um cenário de "gritos" e busca desesperada por soluções.
Ele sabe que, se a gasolina continuar subindo, sua narrativa de "economia pujante" desmorona antes das eleições de meio de mandato (midterms).
3. "Vencendo no Grito" ou Realidade Militar?
Há uma discrepância clara: enquanto Trump diz que a capacidade militar iraniana foi "destruída", analistas e o próprio Irã alertam que a guerra de guerrilha e os ataques a infraestruturas de energia na região podem durar meses.O cenário para o Ibovespa não parece promissor para manutenção dos patamares elevados que vimos anteriormente.
Destacamos pontos cruciais:
Distorção e Realização: De fato, o fluxo estrangeiro e a euforia pré-crise inflaram o preço de muitos ativos, tornando a realização de lucro um movimento natural diante da incerteza geopolítica.
O Papel da Petrobras: As ações funcionaram como um amortecedor da queda do índice, evitando um tombo ainda maior. No entanto, com a possível diminuição da tensão em torno do petróleo, esse efeito pode não se sustentar.
Confiança e Fluxo: Sua observação é pertinente. A confiança externa é fundamental, e um cenário de instabilidade geopolítica pode levar a uma redução do apetite por risco em mercados como o Brasil, impactando o Ibovespa negativamente.
Essa "conta simples" de que tudo volta ao que era antes é uma projeção pouco provável em um cenário complexo como este.
O mercado tende a recalibrar as expectativas, e o que vimos foi uma correção e uma realocação de capital.
Pontos de atenção para o Ibovespa:
Descompressão: A diminuição da tensão no petróleo pode sim tirar dinheiro das petroleiras, que vinham sustentando o índice.
Volta aos 190k? É improvável. Os ativos que atingiram valores estratosféricos em função do fluxo anterior podem não recuperar esses níveis, pois a confiança e as expectativas são outras agora.
Petróleo acima dos 106 dólares com guerra no Golfo
Os preços do petróleo Brent estão a negociar acima dos 106 dólares no início da sessão europeia. A guerra no Golfo, que já dura há mais de uma semana, está a deixar os traders cada vez mais nervosos quanto ao impacto que um conflito prolongado poderá ter no abastecimento global de energia. A região do Golfo Pérsico é responsável por cerca de um quarto da produção mundial de petróleo, sendo a maior parte transportada em petroleiros através do Estreito de Ormuz. Esta rota marítima encontra-se agora, na prática, encerrada devido à ameaça de ataques, o que significa que o principal polo exportador de petróleo do mundo está, efetivamente, excluído do mercado. Tendo em conta que o conflito entrou na sua segunda semana e não existe um caminho claro nem um calendário previsível para um cessar-fogo, não é surpreendente que os traders de petróleo estejam a incorporar nos preços um cenário futuro de redução da oferta, o que está a resultar em preços mais elevados. Esta dinâmica tenderá a intensificar-se quanto mais tempo o conflito se prolongar sem uma perspetiva realista de resolução, criando margem para novas subidas no preço do barril.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Morning Call - 09/03/2026 - Petróleo a US$ 119 e Vix a 30 pontosAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
10:30 – USA – Abertura das Bolsas de NY - Fim do horário de Inverno nos EUA
11:00 – USA – Índice de Tendência de Emprego do Conference Board
11:00 – USA – Expectativa de Inflação do Fed de Nova York
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Até quando a Petrobras pode segurar os preços dos combustíveis?
A disparada recente do petróleo voltou a pressionar a política de preços da Petrobras. A cotação do Brent ACTIVTRADES:BRENT — referência internacional utilizada pela companhia — chegou a tocar rapidamente US$ 120 por barril, levantando dúvidas sobre até quando a estatal conseguirá evitar um repasse mais significativo aos combustíveis no mercado doméstico.
A pressão é ainda maior no caso do diesel, cujo preço nas refinarias permanece sem reajuste há mais de 300 dias, ampliando a defasagem em relação ao mercado internacional.
Na sexta-feira, a presidente da companhia, Magda Chambriard, reconheceu que a intensificação da alta do petróleo pode exigir respostas mais rápidas da empresa. Segundo ela, caso o movimento de valorização da commodity se torne mais intenso ou persistente, a Petrobras poderá rever sua política e discutir eventuais ajustes nos preços dos combustíveis.
A decisão, no entanto, envolve também fatores políticos e macroeconômicos, já que reajustes mais expressivos poderiam pressionar a inflação doméstica em um momento sensível para a economia brasileira.
Eleições 2026
A pesquisa mais recente do Datafolha, divulgada no sábado, indica uma redução na vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro.
Na nova simulação, Flávio aparece com 43% das intenções de voto, avanço em relação aos 38% registrados anteriormente. Lula, por sua vez, lidera com 46%, mas recua frente aos 51% da pesquisa anterior, colocando os dois em situação de empate técnico dentro da margem de erro.
O levantamento também mostra níveis elevados de rejeição para ambos os candidatos. 46% dos eleitores afirmam que não votariam em Lula de forma alguma, enquanto 45% dizem rejeitar Flávio Bolsonaro, evidenciando um cenário de forte polarização política às vésperas do próximo ciclo eleitoral.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — recuam mais de 1% nesta segunda-feira, pressionados pela disparada dos preços do petróleo (Brent ACTIVTRADES:BRENT e WTI ACTIVTRADES:LCRUDE ) e pela intensificação das tensões no Oriente Médio, conflito que já entra em seu décimo dia e volta a alimentar temores inflacionários nos mercados globais.
O ambiente geopolítico ganhou novos contornos após o Irã anunciar Mojtaba Khamenei como sucessor de Ali Khamenei no cargo de líder supremo, movimento interpretado por analistas como um sinal de que a ala mais dura do regime permanece consolidada no poder em Teerã.
No mercado de energia, o petróleo disparou mais de 25%, chegando a operar próximo de US$ 120 por barril, antes de moderar os ganhos após relatos de que ministros das Finanças do G7 e a Agência Internacional de Energia discutem uma liberação coordenada de reservas estratégicas. Ao mesmo tempo, a Saudi Aramco teria oferecido fornecimento imediato de petróleo por meio de licitações extraordinárias.
A escalada do conflito ocorre logo após dados econômicos recentes apontarem um mercado de trabalho mais fraco nos Estados Unidos, enquanto a atividade econômica permanece relativamente resiliente — combinação que reacendeu o debate sobre um possível cenário de estagflação.
Segundo Chris Beauchamp, analista-chefe de mercado da IG, os traders passaram a considerar um risco crescente de recessão global, já que a disparada da energia tende a pressionar a inflação e reduzir o poder de compra. Ele ressalta que uma eventual liberação de reservas estratégicas poderia aliviar temporariamente os preços, mas seria insuficiente diante de eventuais perdas de produção causadas pelo fechamento do Estreito de Ormuz e pela paralisação de instalações energéticas na região.
Entre os setores mais afetados no pré-mercado, companhias aéreas e empresas ligadas ao turismo lideram as quedas, com perdas superiores a 4%, refletindo o aumento do custo de combustível e as interrupções no tráfego aéreo internacional.
Os grandes bancos também registram recuos expressivos: JPMorgan Chase, Citigroup e Bank of America caem mais de 2%, acompanhando a deterioração do sentimento de risco.
O índice de volatilidade ACTIVTRADES:USAVIXH2026 , frequentemente chamado de “termômetro do medo” de Wall Street, chegou a tocar 30 pontos, o nível mais alto desde abril de 2025, refletindo a forte demanda por proteção no mercado de opções.
Curiosamente, alguns ativos tradicionalmente considerados defensivos, como metais preciosos (ouro ACTIVTRADES:GOLD e prata ACTIVTRADES:SILVER ), também enfrentaram pressão vendedora, enquanto os traders buscaram refúgio principalmente no dólar americano ACTIVTRADES:USDINDH2026 .
