Ouro Recupera com Incerteza Global
Os preços do ouro subiram para um máximo de 10 dias no início da sessão europeia. Depois de terem atingido um mínimo de vários meses na semana passada, o metal precioso estabilizou em torno dos 4.500 dólares e recuperou algum terreno desde sexta-feira, à medida que os investidores viram nos preços mais baixos uma oportunidade para comprar na queda. A incerteza geopolítica e económica em curso está a reforçar o apelo do ouro enquanto ativo de refúgio. Após um período de correção, durante o qual muitos investidores encerraram posições lucrativas para responder a requisitos de margem noutras áreas, os preços apresentam-se agora mais atrativos e a procura está a regressar. No entanto, o potencial de valorização continua limitado pelas expectativas de uma política monetária mais restritiva por parte dos bancos centrais. Os receios inflacionistas associados ao aumento dos custos da energia elevaram os rendimentos das obrigações soberanas e fortaleceram o dólar norte-americano, aumentando o custo de oportunidade de deter ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ideias da comunidade
Morning Call - 31/03/2026 - Trump recua sobre a Guerra!Agenda de Indicadores:
BRA – Encerramento dos futuros de dólar / Briga da PTAX / Novo contrato: MINDOLK2026
9:00 – BRA – Índice de Preços ao Produtor
10:45 – USA – PMI de Chicago
11:00 – USA – Ofertas de Empregos JOLTS
11:00 – USA – Confiança do Consumidor do Conference Board
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
13:00 – USA – Austan Goolsbee, do Fed de Chicago (Não Vota), faz o discurso de abertura do evento "Capital Humano em Tempos de Baixas Taxas de Juros Reais", organizado pelo Banco da Reserva Federal de Chicago
14:10 – USA – Jeffrey Schmid, do Fed de Kansas City (Não Vota), discursa sobre política monetária e perspectivas econômicas no Rotary Club de Oklahoma City
16:00 – USA – Michael Barr, Governador do Fed (Vota), discursa sobre "Stablecoins" no evento "A Lei GENIUS na Prática: Questões-chave para a Regulamentação de Stablecoins", da Federalist Society
18:10 – USA – Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed (Vota), discursa sobre "Pequenas Empresas" no CBA Live 2026
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Diesel
A proposta de concessão de um alívio de R$ 1,20 por litro no diesel importado — com custo compartilhado entre União e estados — ganhou tração nas negociações políticas após o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, classificar a medida como “razoável”.
O posicionamento é considerado relevante por destravar uma alternativa ao corte do ICMS, inicialmente cogitado, mas que enfrentou forte resistência dos governadores diante das limitações fiscais e do risco de violação da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Apesar do avanço no debate institucional, o foco imediato do mercado permanece nos reajustes de preços dos combustíveis e seus derivados, que seguem pressionando diferentes segmentos da economia.
A Vibra Energia informou às companhias aéreas que irá repassar integralmente o aumento de 54,6% no querosene de aviação (QAV) a partir de 1º de abril, intensificando a pressão sobre o setor aéreo em um momento em que as tarifas já vinham sensíveis.
Paralelamente, fontes indicam que a Refinaria de Mataripe deve elevar o preço do GLP em 15,26% também no início do mês, interrompendo um período de relativa estabilidade. O movimento reacende preocupações quanto ao impacto sobre o custo do gás de cozinha, especialmente para as camadas de menor renda, além de aumentar a pressão sobre programas sociais como o Gás do Povo.
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — avançam nesta terça-feira, refletindo uma melhora no apetite por risco após sinais de possível descompressão no cenário geopolítico.
O movimento foi impulsionado por uma reportagem do The Wall Street Journal, publicada na noite anterior, indicando que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria sinalizado a assessores disposição para encerrar a campanha militar contra o Irã, mesmo diante da possibilidade de o Estreito de Ormuz permanecer parcialmente bloqueado — um dos principais pontos de tensão para a oferta global de petróleo.
A notícia trouxe algum alívio aos mercados, após cerca de um mês de conflito que provocou forte volatilidade e pressionou os ativos de risco. Nesse período, tanto o S&P 500 quanto o Dow Jones caminham para registrar suas maiores quedas mensais desde setembro de 2022.
No mercado de commodities, os preços do petróleo seguem voláteis na sessão, mas ainda apontam para um ganho mensal recorde. O movimento tem sustentado o desempenho do setor de energia, com o índice setorial do S&P 500 acumulando alta superior a 11% em março — sendo o único segmento a encerrar o mês no campo positivo.
Em linha com a melhora do sentimento, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXH2026 recua para abaixo dos 27 pontos, sinalizando redução na demanda por proteção no curto prazo.
Apesar do ambiente ainda incerto, parte do mercado mantém uma visão relativamente resiliente para a economia americana. Segundo Isabella Mateos y Lago, economista do BNP Paribas, os traders não projetam, neste momento, impactos relevantes da guerra sobre o crescimento. Muitos analistas seguem com suas estimativas para os índices acionários ao fim de 2026 praticamente inalteradas, com revisões limitadas nas projeções de lucros corporativos.
Na agenda econômica, a atenção se volta para a divulgação do relatório JOLTS de fevereiro, que traz dados sobre vagas de emprego e rotatividade de mão de obra, abrindo uma semana encurtada pelo feriado, mas ainda relevante para a leitura do mercado de trabalho.
Além disso, discursos de dirigentes do Federal Reserve, incluindo Austan Goolsbee e Michelle Bowman, serão monitorados de perto em busca de sinais sobre os próximos passos da política monetária. Na véspera, o presidente do Fed, Jerome Powell, indicou que a autoridade monetária pode adotar uma postura de espera para avaliar os efeitos do conflito sobre a economia antes de ajustar a trajetória dos juros.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta nesta terça-feira, em um movimento de recuperação após a forte liquidação observada ao longo de março, que marcou o pior desempenho mensal desde o início da guerra na Ucrânia em 2022.
O avanço dos mercados reflete uma melhora no sentimento dos traders, impulsionado por sinais de uma possível distensão no cenário geopolítico. Segundo reportagem do The Wall Street Journal, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria indicado a assessores que está disposto a encerrar a campanha militar contra o Irã, mesmo diante da possibilidade de o Estreito de Ormuz permanecer parcialmente bloqueado — fator que vinha sustentando os temores sobre a oferta global de petróleo.
No campo macroeconômico, os dados divulgados nesta manhã apontam para um cenário de crescimento moderado, porém ainda frágil. No Reino Unido, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 1% em 2025, com expansão de 0,1% no quarto trimestre, em linha com as expectativas do mercado. Já na Alemanha, as vendas no varejo cresceram 0,7% em fevereiro, abaixo da projeção de 1%, sinalizando uma recuperação ainda inconsistente da demanda doméstica.
Na zona do euro, a prévia do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de março indicou aceleração da inflação, que passou de 1,9% para 2,5%, retornando ao patamar acima da meta de 2% estabelecida pelo Banco Central Europeu. O movimento reflete, sobretudo, o impacto da disparada dos preços de energia, com petróleo e gás registrando fortes altas em meio ao conflito no Oriente Médio.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram esta terça-feira em queda generalizada, consolidando o pior desempenho mensal em décadas, em um ambiente marcado pela forte aversão ao risco. A combinação entre a escalada do conflito no Oriente Médio e a disparada dos preços do petróleo segue pressionando especialmente as economias dependentes de energia, ao mesmo tempo em que impulsiona a valorização do dólar e enfraquece as moedas da região.
