BITCOIN – Decisive Moment at 73k–76k: Breakout or Rejection?💡 Bitcoin remains in consolidation after the February selloff, but still within a broader daily bearish context. The most important area on the chart is still the 60k–62k zone , where the strongest volume of the entire move appeared, suggesting meaningful defense and absorption at the lows.
🌏 Today’s macro backdrop remains mixed. The U.S. dollar lost strength after the partial U.S.-Iran truce, and Reuters noted that bitcoin moved higher alongside that weaker dollar as markets tried to sustain a relief rally in risk assets. At the same time, that relief remains fragile: Hormuz flows are still heavily disrupted, the ceasefire is still in doubt, and oil moved back up, with Brent settling at 95.92 and WTI at 97.87 . ( )
📉Price is now trading in the upper part of the recent structure, around 71k–72k , approaching the main decision zone between 73k and 76k . This area combines three elements at once: the top of the recent range, a natural liquidity zone, and the daily descending trendline that has guided lower highs since the all-time high.
🔹As long as BTC remains below 73k–76k , the base scenario is still a resistance test with real rejection risk . If rejection appears through signs of exhaustion such as an upper wick, a bearish reversal candle, or clear loss of momentum below that zone, the market may first rotate back toward 69k–70k , which is the immediate support inside the current range.
🔴If 69k–70k fails to hold, the structure weakens and BTC could extend the correction toward 65k–67k . In a heavier risk-off environment, 60k–62k comes back into focus as the main support and possible new absorption zone.
🟢On the other hand, if BTC breaks cleanly above 76k with a strong daily close and increasing volume, the picture improves significantly. In that case, the market would begin to move beyond simple rebalancing and open room for continuation toward 80k–82k .
📌 Swing trade game plan:
At 73k–76k , the logic is to reduce older longs and watch for rejection signals for tactical shorts.
🟢If price breaks above 76k with confirmation, the better approach is to wait for a retest before looking for new longs.
🔴If rejection happens at the top, the most likely next move is a rotation back toward 69k–70k , and below that, price can accelerate toward lower support zones.
💡 In short: BTC has improved tactically in the short term, helped by a weaker dollar and temporary geopolitical relief, but it is still trading directly into a major resistance cluster. Until the market proves real acceptance above 73k–76k , the chart still favors a resistance test first, with a possible rejection and pullback toward support before any true structural reversal can be confirmed.
⚠️ This content is for educational and informational purposes only. It is not financial advice. Always manage your risk with discipline.
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Ideias da comunidade
S&P 500 sobe com expectativas de acordo EUA–Irão
O S&P 500 sobe no arranque desta segunda-feira, negociando nos 6.610 pontos, após a Reuters ter avançado que está a ser negociado um cessar-fogo entre os EUA e o Irão, mediado pelo Paquistão. O “acordo de Islamabad”, como está a ser designado, implicaria um compromisso por parte do Irão de não desenvolver armas nucleares, em troca de uma redução das sanções internacionais. Esta é apenas a mais recente tentativa de desescalada e os investidores estarão atentos à reação de ambas as partes ao longo do dia. Durante o fim de semana prolongado, as hostilidades continuaram e o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou ataques de larga escala caso o Irão não aceite um cessar-fogo até terça-feira.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Morning Call - 06/04/2026 - Trump Profere Coletiva de Imp. Hoje!Agenda de Indicadores:
Feriado: China, Hong Kong, Taiwan, Austrália, Nova Zelândia, Alemanha, França, Itália, Portugal, Reino Unido, Suíça, África do Sul.
8:25 – BRA – Boletim Focus
10:00 – BRA – PMI do Setor de Serviço
11:00 – USA – PMI de Serviços ISM
Agenda de Autoridades:
14:00 – USA – Presidente dos EUA, Donald Trump, profere coletiva de imprensa para comentar sobre a Guerra no Oriente Médio
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam com leves ganhos nesta segunda-feira, após registrarem, na semana passada, o maior avanço semanal em quatro meses. No entanto, as incertezas do conflito no Oriente Médio continuam a afetar os mercados.
No campo geopolítico, Estados Unidos e Irã receberam um esboço de proposta para encerrar as hostilidades, um dia após o presidente Donald Trump intensificar o tom ao ameaçar “semear o inferno” sobre Teerã caso não haja acordo. Ainda assim, autoridades iranianas sinalizaram que o Estreito de Ormuz não seria reaberto sob um cessar-fogo temporário, mantendo um dos principais pontos de tensão para o mercado de energia.
Parte do alívio recente vem de uma reportagem da Axios, que, citando fontes próximas às negociações, indica que EUA, Irã e mediadores regionais discutem os termos de um possível cessar-fogo de 45 dias — ainda sem garantias de implementação.
No mercado de commodities, os preços do petróleo recuam levemente nesta sessão, após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (OPEP+) anunciar no domingo um aumento de 206 mil barris por dia na produção para maio. A medida, no entanto, foi vista como insuficiente para compensar as restrições de oferta provocadas pelo conflito.
No pré-mercado americano, ações do setor de energia recuam moderadamente, com Exxon Mobil e Chevron em queda pouco superior a 1%. Em contrapartida, o setor de tecnologia lidera os ganhos, com papéis de Meta, Netflix e Tesla avançando cerca de 1,5%, enquanto Google, Broadcom e Nvidia sobem em torno de 0,8%.
Em linha com a melhora marginal do sentimento, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXH2026 recua para a região de 24 pontos, sinalizando redução na demanda por proteção no curto prazo.
A sessão tende a ser marcada por menor liquidez, diante do fechamento de diversos mercados na Europa e na Ásia por feriados, o que pode amplificar movimentos pontuais.
Na agenda da semana, os traders monitoram dados de inflação nos Estados Unidos, buscando sinais de repasse da alta dos custos de energia para a economia. O foco se intensifica após o relatório de emprego divulgado na sexta-feira indicar uma recuperação mais forte do que o esperado no mercado de trabalho, com a criação de vagas no setor não agrícola atingindo o maior nível em 15 meses.
Diante desse cenário, as expectativas para a política monetária seguem sendo ajustadas. De acordo com as apostas monitoradas pelo CME Group, o mercado já não precifica cortes de juros pelo Federal Reserve neste ano — uma mudança relevante em relação ao período anterior à escalada do conflito, quando eram esperadas ao menos duas reduções nas taxas.
