Bitcoin:Não Foi Falta de Aviso. Foi Excesso de Emoção!Se você chegou até aqui, parabéns. Você faz parte da minoria!
E quando digo que muitos estão presos, não falo apenas de posições. Falo de algo mais perigoso: narrativas que aprisionam a mente como:
“Dessa vez será diferente.”
“Segura que vai voltar.”
“Bitcoin só se compra, não se vende.”
“Teremos um ciclo estendido.”
Frases repetidas como mantras… que hoje colidem com a realidade.
E a realidade não negocia com crenças.
Quem permanece preso a essas narrativas escolhe lutar contra os fatos. E a realidade é generosa com quem está preparado, mas implacável com quem vive de esperança sem método, de fé sem estratégia, de convicção sem leitura de ciclo.
Quero deixar algo muito claro: eu gosto de Bitcoin. Muito.
Para mim, é um dos ativos mais relevantes da nossa geração.
Mas gostar de um ativo não significa ignorar seus ciclos.
O problema nunca foi acreditar no Bitcoin.
O problema foi acreditar nele no momento errado, com as intenções erradas, movido por ganância, e não por estratégia.
Bitcoin, assim como qualquer outro ativo, respeita ciclos.
Enquanto o ciclo não for invalidado, o mais racional é operar dentro dele.
Esse princípio parece óbvio.
Mas o mercado está cheio de pessoas inteligentes que pagaram caro por ignorá-lo.
Agora observe os estudos que mencionei no vídeo. Eles não eram opiniões soltas. Eram peças de um plano:
1 — Um mapa com rota definida:
🚀 BITCOIN SE PREPARANDO PARA EXPLODIR
2 — Um alerta contra a euforia dominante:
Bitcoin e o fim do ciclo de alta!
3 — O gatilho final, reforçando a leitura cíclica:
Bitcoin: Estamos Diante de um Novo Ciclo?
Percebe o padrão?
Não era sobre emoção.
Não era sobre promessas de multiplicação rápida.
Era sobre método.
Se você não entendeu os avisos, provavelmente não foi por falta de conhecimento. Talvez até tenha feito sentido para você. Mas era um plano racional. Frio. Sem promessas mirabolantes.
E isso não alimenta a euforia que muitos sentiam. Enquanto muitos torciam por uma realidade que não existia, alguns executaram um plano simples, objetivo e silencioso. Reduziram o ruído. Buscaram clareza. Agiram.
Agora, de nada adianta saber o que fazer se você não limpar a mente do que te impediu de agir quando deveria.
Aqui vão 5 princípios essenciais para viver o próximo ciclo de forma profissional:
1 — Não seja movido por emoções
Não sofra em excesso nas quedas. Não se torne ganancioso nas altas.
Se você não aprender a esfriar a mente, o mercado vai incendiar seu capital.
2 — Não invista no que você não entende
Entenda o ativo, seus riscos, seus impactos externos.
Não repita opiniões prontas. Estude. Questione.
Profissionais não operam no escuro, eles tem clareza.
3 — Não de “all in” sem critério
Concentrar pode ser estratégico. Apostar tudo por impulso é imprudência.
Quem defende “all in” geralmente faz isso no topo, ou descobre o topo depois que ele já passou e ficou preso.
Exposição deve respeitar seu perfil de risco e sua saúde emocional.
4 — Não repita os mesmos erros
Analise friamente suas decisões nesse ciclo.
Escreva. Documente. Seja honesto consigo.
Clareza gera evolução. Negação gera repetição.
5 — Não mude o plano no meio do jogo
Um plano só funciona se for seguido.
Disciplina é mais rara que inteligência.
E mesmo ao seguir profissionais, ajuste sua exposição à sua realidade.
E agora, uma última reflexão.
O próximo ciclo virá.
A pergunta não é “se”.
E sim: você estará preparado ou estará novamente preso a uma narrativa?
Se essa mensagem fez sentido para você, não guarde para si.
Envie para pelo menos cinco amigos investidores que precisam ler isso.
Porque o mercado não recompensa quem torce.
Ele recompensa quem se prepara.
E desta vez, você pode escolher estar do lado certo da história.
Ideias da comunidade
O Desconto de 20 Anos do Ibovespa em DólarSim, esse é um gráfico espetacular para o viés de confirmação dos comprados em bolsa Brasil. O que o gráfico ilustra é o qual cíclico o ewz foi, em relação ao spy, nos últimos 26 anos. Gráfico apontando pra cima, EWZ retornando mais que SPY (2002-2010). O oposto, bem você ja sabe.
E agora? chegou o momento do EWZ "outperformar" como os faria limers gostam de dizer por alguns anos? Talvez chegar a 50% do movimento de alta do chamado "boom das commodities"?
na torcida aqui...
Ouro perto dos 5.200 dólares com tensões comerciais
Os preços do ouro subiram no início da sessão de segunda-feira, atingindo um máximo de fevereiro e aproximando-se dos 5.200 dólares. O metal precioso está a ser sustentado por um aumento da procura por ativos de refúgio, após o Supremo Tribunal dos EUA ter decidido contra a imposição arbitrária de tarifas sobre as importações por parte da administração, decisão que foi seguida pela introdução, pela Casa Branca, de uma taxa global de 15%. Este desenvolvimento está a gerar incerteza e poderá perturbar as cadeias de abastecimento globais, agravando as preocupações persistentes quanto às perspetivas da economia mundial. Ao mesmo tempo, as conversações entre a Rússia e a Ucrânia não produziram quaisquer progressos, enquanto a possibilidade de um conflito em larga escala entre os EUA e o Irão permanece em cima da mesa, mantendo as tensões geopolíticas em níveis elevados e reforçando o apelo do ouro enquanto ativo de refúgio. Considerando este contexto, bem como a fraqueza do dólar norte-americano, após a divulgação de dados de inflação encorajadores nos EUA na passada sexta-feira, poderá haver margem para novas subidas nos preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Venda forte no Bitcoin; E agora?Neste vídeo eu explico o alvo de vendas no Bitcoin que vinha sendo projetado desde a perda de estrutura no gráfico de 4H. Após a formação de topos descendentes e a sequência de candles de rejeição, o mercado confirmou continuação do movimento de baixa, validando os sinais de venda destacados no gráfico.
