Morning Call - 13/08/2026 - OPEP reduz demanda e petróleo caiAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Vendas no Varejo
9:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP) (Julho)
14:00 – USA – Leilão de T-Bond de 30 anos
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — avançam ligeiramente nesta quinta-feira, enquanto os traders aguardam novos dados de inflação para calibrar as expectativas sobre os próximos passos do Federal Reserve.
O principal evento do dia será a divulgação do Índice de Preços ao Produtor (IPP) de julho, às 9h30 (horário de Brasília). O indicador ganha importância após os dados benignos de inflação ao consumidor reforçarem a percepção de que o Fed poderá manter os juros inalterados em sua próxima reunião.
Segundo a ferramenta FedWatch da CME, o mercado atribui agora uma probabilidade de 66% de manutenção das taxas, ante cerca de 50% na quarta-feira.
No mercado de energia, os contratos futuros do petróleo Brent recuam 1,5%, pressionados pelas perspectivas de menor crescimento da demanda global neste ano e pelo aumento dos estoques de petróleo bruto nos EUA.
Os riscos geopolíticos, entretanto, permanecem elevados. Segundo uma fonte iraniana de alto escalão, Estados Unidos e Irã continuam distantes de um acordo para encerrar definitivamente o conflito no Oriente Médio, enquanto o tráfego pelo estratégico Estreito de Ormuz segue severamente restrito.
No pré-mercado, Dell Technologies e HP avançam 4% e 1,8%, respectivamente, após os resultados da chinesa Lenovo superarem as expectativas. Na contramão, a Cisco Systems cai 6%, apesar de projetar receita para o ano fiscal de 2027 acima das estimativas de Wall Street.
A Cerebras Systems despenca mais de 18% após a fabricante de chips para inteligência artificial não atingir as projeções de receita trimestral, devolvendo parte da alta de aproximadamente 24% acumulada nas quatro sessões anteriores.
Entre as megacapitalizações, Alphabet, Amazon e Apple avançam cerca de 0,5% cada.
A temporada de balanços entra em sua reta final, com mais de 430 empresas do S&P 500 já tendo divulgado seus números. De maneira geral, resultados melhores do que o esperado em diversos setores ajudaram Wall Street a superar a volatilidade observada no início do segundo semestre.
O Nasdaq, que há apenas duas semanas chegou a cair mais de 10% em relação à máxima histórica, recuperou boa parte das perdas, sustentado pelos fortes resultados das gigantes de infraestrutura de IA e pela retomada do entusiasmo com o setor de tecnologia.
Além do IPP, os traders acompanham hoje os pedidos semanais de auxílio-desemprego e os discursos de Beth Hammack, do Fed de Cleveland, e Thomas Barkin, do Fed de Richmond, em busca de novas sinalizações sobre a política monetária.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — avançam ligeiramente nesta quinta-feira, com a queda dos preços do petróleo reduzindo as pressões sobre alguns setores, mas também reforçando preocupações com a desaceleração da demanda global.
O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 sobe 0,5% e renova sua máxima histórica. Na contramão, o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 recua 0,3%, apesar de a economia britânica ter apresentado uma expansão inesperada em junho, trazendo algum alívio às perspectivas de crescimento do país.
Segundo Danni Hewson, chefe de análise financeira da AJ Bell: "Junho pode muito bem se revelar o último período realmente favorável para a economia do Reino Unido este ano, devido às possíveis medidas orçamentárias do país."
No Oriente Médio, as negociações entre Estados Unidos e Irã permanecem estagnadas, sem avanços concretos para um acordo que encerre de forma permanente o conflito no Golfo.
Apesar da ausência de progresso diplomático, os preços do petróleo recuam nesta quinta-feira, após analistas reduzirem suas projeções para a demanda global neste ano, diante dos impactos da guerra sobre a atividade econômica.
O movimento pressiona as ações de energia, que caem 0,7%. Em contrapartida, viagens e lazer avançam 0,6%, beneficiadas pela perspectiva de menores custos com combustíveis.
Entre os demais setores, os bancos lideram os ganhos, com alta de 1,2%. Na ponta negativa, recursos básicos recuam 2,9%, acompanhando a queda dos preços dos metais preciosos e industriais.
No ambiente corporativo, a Maersk sobe 4,6% após superar as expectativas de lucro e elevar, pela segunda vez neste ano, sua projeção de resultados anuais. O grupo dinamarquês de transporte marítimo vem sendo beneficiado pela combinação entre forte demanda e aumento das tarifas de frete provocado pelas interrupções logísticas no Oriente Médio.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão desta quinta-feira sem direção única, com as bolsas mais expostas ao setor de tecnologia liderando os ganhos, após o avanço das ações ligadas à inteligência artificial em Wall Street renovar o apetite por semicondutores na região.
Na Coreia do Sul, no Japão e em Taiwan, os índices Kospi TVC:KOSPI , Nikkei 225 TVC:NI225 e TWSE 50 FTSE:TW50 avançaram 1,2%, 3,6% e 1,7%, respectivamente.
As fabricantes de chips estiveram entre os principais destaques. SK Hynix e Samsung Electronics subiram 5,9% e 4,9%, enquanto a TSMC avançou 0,8%. No Japão, a fabricante de equipamentos para testes de semicondutores Advantest ganhou 4%, enquanto a Ibiden, fornecedora da Nvidia, avançou 5,3%.
A recuperação das fabricantes de memória continua sendo sustentada pelas expectativas de forte demanda associada à inteligência artificial, após a forte correção sofrida pelo setor nas últimas semanas.
Na contramão, os mercados da China continental, Hong Kong e Austrália encerraram no campo negativo. Os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e ASX 200 ASX:XJO recuaram entre 0,1% e 0,9%.
Spot Brent Crude Oil
Sem negociações
Sem negociações
Ideias de negociação aprofundadas
O Estreito de Ormuz poderia se tornar o Estreito de Trump?Em declaração na sexta-feira, o presidente Donald Trump afirmou que o Estreito de Ormuz poderia em breve se tornar território dos EUA.
“Muito em breve, vou declarar o Estreito de Ormuz como território dos Estados Unidos”, disse Trump, ao mesmo tempo em que instava os americanos a aceitarem preços mais altos da gasolina em meio ao conflito.
O Irã rejeitou a afirmação, sustentando que o estreito “sempre foi iraniano, é iraniano e continuará sendo iraniano”.
A declaração ocorre no momento em que o secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que os EUA estão preparando medidas econômicas contra o Irã “que nunca foram vistas antes”.
Bessent não revelou exatamente em que consistirão essas medidas, mas a Reuters informa que as opções poderiam ter como alvo refinarias chinesas que compram petróleo bruto iraniano e bancos chineses que processam transações com o Irã.
Morning Call - 11/08/2026 - Petróleo Registra Mais uma AltaAgenda de Indicadores:
8:00 – BRA – Ata do Copom
9:00 – BRA – IPCA
9:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
13:00 – USA – Perspectivas Energéticas de Curto Prazo da EIA
14:00 – USA – Leilão de T-Note de 3 anos
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Ata do Copom e IPCA
O mercado recebe nesta terça-feira duas referências importantes para calibrar as expectativas sobre os próximos passos da Selic: a ata do Copom, às 8h, e o IPCA de julho, às 9h.
Na ata, os traders buscarão mais detalhes sobre o diagnóstico do Banco Central para a inflação e a atividade econômica, além de eventuais sinais sobre a reunião de setembro, depois que o comunicado da semana passada deixou em aberto a continuidade do ciclo de cortes.
Um dos principais pontos de atenção será a avaliação sobre o mercado de trabalho. No comunicado, o Copom passou a classificá-lo como “aquecido”, substituindo a avaliação anterior de que ainda apresentava “sinais de resiliência”.
O mercado também buscará esclarecimentos sobre a transmissão da política monetária para a atividade, a desancoragem das expectativas de inflação de prazos mais longos e o balanço de riscos, que permanece assimétrico para cima.
Uma hora depois, as atenções se voltam para o IPCA. A expectativa é de desaceleração da inflação de 0,16% em junho para 0,03% em julho, com projeções variando entre queda de 0,06% e alta de 0,22%. Em 12 meses, a taxa deve recuar de 4,64% para 4,40%, retornando para dentro do intervalo de tolerância da meta.
A leitura mais fraca deve ser favorecida principalmente pela deflação dos alimentos, pela acomodação dos combustíveis e pela queda nos preços do vestuário. Para a política monetária, entretanto, a composição do índice será mais importante do que o número cheio.
Nos serviços, a mediana das projeções aponta aceleração de 0,34% para 0,40%, enquanto os serviços subjacentes devem avançar de 0,22% para 0,29%. Esses componentes serão fundamentais para avaliar a qualidade da desinflação e o espaço disponível para novos cortes de juros.
Embora o Copom tenha evitado antecipar suas próximas decisões, o mercado reforçou as apostas em uma nova redução da Selic, para 13,75%, na reunião de setembro. A confirmação desse cenário, porém, dependerá da evolução dos dados de inflação, atividade e mercado de trabalho nas próximas semanas.
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta terça-feira, com o impasse nas negociações entre EUA e Irã pressionando os preços do petróleo e limitando o apetite por risco, enquanto as perspectivas para a inflação americana permanecem incertas.
O presidente Donald Trump rejeitou na segunda-feira as condições apresentadas pelo Irã para um acordo de paz e passou a exigir reparações pelas mortes provocadas em guerras, ataques e protestos, complicando os esforços diplomáticos para a reabertura do Estreito de Ormuz.
Diante do novo impasse, os contratos futuros do petróleo Brent sobem cerca de 2% e atingem o maior nível em mais de uma semana, após avançarem mais de 5% na sessão anterior.
A retomada da alta do petróleo volta a alimentar preocupações com a inflação e com a possibilidade de os principais bancos centrais manterem uma postura monetária mais restritiva por mais tempo.
Nos EUA, as atenções se concentram agora nos dados de inflação ao consumidor e ao produtor de julho, previstos para quarta e quinta-feira. Os números serão importantes para definir as expectativas para os próximos passos do Federal Reserve, especialmente diante da postura do presidente Kevin Warsh de reduzir a orientação futura sobre as taxas de juros.
Atualmente, os traders estão praticamente divididos entre uma nova alta dos juros e a manutenção das taxas na reunião de setembro, segundo a ferramenta CME FedWatch.
Em contrapartida, a temporada de balanços continua oferecendo suporte a Wall Street. Resultados corporativos robustos em diversos setores e sinais de que os investimentos bilionários em inteligência artificial começam a gerar retorno ajudaram os principais índices americanos a renovar máximas.
No pré-mercado, as ações de megacapitalização e crescimento apresentam desempenho misto. A Nvidia sobe 0,9%, enquanto a Intel recua 1% após anunciar os termos de uma oferta de ações de US$ 20 bilhões.
Entre outros destaques, a Riot Platforms dispara 21% após relatos de que a empresa fechou um acordo de US$ 9 bilhões com a Anthropic. Já a Rocket Lab cai 9,3% depois de sinalizar um possível adiamento do primeiro voo de seu foguete Neutron.
A temporada de resultados entra agora em sua reta final, com quase 90% das empresas que compõem o S&P 500 já tendo divulgado seus balanços trimestrais.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção única nesta terça-feira, com a forte recuperação dos preços do petróleo limitando o apetite por ativos de risco.
O petróleo Brent acumula alta de cerca de 9% em apenas dois dias e volta a ser negociado próximo de US$ 88 por barril, após um novo impasse entre EUA e Irã reduzir as expectativas de uma solução rápida para a crise no Estreito de Ormuz.
A valorização da commodity favorece as ações de petróleo e gás, mas aumenta a cautela nos demais setores. Uma interrupção prolongada do fluxo pelo estreito pode renovar as pressões inflacionárias e reduzir o espaço para uma política monetária mais flexível pelos principais bancos centrais.
Segundo Gordon Kerr, estrategista macroeconômico europeu da KBRA, a retomada das tensões no Oriente Médio "é o principal risco de curto prazo para os mercados europeus".
Entre os setores mais sensíveis à alta do petróleo, viagens e lazer recuam 0,9%, pressionados pelas perspectivas de aumento dos custos de combustível.
Na contramão, as ações de tecnologia avançam 0,5%. O setor permanece entre os destaques das bolsas europeias em 2026, acumulando valorização de aproximadamente 24% no ano.
No front macroeconômico, os traders aguardam os dados de emprego e PIB da zona do euro, além dos números de inflação ao consumidor dos EUA, previstos para esta semana. Os indicadores serão importantes para calibrar as expectativas sobre os próximos passos dos bancos centrais em um momento de renovada pressão dos preços da energia.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão desta terça-feira sem direção única, com as bolsas japonesas permanecendo fechadas devido a um feriado local.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI avançou 0,7%, impulsionado pelas fabricantes de semicondutores após as exportações do país crescerem 45,3% nos primeiros dez dias do mês em relação ao mesmo período do ano anterior, sustentadas pela forte demanda por chips.
Entre as empresas de maior peso no índice, a Samsung Electronics subiu 4,1% e a SK Hynix avançou 0,4%. Na contramão, a fabricante de baterias LG Energy Solution recuou 3,5%.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 ganhou 0,5%, acompanhado pela alta de 0,6% das ações da TSMC.
O cenário foi diferente na China continental e em Hong Kong. Os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI recuaram até 1,1%, com os traders reavaliando as perspectivas de uma solução para o conflito entre Estados Unidos e Irã, em meio à nova escalada dos preços do petróleo.
Na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO avançou 0,2% após o Banco Central da Austrália (RBA) manter a taxa básica de juros em 4,35%, como esperado, mas deixar aberta a possibilidade de um novo aumento caso as pressões inflacionárias voltem a se intensificar.
O RBA afirmou que a economia desacelera conforme o esperado, mas reforçou que continuará adotando as medidas necessárias para conduzir a inflação de volta à meta de 2% a 3%. O banco central já elevou os juros em 75 pontos-base desde fevereiro, diante da persistência da inflação e do aumento dos custos de energia provocado pelo conflito no Oriente Médio.
Entre os setores, as mineradoras lideraram os ganhos, com alta de 1,4%, acompanhando a valorização dos metais. BHP, Rio Tinto e Fortescue avançaram 1,2%, 0,6% e 0,4%, respectivamente. Já o setor financeiro recuperou parte das perdas iniciais, mas encerrou em leve baixa, com o Commonwealth Bank recuando 0,1%.
Morning Call - 10/08/2026 - Petróleo sobe com Exigências do IrãAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
11:00 – USA – Índice de Tendência do Emprego
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam sem direção única neste início de semana, após o S&P 500 e o Dow Jones renovarem suas máximas históricas na sexta-feira.
O chamado FOMO — medo de ficar de fora da alta — ganhou força em Wall Street e passou a contribuir para a recente onda de compras, enquanto indicadores de volatilidade e posicionamento apontam para um dos ambientes mais otimistas dos últimos anos.
A redução das tensões no Oriente Médio, a queda dos preços do petróleo e uma temporada de balanços corporativos melhor do que o esperado sustentaram a recuperação dos ativos de risco. Mais recentemente, porém, o desmonte de posições defensivas e vendidas parece ter acelerado o movimento.
Para Mark Hackett, estrategista-chefe de mercado da Nationwide: "Existem vários fatores, mas o FOMO é um deles. A maioria dos princípios fundamentais da tese pessimista ruiu, e estar vendido, seja em termos absolutos ou relativos, é um risco que muitos não estão dispostos a correr."
Nos últimos três meses, o S&P 500 oscilou apenas 5,7% entre sua mínima e máxima. Em meio à rápida reversão do posicionamento, de vendido para comprado, o índice rompeu o topo histórico em um movimento de alta de 6,3% em apenas quatro sessões.
No day trade, entretanto, os riscos geopolíticos voltaram ao radar. O petróleo Brent supera novamente os US$ 83 por barril, após o Irã condicionar a reabertura do Estreito de Ormuz a uma série de concessões por parte dos Estados Unidos.
Entre as exigências de Teerã estão indenizações pelos danos provocados pelos ataques americanos, suspensão das ações militares contra o Irã e seus aliados, retirada do bloqueio naval no Golfo, levantamento das sanções econômicas e liberação de ativos iranianos congelados.