Europa
A maioria dos mercados europeus permanece fechada nesta sessão devido ao feriado de Páscoa, reduzindo significativamente a liquidez global e impedindo a negociação de importantes índices da região, como Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 , DAX 40 ACTIVTRADES:GER40 , MDAX ACTIVTRADES:GERMID50 , IBEX 35 ACTIVTRADES:ESP35 , FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 e CAC 40 $ACTIVTRADES:FRA40.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico registraram uma sessão de liquidez reduzida, marcada por feriados em diversas praças relevantes. Austrália, Nova Zelândia e Hong Kong permaneceram fechados devido à Páscoa, enquanto China continental e Taiwan celebraram o Festival Qingming. Nesse contexto, os negócios no Japão (Nikkei TVC:NI225 ) e na Coreia do Sul (Kospi TVC:KOSPI ) encerraram em leve alta, em meio a um ambiente de negociação mais contido.
No cenário geopolítico, o sentimento dos traders segue instável, influenciado por novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que voltou a adotar um tom mais agressivo ao afirmar que poderá “despejar o inferno” sobre Teerã caso o Irã não avance em um acordo e reabra o Estreito de Ormuz até o prazo estipulado para terça-feira. As falas ocorrem mesmo com negociações em andamento para um possível cessar-fogo de 45 dias.
Para Charu Chanana, estrategista-chefe de investimentos da Saxo em Singapura, a dinâmica recente tem sido marcada por forte volatilidade nas manchetes. “Os traders têm observado mudanças frequentes no tom das declarações sobre o conflito. Neste momento, o que se vê parece mais um esforço diplomático de última hora do que um acordo consolidado. Isso pode conter o pânico imediato, mas não elimina o prêmio de risco mais amplo”, avaliou.
Na agenda econômica da região, os investidores acompanham a divulgação da inflação de março em Taiwan nesta terça-feira, enquanto na Coreia do Sul a decisão de política monetária do banco central, prevista para sexta-feira, deve refletir os efeitos do aumento dos preços de combustíveis sobre a economia local.
Comentário Técnico Semanal 04/04/2026Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
Ouro Recupera com Incerteza Global
Os preços do ouro subiram para um máximo de 10 dias no início da sessão europeia. Depois de terem atingido um mínimo de vários meses na semana passada, o metal precioso estabilizou em torno dos 4.500 dólares e recuperou algum terreno desde sexta-feira, à medida que os investidores viram nos preços mais baixos uma oportunidade para comprar na queda. A incerteza geopolítica e económica em curso está a reforçar o apelo do ouro enquanto ativo de refúgio. Após um período de correção, durante o qual muitos investidores encerraram posições lucrativas para responder a requisitos de margem noutras áreas, os preços apresentam-se agora mais atrativos e a procura está a regressar. No entanto, o potencial de valorização continua limitado pelas expectativas de uma política monetária mais restritiva por parte dos bancos centrais. Os receios inflacionistas associados ao aumento dos custos da energia elevaram os rendimentos das obrigações soberanas e fortaleceram o dólar norte-americano, aumentando o custo de oportunidade de deter ouro.
Ricardo Evangelista – ActivTrades
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Morning Call - 31/03/2026 - Trump recua sobre a Guerra!Agenda de Indicadores:
BRA – Encerramento dos futuros de dólar / Briga da PTAX / Novo contrato: MINDOLK2026
9:00 – BRA – Índice de Preços ao Produtor
10:45 – USA – PMI de Chicago
11:00 – USA – Ofertas de Empregos JOLTS
11:00 – USA – Confiança do Consumidor do Conference Board
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
13:00 – USA – Austan Goolsbee, do Fed de Chicago (Não Vota), faz o discurso de abertura do evento "Capital Humano em Tempos de Baixas Taxas de Juros Reais", organizado pelo Banco da Reserva Federal de Chicago
14:10 – USA – Jeffrey Schmid, do Fed de Kansas City (Não Vota), discursa sobre política monetária e perspectivas econômicas no Rotary Club de Oklahoma City
16:00 – USA – Michael Barr, Governador do Fed (Vota), discursa sobre "Stablecoins" no evento "A Lei GENIUS na Prática: Questões-chave para a Regulamentação de Stablecoins", da Federalist Society
18:10 – USA – Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed (Vota), discursa sobre "Pequenas Empresas" no CBA Live 2026
Brasil
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Diesel
A proposta de concessão de um alívio de R$ 1,20 por litro no diesel importado — com custo compartilhado entre União e estados — ganhou tração nas negociações políticas após o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, classificar a medida como “razoável”.
O posicionamento é considerado relevante por destravar uma alternativa ao corte do ICMS, inicialmente cogitado, mas que enfrentou forte resistência dos governadores diante das limitações fiscais e do risco de violação da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Apesar do avanço no debate institucional, o foco imediato do mercado permanece nos reajustes de preços dos combustíveis e seus derivados, que seguem pressionando diferentes segmentos da economia.
A Vibra Energia informou às companhias aéreas que irá repassar integralmente o aumento de 54,6% no querosene de aviação (QAV) a partir de 1º de abril, intensificando a pressão sobre o setor aéreo em um momento em que as tarifas já vinham sensíveis.
Paralelamente, fontes indicam que a Refinaria de Mataripe deve elevar o preço do GLP em 15,26% também no início do mês, interrompendo um período de relativa estabilidade. O movimento reacende preocupações quanto ao impacto sobre o custo do gás de cozinha, especialmente para as camadas de menor renda, além de aumentar a pressão sobre programas sociais como o Gás do Povo.
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — avançam nesta terça-feira, refletindo uma melhora no apetite por risco após sinais de possível descompressão no cenário geopolítico.
O movimento foi impulsionado por uma reportagem do The Wall Street Journal, publicada na noite anterior, indicando que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria sinalizado a assessores disposição para encerrar a campanha militar contra o Irã, mesmo diante da possibilidade de o Estreito de Ormuz permanecer parcialmente bloqueado — um dos principais pontos de tensão para a oferta global de petróleo.
A notícia trouxe algum alívio aos mercados, após cerca de um mês de conflito que provocou forte volatilidade e pressionou os ativos de risco. Nesse período, tanto o S&P 500 quanto o Dow Jones caminham para registrar suas maiores quedas mensais desde setembro de 2022.
No mercado de commodities, os preços do petróleo seguem voláteis na sessão, mas ainda apontam para um ganho mensal recorde. O movimento tem sustentado o desempenho do setor de energia, com o índice setorial do S&P 500 acumulando alta superior a 11% em março — sendo o único segmento a encerrar o mês no campo positivo.
