AZZA3: oportunidade?📊 AZZA3: oportunidade?
Após uma forte correção nos últimos anos, AZZA3 volta a chamar atenção ao negociar próxima de uma importante região de suporte e desconto.
🔹 Cotação atual: R$ 18,85 🔹 Região de Discount ativa 🔹 RSI mostrando recuperação após sobrevenda 🔹 Movimento recente sugere perda de força da pressão vendedora
No gráfico semanal, o ativo permanece em tendência de baixa, mas começa a apresentar sinais de estabilização. O ponto que chama atenção é a relação risco-retorno: a região atual oferece um risco relativamente limitado diante de um potencial de recuperação significativo.
O desafio continua sendo a confirmação da reversão. Enquanto o papel não romper resistências importantes e a linha de tendência de baixa, a operação permanece especulativa.
📈 Uma retomada da faixa dos R$ 37–40 representaria valorização superior a 100% sobre os níveis atuais.
Por enquanto, o mercado parece estar em um momento decisivo: continuação da tendência de baixa ou construção de um fundo relevante para os próximos meses.
Ideias da comunidade
SPX500 H4: Vendedores Defendem a Zona de ResistênciaO SPX500 no gráfico H4 está a mostrar sinais claros de desaceleração após uma forte recuperação a partir da zona de Liquidity Sweep em torno de 7,260. Após essa captura de liquidez, o preço subiu, mas agora entrou na Resistance Zone na área de 7,540 – 7,580, onde a pressão de venda já havia aparecido anteriormente. Ao mesmo tempo, o preço não consegue manter o forte ímpeto de alta do período anterior, indicando que a força compradora está a enfraquecer à medida que se aproxima da resistência.
Em termos de estrutura técnica, o gráfico ainda mantém o cenário de recuperação a partir da Demand Zone de 7,360 – 7,400, mas o movimento de alta atual parece mais um retest na zona de oferta do que a continuação de uma tendência de alta sustentável. A rejeição do preço perto da Previous High (máxima anterior) e a subsequente inversão na Resistance Zone mostram que os vendedores ainda estão a defender muito bem as posições mais altas. Se a pressão de venda persistir, o SPX500 poderá recuar para testar novamente a zona de procura inferior.
Entry Focus (Foco de Entrada):
Prioridade para SELL se o preço continuar a ser rejeitado na zona de 7,540 – 7,580. O alvo mais próximo é a zona de 7,360 – 7,400.
Invalidation (Invalidação):
O cenário de queda perderá a validade se o preço fechar uma vela de H4 claramente acima da zona de 7,580. Nesse caso, os compradores poderão expandir o movimento de alta novamente.
Este artigo serve apenas como referência. Opere sempre de forma autónoma com base na sua própria análise.
Vamos construir juntos uma comunidade de trading forte!
Pivô de Alta Semanal e Acumulação Concluída rumo aos 6.430Fala, pessoal!
Trago hoje uma análise estrutural de longo prazo para as Futuros de Cacau (CC1!) no gráfico semanal, onde identificamos uma mudança clara na psicologia do mercado e uma excelente assimetria de risco.
Após o forte ciclo de baixa que dominou o final de 2024 e o ano de 2025, o mercado encontrou um piso muito relevante e iniciou uma belíssima estrutura de reversão:
Construção de Fundo Sólido: O ativo testou e defendeu com sucesso a zona dos 2.940 - 2.850 pontos, consolidando uma base de acumulação após o exaustivo movimento vendedor.
Quebra de Estrutura e Pivô: O movimento recente rompeu os topinhos descendentes anteriores, confirmando a entrada de pressão compradora institucional no gráfico semanal (reparem nos candles expressivos de alta).
Assimetria Operacional (Risco x Retorno): O preço atual oferece uma excelente relação risco/ganho. O plano técnico consiste em buscar a retração até a importante zona de confluência e antiga consolidação (linhas azuis superiores).
Pontos Técnicos do Estudo:
Alvo Primário: Região dos 6.439 a 6.746 pontos (antigo suporte de 2024 que agora deve atuar como a principal resistência macro).
Invalidação do Cenário: O viés autista de médio prazo perde a força caso o mercado perca a região de suporte intermediário marcada pelo stop técnico em 3.634 pontos.
O Cacau mostra sinais robustos de que o pior da tendência de baixa ficou para trás, abrindo espaço para uma recuperação consistente nas próximas semanas.
💡 Este estudo possui caráter exclusivamente educacional e ilustrativo. Não constitui recomendação de compra ou venda de ativos.
🟢 Deixe seu gostei se você acompanha as commodities e comente: você acha que o Cacau busca os 6.400 ainda este trimestre? Siga o perfil para não perder as atualizações!
BSX Boston Scientific em ponto de suporte, gráfico semanal.A Boston Scientific é uma empresa americana do setor de tecnologia médica, especializada no desenvolvimento e fabricação de dispositivos utilizados em procedimentos minimamente invasivos. Seus produtos são empregados em áreas como cardiologia, neurologia, urologia, endoscopia e eletrofisiologia, estando presente em hospitais e centros médicos ao redor do mundo.
Pelo gráfico semanal, o ativo vinha respeitando uma linha de tendência de alta iniciada no final de 2011, com diversos pontos de validação ao longo dos anos. Recentemente, essa estrutura foi rompida e o preço passou a desenvolver um movimento corretivo. O que chama atenção agora é que o fechamento da última semana ocorreu em uma região de suporte relevante, uma faixa que já atuou anteriormente como zona de negociação e que merece acompanhamento.
Para não poluir o gráfico principal, optei por separar alguns estudos em links específicos. O primeiro mostra o traçado de Fibonacci utilizado na análise semanal.
Traçado de Fibonacci pelo gráfico semanal
O segundo destaca a formação de um possível padrão martelo no gráfico diário. E aqui vale um comentário importante: mais do que decorar figuras gráficas, considero fundamental entender o contexto em que elas aparecem.
Figura gráfica martelo, gráfico diário em close
O padrão martelo é conhecido por ser uma figura de possível reversão de tendência. Porém, nenhum padrão deve ser analisado isoladamente. Uma tendência muito curta, por exemplo, pode fazer com que uma figura represente apenas uma correção temporária e não necessariamente uma reversão mais ampla. Por isso, além da figura em si, gosto de observar o contexto em que ela está inserida.
Outro ponto que chama atenção é o volume. Durante a formação desse possível martelo, houve um aumento nas negociações em relação à média recente, o que costuma ser um elemento observado por muitos participantes do mercado ao avaliar a força de um movimento.
Por fim, também deixei um gráfico destacando uma possível cunha no diário. A ideia é justamente acompanhar os próximos candles para entender se o padrão martelo, caso seja confirmado, representará uma reversão mais significativa ou apenas um pullback dentro da tendência de queda atual.
Uma cunha pelo gráfico diário
Por enquanto, sigo observando. O mercado é soberano e os próximos movimentos serão mais importantes do que qualquer expectativa criada a partir do candle atual.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
Morning Call - 22/06/2026 - Juros na Máxima de 15 mesesAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta segunda-feira, após o feriado de sexta-feira nos Estados Unidos, enquanto os traders acompanham os desdobramentos das negociações entre Washington e Teerã e avaliam os impactos de um possível acordo definitivo para encerrar o conflito no Oriente Médio.
Os preços do petróleo recuam até 2% após a primeira rodada formal de negociações entre EUA e Irã terminar com avanços considerados positivos. As duas partes concordaram com um cronograma de aproximadamente 60 dias para discutir os pontos finais de um acordo permanente, aumentando as expectativas de normalização do fluxo energético na região.
A perspectiva de redução dos riscos geopolíticos ajudou Wall Street a encerrar a semana passada em alta. O Nasdaq liderou os ganhos, avançando 2,4%, impulsionado principalmente pela continuidade do forte desempenho das empresas ligadas à inteligência artificial.
Segundo Michele Morganti, estrategista sênior de ações da Generali Investments: "Após o anúncio do acordo entre EUA e Irã, o cenário para os mercados acionários permanece amplamente construtivo. A expansão dos investimentos em inteligência artificial continua beneficiando diversos setores, a economia americana segue demonstrando resiliência e os mercados emergentes têm mostrado maior capacidade de adaptação do que em crises anteriores."
No pré-mercado, as fabricantes de semicondutores voltam a liderar os ganhos. As ações da Micron Technology e da Sandisk avançam cerca de 3,5%, enquanto a Intel sobe mais de 4%.
A atenção do mercado já se volta para os resultados trimestrais da Micron, que serão divulgados na quarta-feira. A companhia tornou-se um dos principais símbolos do ciclo de investimentos em inteligência artificial e acumula valorização próxima de 300% no ano.
O entusiasmo em torno da IA continua sendo um dos principais pilares da recuperação recente de Wall Street. Somam-se a isso uma economia americana ainda sólida e a expectativa de estabilização geopolítica após meses de conflito no Oriente Médio.
Na agenda econômica, o destaque da semana será a divulgação do índice de preços de gastos com consumo pessoal (PCE) na quinta-feira, indicador de inflação preferido do Federal Reserve. O dado será observado atentamente após a primeira reunião comandada por Kevin Warsh, que reforçou o compromisso da autoridade monetária com o controle da inflação.
Atualmente, os mercados precificam majoritariamente uma alta de 25 pontos-base na taxa de juros já na reunião de setembro. Esse movimento também se reflete no mercado de renda fixa, com o rendimento dos Treasuries de dois anos atingindo 4,23%, o maior nível desde o início de 2025.