Esse tipo de confluência — estrutura de mercado + continuação de tendência + Fibo — aumenta a probabilidade estatística do movimento, mas não elimina risco. Por isso, reforço sempre a importância de gestão de risco, leitura de contexto e confirmação, em vez de operar níveis isolados.
O objetivo do vídeo não é prever fundo, mas mostrar como o mercado entrega alvos técnicos de forma objetiva, permitindo que o trader opere com cenário, e não com emoção.
ALLO testando rompimento de canal de baixa. Gráfico semanal.A Allogene Therapeutics é uma empresa de biotecnologia focada no desenvolvimento de terapias celulares para tratamento de câncer, especialmente utilizando células CAR T alogênicas. Trata se de uma companhia ainda em fase de desenvolvimento clínico, o que significa que sua estrutura de receitas depende fortemente de avanços regulatórios, resultados de estudos e captação de recursos.
Pelo gráfico semanal, ALLO se encontra dentro de um canal de baixa que vem se estendendo desde 2020. A banda inferior do canal já foi testada diversas vezes ao longo dos anos e a banda superior também apresenta pelo menos quatro toques relevantes. No momento, o preço está testando o rompimento dessa parte superior do canal. O ativo negocia próximo de $1,94 e possui uma região de resistência importante por volta de $2,20. Caso essa região seja superada, a próxima resistência relevante aparece na faixa de $3,71. Vale lembrar que a média de 200 períodos do gráfico semanal permanece acima do preço, o que reforça o cenário ainda desafiador no longo prazo.
Do ponto de vista fundamental, o último resultado trimestral mostrou que a empresa ainda não possui receita e a expectativa de geração de receita foi frustrada, mantendo o número em zero. Isso reforça o perfil altamente especulativo do ativo, já que o valuation depende basicamente de expectativas futuras e avanços clínicos, o que aumenta significativamente o risco.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
Cenário de distribuição em VALE3: vem correção por aí?De acordo com a teoria de Wyckoff, pontos de congestão no gráfico servem como uma forma de grandes instituições acumularem ou distribuírem posições em determinado ativo. Como vemos no gráfico atual de VALE3, houve um ciclo altista realmente vigoroso, e essa possível fase de distribuição sugere o início de um ciclo baixista no gráfico intermediário, o que pode significar uma correção no gráfico diário.
O cenário de reacumulação é possível, mas, neste momento, não é o mais provável, pois já tivemos uma Fase A bem intensa, com volumes elevados na parte superior da estrutura, além de um upthrust no topo que, apesar de demonstrar força compradora, apresentou volume expressivo — indicando desmontagem de posições. Se plotarmos um volume profile, veremos que o maior acúmulo de volume ocorreu justamente na região superior da estrutura.
Como montar posições nesse cenário?
Neste momento, não é indicado vender. O ideal é realizar operações de intraday dentro dessa estrutura, apostando em falsas rupturas para ambos os lados, já que esse é o comportamento mais provável agora.
Caso se confirme a Fase C — com a ocorrência de um spring, shakeout ou um upthrust com continuidade — poderemos iniciar a montagem de posição visando o rompimento e a projeção desse canal.
#AN031: Janeiro, 5 Choques Geopolíticos
Janeiro de 2026 não reserva um único evento "cisne negro", mas sim uma sequência de choques geopolíticos progressivamente desencadeados: energia na Europa, Oriente Médio/Irã, América Latina, Ucrânia e tensões renovadas entre EUA e Europa/Ártico, juntamente com um elemento paralelo na Ásia-Pacífico (Taiwan) que reacende o sentimento de apetite e aversão ao risco. O resultado, para o mercado cambial, é um mês em que o prêmio de risco oscila constantemente entre o dólar, moedas de refúgio e blocos relacionados a commodities.
1) Europa: Proibição permanente do gás russo (longo prazo, impacto imediato nos preços esperados)
Em 26 de janeiro, a UE aprovou definitivamente uma regulamentação para proibir as importações de gás russo até o final de 2027, incluindo GNL até o final de 2026 e gasodutos até 30 de setembro de 2027 (com possibilidades técnicas de adiamento em casos específicos).
Por que isso importa para o mercado cambial (agora, não em 2027):
Preço cambial em expectativas: uma trajetória de menor dependência energética reduz o risco estrutural extremo na Europa, mas, no curto prazo, pode gerar um prêmio de volatilidade (precificação de gargalos, contratos, infraestrutura de GNL, choques climáticos/de consumo).
Se a energia voltar a ser um fator determinante da inflação, a cadeia será: energia → expectativas do IPC → taxas esperadas do BCE → EUR.
Implicações operacionais:
EUR: tende a reagir mais a surpresas nos preços da energia do que às próprias notícias. A verdadeira questão é "quanto custará substituir" e "com que estabilidade".
NOK/SEK: frequentemente se tornam proxies regionais quando o mercado recalibra o crescimento energético e europeu (foco em petróleo/gás e risco global).
2) Oriente Médio/Irã: "armada", sanções, petróleo e volatilidade do USD
Em poucos dias, o canal de posicionamento Irã → petróleo → inflação global → USD foi reacendido: novas sanções dos EUA contra entidades e embarcações ligadas ao transporte de petróleo iraniano e a retórica/mobilização militar impulsionaram o Brent e o WTI em cerca de 3% em uma sessão, reativando o prêmio de risco energético.
Mecanismo cambial chave:
Petróleo em alta → pressão inflacionária (global) em alta → taxas de juros reais esperadas em alta → rotação para USD ou fuga para ativos de refúgio (JPY/CHF) se as preocupações com o risco de eventos aumentarem.
Paralelamente, o Irã apresenta sinais de estresse financeiro (venda de ações e moeda sob pressão), um indicativo de que o mercado local está precificando um cenário de maior risco.
Quem tende a se movimentar mais:
O CAD (petróleo) geralmente se beneficia se a alta for ordenada e favorável ao crescimento.
JPY/CHF (portos seguros) se o mercado interpretar a escalada como um risco de choque repentino.
