Possível flâmula no IBOV diárioA teoria clássica por trás das flâmulas (pennants). A diferença está na simetria da consolidação: enquanto a bandeira corrige de forma paralela (formando um canal), a flâmula afunila os preços em um formato triangular, mostrando que as forças compradoras e vendedoras estão comprimindo a volatilidade antes de uma nova explosão.
Atualmente, o Ibovespa (IBOV) vem operando em patamares elevados (na casa dos 185.000 pontos). O rompimento desse padrão de flâmula no gráfico diário costuma ser um excelente sinalizador técnico para traders que buscam surfar a continuação do rali do índice.
Ponto de Entrada: O gatilho ideal ocorre no rompimento confirmado da linha superior da flâmula (em caso de flâmula de alta).
Projeção de Alvo: O objetivo clássico é determinado medindo-se a extensão vertical do mastro (o forte movimento de alta que antecedeu a formação geométrica) e projetando essa mesma distância a partir do ponto onde o preço rompeu a flâmula.
Gestão de Stop Loss: O stop técnico deve ficar posicionado ligeiramente abaixo do último fundo da consolidação triangular (dentro da flâmula), minimizando o prejuízo caso o mercado falhe no rompimento e inverta o fluxo.
Para validar a flâmula, o volume financeiro deve diminuir significativamente à medida que o triângulo afunila e aumentar fortemente no dia do rompimento definitivo, confirmando o apetite institucional na continuidade.
Ideias da comunidade
XRP/USDT: O Reequilibrio - Fibonacci e Zonas de Oferta/Demanda
A presente análise da XRP no gráfico diário ilustra a importância da confluência entre ferramentas matemáticas e o rastreamento de liquidez institucional. Após um movimento impulsivo expressivo, observamos um processo de correção técnica com sinais claros de estabilização.
Destaques Estruturais:
1. Retração de Fibonacci e Defesa de Preço:
O ativo encontrou suporte imediato na região de 0,382 de Fibonacci. Tecnicamente, este comportamento é característico de tendências de alta saudáveis, onde o "Smart Money" reacumula posições em níveis de retração rasos, impedindo a perda de momentum macro.
2. Mitigação de Order Blocks:
A zona de suporte atual coincide com a mitigação de uma Base de Acumulação identificada anteriormente. O preenchimento dessas ordens passivas serve como um "chão institucional", validando a troca de polaridade da estrutura de preços.
3. Indicadores de Momentum e Divergências:
Observamos o surgimento de Divergências de Alta (Bullish Divergences) após o teste de liquidez nos níveis inferiores. Este sinal técnico sugere que, embora o preço tenha recuado, a força vendedora perdeu intensidade relativa, abrindo espaço para a retomada do fluxo comprador.
Conclusão:
A estrutura de alta permanece intacta enquanto o preço sustentar o fechamento acima da zona de 0,382 e 0,5 de Fibbo. O gerenciamento de risco deve focar na proteção do capital nessas zonas de suporte, visando o reteste das zonas de liquidez de topo (Sell Stops).
ABEV3 em Momento Decisivo: Suporte em Risco ou Ponto de Virada?O gráfico diário de ABEV3 chega a um ponto de forte pressão técnica: a cotação testa a confluência da MM21 com a Linha de Tendência de Alta (LTA) na faixa dos R$ 15,40 – R$ 15,43.
Embora o teste de média pareça à primeira vista um recuo para compra, os sinais internos exigem muita cautela:
Sinal de Alerta no OBV: O saldo de volume institucional marcou topos descendentes e cruzou abaixo da sua média de 21 períodos. Essa divergência baixista indica que as últimas puxadas até a faixa de R$ 16,00 ocorreram sem pressão compradora real.
Resistência Pesada no Semanal: No gráfico de 1S, o ativo segue travado sob as retrações de Fibonacci de 38,2% (R$ 15,47) e 50,0% (R$ 15,74), com médias móveis emboladas e sem direção definida.
Ameaça de Topo Duplo: A falha recente em superar os R$ 16,00 combinada à perda da MME9 diária desenha uma estrutura de reversão perigosa caso a LTA seja perdida.
Zonas Técnicas e Níveis Críticos:
🔴 Resistência Principal (R$ 16,00 – R$ 16,05): Topo duplo recente no diário e zona de rejeição compradora.
🟡 Resistência Imediata (R$ 15,74): Retração de 50,0% de Fibonacci no gráfico semanal.
⚪ Cotação Atual (R$ 15,43): Ponto de confluência entre a LTA diária e a MM21.
⚠️ Suporte Imediato / Gatilho (R$ 15,35): Perda da LTA e confirmação do rompimento falso.
🟢 Alvo da Correção (R$ 15,00 – R$ 14,60): Região de fundos anteriores e alvo projetado do pivô.
Cenários em Jogo
Defesa dos Compradores: Para anular o risco de correção acentuada, o papel precisa fechar com barra de força compradora acima da MME9 (superando os R$ 15,70), acompanhado de retomada no OBV.
Ativação da Correção: O fechamento abaixo de R$ 15,35 rompe a LTA e a MM21 diária, abrindo caminho livre para o teste dos R$ 15,00 e R$ 14,60.
Você vê defesa compradora nessa LTA ou o ativo perde o suporte para buscar os R$ 15,00? Deixe sua visão nos comentários!
Bullish Recovery em Direção à Resistência Principal
Análise Fundamental
Gold continua sua recovery depois que o Fed aumentou as taxas de juros em 25 pontos-base para 3,75%–4,00%. Um dólar americano mais fraco e a queda dos preços do petróleo estão apoiando o rebound, embora o sinal do Fed de que novos aumentos de juros ainda podem ocorrer mantenha o cenário macro mais amplo cauteloso para Gold.
Análise Técnica
No H1, Gold apresentou uma forte recovery a partir da zona de suporte 4.250–4.260 e rompeu a 4.350–4.360 OB Sell Zone.
