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Viés de alta
3 Motivos para holdar Gold - Fundamentos, EMA e FlâmulaEntão nesta ideia vou fazer claro meu ponto: é sempre bom ter ouro, mas atualmente existem 3 novos motivos
1- A tendência de queda beira uma quebra natural, inclusive, provida pela inflação do USD, ou melhor, uma grande emissão de USD e uma redução dos índices de volatilidade VIX
2- Os preços estão próximos de suas médias móveis o que pode ser muito raro de se encontrar nos ativos do mercado atual, ainda mais para uma reserva de valor tão sólida como o ouro. Por conta disso o gráfico parece congestionado porém existe o 3º ponto
3- O gráfico está formando um padrão flâmula, facilmente identificado, e um padrão W ou OCOI mais dificilmente encaixado, porém são sinais positivos para um disparo no ativo já preso no canal a muito tempo para segurar esse preço.
Bandeiras e flâmulas
Taxa de fracasso: 4%.
Subida/descida média: 23%.
Quantas figuras tiveram alguma correção durante o movimento:
43%.
Quantas figuras atingiram o objetivo: 64%.
referencia: Flavio Lemos - Análise técnica dos mercado financeiros
OBS: Ficar atento pois ainda pode ser um triângulo descendente. Pouco provável pelos fundamentos do ativo e do momento, mas o mercado é gosta de pregar peças.
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B

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A lógica por trás dos padrões: Ombro Cabeça Ombro Quando se inicia no mundo das trades, somos bombardeados de informações e conceitos bem estabelecidos e de conhecimento geral. Somos induzidos a acreditar em certos padrões/indicadores que parecem de alguma forma realmente prever as próximas movimentações do mercado. Um destes padrões e com toda certeza um dos mais populares; É o ombro, cabeça e ombro! Um padrão que aponta reversão da atual tendência.
Mas, por quê? Qual é a lógica por trás da formação deste padrão? E por que ele indica uma possível reversão de tendência?
Tendências:
Para começarmos a entender o OCO, é necessário entender como uma tendência saudável se estrutura. Uma tendência bem consolidada é claramente observável pela formação de novos topos e fundos. Topos e fundos ascendentes em caso de uma tendência de alta e topos e fundos descendentes em caso de uma tendência de baixa.
Em termos de oferta e demanda, as correções durante uma tendência altista por exemplo, podem ser interpretadas como preços onde haja uma clara oferta após o mercado saturar de operações de compra. Os compradores, realizam lucros nesta faixa de preço, liquidando quem abriu operações nestes topos, gerando assim pressão vendedora e uma correção para baixo, porém, a realização de lucros serve unicamente como um "respiro" para que os compradores possam recomprar o ativo a um preço um pouco abaixo e que possam retomar para a continuidade da tendência. Devido a isso, estas regiões onde há uma grande demanda para a recompra do ativo, gera um novo fundo acima do fundo anterior.
Ombro, cabeça e ombro:
Tendo a lógica de uma tendência saudável em mente, o conjunto do primeiro ombro + cabeça pode sim ser visto em primeira mão como uma continuidade da tendência. Afinal, na formação do primeiro ombro, temos um novo topo e fundo antes do ultimo pump que leva até o topo da cabeça.
Porém, é justamente aqui que a logica do padrão se difere de uma tendência saudável.
Na realização de lucros do topo da cabeça, há uma falha na criação de um fundo ascendente, o preço do ativo retorna ao fundo anterior, aproximadamente o fundo do primeiro ombro. Tal movimento demonstra um grande enfraquecimento da tendência, afinal, os vendedores foram capazes de romper um futuro novo fundo, forçando o preço a re-testar este valor como suporte . A partir deste ponto, há uma quebra do padrão recorrente e natural da tendência.
Em termos de oferta e demanda, há uma saturação de ordens de compra nesta ultima pernada de alta. Esta saturação do mercado é traduzida como um grande movimento, geralmente parabólico em direção ao topo da cabeça, porém, tal demanda é logo respondida por uma avassaladora oferta, equalizando as forças e devolvendo o preço ao nível anterior de onde surgiu esta demanda. No ponto que o preço retorna para o fundo, há uma equalização de ambos os lados do mercado, porém, como a tendência anterior já havia sido consolidada, com um grande movimento parabólico para a cabeça, os compradores se encontram sem recursos necessários para manter a alta dos preços, indicando assim a aproximação de uma possível reversão.
A formação do segundo ombro é então, a confirmação da perda de força total da tendência anterior. Ao que se retornar ao anterior fundo, os compradores tentam então retomar a alta, realizando um novo topo e fundo, porém, o topo do primeiro ombro, serve agora como uma resistência ao preço, uma zona com alta oferta e pressão vendedora e serve como um novo topo descendente em relação a cabeça. Temos assim, a quebra do padrão de alta e criação de um novo padrão, desta vez, de baixa. Com topos e fundos descendentes.
A confirmação da reversão se da, pelo rompimento do anterior fundo do primeiro ombro, que já fora testado como suporte duas vezes pelo padrão, a quebra de tal suporte com volume significativo, é um excelente sinal de que a reversão foi confirmada.
A mesma lógica se atrela ao ombro, cabeça e ombro invertido, apenas tendo o primeiro movimento como uma tendência de baixa e o segundo como uma versão altista.
Cuidados a se tomar com o OCO:
Assim como qualquer indicador e padrão, o OCO não é garantido de sempre ser confirmado e apontar uma reversão da tendência. A presença e volume no rompimento do suporte dos ombros e re-teste como resistência devem sim ser levados em consideração antes de se realizar uma entrada.