Na contramão do mercado, empresas do setor de defesa avançam no pré-mercado. A RTX Corporation sobe cerca de 1%, enquanto a AeroVironment avança 2,3%, impulsionadas pela expectativa de aumento nos gastos militares.
O choque energético adiciona complexidade às decisões do Federal Reserve, justamente em um momento em que a política monetária vinha sendo guiada principalmente pelos sinais do mercado de trabalho. O rendimento dos títulos do Tesouro americano de dois anos TVC:US02Y — sensíveis às expectativas de juros — chegou a atingir brevemente seu nível mais alto desde o final de novembro.
Entre os índices mais sensíveis às taxas de juros, os futuros ligados ao Russell 2000 chegaram a cair 2,5%, acumulando queda de cerca de 10% em relação às máximas recentes, patamar que caracteriza tecnicamente uma correção.
A semana promete ser decisiva para os mercados. Investidores acompanham uma agenda carregada de indicadores nos Estados Unidos, incluindo dados de vagas de emprego, o índice de gastos com consumo pessoal (PCE) — principal medida de inflação monitorada pelo Fed — e a segunda estimativa do PIB trimestral.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — despencam nesta segunda-feira para o menor nível em mais de dois meses, pressionados pela disparada dos preços do petróleo e pelo agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio, em meio à guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.
O índice Euro Stoxx 50 cai mais de 2% pela terceira sessão consecutiva, ampliando as perdas acumuladas após a queda de 5,5% registrada na semana passada, a pior performance semanal em quase um ano.
Entre os setores mais afetados, bancos e tecnologia lideram as perdas, com recuos superiores a 3%, refletindo a crescente aversão ao risco. O setor de aviação também sofre forte pressão: as ações da Lufthansa recuam cerca de 4%, enquanto a Air France-KLM registra queda próxima de 5%, diante do impacto do conflito sobre rotas aéreas e custos de combustível.
Na direção oposta, a disparada do petróleo sustenta ganhos modestos no setor de energia, enquanto a empresa de defesa Leonardo avança cerca de 1,5%, beneficiada pela expectativa de aumento nos gastos militares.
Os traders também monitoram declarações da presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, além de discursos do membro do conselho Piero Cipollone e de ministros das Finanças da zona do euro durante a reunião do Eurogroup.
No front macroeconômico, dados divulgados nesta segunda-feira mostraram que as encomendas industriais da Alemanha recuaram mais do que o esperado em janeiro, reforçando as preocupações com o ritmo da atividade na maior economia da Europa em um momento de crescente incerteza global.
Ásia/Pacífico
As bolsas da Ásia-Pacífico registraram mais um pregão de forte realização nesta segunda-feira, após os preços do petróleo Brent avançarem rapidamente até quase US$ 120 por barril, movimento que reacendeu preocupações com inflação global e com a elevada dependência da região de petróleo importado do Oriente Médio.
Analistas destacam que o choque energético tende a atingir com mais intensidade os países asiáticos que são grandes importadores líquidos de petróleo, especialmente Coreia do Sul, Japão, Filipinas e Tailândia, economias que dependem fortemente do fornecimento externo de energia.
Entre os mercados mais pressionados, o índice Kospi TVC:KOSPI despencou 6%, refletindo uma onda de vendas generalizada em ações de tecnologia e indústria. No Japão, oNikkei TVC:NI225 recuou 5,2%, enquanto em Taiwan o TWSE 50 FTSE:TW50 caiu 4,5%. Na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO registrou queda de 2,9%.
As perdas foram mais moderadas nos mercados chineses, com os índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — recuando até 0,8%, enquanto o Hang Seng Index encerrou o pregão com queda de 1,4%.
Prata, alvo atingido?Bom dia Trader's e Investidores.
Na tela dois gráficos da Prata, Mensal e diário.
No gráfico da esquerda, período mensal, reparem nessas regiões de Fibonacci.
Em Janeiro, a Prata atingiu exatamente 1.618 de Fibonacci de toda última amplitude de topo a fundo, um possível alvo característico de onda 3.
Já no gráfico diário da direita, alguns sinais "podem" estar começando a aparecer.
Duas barras vendedoras bem significativas.
Esse último topo do dia 02/03. atingiu 0.618 de Fibonacci, até o momento pelo menos.
Ainda é cedo para indicar a próxima direção, mas na minha visão um período lateral e até mesmo uma correção mais profunda acredito ser o mais plausível.
Mas e aí, já bateu alvo?
O que acham?
Morning Call - 06/03/2026 - Payroll ou Inflação? E agora Fed?Agenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Produção Industrial
10:30 – USA – Relatório de Emprego Não-Agrícola Payroll
10:30 – USA – Ganho Salarial Médio por Hora
10:30 – USA – Taxa de Desemprego
12:00 – USA – Estoques das Empresas e Atacados
14:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
Agenda de Autoridades:
12:15 – USA – Mary Daly, do Fed de São Francisco (Não Vota), e Anna Paulson, do Fed da Filadélfia (Vota), participam do painel "O Valor dos Dados do Setor Privado para a Formulação da Política Monetária dos EUA" no Fórum de Política Monetária dos EUA de 2026.
15:20 – USA – Susan Collins, do Fed de Boston (Não Vota), profere o discurso de abertura no evento Perspectivas 2026 da Câmara Regional de Comércio de Springfield.
15:30 – USA – Beth Hammack, do Fed de Cleveland (Vota), participa do painel "Sobre o Status de Porto Seguro do Dólar" no Fórum de Política Monetária dos EUA de 2026.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Resultado da Petrobras
As ADRs da Petrobras NYSE:PBR operam em alta de cerca de 1,9%, mesmo após a companhia divulgar resultados ligeiramente abaixo das expectativas para o quarto trimestre.
A estatal reportou lucro líquido de US$ 2,899 bilhões, aproximadamente 8% abaixo das projeções do mercado. Por outro lado, os números operacionais vieram em linha com o consenso: o Ebitda ajustado somou US$ 11,107 bilhões, enquanto a receita líquida atingiu US$ 23,608 bilhões.
Em relação à remuneração aos acionistas, o conselho propôs a distribuição de R$ 8,1 bilhões em dividendos, equivalente a R$ 0,6262 por ação ON e PN. Considerando todos os pagamentos realizados ao longo do ano, a remuneração total aos acionistas em 2025 deve alcançar R$ 41,2 bilhões, valor 45,6% inferior ao distribuído em 2024. As ações passam a ser negociadas ex-direitos a partir de 23 de abril.
Os resultados serão detalhados pela companhia em teleconferência com investidores marcada para hoje às 11h30, quando a administração também deve comentar o cenário do mercado de energia.
Com a recente disparada do petróleo no mercado internacional, o diesel vendido pela Petrobras está atualmente cerca de 30% abaixo da paridade internacional, o maior desconto desde 2022. A defasagem amplia a pressão do mercado por um reajuste nos preços domésticos — um tema particularmente sensível em um ano eleitoral no Brasil.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — recuam levemente nesta sexta-feira, enquanto os investidores monitoram os desdobramentos da escalada do conflito no Oriente Médio e aguardam a divulgação do relatório oficial de emprego dos Estados Unidos, o payroll.
Nos mercados, o dólar ACTIVTRADES:USDINDH2026 volta a se fortalecer, retomando seu papel tradicional de ativo de proteção em momentos de tensão geopolítica. Ao mesmo tempo, os rendimentos dos Treasuries de curto prazo TVC:US02Y continuam avançando, refletindo preocupações com o impacto inflacionário da alta do petróleo $ACTIVTRADES:BRENT.
Nesse ambiente de cautela, o índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXH2026 supera os 23 pontos, sinalizando maior demanda por proteção antes do final de semana.
Na tentativa de aliviar a pressão sobre os preços da energia, o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou uma isenção temporária permitindo que a Índia continue comprando petróleo russo, medida que busca evitar um aperto ainda maior na oferta global.