O preço está atualmente próximo de 4.373, mostrando melhora no bullish momentum. Um curto pullback em direção à 4.305–4.328 FVG High Zone pode oferecer uma área de continuation mais limpa caso os buyers continuem no controle.
O principal upside target está na 4.390–4.405 Major Resistance / BSL.
Important Key Levels
4.390–4.405 — Major Resistance / BSL
4.350–4.360 — OB Sell Zone
4.305–4.328 — FVG High Zone
4.235–4.245 — OB Buy Zone + Support
Trading Scenario
A Buy Priority permanece em um pullback controlado, seguido por uma bullish H1 confirmation.
Target: 4.390–4.405 BSL
Invalidation: H1 acceptance abaixo da FVG High Zone.
Overall View
O momentum de curto prazo mudou para bullish, mas perseguir a expansion atual é menos atrativo. Um pullback em direção ao suporte pode oferecer um continuation setup mais limpo em direção à liquidity superior.
Gold fará primeiro um retest da FVG ou continuará diretamente em direção a 4.400?
Regiões Importantes para o WINV26 – hoje, 18/09/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |187.810|
-Zona Média SUPERIOR |191.790|
Região Superior: 193.220 até 190.360
-Zona Média INFERIOR |183.830|
Região Inferior: 185.260 até 182.400
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
XAU/USD 45M — Zona de resistência e possível cenário de quedaO ouro voltou para uma zona de resistência entre 4.390–4.410 após um forte movimento de alta desde os mínimos recentes. Neste momento, o preço está testando essa região importante.
Níveis indicados no gráfico:
Zona de entrada: aproximadamente 4.394
Nível de invalidação: aproximadamente 4.438
Zona-alvo: aproximadamente 4.252
Timeframe: 45 minutos
Zona principal: 4.390–4.410
A ideia baseia-se na possível reação do preço nessa zona de resistência e em um possível movimento em direção aos níveis de suporte inferiores. Uma confirmação da estrutura do preço pode ser aguardada antes de qualquer decisão.
XAUUSD — Recuperação Bullish Pós-FedMarket Pulse
O ouro está a recuperar com força depois de a Fed ter aumentado as taxas em 25 pontos base para 3,75%–4,00%. A Fed continua a considerar possível mais uma subida este ano, o que mantém um contexto de taxas restritivo no médio prazo. No entanto, o ouro sobe mais de 1% hoje, enquanto o dólar americano recua de máximos de sete semanas e os preços do petróleo descem.
As yields de curto prazo dos Treasuries continuam elevadas, por isso a recuperação poderá manter-se volátil mesmo que os compradores continuem no controlo.
What the Chart Says
O XAUUSD mostra uma forte recuperação bullish no H1 depois do forte sweep provocado pela Fed em direção à zona dos 4.260.
O preço recuperou 4.300, rompeu a zona 4.330–4.345 e agora também quebrou acima do CHoCH anterior perto de 4.365.
Esta mudança mostra que os compradores recuperaram o controlo de curto prazo.
O ouro está atualmente a negociar perto de 4.370, por isso perseguir o movimento para cima torna-se menos atrativo. Um pullback controlado poderá oferecer um setup de continuação mais limpo.
A primeira zona que estou a observar é 4.330–4.345. Se os compradores defenderem esta área, o preço poderá continuar em direção à zona de resistência 4.388–4.398.
Uma correção mais profunda poderá alcançar 4.295–4.305, que continua a ser a principal zona de demand abaixo.
Levels That Matter
4.388–4.398 — Resistência principal
4.365–4.370 — Estrutura de breakout
4.330–4.345 — Primeira zona de suporte / retest
4.295–4.305 — Principal zona de demand
4.260–4.270 — Swing low pós-Fed
My Main Plan
O plano principal continua bullish.
Prefiro esperar por um pullback em direção a 4.330–4.345 em vez de comprar depois da expansão atual.
Se esta zona se mantiver e surgir confirmação bullish, o ouro poderá continuar em direção a 4.388–4.398.
Um pullback mais profundo para 4.295–4.305 poderá ainda manter válida a estrutura de recuperação bullish se os compradores regressarem nessa área.
What I Need to See
Quero ver o preço manter-se acima da estrutura recuperada e continuar a formar higher lows.
Um movimento sustentado no H1 abaixo de 4.295 enfraqueceria a ideia imediata de recuperação bullish e aumentaria o risco de uma correção mais profunda.
Final Read
O cenário no H1 melhorou claramente depois do liquidity sweep pós-Fed.
Por agora, os compradores têm vantagem no curto prazo, mas o ouro já está bastante afastado dos mínimos. Prefiro esperar por um pullback e confirmação bullish em vez de perseguir o preço perto da resistência.
XAUUSD 1H: Ouro rompe a linha de tendência descendenteO ouro está sendo negociado próximo de 4.388 no gráfico de 1 hora, após romper uma linha de tendência descendente que vinha orientando a estrutura baixista anterior.
A região de 4.335 agora é uma zona de suporte importante para acompanhar. Se o preço conseguir se manter acima dessa região, a atual estrutura de recuperação poderá permanecer intacta.
No lado positivo, 4.511 é o próximo nível importante de resistência destacado no gráfico.
Níveis principais:
- Suporte: 4.335
- Resistência: 4.511
- Estrutura: rompimento da linha de tendência descendente
O principal foco está no comportamento do preço próximo à linha de tendência rompida e à zona de suporte. Um movimento sustentado acima desses níveis poderá fortalecer a estrutura de recuperação, enquanto uma queda novamente abaixo do suporte poderá enfraquecê-la.
Esta análise técnica é apresentada apenas para fins educacionais e não constitui aconselhamento financeiro.
Reteste da Fibo antes da próxima onda de alta
Análise Fundamental
Gold continua em recovery com o enfraquecimento do dólar americano, a queda dos rendimentos dos Treasuries e o recuo dos preços do petróleo antes da decisão do Fed de hoje. Os mercados estão precificando aproximadamente 93% de probabilidade de uma alta de 25 pontos-base, portanto a guidance do Fed e os sinais sobre os próximos passos da política monetária podem ter mais impacto do que a própria decisão sobre os juros.