Em linha com a melhora do sentimento, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXH2026 recua para abaixo dos 27 pontos, sinalizando redução na demanda por proteção no curto prazo.
Apesar do ambiente ainda incerto, parte do mercado mantém uma visão relativamente resiliente para a economia americana. Segundo Isabella Mateos y Lago, economista do BNP Paribas, os traders não projetam, neste momento, impactos relevantes da guerra sobre o crescimento. Muitos analistas seguem com suas estimativas para os índices acionários ao fim de 2026 praticamente inalteradas, com revisões limitadas nas projeções de lucros corporativos.
Na agenda econômica, a atenção se volta para a divulgação do relatório JOLTS de fevereiro, que traz dados sobre vagas de emprego e rotatividade de mão de obra, abrindo uma semana encurtada pelo feriado, mas ainda relevante para a leitura do mercado de trabalho.
Além disso, discursos de dirigentes do Federal Reserve, incluindo Austan Goolsbee e Michelle Bowman, serão monitorados de perto em busca de sinais sobre os próximos passos da política monetária. Na véspera, o presidente do Fed, Jerome Powell, indicou que a autoridade monetária pode adotar uma postura de espera para avaliar os efeitos do conflito sobre a economia antes de ajustar a trajetória dos juros.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta nesta terça-feira, em um movimento de recuperação após a forte liquidação observada ao longo de março, que marcou o pior desempenho mensal desde o início da guerra na Ucrânia em 2022.
O avanço dos mercados reflete uma melhora no sentimento dos traders, impulsionado por sinais de uma possível distensão no cenário geopolítico. Segundo reportagem do The Wall Street Journal, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria indicado a assessores que está disposto a encerrar a campanha militar contra o Irã, mesmo diante da possibilidade de o Estreito de Ormuz permanecer parcialmente bloqueado — fator que vinha sustentando os temores sobre a oferta global de petróleo.
No campo macroeconômico, os dados divulgados nesta manhã apontam para um cenário de crescimento moderado, porém ainda frágil. No Reino Unido, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 1% em 2025, com expansão de 0,1% no quarto trimestre, em linha com as expectativas do mercado. Já na Alemanha, as vendas no varejo cresceram 0,7% em fevereiro, abaixo da projeção de 1%, sinalizando uma recuperação ainda inconsistente da demanda doméstica.
Na zona do euro, a prévia do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de março indicou aceleração da inflação, que passou de 1,9% para 2,5%, retornando ao patamar acima da meta de 2% estabelecida pelo Banco Central Europeu. O movimento reflete, sobretudo, o impacto da disparada dos preços de energia, com petróleo e gás registrando fortes altas em meio ao conflito no Oriente Médio.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram esta terça-feira em queda generalizada, consolidando o pior desempenho mensal em décadas, em um ambiente marcado pela forte aversão ao risco. A combinação entre a escalada do conflito no Oriente Médio e a disparada dos preços do petróleo segue pressionando especialmente as economias dependentes de energia, ao mesmo tempo em que impulsiona a valorização do dólar e enfraquece as moedas da região.
Entre os destaques negativos, o índice Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, recuou 4,3% na sessão, acumulando perda de 18% no mês. No mercado cambial, o won sul-coreano atingiu uma mínima de 17 anos, cotado a 1.536 por dólar. O movimento reflete a forte saída de capital estrangeiro, que já soma US$ 20,8 bilhões até 30 de março — o maior volume desde abril de 2010.
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 caiu 2,8% no dia, ampliando as perdas mensais para mais de 10%. A moeda local também se desvalorizou, acumulando queda de 2,6% no período, enquanto as saídas líquidas de capital atingiram cerca de US$ 27,6 bilhões.
Para Abbas Keshvani, estrategista macro do RBC Capital Markets, a dinâmica recente reflete uma mudança estrutural nos fundamentos cambiais da região. “Com os preços do petróleo em patamares elevados, há uma deterioração significativa na balança de pagamentos de diversos países asiáticos, o que exige um ajuste nas moedas. A demanda por dólares aumentou de forma generalizada, pressionando especialmente economias importadoras de energia”, avaliou.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 recuou pelo quarto pregão consecutivo, com queda de 1,6% na sessão e perda acumulada de 13% em março — o pior desempenho mensal desde a crise financeira global de 2008.
Na China continental, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram quedas moderadas, variando entre 0,5% e 1,8%. Em contrapartida, o índice Hang Seng HSI:HSI , de Hong Kong, destoou ao encerrar com leve alta de 0,2%, sustentado pelo desempenho positivo do setor financeiro, que compensou as perdas em energia e tecnologia.
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO também conseguiu se manter no campo positivo, avançando 0,3% em uma sessão de desempenho misto entre os setores.
Morning Call - 30/03/2026 - Powell No Radar!Agenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
9:30 – BRA – Resultado Primário do Governo
11:30 – USA – Índice de Atividade das Empresas Fed Dallas
Agenda de Autoridades:
9:00 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do Bacen, profere palestra no evento J. Safra Macro Day 2026, com transmissão online pelo Youtube.
11:30 – USA – Jerome Powell, presidente do Fed (Vota), participa de um debate moderado na aula de Princípios de Economia da Universidade de Harvard.
17:00 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), participa de uma conversa em um evento organizado pela Corporação de Desenvolvimento Econômico de Staten Island.
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — iniciaram a semana em alta, ensaiando uma recuperação após as fortes perdas registradas na sessão anterior. O movimento ocorre em meio à reavaliação dos riscos associados à escalada do conflito no Oriente Médio e seus potenciais impactos sobre a inflação e o crescimento global.
No campo geopolítico, o fim de semana foi marcado por novos desdobramentos relevantes. A milícia Houthi, do Iêmen e apoiada pelo Irã, ampliou sua participação no conflito, enquanto os Estados Unidos reforçaram sua presença militar na região. Em paralelo, o presidente Donald Trump elevou o tom ao afirmar que pretende “tomar o petróleo do Irã”, aumentando a incerteza quanto à evolução do cenário.
Apesar disso, parte do mercado encontrou algum alívio nas declarações de Trump indicando que Washington e Teerã estariam engajados em contatos “diretos e indiretos”. Segundo o presidente, o Paquistão atuaria como intermediário nas negociações, com a possibilidade de “conversas significativas” nos próximos dias.