Apesar da divulgação do payroll estar no radar do mercado às 10h30 (horário de Brasília), o dado pode acabar ficando em segundo plano diante das preocupações inflacionárias geradas pelo choque nos preços da energia.
As estimativas indicam que a criação de empregos nos EUA desacelerou em fevereiro, com projeção de 59 mil novas vagas, após o avanço de 130 mil em janeiro. As previsões, no entanto, variam amplamente — de uma perda líquida de 9 mil postos a um ganho de até 125 mil.
Parte da desaceleração pode refletir a normalização das contratações no setor de saúde após o forte crescimento de janeiro, além de uma greve envolvendo cerca de 31 mil profissionais da área na Califórnia e no Havaí, que pode distorcer os números do período.
A taxa de desemprego, por sua vez, deve permanecer próxima de 4,3%, com alguns economistas projetando uma leve alta para 4,4%, ainda dentro de níveis considerados saudáveis.
Esse cenário reforça a leitura de que o Federal Reserve não tem pressa para retomar o ciclo de cortes de juros, especialmente em um contexto no qual a guerra no Oriente Médio ameaça reacender pressões inflacionárias.
A alta da energia já começa a aparecer no consumo: os preços da gasolina nos EUA subiram mais de 20 centavos por galão em apenas uma semana, o que tende a reduzir a renda disponível das famílias para outros gastos.
Para Gus Faucher, economista-chefe da PNC Financial Services, "o mercado de trabalho é sólido, mas não tão bom quanto em 2023 e 2024. A guerra apenas cria incerteza adicional; as empresas já estão cautelosas e talvez se tornem ainda mais. A economia está vulnerável."
Nesse contexto, a expectativa predominante é que o Fed mantenha a taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% na reunião marcada para 17 e 18 de março, enquanto avalia os impactos combinados da inflação energética e da desaceleração gradual do mercado de trabalho.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — têm dificuldade para definir uma direção nesta sexta-feira, enquanto a guerra no Oriente Médio continua sem sinais claros de desescalada. O cenário mantém os traders cautelosos e coloca as bolsas europeias a caminho de sua pior semana em quase um ano.
O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 permanece próximo das mínimas de um mês e acumula queda de quase 5% na semana.
Entre os setores, o segmento de saúde recua cerca de 1%, pressionado pela forte queda da Zealand Pharma, que despenca 32,3%, e pelo recuo de 3,1% da Roche, após resultados abaixo das expectativas em um ensaio clínico de fase intermediária de um tratamento experimental para obesidade.
As tensões geopolíticas continuam dominando o sentimento do mercado. O petróleo acumula alta próxima de 17% na semana, reacendendo preocupações com a inflação em uma região altamente dependente de importações de energia do Oriente Médio.
Três integrantes do Banco Central Europeu alertaram que, caso o conflito se amplie para outros países, a inflação na zona do euro pode voltar a subir justamente quando o crescimento econômico começa a desacelerar — uma combinação que reforça o temor de um cenário de estagflação e de juros elevados por mais tempo.
O índice de volatilidade do Stoxx, considerado o “termômetro do medo” na Europa, chegou ao nível mais alto desde abril no início da semana e permanece elevado.
Segundo Ciaran Callaghan, da Amundi, "a Europa está um pouco mais exposta a preços mais altos do petróleo e há algumas preocupações de que possamos ver um ambiente de estagflação. No entanto, é um bom ambiente para seleção de ações, já que não temos visto muitos sinais de pânico"
Enquanto o setor de energia caminha para ganhos modestos na semana, os bancos concentram parte da pressão vendedora, com instituições britânicas apontadas como particularmente expostas ao risco geopolítico.
Mesmo com compras oportunistas por parte de traders em busca de barganhas, os mercados perderam o impulso inicial da sessão e voltaram a refletir as preocupações predominantes da semana.
No radar macroeconômico, a revisão dos dados de PIB e emprego da zona do euro referentes ao quarto trimestre, além de declarações da presidente do BCE, Christine Lagarde, e da integrante do conselho Isabel Schnabel.
Entre os destaques corporativos, a Lufthansa avança cerca de 2% após divulgar resultados acima das expectativas para o exercício de 2025. Já a Sectra dispara 14% depois de reportar crescimento no lucro do terceiro trimestre.
Na ponta negativa, a Universal Music Group recua 4,8% após registrar queda no lucro líquido atribuível aos acionistas e anunciar a suspensão de seus planos de listagem na bolsa dos Estados Unidos.
Ásia/Pacífico
As bolsas da Ásia-Pacífico avançaram nesta sexta-feira, recuperando parte das perdas acumuladas ao longo da semana, que haviam sido pressionadas pelo aumento dos custos de energia e pela forte dependência regional do petróleo proveniente do Oriente Médio.
O destaque positivo ficou com o Hang Seng HSI:HSI , de Hong Kong, que subiu 1,7%. Já na China continental, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram ganhos mais moderados, refletindo um movimento cauteloso de recomposição de posições após a volatilidade recente.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 fechou em alta de 0,6%, apesar de ainda caminhar para a maior queda semanal em quase um ano. Dentro do índice, 135 ações avançaram, contra 89 em queda, indicando uma melhora pontual no sentimento do mercado.
Segundo Shota Sando, do Tokai Tokyo Intelligence Laboratory, "a maior preocupação é o aumento dos preços do petróleo bruto. Se ficar claro que os preços do petróleo provavelmente não se aproximarão do patamar de US$ 100 por barril, frequentemente citado, isso provavelmente trará uma sensação de alívio e ajudará a estabilizar o mercado"
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 recuou 0,3%, enquanto na Austrália o ASX 200 ASX:XJO caiu 1%, pressionado principalmente pelo desempenho negativo das mineradoras, em meio à volatilidade das commodities.
O Golden Pocket: o ponto ideal de Fibonacci no tradingOlá, traders! 😎
Se o mercado de criptomoedas tivesse uma área VIP, o golden pocket teria uma reserva permanente. É aquela zona elusiva, quase mística, na retração de Fibonacci onde o preço frequentemente decide seu destino. Será que vai dar a volta por cima de forma heroica… ou perder completamente o fôlego?
Antes de aprofundarmos, é importante deixar algo claro: o golden pocket no trading não é uma fórmula mágica . Por si só, é apenas um intervalo matemático. Utilizado sem a confirmação de outros indicadores, análise de volume ou um contexto de mercado mais amplo, pode levar você diretamente para uma armadilha. Traders profissionais e algoritmos o tratam como uma ferramenta em uma CAIXA DE FERRAMENTAS MUITO MAIOR .
O que é o Golden Pocket no mercado financeiro?
Em termos técnicos, o golden pocket refere-se a uma fatia específica da escala na retração de Fibonacci, tipicamente entre 61,8% e 65% . Esses números não são aleatórios. O valor de 61,8% vem da sequência de Fibonacci, uma proporção encontrada na arquitetura da natureza - espirais de conchas, galáxias, pétalas de flores - e que, de forma assustadora, encontra eco nos mercados financeiros. A pequena faixa entre 61,8% e 65% é o que os traders chamam de golden pocket de Fibonacci ou níveis de Fibonacci do golden pocket .
A lógica é a seguinte: quando um ativo apresenta uma tendência de alta, mas começa a recuar, ele geralmente corrige parte desse movimento antes de continuar. O Golden Pocket na retração de Fibonacci costuma ser a última zona significativa onde compradores entram antes que o ímpeto se perca completamente.
Em uma tendência de baixa, funciona da mesma maneira, mas ao contrário — o preço que sobe em direção ao golden pocket geralmente encontra vendedores prontos para empurrá-lo de volta para baixo.
Por que isso importa? O comportamento do mercado é, em parte, um reflexo da psicologia humana. Muitos investidores — desde investidores individuais até institucionais — acompanham esses níveis, o que aumenta a probabilidade de reações nessa região. Some a isso os algoritmos programados para agir em determinados níveis de Fibonacci, e você terá um conjunto de atividades que pode transformar o golden pocket em um verdadeiro campo de batalha.