Entre os destaques negativos, o índice Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, recuou 4,3% na sessão, acumulando perda de 18% no mês. No mercado cambial, o won sul-coreano atingiu uma mínima de 17 anos, cotado a 1.536 por dólar. O movimento reflete a forte saída de capital estrangeiro, que já soma US$ 20,8 bilhões até 30 de março — o maior volume desde abril de 2010.
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 caiu 2,8% no dia, ampliando as perdas mensais para mais de 10%. A moeda local também se desvalorizou, acumulando queda de 2,6% no período, enquanto as saídas líquidas de capital atingiram cerca de US$ 27,6 bilhões.
Para Abbas Keshvani, estrategista macro do RBC Capital Markets, a dinâmica recente reflete uma mudança estrutural nos fundamentos cambiais da região. “Com os preços do petróleo em patamares elevados, há uma deterioração significativa na balança de pagamentos de diversos países asiáticos, o que exige um ajuste nas moedas. A demanda por dólares aumentou de forma generalizada, pressionando especialmente economias importadoras de energia”, avaliou.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 recuou pelo quarto pregão consecutivo, com queda de 1,6% na sessão e perda acumulada de 13% em março — o pior desempenho mensal desde a crise financeira global de 2008.
Na China continental, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram quedas moderadas, variando entre 0,5% e 1,8%. Em contrapartida, o índice Hang Seng HSI:HSI , de Hong Kong, destoou ao encerrar com leve alta de 0,2%, sustentado pelo desempenho positivo do setor financeiro, que compensou as perdas em energia e tecnologia.
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO também conseguiu se manter no campo positivo, avançando 0,3% em uma sessão de desempenho misto entre os setores.
Morning Call - 30/03/2026 - Powell No Radar!Agenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
9:30 – BRA – Resultado Primário do Governo
11:30 – USA – Índice de Atividade das Empresas Fed Dallas
Agenda de Autoridades:
9:00 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do Bacen, profere palestra no evento J. Safra Macro Day 2026, com transmissão online pelo Youtube.
11:30 – USA – Jerome Powell, presidente do Fed (Vota), participa de um debate moderado na aula de Princípios de Economia da Universidade de Harvard.
17:00 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), participa de uma conversa em um evento organizado pela Corporação de Desenvolvimento Econômico de Staten Island.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — iniciaram a semana em alta, ensaiando uma recuperação após as fortes perdas registradas na sessão anterior. O movimento ocorre em meio à reavaliação dos riscos associados à escalada do conflito no Oriente Médio e seus potenciais impactos sobre a inflação e o crescimento global.
No campo geopolítico, o fim de semana foi marcado por novos desdobramentos relevantes. A milícia Houthi, do Iêmen e apoiada pelo Irã, ampliou sua participação no conflito, enquanto os Estados Unidos reforçaram sua presença militar na região. Em paralelo, o presidente Donald Trump elevou o tom ao afirmar que pretende “tomar o petróleo do Irã”, aumentando a incerteza quanto à evolução do cenário.
Apesar disso, parte do mercado encontrou algum alívio nas declarações de Trump indicando que Washington e Teerã estariam engajados em contatos “diretos e indiretos”. Segundo o presidente, o Paquistão atuaria como intermediário nas negociações, com a possibilidade de “conversas significativas” nos próximos dias.
Para Stefan Koopman, estrategista macro sênior do Rabobank, o ambiente segue dominado por incertezas críticas. “O mercado está lidando com duas grandes incógnitas que se retroalimentam: quando o fluxo de petróleo será normalizado em volumes relevantes e em que nível de preços o petróleo deixa de ser um vetor inflacionário para se tornar um gatilho de recessão”, afirmou. O estrategista acrescenta que eventuais ações sobre a ilha iraniana de Kharg — principal hub de exportação do país — tenderiam a restringir ainda mais a oferta global, pressionando os preços da commodity.
Nesse contexto, o índice de volatilidade VIX ($ACTIVTRADES:USAVIXH2026) avança para a região dos 28 pontos, refletindo a continuidade da demanda por proteção e a elevada sensibilidade dos mercados ao noticiário geopolítico.
Os preços do petróleo voltam a subir nesta segunda-feira, sustentando ganhos moderados nas ações do setor de energia no pré-mercado. Papéis de grandes companhias como Exxon Mobil e Chevron avançam cerca de 1,6%.
O pano de fundo permanece desafiador. Os principais índices de Wall Street encerraram na sexta-feira a quinta semana consecutiva de perdas, com o Dow Jones entrando oficialmente em território de correção — ao recuar mais de 10% em relação à sua máxima histórica. O Nasdaq e o Russell 2000 também já operam em correção desde o início da escalada do conflito, enquanto o S&P 500 se aproxima desse patamar.
Refletindo a deterioração do cenário, o Morgan Stanley revisou sua recomendação para ações globais de “overweight” para “neutral”. Ainda assim, a instituição destaca que os fluxos de capital têm favorecido ativos americanos desde o início da crise, reforçando a percepção dos Estados Unidos como possível porto seguro em momentos de maior aversão ao risco.
A disparada dos preços do petróleo reacende preocupações inflacionárias e complica o cenário para os bancos centrais. De acordo com a ferramenta FedWatch, do CME Group, o mercado já não precifica cortes de juros pelo Federal Reserve neste ano — uma mudança significativa em relação às expectativas anteriores ao agravamento do conflito.
Ao longo da semana, a atenção dos traders também se volta para a agenda macroeconômica, com destaque para os dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos, incluindo o relatório de emprego (payroll) de março, que pode oferecer sinais mais claros sobre a resiliência da economia.
Além disso, os discursos do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, e do presidente do Fed de Nova York, John Williams, previstos para esta segunda-feira, serão acompanhados de perto em busca de indicações sobre os próximos passos da política monetária americana.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, em um movimento de recuperação após as perdas recentes, enquanto os traders avaliam os impactos da escalada da guerra no Oriente Médio sobre a dinâmica inflacionária e o crescimento econômico na região.
No campo macroeconômico, a prévia do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Alemanha apontou uma aceleração expressiva da inflação na maior economia da Europa, impulsionada principalmente pelo avanço dos preços de energia. Os combustíveis registraram alta média de 20,6% no período em março, com destaque para o óleo de aquecimento, que subiu 27,2%, e os combustíveis automotivos, com avanço de 15,9%. Dentro desse grupo, o diesel teve alta de 23,5%, enquanto a gasolina subiu 13,6%.
O movimento reflete diretamente o impacto da valorização do petróleo no mercado internacional, em meio ao agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio. A pressão sobre os preços de energia tem reforçado os temores inflacionários e contribuiu para que o índice pan-europeu STOXX 600 registrasse sua maior queda mensal desde março de 2020.
Diante desse cenário, autoridades monetárias voltam a adotar um tom cauteloso. O presidente do Banco Central francês, François Villeroy de Galhau, afirmou que o Banco Central Europeu permanece comprometido em evitar que o choque inflacionário oriundo do setor energético se dissemine pela economia. No entanto, ressaltou que ainda é prematuro discutir o timing de eventuais ajustes nas taxas de juros.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana em queda, refletindo um movimento amplo de aversão ao risco diante da escalada das tensões no Oriente Médio e da alta expressiva dos rendimentos dos títulos soberanos, que voltaram a atingir níveis historicamente elevados. O ambiente reforça os temores de estagflação, combinando pressões inflacionárias persistentes com sinais de desaceleração econômica.