Análise Técnica
No H1, Gold reagiu fortemente a partir da zona SSL 4.250–4.265 e confirmou um CHoCH bullish seguido de BOS.
O preço está agora testando a Fibo Zone 4.325–4.350. Um pullback controlado para essa área pode oferecer um setup mais limpo para a próxima bullish continuation.
Se os buyers defenderem essa zona, o próximo objetivo de upside será o POC 4.365–4.380, seguido pela BSL 4.400–4.415.
Níveis-Chave Importantes
4.400–4.415 — BSL / Major Resistance
4.365–4.380 — POC
4.325–4.350 — Fibo Zone
4.250–4.265 — SSL / Main Support
Cenário de Trading
A Buy Priority permanece em um pullback para a Fibo Zone 4.325–4.350, seguido de bullish confirmation no H1.
Target: primeiro 4.365–4.380, depois 4.400–4.415.
Invalidation: aceitação sustentada no H1 abaixo da Fibo Zone.
Visão Geral
Após o BOS, o momentum de curto prazo mudou em direção à recovery. Em vez de perseguir o movimento atual, o plano mais limpo é esperar que o support seja defendido e buscar bullish confirmation para acompanhar a próxima onda de alta.
Gold fará um reteste da Fibo Zone antes de avançar em direção a 4.400?
XAUUSD — DESPUÉS DE FOMC | 4.420 ES LA CLAVEEl oro absorbió la presión vendedora posterior al FOMC y rebotó con fuerza desde 4.234.
M15 y H1 ahora muestran una estructura alcista.
🔴 Resistencia: 4.400–4.420
→ Rechazo: Sell scalp
→ Ruptura y mantenimiento: Buy en pullback
🎯 Objetivos al alza: 4.460 → 4.480 → 4.500 → 4.580 → 4.600
🟢 Soportes: 4.340 → 4.305 → 4.260
📌 Sesgo: Buy the dip.
Dejar de buscar ventas si 4.420 rompe y se mantiene por encima.
4.420 es la verdadera batalla.
**Ouro: expansão externa em direção ao nível 1.414**
Após alcançar o nosso POI, o ouro apresentou a reação de alta esperada.
Durante o movimento em direção ao POI, o mercado formou um desequilíbrio importante. Agora, essa região permanece como a principal área de interesse para um possível rebalanceamento de curto prazo e suporte do preço.
A estrutura atual indica que o ativo está desenvolvendo uma expansão externa. Antes da continuação da alta, ainda é possível um recuo local até o desequilíbrio principal, sem invalidar o cenário altista.
Enquanto essa região for respeitada, meu alvo principal será o nível de Fibonacci **1.414**, localizado aproximadamente em **4535**. Nessa região, pretendo realizar 100% do lucro.
Uma perda clara do desequilíbrio principal exigiria uma reavaliação do cenário.
**We trust Fibonacci.**
Esta é a minha visão pessoal do mercado, não uma recomendação financeira.
Treino de Price Action 1 - Tendencias17/08/2026 - A partir de hoje passarei a registrar todos meus treinos e não só isso, mas trarei também conceitos e técnicas minhas por aqui!
Hoje marquei os três tipos de Tendencias!
Nada de conceito para trazer aqui, mas em breve vai começar a ter alguns conteudos!
Aguardando um teste completo do nível de 4350 hojeAguardando um teste completo do nível de 4350 hoje
O ouro experimentou "duas fases distintas de mercado" ontem.
A recuperação de hoje parece mais um "repique de gato morto" do que uma reversão de tendência.
A menos que o preço consiga se manter firmemente acima de 4350, não entre na alta.
Warsh apontou claramente que "a inflação está muito alta e por muito tempo", sinalizando ao mercado que a inflação é generalizada e endógena — o que significa que o problema não pode ser resolvido da noite para o dia.
Análise Técnica:
A área de 4234–4250 é a última linha de defesa para os compradores.
A ação do preço hoje corresponde de perto à estratégia de negociação descrita no artigo de ontem: espere o preço se estabilizar em torno de 4270–4280 antes de comprar e defina um stop loss abaixo de 4250.
O ouro está atualmente experimentando uma forte recuperação, e a lógica de negociação intraday é clara:
1: Espere o preço cair para um nível mais baixo antes de comprar.
2. Enquanto o preço permanecer acima de 4300, mantenha uma posição de compra (long).
3. No lado negativo, a faixa de 4239-4250 é tecnicamente considerada a "última linha de defesa dos touros".
4. O ponto de inflexão crucial está na faixa de 4340-4360. Somente um fechamento firme acima dessa área pode romper a estrutura de baixa de curto prazo; caso contrário, a recuperação de hoje é apenas uma "armadilha para os touros".
Estratégia de baixa: Se o preço encontrar resistência repetidamente na faixa de 4360-4380 e não conseguir rompê-la efetivamente, considere abrir uma pequena posição de venda: Stop loss acima de 4390, alvo entre 4320 e 4300.
Essa estratégia aposta no fim da recuperação e no retorno a um mercado fraco.
A recuperação de hoje parece mais um "repique de gato morto" do que uma reversão de tendência.
A menos que o preço se mantenha firmemente acima de 4350, não entre na onda da alta.
XAUUSD 45M — Cenário de Reteste e ContinuaçãoO ouro está atualmente próximo de 4.343.
A região que considero mais importante no gráfico está entre 4.326–4.343. Estou observando como o preço irá reagir caso faça um possível reteste dessa área.
Minha leitura do gráfico:
O preço apresentou uma recuperação a partir da região de 4.270–4.290.
A faixa de 4.326–4.343 é a principal zona de decisão no momento.
Se essa região for respeitada e surgir uma estrutura de fundos mais altos, estou observando 4.430–4.450 como próxima região.
Acima dela, o objetivo marcado no gráfico está próximo de 4.494.