Mas vale reforçar: uma retração até o golden pocket, por si só, não garante uma reversão de tendência . Sem confluência com outras ferramentas (linhas de tendência, médias móveis, picos de volume, osciladores de momentum), trata-se apenas de uma zona potencial de reação.
Por que o Golden Pocket funciona (às vezes)
O conceito de trading no golden pocket se fortalece com a repetição. Ao longo de anos de análise gráfica em diversos mercados — ações, forex, criptomoedas — essa pequena zona de Fibonacci tem sido testada continuamente. Frequentemente coincide com áreas de suporte/resistência anteriores ou com zonas de liquidez onde grandes ordens estão esperando.
Pense da seguinte forma: se o preço é um corredor e o mercado é uma pista de corrida, o ponto ideal é aquele em que o corredor diminui a velocidade para decidir se continua por mais uma volta ou se abandona a pista. Às vezes eles disparam na frente, às vezes colapsam, mas a decisão geralmente acontece ali.
No mercado de criptomoedas, essa zona é particularmente observada devido à volatilidade do setor. Bitcoin, Ethereum e outras criptomoedas importantes têm apresentado inúmeras reações aqui, o que mantém o ciclo em movimento.
Os traders acreditam nisso porque já funcionou antes, e como acreditam nisso, funciona de novo... até que deixa de funcionar.
Esse é o ponto crucial: NEM SEMPRE FUNCIONA . Tratar isso como verdade absoluta é uma das maneiras mais rápidas de ser stopado. Os traders inteligentes sempre se perguntam: o que mais confirma essa zona?
Um exemplo real de Bitcoin
Vamos voltar para setembro de 2021. O Bitcoin havia se valorizado desde sua mínima em julho, em torno de US$ 29.000, até a máxima do início de setembro, perto de US$ 52.900. Então, uma correção se iniciou.
Se você traçasse uma retração de Fibonacci desde a mínima de julho até a máxima de setembro, o recuo cairia quase perfeitamente na faixa do golden pocket entre US$ 42.800 e US$ 41.900 .
No gráfico, essa não era apenas uma zona numérica aleatória — ela se alinhava com uma área anterior de consolidação e uma faixa de liquidez visível.
Qual foi a reação do mercado? O preço respeitou a zona, fez uma pausa por algumas sessões e depois recuperou para testar novamente a área dos US$ 52 mil.
No entanto, aqui está a reviravolta — não rompeu novas máximas. Em novembro, a recuperação falhou e o BTC entrou em uma correção mais profunda.
Esse único exemplo mostra tudo o que você precisa saber: o golden pocket pode marcar um ponto de reação, mas não garante uma reversão de tendência .
Os traders que combinaram essa análise com a divergência de volume, o sentimento macroeconômico e as médias móveis perceberam os sinais de alerta precocemente. Quem não fez isso… acabou aprendendo uma lição dolorosa.
Conclusão
O golden pocket de Fibonacci é um daqueles conceitos de análise gráfica que ficam na mente dos traders porque é ao mesmo tempo elegante e, às vezes, assustadoramente preciso. É um reflexo de como a movimentação dos preços pode espelhar as proporções naturais encontradas no mundo ao nosso redor.
Mas os mercados não são regidos apenas pela matemática — eles são impulsionados pela liquidez, pelo sentimento e por forças macroeconômicas.
O conceito de golden pocket no trading faz mais sentido quando faz parte de uma confluência : combine-o com outros indicadores técnicos, análise de perfil de volume ou níveis horizontais importantes.
Por si só? É apenas um número bonito.
Nas mãos certas, e com as evidências de confirmação adequadas, é uma zona onde a história mostra que o mercado gosta de tomar decisões.
Bitcoin ganha terreno após escalada entre EUA e Irão
A Bitcoin registou na quarta-feira ganhos superiores a 6% e está a negociar em torno dos 72.700 dólares. A criptomoeda, que acumulou uma queda de cerca de 30% este ano, tem demonstrado uma robustez inesperada desde a intensificação do conflito entre os EUA e o Irão no fim de semana passado. Atualmente, é um dos ativos com melhor desempenho, a par do petróleo e das ações dos setores energético e da defesa. Um dos fatores que despertou o interesse dos investidores foi o aumento de fluxos provenientes do Irão, onde indivíduos procuram refúgio face ao colapso da moeda local, enquanto entidades governamentais recorrem a ativos digitais para contornar sanções durante o conflito. Ainda assim, o volume de negociação originado no país continua a ser relativamente reduzido e o principal motor da subida recente da Bitcoin tem sido os fortes influxos nos ETFs americanos, que registaram entradas de aproximadamente 1,5 mil milhões de dólares nas últimas cinco sessões.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Uma visão do mercado semanal para as posições em BTC, ETH e SOLeu trago minha visão semanal do mercado cripto, analisando os principais movimentos do Bitcoin, Ethereum e Solana.
Vamos olhar para a estrutura do mercado, possíveis zonas de interesse e entender o que pode acontecer nos próximos movimentos do mercado.
A ideia aqui não é prever o futuro, mas interpretar o que o gráfico está mostrando agora.
Se você acompanha o mercado ou está tentando entender melhor como analisar criptomoedas, este vídeo pode te ajudar a enxergar o cenário com mais clareza.
No vídeo você vai ver:
• Estrutura atual do Bitcoin
• Níveis importantes de preço
• Análise do Ethereum e possíveis cenários
• Movimento da Solana no gráfico
• Como interpretar o mercado sem viés
Se fizer sentido para você, acompanhe o canal e fique por perto.
Aqui no tradingview eu compartilho análises de mercado, leitura de gráfico e reflexões sobre o comportamento do preço no mercado cripto.
Dólar atua como refúgio com escalada no Médio Oriente
O índice do dólar norte-americano, que mede o seu desempenho face a um cabaz de principais moedas, subiu até agora mais de 1,4% esta semana em relação ao fecho de sexta-feira. Os ganhos surgem à medida que os investidores reagem ao impacto da guerra no Médio Oriente, particularmente nos mercados energéticos. Uma consequência imediata do conflito foi o encerramento do Estreito de Ormuz, interrompendo as exportações de petróleo e gás natural a partir da principal região produtora mundial e aumentando os receios de que um confronto prolongado possa desencadear um choque energético global. Tal cenário implicaria, muito provavelmente, uma subida acentuada dos preços do petróleo e do gás, reavivando pressões inflacionistas. Neste contexto, o dólar norte-americano beneficia de dois importantes fatores de suporte. Em primeiro lugar, o seu estatuto de ativo de refúgio reforçou-se, uma vez que os investidores continuam a valorizar a liquidez do dólar em períodos de maior turbulência e incerteza. Em segundo lugar, a perspetiva de preços globais de energia mais elevados levou a uma reavaliação da trajetória da política monetária da Reserva Federal, com as expectativas de três cortes de taxas em 2026 a começarem a esbater-se num cenário de maior inflação.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
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Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Entendendo o ROI em Criptomoedas: Mais do que apenas um númeroOlá, Traders! 👏
O ROI costuma ser a primeira métrica em que os novos investidores se concentram ao avaliar um ativo, uma estratégia ou mesmo seu desempenho nas negociações. É fácil entender o motivo. Ele é simples, intuitivo e amplamente utilizado tanto no setor financeiro tradicional quanto no setor de criptomoedas. Basta uma fórmula, e de repente você tem uma "pontuação" para o seu investimento. Quando está verde é bom. Quando está vermelho é ruim. Certo?
Bem... Não exatamente.
No mercado de criptomoedas, onde as oscilações de preços podem ser extremas, os prazos são curtos e os perfis de risco diferem significativamente dos mercados tradicionais. Portanto, um valor de ROI simplista pode ser perigosamente enganoso.
Um ROI de 50% em uma meme coin pode parecer ótimo, até você perceber que o token não é líquido, não possui lastro e você ficou a ver navios. Por outro lado, um ROI de 10% em uma cripto blue chip com fundamentos sólidos pode ser significativamente mais relevante em termos de ajuste de risco.