Para Stefan Koopman, estrategista macro sênior do Rabobank, o ambiente segue dominado por incertezas críticas. “O mercado está lidando com duas grandes incógnitas que se retroalimentam: quando o fluxo de petróleo será normalizado em volumes relevantes e em que nível de preços o petróleo deixa de ser um vetor inflacionário para se tornar um gatilho de recessão”, afirmou. O estrategista acrescenta que eventuais ações sobre a ilha iraniana de Kharg — principal hub de exportação do país — tenderiam a restringir ainda mais a oferta global, pressionando os preços da commodity.
Nesse contexto, o índice de volatilidade VIX ($ACTIVTRADES:USAVIXH2026) avança para a região dos 28 pontos, refletindo a continuidade da demanda por proteção e a elevada sensibilidade dos mercados ao noticiário geopolítico.
Os preços do petróleo voltam a subir nesta segunda-feira, sustentando ganhos moderados nas ações do setor de energia no pré-mercado. Papéis de grandes companhias como Exxon Mobil e Chevron avançam cerca de 1,6%.
O pano de fundo permanece desafiador. Os principais índices de Wall Street encerraram na sexta-feira a quinta semana consecutiva de perdas, com o Dow Jones entrando oficialmente em território de correção — ao recuar mais de 10% em relação à sua máxima histórica. O Nasdaq e o Russell 2000 também já operam em correção desde o início da escalada do conflito, enquanto o S&P 500 se aproxima desse patamar.
Refletindo a deterioração do cenário, o Morgan Stanley revisou sua recomendação para ações globais de “overweight” para “neutral”. Ainda assim, a instituição destaca que os fluxos de capital têm favorecido ativos americanos desde o início da crise, reforçando a percepção dos Estados Unidos como possível porto seguro em momentos de maior aversão ao risco.
A disparada dos preços do petróleo reacende preocupações inflacionárias e complica o cenário para os bancos centrais. De acordo com a ferramenta FedWatch, do CME Group, o mercado já não precifica cortes de juros pelo Federal Reserve neste ano — uma mudança significativa em relação às expectativas anteriores ao agravamento do conflito.
Ao longo da semana, a atenção dos traders também se volta para a agenda macroeconômica, com destaque para os dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos, incluindo o relatório de emprego (payroll) de março, que pode oferecer sinais mais claros sobre a resiliência da economia.
Além disso, os discursos do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, e do presidente do Fed de Nova York, John Williams, previstos para esta segunda-feira, serão acompanhados de perto em busca de indicações sobre os próximos passos da política monetária americana.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, em um movimento de recuperação após as perdas recentes, enquanto os traders avaliam os impactos da escalada da guerra no Oriente Médio sobre a dinâmica inflacionária e o crescimento econômico na região.
No campo macroeconômico, a prévia do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Alemanha apontou uma aceleração expressiva da inflação na maior economia da Europa, impulsionada principalmente pelo avanço dos preços de energia. Os combustíveis registraram alta média de 20,6% no período em março, com destaque para o óleo de aquecimento, que subiu 27,2%, e os combustíveis automotivos, com avanço de 15,9%. Dentro desse grupo, o diesel teve alta de 23,5%, enquanto a gasolina subiu 13,6%.
O movimento reflete diretamente o impacto da valorização do petróleo no mercado internacional, em meio ao agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio. A pressão sobre os preços de energia tem reforçado os temores inflacionários e contribuiu para que o índice pan-europeu STOXX 600 registrasse sua maior queda mensal desde março de 2020.
Diante desse cenário, autoridades monetárias voltam a adotar um tom cauteloso. O presidente do Banco Central francês, François Villeroy de Galhau, afirmou que o Banco Central Europeu permanece comprometido em evitar que o choque inflacionário oriundo do setor energético se dissemine pela economia. No entanto, ressaltou que ainda é prematuro discutir o timing de eventuais ajustes nas taxas de juros.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana em queda, refletindo um movimento amplo de aversão ao risco diante da escalada das tensões no Oriente Médio e da alta expressiva dos rendimentos dos títulos soberanos, que voltaram a atingir níveis historicamente elevados. O ambiente reforça os temores de estagflação, combinando pressões inflacionárias persistentes com sinais de desaceleração econômica.
Entre os destaques negativos, o índice Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, recuou cerca de 3%, pressionado por perdas relevantes em papéis de tecnologia e indústria. As ações da SK Hynix caíram 5,3%, enquanto Hyundai recuou 5,1% e Samsung registrou baixa de 1,9%.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 cedeu 2,8%, em uma sessão amplamente negativa — apenas 4 das 225 empresas do índice fecharam no campo positivo. O movimento foi intensificado por preocupações com a inflação, após comentários de um membro do Banco do Japão (BoJ) indicando que a valorização do petróleo e a desvalorização do iene podem acelerar a alta de preços no país, reacendendo o risco de estagflação.
Nesse contexto, o rendimento dos títulos públicos japoneses de 10 anos (JGBs) chegou brevemente a atingir 2,390%, o maior nível desde fevereiro de 1999, evidenciando a pressão sobre a curva de juros global.
“O mercado agora parece cauteloso não apenas com inflação e desaceleração, mas já começa a precificar um cenário mais adverso, que pode incluir recessão”, avaliou Shingo Ide, estrategista-chefe de ações do NLI Research Institute.
Na China continental e em Hong Kong, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Shanghai SSE:000001 e Hang Seng HSI:HSI — registraram perdas mais contidas, variando entre estabilidade e queda de até 0,8%, refletindo uma postura mais defensiva dos traders.
Em Taiwan, o TWSE 50 ( FTSE:TW50 ) recuou 1,9%, pressionado pela queda de 2,2% nas ações da TSMC. Já na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO caiu 0,7%, apesar do desempenho positivo do setor de mineração. As ações da Rio Tinto avançaram quase 5%, após a companhia informar a retomada das operações em três de seus quatro terminais portuários de minério de ferro em Pilbara, que haviam sido afetados pela passagem de um ciclone tropical na região.
IFR como ferramenta de confluência com canal de alta - WIN 60minNo gráfico de 60 minutos do mini índice (WIN), observa-se um canal de alta bem definido, com o preço oscilando de forma técnica entre a linha inferior (suporte dinâmico) e a linha superior (resistência dinâmica). Dentro dessa estrutura, o Índice de Força Relativa (IFR/RSI) de 14 períodos atua como uma excelente ferramenta de confirmação de força e timing.