Entre os destaques negativos, o índice Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, recuou cerca de 3%, pressionado por perdas relevantes em papéis de tecnologia e indústria. As ações da SK Hynix caíram 5,3%, enquanto Hyundai recuou 5,1% e Samsung registrou baixa de 1,9%.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 cedeu 2,8%, em uma sessão amplamente negativa — apenas 4 das 225 empresas do índice fecharam no campo positivo. O movimento foi intensificado por preocupações com a inflação, após comentários de um membro do Banco do Japão (BoJ) indicando que a valorização do petróleo e a desvalorização do iene podem acelerar a alta de preços no país, reacendendo o risco de estagflação.
Nesse contexto, o rendimento dos títulos públicos japoneses de 10 anos (JGBs) chegou brevemente a atingir 2,390%, o maior nível desde fevereiro de 1999, evidenciando a pressão sobre a curva de juros global.
“O mercado agora parece cauteloso não apenas com inflação e desaceleração, mas já começa a precificar um cenário mais adverso, que pode incluir recessão”, avaliou Shingo Ide, estrategista-chefe de ações do NLI Research Institute.
Na China continental e em Hong Kong, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Shanghai SSE:000001 e Hang Seng HSI:HSI — registraram perdas mais contidas, variando entre estabilidade e queda de até 0,8%, refletindo uma postura mais defensiva dos traders.
Em Taiwan, o TWSE 50 ( FTSE:TW50 ) recuou 1,9%, pressionado pela queda de 2,2% nas ações da TSMC. Já na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO caiu 0,7%, apesar do desempenho positivo do setor de mineração. As ações da Rio Tinto avançaram quase 5%, após a companhia informar a retomada das operações em três de seus quatro terminais portuários de minério de ferro em Pilbara, que haviam sido afetados pela passagem de um ciclone tropical na região.
IFR como ferramenta de confluência com canal de alta - WIN 60minNo gráfico de 60 minutos do mini índice (WIN), observa-se um canal de alta bem definido, com o preço oscilando de forma técnica entre a linha inferior (suporte dinâmico) e a linha superior (resistência dinâmica). Dentro dessa estrutura, o Índice de Força Relativa (IFR/RSI) de 14 períodos atua como uma excelente ferramenta de confirmação de força e timing.
Em tendências de alta, o IFR tende a operar em regimes mais elevados, raramente entrando em sobrevenda. No estudo apresentado, algumas leituras se repetem com clareza:
🔹 Testes no topo do canal + IFR em níveis esticados (próximo de 65–70)
Indicam exaustão de curto prazo e aumento da probabilidade de correções técnicas. Não é sinal de venda automática, mas alerta para perda de assimetria compradora.
🔹 Testes no fundo do canal + IFR corrigindo até zonas intermediárias (40–45)
Mostram correções saudáveis dentro da tendência. O IFR segura acima dos níveis críticos, sinalizando que a força compradora permanece ativa. Essa confluência costuma oferecer melhores relações risco-retorno alinhadas à tendência principal.
🔹 Divergências do IFR nas extremidades do canal
Quando o preço testa topos ou fundos do canal sem confirmação do IFR, temos sinais de perda de momentum, funcionando como alerta de mudança de ritmo — não necessariamente de reversão estrutural.
✅ Resumo da leitura
O canal define a estrutura e a direção
O IFR define o timing e a qualidade do movimento
Extremidades do canal são zonas de decisão
IFR saudável acima de 40 mantém o viés altista
Quando usados juntos, canal de alta + IFR (14) formam uma leitura simples, objetiva e altamente eficiente para entender onde o preço está na estrutura e como o momentum está respondendo.
Preço guia.
Estrutura organiza.
IFR ajuda a decidir quando agir.
📊 Bons estudos e bons trades.
@alan.cnpi
BTC/USD - Gráfico Semanal - Análise Rainbow - Escala LogarítmicaBitcoin Bloco Gênesis até 2032:
Análise semanal do gráfico do BTC/USD em escala logarítmica.
Uma visão otimista de longo prazo.
Análise atualizada em 23/03/2026.
Gráficos logarítmicos são usados para visualizar dados que mudam exponencialmente ao longo do tempo. Isso os torna bem adequados para o Bitcoin, que historicamente passou por períodos de rápida valorização dos preços.
Em um gráfico logarítmico, o eixo vertical é escalado logarítmicamente, enquanto o eixo horizontal permanece linear. Isso significa que distâncias iguais no eixo vertical representam variações proporcionalmente maiores no preço.
Gráficos de previsão logarítmica frequentemente incluem vários elementos, tais como:
Dados de preço: Normalmente são representados como uma linha ou curva no gráfico.
Níveis de suporte e resistência: São linhas horizontais traçadas em níveis de preço onde o preço historicamente encontrou suporte ou resistência.
Linhas de tendência: São linhas diagonais desenhadas para conectar sucessivos máximos ou mínimos de preço.
Médias móveis: São linhas que suavizam os dados de preços e podem ajudar a identificar tendências.
Níveis de retracement de Fibonacci: São linhas horizontais traçadas em porcentagens específicas de um movimento de preço anterior, e podem ser usadas para identificar potenciais níveis de suporte e resistência.
Para tornar a análise mais dinâmica e assertiva, adicionei todos os períodos pré e pós metade, seguindo a projeção da deflação de recompensas da rede e da inflação do Bitcoin
Analisando os Gráficos de Previsão Logarítmica do Bitcoin:
Ao analisar um gráfico de previsão logarítmica do Bitcoin, é importante considerar os seguintes fatores:
A tendência geral do preço: o preço está tendendo para cima, para baixo ou lateralmente?
Localização dos níveis de suporte e resistência: O preço está atualmente acima ou abaixo de algum nível chave de suporte ou resistência?
O ângulo das linhas de tendência: as linhas de tendência estão inclinadas para cima ou para baixo? Eles são íngremes ou rasos?
O comportamento das médias móveis: as médias móveis estão subindo, descendo ou lateralmente? Eles estão cruzando acima ou abaixo do preço?
A localização dos níveis de retracement de Fibonacci: O preço está atualmente próximo de algum nível-chave de retracement de Fibonacci?
O gráfico apresenta a trajetória de preço do Bitcoin desde o seu "Gênesis Block" em 2009 até projeções para 2032.
A escala logarítmica é utilizada para normalizar as variações percentuais extremas ao longo dos anos, permitindo a visualização da ciclicidade do ativo.
1. Ciclos de Halving e TemporalidadeO gráfico utiliza linhas verticais para marcar os eventos de Halving (redução da recompensa por bloco), que historicamente atuam como catalisadores de oferta:
Progressão: Estão mapeados desde o primeiro (2012) até projeções para o sexto halving (2032).
Janelas de Tempo: Foram delimitados períodos representados por caixas azuis (ciclos de alta/acumulação) e caixas vermelhas (ciclos de correção/Bear Market).
2. Métricas de Performance (ATH e Retrações)O gráfico quantifica a performance de cada ciclo de alta (Bull Market) a partir do fundo até a ATH (All-Time High):
Ciclos Iniciais: Apresentaram valorizações exponenciais superiores.
Ciclos Recentes: Observa-se uma lei de retornos decrescentes.