Neste artigo, iremos além da fórmula básica e vamos analisar o que o ROI realmente indica, como usá-lo corretamente e onde ele falha. Então, vamos!
O que é ROI e como calculá-lo?
A fórmula básica para o Retorno Sobre o Investimento é: ROI = (Valor Atual - Investimento inicial) / Investimento Inicial.
Digamos que você comprou ETH a US$ 2.000 e vendeu a US$ 2.600: ROI = (2.600 – 2.000) / 2.000 = 0,3 → 30%. Parece simples. Você obteve um lucro de 30%. Porém, o mundo das criptomoedas raramente é simples.
E se você holdasse por 2 anos? Ou 2 dias? E se as taxas de gás, as recompensas de staking ou as comissões de câmbio alterassem seus custos ou retornos reais? Você incluiu o custo de oportunidade e os lucros perdidos por não holdar outro ativo? O ROI em termos percentuais brutos é só o começo. É uma "foto". No entanto, no mercado financeiro, precisamos de filmes, narrativas completas que se desenrolam ao longo do tempo e dentro de um contexto.
Por que o tempo importa (e o ROI o ignora)
Uma das omissões mais perigosas no ROI é o tempo.
Imagine duas operações: a operação A rende 20% em 6 meses. A operação B rende 20% em 6 dias.
Mesmo ROI, implicações muito diferentes. Tempo é capital. No mundo das criptomoedas, trata-se de capital comprimido - os mercados se movem rapidamente e manter uma posição por mais tempo geralmente aumenta a exposição a riscos sistêmicos ou de mercado.
É por isso que os investidores experientes consideram o ROI anualizado ou utilizam métricas como a CAGR (Taxa de Crescimento Anual Composta) ao comparar estratégias com múltiplos ativos ou avaliar o desempenho a longo prazo.
Exemplo: Comprar um token, obter um rendimento
Digamos que você comprou US$ 1.000 em tokens DeFi, fez staking e ganhou US$ 100 em recompensas ao longo de 60 dias. O valor do token permaneceu o mesmo, e você retirou seus tokens do staking e reivindicou suas recompensas.
ROI = (1.100 - 1.000) / 1.000 = 10%
ROI anualizado ≈ (1 + 0,10)^(365/60) - 1 ≈ 77%
Agora, esses 10% parecem muito diferentes quando anualizados. Mas será que é sustentável? Isso nos leva ao próximo ponto…
O ROI sem análise de risco é inútil
O ROI é frequentemente tratado como um indicador de desempenho. Mas, sem um contexto ajustado ao risco, o ROI não vai te ajudar a entender se o investimento foi seguro ou inteligente. Você prefere: obter um ROI de 15% em um cofre de stablecoin com baixa volatilidade ou obter um ROI de 30% em uma meme coin de microcapitalização que pode cair 90% amanhã?
Os traders utilizam métricas como o Índice de Sharpe (que mede o retorno em relação à volatilidade), o Drawdown Máximo (a perda máxima em uma operação, do topo ao fundo) e o Índice de Sortino (que mede o retorno em relação ao risco de queda). Esses indicadores oferecem uma visão mais completa sobre se o retorno compensou o risco. ⚠️ Um ROI alto não impressiona se o seu capital esteve em risco de se perder por completo.
Os custos na equação
Iniciantes frequentemente ignoram os custos em seus cálculos de ROI. Mas as criptomoedas não são gratuitas: taxas de gás no Ethereum, comissões de negociação, derrapagem em ativos de baixa liquidez, perda impermanente em tokens de provedores de liquidez, e talvez até obrigações fiscais. Digamos que você obteve um ROI de 20% em uma negociação, mas pagou 3% em taxas, 5% em impostos e perdeu 2% em derrapagem. Seu retorno real provavelmente será mais próximo de 10% ou menos. Sempre subtraia os custos totais dos seus ganhos antes de comemorar aquela captura de tela do ROI no X.
Considerações finais: o ROI é uma ferramenta, não uma bússola.
O ROI é benéfico, mas não onisciente. É um velocímetro, não um GPS. Você pode usá-lo para refletir sobre negociações passadas, modelar negociações futuras e comunicar o desempenho a outras pessoas, mas não o trate como verdade absoluta.
O verdadeiro ROI de qualquer estratégia também deve levar em consideração o tempo, o risco, a eficiência do capital, a estabilidade emocional e seus objetivos de longo prazo. Sem isso, você não está investindo. Você só está apostando com cálculos melhores. Qual sua opinião? 🤓
Morning Call - 03/03/2026 - Preços do Gás Disparam na EuropaAgenda de Indicadores:
10:00 – BRA – PIB Anual e do 4T25
14:30 – BRA – Caged
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
11:55 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), discursa na Conferência de Assuntos Governamentais da America's Credit Unions
12:10 – USA – Jeffrey Schmid, do Fed de Kansas City (Não Vota), discursa sobre política monetária e perspectivas econômicas no Metro Denver Executive Club.
13:55 – USA – Neel Kashkari, do Fed de Minneapolis (Vota), participa de um debate na Conferência Bloomberg Invest de 2026.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — aprofundam as perdas nesta terça-feira, com quedas que chegam a 2,5%. O movimento reflete a intensificação dos ataques conduzidos por Estados Unidos e Israel contra o Irã e a crescente preocupação de que a disparada dos preços de energia reacenda pressões inflacionárias.
O índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXH2026 avança cerca de 10% e volta a superar os 23 pontos, indicando aumento relevante na demanda por proteção via opções.
Com o conflito sem sinais claros de desescalada, o petróleo sobe aproximadamente 6%, enquanto o dólar se fortalece frente a outras moedas. No mercado de renda fixa, o rendimento do Treasury de 10 anos avança para o nível mais alto em mais de uma semana, refletindo tanto o prêmio de risco geopolítico quanto o receio de inflação mais persistente.
O fechamento do Estreito de Ormuz ao tráfego marítimo amplia os riscos de contágio para a economia global, já que a via concentra parcela relevante do comércio de petróleo. Um choque prolongado nos preços da energia pode complicar ainda mais o cenário para o Federal Reserve, em um momento em que a inflação já se mostra resiliente e há divergências entre os formuladores de política monetária sobre o momento adequado para cortes de juros.
Diante desse quadro, o mercado reduz as apostas de afrouxamento no curto prazo. A atenção agora se volta para a agenda econômica da semana, que inclui vendas no varejo, relatório de emprego da ADP e o payroll, dados que poderão recalibrar as expectativas para a trajetória das taxas.
Também estão no radar discursos de dirigentes do Fed, como John Williams, Jeffrey Schmid e Neel Kashkari, cujas declarações podem oferecer pistas adicionais sobre o equilíbrio de forças dentro do banco central em meio ao novo choque geopolítico.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — despencam para mínimas de um mês nesta terça-feira, à medida que os traders passam a precificar a possibilidade de um conflito prolongado no Oriente Médio e seus efeitos inflacionários via petróleo e gás natural.
O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 cai 3,5%, a caminho da maior queda diária desde abril. Mantido o ritmo, o índice acumulará recuo de cerca de 5,5% em apenas duas sessões.
Na Alemanha, o mercado atinge o menor nível em quase dois meses; na França, os índices oscilam próximos das mínimas de um mês; a Espanha registra o piso em mais de dois meses; e o mercado londrino recua ao menor patamar em duas semanas.
O movimento é amplo. Todos os setores do Stoxx 600 operam no vermelho, com o segmento financeiro liderando as perdas. O índice bancário cai ao menor nível em quase três meses, com destaque para instituições britânicas consideradas mais expostas à região do conflito. O setor de seguros também recua 3,9%, refletindo o aumento das incertezas e dos riscos geopolíticos.