As tensões marítimas também persistem. Os Emirados Árabes Unidos afirmaram no sábado que o Irã atacou uma embarcação ligada à sua petrolífera estatal. Teerã não comentou imediatamente a acusação, embora a Guarda Revolucionária já tenha reivindicado ataques contra navios que, segundo o governo iraniano, tentaram atravessar o estreito sem autorização.
Em entrevista à Axios, o presidente Donald Trump afirmou que Washington está "negociando discretamente" com Teerã. "Estamos apenas semi-negociando com eles. Estamos apenas observando o Irã com sua enorme inflação e o fato de que eles não têm dinheiro." disse Trump.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção única nesta segunda-feira, em um início de semana marcado pela incerteza sobre a reabertura do Estreito de Ormuz e pela expectativa por importantes indicadores econômicos.
O mercado europeu vem de uma semana positiva. O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avançou 2,7% e encerrou a sexta-feira em máxima histórica, beneficiado pela perspectiva de juros mais baixos nos Estados Unidos após dados fracos do mercado de trabalho e por uma temporada de balanços acima das expectativas nos dois lados do Atlântico.
Nesta manhã, porém, os riscos geopolíticos voltaram a limitar o apetite por risco. O Irã afirmou estar próximo de um acordo final com Omã para estabelecer novas rotas de navegação pelo Estreito de Ormuz, mas reiterou que Washington ainda precisa cumprir outras condições antes da reabertura da hidrovia estratégica.
Com o fluxo de embarcações ainda muito abaixo dos níveis anteriores ao conflito, os contratos futuros do petróleo Brent avançam 2,6%, para cerca de US$ 83,50 por barril. O movimento favorece o setor europeu de energia, que sobe 0,5%.
Entre os demais setores, tecnologia lidera os ganhos, com alta de 0,7%, enquanto a mídia aparece na ponta negativa, recuando na mesma proporção.
A agenda macroeconômica deve ganhar protagonismo ao longo da semana. Os investidores acompanharão os dados de emprego da zona do euro e, principalmente, o índice de preços ao consumidor (IPC) dos Estados Unidos, que poderá alterar as expectativas para os próximos movimentos dos principais bancos centrais.
Enquanto isso, a temporada de balanços europeia se aproxima do fim com números acima das projeções iniciais. Os lucros das empresas que compõem o STOXX 600 devem crescer quase 21% no segundo trimestre, bem acima da expansão de aproximadamente 12,5% esperada no início de maio.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão majoritariamente em alta, impulsionados pela retomada das compras de ações ligadas à inteligência artificial e aos semicondutores. As preocupações com o Oriente Médio, no entanto, limitaram um avanço mais disseminado entre os demais setores.
Liderando os ganhos, o índice japonês Nikkei 225 TVC:NI225 avançou 2,1%, puxado pelas empresas da cadeia de semicondutores. As ações da Advantest e da Tokyo Electron subiram 6,4% e 4,1%, respectivamente, enquanto a Fujikura disparou 7,6% após elevar sua projeção de lucro líquido anual. A Ibiden, fornecedora da Nvidia, também se destacou, com alta de 4%.
Segundo Daisuke Hashizume, estrategista sênior da Daiwa Securities: "Os ganhos das ações ligadas ao setor de semicondutores impulsionaram o Nikkei. A redução das apostas em um aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve dos EUA foi o principal fator."
O movimento acompanhou o desempenho positivo de Wall Street na sexta-feira, depois que dados mostraram uma inesperada perda de empregos nos Estados Unidos, reduzindo as expectativas de que o Federal Reserve volte a elevar os juros na reunião de setembro.
Na Coreia do Sul e em Taiwan, as gigantes Samsung Electronics, SK Hynix e TSMC tiveram desempenho mais fraco. Ainda assim, os índices Kospi TVC:KOSPI e TWSE 50 FTSE:TW50 avançaram 0,7% e 1,9%, respectivamente, sustentados principalmente por empresas de menor capitalização.
Na China continental e em Hong Kong, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI registraram ganhos de até 1%, com destaque positivo para as ações do setor de consumo.
No front macroeconômico, a inflação ao produtor da China desacelerou mais do que o esperado em julho, atingindo o menor nível em três meses. Os preços ao consumidor também perderam força, em um ambiente favorecido pelo recuo dos custos globais de energia.
Na contramão da região, o índice australiano ASX 200 ASX:XJO caiu 0,3%, com as perdas do setor financeiro superando os ganhos registrados pelas mineradoras.
Morning Call - 03/08/2026 - Petróleo Despenca 7% Agenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
10:45 – USA – PMI Industrial S&P Global
11:00 – USA – PMI Industrial ISM
11:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta nesta segunda-feira, impulsionados pelo alívio nas tensões no Oriente Médio, que provocou uma forte queda nos preços do petróleo, enquanto os traders voltam suas atenções para uma semana decisiva de balanços corporativos e indicadores econômicos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as negociações com o Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz deverão ocorrer ainda hoje, embora tenha evitado estabelecer um prazo para um possível acordo.
Os contratos do petróleo Brent recuam mais de 7%, para cerca de US$ 83 por barril, reduzindo as preocupações com a inflação e favorecendo a queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro americano. Desde o início do conflito, a disparada dos preços da energia vinha alimentando temores de que um choque de oferta pudesse alterar a trajetória da política monetária.
Depois que os resultados de Microsoft, Amazon e outras gigantes de tecnologia reforçaram a percepção de que os investimentos em inteligência artificial continuam gerando crescimento, o mercado volta suas atenções para uma nova rodada de balanços do setor.
A SpaceX divulgará na terça-feira seu primeiro resultado trimestral desde a abertura de capital. Os traders acompanharão de perto os gastos com inteligência artificial e o desempenho financeiro da Starlink, sua divisão de internet via satélite. As ações da companhia, que permanecem abaixo do preço de IPO de US$ 135 há quase três semanas, avançam 0,3% no pré-mercado.
Também estão no radar nesta semana empresas diretamente ligadas ao ecossistema de IA, como Palantir, AMD, SanDisk e Western Digital. As ações da Palantir sobem 2,5%, enquanto as demais operam próximas da estabilidade.
No setor de semicondutores, a Micron recua 1,3% após notícias de que a chinesa CXMT avalia construir uma segunda fábrica de chips de memória em Pequim, em parceria com um polo industrial apoiado pelo governo local, reforçando as preocupações com o aumento da concorrência chinesa.
Após um mês de julho marcado pela volatilidade provocada pelas incertezas sobre inteligência artificial, política monetária e geopolítica, os traders também acompanham possíveis mudanças na comunicação do Federal Reserve. O presidente da instituição, Kevin Warsh, sugeriu reduzir o número de reuniões regulares de política monetária, em linha com sua estratégia de diminuir as orientações futuras do banco central.
Atualmente, os mercados atribuem cerca de 64% de probabilidade a um aumento de 25 pontos-base na taxa de juros na reunião de setembro.
No setor corporativo, uma possível fusão entre Bristol Myers Squibb e AstraZeneca também movimenta o mercado. Segundo relatos da imprensa, as duas farmacêuticas mantiveram conversas preliminares sobre uma operação que poderia criar uma empresa avaliada em quase US$ 400 bilhões. As ações da Bristol Myers avançam 8% no pré-mercado, enquanto as da AstraZeneca recuam 6%.
A agenda da semana também inclui os balanços de Eli Lilly, McDonald's e Occidental Petroleum, além de uma série de indicadores do mercado de trabalho americano, culminando com o relatório oficial de emprego (Payroll) na sexta-feira. Ainda nesta segunda-feira, uma pesquisa sobre a atividade empresarial deverá oferecer novos sinais sobre o ritmo da indústria e dos serviços nos Estados Unidos durante julho.
Os traders também seguem monitorando as recentes intervenções conjuntas dos governos dos Estados Unidos e do Japão no mercado de câmbio para conter a desvalorização do iene, movimento que voltou a influenciar os ativos globais.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — iniciam a semana em forte alta, impulsionados pela queda de cerca de 8% nos preços do petróleo, após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar que novas conversas com o Irã poderão ocorrer ainda hoje.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avança 1%, com a maior parte das bolsas da região operando no campo positivo. O DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, lidera os ganhos, com alta de 1,5%.
O otimismo ganhou força depois que Trump adiou uma nova ofensiva militar contra o Irã e voltou a defender uma solução diplomática para conter o programa nuclear iraniano e restabelecer a segurança da navegação no Estreito de Ormuz. O movimento reduziu os receios de novas interrupções na oferta global de petróleo.
Para Daniela Hathorn, analista sênior de mercado da Capital.com: "Por enquanto, parece um passo na direção certa, mas duvido que isso vá durar. Todos continuam atentos aos acontecimentos no Oriente Médio, que seguem sendo o principal fator de direção para os mercados europeus."
Com o petróleo em queda, os setores mais sensíveis aos custos de energia lideram os ganhos. O índice de viagens e lazer sobe 1,6%, enquanto o setor automotivo avança 2,2%.
As ações dos setores aeroespacial e de defesa registram o melhor desempenho do pregão, com alta de 2,6%, seguidas pelo setor de luxo, que sobe 1,7%.
Entre os destaques corporativos, a AstraZeneca recua mais de 6% após notícias sobre uma possível fusão com a americana Bristol Myers Squibb, pressionando o setor de saúde, que cai 0,4%.
Já a TotalEnergies perde 0,8% depois que a Shell anunciou a venda de sua divisão europeia de energias renováveis onshore para a companhia francesa, em mais um passo da petrolífera britânica para reduzir sua exposição a projetos de baixo carbono.
No campo macroeconômico, um artigo publicado no Boletim Econômico do Banco Central Europeu mostrou que o consumo das famílias da zona do euro recuou de forma acentuada nas primeiras semanas da guerra entre Irã e EUA, refletindo a deterioração da confiança dos consumidores e reforçando os riscos que uma nova escalada do conflito representa para a economia da região.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana sem direção definida, com os traders adotando uma postura mais cautelosa em relação às ações de tecnologia, enquanto intervenções cambiais no Japão e na Coreia do Sul pressionaram empresas exportadoras e ampliaram a volatilidade na região.
Foi confirmado que, na semana passada, os governos do Japão e dos Estados Unidos realizaram uma intervenção conjunta no mercado de câmbio para fortalecer o iene. Medidas semelhantes também teriam sido adotadas pelas autoridades sul-coreanas para sustentar o won.
No Japão, o índice Nikkei 225 TVC:NI225 recuou 1%, enquanto o iene avançou até 1,4%, atingindo o maior nível em quase três meses, a 155,20 por dólar. A valorização da moeda pressionou as exportadoras, com as ações da Toyota e da Suzuki caindo 3,4% e 6,7%, respectivamente, já que um iene mais forte reduz o valor das receitas obtidas no exterior.
Entre as empresas de tecnologia, o SoftBank Group subiu 2,5%, enquanto a fabricante de chips Kioxia avançou 5,7% após anunciar um programa de recompra de ações.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI liderou as perdas na região, com queda de 5,1%. Samsung Electronics e SK Hynix recuaram 8,8% cada, refletindo a continuidade da realização de lucros nas ações ligadas à inteligência artificial.
Na China continental, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 e China A50 FTSE:XIN9 recuaram até 1,1%, pressionados pelas ações de tecnologia. O índice STAR50, concentrado em empresas de inovação, caiu 5,1%.
No front macroeconômico, o PMI Industrial Caixin desacelerou inesperadamente para 50,9, ante a expectativa de aceleração para 51,9 pontos.
Na direção oposta, o Hang Seng HSI:HSI , de Hong Kong, avançou 0,5%, impulsionado pelo salto de 7% das ações da Alibaba após a empresa apresentar sua mais recente plataforma de inteligência artificial.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 subiu 1,5%, mesmo com a TSMC recuando 2,3%. Já na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO avançou 0,5%, com todos os principais setores encerrando o pregão em alta.
Brent - análiseA queda de quase 5% hoje não destruiu a estrutura de recuperação. Parece mais uma realização após chegar numa grande resistência semanal.
O nível decisivo agora é US$ 85,80. Enquanto estiver acima dele, continuo vendo a correção como saudável. A perda desse patamar abriria espaço para buscar US$ 82–80, o que aumentaria bastante a pressão sobre as petroleiras brasileiras.
Para quem acompanha PETR4 e PRIO3, eu estaria olhando o Brent nos próximos dias muito mais do que os próprios gráficos das ações. O petróleo está próximo de um ponto que pode definir a direção do setor para as próximas semanas.
Analisando os dois gráficos do Brent (semanal e diário), vejo uma situação interessante, mas que exige cautela no curto prazo.
Visão do gráfico semanal
Pontos positivos:
O Brent encontrou fundo importante na região de US$ 70–71.
Houve reação forte a partir desse suporte.
A tendência principal de baixa que vinha desde o topo dos US$ 113 perdeu força.
O preço conseguiu recuperar a MME9 semanal, o que costuma ser um sinal inicial de reversão.
Pontos de atenção:
A região entre US$ 91 e US$ 93 é uma resistência importante.
O fechamento desta semana está formando uma vela de rejeição após tocar essa faixa.
O candle atual sugere realização de lucros após a forte recuperação.
Níveis importantes:
Suporte: 82,90
Suporte forte: 80,47
Resistência: 91,49
Resistência principal: 95,39
Alvo maior de longo prazo: 104,35
Visão do gráfico diário
Aqui está o sinal mais relevante.
O Brent:
✅ Fez sequência de topos e fundos ascendentes.
✅ Cruzou a MME9 acima da MM21.
✅ Rompeu a linha de tendência de baixa.
Porém:
❌ Chegou exatamente numa zona de oferta entre 91 e 93 dólares.
❌ Hoje formou uma vela vermelha forte, fechando perto da mínima.
❌ O volume aumentou durante a correção.
Isso sugere que os vendedores defenderam a região.
Leitura de Fibonacci
A alta recente foi de aproximadamente:
Fundo: 70,39
Topo: 95,39
Correções saudáveis costumam parar em:
38,2% → 85,84
50% → 82,89
61,8% → 79,93
Curiosamente o preço está exatamente próximo do primeiro suporte de Fibonacci (85,84).
Cenário mais provável
Cenário 1 (mais provável)
Após a queda forte de hoje:
Brent testa 85–86 dólares.
Faz consolidação.
Volta a tentar atacar os 91–93 dólares.
Se romper:
Alvo em 95,39
Depois 104,35
Cenário 2 (menos otimista)
Se perder os 85 dólares:
Próximos suportes:
82,90
80,47
79,93
Nesse caso a recuperação recente seria apenas um repique dentro de uma tendência maior ainda indefinida.
Impacto para PETR4 e PRIO3
Se o Brent conseguir permanecer acima de US$ 85:
Continua sendo um ambiente favorável para Petrobras.
Continua sendo positivo para PRIO.
Os lucros esperados das petroleiras seguem elevados.
Se o Brent perder US$ 80:
O mercado tende a revisar projeções de lucro.
PRIO costuma sofrer mais pela maior sensibilidade ao petróleo.
PETR4 tende a ser amortecida pelos dividendos e geração de caixa.
Morning Call - 27/07/2026 - Petróleo Cai 8,6% e Ações SobemAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
9:30 – USA – Pedidos de Bens Duráveis (Junho)
11:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
14:00 – USA – Leilão de T-Note de 2 anos
14:00 – USA – Leilão de T-Note de 5 anos
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — iniciam a semana em alta, refletindo a melhora do apetite por risco após Estados Unidos e Irã anunciarem uma pausa nas hostilidades durante o fim de semana. O alívio geopolítico desencadeou uma forte correção nos preços do petróleo, reduzindo assim, as pressões inflacionárias de curto prazo.
Os contratos do Brent Spot recuam cerca de 8,6%, sendo negociados próximos de US$ 85 por barril, devolvendo parte dos ganhos acumulados desde o início de julho. A queda da commodity favorece empresas intensivas em consumo de combustível e impulsiona setores que haviam sido fortemente penalizados nas últimas semanas.
No pré-mercado, as companhias aéreas lideram os ganhos. As ações da Delta Air Lines avançam 2,6%, enquanto a American Airlines sobe 3%. As operadoras de cruzeiros Royal Caribbean e Carnival também registram altas próximas de 3,2%, refletindo a expectativa de redução dos custos operacionais com combustíveis.
