DIRR3 | Direcional não é Bolha mas é EleitoralDirecional é uma construtora focada em empreendimentos populares. A depender do resultado das Eleições 2026, o papel pode voltar a ser protagonista ou ficar no banco de reservas por um bom tempo.
Otimista: Ótimo rally até o momento (2023-2026). Próximo alvo R$29.81
Pessimista: R$8.67 a R$5.54 (vwap) são as atuais faixas de "desconto" / alvo e queda.
Ideias da comunidade
Regiões Importantes para o WINV26 – hoje, 10/09/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |188.290|
-Zona Média SUPERIOR |192.120|
Região Superior: 193.320 até 190.920
-Zona Média INFERIOR |184.460|
Região Inferior: 185.660 até 183.260
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Morning Call- 10/09/2026 - IPP dos EUA e Decisão de Juros do BCEAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Crescimento do Setor de Serviços (Julho)
9:15 – UE – Decisão de Taxa de Juros do BCE
9:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP) (Agosto)
9:30 – USA – Pedidos por Seguro-Desemprego
11:00 – USA – Vendas de Casas (Agosto)
12:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta (3º Trimestre)
13:00 – USA – Estoques de Petróleo Bruto do DoE
14:00 – USA – Leilão de T-Bond de 30 anos
Agenda de Autoridades:
9:45 – UE – Coletiva de Imprensa com a presidente do BCE, Christine Lagarde
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLV2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta quinta-feira, com os traders evitando grandes posições antes do primeiro grande teste de inflação da semana nos Estados Unidos.
O Índice de Preços ao Produtor (IPP), previsto para as 9h30 no horário de Brasília, ganha importância em um momento de crescente preocupação com os efeitos do petróleo acima de US$ 100 sobre a inflação. Embora tradicionalmente tenha menor impacto que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que será divulgado na sexta-feira, uma aceleração dos custos de produção poderia reforçar a percepção de que as pressões inflacionárias estão se espalhando pela economia.
O pano de fundo continua sendo a guerra no Oriente Médio. A intensificação do conflito levou o petróleo para acima de US$ 100 por barril pela primeira vez desde julho, aumentando a incerteza sobre a trajetória dos preços e fortalecendo as apostas de que o Federal Reserve poderá elevar novamente os juros na próxima semana.
Segundo a ferramenta CME FedWatch, os traders atribuem atualmente 62,2% de probabilidade a uma alta dos juros ainda neste mês.
Para Jeff Buchbinder, estrategista-chefe de ações da LPL Financial, novos aumentos podem provocar episódios de volatilidade, mas não representam necessariamente o fim da tendência positiva das bolsas. Historicamente, ações conseguem avançar mesmo durante ciclos de alta dos juros quando o crescimento econômico permanece sólido e os riscos de recessão são limitados.
Além da inflação, Wall Street acompanha com atenção o mercado de títulos. O rendimento do Treasury de 10 anos alcançou 4,85%, maior nível desde 2023, mantendo pressão sobre as avaliações das ações e elevando o custo de financiamento da economia.
O movimento ocorre mesmo depois de o Tesouro americano anunciar que poderá recomprar até US$ 6 bilhões em títulos de longo prazo, em uma tentativa de melhorar as condições do mercado e aliviar parte da pressão sobre os rendimentos.
A reação limitada reforçou as dúvidas sobre a capacidade do secretário do Tesouro, Scott Bessent, de influenciar de maneira significativa a parte longa da curva. Estrategistas do ING avaliam que os primeiros sinais indicam que controlar os juros de longo prazo poderá ser mais difícil do que o governo esperava.
Kyle Rodda, analista sênior da Capital.com, argumenta que uma queda sustentada dos rendimentos dependeria de mudanças mais profundas no cenário macroeconômico, seja por meio de menor expansão fiscal ou de uma política monetária mais restritiva por parte do Fed.
Esse movimento é particularmente relevante para Wall Street porque Treasuries oferecendo retornos mais elevados aumentam a concorrência por capital e reduzem a atratividade relativa das ações.
No pré-mercado, Apple avança 1,2%, um dia depois de apresentar o Duo, seu novo iPhone dobrável de US$ 1.999. Meta sobe 0,8%, prolongando o movimento após registrar na sessão anterior seu melhor desempenho em mais de dois meses.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção definida nesta quinta-feira, com os traders evitando grandes posições antes da decisão de juros do Banco Central Europeu.
A expectativa predominante é de uma alta de 25 pontos-base, levando a taxa de 2,25% para 2,50%. Com o movimento praticamente precificado, a atenção estará concentrada na coletiva da presidente Christine Lagarde e em qualquer sinalização sobre a necessidade de novos aumentos diante da recente escalada dos preços de energia.
As bolsas europeias chegam à decisão após uma forte onda de vendas. O STOXX 600 caiu 1,4% na quarta-feira, registrando seu pior desempenho em dois meses, depois que o petróleo Brent rompeu a barreira de US$ 100 por barril pela primeira vez desde julho.
As empresas do setor energético avançam cerca de 0,3%, destoando do comportamento mais cauteloso do restante do mercado.
Especial: Decisão de Juros do BCE
O Banco Central Europeu deve elevar os juros em 25 pontos-base nesta quinta-feira, levando a taxa de 2,25% para 2,50%, na segunda alta do ano. A decisão está amplamente precificada e, por isso, o foco dos mercados estará menos no movimento de hoje e mais na sinalização de Christine Lagarde sobre até onde o BCE poderá avançar diante de um novo choque de energia.