Ao longo da semana, os traders também acompanharão discursos de dirigentes do Fed, incluindo John Williams, presidente do Fed de Nova York, e Austan Goolsbee, presidente do Fed de Chicago, em busca de novas pistas sobre os próximos passos da política monetária americana.
Entre os destaques corporativos, as ações da SpaceX recuam 3,7%, para US$ 178, ampliando a realização de lucros após a forte valorização registrada nos primeiros dias de negociação após seu IPO histórico.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção definida nesta segunda-feira, com os traders adotando uma postura cautelosa enquanto acompanham os desdobramentos da mais recente rodada de negociações entre Estados Unidos e Irã.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 oscila próximo da estabilidade, após renovar sua máxima histórica na semana passada. O DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, recua cerca de 0,4%, enquanto o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, avança aproximadamente 0,2%.
Apesar da declaração de Teerã anunciando o fechamento do Estreito de Ormuz no domingo, os preços do petróleo operam em queda. O mercado interpreta que, até o momento, o fluxo marítimo continua ocorrendo parcialmente, reduzindo o risco imediato de uma interrupção significativa na oferta global de energia.
Segundo Fiona Cincotta, analista sênior de mercado da City Index: "Ainda existe alguma incerteza em relação à situação no Estreito de Ormuz. Parece haver embarcações continuando a utilizar a rota, o que ajuda a sustentar o apetite por risco. Enquanto o petróleo permanecer abaixo de US$ 80 por barril, o mercado tende a manter uma postura relativamente estável."
Na agenda macroeconômica, os traders acompanham os discursos da presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, em busca de novas sinalizações sobre a trajetória da política monetária. Atualmente, o mercado continua precificando pelo menos mais uma alta de 25 pontos-base nos juros da zona do euro antes do final do ano.
O setor de tecnologia lidera os ganhos na sessão. As ações da fabricante de semicondutores Infineon avançam 4,7%, acompanhando o desempenho positivo observado nas bolsas asiáticas e reforçando o movimento de recuperação das empresas ligadas ao segmento de inteligência artificial.
No campo corporativo, as atenções também se voltam para o setor de fusões e aquisições. As ações da companhia aérea easyJet sobem 2,9% após a gestora americana Castlelake tornar pública uma proposta de aquisição avaliada em aproximadamente US$ 6,26 bilhões.
Entre os destaques negativos, as ações da empresa britânica de defesa e engenharia Babcock recuam 3,5%, pressionadas pela divulgação de um lucro anual abaixo das expectativas, impactado por uma despesa extraordinária de 140 milhões de libras relacionada ao programa de fragatas.
No Reino Unido, o mercado também acompanha o cenário político. Crescem as expectativas de que o primeiro-ministro Keir Starmer apresente um cronograma para sua saída do cargo após o fortalecimento político de Andy Burnham nas recentes eleições parlamentares, adicionando um novo elemento de incerteza ao ambiente político britânico.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana majoritariamente em alta, impulsionados pelo forte desempenho das empresas ligadas à inteligência artificial e por sinais de avanço nas negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã, fatores que continuam sustentando o apetite global por ativos de risco.
O principal destaque da sessão foi Taiwan. O índice TWSE 50 FTSE:TW50 avançou 2,5%, com a TSMC, maior fabricante de semicondutores do mundo, registrando alta de 4,2%, refletindo o otimismo persistente em torno da demanda por chips voltados à inteligência artificial.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 renovou sua máxima histórica ao superar pela primeira vez a marca dos 72.000 pontos. O índice avançou 1,6% e registrou sua oitava sessão consecutiva de ganhos, a sequência positiva mais longa em mais de três anos. Durante o pregão, 137 ações encerraram em alta contra apenas 85 em baixa, evidenciando a amplitude do movimento comprador.
O mercado japonês também recebeu suporte adicional após notícias de que o governo da primeira-ministra Sanae Takaichi pretende estabelecer uma meta de aproximadamente US$ 2,3 trilhões em investimentos públicos e privados destinados a setores estratégicos até 2040, incluindo inteligência artificial, semicondutores, computação avançada e infraestrutura tecnológica.
Segundo Wataru Akiyama, estrategista da Nomura Securities: "As empresas ligadas à inteligência artificial continuam sendo o principal motor da valorização dos mercados asiáticos. No entanto, alguns indicadores começam a sugerir que o Nikkei pode estar entrando em uma fase de superaquecimento, o que exige maior cautela."
Na Coreia do Sul, o índice Kospi TVC:KOSPI avançou 0,7%. As ações da Samsung Electronics encerraram próximas da estabilidade, enquanto a SK Hynix registrou forte valorização de 5,6%, acompanhando a recuperação global do setor de semicondutores.
Na China continental, o sentimento também foi positivo. Os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 e China A50 FTSE:XIN9 registraram ganhos expressivos, beneficiados pela melhora do ambiente externo e pela continuidade das medidas de estímulo à economia chinesa.
Em contrapartida, o Hang Seng HSI:HSI , de Hong Kong, voltou a apresentar desempenho negativo, ampliando a divergência observada nas últimas semanas entre o mercado hong-konguês e as bolsas da China continental.
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO encerrou o pregão em leve baixa de 0,5%, refletindo um desempenho misto entre os principais setores da economia, com ganhos em tecnologia sendo parcialmente compensados por fraqueza em mineração e serviços financeiros.
BTC Rompendo canal de alta no gráfico de 60 minutos.Hoje a análise é do Bitcoin em um tempo gráfico que normalmente procuro evitar: os 60 minutos. Tempos gráficos menores tendem a apresentar mais ruídos e movimentos erráticos, mas também podem ser interessantes para treinar a leitura de padrões gráficos e observar a dinâmica do preço com mais detalhes.
O que me chamou atenção foi a possível formação de um canal de alta. Ele não está perfeitamente desenhado e sua relevância pode ser questionada justamente por não apresentar muitos toques de validação, mas ainda assim existe uma estrutura que merece acompanhamento, com pelo menos três toques na linha inferior e dois na superior.
O ponto mais interessante dessa leitura não é necessariamente o canal em si, mas o fato de que o alvo teórico de um eventual rompimento conflui com uma região importante de suporte. Essa confluência ocorre próxima dos US$ 63 mil, uma faixa que merece atenção caso o mercado siga esse caminho.
Por enquanto, sigo apenas observando. Como sempre, o mercado é soberano e fará aquilo que precisa fazer. Nosso papel é acompanhar, interpretar e adaptar a leitura conforme os fatos vão se apresentando.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
Teste rápidoPelo andar da carruagem, o destino mais provável para o BTC está na casa dos 54K.
Eu identifico essa região como o fundo da alça da grande xícara formada ainda em meados do ano de 2024, que, uma vez concluída, nos levou aos preços correspondentes à sua altura, em 125,3K.
Se o estudo atual estiver certo, essa região (54K) poderá ser o grande motor da tomada de decisão dos investidores e será defendida com todo vigor pelos touros.
Quem ainda não comprou, tem uma oportunidade nessa faixa de preços, mas sempre usando stop como medida de proteção.
Façam vossas análises e bons negócios.
Seja Consciente, Se comprar, Use Stop.
Dólar ganha força após reunião da Fed
O índice do dólar norte-americano está a negociar próximo do máximo de 10 semanas atingido na sessão anterior. O índice mede o desempenho da moeda norte-americana face a um cabaz de outras divisas de referência, e os seus ganhos refletem uma reação bullish dos mercados após a primeira reunião da Reserva Federal presidida por Kevin Warsh. Como era amplamente esperado, o banco central manteve as taxas de juro inalteradas, mas adotou um tom mais restritivo, sem qualquer membro do comité a votar a favor de um corte das taxas. A declaração de política monetária incluiu ainda um forte compromisso com a estabilidade dos preços e referências à solidez da economia. Em essência, a mensagem retida pelos mercados é a de que a Fed considera a inflação um problema que vai para além dos preços da energia e está determinada a não perder o controlo. Como resultado, a grande maioria dos investidores espera agora que o próximo movimento seja uma subida das taxas de juro que ocorrerá antes do final do ano, sendo até possível que aconteça ainda durante o verão. Assim sendo, poderá existir margem para uma valorização adicional do dólar norte-americano.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Morning Call - 18/06/2026 - Acordo EUA e Irã AssinadoAgenda de Indicadores:
8:00 – UK – Decisão de Taxa de Juros do BoE
9:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
9:30 – USA – Índice de Atividade Industrial do Fed Filadélfia
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Copom reduz Selic, fala em inflação mais alta, mas mantém porta aberta para novos cortes
O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,25% ao ano, decisão amplamente esperada pelo mercado. O que surpreendeu, porém, foi a ausência de qualquer indicação explícita de encerramento do ciclo de flexibilização monetária.
O comunicado trouxe um tom mais cauteloso em relação ao cenário econômico. O Banco Central destacou a força da atividade econômica no primeiro trimestre, a resiliência do mercado de trabalho, a deterioração das expectativas de inflação e os riscos adicionais decorrentes das tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Refletindo esse cenário, a autoridade monetária elevou sua projeção para o IPCA no quarto trimestre de 2027 — atual horizonte relevante da política monetária — de 3,5% para 3,7%. Além disso, ampliou o balanço de riscos inflacionários, passando a destacar quatro fatores de alta contra três fatores de baixa.
Entre os riscos altistas, o Copom passou a mencionar explicitamente a possibilidade de estímulos ao consumo sustentarem um crescimento da economia acima do seu potencial, reduzindo a eficácia dos mecanismos tradicionais de transmissão da política monetária.