Mesmo com o salto do petróleo, as ações de energia mostram desempenho apenas estável, evidenciando que, em momentos de forte aversão ao risco, a alta da commodity pode ser interpretada mais como choque macroeconômico negativo do que como impulso direto aos lucros.
As companhias aéreas permanecem sob forte pressão. A Lufthansa cai 4%, enquanto a controladora da British Airways, International Airlines Group, recua 5,2%, e a Air France-KLM perde 5%.
O fechamento do Estreito de Ormuz ao tráfego marítimo interrompeu o transporte comercial pelo Golfo, uma artéria crucial para o abastecimento energético europeu. A dependência de importações torna o continente particularmente vulnerável a um choque prolongado, em contraste com os Estados Unidos, que hoje são exportadores líquidos de energia.
O novo cenário impõe desafios adicionais tanto ao Banco Central Europeu quanto ao Banco da Inglaterra. O economista-chefe do BCE, Philip Lane, afirmou que uma guerra prolongada poderia elevar significativamente a inflação e comprometer o crescimento da zona do euro.
Dados recentes reforçam a preocupação: a inflação da União Europeia avançou 2,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior, acima da expectativa de estabilidade em 2,2%. O temor é de que um novo choque energético reacenda as pressões de preços justamente quando a atividade econômica já demonstra fragilidade.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico despencaram na madrugada desta terça-feira, refletindo a escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã e desencadeando um forte movimento global de aversão ao risco.
O destaque negativo ficou com o Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, que caiu 7,2% na volta do feriado, registrando o pior desempenho diário em 19 meses. A liquidação foi amplificada por vendas de investidores estrangeiros, após um período de ganhos expressivos no último ano, quando mercados fora dos EUA foram beneficiados por fluxos internacionais de capital.
Entre os pesos pesados do índice, a Samsung Electronics tombou 10%, enquanto a SK Hynix recuou 11,5%. No setor automotivo, a Hyundai Motor Company perdeu 12%. Das 926 ações negociadas no país, apenas 75 fecharam em alta — concentradas principalmente em refinarias, empresas de transporte marítimo e companhias de defesa — enquanto 842 encerraram no vermelho.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 3%, com poucos papéis conseguindo se sustentar no campo positivo. Entre os destaques negativos, a Toyota Motor Corporation recuou 6,1%, enquanto a Mitsubishi Corporation perdeu 5%.
Na China continental e em Hong Kong — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e Shanghai SSE:000001 — o movimento também foi de queda generalizada, com perdas entre 1% e 3%, acompanhando o clima de tensão global.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 caiu 2,2%, com a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company recuando cerca de 2%.
Na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO perdeu 1,3%, pressionado sobretudo pelas mineradoras, enquanto os grandes bancos conseguiram limitar as perdas e fecharam próximos da estabilidade.
Commodities
O ouro ACTIVTRADES:GOLD recua cerca de 1% e a prata $ACTIVTRADES:SILVE despenca 6% nesta terça-feira, pressionados pela valorização do dólar e pela forte alta dos rendimentos dos Treasuries. O movimento reflete o temor de que a escalada dos preços de energia reacenda a inflação e reduza a probabilidade de cortes de juros pelo Federal Reserve no curto prazo.
O cobre ACTIVTRADES:COPPERK2026 opera em queda próxima de 3%, em meio às incertezas sobre comércio global e ao risco geopolítico crescente.
No mercado de energia, a reação é mais intensa. Os contratos do Brent ACTIVTRADES:BRENT e do WTI ACTIVTRADES:LCRUDE avançam mais de US$ 5 por barril, alta superior a 5%, após a intensificação do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã e as ameaças à navegação no Estreito de Ormuz — rota por onde transita mais de 14 milhões de barris por dia, representando quase um terço das exportações globais de petróleo bruto marítimo do mundo.
Segundo Tony Sycamore, da IG Group, a ausência de sinais de desescalada e o fechamento efetivo do estreito mantêm os riscos altistas no radar, especialmente diante da disposição iraniana de atacar a infraestrutura energética regional.
Os confrontos se intensificaram na segunda-feira, com ataques israelenses no Líbano e retaliações iranianas contra instalações energéticas no Golfo e contra petroleiros na região. Navios-tanque e porta-contêineres passaram a evitar a hidrovia após seguradoras suspenderem cobertura para embarcações que transitem pelo estreito. A mídia iraniana informou que um oficial da Guarda Revolucionária do Irã declarou o Estreito de Ormuz fechado, alertando que qualquer navio que tente cruzá-lo poderá ser alvo.
Analistas do ING Group destacaram que, além do risco logístico, um cenário ainda mais crítico seria a ampliação dos ataques a infraestrutura energética regional, o que poderia provocar interrupções prolongadas na oferta.
A consultoria Bernstein elevou sua projeção para o Brent em 2026 de US$ 65 para US$ 80 por barril, mas admite que, em um cenário extremo de conflito prolongado, os preços poderiam atingir a faixa de US$ 120 a US$ 150.
Os derivados também disparam. Após um ataque com drone levar a Arábia Saudita a fechar sua maior refinaria, os contratos futuros de diesel ultrabaixo teor de enxofre nos EUA subiram 8,3%, para US$ 3,1404 por galão, enquanto a gasolina avançou 3,8%, para US$ 2,4620 por galão.
Na Europa, os contratos de gás natural Dutch TTF negociados na ICE ENDEX saltam mais de 50%, para €56,50, refletindo o risco crescente de disrupção no fornecimento energético.
O cenário reforça a leitura de que a energia voltou ao centro da dinâmica macroeconômica global, com impacto direto sobre inflação, política monetária e apetite por risco nos mercados financeiros.
Rompimento vs Falso Rompimento: Como identificar a diferençaOlá, Traders! 🖖🏻
Provavelmente não existe frase que provoque emoções mais contraditórias no mercado de criptomoedas do que:
"Parece que está prestes a ocorrer um rompimento!"
Porque, sejamos honestos... Para cada rompimento bem-sucedido que segue firme...
...há um falso rompimento à espreita para enganar entradas excessivamente confiantes.
Então, como diferenciar um do outro? Vamos por partes!
🧱 O que é um Rompimento?
Um rompimento ocorre quando o preço se move decisivamente além de um nível chave, como suporte, resistência, linha de tendência ou limite de uma faixa de preço, e se mantém assim.
O que torna um rompimento REAL?
Expansão de Volume: mais participantes entram à medida que o preço se move através do nível.
Fechamentos consistentes de velas: especialmente em intervalos de tempo maiores, como 4 horas ou 1 dia.
Continuidade: o mercado não apenas ultrapassa o nível — ele transforma o rompimento em base.
Sem rejeição imediata: não há um pavio acentuado para baixo.
Exemplo do BTC (2021)
Analisando o período de janeiro a fevereiro de 2021. O BTC ficou preso abaixo da resistência de US$ 42 mil a US$ 43 mil por semanas. Cada push era vendido, até cessar.
Quando o rompimento finalmente aconteceu, foi consistente. A enorme vela diária fechou nesse nível. O volume explodiu. E nem sequer houve reteste — o preço simplesmente disparou direto para os US$ 58 mil, deixando para trás quem esperava correção.
Pura ruptura de tendência. Tudo se encaixou perfeitamente: contexto, volume e estrutura — rompimento clássico 🤌🏻
🪤 O que é um Falso Rompimento?
Um falso rompimento, por outro lado, parece real... até mostrar que não é. O preço ultrapassa brevemente um nível chave, mas depois retorna rapidamente para dentro da faixa, muitas vezes prendendo compradores (ou vendedores) tardios e acionando stop-losses.
Sinais comuns de um FALSO ROMPIMENTO:
Volume baixo ou em declínio no momento do rompimento.
Rejeição rápida com pavio longo (especialmente em gráficos intradiários).
Não se manteve acima do nível após o reteste.
Divergência entre timeframes (ex: gráfico de 15 minutos forte enquanto o de 4 horas ainda consolida).