O cenário mudou rapidamente desde o final de agosto. A retomada dos ataques entre Estados Unidos e Irã encerrou um mês de relativa calmaria no Oriente Médio e voltou a atingir alvos militares, navais e, principalmente, energéticos. Com o petróleo novamente acima de US$ 100 por barril e o gás europeu também em forte alta, a inflação voltou ao centro das preocupações.
Para a zona do euro, altamente dependente da importação de energia, o risco é particularmente relevante. Quanto mais prolongada for a guerra e as interrupções no fornecimento, maior a possibilidade de que o choque energético se espalhe para outros preços e atrase o retorno da inflação à meta de 2%.
Alessia Berardi, chefe de macroeconomia global do Amundi Investment Institute, considera a alta de setembro praticamente certa e avalia que a inflação deverá permanecer elevada nos próximos meses, antes de apresentar uma desaceleração mais consistente no segundo semestre de 2027.
A alta de hoje está precificada. E depois?
Os mercados financeiros já precificam mais uma alta dos juros ainda neste ano e enxergam espaço para outros um ou dois aumentos em 2027. Entre os economistas, o cenário é mais dividido: muitos ainda consideram que o movimento de hoje poderá ser o último por algum tempo, embora o risco de novas altas tenha aumentado com a recente disparada da energia.
A expectativa, portanto, é de que Lagarde evite se comprometer com uma trajetória específica e mantenha as próximas decisões dependentes dos dados.
Martin Wolburg, economista sênior da Generali Investments, espera uma postura cautelosa da presidente do BCE, mas com a porta claramente aberta para um aperto adicional caso as perspectivas de inflação voltem a se deteriorar.
Economia mais forte dá espaço para subir os juros
O BCE chega à reunião com uma vantagem importante: a economia da zona do euro tem demonstrado maior resistência do que o esperado.
Mesmo diante da energia mais cara, da concorrência chinesa e dos impactos das secas, a atividade econômica continua relativamente resiliente. O crédito bancário acelerou em julho, indicando que a alta dos juros realizada em junho ainda não provocou uma desaceleração significativa da concessão de crédito.
Isso dá ao BCE maior liberdade para combater a inflação sem o risco imediato de provocar uma recessão. A autoridade monetária deverá, inclusive, revisar para cima suas projeções de crescimento para este ano e possivelmente para 2027.
O problema é que uma economia mais resistente também pode tornar a inflação mais persistente. Com a inflação cheia ainda acima de 3%, crescimento mais forte e energia novamente em alta, o retorno à meta de 2% pode demorar mais do que o BCE projetava há apenas alguns meses.
O petróleo preocupa, mas o gás pode ser ainda mais importante
O Barclays chama atenção para a forte valorização do gás europeu nas últimas semanas, que já coloca os preços entre os cenários adverso e severo considerados pelo banco.
O impacto do gás merece atenção porque sua transmissão para a economia tende a ocorrer de maneira mais lenta, mas também pode ser mais persistente. Custos elevados de eletricidade e produção podem atingir a indústria e, posteriormente, contaminar os preços de outros bens e serviços.
O risco para o BCE, portanto, não está simplesmente em uma alta temporária da inflação cheia. O verdadeiro problema surgiria caso o choque energético começasse a contaminar a inflação subjacente, os salários e as expectativas dos consumidores.
A inflação subjacente, que exclui alimentos e energia, desacelerou para 2,4% no último mês. As expectativas de inflação dos consumidores recuaram e os salários também mostram sinais de moderação.
Andrew Kenningham, da Capital Economics, avalia que o choque atual dificilmente provocará uma espiral entre preços e salários semelhante à observada em 2022. A demanda hoje é menos aquecida e oferece menor espaço para que as empresas repassem integralmente seus custos aos consumidores.
Carsten Brzeski, economista-chefe global do ING, observa que empresas alemãs vêm absorvendo parte relevante do aumento dos custos, comportamento muito diferente daquele observado após a invasão da Ucrânia pela Rússia, quando o choque energético ajudou a levar a inflação europeia para acima de 10%.
Essa diferença será fundamental para o BCE. Se o choque permanecer concentrado em energia, a autoridade monetária poderá tolerar temporariamente uma inflação cheia mais elevada. Se houver disseminação para outros componentes, a necessidade de novas altas aumentará consideravelmente.
Existe ainda outro motivo para o BCE agir com cautela após a reunião de hoje: as condições financeiras já se tornaram significativamente mais restritivas.
Os rendimentos dos títulos europeus de longo prazo atingiram níveis não observados desde antes da crise financeira global, pressionados pelas preocupações com inflação e pelo crescimento da dívida pública.
O aumento da oferta global de títulos também contribui para esse movimento. Grandes empresas de tecnologia estão recorrendo agressivamente ao mercado de dívida para financiar investimentos relacionados à inteligência artificial, aumentando a competição por capital. Na Alemanha, a turbulência política adicionou mais pressão sobre os rendimentos.
Na prática, juros de mercado mais elevados encarecem financiamentos para empresas, famílias e governos e acabam realizando parte do aperto monetário que, em outras circunstâncias, precisaria ser feito pelo próprio BCE.
O que realmente importa hoje?
Com uma alta de 25 pontos-base praticamente contratada, a reação dos mercados deverá depender principalmente de três elementos: as novas projeções de inflação, a avaliação de Lagarde sobre o choque energético e qualquer sinalização sobre a necessidade de novas altas dos juros.
Se o BCE demonstrar maior preocupação com a persistência da inflação e com a transmissão do petróleo e do gás para outros preços, o mercado poderá reforçar as apostas em um ciclo mais prolongado de aperto monetário.
Se Lagarde enfatizar a desaceleração da inflação subjacente, dos salários e das expectativas, a leitura poderá ser de que 2,50% representa um nível suficientemente restritivo para que o banco central faça uma pausa e observe os próximos dados.