Moedas de mercados emergentes: sofrem se o consumo de energia se traduzir em maiores custos de importação e condições financeiras mais restritivas.
3) América Latina: Venezuela, "poder duro" e risco geopolítico nos fluxos de capital de mercados emergentes
O mês trouxe um elemento raro: um salto qualitativo na postura dos EUA na região, com a prisão/captura de Nicolás Maduro e um discurso que fala em conflito contra as redes de narcotráfico e pressão sobre ativos/rotas de energia. As consequências vão além da Venezuela: aumentam a probabilidade de o mercado aplicar um prêmio de risco mais amplo às moedas de mercados emergentes sensíveis à geopolítica e às sanções.
Câmbio: O que realmente observar
Não se trata apenas de "USD vs. VES" (não tradicionalmente negociáveis): trata-se da percepção de instabilidade regional e "imprevisibilidade política".
Efeito secundário: atenção aos canais de energia e fluxos de capital para USD e instrumentos líquidos quando a incerteza aumenta.
4) Ucrânia: inverno rigoroso, infraestrutura afetada e risco energético europeu "retornando"
Ataques ofensivos à infraestrutura e às redes elétricas (Kharkiv e outras áreas) estão tornando a questão da Ucrânia novamente "macro-relevante", justamente quando a Europa discute o fim definitivo de sua dependência energética de Moscou.
Para o mercado cambial:
Qualquer aumento no risco para a Europa (energia/segurança) tende a produzir:
EUR mais frágil durante picos de aversão ao risco, demanda por USD/CHF e, frequentemente, por JPY, e reprecificação do gás/petróleo, conforme o ponto (1).
5) EUA-Europa/Ártico: Groenlândia, OTAN e o risco de atrito transatlântico
As tensões sobre a Groenlândia e as relações transatlânticas estão se tornando uma nova camada geopolítica que o mercado não pode ignorar, especialmente porque impacta a defesa, a navegação no Ártico e a coesão política europeia.
Como isso se transforma em câmbio:
O risco de choques políticos (tarifas/retaliação/negociações tensas) aumenta. Em momentos de turbulência, o mercado tende a favorecer o ativo mais líquido e defensivo: frequentemente o dólar americano, com rápidas oscilações entre apetite por risco e aversão ao risco.
Morning Call - 12/02/2026 - Europa em Nova Máxima!Agenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Crescimento do Setor de Serviços
10:30 – USA – Pedidos Semanais de Seguro-Desemprego
12:00 – USA – Vendas de Casas Usadas
15:00 – USA – Leilão de T-Bond de 10 anos
Agenda de outras autoridades:
8:30 – BRA – Guilherme Mello, da Fazenda e candidato ao BCB, apresenta o balanço macrofiscal de 2025 e perspectivas para 2026
9:30 – BRA – BCB realiza a reunião trimestral com economistas
21:00 – USA – Lorie Logan, do Fed de Dallas (Vota), faz um discurso de boas-vindas (apenas) antes de um evento de Perspectivas Globais organizado pelo Banco da Reserva Federal de Dallas.
21:05 – USA – Stephen Miran, governador do Fed (Vota), participa de uma conversa antes de um evento de Perspectivas Globais organizado pelo Banco da Reserva Federal de Dallas.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Temporada de Balanços:
Quinta-feira: Ambev, Jalles Machado, Neoenergia, Raízen e Vale;
Sexta-feira: Usiminas.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 e ACTIVTRADES:USARUS — operam em leve alta nesta sessão, recuperando parte das perdas registradas ontem. O movimento ocorre após o mercado consolidar a leitura de que o Federal Reserve pode adiar um eventual corte de juros na reunião de junho, diante da resiliência do mercado de trabalho.
O foco do mercado agora se desloca para a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) na sexta-feira, dado que pode recalibrar as expectativas para a trajetória monetária nos próximos meses.
O VIX $ACTIVTRADES:USAVIX segue oscilando entre 18 e 19 pontos, indicando que a demanda por proteção via opções perdeu força nas últimas sessões, em comparação ao pico recente de volatilidade.
Após um payroll mais forte que o esperado, a reação inicial foi de alta nos juros dos Treasuries, fortalecimento do dólar e avanço das bolsas, refletindo alívio global quanto à robustez da economia americana. Contudo, as preocupações com os impactos estruturais da inteligência artificial voltaram a pressionar o setor de tecnologia de serviços, limitando o apetite por risco na quarta-feira.
Europa
Metade dos principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — renovam máximas históricas nesta quinta-feira, sustentados por uma nova rodada de balanços corporativos acima das expectativas.
Entre os destaques do dia, a Legrand avança 3,3% após afirmar que a forte demanda por data centers vem impulsionando sua expansão. O grupo, especializado em infraestrutura elétrica e digital para edifícios, revisou levemente para cima suas metas de rentabilidade no médio prazo, reforçando a confiança no ciclo de investimentos em tecnologia.
A Hermès também contribui para o bom humor do mercado ao reportar mais um trimestre de crescimento sólido de receita, apoiado por vendas robustas nos Estados Unidos e no Japão. As ações da grife de luxo sobem 2,3%, contaminando positivamente o setor e impulsionando papéis como LVMH, Kering e Richemont.
Na Alemanha, a Siemens dispara 7% após elevar sua projeção de lucro básico por ação para o ano fiscal de 2026, agora estimado entre €10,7 e €11, acima da faixa anterior de €10,4 a €11.
Na contramão, o setor automotivo opera sob pressão. A Mercedes-Benz recua cerca de 4% depois de reportar uma queda de 57% no lucro operacional, refletindo o impacto da concorrência chinesa e das tarifas globais sobre o desempenho da companhia.
No front macroeconômico, o PIB do Reino Unido praticamente não cresceu no último trimestre de 2025, com a atividade econômica apresentando desempenho pior do que o inicialmente estimado durante a especulação de aumento de impostos e apresentação do novo orçamento britânico.