Em tendências de alta, o IFR tende a operar em regimes mais elevados, raramente entrando em sobrevenda. No estudo apresentado, algumas leituras se repetem com clareza:
🔹 Testes no topo do canal + IFR em níveis esticados (próximo de 65–70)
Indicam exaustão de curto prazo e aumento da probabilidade de correções técnicas. Não é sinal de venda automática, mas alerta para perda de assimetria compradora.
🔹 Testes no fundo do canal + IFR corrigindo até zonas intermediárias (40–45)
Mostram correções saudáveis dentro da tendência. O IFR segura acima dos níveis críticos, sinalizando que a força compradora permanece ativa. Essa confluência costuma oferecer melhores relações risco-retorno alinhadas à tendência principal.
🔹 Divergências do IFR nas extremidades do canal
Quando o preço testa topos ou fundos do canal sem confirmação do IFR, temos sinais de perda de momentum, funcionando como alerta de mudança de ritmo — não necessariamente de reversão estrutural.
✅ Resumo da leitura
O canal define a estrutura e a direção
O IFR define o timing e a qualidade do movimento
Extremidades do canal são zonas de decisão
IFR saudável acima de 40 mantém o viés altista
Quando usados juntos, canal de alta + IFR (14) formam uma leitura simples, objetiva e altamente eficiente para entender onde o preço está na estrutura e como o momentum está respondendo.
Preço guia.
Estrutura organiza.
IFR ajuda a decidir quando agir.
📊 Bons estudos e bons trades.
@alan.cnpi
BTC/USD - Gráfico Semanal - Análise Rainbow - Escala LogarítmicaBitcoin Bloco Gênesis até 2032:
Análise semanal do gráfico do BTC/USD em escala logarítmica.
Uma visão otimista de longo prazo.
Análise atualizada em 23/03/2026.
Gráficos logarítmicos são usados para visualizar dados que mudam exponencialmente ao longo do tempo. Isso os torna bem adequados para o Bitcoin, que historicamente passou por períodos de rápida valorização dos preços.
Em um gráfico logarítmico, o eixo vertical é escalado logarítmicamente, enquanto o eixo horizontal permanece linear. Isso significa que distâncias iguais no eixo vertical representam variações proporcionalmente maiores no preço.
Gráficos de previsão logarítmica frequentemente incluem vários elementos, tais como:
Dados de preço: Normalmente são representados como uma linha ou curva no gráfico.
Níveis de suporte e resistência: São linhas horizontais traçadas em níveis de preço onde o preço historicamente encontrou suporte ou resistência.
Linhas de tendência: São linhas diagonais desenhadas para conectar sucessivos máximos ou mínimos de preço.
Médias móveis: São linhas que suavizam os dados de preços e podem ajudar a identificar tendências.
Níveis de retracement de Fibonacci: São linhas horizontais traçadas em porcentagens específicas de um movimento de preço anterior, e podem ser usadas para identificar potenciais níveis de suporte e resistência.
Para tornar a análise mais dinâmica e assertiva, adicionei todos os períodos pré e pós metade, seguindo a projeção da deflação de recompensas da rede e da inflação do Bitcoin
Analisando os Gráficos de Previsão Logarítmica do Bitcoin:
Ao analisar um gráfico de previsão logarítmica do Bitcoin, é importante considerar os seguintes fatores:
A tendência geral do preço: o preço está tendendo para cima, para baixo ou lateralmente?
Localização dos níveis de suporte e resistência: O preço está atualmente acima ou abaixo de algum nível chave de suporte ou resistência?
O ângulo das linhas de tendência: as linhas de tendência estão inclinadas para cima ou para baixo? Eles são íngremes ou rasos?
O comportamento das médias móveis: as médias móveis estão subindo, descendo ou lateralmente? Eles estão cruzando acima ou abaixo do preço?
A localização dos níveis de retracement de Fibonacci: O preço está atualmente próximo de algum nível-chave de retracement de Fibonacci?
O gráfico apresenta a trajetória de preço do Bitcoin desde o seu "Gênesis Block" em 2009 até projeções para 2032.
A escala logarítmica é utilizada para normalizar as variações percentuais extremas ao longo dos anos, permitindo a visualização da ciclicidade do ativo.
1. Ciclos de Halving e TemporalidadeO gráfico utiliza linhas verticais para marcar os eventos de Halving (redução da recompensa por bloco), que historicamente atuam como catalisadores de oferta:
Progressão: Estão mapeados desde o primeiro (2012) até projeções para o sexto halving (2032).
Janelas de Tempo: Foram delimitados períodos representados por caixas azuis (ciclos de alta/acumulação) e caixas vermelhas (ciclos de correção/Bear Market).
2. Métricas de Performance (ATH e Retrações)O gráfico quantifica a performance de cada ciclo de alta (Bull Market) a partir do fundo até a ATH (All-Time High):
Ciclos Iniciais: Apresentaram valorizações exponenciais superiores.
Ciclos Recentes: Observa-se uma lei de retornos decrescentes.
O ciclo de 2021 atingiu aproximadamente 742%, enquanto as projeções futuras sugerem crescimentos percentuais menores em termos relativos (ex: $304% e $264%).Correções (Bear Markets):
As caixas vermelhas detalham a severidade das quedas pós-topo, variando de -86% nos primeiros anos a -75% em ciclos mais maduros.
3. Indicadores Técnicos Atuais (Março 2026)Considerando o ponto atual do gráfico (cotado em torno de $70.543$):
Médias Móveis: * MA 200 (Azul): Atualmente em $59.269$, servindo como suporte estrutural de longuíssimo prazo.
EMA 15 (Laranja): Em $77.029$, sugerindo que o preço atual está operando ligeiramente abaixo dessa média de curto/médio prazo semanal, indicando uma fase de consolidação ou teste de resistência.
Zonas de Preço: O preço está lateralizado entre uma resistência imediata em $74.384$ (caixa vermelha recente) e um suporte psicológico e técnico na região dos $41.761$.4.
Projeções e Ciclicidade Futura: O gráfico estende a análise para os próximos anos, utilizando a métrica de "Cicle Days" (dias de ciclo):
Duração: Os ciclos de baixa (Bear Market) parecem se alongar em tempo, com o último registrado marcando 931 dias.
Estimativas: O gráfico projeta novos topos históricos escalonados: um nível em torno de $122.408$ e, posteriormente, uma busca pela região de $220.998$ após os próximos halvings.
Resumo Técnico:
O cenário descrito é de um ativo que respeita uma sazonalidade de aproximadamente 4 anos, ditada pelo protocolo do halving.