Além da política monetária, Lagarde poderá ser questionada durante a coletiva sobre seu futuro à frente da instituição. Seu mandato como presidente do BCE termina em 31 de outubro de 2027.
A decisão de hoje, portanto, não é apenas sobre levar os juros a 2,50%. O verdadeiro debate é se o novo choque de energia obrigará o BCE a transformar uma alta que poderia encerrar o ciclo em mais uma etapa de um aperto monetário ainda mais longo.
BCE: Inflação volta a marcar o ritmo na Europa
O euro negoceia próximo de máximos de duas semanas face ao dólar, enquanto as bolsas europeias continuam sob pressão, com a subida do petróleo a agravar as preocupações com a inflação. A moeda única e os índices europeus poderão registar maior volatilidade hoje ao início da tarde, com o anúncio da decisão do BCE e a conferência de imprensa de Christine Lagarde. Uma subida de 25 pontos base, que levará a taxa de depósito para 2,50%, já está praticamente inteiramente descontada pelo mercado. A atenção deverá, por isso, concentrar-se nas declarações da presidente do BCE e nas novas projeções de crescimento e inflação. Um tom mais firme do que o esperado sobre o risco de os custos da energia se transmitirem aos salários e aos restantes preços poderá apoiar o euro e aumentar a pressão sobre as bolsas europeias, ao reforçar as expectativas de novas subidas dos juros. Por outro lado, uma maior preocupação com o crescimento poderá reforçar a possibilidade de uma pausa em outubro e dar algum alívio aos ativos de risco, desde que não venha acompanhada de uma deterioração significativa das perspetivas económicas.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ouro: O PPI define a direçãoOs dados de emprego não agrícola da sexta-feira passada foram fortes, o que levou o mercado a aumentar a probabilidade de alta de juros em setembro. O PPI dos EUA de hoje e os dados de inflação IPC de amanhã são os fatores-chave que influenciarão o preço do ouro nesta semana. Se os dados de inflação ficarem acima das expectativas, os rendimentos reais dos títulos americanos subirão e exercerão pressão sobre o ouro. Se a inflação arrefecer, o ouro poderá continuar o seu rebote.
A longo prazo, as tensões geopolíticas persistentes no Médio Oriente sustentam o ouro através de compras de ativos de refúgio. As compras contínuas de ouro pelos bancos centrais mundiais constituem o suporte de base para esta grande alta do ouro. A curto prazo, a movimentação dos preços acompanha principalmente as flutuações do dólar americano e dos rendimentos dos títulos.
A zona de resistência superior situa-se entre 4430 e 4440, com forte resistência nos níveis 4460 a 4470. A dinâmica altista só conseguirá buscar novos máximos se o ouro se mantiver firmemente acima de 4440.
O suporte a curto prazo está entre 4380 e 4390, e o suporte crítico no nível 4350. Uma quebra abaixo de 4350 romperá a estrutura deste rebote e provocará uma queda adicional no preço do ouro.
O ouro está atualmente a negociar no intervalo 4380–4440. É aplicável uma estratégia de negociação em faixa: vender alto e comprar baixo.
Tanto os altistas como os baixistas aguardam a publicação do PPI para obter sinais de direção. Os dados ampliarão a volatilidade do mercado. Recomenda-se reduzir as posições ou sair das operações duas horas antes da divulgação dos dados para evitar riscos. Após a publicação, negocie seguindo a tendência.
🥇 Forneço análises objetivas do mercado todos os dias.
MNTK Testando rompimento de um belo canal de baixa.A análise de hoje é de MNTK, Montauk Renewables. A companhia atua no setor de energia renovável, com foco principalmente na recuperação e conversão de biogás em gás natural renovável, RNG, e geração de energia elétrica renovável.
Pelo gráfico semanal, o ativo se movimenta dentro de um canal de baixa iniciado em 2022, com pelo menos quatro contatos na linha superior e cinco na inferior. Nesta semana, ainda em formação, o preço está testando o rompimento da parte superior desse canal, mas encontrou pela frente uma região de resistência próxima dos US$2,56.
Um ponto que chama atenção é o volume. O candle anterior, que já avançou para fora do canal, apresentou aumento de volume. O candle atual, porém, ainda tem alguns pregões pela frente, então é cedo para avaliar seu volume semanal. Agora, fico de olho principalmente na região dos US$2,56 e, baixando para o gráfico diário, na movimentação do preço e do volume para observar se esse rompimento ganhará confirmação ou se a resistência prevalecerá. O gráfico é o protagonista desta análise, e é ele que vamos acompanhar.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
BEEF3 acumulando força para outro movimento?BEEF3 formando uma possível bandeira de alta no diário. O movimento combina uma forte pernada compradora com uma correção curta em canal descendente, mantendo o preço acima da MME9 e da MM21.
A confirmação depende do rompimento da região de R$ 4,05 a R$ 4,10, preferencialmente com aumento de volume. A perda dos R$ 3,78 enfraqueceria o padrão.
Será uma pausa para continuar subindo ou uma nova rejeição na resistência?
BRENT: pivô confirmado e caminho aberto?A resistência dos US$ 95,32 foi vencida. Com o preço acima da MME9 e MM21 no diário e no semanal, o Brent confirma força compradora.
🎯 Próxima resistência: US$ 104,35
🎯 Alvo seguinte: US$ 113,64
O único alerta é o Stoch RSI bastante aquecido, indicando possibilidade de pausa ou pullback.
A grande pergunta agora é: o petróleo sustentará o rompimento dos US$ 95?
