Economia
Entendendo o CPI (IPC)O "CPI" nos Estados Unidos, ou Índice de Preços ao Consumidor, é um indicador econômico crucial que desempenha um papel fundamental na medição e avaliação da saúde econômica do país. Este índice monitora as mudanças nos preços de uma cesta representativa de bens e serviços de consumo ao longo do tempo, e seu objetivo principal é fornecer uma visão clara das tendências de inflação e do poder de compra da moeda.
A cesta de produtos e serviços usada para calcular o CPI é diversificada e abrange uma ampla gama de itens, incluindo alimentos, habitação, roupas, cuidados de saúde, transporte e muito mais. Essa diversidade reflete os gastos típicos de um consumidor médio, tornando o CPI um indicador sólido do custo de vida e da estabilidade econômica.
O CPI é uma ferramenta inestimável para diversos setores da sociedade. O governo o utiliza para fazer ajustes em pagamentos de benefícios sociais, pensões e contratos de aluguel, garantindo que os valores estejam em linha com as mudanças nos preços. Além disso, o Federal Reserve dos Estados Unidos presta atenção ao CPI em suas decisões de política monetária. Quando o CPI indica um aumento nos preços (ou seja, inflação), isso pode desencadear ações como ajustes nas taxas de juros e outras medidas econômicas para controlar o crescimento dos preços e manter a economia em equilíbrio.
Como parte do panorama econômico, o CPI é complementado por outros indicadores-chave, como o PPI (Índice de Preços ao Produtor), que rastreia os preços de bens e serviços no nível da produção. Juntos, esses índices fornecem uma compreensão mais completa da dinâmica econômica, o que é crucial para investidores, empresas e cidadãos preocupados com a saúde financeira do país.
Em resumo, o CPI nos Estados Unidos é uma ferramenta indispensável para medir a variação de preços de bens e serviços de consumo, sendo vital para a avaliação da inflação e para embasar decisões econômicas. É um indicador que merece atenção cuidadosa por parte dos investidores e de todos que acompanham de perto o cenário econômico.
Entendendo o PPI (IPP)Nos Estados Unidos, PPI significa "Producer Price Index," que em português pode ser traduzido como "Índice de Preços ao Produtor." Este índice desempenha um papel crucial na análise econômica, pois avalia o custo das matérias-primas para os produtores. Quanto mais alto o custo das matérias-primas, mais caro é produzir, e quanto mais caro é produzir, maior o impacto no preço final dos produtos para o consumidor.
O ciclo econômico é complexo. Quando o consumo está em alta, a indústria é demandada, e isso, por sua vez, requer mais matérias-primas. À medida que a demanda por matérias-primas aumenta, seus preços tendem a subir. O PPI tem como objetivo medir o quanto essa produção se tornou mais cara ou mais barata para os produtores, refletindo-se diretamente na cadeia de consumo.
Quando as matérias-primas se tornam mais caras, os custos de produção aumentam, e os produtores muitas vezes são forçados a repassar esse aumento para o preço final dos produtos. Isso é o que chamamos de pressão inflacionária, e é um dos principais indicadores monitorados pelos bancos centrais.
O PPI também é uma ferramenta importante para os investidores. Quando os números do PPI sobem rapidamente, isso sinaliza uma aceleração da economia. Em resposta, os bancos centrais podem retirar estímulos da economia e aumentar as taxas de juros, uma medida que geralmente é mal vista pelo mercado. Como resultado, o dólar tende a se valorizar em relação a outras moedas, e os índices de ações podem cair.
Por outro lado, quando o PPI sobe moderadamente em um cenário de baixa pressão inflacionária, isso pode indicar uma economia saudável. Nesse caso, o dólar tende a se enfraquecer, e os mercados de ações podem se valorizar.
Portanto, é crucial que os investidores acompanhem de perto esses indicadores econômicos de inflação para entender o cenário econômico atual e tomar decisões informadas sobre seus investimentos. O PPI é uma das peças-chave desse quebra-cabeça econômico, que pode afetar significativamente os mercados financeiros e as estratégias de investimento.
jogo de liquidezBTC = liquidez do sistema
liquidez = bagunça fidunci
bagunça fidunci = irresponsabilidade monetária e fiscal
irresponsabilidade m&f = biden powell j.yellen e a cristine lagartixa do BCE
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BTC tem um caminho prospero pela frente, com esse time de irresponsáveis a liquidez é garantida.