Abaixo de 4.297, considero que a estrutura desenhada no gráfico perde validade.
🔹 Zona principal: 4.326–4.343
🔹 Suporte inferior: 4.270–4.290
🔹 Próxima região: 4.430–4.450
🔹 Objetivo: ~4.494
🔹 Nível de invalidação: ~4.297
Martin Ratio: Um Retorno Maior Justifica o Drawdown?📊 Martin Ratio: Um Retorno Maior Justifica o Drawdown?
📈 O Retorno, Por Si Só, Não Conta Toda a História
Ao comparar ativos, o retorno é um dos primeiros números que os investidores analisam. No entanto, o retorno, por si só, pode ocultar uma parte importante do investimento: os drawdowns experimentados ao longo do caminho.
Dois ativos que produzem um retorno de 40% no mesmo período:
RETORNO vs. DRAWDOWN MÁXIMO
Ativo Retorno Drawdown Máximo
Ativo A +40% -10%
Ativo B +40% -35%
Uma comparação baseada apenas no retorno indica que os dois ativos tiveram o mesmo desempenho, mas a experiência do investimento foi claramente diferente.
O Ativo B exigiu que o investidor tolerasse quedas substancialmente maiores. O drawdown máximo conta apenas parte da história: ele não descreve com que frequência nem por quanto tempo o ativo permaneceu abaixo de seus máximos anteriores.
Isso levanta uma questão mais importante:
❓ Quanto retorno foi obtido em relação ao drawdown experimentado?
O Martin Ratio oferece uma forma de examinar essa questão.
📐 O Que É o Martin Ratio?
O Martin Ratio é uma medida de desempenho ajustado ao risco que relaciona o retorno ao Ulcer Index, uma medida de risco baseada em drawdowns.
Martin Ratio = Retorno / Ulcer Index
A interpretação básica é simples:
Um Martin Ratio mais alto significa que foi obtido mais retorno em relação ao risco relacionado aos drawdowns, medido pelo Ulcer Index.
O índice, portanto, combina dois aspectos importantes de um investimento:
• 📈 Retorno — o que o ativo ganhou.
• 📉 Risco relacionado aos drawdowns — a profundidade e a persistência das quedas em relação aos máximos anteriores.
Isso torna o Martin Ratio particularmente útil ao comparar ativos que podem apresentar retornos semelhantes, mas características de drawdown muito diferentes.
🩹 Por Que Usar o Ulcer Index?
Volatilidade e drawdown medem coisas diferentes. A volatilidade mede a variação dos retornos, enquanto o drawdown mede quanto um ativo cai em relação a um máximo anterior. O Ulcer Index é estruturado em torno dos drawdowns e, portanto, captura a profundidade e a duração das quedas, em vez de tratar toda variação de preço como o mesmo tipo de risco. Valores mais baixos do Ulcer Index indicam menor risco relacionado aos drawdowns, refletindo quedas menos profundas e/ou menos persistentes em relação aos máximos anteriores.
Isso torna o Martin Ratio útil quando a pergunta não é simplesmente:
“Quão volátil foi este ativo?”
mas sim:
“Quanto retorno recebi em relação à severidade do drawdown (magnitude e duração) que tive de suportar?”
⚖️ Martin Ratio vs. Sharpe e Sortino
Sharpe Ratio — Volatilidade
Quanto retorno foi obtido em relação à variabilidade total?
Sortino Ratio — Volatilidade de baixa
Quanto retorno foi obtido em relação à variabilidade negativa?
Martin Ratio — Drawdown / Ulcer Index
Quanto retorno foi obtido em relação ao risco relacionado aos drawdowns?
O Martin Ratio não deve ser considerado um substituto universal do Sharpe ou do Sortino. Ele responde a uma pergunta diferente porque sua medida de risco é explicitamente baseada em drawdowns. Por exemplo, um ativo pode apresentar um desempenho ajustado à volatilidade atraente e, ainda assim, apresentar um perfil de drawdown relativamente acentuado.
🔍 Como Interpretar o Martin Ratio
Martin Ratio mais alto: Um valor mais alto indica que foi gerado mais retorno em relação ao Ulcer Index durante o período de medição selecionado.
Martin Ratio mais baixo: Um valor mais baixo indica que o retorno foi menos eficiente em relação ao risco relacionado aos drawdowns medido pelo Ulcer Index.
Martin Ratio negativo: Um valor negativo ocorre quando o retorno medido é negativo enquanto o Ulcer Index permanece positivo.
Compare Ativos com Configurações Idênticas: As comparações do Martin Ratio são mais significativas quando os ativos utilizam o mesmo período de análise, a mesma definição de retorno, a mesma metodologia de cálculo e o mesmo timeframe.
🎯 Onde Pode Ser Útil?
• Comparar diferentes ativos ou valores mobiliários.
• Classificar uma lista de ativos pelo desempenho ajustado ao risco.
• Avaliar se um ativo de maior retorno também apresentou um perfil de drawdown eficiente.
• Comparar ações, ETFs, setores, commodities, mercados ou outros ativos negociáveis.
• Adicionar uma perspectiva orientada a drawdowns às medidas tradicionais baseadas em volatilidade, como Sharpe e Sortino.
📊 Uma Estrutura Simples para Comparação de Ativos
Uma maneira útil de compreender o Martin Ratio é comparar vários ativos durante o mesmo período de análise, conforme demonstrado na imagem do gráfico.
Para cada ativo, quatro estatísticas relacionadas são analisadas:
• Retorno — o que o ativo ganhou durante o período de medição.
• Drawdown Máximo — a maior queda do pico ao fundo.
• Ulcer Index — uma medida mais ampla da profundidade e persistência dos drawdowns.
• Martin Ratio — retorno em relação ao Ulcer Index.
💡 Principais Conclusões dos Dados
1️⃣ Um Retorno Elevado Pode Compensar um Maior Risco Relacionado aos Drawdowns
A Micron (MU) apresentou o maior Drawdown Máximo (−39,10%), mas também gerou um retorno excepcional de 684,46%. Seu Martin Ratio de 62,03 reflete o retorno muito elevado obtido em relação ao seu risco relacionado aos drawdowns.