Em um cenário convencional, a combinação de atividade aquecida, inflação mais elevada e expectativas desancoradas poderia justificar uma interrupção imediata do ciclo de cortes. No entanto, o Comitê optou por manter flexibilidade para as próximas reuniões.
Segundo o BC, a manutenção prolongada dos juros em patamar restritivo já produziu efeitos relevantes sobre a atividade econômica, mas a intensidade total desse processo ainda dependerá da evolução dos indicadores nos próximos meses.
A principal mudança conceitual do comunicado foi a sinalização de uma extensão do horizonte relevante de análise para o início de 2028. O Banco Central argumentou que a trajetória de juros necessária para trazer a inflação à meta no fim de 2027 poderia levar as projeções a ficarem abaixo da meta logo após esse período.
Dessa forma, a instituição passou a defender trajetórias alternativas que permitam a convergência da inflação para a meta no início de 2028 com menor volatilidade da atividade econômica.
Na prática, o comunicado reconhece um cenário inflacionário mais desafiador, mas evita fechar a porta para novos cortes da Selic. Ao não fornecer um guidance explícito de pausa, o Copom preserva liberdade para continuar ajustando a política monetária de acordo com a evolução dos dados econômicos e das expectativas de inflação.
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — avançam nesta sexta-feira, impulsionados pela melhora do sentimento global após a assinatura do acordo provisório entre Estados Unidos e Irã (Veja Abaixo), reduzindo parte das preocupações geopolíticas que dominaram os mercados nos últimos meses e ajudando a compensar os receios em torno de uma possível postura mais restritiva do Federal Reserve sob a liderança de Kevin Warsh.
Os mercados haviam encerrado a sessão de quarta-feira em queda depois que o Fed revisou para cima suas projeções para a trajetória dos juros. Durante sua primeira coletiva como presidente da instituição, Kevin Warsh reforçou o compromisso do banco central com o combate à inflação, enquanto outros membros do comitê indicaram a possibilidade de novas altas dos juros ainda este ano.
Atualmente, os contratos futuros de juros apontam para uma probabilidade próxima de 50% de uma elevação de 25 pontos-base já na reunião de setembro, acima dos cerca de 27% observados antes da divulgação das novas projeções do Fed.
Segundo Mark Haefele, diretor de investimentos da UBS Global Wealth Management: "A combinação de uma nova liderança no Federal Reserve, projeções mais conservadoras e divergências dentro do próprio comitê sugere um ambiente de maior volatilidade para os mercados. O cenário mais provável continua sendo de manutenção dos juros por um período prolongado, até que haja maior clareza sobre o comportamento da inflação e da atividade econômica."
Apesar do tom mais cauteloso do Fed, a forte queda dos preços do petróleo continua oferecendo algum alívio aos traders. O Brent permanece nos menores níveis em mais de três meses, reduzindo parte das preocupações com novas pressões inflacionárias.
O sentimento também foi favorecido pela divulgação do texto do acordo provisório firmado entre Washington e Teerã. O documento formaliza a extensão por mais 60 dias do cessar-fogo firmado em abril e cria uma estrutura para a continuidade das negociações em busca de um acordo definitivo para encerrar o conflito.
No mercado corporativo, a Intel lidera os ganhos do pré-mercado, avançando 9%, após o presidente Donald Trump afirmar que a Apple concordou em colaborar com a companhia no desenvolvimento e fabricação de chips em território americano.
O movimento beneficia todo o setor de tecnologia. As ações da Nvidia avançam cerca de 1%, enquanto Micron Technology e Marvell Technology registram ganhos próximos de 4%.
A recuperação recente dos mercados americanos tem sido sustentada por uma combinação de fatores: crescimento econômico resiliente, expansão dos ganhos para além das grandes empresas de tecnologia, queda dos preços da energia e melhora das perspectivas geopolíticas.
Os dados divulgados na quinta-feira reforçaram essa percepção. As vendas no varejo dos Estados Unidos cresceram acima das expectativas em maio, impulsionadas principalmente pelas vendas de veículos e pelo consumo das famílias, mesmo em um ambiente de preços de combustíveis ainda elevados.
Com isso, os principais índices caminham para encerrar mais uma semana no campo positivo, enquanto investidores monitoram os próximos desdobramentos das negociações entre Estados Unidos e Irã, a evolução da inflação e os sinais do Federal Reserve sobre os próximos passos da política monetária.
O pregão também ocorre na véspera do feriado de Juneteenth nos Estados Unidos, o que tende a reduzir gradualmente a liquidez dos mercados ao longo da sessão.
Versão preliminar de 14 pontos do acordo EUA-Irã
1. O Irã e os Estados Unidos, declaram, mediante a assinatura deste Memorando de Entendimento, o fim imediato e permanente da guerra em todas as frentes, incluindo o Líbano, e comprometem-se a não iniciar, a partir de agora, qualquer ação hostil um contra o outro, e a abster-se da ameaça ou do uso da força um contra o outro. O acordo final confirmará as disposições deste Artigo e dos demais Artigos.
2. O Irã e os Estados Unidos comprometem-se a respeitar a soberania e a integridade territorial um do outro e a abster-se de interferir nos assuntos internos um do outro.
3. O Irã e os Estados Unidos comprometem-se a negociar e chegar a um acordo final num prazo máximo de 60 dias, prorrogável por mútuo consentimento.
4. Imediatamente após a assinatura deste Memorando de Entendimento, os Estados Unidos suspendem o bloqueio naval e impedem qualquer interferência ou obstrução contra a República Islâmica do Irã, e restabelecem o tráfego marítimo em sua capacidade total em um prazo máximo de 30 dias; o tráfego de navios será proporcional ao volume de tráfego pré-guerra por parte da República Islâmica do Irã. Os Estados Unidos também se comprometem a retirar suas forças das áreas circundantes em até 30 dias após o acordo final.
5. Ao assinar este Memorando de Entendimento, o Irã tomará medidas imediatas para garantir que a circulação de navios mercantes do Golfo Pérsico para o Mar de Omã e vice-versa seja retomada, dentro de 30 dias, ao volume anterior à guerra, levando em consideração a necessidade de remoção de obstáculos técnicos e neutralização de minas pelo Irã.
6. Os Estados Unidos comprometem-se, juntamente com seus parceiros regionais, a criar um plano abrangente, acordado por ambas as partes, para a reabilitação e o desenvolvimento econômico do Irã, garantindo um financiamento de pelo menos US$ 300 bilhões. O mecanismo de implementação deste plano, como parte do acordo final, será formulado em 60 dias.
7. Os Estados Unidos comprometem-se a pôr fim, num cronograma a ser acordado como parte do acordo final, a todos os tipos de sanções atualmente impostas ao Irã, incluindo as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas e do Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), bem como a todas as sanções unilaterais dos EUA, tanto primárias quanto secundárias.
8. O Irã reitera que jamais produzirá armas nucleares. O Irã e os Estados Unidos concordaram que o destino do material enriquecido e o destino de todas as demais questões nucleares mutuamente acordadas, incluindo as necessidades nucleares do Irã, serão adequadamente abordados em um acordo final; o acordo final confirmará as disposições deste Artigo.
9. O Irã e os Estados Unidos concordam que, enquanto não houver um acordo final, manterão o status quo: o Irã manterá o status quo em seu programa nuclear, e os Estados Unidos não imporão novas sanções ao Irã nem reforçarão suas forças na região.
10. Os Estados Unidos comprometem-se a que, imediatamente após a assinatura deste Memorando de Entendimento e até a data do levantamento das sanções, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos emitirá isenções para as exportações de petróleo bruto iraniano, produtos petroquímicos e seus derivados, e todos os serviços relacionados, incluindo serviços bancários, de seguros, de transporte e similares.
11. Os Estados Unidos comprometem-se a que, tendo em conta o progresso das negociações para um acordo final, os fundos e ativos congelados ou restritos do Irã sejam liberados e disponibilizados integralmente. Esses fundos, quer estejam na conta principal ou tenham sido transferidos, serão utilizados para qualquer pagamento final ao beneficiário determinado pelo Banco Central do Irã e estarão totalmente disponíveis para uso. Os Estados Unidos comprometem-se a emitir todas as autorizações e licenças necessárias com base nisso.
12. A República Islâmica do Irã e os Estados Unidos concordam que será estabelecido um mecanismo de implementação para supervisionar a implementação bem-sucedida e o compromisso futuro com o Acordo Final.
13. Após a assinatura deste Memorando de Entendimento e mediante o recebimento de garantias quanto ao início da implementação dos Artigos 4, 5, 10 e 11 deste Memorando de Entendimento, e à continuidade da implementação dessas medidas, o Irã e os Estados Unidos iniciarão negociações para um Acordo Final exclusivamente com relação aos Artigos restantes.
14. O acordo final será aprovado por meio de uma resolução vinculativa do Conselho de Segurança da ONU.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção definida nesta quinta-feira, enquanto os traders avaliam as sinalizações mais agressivas do Federal Reserve em relação à inflação e aos juros, ao mesmo tempo em que a queda dos preços do petróleo ajuda a reduzir parte das preocupações com pressões inflacionárias globais.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avança cerca de 0,2%, acompanhado pelo DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, que também sobe aproximadamente 0,2%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, recua perto de 1%, com os traders adotando cautela antes da decisão de política monetária do Banco da Inglaterra.
No campo macroeconômico, os dados do mercado de trabalho britânico surpreenderam positivamente. Os salários cresceram acima das expectativas no trimestre encerrado em abril, enquanto a taxa de desemprego recuou, reforçando a percepção de resiliência da economia britânica.