Na direção oposta, as petroleiras sentem o impacto da queda do petróleo. Chevron e Exxon Mobil recuam cerca de 2,6% e 3%, respectivamente, acompanhando a desvalorização da commodity.
Apesar da melhora do sentimento, o mercado continua monitorando atentamente o Oriente Médio. Embora Washington e Teerã tenham anunciado uma suspensão das hostilidades, o fluxo de embarcações pelo Estreito de Ormuz permanece reduzido, enquanto os ataques promovidos pelos houthis, apoiados pelo Irã, contra instalações petrolíferas sauditas no Mar Vermelho continuam representando um importante risco para o abastecimento mundial de petróleo.
A mudança no cenário geopolítico ocorre poucos dias antes da decisão de política monetária do Federal Reserve. Nas últimas semanas, o temor de um choque nos preços da energia voltou a alimentar preocupações com a inflação, alterando significativamente as expectativas para os juros nos Estados Unidos.
Desde que Kevin Warsh assumiu a presidência do Fed, a autoridade monetária adotou uma comunicação mais discreta e menos previsível, aumentando a incerteza dos mercados sobre os próximos passos da política monetária.
O mercado atribui atualmente cerca de 31% de probabilidade a uma elevação de 25 pontos-base já na reunião desta semana, mantendo a expectativa de pelo menos um aumento adicional dos juros até o final do ano.
A melhora do ambiente de risco também beneficia os ativos mais sensíveis ao custo do dinheiro. Os contratos futuros do Russell 2000, índice que reúne empresas de menor capitalização, avançam cerca de 1,2%, enquanto o índice de volatilidade VIX recua aproximadamente 4%, para 18,35 pontos, sinalizando uma redução da demanda por proteção.
Além da reunião do Fed, a atenção dos investidores estará concentrada na temporada de balanços. Nesta semana, Microsoft, Amazon, Meta e Apple divulgarão seus resultados, em um momento decisivo para avaliar se o ciclo de investimentos bilionários em inteligência artificial continua justificando as elevadas avaliações do setor de tecnologia.
No pré-mercado, Microsoft, Amazon e Meta avançam mais de 1%, enquanto a Apple sobe 0,3%. Entre as fabricantes de semicondutores, Marvell Technology registra alta de 3,5%, Micron ganha 3,2% e Nvidia avança 1,2%, em um movimento de recuperação após as fortes perdas recentes.
Entretanto, o entusiasmo em torno da inteligência artificial vem sendo gradualmente substituído por uma análise mais criteriosa sobre o retorno desses investimentos. Os balanços divulgados na semana passada por Alphabet e Tesla reforçaram essa mudança de percepção. Apesar do crescimento das receitas, ambas apresentaram forte deterioração na geração de caixa em função do aumento expressivo dos investimentos em infraestrutura para IA, reacendendo dúvidas sobre quanto tempo o mercado continuará disposto a financiar esse ciclo de expansão.
Esse movimento já começa a se refletir nos principais índices do setor. O Nasdaq acumula queda de aproximadamente 8% em relação ao seu recorde histórico, enquanto o ETF de semicondutores SOXX.US entrou oficialmente em mercado em baixa (bear market) ao recuar cerca de 20% desde sua máxima histórica, evidenciando a realização de lucros em um dos segmentos que mais se valorizaram nos últimos anos.
No mercado financeiro, uma queda de 10% em relação ao topo histórico caracteriza uma correção técnica. Já um recuo de 20% ou mais é classificado como mercado em baixa (bear market), indicando uma deterioração mais profunda do sentimento dos traders e uma mudança relevante na tendência do mercado.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — iniciam a semana em forte alta, impulsionados pelo alívio nas tensões geopolíticas após Estados Unidos e Irã anunciarem uma pausa nas hostilidades durante o fim de semana. A trégua provocou uma forte queda nos preços do petróleo e devolveu o apetite por risco aos mercados globais.
O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avança cerca de 1,2%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, sobe aproximadamente 1,5%, acompanhando o movimento positivo observado nos futuros de Wall Street e nas bolsas asiáticas.
A queda do petróleo favorece principalmente os setores mais sensíveis aos custos de energia. As ações de viagens e lazer lideram os ganhos no STOXX 600, com alta próxima de 2,3%, refletindo a expectativa de redução das despesas operacionais das companhias aéreas. Lufthansa, IAG e Ryanair avançam cerca de 3% cada, figurando entre os principais destaques do pregão.
Na direção oposta, o setor de energia registra o pior desempenho da sessão. O índice que reúne as petroleiras europeias recua aproximadamente 2%, pressionado pela forte desvalorização do petróleo após a redução das preocupações com interrupções no fornecimento global.
Apesar do alívio observado nesta segunda-feira, analistas continuam alertando que o cenário permanece frágil. Em relatório, o UBS destacou que "a situação ainda não está clara, e o risco de uma escalada permanece elevado. Não se pode descartar um novo teste das máximas do petróleo registradas no início do ano caso as ações militares voltem a se intensificar."
Mesmo assim, os traders optaram por reduzir posições defensivas e voltar a buscar ativos de maior risco, movimento que impulsionou as bolsas globais após uma semana marcada pela forte volatilidade.
Além do noticiário geopolítico, a atenção dos mercados se volta para uma das semanas mais importantes do trimestre. As decisões de política monetária do Federal Reserve, do Banco da Inglaterra (BoE) e do Banco do Japão (BoJ) deverão fornecer novas indicações sobre o rumo dos juros nas principais economias do mundo, em um momento em que a inflação continua sendo influenciada pela volatilidade dos preços da energia.
A temporada de balanços também ganha intensidade. Nos Estados Unidos, Microsoft, Meta Platforms, Amazon e Apple divulgarão seus resultados, em um teste importante para avaliar se o ciclo de investimentos bilionários em inteligência artificial continua sendo capaz de sustentar o crescimento dos lucros e as elevadas avaliações do setor de tecnologia.
Na Europa, um dos destaques corporativos é a AstraZeneca. As ações da farmacêutica avançam cerca de 1,3% após a companhia divulgar lucro acima das expectativas no segundo trimestre e reafirmar suas projeções para 2026.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana em forte alta, impulsionados pela melhora do cenário geopolítico no Oriente Médio após a pausa nas hostilidades entre Estados Unidos e Irã. O alívio nas tensões reduziu os preços do petróleo, favorecendo o apetite por risco, enquanto a estreia da fabricante chinesa de chips CXMT roubou a atenção dos traders e impulsionou as bolsas da China.
Na China continental e em Hong Kong, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI avançaram até 2,7%, liderados pelas ações de tecnologia e semicondutores.
O grande destaque da sessão foi a abertura de capital da CXMT, fabricante chinesa de chips de memória, cujas ações dispararam 466% no primeiro dia de negociação na Bolsa de Xangai. A valorização transformou imediatamente a companhia na empresa de maior valor de mercado da China.
Para William Xin, presidente da Spring Mountain Pu Jiang Investment Management, a estreia da empresa poderá influenciar todo o setor. Segundo o executivo: "A CXMT é uma gigante chinesa na fabricação de chips, e sua abertura de capital dará novo fôlego a uma série de empresas em sua cadeia de suprimentos… O desempenho das ações nos próximos dias terá um grande impacto no humor do mercado."
No Japão, o índice Nikkei 225 TVC:NI225 avançou 0,5%, beneficiado pela queda dos preços do petróleo, que reduziu parte da pressão sobre os custos de energia da economia japonesa. O mercado também começou a se posicionar para uma semana importante de balanços no setor de semicondutores, com a Advantest divulgando seus resultados na quarta-feira e a Kioxia prevista para anunciar seus números na sexta-feira.
O movimento comprador foi amplo na Bolsa de Tóquio. Das 225 ações que compõem o Nikkei, 194 encerraram o pregão em alta, enquanto apenas 31 registraram queda, indicando um fortalecimento generalizado do sentimento positivo.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi TVC:KOSPI subiu 1%, sustentado principalmente pelas ações das gigantes de memória Samsung Electronics e SK Hynix, que avançaram 1,8% e 3,2%, respectivamente, acompanhando a recuperação do setor global de tecnologia.
Na contramão da região, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, encerrou o dia com leve queda, pressionado pela realização de lucros nas empresas de tecnologia após a forte valorização acumulada nas últimas semanas.
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO avançou 1,4%, refletindo um movimento disseminado de compra. Apenas o setor de energia fechou em baixa, pressionado pela queda do petróleo, enquanto os demais segmentos da bolsa australiana registraram ganhos consistentes ao longo da sessão.
Petróleo: Quando Não OperarEste artigo não é relevante para o público residente em Portugal ou no Brasil.
Como operadores, caminhamos constantemente sobre uma corda bamba entre aproveitar as oportunidades criadas pela volatilidade e resistir à tentação de reagir emocionalmente às grandes oscilações de preços. Poucos mercados ilustraram melhor esse jogo de equilíbrio nos últimos meses do que o do petróleo.
A volatilidade é útil. Sem movimento, participação ou ranges que se expandem, há muito pouco a se operar. Mas a volatilidade também altera a temperatura emocional do mercado. Velas grandes criam uma sensação de urgência. As manchetes fazem com que a ação do preço pareça mais importante. Rompimentos e quedas bruscas podem parecer óbvios de repente.
O desafio não é simplesmente identificar se o petróleo está em tendência de alta ou de baixa. Consiste em reconhecer quando o mercado oferece uma oportunidade de alta qualidade e quando está simplesmente nos incitando a reagir.
Quando a volatilidade impulsiona a sua decisão
A alta volatilidade não é o problema. Reagir porque a volatilidade está alta, sim, é um problema.
Se você não estava preparado para comprar petróleo há cinco minutos, uma única vela grande não deveria mudar automaticamente essa visão. A questão é se a estrutura operacional realmente melhorou:
A estrutura melhorou?
A confirmação melhorou?
A relação risco/recompensa melhorou?
Ou o preço simplesmente se moveu rápido o suficiente para criar o medo de ficar de fora (FOMO)?
Os exemplos a seguir utilizam o gráfico de velas de quatro horas. Este timeframe elimina parte do ruído intradiário enquanto continua capturando o comportamento ao redor dos principais movimentos impulsionados por notícias. Ele nos permite focar menos na manchete individual e mais em como o preço se comportou assim que a emoção inicial começou a se assentar.
Gráfico de velas de quatro horas do UKOIL
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
Neste primeiro exemplo, o UKOIL acelera fortemente para a alta após um impulso impulsionado por notícias e se move muito acima do Canal de Keltner superior.
À primeira vista, o movimento parece incrivelmente comprador (bullish). O momentum é forte, o preço está se expandindo e a tentação é persegui-lo antes que a oportunidade desapareça.
Mas é aqui que a qualidade da operação já começou a se deteriorar.
Comprar após várias velas impulsivas frequentemente exige um stop-loss mais amplo, enquanto grande parte do percurso de alta imediato já foi capturada. A tendência pode ter se tornado mais forte, mas a operação se tornou mais fraca.
Observe o que aconteceu a seguir. O preço não desabou; a estrutura de alta mais ampla permaneceu intacta. No entanto, o UKOIL rotacionou de volta em direção à sua média, oferecendo aos operadores pacientes uma oportunidade mais limpa e com um perfil de risco/recompensa mais favorável.
O Canal de Keltner não é utilizado aqui como um sinal de trading isolado. Ele simplesmente ajuda a visualizar quando o preço se estendeu de forma incomum em relação à sua média recente.
Quando as notícias impulsionam a sua decisão
As manchetes sobre o petróleo podem ser potentes, mas a manchete por si só raramente é suficiente.
Os mercados se movem pela lacuna entre a expectativa e a realidade. No momento em que uma notícia chega à sua tela, é muito provável que grande parte do ajuste de posicionamento já tenha ocorrido.
Por isso, a questão importante não é simplesmente se a notícia soa otimista ou pessimista. A melhor pergunta é como o preço reage:
As notícias de alta continuam atraindo novas compras?
As notícias de baixa continuam atraindo novas vendas?
Ou o mercado está começando a contar uma história diferente?
Isso é especialmente importante no petróleo porque as manchetes podem continuar dramáticas mesmo depois que o preço já se ajustou. Um mercado pode parar de subir enquanto as notícias continuam soando otimistas, ou pode parar de cair enquanto as manchetes continuam negativas.
Isso não significa que o gráfico esteja ignorando as notícias. É o gráfico mostrando que as expectativas já se deslocaram.
Quando a ação do preço impulsiona a sua decisão
A ação do preço importa, mas uma ação do preço evidente também pode ser perigosa.
Um rompimento limpo de um suporte ou de uma resistência traz tranquilidade porque oferece aos operadores algo simples sobre o qual agir. O nível se rompe, o sinal parece claro e a decisão parece mais fácil.
Mas em um mercado de movimento rápido e impulsionado por notícias como o do petróleo, o primeiro rompimento nem sempre é o movimento real.
Gráfico de velas de quatro horas do UKOIL
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
Este segundo exemplo mostra o UKOIL rompendo abaixo de um nível claro de suporte de oscilação (swing support). No movimento inicial, o rompimento para baixo parece confirmar uma nova fase de baixa.
Para os operadores que vendem o rompimento, o sinal parece limpo. No entanto, o preço reverte rapidamente, recupera o nível rompido e apanha os vendedores no lado errado do mercado.
Isso não significa que devamos operar contra cada rompimento (fading). Significa que níveis óbvios merecem contexto. Durante períodos de maior volatilidade, suporte e resistência podem se tornar zonas de liquidez em vez de simples pontos de decisão. Um movimento temporário através de um nível pode acionar stops, atrair operadores de rompimento (breakout) e criar as condições para uma reversão.
Às vezes, a paciência lhe dá uma entrada melhor. Às vezes, simplesmente o mantém fora de uma má operação.
Conclusão
O petróleo pode oferecer excelentes oportunidades de trading, mas também tem o hábito de fazer com que decisões ruins pareçam urgentes:
A maior vela...
A manchete mais forte...
O rompimento mais limpo...
Estes são frequentemente os momentos em que a disciplina mais importa.
Da próxima vez que o UKOIL fizer um movimento dramático, faça a si mesmo uma pergunta:
A oportunidade realmente melhorou ou apenas a emoção aumentou?
Essa pergunta não evitará todas as operações perdedoras, mas pode ajudá-lo a evitar algumas das de pior qualidade.
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Brent análise e impacto nas petroleiras brasileirasPelos gráficos do Brent, vejo um movimento bem relevante para as petroleiras brasileiras.
O que o Brent está mostrando?
Gráfico Diário
Preço em torno de US$ 90,40.
Recuperação forte desde a região de US$ 71-72.
Rompeu a linha de tendência de baixa.
Está negociando acima da MME 9 (85,13) e da MM21 (78,31).
Rompeu a retração de 38,2% (US$ 86,81) e agora tenta se consolidar acima de 50% (US$ 91,93).
Gráfico Semanal
Alta de aproximadamente 26% desde o fundo.
Ainda abaixo da MM21 semanal (92,88), mas muito próximo dela.
Região atual é um importante teste de reversão de tendência.
Cenários para o Brent
Bullish
Fechamento acima de US$ 91,93.
Alvos em:
US$ 97,16
US$ 104,35
US$ 113,05
Bearish
Perda de US$ 86,80.
Correção para a MME9 diária e possivelmente para a região dos US$ 82-84.
Impacto em PETR4
A Petrobras possui alta correlação com o Brent.
Impactos positivos
✅ Maior geração de caixa.
✅ Dividendos tendem a permanecer elevados.
✅ Margens da exploração e produção aumentam.
✅ Mercado costuma revisar para cima o lucro futuro.
Se o Brent conseguir romper e sustentar acima de US$ 92, normalmente PETR4 ganha suporte comprador.
O que pode limitar a alta?
Interferência política na política de preços.
Queda do dólar.
Discussões sobre distribuição de dividendos extraordinários.
Mesmo assim, um Brent perto de US$ 90-100 costuma ser um ambiente extremamente confortável para a Petrobras.
Viés atual para PETR4: positivo.
Impacto em PRIO3
Aqui o efeito costuma ser até mais intenso.
A PRIO é praticamente uma alavancagem operacional do petróleo:
✅ Não possui segmento de refino para compensar oscilações.
✅ Receita depende diretamente da produção e do preço do barril.