Tecnicamente, o Bitcoin encontra-se em uma fase de maturação, onde a volatilidade percentual diminui gradualmente, mas a estrutura de topos e fundos ascendentes de longo prazo permanece intacta, utilizando a MA 200 como o principal balizador de "valor justo".
É importante lembrar que nenhuma previsão é perfeita, e o desempenho passado não é necessariamente indicativo de resultados futuros e essa análise não é uma recomendação de compra do ativo.
O Bitcoin é um ativo altamente volátil, e seu preço pode ser afetado por uma ampla variedade de fatores.
Gaps de Valor Justo: O Segredo do MercadoJá navegou por um gráfico de preços e notou um espaço vazio invulgar nas velas — como se o mercado tivesse saltado um batimento?
Isso é um Fair Value Gap (FVG), ou lacuna de valor justo. É um daqueles desequilíbrios de preço subtis que os traders experientes adoram identificar. Compreender como estas lacunas se formam e como o preço reage em torno delas pode melhorar significativamente a sua leitura de gráficos.
O que é um Fair Value Gap no Trading?
Um Fair Value Gap ocorre quando há um aumento repentino da pressão de compra ou venda que faz com que o preço se mova tão depressa que não se equilibra totalmente entre compradores e vendedores. Em termos simples, é um desequilíbrio — uma zona onde o mercado ignorou liquidez potencial.
Quando ouve traders falar de FVG no trading, referem-se a essas pequenas zonas de liquidez não preenchida deixadas para trás durante movimentos fortes.
Então, o que é o FVG e porque é importante? Porque o preço volta frequentemente a essas áreas mais tarde para "reequilibrar" — preenchendo a lacuna antes de continuar na direção original. Essa é a lógica central da estratégia de trading com Fair Value Gap.
FVGs Bullish e Bearish
Existem dois tipos principais de Fair Value Gaps — bullish (otimista) e bearish (pessimista):
Bullish Fair Value Gap (ou FVG de alta): forma-se durante um movimento forte de subida, quando compradores agressivos empurram o preço para cima, deixando um vazio abaixo. O preço pode, mais tarde, recuar até essa zona antes de continuar a subir.
Bearish Fair Value Gap (ou FVG de baixa): forma-se numa fase de venda acentuada, quando os vendedores dominam e o mercado cai rapidamente, saltando ordens de compra potenciais. Mais tarde, o preço recupera frequentemente até "preencher" essa lacuna.
Ambos podem funcionar como ímanes de liquidez — áreas onde o "smart money" gosta de reentrar no mercado.
Exemplo de Fair Value Gap
Imagine que o Bitcoin sobe dos 110 000 € para os 120 000 € numa única vela de alta, quase sem negociação pelo meio. Esse movimento repentino deixa um Fair Value Gap — a zona entre o máximo e o mínimo da vela onde ocorreu pouca ou nenhuma negociação.
Se o mercado recuar mais tarde para esse intervalo e encontrar suporte antes de recuperar, acabou de testemunhar um exemplo clássico de Fair Value Gap em ação.
Utilizar um Indicador de Fair Value Gap
Pode identificar estas zonas manualmente procurando formações de três velas — uma vela que "deixa a lacuna" e duas ao seu redor que não se sobrepõem. No entanto, se preferir a automatização, pode utilizar indicadores de Fair Value Gap para simplificar a sua análise.
Estratégias de Trading com Fair Value Gap
Fazer trading com Fair Value Gap não se trata de perseguir o preço — trata-se de esperar que o mercado venha ter consigo. No âmbito dos Smart Money Concepts, os traders combinam frequentemente os FVGs com o CHoCH (Change of Character) para confirmar uma potencial mudança na estrutura antes de entrar.
Uma abordagem comum é marcar FVGs recentes, identificar a tendência mais ampla e esperar que o preço revisite uma lacuna alinhada com essa tendência.
Numa tendência de alta: os traders procuram FVGs bullish abaixo do preço atual como potenciais zonas de procura — idealmente após um CHoCH confirmar que os compradores estão a regressar.
Numa tendência de baixa: observam-se FVGs bearish acima do preço atual como potenciais zonas de oferta, novamente validadas por um CHoCH que mostre uma mudança de controlo.
Ainda assim, é importante lembrar: estas configurações não são garantias. O mercado não garante que a lacuna será preenchida. Utilize os FVGs e o CHoCH como parte da estrutura de Smart Money, e não como sinais isolados. Faça sempre gestão de risco e tome as suas próprias decisões de negociação com base na sua estratégia pessoal e nível de conforto.
Notas Finais
Afinal, o que é realmente um Fair Value Gap? Não é magia — é apenas o mercado a mostrar onde o preço se moveu demasiado rápido. Aprender a ler os Fair Value Gaps dá-lhe uma melhor perceção de liquidez, momentum e potenciais reversões.
Quer utilize um indicador ou os marque à mão, dominar o FVG no trading pode dar-lhe uma vantagem séria na identificação de zonas de alta probabilidade. Lembre-se apenas de que nenhum indicador substitui o bom senso. Observe, adapte-se e deixe que os gráficos falem por si.
Bitcoin — vamos acelerar a correção?Olá, amigos do TradingView.
Espero que gostem dessa atualização. Quero saber a opinião de vocês: o que estão achando desse deslocamento de preços?
Ainda enxergam potencial para continuidade da alta ou acreditam em uma aceleração do processo corretivo?
O que eu acredito nesse momento: Tudo vai depender da reação nos níveis-chave.
Se perdermos a região dos 67.300 com continuidade especialmente com fechamentos consistentes abaixo dessa faixa o mercado ganha espaço para acelerar o movimento corretivo, buscando liquidez em níveis mais baixos, quebrando a sequencia de fundos ascendentes.
Por outro lado, enquanto o preço se mantiver acima dessas zonas e não mostrar confirmação de fraqueza, ainda existe o risco de armadilhas, com movimentos de retorno para regiões mais altas, como a faixa dos 72k.
O cenário está montado.
Agora é o mercado que decide, e o operador que reage ao que fizer mais sentido com base no risco x retorno.
Deixem seus comentários com suas opiniões e não se esqueçam do Boost.
Oportunidades de negociação relacionadas ao “Plano de Paz” De acordo com uma reportagem do Times of Israel, o “presente” que o Irã deu recentemente aos EUA foi permitir a passagem segura de um número indeterminado de navios-tanque pelo Estreito de Ormuz.