2️⃣ A Persistência do Drawdown Pode Afetar a Eficiência
Comparando CSCO e TSM, ambos geraram retornos quase idênticos (~73%). No entanto, a TSM apresentou um Drawdown Máximo mais profundo (−21,55% contra −15,65%) e um Ulcer Index mais alto. Consequentemente, a CSCO apresentou um Martin Ratio ligeiramente mais alto (11,28 contra 10,87), indicando maior retorno em relação ao seu risco relacionado aos drawdowns.
3️⃣ Baixo Risco vs. Alta Eficiência
O S&P 500 (SPX) apresentou o menor Drawdown Máximo (−9,10%) e o menor Ulcer Index (2,14%) na comparação. No entanto, seu menor retorno total resultou em um Martin Ratio de 10,43, ilustrando como o índice equilibra o retorno em relação ao risco relacionado aos drawdowns.
⚠️ Considerações Importantes
• Um índice ajustado ao risco não deve ser interpretado isoladamente. O retorno, o drawdown e o Ulcer Index também devem ser analisados.
• A classificação pode mudar de acordo com o período de análise selecionado.
• Diferentes ativos podem apresentar características de retorno e drawdown muito diferentes, portanto, as comparações devem ser feitas de forma consistente.
• O Martin Ratio é uma medida descritiva de desempenho ajustado ao risco, e não uma previsão de retornos futuros.
🏁 Conclusão
Os retornos brutos mostram quanto um ativo ganhou; as métricas de drawdown mostram o risco experimentado para alcançar esse retorno.
Ao combinar o retorno com o Ulcer Index, o Martin Ratio revela se os ganhos de um ativo foram eficientes em relação à severidade de seus drawdowns — oferecendo uma perspectiva sobre o desempenho que um simples número de retorno não consegue proporcionar.
Aviso de Tradução
Esta é uma tradução assistida por máquina da publicação original em inglês, que permanece sendo a versão oficial. Todos os esforços foram feitos para preservar o significado original e a terminologia técnica, mas algumas palavras, termos ou formulações podem diferir da fonte. A publicação original em inglês pode ser encontrada no perfil do autor no TradingView. Se algo não estiver claro, consulte a versão em inglês como referência definitiva.
Martin Ratio — Referência Educacional TrendAdvantage
XAUUSD 45M – Rejeição na Zona de ResistênciaO ouro está atualmente a negociar perto de 4.326 no gráfico de 45 minutos. A zona de resistência entre 4.390–4.400 foi testada várias vezes, enquanto a área de 4.275–4.290 continua a ser uma zona de suporte importante.
Após o movimento recente para a zona superior, o preço apresentou uma rejeição e voltou para a parte central da estrutura. O cenário marcado no gráfico mostra a possibilidade de máximos descendentes enquanto o preço permanecer abaixo da resistência próxima.
Se a zona 4.275–4.290 for rompida claramente para baixo, a próxima área de suporte importante encontra-se perto de 4.200–4.215.
Níveis importantes:
Resistência: 4.390–4.400
Área atual: 4.326
Suporte: 4.275–4.290
Suporte inferior: 4.200–4.215
A estrutura apresentada representa um cenário técnico baseado nas zonas visíveis no gráfico. A reação do preço nestes níveis será importante para acompanhar o próximo movimento.
Regiões Importantes para o WINV26 – hoje, 17/09/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |187.665|
-Zona Média SUPERIOR |191.660|
Região Superior: 193.090 até 190.230
-Zona Média INFERIOR |183.670|
Região Inferior: 185.100 até 182.240
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
**Cobre: expansão de alta em direção à zona de reversão**
Após o forte deslocamento de baixa, o cobre formou uma expansão local de alta a partir da região inferior. Agora, o preço está se aproximando do POI principal de Fibonacci entre **1.414 e 1.618**, aproximadamente na região de **6.69–6.74**.
Considero o movimento atual de alta como uma retração para uma zona premium e uma possível área de venda, e não como a confirmação de uma nova tendência de alta.
**Cenário principal:**
• Continuação em direção ao POI de **1.414–1.618**
• Reação de baixa e confirmação da reversão dentro da zona
• Expansão descendente em direção aos alvos inferiores
**Gestão da posição após a confirmação:**
• Realizar 75% da posição próximo de **6.45**
• Encerrar os 25% restantes próximo de **6.34**
Não pretendo entrar vendido antes que o preço alcance o POI. Uma consolidação clara acima do nível superior de **1.618** invalidaria este cenário de baixa.
Esta é apenas a minha visão técnica pessoal, não uma recomendação financeira.
Morning Call - 17/09/2026 - Especial de Juros do BoEAgenda de Indicadores:
8:00 – UK – Decisão de Taxa de Juros do BoE
9:30 – USA – Construção de Novas Casas (Agosto)
9:30 – USA – Índice de Atividade Industrial do Fed Filadélfia (Setembro)
9:30 – USA – Pedidos Semanais por Seguro-Desemprego
11:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLV2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — avançam consideravelmente nesta quinta-feira, após o Federal Reserve elevar os juros e reafirmar seu compromisso com o controle da inflação, encerrando uma das principais fontes de incerteza que pressionavam Wall Street nas últimas semanas.
Com a decisão do Fed superada e sem uma surpresa mais agressiva na comunicação, os traders voltam a buscar exposição aos setores de crescimento. As ações de tecnologia lideram a recuperação, com Alphabet e Meta avançando mais de 1% no pré-mercado.
A reação positiva ganha importância em um período historicamente difícil para Wall Street. Setembro costuma apresentar desempenho mais fraco para as ações e, mesmo após a recuperação desta manhã, o S&P 500 ainda acumula queda de 1,7% no mês.
Para Chris Zaccarelli, diretor de investimentos da Northlight Asset Management, Kevin Warsh conseguiu encontrar um equilíbrio entre demonstrar firmeza no combate à inflação e evitar uma sinalização excessivamente restritiva para os próximos meses.