No campo macroeconômico, o PIB do Reino Unido praticamente estagnou no quarto trimestre de 2025, frustrando expectativas mais otimistas do mercado. O desempenho foi inferior às estimativas iniciais, em um período marcado por incertezas fiscais, especulações sobre aumento de impostos e pela apresentação do novo orçamento britânico.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As bolsas asiáticas encerraram a quinta-feira sem direção única, com os traders ajustando posições antes do feriado do Ano Novo Lunar na China, que manterá o mercado local fechado ao longo da próxima semana.
Na China, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e Shanghai SSE:000001 — oscilaram em meio à redução de liquidez típica do período. O setor de tecnologia chegou a ensaiar recuperação após o primeiro-ministro Li Qiang defender melhor coordenação entre recursos energéticos e capacidade computacional para acelerar o avanço da inteligência artificial no país.
No noticiário corporativo, a startup chinesa Zhipu anunciou o lançamento de seu modelo mais recente de IA, enquanto surgiram novas informações de que a ByteDance estaria desenvolvendo um chip próprio de inteligência artificial para competir com a Nvidia, reforçando a corrida tecnológica na região.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 chegou a superar os 58.000 pontos na reabertura após o feriado, mas devolveu os ganhos e fechou próximo da estabilidade. O movimento ocorreu em paralelo ao achatamento da curva futura de juros e à valorização do iene. O mercado segue avaliando os desdobramentos da vitória histórica da primeira-ministra Sanae Takaichi nas eleições.
Segundo Hirofumi Suzuki, estrategista-chefe de câmbio do SMBC, a apreciação inesperada do iene reflete a consolidação de maioria na Câmara Baixa por parte de Takaichi, dissipando temores de instabilidade política que persistiam desde julho do ano passado — o que teria levado à desmontagem de posições vendidas na moeda japonesa.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI liderou os ganhos na região, com alta superior a 3%, impulsionado pelo avanço de 6,5% da Samsung e de 3,3% da SK Hynix, em meio à recuperação das ações de semicondutores.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 subiu 1,9%, com forte amplitude positiva — 43 ações em alta contra apenas 7 em leve queda.
Já na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO registrou ganho moderado de 0,3%, em um pregão marcado por rotação setorial entre as empresas.
USD/JPY: Análise de Rompimento da Linha de Baixa?O par EASYMARKETS:USDJPY USD/JPY está sendo negociado a 153,560, rompendo a linha de baixa, com possível busca até o alvo de Fibonacci de 38% (estimado em 154,137) e cruzamento de compra. O movimento sugere reversão altista, impulsionado pelo dólar mais forte.
📈 Análise Técnica:
🔹 Rompimento da Linha de Baixa: O preço rompeu a LTB (cerca de 153,567), confirmando mudança de momentum.
🔹 Cruzamento de Compra: Médias (ex.: 50 e 200 períodos) cruzaram bullish, reforçando o viés.
🔹 Alvo Fibonacci: 38% do impulso baixista anterior (155,782 → 152,248) em 154,137.
🔹 Resistência: 154,137 (38%) e 154,830 (50%).
🔹 Suporte: 153,126 (23.6%) e 152,248 (0%).
🔹 Momentum: RSI altista (cerca de 60), MACD positivo.
🔹 Volume: Comprador crescente no rompimento.
📢 Cenários:
✅ Altista: Sustentação acima de 153,560 leva a 154,137 (38%), com extensão para 154,830.
⚠️ Baixista: Perda de 153,126 reverte para 152,248.
📅 Eventos Relevantes:
🔹 Dados dos EUA: Lançamentos de hoje (ex.: PMI) podem fortalecer o USD.
🔹 Banco do Japão: Política dovish pressiona o JPY.
🚨 Conclusão: USD/JPY a 153,560 rompe linha de baixa com cruzamento de compra, buscando Fibonacci 38% em 154,137. Suporte em 153,126. Monitore volume e dados dos EUA. 🔥📈
Analista da easyMarkets, Fabricio N.
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CPFE3: A queda de 2026 é oportunidade ou alerta?Eu sempre digo que quedas em empresas de extrema qualidade são "presentes" do mercado, e a correção recente da CPFL Energia (CPFE3) abriu uma janela que não víamos há meses. Com as ações recuando mais de 6% neste início de ano e testando o suporte psicológico dos R$ 50,00, muitos investidores se perguntam se o brilho da companhia acabou. No entanto, os fundamentos continuam sólidos: a empresa mantém uma alavancagem controlada de 1,7x Dívida Líquida/EBITDA e um crescimento de lucros (CAGR) de 9,18% nos últimos cinco anos, provando que a eficiência operacional da gigante controlada pela State Grid permanece intacta.
Para quem foca em renda passiva, o cenário é ainda mais interessante. O recuo no preço fez o Dividend Yield projetado saltar para 9,7% em 2026, um patamar que supera com folga a inflação e oferece um prêmio de risco excelente frente à renda fixa
Aumento do apetite pelo risco pressiona ouro
Os preços do ouro recuaram ligeiramente no início da sessão de terça-feira, mas mantêm-se sustentados acima do nível dos 5.000 dólares. O metal precioso tem estado sob alguma pressão desde o início da semana, na sequência de um aumento do apetite pelo risco nos mercados, após a vitória expressiva de Sanae Takaichi nas eleições no Japão. Este resultado desviou fluxos de investimento dos ativos de refúgio para os mercados acionistas a nível global. Este movimento foi ainda reforçado pelo alívio das tensões no Médio Oriente, o que penalizou adicionalmente o apelo do ouro enquanto ativo de refúgio. Ainda assim, apesar destes ventos contrários, o suporte acima do importante nível psicológico dos 5.000 dólares mantém-se sólido. Esta resiliência é sustentada, em grande medida, pela contínua fraqueza do dólar norte-americano, com o qual o ouro mantém uma relação inversa de preços. O dólar continua sob pressão devido à chamada estratégia de “sell America” e às expectativas de pelo menos dois cortes nas taxas de juro de 25 pontos base por parte da Reserva Federal. Neste contexto, a divulgação, com atraso, dos dados do emprego nos Estados Unidos e da inflação referente a janeiro será acompanhada de perto pelos investidores, que procuram maior clareza quanto à provável trajetória da política monetária norte-americana. Caso os dados confirmem expectativas de um arrefecimento do mercado de trabalho e de uma moderação das pressões inflacionistas, poderá existir margem para nova fraqueza do dólar, criando potencial adicional de valorização para os preços do ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Rejeição em zona de oferta chave, cenário de continuação de baix
Análise do gráfico:
Este gráfico do XAUUSD mostra claramente uma estrutura de range seguida de distribuição.