O ciclo de 2021 atingiu aproximadamente 742%, enquanto as projeções futuras sugerem crescimentos percentuais menores em termos relativos (ex: $304% e $264%).Correções (Bear Markets):
As caixas vermelhas detalham a severidade das quedas pós-topo, variando de -86% nos primeiros anos a -75% em ciclos mais maduros.
3. Indicadores Técnicos Atuais (Março 2026)Considerando o ponto atual do gráfico (cotado em torno de $70.543$):
Médias Móveis: * MA 200 (Azul): Atualmente em $59.269$, servindo como suporte estrutural de longuíssimo prazo.
EMA 15 (Laranja): Em $77.029$, sugerindo que o preço atual está operando ligeiramente abaixo dessa média de curto/médio prazo semanal, indicando uma fase de consolidação ou teste de resistência.
Zonas de Preço: O preço está lateralizado entre uma resistência imediata em $74.384$ (caixa vermelha recente) e um suporte psicológico e técnico na região dos $41.761$.4.
Projeções e Ciclicidade Futura: O gráfico estende a análise para os próximos anos, utilizando a métrica de "Cicle Days" (dias de ciclo):
Duração: Os ciclos de baixa (Bear Market) parecem se alongar em tempo, com o último registrado marcando 931 dias.
Estimativas: O gráfico projeta novos topos históricos escalonados: um nível em torno de $122.408$ e, posteriormente, uma busca pela região de $220.998$ após os próximos halvings.
Resumo Técnico:
O cenário descrito é de um ativo que respeita uma sazonalidade de aproximadamente 4 anos, ditada pelo protocolo do halving.
Tecnicamente, o Bitcoin encontra-se em uma fase de maturação, onde a volatilidade percentual diminui gradualmente, mas a estrutura de topos e fundos ascendentes de longo prazo permanece intacta, utilizando a MA 200 como o principal balizador de "valor justo".
É importante lembrar que nenhuma previsão é perfeita, e o desempenho passado não é necessariamente indicativo de resultados futuros e essa análise não é uma recomendação de compra do ativo.
O Bitcoin é um ativo altamente volátil, e seu preço pode ser afetado por uma ampla variedade de fatores.
Gaps de Valor Justo: O Segredo do MercadoJá navegou por um gráfico de preços e notou um espaço vazio invulgar nas velas — como se o mercado tivesse saltado um batimento?
Isso é um Fair Value Gap (FVG), ou lacuna de valor justo. É um daqueles desequilíbrios de preço subtis que os traders experientes adoram identificar. Compreender como estas lacunas se formam e como o preço reage em torno delas pode melhorar significativamente a sua leitura de gráficos.
O que é um Fair Value Gap no Trading?
Um Fair Value Gap ocorre quando há um aumento repentino da pressão de compra ou venda que faz com que o preço se mova tão depressa que não se equilibra totalmente entre compradores e vendedores. Em termos simples, é um desequilíbrio — uma zona onde o mercado ignorou liquidez potencial.
Quando ouve traders falar de FVG no trading, referem-se a essas pequenas zonas de liquidez não preenchida deixadas para trás durante movimentos fortes.
Então, o que é o FVG e porque é importante? Porque o preço volta frequentemente a essas áreas mais tarde para "reequilibrar" — preenchendo a lacuna antes de continuar na direção original. Essa é a lógica central da estratégia de trading com Fair Value Gap.
FVGs Bullish e Bearish
Existem dois tipos principais de Fair Value Gaps — bullish (otimista) e bearish (pessimista):
Bullish Fair Value Gap (ou FVG de alta): forma-se durante um movimento forte de subida, quando compradores agressivos empurram o preço para cima, deixando um vazio abaixo. O preço pode, mais tarde, recuar até essa zona antes de continuar a subir.
Bearish Fair Value Gap (ou FVG de baixa): forma-se numa fase de venda acentuada, quando os vendedores dominam e o mercado cai rapidamente, saltando ordens de compra potenciais. Mais tarde, o preço recupera frequentemente até "preencher" essa lacuna.
Ambos podem funcionar como ímanes de liquidez — áreas onde o "smart money" gosta de reentrar no mercado.
Exemplo de Fair Value Gap
Imagine que o Bitcoin sobe dos 110 000 € para os 120 000 € numa única vela de alta, quase sem negociação pelo meio. Esse movimento repentino deixa um Fair Value Gap — a zona entre o máximo e o mínimo da vela onde ocorreu pouca ou nenhuma negociação.
Se o mercado recuar mais tarde para esse intervalo e encontrar suporte antes de recuperar, acabou de testemunhar um exemplo clássico de Fair Value Gap em ação.
Utilizar um Indicador de Fair Value Gap
Pode identificar estas zonas manualmente procurando formações de três velas — uma vela que "deixa a lacuna" e duas ao seu redor que não se sobrepõem. No entanto, se preferir a automatização, pode utilizar indicadores de Fair Value Gap para simplificar a sua análise.
Estratégias de Trading com Fair Value Gap
Fazer trading com Fair Value Gap não se trata de perseguir o preço — trata-se de esperar que o mercado venha ter consigo. No âmbito dos Smart Money Concepts, os traders combinam frequentemente os FVGs com o CHoCH (Change of Character) para confirmar uma potencial mudança na estrutura antes de entrar.
Uma abordagem comum é marcar FVGs recentes, identificar a tendência mais ampla e esperar que o preço revisite uma lacuna alinhada com essa tendência.
Numa tendência de alta: os traders procuram FVGs bullish abaixo do preço atual como potenciais zonas de procura — idealmente após um CHoCH confirmar que os compradores estão a regressar.
Numa tendência de baixa: observam-se FVGs bearish acima do preço atual como potenciais zonas de oferta, novamente validadas por um CHoCH que mostre uma mudança de controlo.
Ainda assim, é importante lembrar: estas configurações não são garantias. O mercado não garante que a lacuna será preenchida. Utilize os FVGs e o CHoCH como parte da estrutura de Smart Money, e não como sinais isolados. Faça sempre gestão de risco e tome as suas próprias decisões de negociação com base na sua estratégia pessoal e nível de conforto.
Notas Finais
Afinal, o que é realmente um Fair Value Gap? Não é magia — é apenas o mercado a mostrar onde o preço se moveu demasiado rápido. Aprender a ler os Fair Value Gaps dá-lhe uma melhor perceção de liquidez, momentum e potenciais reversões.
Quer utilize um indicador ou os marque à mão, dominar o FVG no trading pode dar-lhe uma vantagem séria na identificação de zonas de alta probabilidade. Lembre-se apenas de que nenhum indicador substitui o bom senso. Observe, adapte-se e deixe que os gráficos falem por si.
Bitcoin — vamos acelerar a correção?Olá, amigos do TradingView.
Espero que gostem dessa atualização. Quero saber a opinião de vocês: o que estão achando desse deslocamento de preços?
Ainda enxergam potencial para continuidade da alta ou acreditam em uma aceleração do processo corretivo?
O que eu acredito nesse momento: Tudo vai depender da reação nos níveis-chave.
Se perdermos a região dos 67.300 com continuidade especialmente com fechamentos consistentes abaixo dessa faixa o mercado ganha espaço para acelerar o movimento corretivo, buscando liquidez em níveis mais baixos, quebrando a sequencia de fundos ascendentes.
Por outro lado, enquanto o preço se mantiver acima dessas zonas e não mostrar confirmação de fraqueza, ainda existe o risco de armadilhas, com movimentos de retorno para regiões mais altas, como a faixa dos 72k.