✅ Cada dólar adicional no Brent tem impacto significativo no fluxo de caixa.
Quando o Brent sobe forte:
Lucro da PRIO cresce proporcionalmente mais do que em muitas petroleiras integradas.
O mercado tende a expandir múltiplos.
A geração de caixa acelera.
Por isso, em ciclos de alta do petróleo, muitas vezes PRIO3 sobe mais que PETR4.
Risco
Se o Brent voltar para abaixo de US$ 85, o mercado normalmente penaliza PRIO3 mais rapidamente do que PETR4.
O que mais chama atenção é que o Brent:
Rompeu a tendência de baixa.
Recuperou as médias.
Está atacando a região de 50% de Fibonacci no diário.
Está encostando na MM21 semanal.
Esse é exatamente o tipo de movimento que costuma anteceder uma mudança de percepção do mercado sobre o setor.
Se o Brent romper os US$ 92 no semanal, eu esperaria um impacto mais forte em PRIO3 do que em PETR4, mas ambas tendem a ser beneficiadas.
Em termos de sensibilidade ao petróleo, eu classificaria:
PRIO3 > RECV3 > PETR4 > ENAT3
para capturar uma eventual continuação da alta do Brent.
Morning Call - 22/07/2026 - Petróleo Brent supera US$ 91Agenda de Indicadores:
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto do DoE
14:00 – USA – Leilão de T-Bond de 20 anos
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
Agenda de Balanços:
17:03 – USA – Alphabet (GOOGL.US)
17:07 – USA – Telas (TSLA.US)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em leve queda nesta quarta-feira, pressionados pela continuidade da fraqueza no setor de semicondutores, enquanto os traders adotam uma postura cautelosa antes da divulgação dos primeiros balanços das gigantes de tecnologia.
Após meses de forte valorização que levaram os principais índices americanos a sucessivos recordes desde as mínimas de março, o mercado entrou em uma fase de consolidação. A elevada volatilidade das ações de fabricantes de semicondutores reduziu o apetite por risco e aumentou as dúvidas sobre a sustentabilidade das elevadas avaliações do setor.
As atenções estão voltadas para os resultados da Alphabet e da Tesla, que serão divulgados após o fechamento dos mercados. As duas companhias serão as primeiras integrantes do grupo das "Magnificent Seven" a apresentar seus números nesta temporada de balanços, oferecendo importantes sinais sobre a rentabilidade dos bilhões de dólares investidos em inteligência artificial.
A Alphabet estará sob atenção especial após o adiamento do lançamento de um de seus principais modelos de IA, episódio que reforçou questionamentos sobre a velocidade de execução da estratégia da companhia e seu potencial de monetização.
Para Ipek Ozkardeskaya, analista sênior do Swissquote Bank: "Se as grandes empresas de tecnologia — que vêm direcionando boa parte do seu fluxo de caixa para fabricantes de chips sem ainda demonstrar retornos proporcionais desses investimentos — sinalizarem uma desaceleração nos gastos, uma nova onda de vendas poderá atingir o setor de semicondutores."
Além da temporada de balanços, o cenário geopolítico continua contribuindo para um ambiente de maior cautela. O grande volume de resultados corporativos previsto para os próximos dias aumenta o potencial de volatilidade dos mercados.
No Oriente Médio, os investidores seguem acompanhando a escalada das tensões. As ameaças dos rebeldes houthis, apoiados pelo Irã, à navegação comercial no Mar Vermelho, somadas ao prolongamento do conflito na região, continuam elevando os riscos para duas das principais rotas globais de transporte de energia.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que Washington continua disposto a negociar uma solução diplomática para a crise, mas declarou que Teerã "não está falando sério" nas negociações, reduzindo as expectativas de um acordo no curto prazo.
Enquanto isso, os preços do petróleo permanecem próximos das máximas em seis semanas, fator que mantém vivas as preocupações com a inflação e adiciona um novo desafio para os principais bancos centrais.
Segundo a mediana de uma pesquisa da Reuters com economistas, a expectativa é de que o Federal Reserve mantenha as taxas de juros inalteradas ao longo do restante de 2026. Ainda assim, os participantes destacam que o risco de uma nova alta permanece elevado caso as pressões inflacionárias voltem a ganhar força.
De acordo com a ferramenta FedWatch, da CME, os investidores atribuem atualmente uma probabilidade superior a 70% de manutenção da taxa de juros na reunião do Federal Reserve da próxima semana.
Entre os destaques do pré-mercado, as ações da Super Micro Computer avançam 16,8% após a fabricante de servidores para inteligência artificial anunciar mais de US$ 60 bilhões em novos pedidos para o quarto trimestre e elevar sua projeção de margem bruta, reforçando o forte nível de demanda por infraestrutura voltada à IA.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta nesta quarta-feira, impulsionados principalmente pelas empresas do setor de energia, à medida que os preços do petróleo atingem o maior nível em seis semanas. Apesar do avanço, os traders mantêm uma postura cautelosa antes da divulgação dos resultados de Alphabet e Tesla, que poderão influenciar o sentimento em relação ao setor de tecnologia.
O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 sobe cerca de 0,3%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, avança aproximadamente 0,7%.
A maioria dos setores negocia no campo positivo, com destaque para petróleo e gás, que lidera os ganhos e impulsiona o índice setorial de energia em cerca de 1,3%.
Os contratos futuros do Brent superam US$ 91 por barril, alcançando a máxima em seis semanas, após relatos de que petroleiros transportando petróleo saudita para a Ásia retornaram do Mar Vermelho devido às ameaças dos rebeldes houthis do Iêmen. O episódio reforçou as preocupações com possíveis interrupções na oferta global de petróleo.
A nova escalada das tensões no Oriente Médio voltou a alimentar receios inflacionários, fator especialmente relevante para a Europa, cuja economia permanece fortemente dependente das importações de energia.
Nesse contexto, o Banco Central Europeu deverá manter as taxas de juros inalteradas na reunião desta quinta-feira. Ainda assim, os mercados continuam precificando pelo menos uma alta adicional de 25 pontos-base, além de aproximadamente 60% de probabilidade de um segundo aumento até o fim de 2026.
Enquanto isso, as atenções também se voltam para a temporada de balanços nos Estados Unidos. Os resultados de Alphabet e Tesla, previstos para após o fechamento de Wall Street, serão analisados em busca de sinais sobre a continuidade do ciclo de investimentos em inteligência artificial e sobre a capacidade das empresas de sustentar suas elevadas avaliações.
Na Europa, o setor de tecnologia opera em leve baixa. As ações da Soitec e da Aixtron recuam 1,3% e 3%, respectivamente, refletindo a cautela antes dos balanços das gigantes americanas.
Segundo Ipek Ozkardeskaya, analista de mercado do Swissquote Bank: "Os planos de expansão dessas empresas representam uma faca de dois gumes. Por um lado, os investidores não querem ver as grandes empresas de tecnologia aumentando ainda mais seus gastos. Por outro, esses investimentos continuam impulsionando os segmentos mais beneficiados do mercado, especialmente fabricantes de semicondutores, centros de dados, construção e recursos naturais."
Entre os destaques corporativos, as ações da Airbus avançam cerca de 7%, após a fabricante anunciar um programa de recompra de ações de US$ 5,7 bilhões e divulgar novas metas de médio prazo, incluindo a expectativa de quase dobrar seu lucro até 2029.
O banco espanhol Santander sobe aproximadamente 1%, impulsionado por um crescimento de 17% no lucro líquido recorrente do segundo trimestre, acima das expectativas do mercado.
No Reino Unido, os investidores também repercutem os dados de inflação de junho, que vieram abaixo do esperado. O resultado reduz parte da pressão sobre o novo primeiro-ministro Andy Burnham, que tem como uma de suas principais prioridades conter o elevado custo de vida enfrentado pelas famílias britânicas.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão desta quarta-feira sem direção única, com os traders adotando uma postura cautelosa antes da divulgação dos balanços das grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, as ameaças dos rebeldes houthis de ampliar o conflito no Oriente Médio voltaram a sustentar os preços do petróleo e elevaram a percepção de risco nos mercados.
No Japão, o índice Nikkei 225 TVC:NI225 chegou a avançar mais de 2% durante o pregão, mas perdeu força ao longo da sessão e encerrou com leve queda de 0,2%. Apesar do fechamento negativo, fornecedores da indústria de tecnologia e fabricantes de semicondutores lideraram os ganhos individuais, em um pregão relativamente equilibrado, com 122 ações em alta e 102 em baixa.
No mercado de câmbio, o iene encerrou praticamente estável, cotado em torno de 163 por dólar, próximo do menor nível em quatro décadas. A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, reiterou que o governo permanece preparado para adotar "medidas decisivas" no mercado cambial, caso necessário, embora tenha evitado comentar quais níveis da moeda poderiam motivar uma intervenção.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi TVC:KOSPI avançou 0,7%, após reduzir expressivamente os ganhos registrados no início da sessão, quando chegou a subir mais de 6%. A SK Hynix devolveu toda a parte da valorização e encerrou o dia em leve queda, enquanto a Samsung Electronics fechou com pequena alta.
A elevada volatilidade do mercado sul-coreano continuou chamando atenção. As travas automáticas de negociação (circuit breakers) foram acionadas pela 11ª vez em apenas 15 pregões neste mês, refletindo a intensa oscilação das ações ligadas ao setor de tecnologia.
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 avançou 2,2%, mesmo com as ações da TSMC registrando leve queda de 0,4%, indicando um movimento de recuperação mais amplo entre as empresas de tecnologia da ilha.
Na China continental, o índice Shanghai SSE:000001 encerrou praticamente estável, enquanto os índices Shenzhen SZSE:399001 e China A50 FTSE:XIN9 recuaram até 1,4%, refletindo um desempenho misto entre os setores.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng HSI:HSI fechou em queda próxima de 1%, pressionado principalmente pelas ações de tecnologia e consumo.
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO avançou 0,3%, sustentado pela valorização das empresas de mineração, beneficiadas pelo desempenho positivo dos metais industriais.
BRENT — Análise (Diário + Semanal)Esse gráfico está bem interessante porque ele mostra uma situação clássica de recuperação dentro de uma tendência principal ainda baixista.
As marcações de Fibonacci e da LTB ajudam muito na leitura.
1. Semanal (o gráfico que manda)
Médias
Preço: US$ 86,45
MME9: US$ 84,09
MM21: US$ 92,69
Temos:
✅ Preço acima da MME9
❌ Preço abaixo da MM21
❌ MM21 ainda descendente
⚠️ MME9 abaixo da MM21
Interpretação
O semanal melhorou bastante.
O preço saiu de aproximadamente:
US$ 70 → US$ 86
e conseguiu recuperar a MME9 semanal.
Mas ainda não recuperou a MM21.
O semanal saiu do modo "fortemente vendedor" e entrou em recuperação.
Ainda não considero tendência de alta.
2. Fibonacci
Você marcou o movimento:
113,65 → 70,22
Os níveis importantes são:
23,6% = 80,47
38,2% = 86,81
50% = 91,94
61,8% = 97,06
O detalhe mais importante:
O Brent está exatamente no 38,2%
Preço atual:
US$ 86,45
Fibonacci 38,2:
US$ 86,81
Isso é extremamente relevante.
3. Diário
Médias
Preço = US$ 86,42
MME9 = US$ 82,41
MM21 = US$ 77,05
Temos:
✅ Preço acima da MME9
✅ Preço acima da MM21
✅ MME9 acima da MM21
✅ Ambas subindo
O diário está claramente comprador.
4. O que aconteceu?
Vejo claramente um:
9.1 de compra
Aconteceu quando:
a MME9 virou para cima;
o preço rompeu a máxima do candle de virada;
iniciou a recuperação.
Esse setup já está maduro.
5. O movimento está esticado?
Essa é a pergunta principal.
Preço:
86,42
MME9:
82,41
Diferença:
≈ 4,8%
⚠️ Sim.
Começa a ficar relativamente esticado.
Não é extremo.
Mas definitivamente não é uma entrada confortável.
6. A LTB
A linha pontilhada descendente foi rompida.
Isso é um ponto positivo.
Antes:
❌ tendência de baixa;
Agora:
✅ rompimento da LTB.
✅ reteste realizado.
✅ continuação da recuperação.
7. Resistência principal
Sem dúvida:
US$ 86,80
(Fibonacci 38,2%)
O mercado está exatamente testando essa região.
É normal aparecer realização aqui.
Próxima resistência
US$ 91,90
(Fibonacci 50%)
Essa é a região que eu observaria caso o 38,2% seja vencido.
8. Volume
O volume aumentou durante a recuperação dos US$ 70.
Isso dá credibilidade ao movimento.
Não parece apenas um repique técnico.
9. Existe compra nova?
Aqui eu teria cautela.
Por quê?
Porque o mercado:
✅ já andou muito;
✅ está no Fibo 38,2%;
✅ está quase 5% acima da MME9 diária.
Não gosto de perseguir um movimento que já veio esticado.
10. Melhor cenário
Eu preferiria:
Cenário A
Rompimento de:
US$ 86,80
com volume.
Ou
Cenário B
Pullback para:
US$ 82–83
(MME9 diária)
e formação de PC ou 9.2.
Nota
Diário
8,5/10
Semanal
6,5/10
Consolidado
7,8/10
Conclusão objetiva
Minha leitura é:
✅ Diário comprador.
✅ 9.1 funcionou muito bem.
✅ LTB rompida.
✅ Recuperação forte desde US$ 70.
Mas:
⚠️ Está exatamente na resistência do Fibonacci 38,2% (US$ 86,81).
⚠️ Está relativamente afastado da MME9 diária.
⚠️ O semanal ainda está abaixo da MM21 em US$ 92,69.
O Brent está em recuperação consistente, porém entrando numa zona onde eu ficaria mais inclinado a conduzir lucros do que iniciar posição nova.
O nível que decide o próximo movimento é US$ 86,80. Se romper e sustentar acima dele, o alvo técnico natural passa a ser a região de US$ 91,90–92,00, que coincide com o Fibonacci 50% e com a MM21 semanal.
Analisando o Brent (semanal + diário)Visão Geral
O que mais chama atenção é que o Brent fez um movimento muito forte:
Fundo próximo de US$ 71
Reação até US$ 85
Alta superior a 15% em poucas semanas
Esse movimento impacta diretamente empresas ligadas ao petróleo, como PETR4, motivo pelo qual vale acompanhar ambos os gráficos juntos.
Gráfico Diário
Tendência
Temos:
EMA 9 = 79,06
SMA 21 = 76,09
Preço = 83,41
✅ Preço acima das médias
✅ EMA 9 acima da MM21
✅ Médias inclinadas para cima
Portanto, a tendência diária é claramente de alta.
O que aconteceu nos últimos pregões?
O Brent fez:
Forte rompimento dos 75 dólares.
Aceleração até 85 dólares.
Pequena realização.
Novo teste dos 85 dólares.
Isso mostra que os compradores continuam controlando o curto prazo.
Existe exaustão?
Talvez no curtíssimo prazo.
Vejo:
candles menores perto de 85
região que já atuou como resistência recentemente
Mas ainda não há sinal gráfico claro de reversão.
Por enquanto parece apenas uma consolidação após uma forte pernada de alta.
Gráfico Semanal
Estrutura
Aqui a leitura muda um pouco.
Temos:
EMA 9 = 82,86
SMA 21 = 91,89
Preço = 83,43
✅ Rompeu a EMA 9 semanal.
❌ Continua abaixo da MM21 semanal.
O que isso significa?
Diário muito forte.
Semanal ainda dentro de uma recuperação após uma queda significativa.
Resistências
Primeira resistência
85 dólares
Região que está sendo testada agora.
Resistência principal
MM21 semanal.
Próxima de:
91-92 dólares
Essa é a grande barreira técnica do gráfico semanal.
Suportes
Curto prazo
EMA 9 diária
Próxima de:
79 dólares
Médio prazo
76 dólares
Onde passa a MM21 diária.
Forte
71-72 dólares
Último fundo importante.
Entradas novas passam a ter uma relação risco/retorno menos favorável justamente porque o preço já está relativamente distante da MM21 diária.
Relação com PETR4
O gráfico do Brent ajuda a explicar a força recente da Petrobras.
Enquanto o Brent permanecer:
acima da EMA 9 diária;
acima de 79 dólares;
a leitura continua positiva para o petróleo.