Reteste de Baixa Abaixo da Linha de Tendência
Market Pulse
O ouro está sendo negociado com cautela enquanto os mercados aguardam novos dados de inflação dos EUA. Os fortes dados de emprego de agosto elevaram novamente para cerca de 60% a probabilidade de uma alta dos juros do Fed em setembro, o que continua sendo um fator negativo para o ouro. Ao mesmo tempo, um dólar americano mais fraco está dando algum suporte ao preço.
Os preços do petróleo também estão próximos das máximas de várias semanas, aumentando os riscos inflacionários. Os próximos sinais importantes virão do PPI dos EUA na quinta-feira e do CPI na sexta-feira, antes da reunião do Fed na próxima semana.
What the Chart Says
O XAUUSD permanece bearish no H1.
O preço continua sendo negociado abaixo da linha de tendência descendente após a forte queda a partir da região de 4.500–4.512. A recuperação recente não conseguiu alterar a estrutura principal, portanto os vendedores ainda mantêm a vantagem no curto prazo.
O ouro está atualmente reagindo em torno da 4.385–4.400 OB + Liquidity Zone. Essa região de suporte pode provocar um repique temporário.
A principal região acima está em 4.433–4.457, onde o retraçamento de Fibonacci 0.50–0.618 encontra a resistência da linha de tendência descendente e a liquidez próxima.
Para mim, esta é a região mais limpa para observar a próxima reação bearish.
Levels That Matter
4.500–4.512 — Major Rejection
4.475–4.486 — Higher Liquidity
4.435–4.450 — Liquidity + Trendline
4.433–4.457 — Fibonacci Resistance
4.385–4.400 — OB + Liquidity
4.356–4.368 — Support + Liquidity
My Main Plan
O plano principal continua bearish.
Prefiro esperar um repique em direção a 4.433–4.457 em vez de vender diretamente próximo ao suporte.
Se o preço alcançar essa região e os vendedores retornarem com uma confirmação clara, o ouro poderá voltar inicialmente para 4.385–4.400.
Uma quebra limpa abaixo dessa região poderá então abrir caminho para 4.356–4.368.
What I Need to See
Quero ver o preço permanecer abaixo da linha de tendência descendente e formar outro Lower High próximo à região de resistência de Fibonacci.
Um movimento H1 sustentado acima de 4.457 enfraqueceria o setup short imediato, enquanto uma quebra acima de 4.486 sugeriria uma recuperação mais forte.
Final Read
A tendência H1 continua favorecendo os vendedores, mas o ouro está atualmente próximo de um suporte. Prefiro esperar o repique e vender a partir de uma região de resistência melhor, em vez de perseguir o movimento de baixa.
Os dados de inflação desta semana podem trazer uma volatilidade mais forte, portanto a confirmação continua sendo fundamental. 📉🎯
O Rejeição da Linha de Tendência Mantém os Vendedores no ControlAnálise Fundamentalista
O ouro permanece sob pressão após dados fortes de emprego nos EUA aumentarem as expectativas de uma alta dos juros do Fed em setembro para cerca de 60%. O petróleo próximo de US$ 100 aumenta os riscos inflacionários, enquanto um dólar mais fraco oferece algum suporte. Agora, o mercado está focado no PPI na quinta-feira e no CPI na sexta-feira.
Análise Técnica
No H1, o ouro rejeitou a linha de tendência descendente e a zona de liquidez de 4.435–4.442, retornando posteriormente para perto de 4.400.
A estrutura permanece baixista abaixo dessa resistência após o recente CHoCH. O Volume Profile também mostra forte atividade na região superior de 4.430, tornando qualquer recuperação nessa área importante.
A próxima liquidez no lado inferior está próxima de 4.380, seguida pelo SSL de 4.365.
Principais Níveis
4.485–4.495 — BSL / Major Resistance
4.435–4.442 — Liquidity / Trendline Resistance
4.380 — Liquidity
4.365 — SSL
Cenário de Trading
A prioridade continua sendo vender após uma recuperação fraca até 4.435–4.442, seguida de uma confirmação baixista.
Alvos: primeiro 4.380, depois 4.365 SSL.
Invalidação: aceitação no H1 acima da zona de liquidez e da linha de tendência descendente.
Visão Geral
O viés do H1 permanece baixista abaixo da linha de tendência. Em vez de perseguir a queda atual, o cenário mais limpo é esperar uma recuperação e buscar a próxima onda de continuação baixista.
O ouro fará primeiro um reteste de 4.440 ou seguirá diretamente para 4.380?
EUR/USD — Alvos atingidos, possível reequilíbrio até 1.414
O EUR/USD atingiu os alvos de alta. No gráfico de 30 minutos, agora espero um movimento corretivo em direção à extensão externa de Fibonacci de 1.414, próxima de 1.1609.
Antes disso, pode ocorrer um último impulso acima da máxima local, como mostra o gráfico. O ponto principal será observar se o preço consegue se manter acima dela ou retorna ao intervalo.
Meu cenário principal é uma queda em direção à zona de interesse (POI) marcada. Se esse cenário se confirmar, pretendo encerrar toda a posição em 1.414.
Regiões Importantes para o WINV26 – hoje, 09/09/2026Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.
REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |189.890|
-Zona Média SUPERIOR |193.710|
Região Superior: 194.940 até 192.480
-Zona Média INFERIOR |186.070|
Região Inferior: 187.300 até 184.840
Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.
Morning Call - 09/09/2026 - Especial Guerra no Oriente MédioAgenda de Indicadores:
9:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
**12:00 – EUA – Tesouro anuncia o volume máximo planejado para a operação de recompra de títulos de longo prazo – com potencial impacto sobre os rendimentos dos Treasuries e a curva de juros americana.