O Fed, porém, deixou claro que o ciclo de aperto pode não ter terminado. Novos aumentos poderão ser necessários caso as pressões inflacionárias persistam, transferindo agora a atenção do mercado da decisão desta semana para a reunião de outubro.
Segundo a ferramenta CME FedWatch, os traders atribuem cerca de 54% de probabilidade a uma nova alta dos juros em 28 de outubro, ante aproximadamente 44% antes da decisão.
Zaccarelli destaca que, historicamente, quando o Fed inicia um ciclo de alta, dificilmente realiza apenas um movimento. A principal incerteza é se os aumentos ocorrerão em reuniões consecutivas ou se o banco central fará pausas para avaliar os efeitos da política monetária e os próximos dados de inflação.
Dois importantes fatores de pressão das últimas semanas também apresentam alívio nesta manhã.
O rendimento do Treasury de 10 anos recua, reduzindo parte da pressão sobre as avaliações das ações. Rendimentos mais baixos diminuem a atratividade relativa dos títulos considerados livres de risco e favorecem especialmente empresas de crescimento e tecnologia.
O petróleo também cai pelo segundo dia consecutivo. O Brent recua mais de 1%, para aproximadamente US$ 101 por barril, ajudando a aliviar momentaneamente as preocupações com a transmissão do choque de energia para a inflação americana.
Entre as empresas ligadas à infraestrutura de inteligência artificial, as chamadas neoclouds apresentam forte recuperação. CoreWeave sobe 6%, Nebius avança 9% e IREN ganha 5% no pré-mercado.
Na direção oposta, Fluence Energy despenca 18% depois de reduzir sua projeção de receita para o ano fiscal de 2026.
Com a primeira alta de juros já absorvida, a discussão em Wall Street muda de direção: deixa de ser se o Fed voltaria a apertar a política monetária e passa a ser qual será a velocidade e a extensão desse novo ciclo. A evolução da inflação, do petróleo e dos rendimentos dos Treasuries deverá determinar se outubro trará uma segunda alta consecutiva ou uma pausa.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — avançam consideravelmente nesta quinta-feira, acompanhando a melhora do apetite por risco nos mercados globais. A continuidade da queda do petróleo e a estabilização dos rendimentos dos títulos oferecem alívio depois que o Federal Reserve elevou os juros em uma decisão amplamente esperada.
O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 sobe 0,6%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 avança 0,5%, com a maioria das principais bolsas da região operando em território positivo.
A decisão do Fed retirou uma importante fonte de incerteza do mercado. O banco central americano elevou os juros em 25 pontos-base na quarta-feira e reafirmou o compromisso com o controle da inflação, embora tenha sinalizado que novos aumentos poderão ser necessários nos próximos meses.
Apesar da perspectiva de maior aperto monetário, os rendimentos dos títulos globais operam entre a estabilidade e a queda nesta manhã, depois de atingirem máximas de vários meses recentemente. O movimento reduz parte da pressão sobre as avaliações das ações e favorece especialmente os setores mais sensíveis aos juros.
A queda do petróleo também contribui para a recuperação. Os preços recuam pelo segundo dia consecutivo diante de notícias de que a Arábia Saudita estaria oferecendo cargas adicionais de petróleo bruto através de Omã, reduzindo momentaneamente as preocupações com a oferta.
O setor de viagens, particularmente sensível aos custos de combustíveis, avança 0,8% e está entre os destaques da sessão. As empresas de tecnologia também sobem 0,8%, impulsionadas principalmente por Nemetschek e ASML.
Na direção oposta, as petrolíferas europeias recuam cerca de 0,2%, acompanhando a queda da commodity.
Entre as ações individuais, Sodexo sobe 3,2% após o JPMorgan elevar sua recomendação para a companhia francesa de “neutra” para “acima da média do mercado”.
Bilfinger despenca 24,2% depois que o grupo alemão de serviços industriais reduziu sua projeção para 2026 pela segunda vez, registrando uma das maiores quedas individuais da sessão europeia.
Com a decisão do Fed superada, as atenções se voltam agora para o Banco da Inglaterra, que anuncia sua política monetária ainda nesta quinta-feira. A expectativa é de manutenção dos juros, colocando o foco na avaliação do BoE sobre inflação, atividade econômica e os efeitos da recente alta dos preços de energia.
A recuperação das bolsas europeias ocorre, portanto, em um ambiente de petróleo mais baixo, rendimentos dos títulos em acomodação e menor incerteza após a decisão do Fed. A continuidade desse movimento dependerá agora da trajetória da energia e das próximas sinalizações dos principais bancos centrais.
Especial: Decisão de Juros do BoE
O Banco da Inglaterra deve manter a taxa básica de juros em 3,75% nesta quinta-feira, mas a reunião ganhou importância depois que a forte alta dos preços de energia reacendeu as preocupações com a inflação e aumentou as apostas em um novo ciclo de aperto monetário no Reino Unido.
A expectativa predominante é de manutenção, com apenas três dos nove integrantes do Comitê de Política Monetária votando por uma alta nesta reunião. Entre os economistas, o cenário-base continua sendo de juros inalterados até o fim do ano.
O mercado, porém, apresenta uma leitura bem mais agressiva. Os contratos de juros indicam aproximadamente 80% de probabilidade de uma alta de 25 pontos-base em novembro, enquanto os traders precificam cerca de quatro aumentos ao longo dos próximos 12 meses.
Essa diferença entre o que o mercado espera e o que o próprio BoE tem sinalizado será o principal ponto da decisão desta quinta-feira.
O choque de energia provocado pelo conflito no Oriente Médio tornou a situação mais complicada para o Banco da Inglaterra.
Os futuros do gás natural britânico e o petróleo Brent acumulam alta próxima de 20% neste mês, uma combinação particularmente desfavorável para uma economia fortemente dependente das importações de energia.