O que isso pode indicar é a disposição do Irã de se envolver no plano de paz supostamente proposto pelos EUA. Isso está potencialmente ofuscando as notícias de que os EUA enviaram tropas adicionais para a região.
Assim, os preços do petróleo estão sob leve pressão, enquanto as ações estão reagindo positivamente.
Ainda estamos aguardando que o Irã responda adequadamente ou comente sobre o andamento das negociações. Assim que a situação ficar mais clara, a volatilidade desses ativos poderá aumentar e fortalecer o atual impulso do mercado.
GBPAUD: 15M - Múltiplos BOS, Captura de Liquidez + CHoCH e FGV📈 A Libra Esterlina contra o Dólar Australiano (GBPAUD) EASYMARKETS:GBPAUD no gráfico de 15 minutos está sendo negociada a 1,92115, após realizar múltiplos BOS no movimento de alta. O preço executou uma captura de liquidez precisa na região de 1,91510, formando o CHoCH (Change of Character) e confirmando a mudança de estrutura. Atualmente o par encontra-se em fase de FVG (Fair Value Gap), padrão clássico de continuidade que aponta para extensão altista com alvo inicial em 1,92600. 📊
📈 Análise Técnica:
🔹 Estrutura de Mercado: Sequência clara de múltiplos BOS no impulso comprador, demonstrando força institucional.
🔹 Captura de Liquidez: Sweep dos lows em 1,91510, removendo stops e liquidez pendente antes da reversão de estrutura.
🔹 Mudança de Estrutura: CHoCH concluído, mudando o caráter da tendência de baixista para altista.
🔹 FVG: Fair Value Gap formado após o CHoCH, atuando como zona de continuidade e imã para o preço.
🔹 Resistência: 1,92200 (Weak High) e 1,92600 (próxima zona de liquidez alta).
🔹 Suporte: 1,91880 – 1,91900 (região do último order block / base do FVG).
🔹 Momentum: Preço reagindo acima do CHoCH com velas de força, RSI em zona neutra-alta e volume comprador dominando nas pernas de alta.
🔹 Volume: Aumento de atividade compradora após a captura de liquidez, confirmando interesse institucional na direção altista.
📢 Cenários:
✅ Altista: Continuidade do FVG com rompimento e fechamento acima de 1,92200 → alvo principal 1,92600 (liquidez alta). Extensão maior pode mirar 1,93000 caso o momentum se mantenha forte.
⚠️ Baixista: Rejeição no Weak High (1,92200) e perda do FVG abre correção em direção ao suporte em 1,91880, com possibilidade de reteste da região de 1,91510 em caso de falha na estrutura.
📅 Eventos Relevantes:
🔹 Dados UK/Austrália: Qualquer surpresa nos indicadores de inflação, emprego ou decisões de política monetária do BoE e RBA pode acelerar o movimento.
🔹 Correlação com GBP e AUD: Comportamento do Dólar Americano e sentimento de risco global influenciam diretamente o par.
🔹 Risco de Notícia: Atenção a qualquer declaração de membros dos bancos centrais que possam gerar volatilidade adicional.
🚨 Conclusão: GBPAUD a 1,92115 em 15 minutos apresenta uma estrutura técnica muito limpa: múltiplos BOS + captura de liquidez em 1,91510 + CHoCH + FVG de continuidade. O padrão atual favorece forte probabilidade de extensão altista, com o FVG apontando para 1,92600 como próximo objetivo principal. Enquanto o preço se mantiver acima da base do FVG e romper 1,92200, o viés permanece claramente comprador. Monitore o fechamento acima de 1,92200 e o comportamento no FVG para confirmação. 🔥📈
Analista da easyMarkets, Fabricio N.
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Preparação para a retirada de Trump do IrãEm declarações feitas há poucos instantes, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou recentemente que a capacidade militar do Irã é praticamente nula e que os EUA controlam o espaço aéreo de Teerã. Ele comentou com confiança: “Não gosto de dizer isso, mas vencemos esta guerra.”
Trump também deu a entender que haveria um gesto de boa vontade por parte do Irã, descrevendo-o como um “presente” relacionado a petróleo e gás.
Uma fonte iraniana confirmou que os EUA iniciaram uma aproximação para encerrar a guerra. Trump mencionou que o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio estão liderando as negociações.
O anúncio de um cessar-fogo de cinco dias na segunda-feira levou a uma queda de 10% no preço do petróleo bruto. Agora, imagine o que um momento de “Missão Cumprida” para esta guerra poderia causar no preço do petróleo bruto.
Os futuros do petróleo bruto WTI subiram quase 4% no dia, para cerca de US$ 91,5 por barril. Eles recuaram em relação a um ganho de 5% que estava sendo registrado antes das novas mensagens de Trump, mas o mercado ainda não parece estar mordendo a isca das mensagens de que a guerra está chegando ao fim.
Morning Call - 23/03/2026 - Juros Sobem Pressionados por PetróleAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
9:30 – USA – Índice de Atividade Nacional Fed Chicago
14:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Diesel dispara!
O avanço dos preços do diesel no Brasil acendeu um novo sinal de alerta no cenário macroeconômico. O combustível atingiu uma média de R$ 7,22 na última quarta-feira, ante R$ 5,74 antes do início da guerra, intensificando preocupações com a inflação e reacendendo o risco de paralisações no setor de transporte.
A alta ocorre em meio à escalada do petróleo no mercado internacional e pressiona diretamente os custos logísticos, com potencial de repasse para toda a cadeia produtiva. O tema ganhou prioridade no governo federal, que busca alternativas para conter o impacto sobre consumidores e empresas.
No centro das discussões está o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), principal tributo incidente sobre os combustíveis. Governadores aguardam uma proposta concreta da equipe econômica para viabilizar a desoneração do diesel, após o Ministério da Fazenda sugerir um modelo de compensação que prevê o reembolso de parte das perdas de arrecadação dos estados.
Os detalhes da proposta ainda não foram formalizados, mas devem ser debatidos na próxima reunião do Confaz, marcada para o dia 27. A expectativa é de que o encontro avance na construção de uma solução coordenada entre União e estados.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em forte queda nesta segunda-feira, pressionados pela escalada do conflito no Oriente Médio e pelo risco crescente à infraestrutura energética global, o que impulsiona o petróleo e força uma reprecificação relevante das expectativas de juros nos Estados Unidos.