13:00 – USA – Perspectiva Energética de Curto Prazo
14:00 – USA – Leilão de T-Note de 10 anos
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Corporativa:
14:00 – USA – Apple realiza seu tradicional evento anual de lançamento de produtos, com destaque para a nova geração do iPhone e expectativa para a apresentação do primeiro modelo dobrável da companhia, uma das maiores mudanças no design do smartphone em anos.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLV2026
O trade eleitoral continuará no radar dos mercados nos próximos dias, com uma nova sequência de pesquisas podendo provocar ajustes na precificação dos ativos brasileiros. A AtlasIntel divulga amanhã um novo levantamento nacional, acompanhado de pesquisas estaduais, enquanto Datafolha e Veritá apresentam novas rodadas na sexta-feira.
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em baixa nesta quarta-feira, depois que o petróleo Brent ultrapassou US$ 100 por barril pela primeira vez desde julho. A escalada do conflito no Oriente Médio aumenta os riscos inflacionários e mantém os traders cautelosos antes dos principais indicadores de preços dos Estados Unidos.
A guerra entre Estados Unidos e Irã, que entra em seu sétimo mês, voltou a ocupar o centro das atenções diante do risco crescente de expansão do conflito pela região. Para Wall Street, a principal preocupação continua sendo o impacto sobre o petróleo e, consequentemente, sobre a trajetória da inflação americana.
A disparada da energia ocorre em um momento particularmente delicado para o Federal Reserve. O presidente Kevin Warsh tem reforçado o controle da inflação como prioridade da autoridade monetária, enquanto o mercado permanece dividido sobre a necessidade de uma nova alta dos juros já na próxima semana.
Segundo a ferramenta CME FedWatch, os traders atribuem atualmente 60,4% de probabilidade a um aumento de 25 pontos-base na reunião de setembro.
Para estrategistas do Morgan Stanley liderados por Mike Wilson, a combinação entre petróleo e juros mais elevados representa o principal risco de curto prazo para as ações americanas. O banco também destaca que a redução significativa das reservas estratégicas limita a capacidade de utilizar novos estoques públicos para amortecer uma eventual escalada dos preços da commodity.
Apesar do ambiente de maior aversão ao risco, as empresas de tecnologia apresentam maior resistência. O tema da inteligência artificial continua atraindo recursos e ajuda a compensar parte das preocupações macroeconômicas.
No pré-mercado, Qualcomm, Arm Holdings e Nvidia avançam entre 0,2% e 1,7%, mantendo as fabricantes de semicondutores entre as poucas áreas de força da sessão.
Outro ponto importante estará no mercado de títulos. O Tesouro americano deve anunciar ainda nesta quarta-feira os detalhes de seu programa de recompra, semanas depois de indicar que ampliaria as aquisições de títulos de longo prazo para ajudar a conter a pressão sobre os rendimentos.
Analistas do JPMorgan destacam que os traders buscarão principalmente informações sobre o volume das compras. Uma reação significativa nos Treasuries poderá se transmitir rapidamente para Wall Street, já que rendimentos elevados aumentam a atratividade dos títulos considerados livres de risco e reduzem o prêmio relativo oferecido pelas ações.
Ainda assim, o principal teste para as expectativas de juros virá dos dados de inflação. O Índice de Preços ao Produtor (IPP) será divulgado na quinta-feira, seguido pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na sexta-feira.
Guerra EUA e Irã
A guerra entre Estados Unidos e Irã voltou a escalar após cerca de um mês de relativa calmaria, com uma sequência de ataques envolvendo petroleiros, bases militares e rotas estratégicas de energia. O conflito começa a se espalhar para outros países da região e já provoca uma forte redução no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz.
Na terça-feira, os Estados Unidos afirmaram ter destruído cinco petroleiros iranianos. Segundo o Comando Central das Forças Armadas dos EUA, a operação foi uma resposta a duas tentativas iranianas de atingir um navio de guerra americano com mísseis balísticos nos dois dias anteriores. Nenhum militar americano ficou ferido.
O secretário de Estado Marco Rubio adotou um tom duro e afirmou que novas tentativas de atacar embarcações da Marinha americana serão respondidas com a destruição de mais petroleiros iranianos.
A resposta de Teerã veio pouco depois. A Guarda Revolucionária Islâmica afirmou ter lançado mísseis balísticos contra uma base utilizada pelas forças americanas próxima a Al Azraq, na Jordânia.
O Irã alegou ter provocado grandes danos, mas o governo jordaniano informou que suas defesas aéreas interceptaram 18 dos 20 mísseis lançados. Os outros dois caíram em áreas desabitadas e não houve registro de vítimas. Autoridades americanas também afirmaram que todas as tropas foram contabilizadas e que o ataque não causou danos relevantes.
Em nova escalada, a Guarda Revolucionária afirmou nesta quarta-feira ter atacado 10 navios — duas embarcações americanas e oito petroleiros — que tentavam atravessar uma área classificada pelo Irã como “proibida e insegura”.
Teerã também ameaçou petroleiros localizados em portos do Kuwait e do Bahrein. Além disso, um navio-tanque de gás natural liquefeito foi danificado no porto de Khor Fakkan, nos Emirados Árabes Unidos.
Na semana anterior à retomada dos combates, em 30 de agosto, aproximadamente 8 a 9 milhões de barris de petróleo por dia atravessavam o estreito. Nos últimos dias, esse fluxo caiu para menos de 2 milhões de barris por dia. Isso representa uma redução superior a 75% em relação ao volume observado antes da nova escalada.