A inflação britânica já atingiu 3,1% em agosto, permanecendo acima da meta de 2% do BoE. Caso os preços de petróleo e gás continuem elevados, o impacto sobre eletricidade, combustíveis, transporte e custos de produção poderá dificultar ainda mais o processo de desinflação.
Allan Monks, economista do JPMorgan, espera que o BoE mantenha os juros nesta reunião para evitar alimentar expectativas de um rápido ciclo de aperto monetário. Ainda assim, acredita que uma alta deverá ocorrer em novembro.
Segundo suas estimativas, a recente movimentação dos preços de energia poderá levar a inflação britânica a atingir um pico próximo de 3,9% em fevereiro, fortalecendo o argumento para uma nova alta.
O problema é que inflação e atividade econômica estão enviando sinais contraditórios. Enquanto o choque de energia aponta para preços mais elevados, o mercado de trabalho britânico mostra sinais de desaceleração. Ao mesmo tempo, a forte alta dos rendimentos dos títulos já provocou um aperto das condições financeiras, reduzindo parte da necessidade de o próprio BoE elevar os juros.
Para analistas da Evercore ISI, poucos mercados apresentam atualmente uma divergência tão grande entre a precificação dos traders e a provável visão dos formuladores de política monetária quanto o Reino Unido.
O mercado precifica aproximadamente quatro altas ao longo do próximo ano, enquanto o Banco da Inglaterra ainda parece considerar possível atravessar o atual choque inflacionário sem iniciar um novo ciclo significativo de aperto.
Essa postura ficou evidente na última reunião, quando Andrew Bailey procurou afastar explicitamente a percepção de que uma alta dos juros estaria próxima.
A Franklin Templeton também considera que o mercado pode estar excessivamente agressivo. A gestora avalia que a desaceleração do emprego e uma perspectiva mais fraca para a economia poderão resultar em uma política monetária menos restritiva do que atualmente incorporada aos preços.
Atenção ao balanço do BoE
A decisão desta quinta-feira terá ainda um segundo componente importante: a estratégia de redução do balanço patrimonial do Banco da Inglaterra.
O banco central deverá atualizar seus planos para diminuir a carteira de títulos públicos acumulada durante os programas de compra de ativos dos últimos anos.
A discussão ganhou relevância depois da forte pressão sobre os gilts de longo prazo. Segundo informações publicadas pelo Telegraph, o BoE poderá interromper as vendas de títulos com vencimentos de 20 e 30 anos, justamente os segmentos mais afetados pela recente onda global de vendas de renda fixa.
Uma redução dessas vendas diminuiria a quantidade de títulos de longo prazo oferecida diretamente ao mercado pelo banco central, potencialmente reduzindo parte da pressão sobre os rendimentos.
Existe ainda a possibilidade de uma mudança mais ampla na estratégia, com o BoE deixando de vender determinados títulos diretamente no mercado secundário e transferindo parte desse processo para o Debt Management Office.
Nesse cenário, o DMO passaria a concentrar a oferta de títulos públicos ao mercado, aumentando sua capacidade de coordenar vencimentos e volumes de emissão.
O que observar
A manutenção dos juros em 3,75% é o cenário predominante, mas a decisão terá vários elementos capazes de movimentar libra, gilts e ações britânicas.
1. Taxa de juros: manutenção em 3,75% é amplamente esperada.
2. Votação: uma divisão de 6 a 3 reforçaria que já existe uma parcela relevante do comitê defendendo novo aperto.
3. Novembro: qualquer sinalização de que o choque de energia está alterando a avaliação do BoE poderá fortalecer as apostas em uma alta na próxima reunião.
4. Inflação: o mercado buscará pistas sobre quanto petróleo e gás mais caros poderão elevar as projeções para os próximos meses.
5. Balanço: mudanças nas vendas de gilts, principalmente nos vencimentos mais longos, poderão ter impacto direto sobre os rendimentos dos títulos britânicos.
A grande questão desta quinta-feira, portanto, não é apenas se o BoE manterá os juros em 3,75%. O mercado quer descobrir se o choque de energia foi suficiente para aproximar o banco central de uma nova alta ou se Andrew Bailey continuará resistindo à trajetória de aperto que os traders já incorporaram aos preços.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram sem direção única nesta quinta-feira. A decisão do Federal Reserve veio em linha com o esperado, enquanto a queda dos preços de energia e o recuo dos juros de longo prazo ofereceram algum suporte aos ativos de risco. Ainda assim, a cautela com o setor de tecnologia e a proximidade da decisão do Banco do Japão limitaram os ganhos na região.
No Japão, o Nikkei 225 TVC:NI225 avançou 0,3%, sustentado pela recuperação de ações dos setores farmacêutico e de jogos após as fortes perdas recentes. O movimento foi amplo: dos 225 componentes do índice, 182 fecharam em alta, 42 em queda e um permaneceu estável.
As empresas de tecnologia, porém, continuaram pressionadas. Além das dúvidas em torno de uma possível desaceleração no desenvolvimento da inteligência artificial, os traders reduziram exposição aos setores mais sensíveis aos juros antes da decisão de política monetária do Banco do Japão, prevista para sexta-feira. A expectativa é de uma alta de 25 pontos-base.
Entre as fabricantes de semicondutores, Advantest caiu 1,5% e Tokyo Electron recuou 1,4%, figurando entre as principais pressões negativas sobre o Nikkei. Na contramão, algumas empresas ligadas à inteligência artificial avançaram, com SoftBank Group subindo 1% e Fujikura ganhando 0,6%.
Na China continental e em Hong Kong, Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI recuaram, em média, 0,4%.
Na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO avançou 0,4%, com os ganhos do setor financeiro compensando as perdas das mineradoras.
A sessão asiática refletiu, portanto, um alívio parcial após a decisão do Fed, mas sem força suficiente para sustentar uma recuperação generalizada. Com o evento americano superado, as atenções na região se voltam agora para o Banco do Japão e para os sinais sobre a continuidade do aperto monetário japonês.