Zona cinza (parte superior) → zona importante de oferta / resistência. O preço já reagiu várias vezes a esse nível no passado e, mais uma vez, está respeitando essa área.
O movimento recente de alta em direção à zona parece corretivo, não impulsivo: fundos mais altos, porém com perda de momentum próximo à resistência.
A seta branca curva destaca uma rejeição anterior a partir da mesma zona, seguida de um forte movimento de queda, reforçando a validade desse nível.
Estrutura atual do mercado:
Formação de um Lower High (topo mais baixo) em relação ao topo anterior
O preço consolida logo abaixo da zona de oferta → sinal típico de absorção dos compradores pelos vendedores
Não há rompimento altista claro nem aceitação acima da zona cinza
Ideia de trade apresentada:
Entrada: Venda (short) a partir da zona de oferta cinza
Alvo: Zona de suporte azul (demanda anterior + liquidez)
Zona de suporte: Base forte com acumulação prévia e reação impulsiva → área lógica para realização de lucro
Viés de mercado:
Baixista enquanto o preço permanecer abaixo da zona cinza
Expectativa: rejeição → rotação para baixo → captura de liquidez no suporte
O que invalida o setup?
Fechamento altista forte acima da zona cinza
Continuação com volume confirmando aceitação do rompimento (não apenas um pavio)
Conclusão:
Um setup clássico de venda na oferta → alvo na demanda. Os níveis já foram respeitados no passado, e a atual ação do preço sugere que os vendedores estão defendendo essa região novamente.
Morning Call - 09/02/2026 - Dólar Fraco Impulsiona CommoditiesAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
12:00 – USA – Índice de Tendência de Emprego do Conference Board
Agenda de Autoridades:
9:30 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do BCB, palestra no evento Estabilidade Financeira e Perspectivas para 2026 e 2027, promovido pela Associação Brasileira de Bancos (ABBC), em São Paulo.
17:15 – USA – Raphael Bostic, do Fed de Atlanta (Não Vota), participa de uma conversa moderada sobre política monetária e perspectivas econômicas na Cúpula dos Principais Produtores, em Nashville, Tennessee.
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Temporada de Balanços:
A agenda corporativa da semana ganha tração já nesta segunda-feira. O BTG Pactual divulga seus resultados antes da abertura do mercado, enquanto BB Seguridade, Motiva e São Martinho apresentam números após o fechamento.
Na terça-feira, os holofotes se voltam para Banco Inter, Suzano e TIM Brasil.
A quarta-feira concentra um dos dias mais relevantes da semana, com o balanço do Banco do Brasil, além dos resultados de Klabin, Assaí, Banrisul, Guararapes e Totvs, trazendo leituras importantes sobre consumo, crédito e atividade doméstica.
Na quinta-feira, após o fechamento, entram no radar Ambev, Jalles Machado, Neoenergia, Raízen, Copasa e Vale, com atenção especial aos dados de commodities, energia e saneamento.
Encerrando a semana, a Usiminas divulga seus números na sexta-feira, fechando a agenda de balanços com foco no setor siderúrgico.
Estados Unidos
Os índices futuros de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta segunda-feira, em um movimento de consolidação após o rali da última sexta-feira, que levou o Dow Jones ACTIVTRADES:USAIND a uma nova máxima histórica. O clima de espera domina os terminais, com o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX sustentado próximo aos 19 pontos, refletindo uma postura cautelosa antes de indicadores macroeconômicos decisivos.
A agenda da semana é carregada, com as atenções voltadas para os relatórios de emprego (Payroll) e de inflação ao consumidor (IPC). Atualmente, o mercado precifica ao menos dois cortes de 25 pontos-base na taxa de juros para 2026, situando a primeira queda apenas para o mês de junho.
Nesse cenário, as commodities metálicas, como ouro e prata, ganham relevância. Ativos que não geram rendimentos tendem a performar melhor em ambientes de juros em queda e dólar enfraquecido, o que torna os metais mais acessíveis para compradores estrangeiros. Analistas apontam que qualquer sinal de fragilidade nos dados de emprego pode atuar como gatilho para uma nova recuperação do ouro.
A retórica do Federal Reserve corrobora a dependência dos dados. Mary Daly, presidente do Fed de São Francisco, sinalizou que novos cortes podem ser necessários para mitigar a fragilidade do mercado de trabalho. No entanto, o consenso de Wall Street é que o Fed manterá as taxas inalteradas até meados do ano, a menos que os números de emprego apresentem uma deterioração mais acentuada do que o previsto.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam com viés de alta nesta segunda-feira, acompanhando o otimismo nos mercados globais. Os traders reagem a um fluxo intenso de balanços corporativos e movimentações estratégicas de fusões e aquisições (M&A) que ditam o ritmo dos negócios no continente.
No setor de tecnologia, a STMicroelectronics salta quase 5%, impulsionada pelo anúncio da expansão de sua parceria com a Amazon Web Services (AWS) em infraestrutura de computação.
O setor farmacêutico também respira com alívio, especialmente a Novo Nordisk, cujas ações dispararam 8,3%. O movimento ocorreu após a americana Hims & Hers retirar do mercado seu comprimido de GLP-1 de baixo custo, cedendo à pressão regulatória da FDA. O recuo da concorrente reduziu os temores sobre a guerra de preços no lucrativo mercado de emagrecimento, beneficiando também a Zealand Pharma, que avançou 3,5%.
O cenário de M&A agitou os terminais de negociação com a venda da polonesa InPost. Um consórcio liderado pela Advent e pela FedEx selou a compra da empresa por US$ 9,2 bilhões, fazendo os papéis da InPost saltarem 14%.