Outra frente de preocupação surgiu na terça-feira, quando os houthis lançaram uma ampla ofensiva contra a Arábia Saudita. Os ataques deixaram 73 pessoas feridas e provocaram incêndios em instalações petrolíferas.
O grupo, apoiado por Teerã e que controla grande parte das áreas povoadas do Iêmen, afirmou ter utilizado drones e mísseis contra uma base aérea saudita em Khamis Mushait e contra instalações de energia nas cidades de Abha, Najran e Jazan.
Os houthis já vinham utilizando sua posição no Iêmen para interromper periodicamente a navegação na entrada do Mar Vermelho. Agora, os ataques contra território saudita acrescentam uma nova frente de risco para a infraestrutura energética da região.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — registram forte baixa nesta quarta-feira, depois que o petróleo Brent rompeu a importante barreira de US$ 100 por barril. A escalada do conflito no Oriente Médio aumenta os riscos para o fornecimento global de energia e reforça as preocupações com uma nova pressão sobre a inflação.
O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 recua 1,2%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 cai 0,8%, em uma sessão marcada pela redução do apetite por ativos de risco.
As tensões aumentaram depois que forças Houthi, apoiadas pelo Irã, lançaram ataques contra diversas cidades da Arábia Saudita, ampliando o envolvimento de um dos principais aliados dos Estados Unidos na região e elevando o risco de uma expansão do conflito.
A reação mais imediata ocorre no mercado de energia. O Brent ultrapassou US$ 100 por barril pela primeira vez desde 24 de julho, enquanto as ações das empresas europeias do setor avançam cerca de 0,6%, destoando das perdas generalizadas nas bolsas.
Para a Europa, o choque representa um risco particularmente importante. A elevada dependência de energia importada faz com que o petróleo mais caro seja rapidamente transmitido para os custos das empresas e consumidores, podendo simultaneamente pressionar a inflação e enfraquecer a atividade econômica.
O movimento ocorre justamente às vésperas da decisão do Banco Central Europeu. Os traders consideram amplamente esperada uma nova alta dos juros nesta quinta-feira, mas a disparada recente do petróleo aumenta a incerteza sobre quanto tempo a política monetária precisará permanecer restritiva.
Além da decisão do BCE, os mercados acompanharão os indicadores de inflação dos Estados Unidos ainda nesta semana, que serão importantes para definir as expectativas para a próxima reunião do Federal Reserve.
Na Europa, os dados de inflação da Alemanha, também previstos para quinta-feira, ganham importância adicional. Além de oferecerem novas pistas sobre as pressões de preços na maior economia da região, os números serão divulgados em um momento no qual o novo choque de energia ameaça dificultar ainda mais o processo de desinflação.
Entre as empresas, a Fortum lidera os ganhos do STOXX 600, com alta de 9,6%, após o grupo energético finlandês fechar um contrato de fornecimento de energia de longo prazo com o Google.
O acordo está relacionado aos planos da gigante de tecnologia de investir pelo menos US$ 15,1 bilhões em infraestrutura de inteligência artificial na Finlândia ao longo dos próximos dois anos.
Brent supera os 100 dólares em semana decisiva para o BCE e Fed
O preço do barril de crude ultrapassou os 100 dólares pela primeira vez desde julho. Os mercados começam a descontar um prolongamento do conflito e um risco crescente de perturbações no abastecimento. Os recentes ataques a petroleiros poderão reduzir as transferências de petróleo entre navios no Golfo de Omã, uma solução que tem sido essencial para manter o crude em circulação e limitar a subida dos preços. Este movimento ganha ainda mais importância numa semana marcada pela decisão do Banco Central Europeu e pela divulgação da inflação norte-americana. O BCE deverá subir amanhã a taxa de depósito em 25 pontos base, para 2,50%, numa decisão já amplamente antecipada. Na sexta-feira, espera-se que o CPI dos Estados Unidos abrande ligeiramente de 3,4% para 3,3%. Uma leitura acima do esperado, combinada com o petróleo acima dos 100 dólares, reforçaria a possibilidade de uma subida dos juros pela Fed na próxima semana e poderia exercer nova pressão sobre as obrigações e os ativos de risco.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
XAUUSD — 4,510 É Onde os Vendedores Esperam XAUUSD — 4,510 É Onde os Vendedores Esperam
O ouro está tentando se recuperar da mínima de uma semana perto de 4,350, mas o gráfico ainda parece mais um rebound ferido do que uma reversão bullish limpa.
O preço já perdeu o ritmo bullish mais forte do final de agosto. Depois desse rompimento para baixo, o ouro entrou em uma estrutura mais fraca, formou várias reações ChoCH e BOS, e então tentou subir novamente a partir da região inferior. Esse rebound importa, mas ainda não reparou todo o dano da estrutura. Agora, o ouro está sendo negociado perto de 4,407, e o verdadeiro teste não está aqui — está mais acima, na bearish mitigation zone em torno de 4,490 - 4,510.
Para traders menos experientes, a história é simples. Quando o preço cai forte, ele muitas vezes volta para revisitar a área onde os vendedores assumiram o controle pela primeira vez. Essa zona pode funcionar como um teto. Se o ouro chegar lá, atrair compradores atrasados e depois falhar em se manter acima, os vendedores podem usar essa liquidez para empurrar o preço para baixo novamente.
Minha visão principal continua bearish enquanto o ouro permanecer abaixo de 4,510. O USD mais fraco dá ao ouro algum espaço para respirar, e o risco relacionado ao Irã ainda pode apoiar a demanda de curto prazo, mas tecnicamente o gráfico ainda não virou totalmente para bullish. O preço está apenas se recuperando em direção à resistência.