O cenário está montado.
Agora é o mercado que decide, e o operador que reage ao que fizer mais sentido com base no risco x retorno.
Deixem seus comentários com suas opiniões e não se esqueçam do Boost.
Oportunidades de negociação relacionadas ao “Plano de Paz” De acordo com uma reportagem do Times of Israel, o “presente” que o Irã deu recentemente aos EUA foi permitir a passagem segura de um número indeterminado de navios-tanque pelo Estreito de Ormuz.
O que isso pode indicar é a disposição do Irã de se envolver no plano de paz supostamente proposto pelos EUA. Isso está potencialmente ofuscando as notícias de que os EUA enviaram tropas adicionais para a região.
Assim, os preços do petróleo estão sob leve pressão, enquanto as ações estão reagindo positivamente.
Ainda estamos aguardando que o Irã responda adequadamente ou comente sobre o andamento das negociações. Assim que a situação ficar mais clara, a volatilidade desses ativos poderá aumentar e fortalecer o atual impulso do mercado.
GBPAUD: 15M - Múltiplos BOS, Captura de Liquidez + CHoCH e FGV📈 A Libra Esterlina contra o Dólar Australiano (GBPAUD) EASYMARKETS:GBPAUD no gráfico de 15 minutos está sendo negociada a 1,92115, após realizar múltiplos BOS no movimento de alta. O preço executou uma captura de liquidez precisa na região de 1,91510, formando o CHoCH (Change of Character) e confirmando a mudança de estrutura. Atualmente o par encontra-se em fase de FVG (Fair Value Gap), padrão clássico de continuidade que aponta para extensão altista com alvo inicial em 1,92600. 📊
📈 Análise Técnica:
🔹 Estrutura de Mercado: Sequência clara de múltiplos BOS no impulso comprador, demonstrando força institucional.
🔹 Captura de Liquidez: Sweep dos lows em 1,91510, removendo stops e liquidez pendente antes da reversão de estrutura.
🔹 Mudança de Estrutura: CHoCH concluído, mudando o caráter da tendência de baixista para altista.
🔹 FVG: Fair Value Gap formado após o CHoCH, atuando como zona de continuidade e imã para o preço.
🔹 Resistência: 1,92200 (Weak High) e 1,92600 (próxima zona de liquidez alta).
🔹 Suporte: 1,91880 – 1,91900 (região do último order block / base do FVG).
🔹 Momentum: Preço reagindo acima do CHoCH com velas de força, RSI em zona neutra-alta e volume comprador dominando nas pernas de alta.
🔹 Volume: Aumento de atividade compradora após a captura de liquidez, confirmando interesse institucional na direção altista.
📢 Cenários:
✅ Altista: Continuidade do FVG com rompimento e fechamento acima de 1,92200 → alvo principal 1,92600 (liquidez alta). Extensão maior pode mirar 1,93000 caso o momentum se mantenha forte.
⚠️ Baixista: Rejeição no Weak High (1,92200) e perda do FVG abre correção em direção ao suporte em 1,91880, com possibilidade de reteste da região de 1,91510 em caso de falha na estrutura.
📅 Eventos Relevantes:
🔹 Dados UK/Austrália: Qualquer surpresa nos indicadores de inflação, emprego ou decisões de política monetária do BoE e RBA pode acelerar o movimento.
🔹 Correlação com GBP e AUD: Comportamento do Dólar Americano e sentimento de risco global influenciam diretamente o par.
🔹 Risco de Notícia: Atenção a qualquer declaração de membros dos bancos centrais que possam gerar volatilidade adicional.
🚨 Conclusão: GBPAUD a 1,92115 em 15 minutos apresenta uma estrutura técnica muito limpa: múltiplos BOS + captura de liquidez em 1,91510 + CHoCH + FVG de continuidade. O padrão atual favorece forte probabilidade de extensão altista, com o FVG apontando para 1,92600 como próximo objetivo principal. Enquanto o preço se mantiver acima da base do FVG e romper 1,92200, o viés permanece claramente comprador. Monitore o fechamento acima de 1,92200 e o comportamento no FVG para confirmação. 🔥📈
Analista da easyMarkets, Fabricio N.
⚠️ Aviso: Esta não é uma recomendação de compra ou venda. Faça sua própria análise.
Isenção de Responsabilidade:
A conta easyMarkets no TradingView permite que você combine as condições líderes do setor easyMarkets, negociação regulamentada e spreads fixos reduzidos com a poderosa rede social do TradingView para traders, gráficos e análises avançadas. Acesso sem derrapagem em ordens limitadas, spreads fixos apertados, proteção de saldo negativo, sem taxas ou comissões ocultas e integração perfeita. Quaisquer opiniões, notícias, pesquisas, análises, preços, outras informações ou links para sites de terceiros contidos neste site são fornecidos "no estado em que se encontram", destinam-se apenas a ser informativos, não são um conselho nem uma recomendação, nem pesquisa, ou um registro de nossos preços de negociação, ou uma oferta ou solicitação de uma transação em qualquer instrumento financeiro e, portanto, não devem ser tratados como tal. As informações fornecidas não envolvem quaisquer objetivos específicos de investimento, situação financeira e necessidades de qualquer pessoa específica que possa recebê-las. Esteja ciente de que o desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho e/ou resultados futuros. Desempenho passado ou cenários prospectivos com base nas crenças razoáveis do provedor terceirizado não são uma garantia de desempenho futuro. Os resultados reais podem diferir materialmente daqueles previstos nas declarações de desempenho prospectivas ou passadas. A easyMarkets não faz nenhuma representação ou garantia e não assume nenhuma responsabilidade quanto à precisão ou integridade das informações fornecidas, nem qualquer perda decorrente de qualquer investimento com base em uma recomendação, previsão ou qualquer informação fornecida por terceiros. Aviso de Risco: 74% das contas de investidores de varejo perdem dinheiro ao negociar CFDs com este provedor. Você deve considerar se pode correr o alto risco de perder seu dinheiro. Consulte nossa isenção de responsabilidade de risco completa em nosso site.
Preparação para a retirada de Trump do IrãEm declarações feitas há poucos instantes, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou recentemente que a capacidade militar do Irã é praticamente nula e que os EUA controlam o espaço aéreo de Teerã. Ele comentou com confiança: “Não gosto de dizer isso, mas vencemos esta guerra.”
Trump também deu a entender que haveria um gesto de boa vontade por parte do Irã, descrevendo-o como um “presente” relacionado a petróleo e gás.
Uma fonte iraniana confirmou que os EUA iniciaram uma aproximação para encerrar a guerra. Trump mencionou que o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio estão liderando as negociações.
O anúncio de um cessar-fogo de cinco dias na segunda-feira levou a uma queda de 10% no preço do petróleo bruto. Agora, imagine o que um momento de “Missão Cumprida” para esta guerra poderia causar no preço do petróleo bruto.
Os futuros do petróleo bruto WTI subiram quase 4% no dia, para cerca de US$ 91,5 por barril. Eles recuaram em relação a um ganho de 5% que estava sendo registrado antes das novas mensagens de Trump, mas o mercado ainda não parece estar mordendo a isca das mensagens de que a guerra está chegando ao fim.
Morning Call - 23/03/2026 - Juros Sobem Pressionados por PetróleAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
9:30 – USA – Índice de Atividade Nacional Fed Chicago
14:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Diesel dispara!