Inflação leva Fed a subir juros por unanimidade
Ontem, a Reserva Federal subiu as taxas de juro em 25 pontos base, para o intervalo de 3,75%–4,00%, conforme antecipado pelo mercado. A decisão foi unânime. Na conferência de imprensa, Kevin Warsh reiterou a necessidade de uma política monetária mais restritiva para trazer a inflação de volta ao objetivo de 2%. A persistência da inflação e a resiliência da economia sustentaram a decisão: a procura interna mantém-se sólida, o crescimento da produtividade é forte, o investimento é robusto e o mercado de trabalho permanece estável. Este enquadramento dá à Fed margem para subir os juros e reforçar o combate à inflação. As projeções dos responsáveis da Fed reforçaram a expectativa de novas subidas até ao final do ano. A maioria antecipa pelo menos mais um aumento de 25 pontos base, embora alguns admitam uma subida acumulada de 50 pontos base. A próxima decisão será anunciada a 28 de outubro, seis dias antes das eleições intercalares norte-americanas. Depois de digerida a decisão e a comunicação da Fed, o balanço nos mercados é moderadamente positivo esta manhã. A subida dos juros confirmou as expectativas e ajudou a aliviar a pressão sobre as obrigações de longo prazo. O índice do dólar valorizou cerca de 0,7% na sessão de ontem, enquanto esta manhã a yield das obrigações do Tesouro a dez anos rondava os 4,99% e a das obrigações a 30 anos os 5,33%. Depois das perdas de ontem em Wall Street, os futuros dos índices norte-americanos recuperam, com os do Nasdaq a subirem cerca de 1%, beneficiando também do recuo do petróleo.
Henrique Valente – ActivTrades
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SSL Sweep Antes da RecuperaçãoFundamental Analysis
O ouro continua sob pressão antes da decisão do Fed em 16 de setembro. Os mercados estão precificando aproximadamente 94% de probabilidade de um aumento de 25 pb nos juros, enquanto o rendimento do Treasury dos EUA de 10 anos subiu acima de 5% e o petróleo próximo de $108 está reforçando as preocupações com a inflação. Essas condições continuam sustentando o dólar e limitando a recuperação do ouro por enquanto.
Technical Analysis
No H1, o ouro permanece em uma estrutura bearish após o último CHoCH e BOS, com o preço agora próximo de 4.284.
A principal zona de baixa está em 4.252–4.262 SSL. Um último Liquidity Sweep nessa zona de liquidez poderia completar a atual onda bearish e criar uma base mais limpa para uma recuperação.
Se os Buyers confirmarem a reação a partir da SSL, o primeiro foco de alta será a 4.332–4.346 Fibo Zone + VAL, seguido pelo 4.366–4.382 POC.
Important Key Levels
4.425–4.438 — OB + Support / Major Resistance
4.366–4.382 — POC
4.332–4.346 — Fibo Zone + VAL
4.252–4.262 — SSL / Main Liquidity
Trading Scenario
A Buy Priority só será considerada após um Sweep na região de 4.252–4.262, seguido de uma confirmação bullish no H1.
Target: primeiro 4.332–4.346, depois 4.366–4.382.
Invalidation: H1 Acceptance abaixo da zona SSL.
Overall View
A tendência no H1 continua bearish, portanto comprar antecipadamente é menos atrativo. O setup mais limpo é deixar o ouro buscar primeiro a liquidez inferior e, depois, aguardar uma Recovery confirmada em direção à Fibo Zone e ao POC.
O ouro buscará primeiro a SSL antes de iniciar a próxima onda de recuperação?
XAUUSD — Recuperação bullish após o pullbackPulso do Mercado
O ouro está a recuperar antes da decisão da Fed, com o dólar americano, as yields dos Treasuries e os preços do petróleo a recuarem.
Uma subida das taxas de 25 pontos base já é amplamente esperada, por isso a maior reação poderá vir da orientação da Fed sobre o que acontecerá a seguir. Isto poderá manter o ouro volátil em torno do anúncio.
O Que o Gráfico Mostra
O XAUUSD está a mostrar uma recuperação de curto prazo mais forte no H1.
O preço subiu a partir da zona dos 4.270 e está agora a manter-se em torno de 4.340, depois de voltar a romper acima da estrutura de curto prazo anterior.
O suporte mais próximo encontra-se em 4.330–4.340. Se esta zona se mantiver, os compradores poderão tentar continuar a recuperação.
A próxima resistência encontra-se em 4.345–4.355. Um movimento claro acima desta zona poderá abrir caminho para a zona de resistência mais forte 4.395–4.405.
Um pullback mais profundo ainda poderá alcançar 4.300–4.320, que continua a ser a zona de demand mais forte abaixo.
Níveis Importantes
4.395–4.405 — Principal resistência em alta
4.345–4.355 — Primeira resistência
4.330–4.340 — Suporte de curto prazo
4.300–4.320 — Principal zona de demand
4.270–4.280 — Suporte do swing recente
O Meu Plano Principal
O plano principal é bullish.
Prefiro esperar que o preço se mantenha acima de 4.330–4.340 ou faça um pullback controlado em direção a 4.300–4.320.
Se os compradores regressarem com confirmação clara, o ouro poderá primeiro testar 4.345–4.355.
Um breakout claro acima desta zona poderá prolongar a recuperação em direção a 4.395–4.405.
O Que Quero Ver
Quero ver a recuperação atual continuar a formar higher lows e o preço manter-se acima da estrutura de suporte assinalada.
Um movimento sustentado no H1 abaixo de 4.300 enfraqueceria o setup bullish imediato.
Leitura Final
A estrutura H1 de curto prazo está a melhorar, mas o ouro está a aproximar-se da resistência antes da decisão da Fed.
Por enquanto, prefiro esperar por um pullback e confirmação bullish em vez de perseguir o movimento em alta, com 4.395–4.405 a permanecer como o principal objetivo de recuperação.






