Se o ouro rejeitar em 4,490 - 4,510, eu observaria uma rotação de volta para 4,360 primeiro. Um rompimento limpo abaixo dessa área pode abrir caminho para a sell-side liquidity em torno de 4,279.345, e depois para a HTF liquidity mais profunda perto de 4,234.719.
Essa ideia bearish só enfraquece se o ouro recuperar 4,510 e se manter acima. Uma recuperação bullish mais forte precisaria que o preço voltasse acima de 4,560.
Zonas de preço importantes para observar
Zona de reação atual: 4,400 - 4,410
Suporte de curto prazo: 4,360 - 4,380
Principal bearish mitigation / zona de rejeição: 4,490 - 4,510
Zona de confirmação bearish: rejeição em 4,490 - 4,510
Primeiro alvo de baixa: 4,360
Alvo de sell-side liquidity: 4,279.345
Alvo de HTF liquidity: 4,234.719
Nível superior de recuperação: 4,510
Invalidação: recuperação limpa e manutenção acima de 4,510, mais forte acima de 4,560
Você vê esse rebound como o ouro reconstruindo força, ou o preço está apenas caminhando de volta para 4,510 para coletar liquidez antes de outra queda?
Ouro 1H — Zonas importantes e reação do preçoO ouro está atualmente próximo de 4.402, abaixo da zona marcada de 4.419–4.435.
🟪 Zona superior: 4.419–4.435 — anteriormente funcionou como suporte e agora é uma área importante para acompanhar.
🟢 O preço permanece abaixo dessa zona após uma reação negativa.
📈 As últimas velas mostram uma recuperação de curto prazo a partir da região de 4.350–4.360.
🟪 Zona inferior: 4.294–4.310 — outra área relevante onde o preço apresentou reações anteriores.
Se o preço voltar à zona superior, vale observar atentamente a reação das velas e a estrutura no gráfico de 1H.
Um movimento sustentado acima da zona superior pode alterar a estrutura atual, enquanto uma nova reação negativa pode direcionar a atenção novamente para a zona inferior.
Ouro: Análise de MercadoO preço do ouro recuou ontem, rompendo a anterior estrutura de forte alta. O mercado mudou da tendência altista anterior para um cenário de consolidação fraca. Durante a sessão asiática de hoje, houve uma leve recuperação, mas a força é limitada. Trata-se apenas de uma correção técnica após a queda. No momento, há uma clara disputa entre compradores e vendedores no mercado, sem uma direção unilateral definida.
A zona de suporte principal está entre 4330–4340. Se esse nível se mantiver, o mercado permanecerá em consolidação corretiva. Assim que o preço se estabilizar nessa região, é possível abrir posições compradas leves para buscar uma recuperação. Uma quebra efetiva abaixo dessa faixa abrirá mais espaço para baixa, com objetivo de testar o suporte na marca de 4300.
A resistência de curto prazo fica entre 4385–4400. Enquanto as recuperações não ultrapassarem esse intervalo, todas as altas serão oportunidades para vendas a descoberto. A resistência mais forte está em 4420. Apenas uma estabilização acima de 4420 conseguirá reabrir a dinâmica altista de curto prazo.
Diante do cenário lateral de curto prazo, priorize vendas em recuperação e use compras como estratégia secundária. Evite perseguir altas ou baixas; opere com cautela.
🥇 Eu forneço análises objetivas de mercado todos os dias.
ABEV3 | Rompimento da LTB chama atençãoApós semanas de correção, a ABEV3 voltou a mostrar força:
✅ Rompeu a LTB de curto prazo
✅ Recuperou MME9 e MM21
✅ Voltou acima do Fibonacci de 23,6% (R$ 15,13)
✅ Volume aumentou na recuperação
Agora o mercado entra em uma região decisiva:
🎯 R$ 16,02 (Fibo 61,8%)
🎯 R$ 16,40 (Fibo 78,6%)
🎯 R$ 16,90 (topo anterior)
Enquanto permanecer acima de R$ 15,13, a estrutura segue favorável aos compradores.
👀 O rompimento da LTB foi apenas o primeiro passo. A próxima batalha está na faixa dos R$ 16,00–16,40.
📈 Continuação da recuperação ou nova rejeição na resistência?
Estudo educacional. Não é recomendação de investimento. 🎯
Análise do Mercado do OuroO ouro encontra‑se atualmente numa consolidação em níveis elevados, movendo‑se lateralmente enquanto aguarda dados que definam a sua próxima direção.
O relatório de folha de pagamento não‑agrícola superior às expectativas elevou simultaneamente os rendimentos dos títulos do tesouro norte‑americanos e o dólar dos EUA, exercendo uma pressão contínua sobre o preço do ouro. Contudo, o ouro não deu continuidade à queda e apresenta agora um impulso baixista limitado. Sempre que o preço recua perto de 4380, surge o interesse comprador, impedindo uma tendência descendente sustentada.
O suporte a curto prazo situa‑se entre 4380‑4400, zona onde os preços se estabilizaram repetidamente nas correções recentes. Podem‑se abrir posições longas neste intervalo para apostar num rebote, com suporte forte em 4360.
A resistência a curto prazo está entre 4445‑4460. Podem‑se considerar posições curtas leves caso os preços estagnem nesta zona. O impulso altista só retomará se o ouro se mantiver firmemente acima de 4460. A resistência principal está em 4500; é necessária uma rutura acima de 4520 para iniciar uma nova onda de subidas. A consolidação lateral será o ritmo dominante no curto prazo e a estratégia preferencial é comprar nos recuos.
🥇 Disponibilizo análises objetivas de mercado todos os dias.