Em contrapartida, o setor bancário apresentou desempenhos mistos. O NatWest recuou 5,6% em meio a rumores de que está prestes a finalizar a aquisição da Evelyn Partners por 2,5 bilhões de libras, operação que o mercado ainda digere em termos de custo e sinergia.
Já o italiano UniCredit subiu 5,3% após elevar sua projeção de lucro para 11 bilhões de euros este ano. O guidance agressivo do banco reforçou o sentimento positivo sobre a rentabilidade das instituições financeiras na zona do euro.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As bolsas da Ásia e Pacífico abriram a semana em forte alta, impulsionadas pelo fechamento recorde em Wall Street na última sexta-feira e pelo otimismo com o resultado das eleições para a Câmara Baixa no Japão.
Na liderança dos ganhos, o índice Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, saltou mais de 4%. O desempenho foi sustentado pelo rali das gigantes de semicondutores Samsung (+4,9%) e SK Hynix (+5,7%), que pegaram carona no renovado entusiasmo pelo setor de tecnologia global.
No mercado chinês, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e Shanghai SSE:000001 — registraram o melhor desempenho em um mês. A alta foi impulsionada por relatórios de corretoras recomendando que investidores mantenham posições antes do festival do Ano Novo Lunar, marcado para a próxima semana. Analistas avaliam que a correção que derrubou o mercado chinês em mais de 4% desde o pico de janeiro provavelmente se exauriu, abrindo espaço para recompras.
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 avançou 2,3%, com a fabricante de chips TSMC registrando alta de 2%. Já na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO subiu 1,9%, impulsionado pela recuperação nos preços das commodities metálicas, que injetou fôlego no setor de mineração.
Especial Japão:
A vitória esmagadora do Partido Liberal Democrático (PLD) garantiu a Sanae Takaichi o controle de 316 das 465 cadeiras na câmara baixa. O resultado confere à nova premiê um mandato robusto para implementar sua agenda de expansão de gastos e alívio tributário, pilares centrais de sua campanha.
Apesar das promessas de estímulo, Takaichi tem enfatizado que os planos não comprometerão as contas públicas. A sinalização é vital para acalmar os mercados, dado que o Japão carrega a maior dívida pública entre as economias desenvolvidas.
Segundo Masahiko Loo, da State Street. "O resultado reduz a incerteza política e fortalece a narrativa mais ampla de que 'o Japão está de volta'. O foco dos traders está se ampliando para além dos vencedores iniciais do 'comércio Takaichi', como exportadores, empresas cíclicas, setor financeiro e defesa."
O índice Nikkei encerrou o pregão com alta de 3,9%, estabelecendo uma nova máxima histórica. O movimento foi impulsionado por saltos expressivos em papéis de peso, como Advantest (+11,5%), Hitachi (+8,4%) e SoftBank (+6,3%).
No entanto, Shingo Ide, estrategista-chefe de ações do NLI Research Institute, pondera que o Nikkei deve agora buscar uma zona de estabilização em torno dos 56.000 pontos. O mercado aguarda os primeiros passos efetivos do novo governo antes de projetar um fôlego adicional rumo ao patamar dos 60.000 pontos.
No mercado de renda fixa, as taxas dos títulos públicos de longo prazo chegaram a testar níveis mais elevados na abertura, refletindo uma pressão vendedora momentânea. Contudo, o movimento perdeu fôlego rapidamente, com os rendimentos revertendo a tendência e voltando a operar em patamares de estabilidade.
Para Zuhair Khan, gestor sênior de portfólio da UBP, "a reação dos títulos indica que Takaichi conseguiu convencer o mercado de que será uma líder forte, mas não fiscalmente irresponsável".
No câmbio, o iene renovou mínimas históricas contra o franco suíço e perdeu terreno frente ao dólar e ao euro. A tendência de queda só foi interrompida após um alerta direto de Tóquio sobre uma possível intervenção cambial.
O diplomata Atsushi Mimura reiterou que o governo monitora os movimentos com "senso de urgência". A fala serviu como um aviso claro aos especuladores de que o Japão está pronto para intervir na compra de ienes caso a desvalorização se acentue.
POSSÍVEL SETUP DE SWING TRADE – SMFT3📊 POSSÍVEL SETUP DE SWING TRADE – SMFT3
Ativo em tendência de alta no semanal, realizando correção dentro de um canal ascendente bem definido.
🧱 Estrutura de mercado
Topos e fundos ascendentes preservados
Correção atual levando o preço para a base do canal
Região coincide com antiga zona de suporte
📍 Região de interesse
O preço trabalha próximo à faixa dos R$22–23, área que pode funcionar como: ✔️ Suporte estrutural
✔️ Região de pullback na tendência principal
🎯 Possível cenário de trade
Operação a favor da tendência (continuidade de alta)
Entrada (gatilho ideal):
🔹 Candle de força compradora na base do canal
🔹 Rompimento da máxima do candle de reação
Alvos projetados
1️⃣ Topo do canal
2️⃣ Região dos R$30–32 (alvo gráfico + projeções de analistas para a Smart Fit)
Invalidação do cenário:
❌ Perda consistente da base do canal
❌ Fechamento abaixo da região de suporte recente
⚖️ Relação risco x retorno
📉 Risco curto (abaixo do suporte)
📈 Potencial de movimento amplo até o topo da estrutura
🧠 Resumo técnico:
Ativo em correção dentro de tendência de alta → possível oportunidade de compra em pullback, desde que haja confirmação de retomada da força compradora.
Empregos e rendimentos nos EUA sugam a vida dos ativos
O último Relatório Nacional de Emprego da ADP mostrou que os empregadores privados criaram 22.000 empregos em janeiro de 2026, bem abaixo dos 48.000 esperados pelos economistas.
A ADP também reajustou sua série histórica, reduzindo sua estimativa de crescimento do emprego privado em 2025 para 398.000, ante os 771.000 anteriormente reportados.
Como resultado, o ouro reduziu os ganhos anteriores na quarta-feira. Em segundo plano, o presidente Donald Trump está potencialmente mantendo o ouro um pouco sustentado com comentários à NBC News, dizendo que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, “deve estar muito preocupado”.