Exemplo clássico de BTC
Esse foi sorrateiro! Após o BTC atingir o topo histórico em torno de US$ 65 mil, o mercado começou a mostrar fraqueza. O preço tentou recuperar a faixa de US$ 58 mil a US$ 60 mil — um nível crítico naquele momento.
Parecia um rompimento… mas algo estava errado. Sem volume real. Sem fechamento consistente. E então, BOOM — rejeição brutal.
O preço rompeu levemente a resistência para atrair traders de breakout (e acionar stops)… e depois reverteu completamente. Não foi apenas uma correção — esse falso rompimento acabou iniciando toda a queda rumo aos US$ 30 mil.
Clássica caça à liquidez.
🕵️♂️ Principais diferenças: Rompimento vs Falso Rompimento
🧠 O que causa falsos rompimentos no mercado cripto?
Sinceramente, falsos rompimentos não são acidentes. Eles fazem parte do funcionamento natural do mercado.
Grande parte disso envolve busca por liquidez . O mercado sabe onde traders posicionam stops — acima da resistência ou abaixo do suporte. O preço vai até lá, ativa ordens, executa players maiores… e reverte.
Outro motivo? Falta de convicção real . Às vezes apenas traders de varejo estão impulsionando o movimento. Sem entrada institucional ou volume sólido, o rompimento falha rapidamente.
E sejamos honestos: quando todo o Crypto Twitter observa o mesmo nível, os falsos rompimentos tornam-se quase inevitáveis. Quanto mais óbvio o setup, maior a chance de ser antecipado ou manipulado.
Além disso, ignorar o contexto maior é um erro gigante. Um rompimento no gráfico de 15 minutos pode parecer forte… mas se o gráfico diário ou de 4 horas ainda estiver em tendência de baixa, esse rompimento pode estar condenado desde o início.
🧭 Considerações Finais
Rompimentos e falsos rompimentos fazem parte do mesmo jogo — liquidez e psicologia.
O mercado recompensa paciência, contexto e confirmação. Às vezes, perder a primeira vela pode salvar você de virar liquidez para outra pessoa.
Da próxima vez que um ativo “romper”, olhe duas vezes:
Está realmente se movendo com força?
Ou é só mais uma armadilha?
Qual foi o último falso rompimento que te pegou de surpresa? Compartilhe sua história nos comentários — vamos comparar as lições aprendidas!
Guerra: quem está assumindo o risco? O petróleo bruto dos EUA deve disparar quando o mercado abrir. Isso ocorre após os ataques dos EUA e de Israel ao Irã.
O Barclays afirmou que o Brent pode chegar a US$ 100 por barril quando as negociações começarem, embora essa seja uma afirmação bastante vaga. Qualquer movimento de alta é tecnicamente “aproximar-se” de US$ 100. Estimativas mais conservadoras sugerem um movimento inicial de cerca de US$ 3 a US$ 10.
O petróleo bruto dos EUA fechou na sexta-feira a US$ 67,02 por barril, e os futuros do Brent fecharam a US$ 73,2.
O pior cenário é um ataque do Irã à Arábia Saudita, aliada dos EUA, e à sua infraestrutura petrolífera.
No entanto, também existe uma possível saída. O presidente Donald Trump afirmou no domingo que o Irã quer dialogar e que ele concordou em fazê-lo.
Nasdaq cai apesar de resultados fortes da Nvidia
O Nasdaq está a negociar abaixo dos 25,000 pontos esta manhã, continuando a tendência em baixa da sessão anterior. Na quinta-feira os índices americanos caíram acentuadamente, apesar de a Nvidia ter apresentado resultados acima do esperado por Wall Street. A justificação recorrente é que os investidores estão nervosos com as avaliações elevadas das tecnológicas ligadas à inteligência artificial. Os investidores questionam se os gastos capex trarão o crescimento necessário para sustentar as avaliações atuais. Esta reação sugere que o mercado começa a exigir provas mais concretas de retorno sobre o investimento em IA, num contexto de taxas reais elevadas, o que limita a tolerância a avaliações exigentes.
Henrique Valente – ActivTrades
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O real está melhorando ou é o dólar que está piorando?Toda vez que o dólar cai frente ao real, surge a mesma pergunta: é mérito nosso ou demérito deles? A resposta, olhando os dados friamente, é menos patriótica do que parece. O movimento recente tem muito mais a ver com um enfraquecimento global do dólar do que com uma transformação estrutural da economia brasileira.
O primeiro ponto é observar o comportamento do dólar contra o mundo, não apenas contra o real. O índice DXY vem mostrando perda de força há mais de 1 ano, e como a maior parte dos traders sabe (ou deveria), quando o DXY cai, significa que o dólar está se desvalorizando de forma ampla. Não é um fenômeno isolado contra o Brasil, mas sim uma dinâmica global.
Se ampliarmos a lente para mercados emergentes, o quadro fica ainda mais claro. Não é só o real que está se valorizando; por exemplo, o peso mexicano, rand sul-africano, iuan chinês e outras moedas emergentes também vêm ganhando terreno frente ao dólar. Isso aponta para uma rotação de fluxo internacional em direção a ativos de maior risco, geralmente estimulada por expectativa de juros mais baixos nos Estados Unidos ou menor percepção de risco sistêmico.
Isso não significa que o real não tenha seus próprios fundamentos. O diferencial de juros ainda é relevante e o fluxo estrangeiro para bolsa e renda fixa ajuda. O Brasil, apesar de seus ruídos fiscais crônicos, tem mantido certa estabilidade macro comparada ao passado recente. Mas nada disso explica sozinho um movimento consistente se o dólar estivesse estruturalmente forte, isto é, se o DXY estivesse subindo, dificilmente o real estaria performando dessa forma.
Não existe “força” isolada, mas sim uma comparação entre os pares relevantes. E hoje a comparação favorece moedas fora do eixo central porque o dólar perdeu tração global. O motor primário está nos Estados Unidos: expectativa de política monetária menos restritiva, ruídos fiscais e redução do prêmio de segurança, e o real está surfando essa onda.
Portanto, o real está melhor, sim, mas dentro de um contexto em que o dólar está pior. Não é uma história de excepcionalismo brasileiro, mas de ciclo global. Além disso, precisamos lembrar que temos uma eleição pela frente que deve colocar uma pimentinha nessas percepções e narrativas.
Morning Call - 23/02/2026 - Tarifas de Trump e GeopolíticaAgenda de Indicadores:
CHN – Feriado de Ano Novo Lunar
JP – Feriado de Aniversário do Imperador
8:25 – BRA – Boletim Focus
10:30 – USA – Índice de Atividade Nacional do Fed de Chicago
12:00 – USA – Encomendas à Indústria
12:00 – USA – Pedidos de Bens Duráveis
12:30 – USA – Índice de Atividade das Empresas do Fed de Dallas
Agenda de Autoridades:
14:00 – USA – Christopher Waller, governador do Conselho do Fed (Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas na 42ª Conferência Anual de Política Econômica da Associação Nacional de Economia Empresarial, intitulada "O Grande Realinhamento: Navegando pelas Mudanças na IA, Demográficas e Geoeconômicas".
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Real
Na sexta-feira, após Donald Trump anunciar a implementação de uma tarifa global de 10% para substituir as medidas anteriormente derrubadas pela Justiça, o dólar voltou a recuar nos mercados internacionais. O movimento favoreceu principalmente moedas emergentes e de países exportadores de commodities. Nesse ambiente, o real registrou a segunda maior valorização entre as 33 divisas mais líquidas acompanhadas pelo mercado, ficando atrás apenas do peso argentino.
Brasil e Índia
Durante visita oficial à Índia, o presidente Lula firmou 11 acordos governamentais e institucionais com o país asiático. Entre os principais destaques está um memorando de entendimento voltado à cooperação em terras raras e minerais críticos — insumos estratégicos para cadeias industriais ligadas à transição energética e à tecnologia.