No campo geopolítico, a tensão aumentou após a Guarda Revolucionária do Irã afirmar que poderá atacar instalações energéticas de Israel e bases americanas no Golfo Pérsico, caso o presidente Donald Trump avance com a ameaça de atingir a rede elétrica iraniana. O risco de uma escalada mais ampla eleva o prêmio de risco nos mercados globais.
Os preços do petróleo reagem fem alta: o Brent supera US$ 114 por barril, enquanto o WTI volta a negociar acima de US$ 100, reacendendo temores inflacionários e pressionando a política monetária.
Nesse contexto, o mercado passou por uma rápida revisão de cenário. Os traders já não precificam mais cortes de juros pelo Federal Reserve em 2026, e passaram a atribuir probabilidade superior a 50% para uma alta de juros no segundo semestre. A mudança reflete tanto o choque de energia quanto o tom mais duro adotado pelo Fed na última reunião, quando projetou inflação mais elevada e apenas uma redução de juros mais à frente.
O movimento negativo é liderado pelo índice de pequenas empresas Russell 2000 ACTIVTRADES:USARUS , mais sensíveis à dinâmica de juros, que recua cerca de 1,9%. O índice já acumula queda superior a 10% em relação ao topo recente, entrando oficialmente em território de correção.
Ao mesmo tempo, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXH2026 avança cerca de 6,5%, operando próximo dos 27 pontos, refletindo a crescente busca por proteção em meio ao aumento da incerteza.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — registram quedas superiores a 2% nesta segunda-feira, atingindo mínimas de quatro meses, em meio à intensificação do conflito no Oriente Médio e ao aumento das preocupações com inflação e política monetária.
A disparada dos preços de combustíveis — tanto gasolina quanto gás — levou as cotações aos níveis mais altos desde o início de 2022, período marcado pela Guerra da Ucrânia. Diante disso, os mercados passaram a precificar um aperto monetário agressivo, com expectativa de até 75 pontos-base de alta nas taxas por parte do Banco Central Europeu e do Banco da Inglaterra.
O movimento de queda é generalizado. Todos os setores que compõem o Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 operam no vermelho, refletindo uma forte aversão ao risco. O índice acumula uma queda de aproximadamente 11% no mês.
No campo geopolítico, as tensões aumentaram após o Irã ameaçar atacar infraestruturas energéticas de países do Golfo, caso o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avance com a promessa de “aniquilar” a rede elétrica iraniana.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana em forte queda, refletindo a crescente preocupação de que a guerra no Oriente Médio se prolongue e cause danos duradouros ao fornecimento global de energia. Em um cenário de inflação elevada, os traders voltaram a precificar um ambiente de juros mais altos por mais tempo, com expectativas de aperto monetário envolvendo o Banco Central Europeu, o Banco da Inglaterra e até o Federal Reserve.
No campo geopolítico, a escalada ganhou novos contornos. O Irã afirmou que poderá atacar infraestruturas de energia e água de países do Golfo caso o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avance com ameaças contra a rede elétrica iraniana. Ao mesmo tempo, Washington deu um ultimato de 48 horas para que o Estreito de Ormuz seja totalmente reaberto, mantendo o mercado sob elevada tensão.
Segundo Shane Oliver, da gestora de fundos AMP, disse que "a guerra ainda pode durar muitas semanas e os preços do petróleo podem subir para US$ 150 o barril. Enquanto que a destruição constante da infraestrutura energética significa que levará mais tempo para que o fornecimento volte ao normal."
Os efeitos já são visíveis nos preços de energia e transporte. Analistas do HSBC destacam que o querosene de aviação em Singapura subiu 175% no ano, atingindo máximas de décadas, enquanto o gás natural liquefeito na Ásia avançou 130%. O combustível marítimo também disparou, elevando os custos logísticos globais, enquanto os fertilizantes mais caros adicionam pressão adicional sobre os preços dos alimentos.
Nos mercados acionários, as perdas foram generalizadas e expressivas. O índice Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, liderou as quedas com recuo de 6,5%, acumulando perda de 13% no mês. No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 3,5%, ampliando a baixa mensal para 12%.
Na China continental e em Hong Kong, os índices Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e Shanghai SSE:000001 recuaram entre 3% e 3,8%, refletindo a deterioração do sentimento global.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 caiu 2,6%, com a TSMC recuando 1,6%. Já na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO perdeu 0,7%, pressionado principalmente pelos setores financeiro e de mineração.
Análise de Ondas de Elliott XAUUSD – 23/03/2026
Momentum
W1
– O momentum semanal continua em queda
– Pode levar mais 1–2 semanas para que o D1 entre na zona de sobrevenda e apresente reversão
D1
– O momentum está em compressão
– A tendência de baixa ainda domina
– No entanto, uma reversão pode ocorrer a qualquer momento
H4
– O momentum está a diminuir
– Alta probabilidade de continuação da queda na abertura de segunda-feira
Estrutura de Ondas
Timeframe W1
– A onda C já formou 3 velas semanais
– O momentum permanece baixista
– Alta probabilidade de continuação para níveis inferiores
Timeframe D1
– Dentro da onda C está a formar-se uma estrutura de 5 ondas (vermelho)
– Atualmente na onda 3
– A compressão do momentum no D1 → a queda ainda é provável
– Contudo, uma reversão pode acontecer a qualquer momento
– Quando a reversão for confirmada
→ Pode indicar o fim da onda 3 e o início da onda 4
– O momentum W1 precisa de mais 1–2 velas semanais para entrar em sobrevenda
→ Tempo suficiente para completar as ondas 4 e 5 (vermelho)
Estrutura H4
– O momentum H4 precisa de cerca de 2–3 velas para entrar em sobrevenda
– Nota
→ Os dados atuais são de sexta-feira
→ Após o fim de semana, o mercado pode mudar na abertura de segunda-feira
– Com base nos dados atuais
→ Probabilidade de continuação da queda
→ Zona de suporte chave: 4406
– Quando o preço atingir esta zona
→ Pode ocorrer um pullback para formar a onda 4
– Características da onda 4
→ Recuo fraco
→ Estruturas complexas
→ Flat / Triângulo / Lateral expandido
– Após a conclusão da onda 4
→ Espera-se um último movimento de queda
→ Em direção aos alvos inferiores para completar a onda 5
Zona alvo
– Alvo imediato: 4282
→ Nível onde a onda C = onda A no D1
Plano
– O plano de trading será atualizado na abertura do mercado






