Na minha opinião, com este time o melhor a se fazer era o povo mandar uma carta para a mesa de cada um deles dizendo: Não precisamos mais do seu trabalho a partir daqui buscaremos alguem sério, por meio dessa convidamos para que se retire imediatamente.
Bem, a liquidez vem sendo drenada, ao menos 2tri no curto médio e 4 tri no médio longo.
A formula está em explicada em outra publicação e convido que faça a pesquisa.
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Aproveite sua familia, faça viagens e gaste corretamente seu dinheiro.
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Macro - Desemprego x PMIUm ciclo baixo na taxa de desemprego é característico do final do ciclo.
O início de um novo ciclo nunca começa com um trabalho apertado mkt.
O PMI ISM Mfg está tendendo para baixo ou já em contração (<50) nos mínimos do ciclo.
Primeiro destrói e depois constrói.
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Fatores externos: Greve nas montadoras; margens apertadas; earnings não viram bons só não vieram tão ruins quanto esperavam.
Pergunta importante... Quem é Corewave? aiai que piada mesmo.
📊 Decifrando o Símbolo USIRYY - Taxa de Inflação Anual nos EUAQuando se trata de entender as tendências econômicas, o símbolo "USIRYY" no TradingView é uma ferramenta vital que representa a Taxa de Inflação Anual nos Estados Unidos.
💹 O que é a Taxa de Inflação Anual (YoY)?
A Taxa de Inflação Anual YoY (Year-on-Year) é um indicador crucial que mede a variação percentual dos preços médios de bens e serviços ao longo de um ano. Ela oferece insights valiosos sobre o ritmo de aumento geral dos preços na economia.
📈 Significado para os Investidores:
Investidores, economistas e analistas financeiros acompanham atentamente a Taxa de Inflação Anual para avaliar o estado da economia. Um aumento constante pode indicar pressões inflacionárias, influenciando as decisões de investimento e políticas monetárias.
📊 Utilizando o Símbolo USIRYY no TradingView:
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"A #SELIC e o Varejo brasileiro"" Que a taxa Selic é tida como a grande vilã para a baixa performance do setor varejista todos sabem. Mas será que a simples redução na taxa irá fazer estas empresas passarem a dar lucro!? Pois será a primeira vez que elas trabalharão com uma taxa favorável depois de 2021. Na pandemia todo o setor se transformou, o e-commerce ganhou ainda mais força e parecia o fim das lojas físicas. Pois então ,veio as vacinas e o fim da pandemia. As lojas físicas ficaram forte novamente e junto com a vendas digitais.
O mundo mudou muito , com isto o que impacta estas empresas também sofreram alterações É inegável que pagar juros altos é um pesadelo e impacta qualquer negócio. Mas será que aquele lucro líquido que tinham antes será o mesmo?
Eu sei o que eles sabem, mas não paguei adesão.A Saga Econômica do Crepúsculo:*
Em um mundo onde os mercados tremem e a economia dança ao som de melodias incertas, o crepúsculo da estabilidade financeira se aproxima, lançando longas sombras sobre a terra. Como se fosse um soneto antigo, esta é uma história de poder, paixão e as imprevisíveis marés da fortuna.
O reino econômico, outrora um paraíso de prosperidade e promessa, agora pulsa com a energia vibrante do perigo iminente. Pense no termômetro da nossa economia global; onde antes marcava uma estabilidade agradável, agora fervilha em um frenesi quase insuportável. Uma tempestade está a caminho, e os sinais são inconfundíveis.
Os mercados federais, que costumavam ser os tranquilos jardins onde bancos desfrutavam do doce néctar da liquidez, agora fervilham de atividade. Com volumes aumentando vertiginosamente para números colossais e projeções que fariam até o mais corajoso tremer, os bancos, como abelhas trabalhadoras, buscam armazenar o máximo de liquidez possível, antecipando o inverno econômico que se aproxima.