O avanço dos preços do diesel no Brasil acendeu um novo sinal de alerta no cenário macroeconômico. O combustível atingiu uma média de R$ 7,22 na última quarta-feira, ante R$ 5,74 antes do início da guerra, intensificando preocupações com a inflação e reacendendo o risco de paralisações no setor de transporte.
A alta ocorre em meio à escalada do petróleo no mercado internacional e pressiona diretamente os custos logísticos, com potencial de repasse para toda a cadeia produtiva. O tema ganhou prioridade no governo federal, que busca alternativas para conter o impacto sobre consumidores e empresas.
No centro das discussões está o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), principal tributo incidente sobre os combustíveis. Governadores aguardam uma proposta concreta da equipe econômica para viabilizar a desoneração do diesel, após o Ministério da Fazenda sugerir um modelo de compensação que prevê o reembolso de parte das perdas de arrecadação dos estados.
Os detalhes da proposta ainda não foram formalizados, mas devem ser debatidos na próxima reunião do Confaz, marcada para o dia 27. A expectativa é de que o encontro avance na construção de uma solução coordenada entre União e estados.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em forte queda nesta segunda-feira, pressionados pela escalada do conflito no Oriente Médio e pelo risco crescente à infraestrutura energética global, o que impulsiona o petróleo e força uma reprecificação relevante das expectativas de juros nos Estados Unidos.
No campo geopolítico, a tensão aumentou após a Guarda Revolucionária do Irã afirmar que poderá atacar instalações energéticas de Israel e bases americanas no Golfo Pérsico, caso o presidente Donald Trump avance com a ameaça de atingir a rede elétrica iraniana. O risco de uma escalada mais ampla eleva o prêmio de risco nos mercados globais.
Os preços do petróleo reagem fem alta: o Brent supera US$ 114 por barril, enquanto o WTI volta a negociar acima de US$ 100, reacendendo temores inflacionários e pressionando a política monetária.
Nesse contexto, o mercado passou por uma rápida revisão de cenário. Os traders já não precificam mais cortes de juros pelo Federal Reserve em 2026, e passaram a atribuir probabilidade superior a 50% para uma alta de juros no segundo semestre. A mudança reflete tanto o choque de energia quanto o tom mais duro adotado pelo Fed na última reunião, quando projetou inflação mais elevada e apenas uma redução de juros mais à frente.
O movimento negativo é liderado pelo índice de pequenas empresas Russell 2000 ACTIVTRADES:USARUS , mais sensíveis à dinâmica de juros, que recua cerca de 1,9%. O índice já acumula queda superior a 10% em relação ao topo recente, entrando oficialmente em território de correção.
Ao mesmo tempo, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXH2026 avança cerca de 6,5%, operando próximo dos 27 pontos, refletindo a crescente busca por proteção em meio ao aumento da incerteza.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — registram quedas superiores a 2% nesta segunda-feira, atingindo mínimas de quatro meses, em meio à intensificação do conflito no Oriente Médio e ao aumento das preocupações com inflação e política monetária.
A disparada dos preços de combustíveis — tanto gasolina quanto gás — levou as cotações aos níveis mais altos desde o início de 2022, período marcado pela Guerra da Ucrânia. Diante disso, os mercados passaram a precificar um aperto monetário agressivo, com expectativa de até 75 pontos-base de alta nas taxas por parte do Banco Central Europeu e do Banco da Inglaterra.
O movimento de queda é generalizado. Todos os setores que compõem o Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 operam no vermelho, refletindo uma forte aversão ao risco. O índice acumula uma queda de aproximadamente 11% no mês.
No campo geopolítico, as tensões aumentaram após o Irã ameaçar atacar infraestruturas energéticas de países do Golfo, caso o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avance com a promessa de “aniquilar” a rede elétrica iraniana.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana em forte queda, refletindo a crescente preocupação de que a guerra no Oriente Médio se prolongue e cause danos duradouros ao fornecimento global de energia. Em um cenário de inflação elevada, os traders voltaram a precificar um ambiente de juros mais altos por mais tempo, com expectativas de aperto monetário envolvendo o Banco Central Europeu, o Banco da Inglaterra e até o Federal Reserve.
No campo geopolítico, a escalada ganhou novos contornos. O Irã afirmou que poderá atacar infraestruturas de energia e água de países do Golfo caso o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avance com ameaças contra a rede elétrica iraniana. Ao mesmo tempo, Washington deu um ultimato de 48 horas para que o Estreito de Ormuz seja totalmente reaberto, mantendo o mercado sob elevada tensão.
Segundo Shane Oliver, da gestora de fundos AMP, disse que "a guerra ainda pode durar muitas semanas e os preços do petróleo podem subir para US$ 150 o barril. Enquanto que a destruição constante da infraestrutura energética significa que levará mais tempo para que o fornecimento volte ao normal."
Os efeitos já são visíveis nos preços de energia e transporte. Analistas do HSBC destacam que o querosene de aviação em Singapura subiu 175% no ano, atingindo máximas de décadas, enquanto o gás natural liquefeito na Ásia avançou 130%. O combustível marítimo também disparou, elevando os custos logísticos globais, enquanto os fertilizantes mais caros adicionam pressão adicional sobre os preços dos alimentos.
Nos mercados acionários, as perdas foram generalizadas e expressivas. O índice Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, liderou as quedas com recuo de 6,5%, acumulando perda de 13% no mês. No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 3,5%, ampliando a baixa mensal para 12%.
Na China continental e em Hong Kong, os índices Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e Shanghai SSE:000001 recuaram entre 3% e 3,8%, refletindo a deterioração do sentimento global.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 caiu 2,6%, com a TSMC recuando 1,6%. Já na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO perdeu 0,7%, pressionado principalmente pelos setores financeiro e de mineração.
Análise de Ondas de Elliott XAUUSD – 23/03/2026
Momentum
W1
– O momentum semanal continua em queda
– Pode levar mais 1–2 semanas para que o D1 entre na zona de sobrevenda e apresente reversão
D1
– O momentum está em compressão
– A tendência de baixa ainda domina
– No entanto, uma reversão pode ocorrer a qualquer momento
H4
– O momentum está a diminuir
– Alta probabilidade de continuação da queda na abertura de segunda-feira
Estrutura de Ondas
Timeframe W1
– A onda C já formou 3 velas semanais
– O momentum permanece baixista
– Alta probabilidade de continuação para níveis inferiores
Timeframe D1
– Dentro da onda C está a formar-se uma estrutura de 5 ondas (vermelho)
– Atualmente na onda 3
– A compressão do momentum no D1 → a queda ainda é provável
– Contudo, uma reversão pode acontecer a qualquer momento
– Quando a reversão for confirmada
→ Pode indicar o fim da onda 3 e o início da onda 4
– O momentum W1 precisa de mais 1–2 velas semanais para entrar em sobrevenda
→ Tempo suficiente para completar as ondas 4 e 5 (vermelho)
Estrutura H4
– O momentum H4 precisa de cerca de 2–3 velas para entrar em sobrevenda
– Nota
→ Os dados atuais são de sexta-feira
→ Após o fim de semana, o mercado pode mudar na abertura de segunda-feira
– Com base nos dados atuais
→ Probabilidade de continuação da queda
→ Zona de suporte chave: 4406
– Quando o preço atingir esta zona
→ Pode ocorrer um pullback para formar a onda 4
– Características da onda 4
→ Recuo fraco
→ Estruturas complexas
→ Flat / Triângulo / Lateral expandido
– Após a conclusão da onda 4
→ Espera-se um último movimento de queda
→ Em direção aos alvos inferiores para completar a onda 5
Zona alvo
– Alvo imediato: 4282
→ Nível onde a onda C = onda A no D1
Plano
– O plano de trading será atualizado na abertura do mercado
Decisão de Juros do Federal Reserve (Fed)O Federal Reserve deve manter a taxa básica de juros no intervalo entre 3,50% e 3,75%, em uma decisão amplamente esperada pelo mercado diante do atual ambiente de incerteza geopolítica e risco crescente de estagflação. A reunião ganha contornos ainda mais relevantes por marcar a última decisão sob a liderança de Jerome Powell, já que Kevin Warsh deverá suceder antes do próximo encontro de junho.