Isso favorece a manutenção da recuperação de PETR4.
Se o Brent romper os 85 dólares, aumenta bastante a chance de PETR4 tentar buscar as resistências que comentamos anteriormente.
Minha nota
Diário: ⭐⭐⭐⭐⭐ (5/5)
Semanal: ⭐⭐⭐ (3/5)
Conjunto: ⭐⭐⭐⭐ (4/5)
Minha leitura é:
O Brent está forte no curto prazo e ainda não mostra sinais claros de reversão. O ponto decisivo agora é o rompimento da região de US$ 85. Se conseguir superar essa faixa, o semanal ganha força para buscar a MM21 próxima de US$ 92. Se falhar, o cenário mais provável passa a ser uma correção ou consolidação entre US$ 79 e US$ 85 antes de definir o próximo movimento.
Morning Call - 13/07/2026 - Irã volta a fechar Estreito de OrmuzAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
Agenda de Autoridades:
6:25 – USA – Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed (Vota)
13:30 – USA – Christopher Waller, governador do Conselho do Fed (Vota)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em queda nesta segunda-feira, à medida que uma nova escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã no Golfo Pérsico deteriora o sentimento dos traders, impulsiona os preços do petróleo enquanto ocorre uma forte realização de lucros nas ações do setor de semicondutores.
Forças americanas e iranianas trocaram intensos ataques com mísseis e drones ao longo do fim de semana e na madrugada desta segunda-feira. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter atingido instalações militares dos EUA no Bahrein e no Kuwait, destruído sistemas de radar em Omã e atacado tanques de combustível e depósitos de munição na Base Aérea Príncipe Hassan, na Jordânia, em resposta às ofensivas americanas.
Os Estados Unidos, por sua vez, informaram ter conduzido ataques contra sistemas de defesa aérea iranianos, radares costeiros, plataformas de lançamento de mísseis e drones, além de embarcações militares de pequeno porte, empregando aeronaves, navios de guerra e drones.
A intensificação e a ampliação geográfica dos confrontos aumentaram as dúvidas sobre a viabilidade do acordo provisório firmado no mês passado entre Washington e Teerã, que previa a reabertura do Estreito de Ormuz e um período de 60 dias de negociações para buscar o fim definitivo do conflito.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotou um tom duro ao comentar os ataques. "Estamos dando uma surra neles", afirmou, acrescentando que considera o cessar-fogo praticamente encerrado, embora tenha mantido aberta a possibilidade de retomada das negociações.
Do lado iraniano, o presidente do Parlamento, Mohammad Baqer Qalibaf, também elevou o tom. Em publicação na rede social X, escreveu: "A era dos acordos unilaterais acabou. Nós avisamos: cumpram a palavra ou paguem o preço. A realidade está batendo à porta."
O retorno do bloqueio de fato ao Estreito de Ormuz elevou as preocupações com a oferta global de energia, impulsionando o petróleo Brent em cerca de 3%, para a região de US$ 78 por barril.
No mercado acionário, os contratos futuros do Nasdaq ACTIVTRADES:USATEC lideram as perdas, refletindo a forte pressão sobre as empresas ligadas à inteligência artificial e aos semicondutores.
As fabricantes de chips de memória figuram entre as maiores quedas do pré-mercado. As ações da Micron Technology recuam 5,2%, enquanto Western Digital, Seagate e Sandisk perdem entre 4,8% e 6,6%. Os ADRs da sul-coreana SK Hynix caem 9,3%, ampliando a realização de lucros após a estreia da companhia na Nasdaq na última sexta-feira. O ETF iShares Semiconductor também recua cerca de 2,7%.
A temporada de balanços do segundo trimestre ganha força nesta semana, com resultados de grandes instituições financeiras como JPMorgan Chase, Goldman Sachs e Morgan Stanley. Empresas como Netflix, General Electric e UnitedHealth também divulgarão seus números nos próximos dias.
Segundo dados da LSEG IBES, o mercado projeta crescimento de 23,7% nos lucros das empresas que compõem o S&P 500 em relação ao segundo trimestre do ano passado.
Na agenda econômica, o foco estará nos principais indicadores de inflação e atividade dos Estados Unidos. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) será divulgado na terça-feira e poderá alterar as expectativas para a trajetória da política monetária. Na sequência, os investidores acompanharão o Índice de Preços ao Produtor (PPI), na quarta-feira, e as vendas no varejo, na quinta.
Também permanece no radar o Federal Reserve. O presidente da instituição, Kevin Warsh, fará nesta terça-feira seu primeiro depoimento sobre política monetária perante o Congresso americano, enquanto o diretor Christopher Waller discursará ainda nesta segunda-feira sobre as perspectivas para a economia dos Estados Unidos.
Atualmente, os mercados seguem precificando pelo menos um aumento de 25 pontos-base na taxa básica de juros do Federal Reserve até o final deste ano.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em leve alta nesta segunda-feira, mesmo com a escalada das tensões no Oriente Médio, que voltou a interromper o tráfego pelo Estreito de Ormuz e impulsionou os preços do petróleo.
O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avança cerca de 0,1%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, sobe 0,2%.
Com o petróleo Brent registrando alta superior a 3%, as ações do setor de energia lideram os ganhos na região. Em Londres, a Shell avança 0,8%, enquanto a BP sobe cerca de 2%, acompanhando a valorização da commodity.
Na direção oposta, os setores mais sensíveis ao custo da energia operam sob pressão. O segmento de viagens e lazer recua 0,6%, figurando entre os piores desempenhos do dia, com Lufthansa, Ryanair e TUI registrando perdas entre 1,2% e 2,3%.
As ações de tecnologia também enfraquecem, com o setor recuando 0,9%, acompanhando o movimento de realização observado nas bolsas asiáticas. O sentimento foi afetado pela forte queda de 15,3% das ações da SK Hynix após a estreia de seus ADRs na Nasdaq na última sexta-feira, reacendendo preocupações sobre as elevadas avaliações das empresas ligadas à inteligência artificial.
Segundo David Morrison, analista sênior de mercado da Trade Nation: "Os traders estão voltando sua atenção para o início da temporada de balanços, e a ASML será um dos primeiros grandes testes para o setor de tecnologia."
Na frente de política monetária, os mercados seguem precificando pelo menos mais um aumento de 25 pontos-base nas taxas de juros tanto pelo Federal Reserve quanto pelo Banco Central Europeu ainda este ano. Nesta semana, as atenções também estarão voltadas para o primeiro depoimento do presidente do Fed, Kevin Warsh, ao Congresso desde que assumiu o comando da instituição, em busca de novos sinais sobre a trajetória da política monetária.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana em forte queda, pressionados pela escalada das tensões no Oriente Médio e pela renovação das preocupações com as elevadas avaliações das empresas ligadas à inteligência artificial.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi TVC:KOSPI despencou 9%, retornando ao menor nível desde 4 de maio, após uma intensa realização de lucros no setor de semicondutores. As ações da fabricante de chips de memória SK Hynix caíram mais de 15%, refletindo a realização de lucros após a estreia de seus ADRs na Nasdaq na última sexta-feira. Sua principal concorrente, a Samsung Electronics, recuou 10,7%.
Para Han Ji-young, analista da Kiwoom Securities: "Apesar da bem-sucedida abertura de capital da SK Hynix nos Estados Unidos, as preocupações de que o ciclo dos chips de memória esteja no pico ainda não foram dissipadas."
No Japão, o Nikkei 225 TVC:NI225 recuou 1,9%, pressionado pelas perdas das empresas de tecnologia. As ações da Advantest, Tokyo Electron e Kioxia caíram 3,4%, 2,3% e 12,9%, respectivamente.
Além da realização de lucros no setor de tecnologia, o avanço dos preços do petróleo também pesou sobre o sentimento dos traders. Segundo Daisuke Hashizume, analista sênior da Daiwa Securities: "O mercado estava preocupado com o aumento dos custos provocado pela alta do petróleo, justamente no momento em que se inicia a temporada de resultados das empresas japonesas."
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 recuou 0,2%, embora as ações da TSMC tenham avançado 1% após a companhia divulgar receita recorde no segundo trimestre. Entre abril e junho, a maior fabricante de semicondutores do mundo registrou faturamento de US$ 39,62 bilhões, alta de 36% em relação ao mesmo período do ano anterior, superando ligeiramente as estimativas do mercado. A empresa divulgará seus resultados completos na quinta-feira, quando também atualizará suas projeções para o restante do ano. As ações da TSMC acumulam valorização de 57% em 2026.
Na China continental, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 e China A50 FTSE:XIN9 recuaram até 3,5%, acompanhando o movimento de aversão ao risco observado na região. Na contramão, o Hang Seng HSI:HSI , de Hong Kong, conseguiu sustentar leve alta de 0,2%.
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO encerrou próximo da estabilidade. O desempenho positivo do setor financeiro compensou parcialmente as perdas das empresas de mineração, limitando as oscilações do principal índice do país.
Morning Call - 09/07/2026 - Trump: Irã quer fazer um acordo!Agenda de Indicadores:
9:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
11:00 – USA – Vendas de Casas Usadas
14:00 – USA – Leilão de T-Bond de 30 anos
Agenda de Autoridades:
10:00 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota)
14:30 – USA – Lorie Logan, do Fed de Dallas (Vota)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em leve alta nesta quinta-feira, com os mercados globais se estabilizando após a escalada das tensões no Oriente Médio, enquanto a queda dos preços do petróleo ajuda a aliviar parte da aversão ao risco observada na sessão anterior.
As Forças Armadas dos Estados Unidos informaram que realizaram novos ataques contra alvos iranianos na quarta-feira, alegando que a operação teve como objetivo garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz. Em resposta, o Irã afirmou ter lançado ataques contra alvos militares americanos no Kuwait e no Bahrein, intensificando novamente o conflito e colocando em risco os esforços para restabelecer um cessar-fogo duradouro.
A escalada ocorreu poucas horas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarar que considerava "encerrado" o acordo provisório firmado com Teerã para reduzir as hostilidades.
Apesar da deterioração do cenário geopolítico, os contratos futuros do petróleo recuam cerca de 1%, devolvendo parte dos fortes ganhos registrados na sessão anterior e se afastando das máximas de duas semanas.
Segundo Mark Haefele, diretor de investimentos da UBS Global Wealth Management:
"Sempre acreditamos que o caminho para um acordo de paz duradouro seria irregular, com episódios recorrentes de tensão capazes de provocar períodos de maior volatilidade nos mercados. Ainda assim, continuamos avaliando que ambos os lados possuem fortes incentivos para manter o Estreito de Ormuz aberto ao tráfego marítimo."
A retração dos preços da energia contribui para melhorar o sentimento dos investidores, embora permaneça a preocupação de que uma interrupção prolongada no fluxo de petróleo pelo Oriente Médio possa reacender as pressões inflacionárias globais.
No campo da política monetária, a ata da última reunião do Federal Reserve, divulgada na quarta-feira, mostrou que, embora a autoridade monetária tenha mantido as taxas de juros inalteradas, alguns dirigentes chegaram a defender uma nova alta antes de prevalecer a decisão de manter a política monetária estável.
Haefele avalia que o Fed deverá preservar uma postura cautelosa por mais algum tempo.
"Embora seja provável que os formuladores de política monetária mantenham uma postura restritiva no curto prazo, a comunicação tende a se tornar gradualmente menos agressiva à medida que ganhem confiança de que os efeitos secundários da inflação permanecerão limitados."
Atualmente, os mercados seguem precificando pelo menos um aumento de 25 pontos-base na taxa básica de juros até o fim do ano.
Na agenda econômica, os investidores acompanham a divulgação dos pedidos semanais de auxílio-desemprego, prevista para 8h30 (horário de Brasília), em busca de novos sinais sobre a resiliência do mercado de trabalho americano. Também está previsto para hoje um discurso do presidente do Federal Reserve de Nova York, John Williams.
O sentimento também encontra suporte no setor de tecnologia após notícias de que a China poderá permitir que empresas locais de inteligência artificial tenham acesso limitado aos chips H200, da Nvidia. A medida reforça a expectativa de que a demanda global por infraestrutura de IA permaneça robusta, beneficiando toda a cadeia de semicondutores.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta nesta quinta-feira, impulsionados pela recuperação das ações de tecnologia, enquanto os traders acompanham os desdobramentos no Oriente Médio após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o Irã demonstra interesse em retomar as negociações.
O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avança cerca de 0,5%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, sobe 0,3%. A exceção entre os principais mercados da região é o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, que recua 0,7%, pressionado pelas incertezas no cenário político doméstico.
No Reino Unido, o líder trabalhista Andy Burnham, apontado como provável sucessor de Keir Starmer no cargo de primeiro-ministro a partir de 20 de julho, afirmou que pretende utilizar o aumento dos investimentos em defesa como instrumento para impulsionar a reindustrialização do país, priorizando a produção doméstica de equipamentos militares em detrimento das importações.
No campo geopolítico, os preços do petróleo voltaram a recuar após Trump declarar que o Irã estaria disposto a "fechar um acordo", amenizando temporariamente as preocupações com uma nova escalada do conflito.
O setor de tecnologia lidera os ganhos do STOXX 600, com alta de 1,8%, impulsionado principalmente pelas empresas ligadas à cadeia global de semicondutores. As ações da Siltronic, Soitec e ASML avançam 10,5%, 4,5% e 2,6%, respectivamente.
Segundo Fiona Cincotta, analista sênior de mercado da City Index: "As notícias positivas relacionadas ao comércio e à inteligência artificial continuam sustentando o apetite por risco. Ao mesmo tempo, os investidores parecem estar menos sensíveis aos desdobramentos entre Estados Unidos e Irã, encarando a volatilidade geopolítica como parte de um processo longo e instável até um eventual acordo mais abrangente."
O índice IBEX 35 ACTIVTRADES:ESP35 , da Espanha, lidera os ganhos entre os principais mercados europeus, com alta de 1,2%, recuperando parte das perdas da sessão anterior. O movimento ocorre após Trump amenizar o tom em relação ao país, dias depois de anunciar a suspensão das relações comerciais e criticar a contribuição espanhola para os gastos da OTAN.
Na ponta oposta, o setor de saúde registra o pior desempenho do dia, com queda de 1,5%. As ações da AstraZeneca despencam 9,1% depois que o medicamento Wainua, desenvolvido em parceria com a americana Ionis Pharmaceuticals, não atingiu o principal objetivo de um estudo clínico de fase final para doenças neurológicas.
Entre os destaques corporativos positivos, a Computacenter dispara 11% após elevar sua projeção para os resultados do exercício, citando a forte demanda por infraestrutura de tecnologia voltada à inteligência artificial.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a quinta-feira majoritariamente em alta, com as ações do setor de semicondutores retomando os ganhos, enquanto a escalada dos preços do petróleo reacendeu preocupações com a inflação e impulsionou os rendimentos dos títulos públicos na região.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi TVC:KOSPI avançou 0,6%, impulsionado pela valorização de 5,3% das ações da SK Hynix. A fabricante de chips de memória, que prepara um IPO nos Estados Unidos avaliado em cerca de US$ 28 bilhões, registrou uma demanda superior a sete vezes o volume de ações ofertado, evidenciando o forte interesse dos traders por uma das empresas mais estratégicas da cadeia global de inteligência artificial.
Já sua principal concorrente, a Samsung Electronics, encerrou o pregão com alta mais modesta, de 0,2%, enquanto a maior parte dos demais setores da bolsa sul-coreana registrou desempenho negativo.
No Japão, o Nikkei 225 TVC:NI225 subiu 1,4%, impulsionado pelo forte desempenho das empresas ligadas à cadeia de semicondutores. As ações da Kioxia e da Advantest avançaram 8,3% e 5,9%, respectivamente.
No mercado de renda fixa, a pressão sobre os juros continuou. O rendimento do título do governo japonês de 10 anos atingiu 2,9%, o maior patamar desde 1996, refletindo a preocupação dos traders com a possibilidade de uma inflação mais persistente diante da alta dos preços da energia.
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 recuou 0,7%, pressionado pela queda de 2% nas ações da TSMC, maior fabricante de semicondutores do mundo.