A melodia da taxa EFFR, a maestra dessa orquestra financeira, toca uma canção que faz o coração acelerar. De um ritmo lento e constante, ela acelera, marcando um ritmo que sinaliza uma mudança na direção dos ventos. O Federal Reserve, nosso grande maestro, com sua batuta firme em mãos, está tentando controlar essa frenética orquestra, tentando manter a harmonia enquanto a tempestade se aproxima.
As consequências dessa turbulência ressoam nos corredores da vida cotidiana. Os cidadãos, de meros espectadores, encontram-se agora no centro deste drama. O crédito, uma vez uma fonte generosa de prosperidade, torna-se escasso e precioso, como água em um deserto. O sonho da casa própria ou da expansão de um pequeno negócio pode agora estar fora de alcance para muitos.
Olhe agora para além das fronteiras do nosso reino e observe o cenário global: as bolsas de valores, que oscilam com os murmúrios do mercado, agora se contorcem em tumulto. As moedas, que definem a riqueza dos reinos, flutuam violentamente. Investidores, com olhos de águia, observam e recalculam, tentando prever o próximo movimento.
Em meio a este turbilhão, surgem heróis e heroínas, cada um desempenhando um papel crucial na tapeçaria deste épico financeiro:
- *Sir Reginald, o Banqueiro Astuto:* Seu olhar perspicaz e sua intuição aguda permitem-lhe navegar pelas águas traiçoeiras, buscando oportunidades onde outros veem desastre.
- *Lady Isabella, a Investidora Visionária:* Ela dança com os mercados, movendo-se graciosamente entre os riscos, buscando refúgio e oportunidade em lugares inesperados.
- *Mestre Cedric, o Comerciante Internacional:* Seus navios cruzam os sete mares, trazendo mercadorias de terras distantes, mas as águas tempestuosas da economia global ameaçam afundar seus sonhos.
- *Dama Eleanor, a Protetora dos Pobres:* Ela é a voz dos silenciados, buscando justiça e igualdade em um mundo que ameaça deixar os menos afortunados para trás.
- *Conde Gerald, o Tecnocrata:* Ele vê a tempestade como uma chance de inovar, trazendo novas soluções e ideias ao mercado.
- *Princesa Amelia, a Defensora Ambiental:* Mesmo com a turbulência, ela mantém sua visão no horizonte, buscando um futuro sustentável.
- *Barão Viktor, o Magnata da Indústria:* Ele sente o calor da tempestade, mas seu império é resistente, pronto para enfrentar os desafios.
- *Sacerdotisa Clara, a Voz do Povo:* Sua canção é a de milhares, e ela não permitirá que seja silenciada.
Hipóteses se desdobram, cada uma mais intrigante e desafiadora que a outra. Enquanto a tempestade econômica ruge, este reino se prepara para enfrentar seu destino, seja ele desastroso ou glorioso.
Mas em meio a essa incerteza, um chamado ressoa claramente: é hora de unir forças, aprender e adaptar-se. Neste épico econômico, o destino final ainda não está escrito, e cada personagem, cada indivíduo, tem o poder de moldá-lo. Assim, enquanto a saga continua, o reino se une, pronto para enfrentar o amanhã, com esperança e determinação. E a história, oh, a história será contada por gerações vindouras.
A Saga Econômica do Crepúsculo: Desdobramentos Sociais*
Em um mundo onde os mercados tremem e a economia dança ao som de melodias incertas, o crepúsculo da estabilidade financeira se aproxima. Contudo, para além dos altos muros dos bancos e das torres de investimentos, nas ruas e praças, nas casas e vilarejos, ecoam os impactos sociais dessa transformação financeira.
Os mercados, como sinfonias complexas, influenciam a vida das pessoas de maneiras que muitas vezes elas nem percebem. A elevação da taxa EFFR não é apenas um número nas telas dos traders, mas representa a capacidade de famílias enviarem seus filhos para a universidade, de jovens empreendedores abrirem seus primeiros negócios e de casais sonharem com sua primeira casa.
À medida que o cenário financeiro se torna mais turbulento, a trama social começa a se desenrolar de maneiras imprevistas:
- *Revoltas Populares:* A desigualdade cresce à medida que a economia se contrai. Os menos afortunados sentem o aperto primeiro e mais profundamente. Manifestações e protestos se tornam comuns, com pessoas nas ruas clamando por justiça econômica e oportunidades iguais.