O padrão nem sempre será fácil de se localizar. Distorções e mudanças em seu formato são bem comuns. Como por exemplo, períodos de lateralização no topo da cabeça, distribuições e acumulações de wyckoff nos topos e fundos.
Portanto não busque pelo formato e sim pela estrutura geral. Um topo único e máximo da continuidade da tendência, uma forte rejeição retornando para regiões próximas do fundo anterior, nova tentativa de romper o primeiro topo e por fim, rompimento do suporte formado por este fundo. Quanto mais parabólica for o movimento em direção a cabeça, mais garantido a confirmação deste movimento.
Operações baseadas em OCO também conferem boas relações de risco retorno, com uma entrada no rompimento do suporte dos ombros, com um stop-loss no topo dos ombros e stop-gain de comprimento aproximado ao da altura da cabeça próximo a regiões de suporte conhecidas, é geralmente uma operação clássica porém eficiente.
Nunca opere OCO cegamente, sempre atrele indicadores que confirmem principalmente o rompimento do suporte dos ombros. Como sobre compra no RSI, baixa volatilidade e volume decrescente, seguido de volume considerável no rompimento e principalmente, confluência com os tempos maiores. De nada muito adianta a formação de um OCO nos 5 minutos, se temos uma clara tendência de alta no 1 hora por exemplo.
Como destacado em azul no gráfico, períodos de 'lateralização' e consolidação são comuns na formação dos ombros e principalmente, antecedendo grandes movimentos. Principalmente o rompimento do suporte dos ombros. Novamente, não se apegue muito ao formato, mas sim a sua estrutura. Porém, quanto mais "perfeito" for o OCO, principalmente com um movimento parabólico bem extenso e verticalizado rumo à cabeça, aumentam muito as chances deste OCO ser confirmado.
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Analise de uma amostra temporal do BTC/USDTVenho compartilhar um pensamento de uma amostra de tempo (meados de dezembro aos dias atuais) sobre o que eu penso do comportamento do preço neste período.
De meados de dezembro de 2020 até o dia 08/01, o preço nos deu um impulso grande, deixando gap's abertos e demonstrando força e dando muita continuidade ao movimento. No dia 09/01 o preço começa a corrigir o movimento e nos dá um padrão de correção em forma de cunha, mas observando bem o comportamento dela, é interessante notar, que a primeira perna de correção foi quase toda revertida. A segunda perna de correção, ela foi complexa (2 puxadas) e rompeu a mínima da primeira perna de correção e em seguida recusou continuidade de baixa e logo foi revertida. No dia 27/02 o preço fez a terceira perna foi mais fraca em relação a porcentagem de queda e deixou sua mínima mais alta que a segunda perna da correção, configurando um OCOI, também uma cunha e também um triângulo (se juntar a mínima da correção "intra rompimento"). Dia 28/02 foi o término da correção, na minha opinião, e também uma vela candidata a dar a premissa de início da 2ª perna de alta (macro) após o forte impulso para continuação do ciclo, que no caso é a canalização no padrão maior. Essa perna, formou um novo rompimento, deixando gap’s e demonstrando força ainda na continuação da alta e após a primeira correção, ela forma um canal em forma cunha clássica de 3 puxadas, dentro da canalização maior. O detalhe importante da cunha é que as correções começam a ganhar mais porcentagem na queda e os novos impulsos de alta na cunha, que já não são capazes de empurrar o preço para longe, deixando falta de continuidade na alta e correções profundas fechando gap’s das pernas anteriores. No dia 18/04, após o preço ter deixado falta de continuidade, houve o rompimento da cunha e provavelmente teste da base da cunha (demonstrado na linha verde). Houve rejeição e falta de continuidade após o teste, formando um fundo nessa região e confirmando a LTA da Canalização. O preço reverteu e buscou fechar gap's acima e após fechamento, novamente houve rejeição de continuidade, nesse caso, na alta e o preço no dia 12/05, rompe todo esse padrão, e buscando com muita força, fechar os gap’s que continuavam abertos e um possível teste na base desta canalização maior (demonstrado no retângulo branco) e deixando gap’s abertos demonstrando força.. Geralmente quando acontece todo este contexto, eu entendo que o preço está agora em uma lateralidade e ainda não em uma tendência de baixa. Ao decorrer dos dias 20/05 ao dia 20/07 o preço se comportou em uma correção lateral deste último rompimento, deixando a falta de continuidade na baixa e confirmando a premissa de que agora estamos nas laterais. O preço praticamente estava se deslocando para cima e para baixo, em 2 a 3 pernas e fechando gaps (demonstrado em linha verde), mas no dia 21/07 aos dias de hoje, o preço fugiu deste comportamento recente mencionado anteriormente, e deixou uma grande perna de alta com gaps abertos demonstrando força e continuidade e com premissa de mais uma perna de alta buscando fechar gap's abertos, gerados pelo o rompimento de baixa
Como comentei que acredito que estamos em um mercado lateral neste momento (preço em deslocação de 2 a 3 pernas e buscando fechar gap's) não ficaria surpreso, se o preço nos próximos dias, continuasse o movimento de alta recente, em mais 1 ou 2 pernas e fechasse os gap's abetos acima.. Isso com base na interpretação recente, que tivemos 2ª pernas de baixa(demonstradas no gráfico como "1ª P." e "2ª P.") seguido de falta de continuidade após o teste da canalização do padrão maior e deixando o padrão de OCOI com uma ativação incrível dia 21/06 que eu acredito sim nessa premissa.
Opinião e visão de um estudante de Price Action. Peço que não se baseie nela como tomada de decisão, pois não sou formado em nada e venho compartilhar uma ideia e uma visão que tenho perante aos estudos que já tive.
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