O Banco da Inglaterra acompanha de perto a evolução dos salários para avaliar se o choque provocado pela alta dos preços da energia poderá gerar efeitos secundários sobre a inflação. A principal preocupação da autoridade monetária é que trabalhadores consigam negociar reajustes salariais mais elevados, alimentando novas pressões inflacionárias nos próximos meses.
Embora o consenso do mercado continue apontando para a manutenção da taxa básica em 3,75%, com expectativa de uma votação de 7 a 2 dentro do Comitê de Política Monetária, os números divulgados hoje podem fortalecer a posição dos membros mais preocupados com a inflação e favoráveis a uma postura mais restritiva.
Entre os destaques corporativos, as companhias aéreas seguem se beneficiando da queda recente dos preços do petróleo. As ações da Lufthansa avançam 1,7%, enquanto a Air France registra alta de 3,1%.
No setor financeiro, a Generali sobe 1,3% após notícias de que o UniCredit pretende ampliar sua participação na instituição por meio da Delfin, holding controlada pela família Del Vecchio. As ações do UniCredit avançam 0,3%.
O setor de tecnologia também contribui para sustentar os índices europeus. As fabricantes de semicondutores Infineon e Aixtron registram ganhos de 3,8% e 2,2%, respectivamente, acompanhando a recuperação do segmento global de chips.
Entre os destaques positivos do pregão, a Airbus sobe 3,3% após receber uma recomendação mais favorável por parte da Kepler, reforçando o otimismo em torno das perspectivas da fabricante aeronáutica europeia.
Na ponta negativa, a Tesco recua 2,7% depois de reportar uma desaceleração no crescimento das vendas do primeiro trimestre, aumentando as preocupações sobre o ritmo de consumo no Reino Unido.
Morning Call - 17/06/2026 - Fed Defini JurosAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IBC-Br (Abril)
9:30 – USA – Vendas no Varejo (Maio)
11:00 – USA – Vendas Pendentes de Moradias (Maio)
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
12:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
15:00 – USA – Decisão de Taxa de Juros do Fed
15:00 – USA – Projeções do Fed
18:30 – BRA – Decisão de Taxa de Juros Selic
Agenda de Autoridades:
15:30 – USA – Coletiva de Imprensa com o presidente do Fed, Kevin Warsh
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam com ganhos moderados nesta quarta-feira, impulsionados pela recuperação das ações de semicondutores e pela expectativa em torno da primeira decisão de política monetária do Federal Reserve sob a liderança de Kevin Warsh.
Após uma forte valorização no início da semana, Wall Street encerrou a sessão de terça-feira sem direção única, em meio à realização de lucros e ao reposicionamento dos traders antes da reunião do FOMC. O alívio proporcionado pela queda dos preços do petróleo e pelos avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã continua sustentando o apetite por risco.
A expectativa predominante é de que o Federal Reserve mantenha a taxa de juros inalterada no intervalo entre 3,50% e 3,75%. A decisão será divulgada às 15h (horário de Brasília), seguida pela primeira coletiva de imprensa de Kevin Warsh às 15h30.
Além da decisão em si, o mercado estará atento ao tom adotado pelo novo presidente do Fed e às projeções econômicas atualizadas da instituição. Os traders buscarão sinais sobre a avaliação do banco central em relação à inflação, ao mercado de trabalho e aos possíveis impactos econômicos decorrentes dos recentes choques nos preços da energia.
Segundo Mohit Kumar, estrategista da Jefferies: "Esperamos que Warsh adote uma postura relativamente cautelosa em sua primeira coletiva. Seria natural evitar grandes desvios em relação ao consenso do comitê. Caso destaque fatores desinflacionários além da recente guerra no Oriente Médio, isso poderá ser interpretado como um sinal mais moderado pelos mercados."
Atualmente, os contratos futuros apontam para uma manutenção dos juros ao longo dos próximos meses, embora ainda exista aproximadamente 43% de probabilidade de uma alta de 25 pontos-base até dezembro.
Os mercados também seguem monitorando os desdobramentos do acordo preliminar entre Washington e Teerã. O memorando de entendimento, cuja versão final ainda não foi divulgada, prevê a extensão por mais 60 dias do cessar-fogo firmado em abril, criando espaço para negociações de uma solução mais permanente e para a normalização gradual do tráfego no Estreito de Ormuz.
A perspectiva de redução dos riscos geopolíticos continua pressionando os preços do petróleo, que permanecem próximos das mínimas dos últimos três meses. O movimento ajuda a aliviar preocupações inflacionárias que dominaram os mercados durante boa parte do segundo trimestre.
No setor corporativo, as fabricantes de semicondutores lideram os ganhos no pré-mercado. Broadcom, Micron Technology, AMD e Intel avançam entre 1,8% e 3,8%, impulsionadas pela retomada do apetite dos investidores por empresas ligadas à inteligência artificial e infraestrutura tecnológica.
Outro destaque continua sendo a SpaceX. As ações da companhia avançam cerca de 3% hoje, ampliando os ganhos após a estreia histórica na Nasdaq. Na sessão anterior, a empresa ultrapassou a Amazon em valor de mercado, consolidando-se como a quinta companhia mais valiosa do mundo.
Com o petróleo em queda, o setor de tecnologia retomando força e a atenção voltada para Kevin Warsh, a reunião do Fed tem potencial para definir o tom dos mercados globais para as próximas semanas.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção definida nesta quarta-feira, enquanto os traders aguardam novos detalhes sobre o acordo preliminar entre Estados Unidos e Irã e acompanham a decisão de política monetária do Federal Reserve, seguida pela primeira coletiva de imprensa de Kevin Warsh como presidente da instituição.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avança cerca de 0,4%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, e o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, recuam aproximadamente 0,1%.
O setor automotivo lidera as perdas na região, com queda de 2,3%, pressionado principalmente pela desvalorização de 6,3% das ações da BMW. A montadora revisou para baixo sua projeção de lucro para o ano, citando a fraqueza persistente do mercado chinês e os impactos indiretos da instabilidade geopolítica observada nos últimos meses.
Segundo Beata Manthey, estrategista de ações do Citigroup: "Continuamos com uma visão cautelosa para o setor automotivo. Os desafios enfrentados pelas montadoras são amplos e estruturais, e o cenário para os lucros permanece bastante desafiador."
O pessimismo em relação ao setor foi reforçado por uma pesquisa que mostrou que os fornecedores da indústria automotiva alemã que esperam deterioração das condições de mercado nos próximos doze meses já superam aqueles que projetam melhora do ambiente de negócios.
Na direção oposta, as ações ligadas à tecnologia ajudam a sustentar o desempenho dos índices europeus. A Aixtron avança 4,6%, enquanto BE Semiconductor e ASML registram ganhos próximos de 1%. O setor de defesa também apresenta bom desempenho, com alta de aproximadamente 1%.
O sentimento dos traders continua sendo beneficiado pela forte queda dos preços do petróleo observada nos últimos dias. Com a perspectiva de reabertura do Estreito de Ormuz e redução dos riscos de oferta, o Brent acumula perdas significativas desde a semana passada, reduzindo preocupações inflacionárias e melhorando as perspectivas para diversos setores da economia europeia.
Ainda assim, analistas alertam que a continuidade da recuperação dependerá da evolução dos lucros corporativos.
"Para adotarmos uma visão mais construtiva para as ações europeias, precisaremos observar revisões positivas nas projeções de lucros. A queda do petróleo certamente ajuda, mas ainda não está claro se isso será suficiente para impulsionar uma nova rodada consistente de valorização", afirmou Manthey.
O Barclays tornou-se a mais recente instituição a revisar positivamente suas perspectivas para a região. O banco encerrou sua recomendação de subponderação para ações europeias e elevou sua projeção para o índice STOXX 600 de 620 para 670 pontos.
A instituição também melhorou sua recomendação para o setor de luxo, que figura entre os segmentos com pior desempenho acumulado no ano, passando a classificá-lo como "acima da média do mercado".
Apesar das movimentações setoriais, o principal evento do dia permanece sendo a reunião do Federal Reserve. Embora o mercado espere amplamente a manutenção das taxas de juros, investidores acompanharão atentamente os comentários de Kevin Warsh em busca de sinais sobre a trajetória futura da inflação, dos juros e da economia americana, fatores que continuarão influenciando o comportamento dos mercados globais ao longo do segundo semestre.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a quarta-feira majoritariamente em alta, impulsionados pela redução das preocupações geopolíticas no Oriente Médio e pela continuidade do forte fluxo comprador em ações ligadas à inteligência artificial, enquanto os traders aguardam a decisão de política monetária do Federal Reserve dos Estados Unidos.
O destaque da sessão foi novamente o Japão. O índice Nikkei TVC:NI225 renovou sua máxima histórica ao avançar 0,7%, encerrando muito próximo da marca psicológica dos 70 mil pontos. O movimento foi sustentado por uma ampla participação do mercado, com 137 ações em alta contra 85 em baixa dentro do índice.
Segundo Maki Sawada, estrategista da Nomura Securities: "Com a redução das preocupações geopolíticas em relação aos últimos dias, os investidores voltaram a concentrar suas atenções no crescimento estrutural da inteligência artificial. As compras continuam especialmente fortes em empresas ligadas a semicondutores avançados e infraestrutura para IA."
As ações relacionadas ao setor de inteligência artificial lideraram os ganhos na bolsa japonesa. A fabricante de equipamentos para inspeção de chips Lasertec disparou 13,2%, encerrando a sessão em máxima histórica. Outras empresas ligadas à cadeia global de semicondutores também apresentaram desempenho positivo.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI avançou 1,6%, sustentado pelos papéis de tecnologia. As ações da Samsung Electronics subiram 1%, enquanto a SK Hynix registrou forte alta de 5,8%, refletindo o contínuo otimismo em torno da demanda por memória de alto desempenho voltada para aplicações de inteligência artificial.