As ações dos EUA também foram vendidas fortemente na quarta-feira, lideradas pela tecnologia. O S&P 500 caiu cerca de 0,5% e o Nasdaq caiu cerca de 1,7%, com os semicondutores no centro do movimento. A AMD afundou cerca de 16% devido a uma perspectiva mais fraca, com o declínio se espalhando para o resto do setor de chips, com perdas na Broadcom, Micron e Applied Materials.
Decisão de Juros do Banco Central Europeu (BCE)O Banco Central Europeu (BCE) deve manter suas taxas de juros inalteradas pela quinta reunião consecutiva, em um contexto de inflação sob controle e crescimento econômico moderado na zona do euro.
As principais taxas devem permanecer nos níveis atuais: 2,15% para a taxa de refinanciamento, 2,00% para a facilidade de depósitos e 2,40% para a taxa overnight utilizada pelo sistema bancário.
Sem sinais de urgência para ajustes na política monetária, os dirigentes do BCE seguem confortáveis com o atual patamar dos juros, especialmente após a revisão para cima das projeções de crescimento na última reunião — movimento interpretado pelo mercado como um reforço do viés de estabilidade.
Em declarações recentes, o economista-chefe da instituição, Philip Lane, afirmou que, caso a economia evolua conforme o cenário-base, é improvável que haja mudanças nas taxas no curto prazo. Inclusive, o mercado não precifica alterações nos juros ao longo de 2026.
Em comunicado, o próprio BCE destacou que “considerando a orientação de médio prazo do Conselho, a atual precificação das taxas de juros no mercado é consistente com as decisões mais recentes e está alinhada à função de reação do Conselho do BCE”.
A inflação, principal variável monitorada pela autoridade monetária, tem oscilado em torno da meta de 2% ao longo do último ano, e as projeções indicam que deve permanecer próxima desse nível nos próximos períodos.
Embora seja esperada uma leve queda nos preços da energia ao longo deste ano, a inflação doméstica segue relativamente elevada, sustentada pelo forte crescimento salarial. Esse fator reforça a avaliação de que a inflação deve convergir de forma duradoura para a meta apenas à medida que os efeitos desinflacionários da energia se dissipem dos índices ao longo do tempo.
LIQUIDEZ E ESTRUTURA DE MERCADO.Hoje vamos começar pelo ponto que muda tudo na leitura de mercado: liquidez e estrutura.
“Exercício simples: pega os últimos 10 dias de ouro.
Marca PDH, PDL, PWH e PWL.
Marca também equal highs e equal lows.
Depois, observa em quantos dias o mercado varreu uma dessas regiões antes de fazer o movimento direcional.
Isso já vai te colocar anos‑luz à frente de quem só enxerga padrão de candle.”
“Liquidez e estrutura são a base de tudo que vem depois: Order Block, FVG, PO3, STDV.
Se você não souber onde está a liquidez, você vai usar as ferramentas no lugar errado.
Na próxima aula, vamos falar de ineficiências: FVG, desbalanço e BPR.”
Morning Call - 03/02/2026 - JOLTS e Payroll Cancelados! Entenda.Agenda de Indicadores:
8:00 – BRA – Ata do Copom
9:00 – BRA – Produção Industrial
12:00 – USA – Ofertas de Empregos JOLTS (CANCELADO)
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
10:00 – USA – Thomas Barkin, do Fed de Richmond (Não Vota), fala no evento SC First Steps "Vantagem inicial: bases para a vitalidade econômica da Carolina do Sul"
Agenda de Balanços:
8:45 – USA – Pfizer
18:05 – USA – Super Micro Computer
18:15 – USA – AMD
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Ata do Copom
Hoje, a ata do Copom deve trazer novas pistas sobre o que levou o Banco Central a adotar um forward guidance explícito no último comunicado, confirmando o o início do ciclo de cortes da Selic já na reunião de março. O mercado também buscará sinais mais claros sobre o ritmo e a magnitude do ciclo de afrouxamento monetário.
No comunicado, o BC enviou um recado cifrado, ao afirmar que a condução da política monetária dependerá da evolução de “fatores”, sem detalhá-los de forma objetiva. A ata tende a esclarecer quais variáveis terão maior peso nesse processo.
Outro ponto central será o esclarecimento do alerta de “serenidade” mencionado pelo Copom. À primeira vista, essa expressão poderia sugerir um corte inicial mais conservador, de 25 pontos-base. No entanto, grande parte dos agentes ignorou o tom cauteloso e passou a precificar um corte de 50 pontos-base já em março.
Por fim, o mercado estará atento à avaliação do BC sobre o mercado de trabalho, que segue relativamente robusto, e principalmente sobre o câmbio, variável-chave para a dinâmica inflacionária e para a calibragem do ritmo dos cortes à frente.
Câmara aprova Programa Gás do Povo
No primeiro dia de trabalhos após o recesso parlamentar, a Câmara dos Deputados aprovou, por 415 votos a 29, a Medida Provisória que cria novas regras para o Programa Gás do Povo. O texto agora segue para apreciação no Senado.
A proposta estabelece uma nova modalidade de entrega direta de botijões de gás, permitindo a retirada gratuita em revendas credenciadas. Com isso, o programa passa a substituir gradualmente o atual auxílio-gás, que hoje é feito por meio de repasses em dinheiro e deverá ser extinto até 2027.
O novo modelo tem como objetivo ampliar a eficiência do programa e atender cerca de 15 milhões de famílias, reduzindo o risco de desvio de finalidade e aumentando o controle sobre o benefício.
Guilherme Mello no Banco Central
A indicação do economista Guilherme Mello para uma das duas vagas abertas na diretoria do Banco Central abriu um novo foco de atrito entre: Governo e Banco Central.
Galípolo avalia que Mello pode transmitir sinais ambíguos ao mercado financeiro, dadas suas posições públicas alinhadas à escola da Unicamp, tradicionalmente crítica à condução da política monetária, especialmente no que diz respeito ao nível da taxa de juros, além de suas ligações históricas com o PT.