Na área da saúde, foi fechado um acordo de transferência de tecnologia para a produção de peptídeos — incluindo medicamentos injetáveis voltados ao tratamento da obesidade — além de parcerias para a fabricação de fármacos destinados ao combate ao câncer de pele, mama e leucemia.
Nesta segunda-feira, Lula segue agenda na Coreia do Sul, onde tem encontro previsto com o presidente Lee Jae-myung e reuniões com empresários, em busca de ampliar investimentos e cooperação bilateral.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em queda nesta segunda-feira, acompanhados pelo enfraquecimento do dólar. O movimento reflete a retomada do chamado “sell America trade”, em meio à incerteza gerada pela política comercial dos Estados Unidos.
Em busca de proteção, os traders impulsionaram o ouro e moedas consideradas refúgio, como o franco suíço. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX avança 1,2%, girando em torno dos 20 pontos.
No setor de tecnologia, empresas de cibersegurança registraram forte queda na sexta-feira após a Anthropic lançar um novo recurso de segurança em seu modelo Claude AI. Segundo a companhia, a ferramenta é capaz de identificar vulnerabilidades e sugerir correções em códigos, movimento que levantou dúvidas sobre o potencial de disrupção no segmento.
No campo financeiro, a Blue Owl Capital informou ter encontrado quatro compradores para um portfólio de US$ 1,4 bilhão em empréstimos, incluindo grandes fundos de pensão e sua própria seguradora. A iniciativa faz parte de um plano para recompor liquidez e atender a uma recente onda de pedidos de resgate por parte de investidores.
Trump, Tarifas e Suprema Corte
A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, por 6 votos a 3, invalidar as tarifas comerciais amplas impostas por Donald Trump com base em uma legislação voltada a situações de emergência nacional. A decisão representa um revés expressivo para o ex-presidente e adiciona novos elementos de incerteza ao comércio internacional.
A resposta da Casa Branca foi imediata. Trump afirmou que dispõe de “outras alternativas” para manter sua política tarifária e, amparado na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, anunciou uma tarifa global de 10% na sexta-feira, elevada para 15% no sábado. A medida, cumulativa às tarifas já em vigor, terá duração de 150 dias — cerca de cinco meses — com início previsto para esta segunda-feira (24).
Especialistas apontam que o arsenal jurídico disponível ao governo americano vai além da Seção 122. A Seção 201 permite a adoção de salvaguardas temporárias, como tarifas ou cotas, para proteger indústrias domésticas. Já a Seção 301 autoriza retaliações contra práticas consideradas desleais por parceiros comerciais. Há ainda a Seção 232, da Lei de Expansão Comercial de 1962, que possibilita tarifas por motivos de segurança nacional, e a Seção 338, da Lei Tarifária de 1930, que prevê sobretaxas de até 50% contra países acusados de discriminar produtos americanos.
Trump reconheceu que alguns acordos firmados sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) “não são mais válidos”, mas indicou que eventuais impedimentos judiciais serão contornados com novas medidas — inclusive com a possibilidade de alíquotas mais elevadas.
Segundo reportagem do Financial Times, Brasil e China deverão registrar as maiores reduções nas tarifas médias — de 13,6 e 7,1 pontos percentuais, respectivamente — embora ambos continuem sob pressão de Washington, acusados de manter “práticas comerciais injustas”.
Vale destacar que as tarifas impostas a setores específicos, como aço, alumínio e automóveis — fundamentadas em dispositivos legais distintos — permanecem em vigor e não foram afetadas pela recente decisão judicial.
No domingo, a Comissão Europeia cobrou que os Estados Unidos respeitem os termos do acordo comercial firmado no ano passado e detalhem com “total clareza” quais medidas pretendem adotar.
A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, alertou para os efeitos da instabilidade regulatória. “É preciso conhecer as regras de trânsito antes de entrar no carro. O mesmo se aplica ao comércio e aos investimentos. As pessoas querem fazer negócios, não se envolver em disputas judiciais”, afirmou.
Para Gregory Daco, economista-chefe da EY-Parthenon, o ambiente atual dificulta qualquer planejamento empresarial. “As tarifas são suspensas, depois reaparecem em 10%, no dia seguinte sobem para 15%. Sem previsibilidade, atividade, contratações e investimentos acabam sendo prejudicados”, avaliou.
Geopolítica – Irã e Estados Unidos
Após o presidente Donald Trump ter sinalizado na última sexta-feira a possibilidade de autorizar um ataque militar contra o Irã em meio às crescentes tensões em torno do programa nuclear, o governo de Teerã tem mantido aberta a porta para uma solução diplomática.
O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, afirmou neste domingo que ainda existe “uma boa chance” de que as negociações cheguem a um acordo pacífico sobre o programa nuclear, ressaltando que Teerã segue trabalhando em uma proposta formal que pode ser apresentada aos enviados dos EUA em Genebra, na Suíça, na próxima quinta-feira. O encontro envolverá o enviado especial americano Steve Witkoff.
Tanto o Irã quanto os mediadores têm expressado otimismo cauteloso. O ministro omanense dos Negócios Estrangeiros, Badr al-Busaidi, confirmou que a próxima rodada de conversas está confirmada, destacando um “impulso positivo” para avançar nas discussões.
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, também enfatizou nas redes sociais que as trocas de propostas recentes foram “práticas e encorajadoras”, embora tenha sublinhado que Teerã permanece preparado para todas as eventualidades, inclusive cenários adversos.
Fontes ligadas às negociações indicam que o Irã está disposto a considerar concessões no seu programa nuclear em troca de suspensão de sanções e reconhecimento do direito de enriquecimento de urânio para fins pacíficos.
O governo de Teerã também sinalizou disposição para ampliar a cooperação econômica com Washington. Autoridades iranianas indicaram que empresas americanas poderiam atuar como contratadas em projetos estratégicos nos setores de petróleo e gás, abrindo espaço para investimentos relevantes na indústria energética do país — um gesto visto para fortalecer a via diplomática e reduzir o risco de escalada militar.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção única nesta segunda-feira, próximos de suas máximas históricas. O mercado monitora os desdobramentos das novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos, após o revés judicial da última sexta-feira, avaliando possíveis impactos sobre cadeias globais e margens corporativas.
A maioria dos setores recua, com o segmento de tecnologia liderando as perdas ao cair 1,3%. Em contrapartida, bancos — mais expostos às economias domésticas e menos sensíveis ao comércio exterior — figuram entre os destaques positivos do dia.
No noticiário corporativo, a Enel avança 3,4% após anunciar a ampliação de seu plano de investimentos para os próximos três anos, com foco em projetos de energia renovável, especialmente na Europa e nos Estados Unidos.
Já a Johnson Matthey despenca cerca de 14% depois de concordar em revisar para baixo o valor de venda de sua divisão de tecnologias de catalisadores para a Honeywell. A decisão veio após desempenho abaixo do esperado da unidade no ano fiscal de 2025, marcado por adiamento de projetos e menor rentabilidade.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As bolsas asiáticas começaram a semana sem direção definida, enquanto as moedas da região avançaram, refletindo a pressão sobre o dólar em meio às incertezas envolvendo a política comercial dos Estados Unidos. Os mercados da China e do Japão permaneceram fechados devido a feriados locais, reduzindo a liquidez na região.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI subiu 0,7% e renovou máxima histórica, sustentado por um ambiente doméstico ainda favorável a ativos de risco e fluxo estrangeiro consistente.
Em Taiwan, no retorno do feriado, o TWSE 50 FTSE:TW50 avançou 0,4%. As ações da Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) recuaram 0,8%, limitando ganhos mais expressivos no índice.
O principal destaque positivo veio de Hong Kong, onde o Hang Seng HSI:HSI disparou 2,5%, com apenas seis empresas encerrando o pregão no campo negativo.
Já na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO caiu 0,6%. O setor de mineração foi o único a registrar desempenho positivo, enquanto os demais segmentos pressionaram o índice para baixo.






