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 encerrou próximo da estabilidade. A TSMC, maior fabricante de semicondutores do mundo, recuou 0,6%, limitando o desempenho do mercado local após os fortes ganhos acumulados nas últimas semanas.
Na China continental e em Hong Kong, o comportamento foi mais heterogêneo. Os índices Shanghai SSE:000001 e Shenzhen SZSE:399001 registraram ganhos de até 1,3%, apoiados por compras em setores domésticos e industriais. Por outro lado, o China A50 FTSE:XIN9 e o Hang Seng HSI:HSI recuaram até 0,7%, refletindo uma realização parcial de lucros após a recuperação recente.
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO avançou 0,5%, com desempenho positivo da maior parte dos setores. O mercado australiano foi beneficiado pela melhora do sentimento global e pela estabilidade dos preços das commodities.
Comentário Técnico Semanal 14/06/2026Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
Morning Call - 15/06/2026 - SpaceX sobe 6% no Pré-MarketAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
9:30 – USA – Índice Empire State de Atividade Industrial
10:15 – USA – Produção Industrial
Agenda de Autoridades:
USA – Período de Silêncio dos membros do Fed. Término: 19/06
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — registram fortes ganhos nesta segunda-feira, impulsionados pelo anúncio de um acordo preliminar entre Estados Unidos e Irã que prevê a reabertura do Estreito de Ormuz e estabelece as bases para o encerramento do conflito que abalou os mercados globais nos últimos três meses.
Embora o entendimento represente um avanço significativo, questões sensíveis permanecem fora do acordo inicial, incluindo o programa nuclear iraniano e as tensões envolvendo Israel e grupos aliados do Irã na região. A assinatura formal do pacto está prevista para ocorrer na Suíça na próxima sexta-feira.
Segundo Max Kettner, estrategista-chefe de multiativos da HSBC Global Investment Research: "Se o acordo anunciado entre Estados Unidos e Irã se mostrar duradouro e confiável, o impacto para os ativos de risco tende a ser amplamente positivo. Eventuais contratempos provavelmente terão impacto mais limitado sobre o sentimento dos traders."
A perspectiva de normalização do fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz provocou uma forte queda nos preços da energia. Os contratos do Brent recuam mais de 4%, atingindo os menores níveis desde março, reduzindo preocupações relacionadas à inflação e aos custos de produção.
O movimento beneficia especialmente setores sensíveis aos preços da energia. Entre as companhias aéreas, as ações da United Airlines avançam 4,4%, enquanto Delta Air Lines e American Airlines registram ganhos de 4% e 3,5%, respectivamente.
No setor de tecnologia, que continua sendo o principal motor de Wall Street, os ganhos também são expressivos. A Micron sobe 8,2% no pré-mercado após diversas instituições elevarem seus preços-alvo para a companhia. Nvidia avança 2,3%, Intel ganha 3,1% e Marvell Technology sobe 5,4%.
A queda do petróleo também trouxe alívio ao mercado de renda fixa. O rendimento dos Treasuries de dois anos recua para o menor nível em duas semanas, refletindo uma redução parcial das preocupações inflacionárias associadas ao conflito no Oriente Médio.
O Índice de Volatilidade VIX, conhecido como o "termômetro do medo" de Wall Street, cai para 16,85 pontos, atingindo o menor patamar em mais de uma semana após ter alcançado máximas de dois meses durante a escalada das tensões geopolíticas.
Apesar do alívio recente, ainda existem incertezas quanto ao rumo da política monetária. A expectativa predominante é de que o Fed mantenha os juros inalterados na reunião desta quarta-feira. Ainda assim, os contratos futuros continuam apontando para a possibilidade de pelo menos uma elevação de 25 pontos-base até o final do ano.
O mercado também acompanha de perto a primeira reunião de política monetária sob a liderança de Kevin Warsh. Além da decisão sobre os juros, os traders estarão atentos às projeções econômicas atualizadas e ao tom adotado pelo novo presidente do Fed em sua coletiva.
No campo corporativo, as ações da SpaceX avançam 5,6% após a empresa concluir sua estreia histórica na Nasdaq com uma avaliação superior a US$ 2 trilhões. O sucesso da operação reforçou o entusiasmo por empresas ligadas à inteligência artificial, infraestrutura digital e tecnologia espacial.
A valorização das ações pode continuar, já que a SpaceX está prestes a ser incluída em regime de urgência no Nasdaq 100, o que a tornará em breve um ativo importante para fundos passivos e ETFs que replicam o índice, criando uma nova fonte de demanda por suas ações.
O IPO da SpaceX também é visto como um importante teste para futuras aberturas de capital de gigantes privadas do setor de tecnologia, incluindo OpenAI e Anthropic, cujas estreias no mercado seguem sendo amplamente aguardadas pelos investidores.
Entre outras movimentações relevantes, as ações da Paramount avançam 4,7% após o Departamento de Justiça dos Estados Unidos aprovar a aquisição da Warner Bros pela companhia.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — registram fortes ganhos neste início de semana, com diversos mercados renovando máximas históricas, após Estados Unidos e Irã anunciarem um acordo preliminar que prevê a reabertura do Estreito de Ormuz e estabelece as bases para o encerramento do conflito que já dura três meses no Oriente Médio.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avança cerca de 1%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, sobe 1,3%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, registra alta mais moderada de 0,2%.
O acordo trouxe forte alívio aos mercados globais. Os preços do petróleo Brent recuam quase 5%, ampliando as perdas recentes, após autoridades americanas e iranianas confirmarem que chegaram a um entendimento político inicial, cuja assinatura formal está prevista para a próxima sexta-feira.
Desde o início da guerra, em março, os mercados europeus vinham apresentando desempenho inferior ao observado nos Estados Unidos e em parte da Ásia. A elevada dependência energética da Europa em relação ao petróleo transportado pelo Estreito de Ormuz e a menor exposição do continente ao setor de inteligência artificial limitaram o desempenho das bolsas da região ao longo dos últimos meses.
Com o movimento desta segunda-feira, o índice STOXX 600 acumula valorização de 7,9% em 2026, reduzindo a diferença em relação ao S&P 500, que registra ganhos de 9,9% no mesmo período.
Segundo Chris Beauchamp, analista-chefe de mercado do IG Group: "Se realmente conseguirmos restabelecer o fluxo de petróleo de forma sustentável, isso poderá representar um impulso significativo para os mercados europeus."
Os ganhos são amplos entre os setores do STOXX 600. O segmento de luxo, um dos mais pressionados ao longo deste ano, lidera a recuperação com alta de 3,4%.
As montadoras europeias, tradicionalmente sensíveis aos custos de energia, avançam cerca de 3%, enquanto companhias aéreas como Lufthansa e Air France registram fortes ganhos de 4,7% e 2,8%, respectivamente.
O setor de viagens e lazer atinge uma nova máxima histórica, refletindo as expectativas de redução dos custos operacionais e melhora das perspectivas econômicas globais. Já o índice bancário europeu alcança seu maior nível desde janeiro de 2008.
Apesar do alívio geopolítico, parte das preocupações inflacionárias permanece no radar. O Banco Central Europeu elevou os juros em 25 pontos-base na semana passada justamente devido às pressões inflacionárias associadas à alta dos preços da energia.
Embora o acordo represente um passo importante para a normalização do mercado de petróleo, muitos analistas acreditam que os preços da energia continuarão relativamente elevados nos próximos meses, já que a recuperação completa do fluxo pelo Estreito de Ormuz e a reconstrução da infraestrutura afetada pelo conflito deverão levar tempo.
No mercado de renda fixa, os rendimentos dos títulos de curto prazo da zona do euro recuam para os menores níveis em duas semanas, refletindo uma redução parcial das expectativas de aperto monetário. Ainda assim, os mercados continuam precificando pelo menos mais uma alta de 25 pontos-base por parte do Banco Central Europeu antes do final do ano.
"É possível sentir um alívio palpável nos mercados europeus. O BCE provavelmente ficará satisfeito por ver as pressões energéticas diminuindo, mesmo que o aumento de juros realizado na semana passada tenha sido motivado justamente por esse cenário de inflação elevada", concluiu Beauchamp.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana com fortes ganhos, impulsionados pelo anúncio de um acordo preliminar entre Estados Unidos e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio e restabelecer a normalidade no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais para o transporte de petróleo.
O avanço diplomático reduziu significativamente as preocupações com a oferta mundial de energia, provocando uma queda acentuada nos preços do petróleo e desencadeando uma forte busca por ativos de risco em toda a região.
O grande destaque do dia foi o Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, que disparou 5,2%. As ações da Samsung Electronics avançaram 5,4%, enquanto a fabricante de semicondutores SK Hynix registrou alta de 6,4%, acompanhando o otimismo global do setor de tecnologia.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 renovou sua máxima histórica após saltar 5% na sessão. O principal destaque foi o SoftBank Group, cujas ações avançaram 10,3%, contribuindo com aproximadamente 537 pontos para a valorização do índice.
No mercado de crédito, as atenções se voltam para a decisão de política monetária do Banco do Japão, prevista para esta próxima madrugada. O mercado espera uma elevação da taxa básica para 1%, o maior nível em 31 anos, além de possíveis sinais de continuidade do ciclo de aperto monetário diante das pressões inflacionárias observadas no país.
Nas demais praças asiáticas, o movimento positivo também predominou. Os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI , ASX 200 ASX:XJO e TWSE 50 FTSE:TW50 encerraram o pregão com ganhos entre 0,5% e 3,8%.