Com a taxa de juros devendo permanecer inalterada, o foco dos traders se desloca para a comunicação do Fed, especialmente a declaração de política monetária, o gráfico de pontos (dot plot) e as projeções atualizadas de inflação, crescimento, desemprego e juros.
O cenário atual é marcado por elevada incerteza. Economistas destacam que os impactos econômicos — tanto nos Estados Unidos quanto globalmente — dependem de fatores ainda indefinidos, como a duração da guerra no Oriente Médio, a estabilidade política no Irã e, principalmente, a trajetória dos preços do petróleo. Caso o barril permaneça acima de US$ 100, as pressões inflacionárias tendem a se intensificar; por outro lado, um recuo para níveis pré-conflito, abaixo de US$ 80, poderia aliviar parte dessas tensões.
Os efeitos já começam a aparecer na economia real. O preço médio da gasolina nos EUA alcançou US$ 3,79 por galão, uma alta superior a 25% em relação ao período anterior ao conflito. Setores como o de aviação já alertam para o aumento dos custos operacionais, enquanto autoridades americanas buscam alternativas para insumos estratégicos, como fertilizantes.
Para o Fed, o desafio tornou-se mais complexo: o cenário que antes combinava crescimento resiliente e inflação em desaceleração agora dá lugar a uma disputa entre pressões inflacionárias crescentes e riscos de desaceleração econômica.
Segundo Diane Swonk, economista-chefe da KPMG, o momento favorece uma mudança clara nas projeções para um cenário estagflacionário. A expectativa é de inflação e desemprego mais altos, combinados com crescimento mais fraco, além de uma maior divisão entre os membros do Fed sobre os próximos passos da política monetária.
Nesse contexto, o “dot plot” pode revelar uma autoridade monetária dividida: de um lado, dirigentes que defendem cortes de juros para sustentar o mercado de trabalho; de outro, membros mais conservadores que podem até considerar novas altas de juros caso a inflação volte a acelerar.
Os dados econômicos recentes já mostravam um caminho obscuro mesmo antes do conflito no Oriente Médio. A inflação segue acima da meta de 2%, com projeções apontando para níveis persistentemente elevados, enquanto o mercado de trabalho começa a mostrar sinais de enfraquecimento — com a perda de 92 mil empregos em fevereiro.
Diante disso, os mercados passaram a revisar suas expectativas. Atualmente, os contratos futuros indicam apenas um corte de 25 pontos-base em setembro e outro apenas no final de 2027, um ritmo significativamente mais lento do que o anteriormente projetado — e distante do desejo de Donald Trump por juros mais baixos.
A decisão desta semana, portanto, não deve trazer mudanças imediatas na taxa, mas será determinante para sinalizar se o Fed passa a adotar uma postura de “duas vias”, onde o próximo movimento pode ser tanto um corte quanto uma alta, dependendo da evolução dos riscos inflacionários e do crescimento econômico.
Bitcoin em zona de resistênciaOlá, amigos do TradingView.
Segue de forma objetiva o conteúdo que venho comentando com vocês nesse video.
Minhas últimas boas compras de Bitcoin foram na faixa dos US$ 64.000, conforme destacado na imagem abaixo, exatamente na zona que eu tinha interesse em negociar:
Também fiz proteções no dia 02/03 no gráfico de 30 minutos:
Realizei vendas nessa faixa com potencial recompra na POC:
Hoje atualizo vocês sobre minha ideia estrutural de venda. Acima dos 72k, sou vendedor de BTC. Não vejo assimetria de risco favorável para compras acima dessa região e, neste momento, mantenho algumas posições short.
Como não sou engenheiro de obra pronta, vale lembrar que já era meu plano começar a vender acima dessa faixa:
Ontem, no final do dia, o fluxo comprador reduziu intensidade enquanto a oferta aumentou:
Esse é um dos contextos mais sensíveis para o mercado: fluxo perdendo força e oferta crescente. Quando isso acontece, a probabilidade de inversão aumenta, principalmente se o book permite novas agressões vendedoras a mercado, considerando que existem lotes suficientes para defesa de stops.
Foi exatamente esse o contexto observado na abertura americana de hoje, se gostou desse conteudo me siga para mais!
Três regras para operar em eventos de choque macroeconômicoEste artigo não é relevante para o público residente em Portugal ou no Brasil.
Os choques macroeconômicos (macro shocks), por definição, costumam pegar os operadores desprevenidos. Acontecimentos geopolíticos repentinos, surpresas nas políticas ou manchetes inesperadas podem mudar rapidamente o sentimento do mercado e disparar a volatilidade em múltiplas classes de ativos.
Os acontecimentos recentes no Oriente Médio são um exemplo oportuno da rapidez com que uma narrativa poderosa pode se apoderar do mercado. Nestes ambientes, o que diferencia um bom desempenho de um medíocre raramente é a previsão do choque em si, mas como os operadores respondem uma vez que as condições mudam. Aqui apresentamos três ajustes simples que podem ajudar os traders a navegar nos mercados impulsionados por choques de maneira mais eficaz.
Regra 1: Utilizar o contexto de timeframes superiores
Quando os mercados se movem rápido, é fácil ficar preso no "ruído" dos timeframes menores. Os movimentos rápidos, os retrocessos bruscos e as reações fugazes às manchetes podem fazer com que os gráficos intradiários pareçam caóticos e difíceis de interpretar.
Aqui é onde o contexto de um timeframe superior se torna particularmente valioso. Os timeframes maiores costumam oferecer uma visão mais clara de onde o mercado realmente se encontra dentro da sua estrutura geral. Embora o preço pareça errático em um gráfico de cinco minutos, esse mesmo movimento pode ser simplesmente um recuo ou uma expansão dentro de uma tendência muito maior.
O uso de um timeframe superior também ajuda a evitar reações emocionais diante da volatilidade de curto prazo. Em vez de focar em cada pequena flutuação, a atenção se desloca para o panorama geral: onde o mercado está cotado em relação aos níveis principais de suporte e resistência, à estrutura da tendência ou aos intervalos mais amplos.
Implementação:
Se você normalmente analisa os mercados em um gráfico de cinco minutos, suba para o timeframe horário ou de quatro horas para fixar o seu viés (bias). O quadro superior fornece a estrutura, enquanto o inferior simplesmente ajuda na execução.