Na China continental, o desempenho foi positivo. Os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 e China A50 FTSE:XIN9 avançaram até 3%, impulsionados pela recuperação das ações de tecnologia. Em contrapartida, na ilha de Hong Kong, o Hang Seng HSI:HSI recuou 0,7%, em um movimento de realização de lucros após os fortes ganhos registrados nas últimas sessões.
Segundo Chris Weston, chefe de pesquisa da Pepperstone: "Neste momento, o mercado ainda parece inclinado a acreditar que o conflito com o Irã acabará sendo desescalado e que as negociações em torno do memorando de entendimento serão retomadas. No entanto, os traders entendem que é necessário manter cautela. A situação continua extremamente volátil e o momento dos próximos desdobramentos permanece altamente incerto."
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO caiu 0,3%, pressionado principalmente pelas ações de mineração, enquanto o setor financeiro também encerrou o dia em terreno negativo.
Morning Call - 08/07/2026 - Fim do Acordo de Paz: Petróleo SobeAgenda de Indicadores:
9:00 –BRA – Vendas no Varejo
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
12:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Ata do FOMC
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — registram forte queda nesta quarta-feira, com os contratos futuros do Nasdaq atingindo o menor nível em quatro semanas, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarar que o memorando de entendimento destinado a encerrar a guerra com o Irã está "encerrado". A declaração impulsionou os preços do petróleo e elevou a aversão ao risco nos mercados globais.
Falando em Ancara, antes da cúpula da OTAN, na Turquia, Trump afirmou que não tem interesse em retomar as negociações com Teerã, aumentando os temores de uma nova escalada militar no Oriente Médio e colocando em xeque o frágil cessar-fogo firmado entre os dois países.
Em resposta, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter lançado ataques contra alvos militares americanos no Bahrein e no Kuwait, depois que os Estados Unidos realizaram uma nova série de bombardeios contra posições iranianas. Washington informou que a ofensiva foi uma retaliação aos recentes ataques contra petroleiros que transitavam pelo Estreito de Ormuz.
A deterioração do cenário geopolítico impulsionou o mercado de energia. O petróleo Brent avançou para US$ 78,50 por barril, o maior nível desde 22 de junho, enquanto o WTI voltou a ser negociado acima de US$ 74,00 por barril.
Embora os preços permaneçam bem abaixo do pico de aproximadamente US$ 120 registrado durante o auge do conflito, a nova alta reacendeu preocupações com pressões inflacionárias, especialmente em um momento de estoques globais mais apertados após meses de interrupções no fornecimento.
Os riscos foram reforçados por dados divulgados nesta semana mostrando que os estoques da Reserva Estratégica de Petróleo dos Estados Unidos caíram ao menor nível desde 1983, reduzindo a capacidade do país de responder rapidamente a novos choques de oferta.
O fluxo de embarcações pelo Estreito de Ormuz permaneceu fortemente comprometido. Apenas 16 navios atravessaram a passagem na terça-feira, o menor volume registrado em quase três semanas, bem abaixo da média recente de 25 a 40 embarcações por dia observada ao longo da última semana.
Antes do início do conflito, o tráfego diário girava em torno de 125 embarcações, evidenciando que a principal rota marítima para o transporte global de petróleo continua operando muito abaixo de sua capacidade normal.
No pré-mercado, as ações do setor de energia figuram entre as poucas em alta. A Chevron avança 2,4%, a Exxon Mobil sobe 3% e a ConocoPhillips ganha 2,2%. Entre as produtoras independentes, Devon Energy, Occidental Petroleum, APA Corp e Diamondback Energy registram altas entre 2,5% e 4,2%.
O aumento da aversão ao risco também impulsiona o índice de volatilidade VIX, conhecido como o "índice do medo" de Wall Street, que sobe cerca de 13%, registrando sua maior alta diária em mais de um mês, embora ainda permaneça abaixo dos picos observados em março.
Além da geopolítica, os traders acompanham a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve, que poderá oferecer novos sinais sobre como os dirigentes do banco central avaliam os impactos da alta dos preços da energia sobre a inflação e as perspectivas para a atividade econômica.
Segundo a ferramenta FedWatch, do CME Group, o mercado continua precificando pelo menos um aumento de 25 pontos-base na taxa básica de juros até o fim de 2026, refletindo a expectativa de que uma inflação mais persistente possa exigir a manutenção de uma política monetária restritiva por mais tempo.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — recuam para os menores níveis em uma semana nesta quarta-feira, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarar que o acordo preliminar para encerrar a guerra com o Irã está encerrado. A deterioração do cenário geopolítico impulsionou os preços do petróleo e reacendeu preocupações com inflação e crescimento econômico.
A queda é disseminada entre os principais setores da bolsa europeia. O setor de defesa lidera as perdas, com recuo de 3,5%, enquanto o setor de petróleo e gás avança cerca de 2%, acompanhando a alta de aproximadamente 5% nos preços do petróleo bruto.
O avanço da energia pressionou empresas mais sensíveis ao custo dos combustíveis. As ações da Air France e da Wizz Air caem mais de 5%, enquanto o setor automotivo recua 3,3%. A Lufthansa lidera as perdas entre as companhias aéreas, com queda de 5,4%, após o Citigroup rebaixar a recomendação da ação de "neutra" para "venda".
Antes da cúpula da OTAN, realizada na Turquia, Trump afirmou que não vê mais sentido em negociar com Teerã, poucas horas depois de uma nova troca de ataques entre Estados Unidos e Irã e da decisão de Washington de revogar a licença que permitia ao país persa exportar petróleo. "No que me diz respeito, é uma perda de tempo lidar com eles", declarou o presidente americano.
Para Susannah Streeter, estrategista-chefe de investimentos do Wealth Club, a escalada representa um revés significativo para os mercados: "Esse é um grande retrocesso, justamente quando o mundo começava a respirar aliviado com a perspectiva de uma solução duradoura. A nova alta dos preços do petróleo recoloca a inflação no centro das preocupações, enquanto o barril de pólvora do Oriente Médio volta a ameaçar a estabilidade dos mercados."
Até o início desta semana, os investidores vinham reduzindo as apostas em novos aumentos de juros pelo Banco Central Europeu, após dirigentes da instituição indicarem que os riscos para inflação e crescimento estavam mais equilibrados na sequência do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã.
Com a deterioração do cenário geopolítico, entretanto, essa percepção mudou rapidamente. Os mercados agora precificam aproximadamente 38 pontos-base de aperto monetário adicional pelo BCE até o fim do ano, ante cerca de 25 pontos-base estimados na sessão anterior.
Entre as principais bolsas da região, a Espanha registra o pior desempenho. O índice espanhol recua 2,3%, atingindo o menor nível em três semanas, após Trump afirmar que determinou ao secretário do Tesouro, Scott Bessent, a suspensão das relações comerciais com o país, classificando Madri como um "parceiro terrível" dentro da OTAN.
No setor de tecnologia, o desempenho permanece misto após o forte rali impulsionado pela inteligência artificial no segundo trimestre. As ações da ASML operam próximas da estabilidade, enquanto a fabricante de equipamentos para semicondutores Aixtron recua mais de 2%, refletindo a continuidade da realização de lucros no segmento.
Morning Call - 06/07/2026 - OPEP Anuncia Aumento de ProduçãoAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
10:45 – USA – PMI de Serviços S&P Global
11:00 – USA – PMI de Serviços ISM
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLQ2026
Estados Unidos
Os CFDs dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta segunda-feira, com o setor de semicondutores ensaiando uma recuperação após a realização de lucros da semana passada, enquanto a queda dos preços do petróleo continua sustentando o apetite por ativos de risco no início do segundo semestre.
Os preços do petróleo permanecem pressionados após a OPEP+ anunciar um novo aumento nas metas de produção. Ao mesmo tempo, a navegação pelo Estreito de Ormuz segue relativamente normal, apesar da ausência de avanços concretos nas negociações entre Estados Unidos e Irã. Esse cenário contribuiu para reduzir o prêmio de risco embutido nos preços da energia.
Os contratos do petróleo Brent recuam cerca de 0,5%, sendo negociados ao redor de US$ 71,70 por barril, próximos dos menores níveis dos últimos quatro meses.
A combinação entre a queda dos preços da energia e a melhora do sentimento dos investidores favoreceu uma rotação setorial em Wall Street. Após meses de liderança das empresas ligadas à inteligência artificial, setores mais tradicionais, como saúde, indústria e financeiro, passaram a apresentar desempenho superior, reforçando a percepção de que a recuperação do mercado está se tornando mais ampla e menos concentrada nas gigantes de tecnologia.
Ainda assim, o segmento de semicondutores volta a mostrar sinais de estabilização. No pré-mercado, as fabricantes de chips de memória Western Digital, Seagate Technology e Micron Technology avançam 5,5%, 4,4% e 3,4%, respectivamente, recuperando parte das perdas recentes.
No campo macroeconômico, a política monetária do Federal Reserve continua no centro das atenções. Após um relatório de emprego mais fraco do que o esperado na última semana, os investidores reduziram ligeiramente as apostas em novas altas dos juros nos Estados Unidos.
Segundo a ferramenta FedWatch, do CME Group, o mercado atribui agora 24% de probabilidade de uma elevação de 25 pontos-base na reunião de 29 de julho, abaixo dos cerca de 30% observados uma semana antes. Para a reunião de setembro, a probabilidade caiu para aproximadamente 44%, ante 48,3% na semana passada.
Mesmo com essa redução nas expectativas, o mercado continua avaliando uma postura mais restritiva do banco central desde a última reunião do FOMC, a primeira sob a presidência de Kevin Warsh.
A divulgação da ata dessa reunião, prevista para quarta-feira, será acompanhada de perto pelos investidores em busca de detalhes sobre o debate interno do comitê, especialmente em relação ao impacto da queda dos preços da energia sobre a inflação e ao grau de consenso entre os dirigentes quanto aos próximos passos da política monetária.
A temporada de balanços do segundo trimestre também começa a ganhar protagonismo. Os resultados corporativos serão determinantes para avaliar se o forte ciclo de investimentos em inteligência artificial continua sustentando o crescimento dos lucros. Nesta semana, Delta Air Lines e PepsiCo estarão entre as primeiras grandes companhias a divulgar seus números.
Na agenda de autoridades monetárias, o diretor do Federal Reserve, Christopher Waller, participa de um evento em Roma ainda nesta segunda-feira. Na quinta-feira, será a vez do presidente do Fed de Nova York, John Williams, enquanto Kevin Warsh prestará depoimento ao Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes na próxima semana.
Entre os indicadores econômicos, o destaque do dia será a divulgação do ISM de Serviços. A expectativa do mercado é de uma leve desaceleração do índice para 54 pontos, nível que ainda indica expansão da atividade e que poderá oferecer novas pistas sobre o ritmo da economia americana em uma semana de agenda relativamente esvaziada.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção única nesta segunda-feira, com parte dos mercados renovando máximas históricas após o forte desempenho registrado na semana anterior. O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 , da zona do euro, o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, e o SMI ACTIVTRADES:SWI20 , da Suíça, atingiram novos recordes intradiários.
A recuperação das bolsas europeias ganhou força nas últimas semanas à medida que a alta deixou de ficar concentrada nas empresas de tecnologia e passou a incluir setores mais cíclicos, como indústria, bancos e consumo. A redução das tensões no Oriente Médio, acompanhada pela queda dos preços do petróleo, também favoreceu uma maior disposição dos traders em assumir risco.
Com o início da temporada de balanços se aproximando, a atenção do mercado passa a se concentrar nos resultados corporativos do segundo trimestre, que deverão oferecer um teste importante para as elevadas expectativas em torno da inteligência artificial.
Para Mohit Kumar, economista da Jefferies, a temporada de resultados será determinante para confirmar se o forte ciclo de investimentos em IA continua sustentado pelos fundamentos.
"Os traders questionam se os elevados investimentos em inteligência artificial serão capazes de gerar o retorno esperado ou se o setor já apresenta sinais de excesso de capacidade. Nossa visão permanece construtiva. Enquanto os investimentos continuarem avançando, as empresas ligadas à IA tendem a seguir apresentando desempenho superior."
Entre os destaques corporativos, as ações da easyJet dispararam 10% depois que a companhia aérea britânica confirmou ter aceitado, em princípio, uma oferta de aquisição revisada da gestora americana Castlelake, que avalia a empresa em até US$ 7,34 bilhões.
O setor de defesa também figurou entre os destaques positivos do pregão, avançando 1,3%. O movimento reflete a continuidade da guerra entre Rússia e Ucrânia, que mantém elevadas as expectativas de aumento dos gastos militares na Europa e sustenta o interesse pelas empresas do segmento.
Na agenda macroeconômica, os dados mostraram que as vendas no varejo da zona do euro cresceram 1,6% na comparação anual, ligeiramente acima da expectativa de 1,5%, indicando resiliência do consumo. Ao mesmo tempo, o Índice de Preços ao Produtor (IPP) acelerou de 5,0% para 5,9% em doze meses, reforçando a percepção de que as pressões inflacionárias ainda permanecem elevadas.
Diante desse cenário, o mercado continua precificando pelo menos mais uma elevação de 25 pontos-base na taxa básica de juros do Banco Central Europeu até o final do ano, à medida que a instituição busca assegurar a convergência da inflação para sua meta de 2%.
Entre outras movimentações, a Airbus avançou 1,3% após informações de fontes do setor indicarem que a fabricante estabeleceu uma meta interna de 900 entregas de aeronaves em 2026. A projeção supera a estimativa oficial atualmente divulgada pela empresa, de 870 aeronaves.
As ações da Ferrari subiram 2,8% após a montadora anunciar uma edição limitada de um novo modelo equipado com motor V12 e câmbio manual, iniciativa que foi bem recebida pelos investidores depois da reação negativa ao lançamento de seu primeiro veículo totalmente elétrico no início deste ano.
No setor financeiro, o JPMorgan elevou sua recomendação para as ações gregas de "neutra" para "acima da média do mercado", citando a expectativa de que a inclusão de novos papéis do país nos índices STOXX possa atrair aproximadamente US$ 1 bilhão em fluxos internacionais ao longo deste ano.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana majoritariamente em baixa, refletindo um movimento global de rotação de carteiras. Após o forte desempenho das ações ligadas à inteligência artificial no segundo trimestre, traders realizaram parte dos lucros no setor de tecnologia e aumentaram a exposição a segmentos mais tradicionais, como financeiro, consumo e commodities.
Na China continental, o índice Shanghai SSE:000001 encerrou próximo da estabilidade, enquanto o Shenzhen SZSE:399001 recuou mais de 1%. Já o China A50 FTSE:XIN9 avançou 0,3%.
O mercado também reagiu à entrada em vigor de novas regras para negociação de ações. As mudanças incluem a introdução de mecanismos de formação de mercado no segmento ChiNext, da Bolsa de Shenzhen, além do aprimoramento das regras para negociações em bloco. Paralelamente, a Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China propôs alterações destinadas a facilitar o refinanciamento de dívidas por empresas listadas, em mais uma iniciativa para fortalecer o mercado de capitais do país.
Em Hong Kong, o Hang Seng HSI:HSI destoou do restante da região ao subir 1,1%, interrompendo uma sequência de semanas de perdas. O avanço foi impulsionado por novas medidas regulatórias voltadas ao fortalecimento das empresas listadas e ao aumento da liquidez do mercado.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI recuou 0,5%, pressionado pelo setor de semicondutores. A SK Hynix caiu 3,4%, em meio aos preparativos para sua listagem de American Depositary Receipts (ADRs) na Nasdaq, em uma operação estimada em US$ 29 bilhões.
Na direção oposta, a Samsung Electronics avançou 2,8%, antes da divulgação de seus resultados do segundo trimestre. O consenso de mercado aponta para um lucro operacional cerca de 18 vezes superior ao registrado no mesmo período do ano anterior, refletindo a forte demanda por chips de memória de alta largura de banda utilizados em aplicações de inteligência artificial, que continua sustentando preços elevados e um ambiente de oferta restrita.
No Japão, o Nikkei 225 TVC:NI225 encerrou praticamente estável. O mercado acompanhou a nova desvalorização do iene frente ao dólar, movimento que voltou a alimentar especulações sobre uma possível intervenção das autoridades japonesas no mercado cambial. Ao mesmo tempo, os rendimentos dos títulos públicos japoneses seguiram em alta, com o papel de dez anos atingindo o maior nível desde outubro de 1996.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 recuou 1,2%, pressionado pela realização de lucros nas empresas de tecnologia. O desempenho negativo do setor prevaleceu mesmo com a alta das ações da TSMC, maior fabricante de semicondutores do mundo.