O desempenho da região reflete uma combinação de fatores favoráveis: redução das tensões geopolíticas, queda dos preços da energia, melhora das perspectivas para a inflação global e renovado apetite dos traders por setores ligados à tecnologia e inteligência artificial.
Ponto de Decisão Importante no Petróleo?I deia é apenas uma opinião pessoal de mercado. Não é e nem deve ser confundida com recomendação de investimento. Investir é arriscado.
Depois de antecipar com as nossas análises e fundo do preço lá em janeiro de 2026 e o topo do preço em abril de 2026 chegamos a mais um ponto de decisão importantíssimo no preço do Petróleo.
Meu viés de longo prazo do ponto de vista fundamentalista e dexei claro na psotagem de Janeiro é que os principais Plays que sustentam o mercado atualmente tem Rump-ups próximos de entrar em declínio. Está em declínio também o investimento em exploração que visa encontrar novas jazidas. Isso favorece uma visão de médio longo prazo de alta.
No entanto por análise técnica temos dois vieses: Compeltamos um movimento de alta de 5 ondas seguido de um movimento de baixa de 3 ondas (ABC) em 2026. Se estivéssemos olhando para um gráfico de indíce apostaria na alta sem dúvida. Mas olhando para um gráfico de commodity e isso aconteceu outras vezes na histórico do petróleo inclusive recente vemos que o petróleo é mais cíuclico e portanto isso sugere quedas no curto prazo.
Devido a esse impasse de viés eu não consigo tomar um partido aqui mas entendo que estamos em um ponto de decisão aqui. Se o petróleo começar a subir daqui podemos estar vendo o início de um dos maiores movimentos de alta da história. Se cair abaixo dos 80 dólares (patamar atual) acredito que podemos estagnar numa faixa de preço entre 50 e 80 dóalres por mais tempo.
Ouro Sobe com Expectativas Sobre a Fed e o Acordo EUA-Irão
O preço do ouro registou uma ligeira subida no início da sessão de terça-feira, mantendo o impulso positivo observado ao longo das últimas sessões. Depois de ter atingido um mínimo de vários meses na semana passada, o metal precioso recuperou à medida que os investidores reagiram de forma positiva às notícias de um acordo de paz entre os Estados Unidos e o Irão, que poderá permitir a reabertura imediata do Estreito de Ormuz. Este cenário, caso se confirme, poderá permitir mais descidas dos preços da energia, aliviando as pressões inflacionistas e levando os mercados a antecipar políticas monetárias mais acomodatícias por parte dos bancos centrais. Esta dinâmica poderá enfraquecer o dólar norte-americano e pressionar em baixa as yields das obrigações, criando um contexto favorável para o metal precioso. Ainda assim, a recuperação dos preços parece ter perdido algum ímpeto durante a sessão de hoje, uma vez que os investidores permanecem cautelosos, dado que ainda não foram divulgados detalhes sobre o alegado plano de paz. Muitos estarão também atentos à reunião do FOMC da Reserva Federal, agendada para quarta-feira. Embora seja amplamente esperado que o banco central mantenha as taxas de juro inalteradas, os investidores irão acompanhar atentamente o tom do comunicado que será divulgado após a reunião, bem como quaisquer comentários do novo presidente, Kevin Warsh, procurando sinais de que os responsáveis pela política monetária poderão descartar a possibilidade de promover novos aumentos das taxas de juro, na sequência dos mais recentes desenvolvimentos no Golfo Pérsico e da diminuição dos receios inflacionistas. Um cenário desta natureza tenderia a pressionar o dólar em baixa e a reforçar o apoio ao ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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TAEE11 - AUMENTO DE PROBABILIDADE DE ALTAUm fechamento com volume acima desta linha é tudo o que desejamos para que esta operação possa fluir.
Poucas vezes as fibonuvens conseguem se alinhar e compactar tão próximo de um fundo. Isso pode ser tanto uma oportunidade quanto um risco visto se trata de uma recuperação em plena tendência secundária de baixa.
Se este é o ônus e o bônus desta operação o que me resta é a confiança de que o gráfico e suas indicações são soberanas
Bora ver entaõ
Aula 09 - Order Block e suas variações Order Block é um assunto extremamente adulterado hoje em dia quando falamos sobre Smart Money onde os influenciadores empurram uma idéia de“bloco institucional” para definir essa teoria onde muita das vezes é entregue uma versão simplificada para ter uma aceitação maior do público.
Na realidade esses blocos são caracterizados por uma mudança na entrega do preço sendo a inversão na polaridade do movimento, também são níveis
em que o Smart Money acumula sua posição antecipando a expansão do preço onde após essa expansão se tornam pontos de referência para o algoritmo.
Esses blocos nos trazem multiplas utilizações nos auxiliando desde modelos de entrada, leitura de preço, interpretação de força de movimento, definição de alvos e/ou stop loss além de fornecer pontos de precisão para nosso range de negociações.
SpaceX e a Nova Era dos MercadosAssim como a Terra orbita o Sol, o mundo estará prestes a orbitar a SpaceX.
Com toda certeza, você que lê este texto já está pensando: "Lá vêm teorias da conspiração."
Sim, eu sei. A frase do primeiro parágrafo parece exagerada à primeira vista. Afinal, estamos falando de uma empresa privada que fabrica foguetes, satélites e tem, hoje a utopia de colonizar Marte.
Mas vamos nos ater tão somente aos detalhes técnicos e financeiros e tentar prever o que pode acontecer nos bastidores de Wall Street e do mundo nos próximos dias para percebermos que talvez essa comparação não seja tão absurda quanto parece.
Percebo que boa parte do mercado e principalmente da mídia, observa o IPO da SpaceX como apenas mais uma abertura de capital histórica, mas esse IPO vai muito além.
Vejamos. Estamos na iminência de termos uma empresa recém-lançada avaliada em algo que beira os US$ 2 trilhões e, sendo assim avaliada, essa empresa seria a 15ª maior economia do mundo (rsrs - não se apegue a esse detalhe). Por si só, esse evento é capaz de alterar a dinâmica global dos fluxos de dinheiro e das alocações de capital, potencializando ainda mais o vasto desequilíbrio entre mercados emergentes e desenvolvidos.
E esse IPO tem literalmente o poder de altera a dinâmica do mercado.
Há muitas décadas, os índices financeiros globais eram, até certo ponto, controlados por filtros naturais do mercado. Ou seja, as empresas nasciam, cresciam, geravam resultados, passavam por ciclos econômicos e, somente após essa seleção natural do mercado, podiam ascender e conquistar seu espaço nos principais índices e benchmarks mundiais.
Com o IPO da SpaceX, esse processo está se invertendo e é justamente aqui que o meu texto anterior se encaixa: a queima de liquidez está sendo direcionada para agentes não tradicionais.
Vejamos. Temos uma única companhia com tamanho colossal, capaz de obrigar gestores de fundos, ETFs e administradores de índices a reformularem por completo suas metodologias simplesmente para acomodar a SpaceX. Que coisa, não?
Isso parece apenas um detalhe, mas suas consequências podem ser profundas.
Hoje, trilhões de dólares são administrados por fundos, e esses recursos não fazem análise fundamentalista; eles simplesmente seguem índices. Quando uma empresa do porte da SpaceX ingressa nesses índices, bilhões de dólares são automaticamente direcionados para suas ações, independentemente do valuation, do preço ou do risco envolvido.
E cada dólar que entra na SpaceX é um dólar a menos procurando oportunidades em mercados emergentes como Brasil, México, Indonésia, África do Sul ou Índia.
Seria 0 IPO o grande motivo do IBOV está corrigindo quase 20% somente em 2026? Ou temos algo pior para justificarmos essa correção?
Diante desse cenário que se desenha, as empresas brasileiras podem apresentar múltiplos mais atrativos, dividend yields superiores e níveis de valuation mais interessantes, mas ainda assim perderão espaço na disputa global por capital. E não será porque seus fundamentos pioraram, mas sim pelo simples fato de competirem contra uma máquina de absorção de liquidez.
Nossa bolsa já enfrenta há anos uma fuga estrutural de capital, agravada por questões políticas. Enquanto os Estados Unidos concentram as maiores empresas de tecnologia, inteligência artificial, computação espacial, semicondutores e infraestrutura digital, o mercado brasileiro permanece fortemente dependente de bancos, commodities, energia e consumo doméstico. E é aí que mora o perigo.
Por isso, o IPO da SpaceX não deve ser analisado apenas como um evento corporativo. Esse evento pode representar o início de uma nova era do capitalismo, na qual o capital deixa de ser distribuído com base em oportunidades relativas e passa a ser atraído por um número cada vez menor de empresas gigantescas.
Façam vossas análises e bons negócios.
Seja Consciente, Se Comprar, Use Stop.
Wall Street recupera apesar de incerteza no Médio Oriente
Os índices americanos recuperaram algum fôlego no início desta semana, apesar de o sentimento de mercado continuar contido. O S&P 500 e o Nasdaq beneficiam da estabilização das ações tecnológicas, em particular dos semicondutores, depois da pressão sentida nas últimas sessões. A geopolítica continua a dominar o enquadramento. A pausa nos ataques entre Israel e Irão reduziu a pressão imediata sobre o petróleo e permitiu algum alívio nos ativos de risco. Ainda assim, a incerteza permanece elevada, sobretudo enquanto persistirem riscos para o abastecimento energético e para as rotas de transporte no Médio Oriente. Ao mesmo tempo, o interesse em torno da estreia em bolsa da SpaceX, prevista para 12 de junho, mostra que o apetite por grandes histórias de crescimento continua vivo, mesmo num contexto de juros elevados e maior instabilidade geopolítica. Esse entusiasmo, aliado a resultados fortes, ajuda a explicar a resiliência de parte do setor tecnológico. O mercado continua disposto a comprar quedas em tecnologia, mas permanece vulnerável a qualquer deterioração geopolítica. Enquanto os juros se mantiverem elevados e o conflito no Médio Oriente não tiver uma solução mais sólida, a margem para complacência é limitada.