Exemplo:
O recente aumento nos preços do petróleo é um bom exemplo de por que subir de timeframe pode trazer clareza em condições voláteis. No gráfico diário, o movimento parece explosivo, com velas grandes e oscilações intradiárias bruscas que dificultam julgar onde o mercado poderia se estabilizar. No entanto, quando observado no quadro semanal, o movimento situa-se de forma mais clara dentro da estrutura geral do mercado, mostrando que o preço se expande rapidamente em direção a uma zona de resistência histórica importante. O timeframe superior não elimina a volatilidade, mas fornece um contexto fundamental, ajudando a ver se um movimento é simples ruído em gráficos menores ou parte de um movimento estrutural muito maior.
Gráfico de velas diário do Brent (UKOIL)
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
Gráfico de velas semanal do Brent (UKOIL)
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
Regra 2: Ajustar o tamanho da posição à volatilidade
Um dos erros mais comuns que os operadores cometem durante mercados voláteis é manter o mesmo tamanho de posição que utilizam em condições normais.
Quando a volatilidade se expande, a distância entre os pontos de entrada lógicos, os níveis de stop e os alvos também costuma se expandir. O preço simplesmente se move mais em períodos de tempo mais curtos. Se o tamanho da posição não muda, o risco real assumido em cada operação pode aumentar significativamente.
Por isso, os operadores experientes costumam ajustar o seu tamanho quando a volatilidade dispara. Reduzir o tamanho da posição permite que as operações "respirem" sem aumentar a porcentagem de capital em risco.
Também reduz a pressão psicológica que costuma acompanhar os mercados rápidos. Quando o risco tem o tamanho adequado, é menos provável que os operadores interfiram nas posições só porque o preço está se movendo com rapidez.
Implementação:
Se as condições do mercado exigirem um stop mais amplo ou um intervalo de operação maior, reduza o tamanho da posição para que o risco total se mantenha constante. O objetivo não é operar movimentos maiores com tamanhos maiores, mas manter um risco disciplinado independentemente das condições do mercado.
Exemplo:
O recente movimento do petróleo também ressalta por que frequentemente é necessário ajustar o tamanho da posição quando a volatilidade se expande. Em condições de mercado mais tranquilas, um intervalo diário típico poderia permitir definir níveis de risco relativamente estreitos. No entanto, durante movimentos impulsionados por fatores macro, o tamanho das velas individuais e a distância entre os níveis lógicos de suporte e resistência podem aumentar drasticamente. Um stop que normalmente estaria a poucos dólares de distância, de repente precisa de muito mais espaço para evitar ser atingido pela volatilidade normal. Nestes ambientes, reduzir o tamanho da posição permitindo parâmetros de risco mais amplos ajuda a manter-se alinhado com o movimento sem se expor a um risco excessivo.
Regra 3: Operar zonas, não níveis precisos
Os mercados impulsionados por choques raramente respeitam os níveis técnicos com uma precisão perfeita. Em vez de girar de forma limpa em um preço exato, os mercados costumam ultrapassar os níveis antes de se estabilizarem.
Este comportamento deve-se em grande parte à liquidez. Quando a volatilidade dispara, as ordens de stop agrupam-se em torno de níveis óbvios, e o preço pode mover-se rapidamente através dessas zonas à medida que são acionadas.
Para os operadores que esperam reações precisas, isto pode ser frustrante. Um nível que normalmente se manteria poderia ser rompido brevemente antes de o mercado voltar à direção original.
Pensar em termos de zonas em vez de níveis precisos ajuda a levar em conta este comportamento. Em vez de esperar que o mercado reaja a um preço exato, os operadores permitem uma área mais ampla onde pode ocorrer uma resposta.
Implementación:
Trate os níveis-chave como zonas de interesse em vez de pontos de giro exatos. Dê margem ao mercado para que sonde uma área antes de esperar uma confirmação.
Exemplo:
A recente reação do DAX ilustra por que pensar em zonas é tão importante em mercados voláteis. O preço rompe bruscamente abaixo de uma zona de suporte bem definida, provocando o que parece ser um rompimento limpo em timeframes menores. No entanto, o movimento esgota-se rapidamente e o mercado recupera a zona de suporte antes de iniciar um forte repique. Este tipo de comportamento é comum quando a volatilidade se expande. Os níveis-chave são frequentemente ultrapassados brevemente ao se acionar a liquidez, mas a zona geral continua atuando como a área onde finalmente entram os compradores.
Gráfico de velas diário do DAX40
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
Resumo:
Os eventos de choque macroeconômico lembram aos operadores que os mercados nem sempre se comportam de forma ordenada e previsível. A volatilidade expande-se, as manchetes direcionam o sentimento e os movimentos dos preços podem acelerar rapidamente.
O objetivo nestas condições não é abandonar a análise técnica, mas adaptar as expectativas. Utilizar o contexto de timeframes superiores, ajustar o tamanho da posição e pensar em termos de zonas pode ajudar a navegar nestes ambientes com maior clareza e disciplina.
Os mercados podem mudar rapidamente, mas uma abordagem estruturada para gerir o risco e o contexto continua a ser uma das vantagens mais confiáveis que um trader pode ter.
Aviso Legal: Esta informação destina-se apenas a fins informativos e de aprendizagem. A informação fornecida não constitui aconselhamento de investimento nem tem em consideração as circunstâncias financeiras individuais ou os objetivos de qualquer investidor. Qualquer informação que possa ser fornecida relacionada com o desempenho passado não é um indicador fiável de resultados ou retornos futuros.
CFDs são instrumentos complexos e apresentam um alto risco de perder dinheiro rapidamente devido à alavancagem. 81.31% das contas de varejo perdem dinheiro ao negociar CFDs com este fornecedor. Você deve considerar se compreende como funcionam e se pode correr o risco de perder seu dinheiro.
Capital Com Online Investments Ltd é uma sociedade de responsabilidade limitada (número de sociedade 209236B) registrada na Commonwealth das Bahamas e autorizada a realizar negócios de valores mobiliários pela Comissão de Valores Mobiliários das Bahamas (SCB) com o número de licença SIA-F245.
Ouro Recua com Receios de Inflação e Juros mais Altos
Os preços do ouro recuaram ligeiramente no início da sessão de segunda-feira, descendo para pouco abaixo do nível dos 5.000 dólares. O metal precioso tem estado sob pressão desde pouco depois do início da guerra no Irão. Inicialmente registou-se um aumento moderado da procura por ativos de refúgio, que levou os preços do ouro a um máximo de várias semanas, mas esses ganhos revelaram-se de curta duração. O principal foco dos mercados financeiros neste momento é a iminente crise energética provocada pela disrupção crescente no Estreito de Ormuz, que retirou cerca de 20% da oferta mundial de petróleo e gás do mercado, impulsionando os preços e reavivando o espectro da inflação. Neste contexto, os mercados reduziram as suas expectativas quanto a cortes das taxas de juro por parte da Reserva Federal em 2026. Esta mudança reflete-se também, a nível global, numa perspetiva mais “hawkish” por parte de outros bancos centrais, diminuindo a atratividade de ativos que não geram rendimento, como o ouro. Quanto mais tempo a guerra no Irão se prolongar com o Estreito de Ormuz efetivamente fechado, maior será o peso dos receios inflacionistas no sentimento dos investidores. Apesar do papel tradicional do ouro como ativo de refúgio e da sua maior atratividade em períodos de conflito, os investidores poderão concentrar-se cada vez mais nos riscos de inflação, numa dinâmica que reduz a probabilidade de cortes das taxas de juro por parte dos bancos centrais e exerce pressão sobre os preços do ouro, devido à natureza não remunerada do metal.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.






