Na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO caiu 0,2%, com perdas concentradas nos setores financeiro e de mineração, refletindo o movimento mais amplo de redução de exposição aos ativos cíclicos da região.
UKOIL CFD de Petróleo Brent em ponto de suporte, gráfico semanalO petróleo é uma das commodities mais importantes do mundo e seu preço é influenciado por diversos fatores, como oferta e demanda, política monetária, crescimento econômico e, principalmente, questões geopolíticas. Por isso, esta análise tem um foco exclusivamente gráfico e não pretende interpretar os acontecimentos macroeconômicos que podem impactar sua cotação.
Pelo gráfico semanal, o UKOIL rompeu um canal de baixa de inclinação moderada. Após esse rompimento, o preço cumpriu o alvo técnico clássico desse tipo de figura, obtido projetando a altura do canal a partir do ponto de rompimento. Em seguida, impulsionado pela volatilidade característica do mercado e pelos acontecimentos recentes envolvendo o Oriente Médio e o Estreito de Ormuz, o preço chegou a ultrapassar essa projeção antes de encontrar uma região de resistência, onde permaneceu lateralizando por algumas semanas.
Agora o cenário mudou. O ativo acumula quatro candles semanais consecutivos com mínimas cada vez mais baixas, indicando uma correção relevante. O mais interessante é que essa movimentação está levando o preço exatamente para a região do antigo rompimento, ou seja, para a linha superior do canal de baixa que anteriormente foi superada.
É justamente esse ponto que chama minha atenção. Em muitos casos, antigas resistências passam a funcionar como suporte, mas isso não é uma regra. Por esse motivo, considero interessante acompanhar o comportamento do preço em um tempo gráfico menor, como o diário, para avaliar se essa região servirá apenas como um pullback antes de uma eventual retomada da alta ou se marcará o início de uma nova tendência de baixa.
Por enquanto, prefiro apenas observar. O mercado é soberano e não faz aquilo que esperamos, faz apenas aquilo que precisa ser feito. Nosso papel é interpretar os sinais e adaptar a leitura conforme novas informações surgem.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
BRENT (UKOIL): Padrão "123 de Compra" Ativado em Suporte CríticoNeste meu estudo de estreia aqui no TradingView, trago uma análise detalhada do Petróleo Brent (UKOIL) no gráfico diário, que acaba de desenhar um cenário técnico altamente favorável para os compradores.
Após uma correção expressiva vinda das máximas de maio, o ativo alcançou uma região de forte confluência técnica:
Suporte Horizontal: O preço testou com precisão a zona de suporte crucial na faixa dos $76.00 - $78.00, que já havia atuado como teto e fundo importante no início deste ano (fevereiro/março).
Média Móvel de 200 Períodos: A MM200 (linha roxa) serviu perfeitamente como suporte dinâmico, segurando a pressão vendedora de curto prazo.
Gatilho Operacional (123 de Compra): Com a mínima mais baixa bem defendida e o rompimento da máxima do candle anterior, tivemos a ativação do padrão clássico 123 de Compra.
Perspectivas:
O fechamento recente mostra entrada de volume comprador (reparem na reação em cima da linha tracejada). O primeiro objetivo técnico dessa reação é buscar o retorno para a região das médias curtas e, posteriormente, testar a zona de consolidação anterior (retângulo vermelho) mais acima.
O cenário altista segue válido enquanto o Brent se mantiver sustentado acima da linha roxa de 200 períodos.
💡 Este estudo possui caráter exclusivamente educacional e ilustrativo, representando minha visão técnica do ativo. Não constitui recomendação de compra ou venda.
Morning Call - 18/06/2026 - Acordo EUA e Irã AssinadoAgenda de Indicadores:
8:00 – UK – Decisão de Taxa de Juros do BoE
9:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
9:30 – USA – Índice de Atividade Industrial do Fed Filadélfia
Brasil
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Copom reduz Selic, fala em inflação mais alta, mas mantém porta aberta para novos cortes
O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,25% ao ano, decisão amplamente esperada pelo mercado. O que surpreendeu, porém, foi a ausência de qualquer indicação explícita de encerramento do ciclo de flexibilização monetária.
O comunicado trouxe um tom mais cauteloso em relação ao cenário econômico. O Banco Central destacou a força da atividade econômica no primeiro trimestre, a resiliência do mercado de trabalho, a deterioração das expectativas de inflação e os riscos adicionais decorrentes das tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Refletindo esse cenário, a autoridade monetária elevou sua projeção para o IPCA no quarto trimestre de 2027 — atual horizonte relevante da política monetária — de 3,5% para 3,7%. Além disso, ampliou o balanço de riscos inflacionários, passando a destacar quatro fatores de alta contra três fatores de baixa.
Entre os riscos altistas, o Copom passou a mencionar explicitamente a possibilidade de estímulos ao consumo sustentarem um crescimento da economia acima do seu potencial, reduzindo a eficácia dos mecanismos tradicionais de transmissão da política monetária.
Em um cenário convencional, a combinação de atividade aquecida, inflação mais elevada e expectativas desancoradas poderia justificar uma interrupção imediata do ciclo de cortes. No entanto, o Comitê optou por manter flexibilidade para as próximas reuniões.
Segundo o BC, a manutenção prolongada dos juros em patamar restritivo já produziu efeitos relevantes sobre a atividade econômica, mas a intensidade total desse processo ainda dependerá da evolução dos indicadores nos próximos meses.
A principal mudança conceitual do comunicado foi a sinalização de uma extensão do horizonte relevante de análise para o início de 2028. O Banco Central argumentou que a trajetória de juros necessária para trazer a inflação à meta no fim de 2027 poderia levar as projeções a ficarem abaixo da meta logo após esse período.
Dessa forma, a instituição passou a defender trajetórias alternativas que permitam a convergência da inflação para a meta no início de 2028 com menor volatilidade da atividade econômica.
Na prática, o comunicado reconhece um cenário inflacionário mais desafiador, mas evita fechar a porta para novos cortes da Selic. Ao não fornecer um guidance explícito de pausa, o Copom preserva liberdade para continuar ajustando a política monetária de acordo com a evolução dos dados econômicos e das expectativas de inflação.
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — avançam nesta sexta-feira, impulsionados pela melhora do sentimento global após a assinatura do acordo provisório entre Estados Unidos e Irã (Veja Abaixo), reduzindo parte das preocupações geopolíticas que dominaram os mercados nos últimos meses e ajudando a compensar os receios em torno de uma possível postura mais restritiva do Federal Reserve sob a liderança de Kevin Warsh.
Os mercados haviam encerrado a sessão de quarta-feira em queda depois que o Fed revisou para cima suas projeções para a trajetória dos juros. Durante sua primeira coletiva como presidente da instituição, Kevin Warsh reforçou o compromisso do banco central com o combate à inflação, enquanto outros membros do comitê indicaram a possibilidade de novas altas dos juros ainda este ano.
Atualmente, os contratos futuros de juros apontam para uma probabilidade próxima de 50% de uma elevação de 25 pontos-base já na reunião de setembro, acima dos cerca de 27% observados antes da divulgação das novas projeções do Fed.
Segundo Mark Haefele, diretor de investimentos da UBS Global Wealth Management: "A combinação de uma nova liderança no Federal Reserve, projeções mais conservadoras e divergências dentro do próprio comitê sugere um ambiente de maior volatilidade para os mercados. O cenário mais provável continua sendo de manutenção dos juros por um período prolongado, até que haja maior clareza sobre o comportamento da inflação e da atividade econômica."
Apesar do tom mais cauteloso do Fed, a forte queda dos preços do petróleo continua oferecendo algum alívio aos traders. O Brent permanece nos menores níveis em mais de três meses, reduzindo parte das preocupações com novas pressões inflacionárias.
O sentimento também foi favorecido pela divulgação do texto do acordo provisório firmado entre Washington e Teerã. O documento formaliza a extensão por mais 60 dias do cessar-fogo firmado em abril e cria uma estrutura para a continuidade das negociações em busca de um acordo definitivo para encerrar o conflito.
No mercado corporativo, a Intel lidera os ganhos do pré-mercado, avançando 9%, após o presidente Donald Trump afirmar que a Apple concordou em colaborar com a companhia no desenvolvimento e fabricação de chips em território americano.
O movimento beneficia todo o setor de tecnologia. As ações da Nvidia avançam cerca de 1%, enquanto Micron Technology e Marvell Technology registram ganhos próximos de 4%.
A recuperação recente dos mercados americanos tem sido sustentada por uma combinação de fatores: crescimento econômico resiliente, expansão dos ganhos para além das grandes empresas de tecnologia, queda dos preços da energia e melhora das perspectivas geopolíticas.
Os dados divulgados na quinta-feira reforçaram essa percepção. As vendas no varejo dos Estados Unidos cresceram acima das expectativas em maio, impulsionadas principalmente pelas vendas de veículos e pelo consumo das famílias, mesmo em um ambiente de preços de combustíveis ainda elevados.
Com isso, os principais índices caminham para encerrar mais uma semana no campo positivo, enquanto investidores monitoram os próximos desdobramentos das negociações entre Estados Unidos e Irã, a evolução da inflação e os sinais do Federal Reserve sobre os próximos passos da política monetária.
O pregão também ocorre na véspera do feriado de Juneteenth nos Estados Unidos, o que tende a reduzir gradualmente a liquidez dos mercados ao longo da sessão.
Versão preliminar de 14 pontos do acordo EUA-Irã
1. O Irã e os Estados Unidos, declaram, mediante a assinatura deste Memorando de Entendimento, o fim imediato e permanente da guerra em todas as frentes, incluindo o Líbano, e comprometem-se a não iniciar, a partir de agora, qualquer ação hostil um contra o outro, e a abster-se da ameaça ou do uso da força um contra o outro. O acordo final confirmará as disposições deste Artigo e dos demais Artigos.
2. O Irã e os Estados Unidos comprometem-se a respeitar a soberania e a integridade territorial um do outro e a abster-se de interferir nos assuntos internos um do outro.
3. O Irã e os Estados Unidos comprometem-se a negociar e chegar a um acordo final num prazo máximo de 60 dias, prorrogável por mútuo consentimento.
4. Imediatamente após a assinatura deste Memorando de Entendimento, os Estados Unidos suspendem o bloqueio naval e impedem qualquer interferência ou obstrução contra a República Islâmica do Irã, e restabelecem o tráfego marítimo em sua capacidade total em um prazo máximo de 30 dias; o tráfego de navios será proporcional ao volume de tráfego pré-guerra por parte da República Islâmica do Irã. Os Estados Unidos também se comprometem a retirar suas forças das áreas circundantes em até 30 dias após o acordo final.
5. Ao assinar este Memorando de Entendimento, o Irã tomará medidas imediatas para garantir que a circulação de navios mercantes do Golfo Pérsico para o Mar de Omã e vice-versa seja retomada, dentro de 30 dias, ao volume anterior à guerra, levando em consideração a necessidade de remoção de obstáculos técnicos e neutralização de minas pelo Irã.
6. Os Estados Unidos comprometem-se, juntamente com seus parceiros regionais, a criar um plano abrangente, acordado por ambas as partes, para a reabilitação e o desenvolvimento econômico do Irã, garantindo um financiamento de pelo menos US$ 300 bilhões. O mecanismo de implementação deste plano, como parte do acordo final, será formulado em 60 dias.
7. Os Estados Unidos comprometem-se a pôr fim, num cronograma a ser acordado como parte do acordo final, a todos os tipos de sanções atualmente impostas ao Irã, incluindo as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas e do Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), bem como a todas as sanções unilaterais dos EUA, tanto primárias quanto secundárias.
8. O Irã reitera que jamais produzirá armas nucleares. O Irã e os Estados Unidos concordaram que o destino do material enriquecido e o destino de todas as demais questões nucleares mutuamente acordadas, incluindo as necessidades nucleares do Irã, serão adequadamente abordados em um acordo final; o acordo final confirmará as disposições deste Artigo.
9. O Irã e os Estados Unidos concordam que, enquanto não houver um acordo final, manterão o status quo: o Irã manterá o status quo em seu programa nuclear, e os Estados Unidos não imporão novas sanções ao Irã nem reforçarão suas forças na região.
10. Os Estados Unidos comprometem-se a que, imediatamente após a assinatura deste Memorando de Entendimento e até a data do levantamento das sanções, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos emitirá isenções para as exportações de petróleo bruto iraniano, produtos petroquímicos e seus derivados, e todos os serviços relacionados, incluindo serviços bancários, de seguros, de transporte e similares.
11. Os Estados Unidos comprometem-se a que, tendo em conta o progresso das negociações para um acordo final, os fundos e ativos congelados ou restritos do Irã sejam liberados e disponibilizados integralmente. Esses fundos, quer estejam na conta principal ou tenham sido transferidos, serão utilizados para qualquer pagamento final ao beneficiário determinado pelo Banco Central do Irã e estarão totalmente disponíveis para uso. Os Estados Unidos comprometem-se a emitir todas as autorizações e licenças necessárias com base nisso.
12. A República Islâmica do Irã e os Estados Unidos concordam que será estabelecido um mecanismo de implementação para supervisionar a implementação bem-sucedida e o compromisso futuro com o Acordo Final.
13. Após a assinatura deste Memorando de Entendimento e mediante o recebimento de garantias quanto ao início da implementação dos Artigos 4, 5, 10 e 11 deste Memorando de Entendimento, e à continuidade da implementação dessas medidas, o Irã e os Estados Unidos iniciarão negociações para um Acordo Final exclusivamente com relação aos Artigos restantes.
14. O acordo final será aprovado por meio de uma resolução vinculativa do Conselho de Segurança da ONU.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção definida nesta quinta-feira, enquanto os traders avaliam as sinalizações mais agressivas do Federal Reserve em relação à inflação e aos juros, ao mesmo tempo em que a queda dos preços do petróleo ajuda a reduzir parte das preocupações com pressões inflacionárias globais.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avança cerca de 0,2%, acompanhado pelo DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, que também sobe aproximadamente 0,2%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, recua perto de 1%, com os traders adotando cautela antes da decisão de política monetária do Banco da Inglaterra.
No campo macroeconômico, os dados do mercado de trabalho britânico surpreenderam positivamente. Os salários cresceram acima das expectativas no trimestre encerrado em abril, enquanto a taxa de desemprego recuou, reforçando a percepção de resiliência da economia britânica.
O Banco da Inglaterra acompanha de perto a evolução dos salários para avaliar se o choque provocado pela alta dos preços da energia poderá gerar efeitos secundários sobre a inflação. A principal preocupação da autoridade monetária é que trabalhadores consigam negociar reajustes salariais mais elevados, alimentando novas pressões inflacionárias nos próximos meses.
Embora o consenso do mercado continue apontando para a manutenção da taxa básica em 3,75%, com expectativa de uma votação de 7 a 2 dentro do Comitê de Política Monetária, os números divulgados hoje podem fortalecer a posição dos membros mais preocupados com a inflação e favoráveis a uma postura mais restritiva.
Entre os destaques corporativos, as companhias aéreas seguem se beneficiando da queda recente dos preços do petróleo. As ações da Lufthansa avançam 1,7%, enquanto a Air France registra alta de 3,1%.
No setor financeiro, a Generali sobe 1,3% após notícias de que o UniCredit pretende ampliar sua participação na instituição por meio da Delfin, holding controlada pela família Del Vecchio. As ações do UniCredit avançam 0,3%.
O setor de tecnologia também contribui para sustentar os índices europeus. As fabricantes de semicondutores Infineon e Aixtron registram ganhos de 3,8% e 2,2%, respectivamente, acompanhando a recuperação do segmento global de chips.
Entre os destaques positivos do pregão, a Airbus sobe 3,3% após receber uma recomendação mais favorável por parte da Kepler, reforçando o otimismo em torno das perspectivas da fabricante aeronáutica europeia.
Na ponta negativa, a Tesco recua 2,7% depois de reportar uma desaceleração no crescimento das vendas do primeiro trimestre, aumentando as preocupações sobre o ritmo de consumo no Reino Unido.