Henrique Valente – ActivTrades
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Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Morning Call - 10/06/2026 - Ações Caem antes do IPCAgenda de Indicadores:
9:30 – USA – Índice de Preços ao Consumidor (IPC) (Maio)
10:45 – CAD – Decisão de Taxa de Juros BoC
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
14:00 – USA – Leilão de T-Note de 10 anos
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
Agenda de Autoridades:
USA – Período de Silêncio dos membros do Fed. Término: 19/06
11:45 – CAD – Coletiva de Imprensa com o presidente do BoC, Tiff Macklem
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLM2026
A pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje mostra que o presidente Lula mantém a liderança na corrida presidencial em um eventual primeiro turno. Segundo o levantamento, Lula aparece com 39% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra 29% no cenário estimulado do primeiro turno.
Em uma simulação de segundo turno entre os dois candidatos, Lula também aparece à frente, com 44% das intenções de voto, contra 38% de Flávio Bolsonaro.
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em queda nesta quarta-feira, pressionados por uma nova rodada de realização nas ações de tecnologia e pelo aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã, enquanto os traders aguardam a divulgação de um importante relatório de inflação nos EUA.
A volatilidade voltou a ganhar força nos mercados globais nos últimos dias, à medida que os traders precisam equilibrar uma combinação cada vez mais complexa de riscos: avaliações elevadas no setor de tecnologia, incertezas geopolíticas no Oriente Médio e a possibilidade de o Federal Reserve manter uma postura mais agressiva para combater as pressões inflacionárias.
As ações das gigantes de semicondutores Nvidia, Broadcom e Micron Technology recuam entre 2% e 3,6% no pré-mercado, ampliando o movimento corretivo iniciado na semana passada. O setor continua sofrendo após a Broadcom divulgar perspectivas consideradas decepcionantes para parte do mercado, reacendendo questionamentos sobre os múltiplos elevados das empresas ligadas à inteligência artificial.
Segundo Mark Haefele, diretor de investimentos da UBS Global Wealth Management: "O setor de tecnologia enfrenta uma combinação desafiadora de juros potencialmente mais altos, que reduzem o valor presente dos lucros futuros, e preocupações crescentes sobre avaliações e velocidade de monetização da inteligência artificial. Além disso, o posicionamento excessivamente otimista de parte dos investidores aumenta o risco de movimentos corretivos."
No cenário geopolítico, o sentimento também foi afetado por uma nova escalada militar no Oriente Médio. As forças americanas realizaram ataques contra posições iranianas após o presidente Donald Trump prometer uma resposta à derrubada de um helicóptero de ataque Apache dos EUA. O episódio aumenta os receios de deterioração do frágil cessar-fogo firmado entre Washington e Teerã.
As atenções dos mercados se voltam agora para a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), prevista para às 9h30 (horário de Brasília). O indicador poderá oferecer sinais importantes sobre o impacto da alta dos preços da energia na inflação americana, especialmente após o relatório de emprego (Payroll) da semana passada surpreender positivamente e reforçar as expectativas de manutenção de juros elevados por mais tempo.
O consenso de mercado projeta que a inflação anual ao consumidor acelere para 4,2% em maio, acima dos 3,8% registrados em abril, o que representaria o maior avanço anual desde abril de 2023.
No radar dos investidores também está a aguardada abertura de capital da SpaceX, prevista para sexta-feira. A operação poderá avaliar a companhia em aproximadamente US$ 1,75 trilhão e levantar até US$ 75 bilhões, tornando-se um dos maiores IPOs da história. O tamanho da oferta também levanta questionamentos sobre o grau de otimismo atualmente embutido nos ativos ligados à tecnologia e inovação.
Entre os destaques corporativos, as ações da Super Micro Computer recuam 8,5% após a companhia anunciar uma captação de aproximadamente US$ 7 bilhões por meio da emissão de ações e instrumentos conversíveis, com o objetivo de financiar a expansão da produção de servidores voltados para inteligência artificial.
Já a Nike cai 1,6% no pré-mercado após o RBC rebaixar sua recomendação para o papel de "outperform" para "market perform", citando desafios para a recuperação do crescimento da companhia nos próximos trimestres.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em queda nesta quarta-feira, à medida que os traders monitoram a escalada das tensões no Oriente Médio, enquanto aguardam decisões importantes de política monetária tanto na Europa quanto nos Estados Unidos.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 recua cerca de 0,6%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, perde 0,7%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, cai aproximadamente 0,6%.
Os preços do petróleo seguem próximos de US$ 90 por barril após uma das maiores trocas de ataques entre Estados Unidos e Irã desde a assinatura do cessar-fogo em abril. Apesar do aumento das hostilidades, os mercados continuam sustentados pela expectativa de que um acordo para a reabertura do Estreito de Ormuz possa ser alcançado nas próximas semanas.
Para Mohit Kumar, economista-chefe para a Europa da Jefferies, o cenário-base continua sendo de desescalada gradual do conflito: "Continuamos otimistas de que um acordo será alcançado nas próximas semanas, mesmo que inicialmente seja uma solução temporária para permitir a retomada parcial do tráfego marítimo. Nem os Estados Unidos nem o Irã têm interesse em retornar a uma guerra em larga escala, o que aumenta as chances de o cessar-fogo, apesar de frágil, ser preservado."
No campo monetário, o Banco Central Europeu inicia hoje sua reunião de dois dias. O mercado precifica amplamente uma elevação de 25 pontos-base na taxa de juros, diante da persistência das pressões inflacionárias ligadas aos custos de energia. Mais do que a decisão em si, os investidores estarão atentos ao tom adotado por Christine Lagarde e pelos demais membros da autoridade monetária em relação aos próximos passos da política monetária.
Além disso, a divulgação do índice de inflação ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos ao longo do dia poderá influenciar significativamente as expectativas para o Federal Reserve e os mercados globais.
Entre os destaques corporativos, as ações da STMicroelectronics avançam 1,6% após o Bank of America elevar sua recomendação de "neutra" para "compra". A Infineon também opera em alta, com ganho próximo de 1%.
Ainda assim, o setor de tecnologia europeu recua cerca de 0,9%, ampliando as perdas acumuladas desde a última sexta-feira. A forte volatilidade observada nas ações ligadas à inteligência artificial nos Estados Unidos e na Ásia tem provocado movimentos de realização de lucros, embora o impacto sobre o STOXX 600 seja limitado pela menor participação das empresas de tecnologia na composição do índice europeu.
Na Itália, o mercado local se destaca positivamente. O índice italiano lidera os ganhos entre as principais bolsas da região, impulsionado pelo setor financeiro. As ações do Banco BPM avançam cerca de 3%, enquanto Intesa Sanpaolo e Banca Monte dei Paschi di Siena registram altas moderadas.
O movimento ocorre em meio à disputa pela consolidação do setor bancário italiano, após a Monte dei Paschi receber propostas concorrentes de aquisição da Intesa Sanpaolo e do Banco BPM, reforçando as expectativas de novas operações de fusões e aquisições no sistema financeiro europeu.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão desta quarta-feira em forte queda, acompanhando a volatilidade observada em Wall Street e a deterioração do sentimento global diante da renovação das tensões no Oriente Médio. O avanço dos preços da energia voltou a pressionar principalmente as ações de tecnologia, setor que liderou os ganhos dos mercados nos últimos meses.
As perdas foram lideradas pela Coreia do Sul. O Kospi TVC:KOSPI despencou 4,5%, com forte pressão sobre as gigantes de semicondutores. As ações da Samsung Electronics recuaram 6,1%, enquanto a SK Hynix perdeu 7,6%, refletindo uma realização mais intensa nas empresas diretamente ligadas ao ciclo de inteligência artificial.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 caiu 4,2%, registrando uma das maiores perdas da região. A TSMC, maior fabricante de semicondutores do mundo, recuou 2,2%, acompanhando o movimento global de aversão ao risco no setor de tecnologia.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 encerrou o pregão em baixa de 1,9%, pressionado tanto pelo setor tecnológico quanto pelo avanço das preocupações inflacionárias. Dados divulgados nesta madrugada mostraram que os preços no atacado aceleraram para o ritmo mais forte em três anos, reforçando as expectativas de aperto monetário por parte do Banco do Japão.
O mercado passou a considerar a possibilidade de dois aumentos adicionais de 25 pontos-base nos juros japoneses, cenário que impulsionou os rendimentos dos títulos públicos e reduziu o apetite por ativos de risco.
Na China continental e em Hong Kong, o movimento também foi negativo. Os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI registraram perdas entre 0,4% e 2,1%, acompanhando o sentimento de cautela predominante nos mercados asiáticos.
A exceção da região foi a Austrália. O ASX 200 ASX:XJO avançou 0,6%, beneficiado pela menor exposição ao setor de tecnologia e pelo peso relevante de empresas ligadas aos setores financeiro e mineração, que tendem a apresentar desempenho relativamente mais resiliente em períodos de alta dos preços da energia.