O desconforto se refletiu rapidamente nos mercados. Ontem, a curva de juros voltou a abrir, diante do receio de que a nomeação represente uma tentativa do governo Lula de acelerar o ciclo de cortes da Selic em ano eleitoral, reacendendo preocupações com uma possível politização do Banco Central.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta nesta terça-feira, mesmo diante do retorno do impasse orçamentário nos Estados Unidos, que volta a interromper a divulgação de importantes indicadores econômicos.
Com o shutdown parcial do governo, o relatório JOLTS, previsto para hoje, e o Payroll, programado para sexta-feira, tiveram suas divulgações suspensas. O índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX opera estável, indicando que, por ora, o mercado trata o episódio como um risco político administrável.
O Bureau of Labor Statistics (BLS) informou oficialmente que não divulgará o relatório de emprego de janeiro nesta sexta-feira em razão da paralisação parcial do governo federal. A publicação dos dados será reagendada após a retomada do financiamento.
O presidente Donald Trump afirmou estar trabalhando em conjunto com o presidente da Câmara, Mike Johnson, para aprovar rapidamente o acordo de financiamento já validado pelo Senado, na tentativa de reduzir os impactos econômicos e institucionais do impasse.
Resultado da Palantir
A Palantir Technologies reportou um forte desempenho no quarto trimestre, com a receita proveniente do governo dos Estados Unidos crescendo 66% na comparação anual, alcançando US$ 570 milhões. A expansão reforça o peso crescente dos contratos governamentais no modelo de negócios da companhia.
As vendas totais somaram US$ 1,41 bilhão, superando as estimativas do mercado. Para frente, a empresa projeta uma aceleração significativa da receita, impulsionada, em parte, pela expectativa de novos contratos governamentais a partir de 2026.
Com o resultado, as ações da Palantir sobem cerca de 10% no pré-market em Nova York. Na Europa, os papéis negociados na Bolsa de Frankfurt avançaram quase 12% no início do pregão desta terça-feira, ainda que com baixo volume de negociação.
A empresa vem intensificando a comercialização de ferramentas de inteligência artificial de nível militar para o setor corporativo por meio de sua plataforma proprietária de IA, voltada à integração, análise de dados e desenvolvimento de soluções avançadas. Esse posicionamento consolidou a Palantir como um dos principais destaques entre as ações ligadas à IA, acumulando uma valorização de aproximadamente 1.700% nos últimos três anos.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — atingiram novos recordes históricos nesta terça-feira, com os traders reagindo à aparente estabilização da recente queda nos mercados globais de commodities e direcionando a atenção para a temporada de resultados corporativos.
Entre os destaques do dia, a Amundi, maior gestora de ativos da Europa, avançou 4,7% após reportar entradas líquidas acima do esperado no quarto trimestre, sinalizando resiliência da captação mesmo em um ambiente de maior volatilidade. Já a fornecedora alemã de wafers de semicondutores Siltronic subiu 2,5% depois de divulgar resultados preliminares do quarto trimestre, com lucro operacional e receita acima das expectativas do mercado.
As gigantes do setor de mineração listadas em Londres também apresentaram ganhos expressivos, acompanhando a retomada dos preços das commodities globais. A Rio Tinto avançou 1,7%, a Anglo American subiu 4% e a Antofagasta ganhou 3,8%, reforçando o viés positivo do setor no pregão.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico subiram nesta terça-feira, acompanhando os ganhos registrados em Wall Street na sessão anterior.
Liderando as altas, o índice sul-coreano Kospi TVC:KOSPI disparou 6,8%, com o contrato futuro do índice oscilando mais de 5% em apenas cinco minutos, movimento que acionou brevemente os mecanismos de interrupção temporária de ordens de compra. Entre os pesos pesados, SK Hynix e Samsung Electronics avançaram mais de 9% e 11%, respectivamente.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 subiu quase 4% e encerrou o dia em nova máxima histórica, recuperando-se das perdas da sessão anterior após a pausa na liquidação de metais preciosos.
“O mercado estava preocupado com o impacto da venda de metais preciosos na sessão anterior sobre outros ativos. Mas as ações nos EUA e na Europa tiveram um bom desempenho durante a noite, o que levou os investidores a comprar ações em massa hoje”, afirmou Shuutarou Yasuda, analista de mercado do Tokai Tokyo Intelligence Laboratory.
Entre as empresas japonesas, a fabricante de equipamentos para testes de chips Advantest avançou 7,1%, enquanto a Tokyo Electron subiu quase 4,8%. Já a TDK, produtora de componentes eletrônicos, saltou 11,4% após elevar sua projeção de lucro anual para o exercício encerrado em março. Das 225 ações que compõem o Nikkei, apenas 16 fecharam em queda.
Na China, os índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — acompanharam o otimismo regional e registraram altas de até 2,2%. Em contrapartida, as ações de tecnologia listadas em Hong Kong recuaram, limitando os ganhos do Hang Seng $HSI:HSI.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 subiu 2,2%, com a TSMC avançando cerca de 2%. Na Austrália, o ASX ASX:XJO ganhou 0,9%, com as mineradoras voltando a se beneficiar da retomada da alta das commodities.
No campo geopolítico, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou ontem um acordo comercial com a Índia, que reduz as tarifas americanas sobre produtos indianos de 50% para 18%, em troca da suspensão das compras de petróleo russo pela Índia e da redução de barreiras comerciais.
Commodities
O ouro e a prata sobem cerca de 5% e 8%, respectivamente, caminhando para o maior ganho diário desde novembro de 2008, em um movimento de recuperação após a maior queda acumulada em dois dias em décadas.
A forte alta ocorre à medida que os metais preciosos atraem compras oportunistas, com parte dos investidores avaliando que o movimento recente de liquidação foi excessivo. Alguns traders voltam a projetar continuidade da tendência de alta, apostando que ouro e prata ainda possam renovar máximas históricas ao longo deste ano.
“É razoável supor que os preços estejam próximos do valor justo, considerando que vimos um mercado se comportar de forma bastante irracional por algumas semanas. Os níveis atuais devolvem o ouro e a prata aos patamares observados no início da segunda quinzena de janeiro”, afirmou Kyle Rodda, analista sênior de mercado da Capital.com.






