Petróleo recua com atenções viradas para Ormuz
Os preços do petróleo Brent recuaram ligeiramente no arranque da sessão de terça-feira, negociando em torno dos 93 dólares por barril. Os investidores têm razões para estar simultaneamente optimistas e cautelosos quanto às perspectivas de uma paz duradoura entre os Estados Unidos e o Irão, que permita a normalização do tráfego marítimo através do Estreito de Ormuz. Ao longo do fim de semana surgiram notícias de ataques militares por parte de ambos os lados, enquanto na segunda-feira a agência noticiosa iraniana informou que Teerão tinha suspendido as comunicações com os intermediários norte-americanos. Ao mesmo tempo, o Presidente dos Estados Unidos reafirmou a sua convicção de que um acordo para prolongar o cessar-fogo e reabrir o Estreito de Ormuz continua alcançável. Neste contexto, os preços do Brent continuam a negociar dentro do intervalo relativamente estreito observado ao longo da última semana, aproximadamente entre os 90 e os 96 dólares por barril. No entanto, permanece o potencial para movimentos mais expressivos caso ocorram desenvolvimentos significativos. Os investidores estarão também atentos à divulgação, ainda hoje, do relatório do American Petroleum Institute sobre as reservas de crude nos Estados Unidos. Desvios significativos nos níveis de reservas reportados poderão igualmente influenciar os preços globais do petróleo.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Morning Call - 28/05/2026 - Irã e EUA Trocam AtaquesAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Taxa de Desemprego
9:30 – USA – Índice de Despesas de Consumo Pessoal (PCE)
9:30 – USA – Renda e Gastos Pessoais
9:30 – USA – PIB do 1º Trimestre (2ª Prévia)
9:30 – USA – PCE do 1º Trimestre (Deflator do PIB)
9:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
10:00 – BRA – Resultado Primário do Governo
11:00 – USA – Vendas de Casas Novas
12:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
13:00 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIAr
14:30 – BRA – Novos Empregos (Caged)
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 7 anos
Agenda de Autoridades:
10:15 – USA – Nilton José Schneider David, Diretor de Política Monetária do Bacen, palestra no evento “Pine Macro Day”, organizado pelo Banco Pine
16:00 – USA – Thomas Barkin, do Fed de Richmond (Não Vota), participa de um bate-papo moderado na conferência "Liderando com IA: Construindo Confiança e Impulsionando o Crescimento", organizada pela Carey Business School da Universidade Johns Hopkins
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLM2026
O Banco Central elevou o tom de preocupação em relação ao crédito no Brasil e alertou que o cenário atual de juros elevados começa a gerar sinais mais claros de deterioração financeira entre famílias e empresas.
Após reunião do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef), a autoridade monetária afirmou que o avanço da inadimplência, combinado ao maior comprometimento da renda das famílias, exige postura mais conservadora por parte dos bancos na concessão de empréstimos.
O BC destacou que as instituições financeiras precisam reforçar os critérios de avaliação de risco, diante de um ambiente econômico mais desafiador e de um aumento gradual da fragilidade financeira no país.
Além do consumo das famílias, o Banco Central demonstrou preocupação com o crescimento do endividamento corporativo, apontando que empresas mais alavancadas tendem a sofrer maior pressão em um ambiente prolongado de juros altos e desaceleração econômica.
Apesar dos alertas, a autoridade monetária afirmou que o sistema financeiro brasileiro segue sólido e resiliente, operando com níveis considerados confortáveis de capitalização, liquidez e provisões contra calotes.
Segundo o BC, os bancos permanecem relativamente protegidos contra choques externos e episódios de volatilidade cambial, mantendo exposição limitada a riscos internacionais.
Ainda assim, o comunicado reforça a percepção de que o Banco Central acompanha com maior atenção os possíveis impactos cumulativos da política monetária restritiva sobre a atividade econômica e sobre a qualidade do crédito nos próximos trimestres.
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — recuam ligeiramente nesta quinta-feira, à medida que o aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã reduz as esperanças de um acordo de paz iminente, enquanto os traders aguardam importantes dados de inflação que podem alterar as expectativas para a trajetória das taxas de juros americanas.
Teerã lançou ataques contra uma base aérea dos EUA durante a madrugada, em resposta aos novos bombardeios americanos realizados recentemente. A ofensiva ocorreu poucas horas depois de o presidente Donald Trump rejeitar uma reportagem que indicava que Washington estaria próximo de um acordo com o Irã.
Com a escalada das tensões geopolíticas, os preços do petróleo voltam a subir. O Brent avança cerca de 1% no dia, enquanto os rendimentos dos títulos do Tesouro americano também registram leve alta, refletindo as preocupações com inflação diante do fechamento contínuo do Estreito de Ormuz.
Os investidores aguardam agora os dados do índice de despesas de consumo pessoal (PCE), previstos para divulgação ainda hoje. O indicador inclui a principal medida de inflação acompanhada pelo Federal Reserve e poderá fornecer pistas importantes sobre o rumo da política monetária sob a liderança do novo presidente do Fed, Kevin Warsh.
Segundo Ipek Ozkardeskaya, analista sênior de mercado do Swissquote Bank: “Um resultado acima do esperado reforçará ainda mais as expectativas de uma postura mais agressiva do Federal Reserve e aumentará a probabilidade de um aumento da taxa de juros até o final do ano. Um dado em linha — ou idealmente abaixo das expectativas — poderia aliviar parcialmente as apostas em altas de juros, mas dificilmente eliminará a percepção de política monetária mais restritiva enquanto persistirem as tensões geopolíticas e os preços elevados da energia.”
Atualmente, os mercados monetários seguem projetando manutenção das taxas de juros pelo restante do ano, embora parte dos investidores ainda atribua alguma probabilidade a um aumento de 25 pontos-base em dezembro.
Apesar do cenário geopolítico mais delicado, o forte entusiasmo com inteligência artificial e o crescimento robusto dos lucros corporativos continuam sustentando Wall Street. Os três principais índices americanos encerraram a quarta-feira em novas máximas históricas.
O S&P 500 caminha para registrar sua nona semana consecutiva de ganhos, a sequência mais longa desde dezembro de 2023.
Entre os destaques do pré-mercado, as ações da Marvell Technology recuam 2,2% após a divulgação dos resultados trimestrais, mesmo acumulando valorização superior a 100% neste ano.
Já as empresas ligadas ao setor de drones avançam fortemente após o Wall Street Journal informar que o governo Trump discute medidas para financiar companhias do segmento. A Unusual Machines dispara 33%, enquanto AeroVironment e Kratos Defense & Security Solutions sobem 9,1% e 11,2%, respectivamente.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em queda nesta quinta-feira, enquanto o aumento das tensões no Oriente Médio obscurece as perspectivas de um acordo iminente para a reabertura do Estreito de Ormuz, elevando as preocupações com a inflação e a saúde da economia global.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 recua cerca de 0,1%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, perde 0,3%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, registra baixa mais acentuada de 0,7%.
Os preços do petróleo bruto — um recurso estratégico para a Europa, altamente dependente de importações energéticas — chegaram a subir 2,5%, antes de reduzirem os ganhos para 1%, em meio a escalada das hostilidades entre Estados Unidos e Irã.
Ao mesmo tempo, o Kuwait afirmou que seus sistemas de defesa aérea estavam interceptando mísseis e drones hostis, em um cenário semelhante ao observado durante o auge do conflito em março.
As companhias aéreas europeias, altamente sensíveis aos custos de combustível, voltaram a sofrer pressão. Air France-KLM e Ryanair recuam cerca de 2% cada.
Segundo James Rutland, gestor de fundos da Invesco: “Se analisarmos os resultados corporativos até agora, não houve mudanças significativas nas projeções das empresas. A grande incerteza é como o consumidor reagirá ao aumento dos preços da energia no segundo semestre. Ainda não vimos impacto relevante sobre a lucratividade, mas provavelmente veremos em algum momento.”
Com as tensões geopolíticas permanecendo elevadas, os traders continuam ajustando as expectativas para a política monetária do Banco Central Europeu. O mercado agora precifica pelo menos dois aumentos de 25 pontos-base nos juros até o final do ano.
Além da questão energética, a crescente incerteza global ligada às mudanças na política comercial e de segurança dos Estados Unidos também tem incentivado a Europa a reduzir sua dependência estratégica em relação aos americanos.
Nesse contexto, as ações do setor de defesa seguem entre os principais destaques positivos do continente. As ações da Renk avançam 6,2%, Rheinmetall sobe 4,3% e Saab ganha 4,8%, impulsionadas por novos acordos militares envolvendo países como Canadá e Noruega.
As empresas do setor espacial e de satélites também registram forte valorização. Eutelsat sobe 2,4%, enquanto a OHB dispara 11,8%, após a Europa anunciar planos para destinar a maior parte do valioso espectro de satélites móveis a empresas europeias, reduzindo a participação potencial de operadoras americanas.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram majoritariamente em baixa nesta madrugada, à medida que o aumento das tensões no Oriente Médio voltou a pressionar o apetite por risco após novos ataques dos Estados Unidos ao Irã.
Após os fortes ganhos recentes, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, liderou as perdas na região, recuando 2,1%, em meio a uma realização de lucros no setor de tecnologia.
Com quedas mais moderadas, o Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, o Nikkei TVC:NI225 , do Japão, o Hang Seng HSI:HSI , de Hong Kong, e o ASX 200 ASX:XJO , da Austrália, registraram baixas entre 0,5% e 1,4%.
Os traders seguem monitorando os desdobramentos no Oriente Médio, especialmente os riscos relacionados ao fornecimento global de energia e ao impacto potencial sobre a inflação e as taxas de juros globais.
Na contramão da região, os principais índices da China continental — Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 e China A50 FTSE:XIN9 — encerraram o pregão em alta, com ganhos entre 0,1% e 0,8%, sustentados principalmente por ações ligadas ao consumo doméstico e expectativas de novos estímulos econômicos por parte de Pequim.
A Piper Sandler prevê novos máximos para o petróleo Os futuros do Brent têm vindo a descer desde sexta-feira, embora os preços tenham recuperado algum terreno na terça-feira, à medida que os operadores avaliavam sinais contraditórios em torno de um possível acordo com o Irão.
O banco de investimento Piper Sandler assumiu uma posição mais cautelosa, informando aos clientes que espera que o Estreito de Ormuz permaneça praticamente fechado e que os preços do petróleo atinjam novos máximos.
O banco afirmou ter muito pouca confiança de que o tráfego comercial através do estreito volte a atingir sequer 50% dos níveis pré-crise, mesmo até ao próximo mês.
Se essa perspetiva se revelar correta, uma nova subida do petróleo poderá exercer pressão sobre a recente recuperação dos mercados acionistas. O Japão poderá estar particularmente exposto, dada a sua dependência da energia importada.
Morning Call - 25/05/2026 - O Fim da Guerra Está Próximo?Agenda de Indicadores:
Feriado: EUA, Reino Unido, Alemanha, Suíça, Coreia do Sul e Hong Kong
15:00 – BRA – Boletim Focus
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — registram novos recordes nesta segunda-feira, enquanto o dólar americano e os preços do petróleo recuam diante da perspectiva de um acordo para encerrar a guerra entre Estados Unidos e Irã, impulsionando o apetite por risco nos mercados globais.
Apesar do otimismo crescente entre os traders, um acordo definitivo de paz ainda não parece próximo no curto prazo. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou nesta segunda-feira que Washington segue disposto a buscar um entendimento com Teerã, mas alertou que “ou haverá um bom acordo, ou os Estados Unidos lidarão com o Irã de outra maneira”.
Já o presidente Donald Trump afirmou no domingo que orientou seus representantes a não se precipitarem em qualquer negociação.
Segundo Rubio, existe “algo bastante sólido em cima da mesa” envolvendo a reabertura do Estreito de Ormuz e o início de negociações “reais, significativas e com prazo definido” sobre o programa nuclear iraniano.
Do lado iraniano, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baghaei, afirmou que um arcabouço preliminar foi alcançado, mas ressaltou que Teerã não está negociando questões nucleares neste momento e que ainda não há entendimento sobre a gestão do Estreito de Ormuz.
A guerra no Oriente Médio já dura quase três meses e provocou uma forte alta nos preços globais da energia, alterando significativamente as expectativas para juros e inflação ao redor do mundo.
Os preços do petróleo atingiram mínimas de duas semanas nesta sessão. O Brent à vista voltou a ser negociado abaixo dos US$ 100 por barril, enquanto o WTI recuava para a região de US$ 91.
Ainda assim, o mercado segue acreditando que os preços da energia permanecerão elevados mesmo em caso de resolução rápida do conflito, já que a normalização das cadeias globais de suprimento deverá levar tempo.
Na semana passada, o Barclays manteve sua projeção para o preço médio do petróleo Brent em 2026 em US$ 100 por barril, embora tenha destacado que os riscos para os preços continuam elevados.
No mercado de crédito, os traders passaram a precificar integralmente um aumento de 25 pontos-base por parte do Federal Reserve em janeiro de 2027 — uma mudança drástica em relação ao cenário anterior ao início da guerra, quando o mercado ainda apostava em dois cortes de juros ao longo deste ano.
O rendimento do Treasury de 30 anos — considerado um importante indicador de risco fiscal e geopolítico — chegou a atingir na semana passada o maior nível desde 2007, embora tenha recuado parcialmente desde então.
Hoje, os mercados de ações e títulos nos Estados Unidos permanecem fechados devido ao feriado de Memorial Day.
Dados divulgados na sexta-feira mostraram que a confiança do consumidor americano caiu para um dos menores níveis da série histórica em maio, refletindo o impacto da alta dos preços da gasolina e das preocupações com o custo de vida em meio ao conflito no Oriente Médio.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — atingiram nesta segunda-feira o nível mais alto em mais de dois meses, impulsionados por sinais de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio, aliviando preocupações relacionadas à inflação e à desaceleração econômica global.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 sobe cerca de 1,4%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, avança 1,2%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, permanece fechado devido a um feriado local.
A maioria dos setores europeus opera em alta, liderados pelo setor bancário, que avança cerca de 1,9% diante da melhora no apetite por risco.
As companhias aéreas também registram fortes ganhos, impulsionadas pela queda dos preços do petróleo e pela expectativa de redução das tensões geopolíticas. Lufthansa e Air France-KLM sobem 3,7% e 7,5%, respectivamente.
Ao longo desta semana, os traders acompanharão atentamente os dados de inflação das principais economias da zona do euro, buscando sinais sobre a intensidade das pressões inflacionárias em maio e possíveis impactos sobre a política monetária do Banco Central Europeu.
Os mercados monetários seguem precificando dois aumentos de 25 pontos-base nas taxas de juros do BCE até o final do ano.
Entre os destaques corporativos, as ações da Delivery Hero dispararam mais de 11%, atingindo a maior cotação em aproximadamente 18 meses, após uma reportagem indicar que o conselho da Uber se reuniu no sábado para discutir um aumento em sua oferta pela empresa alemã de delivery.
Uma proposta anterior que avaliava a Delivery Hero em mais de US$ 13,4 bilhões teria sido rejeitada por um dos principais acionistas da companhia.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana com ganhos consistentes, impulsionados pela perspectiva de avanço nas negociações de paz no Oriente Médio, o que provocou uma forte realização nos preços do petróleo e melhorou o apetite por risco nos mercados globais.
Registrando novos recordes históricos, o índice Nikkei TVC:NI225 , do Japão, e o TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, avançaram 2,9% e 4,5%, respectivamente.
Nos dois mercados, o setor de tecnologia liderou os ganhos. No Japão, as ações do SoftBank Group subiram 4,6%, acompanhando o forte desempenho global das empresas ligadas à inteligência artificial e semicondutores.
Já em Taiwan, a TSMC avançou 2,4%, contribuindo para impulsionar o índice local a uma nova máxima histórica.
Na China continental, os principais índices — Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 e China A50 FTSE:XIN9 — encerraram o pregão com altas entre 1% e 1,7%, acompanhando o sentimento global mais positivo e o avanço das ações ligadas à tecnologia.
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO avançou 0,4%, sustentado principalmente pelo desempenho do setor financeiro.
Os mercados de Hong Kong e da Coreia do Sul permaneceram fechados devido a feriados locais.






