Como o Controle Estatístico Neutralizou um Mercado ComplexoAnálise técnica e operacional do índice US100 em uma sessão caracterizada por condições adversas de mercado e quebra de padrão de frequência, totalizando cinco operações em um único pregão. O material demonstra como o gerenciamento de risco estrito preserva o capital e garante o fechamento positivo mesmo em cenários de alta complexidade estrutural.
Morning Call - 11/06/2026 - BCE deverá aumentar os Juros Hoje!Agenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Crescimento do Setor de Serviços
9:15 – UE – Decisão de Taxa de Juros do BCE
9:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP)
9:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
14:00 – USA – Relatório WASDE
Agenda de Autoridades:
USA – Período de Silêncio dos membros do Fed. Término: 19/06
9:45 – UE – Coletiva de Imprensa com a presidente do BCE, Christine Lagarde
11:15 – UE – Christine Lagarde, presidente do BCE, apresentará as últimas decisões de política monetária no podcast do BCE.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta nesta quinta-feira, impulsionados pelo avanço das negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã, alimentando a expectativa de uma possível redução das tensões no Oriente Médio e melhorando o apetite por risco dos traders.
Segundo três fontes iranianas e uma autoridade europeia, os contatos entre Washington e Teerã se intensificaram nos últimos dias após ambas as partes terem alcançado um entendimento político preliminar. As discussões agora estariam concentradas nos detalhes técnicos de um memorando de entendimento que poderá servir como base para um acordo mais amplo.
Entre os pontos ainda em negociação estão mecanismos para a liberação de bilhões de dólares em ativos iranianos congelados no exterior, além de garantias relacionadas à navegação no Estreito de Ormuz e questões ligadas ao programa nuclear iraniano.
"Do ponto de vista militar, esta guerra é um beco sem saída. Os americanos não conseguiram atingir seus objetivos atacando o Irã. Houve progresso nas negociações", afirmou uma das fontes iranianas ouvidas pela imprensa internacional.
O mercado interpreta o avanço das conversas como um fator potencialmente positivo para os ativos de risco, especialmente diante da possibilidade de redução das tensões geopolíticas e de alívio sobre os preços da energia.
Apesar do progresso diplomático, o cenário permanece delicado. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a afirmar que um acordo está próximo, mas reiterou que novas ações militares continuam sobre a mesa caso as negociações não avancem conforme esperado.
Até o momento, autoridades americanas não comentaram oficialmente o estágio atual das conversas, mantendo cautela sobre qualquer perspectiva de conclusão iminente.
Resultado da Oracle
A Oracle anunciou uma forte aceleração de seus investimentos para o ano fiscal de 2027, reforçando sua aposta na expansão da infraestrutura de inteligência artificial e computação em nuvem. Apesar das perspectivas robustas de crescimento, as ações da companhia recuam cerca de 8% no pré-mercado, refletindo preocupações dos investidores com o forte aumento dos gastos e da alavancagem financeira.
A empresa informou que pretende captar aproximadamente US$ 40 bilhões ao longo de 2027 por meio de uma combinação de dívida e emissão de ações. O plano inclui um programa de venda de ações de até US$ 20 bilhões, já anunciado anteriormente.
O movimento evidencia a intensidade dos investimentos necessários para sustentar a corrida global por capacidade computacional voltada à inteligência artificial. Assim como Amazon, Microsoft e Alphabet, a Oracle vem ampliando agressivamente seus gastos para atender à crescente demanda por data centers e serviços de IA.
A companhia tem buscado consolidar sua posição como uma das principais concorrentes no mercado de computação em nuvem, disputando espaço com líderes tradicionais do setor. Entre seus principais clientes estão empresas como Meta e OpenAI, que exigem cada vez mais capacidade de processamento para treinamento e operação de modelos avançados de inteligência artificial.
Um dos principais projetos da Oracle é o megacomplexo de data centers "Stargate", no Texas, desenvolvido em parceria com a OpenAI e outras empresas do setor. Segundo a companhia, o projeto estará mais de 75% concluído nos próximos 90 dias. A OpenAI já confirmou que seus clientes podem acessar alguns dos modelos mais avançados da empresa por meio da infraestrutura da Oracle Cloud.
Segundo Clay Magouyrk, CEO da Oracle Cloud Infrastructure: "Nosso ritmo de entrega continua acelerando. No primeiro trimestre fiscal de 2027, estaremos próximos de entregar um gigawatt de capacidade, praticamente o mesmo volume que entregamos ao longo dos quatro trimestres anteriores somados."
A Oracle também revisou para cima suas projeções de investimento. A companhia espera realizar despesas de capital de até US$ 95 bilhões no ano fiscal de 2027, valor muito acima dos padrões históricos da empresa. Parte desse montante deverá ser compensada por aproximadamente US$ 25 bilhões em reembolsos e contribuições de clientes vinculados aos projetos de infraestrutura.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta nesta quinta-feira, impulsionados pela queda dos preços do petróleo e pelo aumento das expectativas de um avanço diplomático nas negociações entre Estados Unidos e Irã. Os traders também aguardam a decisão de política monetária do Banco Central Europeu, que deverá promover seu primeiro aumento de juros em quase três anos.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avança cerca de 1%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, sobe 0,2%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, registra ganhos próximos de 0,9%.
O movimento positivo ocorre em meio à queda dos preços da energia. O petróleo Brent recua para a região de US$ 92 por barril, refletindo o otimismo crescente em relação à possibilidade de um acordo preliminar entre Washington e Teerã. Como a Europa é altamente dependente de importações de energia, a redução dos preços do petróleo tende a aliviar preocupações inflacionárias e favorecer os ativos de risco da região.
As tensões no Oriente Médio voltaram a se intensificar no início da semana após a derrubada de um helicóptero Apache americano nas proximidades do Estreito de Ormuz. O episódio desencadeou uma série de ataques de retaliação dos Estados Unidos contra alvos iranianos e elevou temporariamente os receios sobre uma interrupção prolongada no fluxo global de petróleo.
No entanto, o sentimento dos mercados melhorou após informações indicarem que os canais diplomáticos entre os dois países continuam ativos. Segundo três fontes iranianas e uma autoridade europeia, as negociações para um entendimento preliminar ganharam força nos últimos dias, com a troca de mensagens envolvendo um possível "memorando de entendimento" que poderia servir de base para um acordo mais amplo.
Decisão de Juros do BCE
O Banco Central Europeu deverá elevar suas taxas de juros em 25 pontos-base nesta quinta-feira, em uma tentativa de conter as pressões inflacionárias que ganharam força nos últimos meses, impulsionadas principalmente pelo aumento dos custos de energia decorrente da guerra no Oriente Médio.
A decisão já está amplamente precificada pelos mercados e ocorre em um momento desafiador para a economia da zona do euro. Enquanto a inflação ao consumidor permanece acima de 3% ao ano — bem acima da meta de 2% estabelecida pelo BCE —, o crescimento econômico segue fraco, com diversos países do bloco apresentando sinais de desaceleração ou estagnação.
Segundo Annalisa Piazza, da MFS Investment Management: "O BCE precisa aumentar os juros para preservar sua credibilidade e evitar que as expectativas de inflação se deteriorem. No entanto, a política monetária ainda estaria migrando para um patamar neutro, e não necessariamente para uma postura claramente restritiva."
Já para Julien Lafargue, estrategista-chefe de mercado do Barclays Private Bank: "A questão fundamental não é a alta desta semana, mas a forma como ela será comunicada: se será apresentada como uma medida isolada ou como o início de um novo ciclo de aperto monetário."
Lafargue acrescenta que a presidente do BCE, Christine Lagarde, provavelmente evitará fornecer orientações muito específicas sobre os próximos passos, preservando flexibilidade diante das incertezas geradas pelo conflito entre Irã e Estados Unidos e seus impactos sobre os preços da energia.
Caso a decisão seja confirmada, será a primeira elevação de juros do BCE em quase três anos, levando a taxa de depósito de 2,00% para 2,25%, a taxa principal de refinanciamento de 2,15% para 2,40% e a taxa de empréstimo overnight de 2,40% para 2,65%.
Embora a alta esteja amplamente antecipada, o principal foco dos traders estará na coletiva de Christine Lagarde e nas novas projeções econômicas divulgadas pela instituição. O mercado buscará sinais sobre a trajetória futura da política monetária e sobre o grau de preocupação do BCE com a persistência da inflação.
Atualmente, os contratos futuros apontam para a possibilidade de pelo menos mais duas elevações de juros nos próximos meses, com setembro sendo apontado como o momento mais provável para a próxima alta.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a sessão desta quinta-feira sem uma direção única, à medida que os traders avaliaram os desdobramentos no Oriente Médio e reagiram à confirmação de que os Estados Unidos encerraram sua mais recente rodada de ataques aéreos contra o Irã.
Após um início de sessão mais pressionado, os mercados recuperaram parte das perdas ao longo do pregão, refletindo a percepção de que o risco de uma escalada imediata do conflito diminuiu temporariamente.
Entre os destaques positivos da região, o Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, avançou 0,4%, enquanto o Nikkei TVC:NI225 , do Japão, encerrou com alta mais modesta de 0,1%. O desempenho foi relativamente equilibrado, sem liderança clara de setores específicos, com os traders alternando entre realizações de lucro e compras seletivas.
Na ponta negativa, os mercados da China, Hong Kong e Taiwan apresentaram desempenho mais fraco. Os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e TWSE 50 FTSE:TW50 registraram perdas entre 0,2% e 0,7%, refletindo a cautela diante das incertezas geopolíticas e na condução das taxas de juros.
Na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO recuou 0,2%, acompanhando o tom mais defensivo observado em parte dos mercados asiáticos.






