BTCUSD |O mercado está distribuindo no topo ou apenas constru...BTCUSD | O mercado está distribuindo no topo ou apenas construindo energia para o próximo movimento? 🚀₿
Depois do forte rompimento que levou o Bitcoin da região dos 64k para 82k, o ativo entrou em uma fase que considero extremamente interessante do ponto de vista técnico.
O que mais chama atenção não é a queda recente, mas o comportamento do preço após a explosão.
✅ O que estou observando
Forte rompimento da consolidação entre 64k e 67k.
Barras de expansão acompanhadas de volume elevado.
Preço permanecendo acima da MME9 e MM21.
Correção acontecendo sobre uma LTA de curto prazo.
Região dos 76k–78k funcionando como suporte.
Dois sinais que merecem atenção 👀
Nas regiões destacadas pelas setas, o preço fez:
✅ Topos semelhantes próximos dos 82k–84k
✅ Perda gradual de força no avanço
✅ Stoch RSI caminhando para sobrevenda
Isso abre espaço para duas interpretações:
Cenário 1 — Distribuição
Os compradores perdem força na região dos 84k.
A perda da LTA atual aumentaria a chance de correção para:
🎯 74k
🎯 70k
Cenário 2 — Consolidação de alta
O mercado apenas absorve realização após a forte alta.
Nesse caso:
✅ A LTA continua válida
✅ A MM21 segue sustentando os preços
✅ O BTC ganha energia para um novo ataque aos 84k
O que me chama mais atenção?
O suporte atual está exatamente na região:
📍 76k–78k
Enquanto essa faixa permanecer defendida, continuo interpretando o movimento como uma consolidação dentro da recuperação.
Níveis importantes
🟢 Suporte: 76k–78k
🟢 Suporte forte: 74k
🔵 Resistência: 82k–84k
🔵 Rompimento acima de 84k pode abrir espaço para novas máximas.
Minha leitura
Ainda não vejo sinal claro de reversão.
O que vejo é um mercado tentando decidir se os 82k–84k serão um topo relevante ou apenas uma pausa após a forte expansão de preço.
O comportamento na LTA atual provavelmente definirá o próximo grande movimento do Bitcoin.
📈 Correção saudável ou início de distribuição?
Estudo educacional. Não constitui recomendação de compra ou venda. 🎯
PCAR3 | Compressão contra a LTB: rompimento ou nova rejeição?Depois da forte recuperação a partir do fundo em R$ 1,40, a PCAR3 chegou exatamente em uma região onde várias referências técnicas se encontram.
O gráfico está interessante porque não vejo uma tendência definida neste momento. Vejo uma zona de decisão.
O que me chama atenção?
✅ Recuperação forte desde o fundo em R$ 1,40.
✅ Preço acima da MME9 e da MM21 no semanal.
✅ Defesa da região do Fibonacci 38,2% (R$ 2,63).
✅ Formação de topos e fundos ascendentes desde o fundo.
✅ LTB de longo prazo sendo testada novamente.
Região decisiva
A faixa entre:
📍 R$ 2,80 e R$ 3,00
é extremamente importante porque reúne:
LTB principal;
resistência horizontal;
região psicológica de preço;
zona de congestão recente.
O mercado está literalmente pressionando essa resistência.
Fibonacci
Movimento analisado:
🔺 Topo: R$ 4,60
🔻 Fundo: R$ 1,40
Níveis relevantes:
23,6% → R$ 2,16
38,2% → R$ 2,63
50% → R$ 3,00
61,8% → R$ 3,38
78,6% → R$ 3,92
Atualmente o preço negocia próximo de:
📍 R$ 2,85
Ou seja, está exatamente entre o 38,2% e o 50%, numa região crítica.
O que favorece os compradores?
✅ Estrutura de recuperação preservada.
✅ Médias semanais apontando para cima.
✅ Correções respeitando suportes.
✅ Preço segurando acima da região de R$ 2,63.
O que ainda falta?
Para uma leitura mais otimista, eu gostaria de ver:
🎯 Rompimento da LTB.
🎯 Fechamento acima de R$ 3,00.
🎯 Transformação da resistência em suporte.
Se isso acontecer, os próximos objetivos passam a ser:
📈 R$ 3,38
📈 R$ 3,92
Atenção
O Stoch RSI está em região elevada, mostrando que o movimento já ganhou força nas últimas semanas.
Isso não significa venda automática.
Mas sugere que a região atual pode gerar disputa entre compradores e vendedores.
Conclusão
A PCAR3 parece estar comprimindo exatamente em uma zona técnica relevante.
O ativo já mostrou força saindo do fundo de R$ 1,40, mas agora enfrenta a principal resistência da recuperação.
A pergunta que o gráfico precisa responder é simples:
a LTB será rompida ou teremos mais uma rejeição na região dos R$ 3,00?
📊 O próximo movimento relevante provavelmente será definido nessa faixa.
Estudo educacional. Não constitui recomendação de compra ou venda. 🎯
XAUUSD: Ouro Consolidando Acima do Suporte PrincipalO ouro está consolidando próximo da região de 4.400 no gráfico de 1 hora, após se recuperar de níveis mais baixos.
A zona de 4.365 continua sendo uma importante área de suporte, enquanto 4.487–4.511 representa a principal região de resistência.
Um movimento sustentado acima de 4.487 poderá indicar uma continuação da alta em direção a 4.511. Por outro lado, uma quebra abaixo de 4.365 enfraquecerá a estrutura atual e poderá direcionar a atenção para níveis mais baixos.
Níveis principais:
Suporte: 4.365
Resistência: 4.487–4.511
Esta análise técnica é fornecida exclusivamente para fins educacionais e não constitui aconselhamento financeiro.






