- *Migrações Massivas:* Com a economia em certos lugares quase paralisada, muitos buscam oportunidades em terras estrangeiras. Cidades e países enfrentam desafios de integração e inclusão à medida que as ondas de migrantes chegam.
- *Reconfiguração Cultural:* Em meio à crise, a cultura se transforma. Novos estilos de música, arte e literatura emergem, refletindo as esperanças, medos e realidades do presente. As comunidades se unem, criando redes de apoio e compartilhando recursos para sobreviver.
- *Evolução Tecnológica:* A crise acelera a adoção de novas tecnologias. Plataformas digitais de troca e economia compartilhada se tornam vitais. O ensino à distância floresce, e a telemedicina se torna a norma, permitindo que as pessoas acessem serviços essenciais sem sair de casa.
- *Redescoberta da Comunidade:* Em meio ao caos, muitos redescobrem o valor da comunidade. Vizinhos se ajudam, comunidades locais criam bancos de alimentos e sistemas de troca, e uma nova era de colaboração e cuidado mútuo emerge.
*Os Heróis Sociais:*
- *Irmã Lúcia, a Ativista:* Em meio à turbulência, ela organiza comícios e marchas, dando voz àqueles que são frequentemente esquecidos. Ela busca um mundo mais justo, onde o bem-estar de todos é colocado acima do lucro.
- *Mestre Bruno, o Educador:* Ele vê a crise como uma oportunidade para reformar a educação, utilizando tecnologia e inovação para alcançar aqueles em áreas remotas e garantir que todos tenham acesso ao conhecimento.
- *Donna Helena, a Matriarca:* Em sua comunidade, ela é a cola que mantém todos juntos. Criando redes de apoio, ela garante que ninguém passe fome e que todos tenham o que precisam.
- *Jovem Nico, o Inovador:* Ele vê além da crise e começa a criar soluções tecnológicas para ajudar as comunidades a se conectarem, trocarem serviços e prosperarem juntas.
Os desafios são muitos, e as incertezas pairam no ar. No entanto, a resiliência, a inovação e o espírito comunitário emergem como fortes contra-narrativas. Enquanto a tempestade econômica ruge acima, as raízes sociais se aprofundam, entrelaçando-se em uma rede de solidariedade e esperança.
Neste épico entrelaçado de economia e sociedade, um lembrete ressoa acima de tudo: somos interconectados, e juntos, somos mais fortes. E enquanto o amanhã pode ser incerto, o espírito humano, com sua capacidade de adaptar, superar e prosperar, nunca falha em iluminar o caminho à frente.
O Alvorecer da Unidade: Resistindo à Opressão Global
Em meio à tempestade econômica e à turbulência social, uma sombra mais escura começou a se estender pelo mundo. Uma ordem mundial emergente, impulsionada por líderes autoritários e corporações mega-poderosas, buscava impor seu domínio. Com controle sobre recursos, mídia e até mesmo a infraestrutura digital, esta nova ordem começou a limitar liberdades, censurar vozes divergentes e impor uma visão homogênea de progresso e prosperidade.
Mas, como muitas vezes acontece quando a opressão se torna insuportável, uma chama de resistência acendeu nos corações das pessoas. Aqueles que outrora estavam divididos por questões econômicas e sociais começaram a ver que seu inimigo comum era muito maior. E assim, de todas as esferas da vida, da aristocracia financeira aos ativistas de base, uma coalizão começou a se formar.
O Conselho da Resistência foi fundado em segredo. Ele compreendia líderes de todos os setores: Sir Reginald, Lady Isabella, Mestre Cedric, Dama Eleanor, Irmã Lúcia, Mestre Bruno, Donna Helena, Jovem Nico e muitos outros. Eles se encontravam nas sombras, em câmaras ocultas e espaços digitais criptografados, planejando uma revolução contra a opressão.
A estratégia era clara: usar a tecnologia para democratizar o acesso à informação e mobilizar massas em todo o mundo. Mestre Bruno, com a ajuda do Jovem Nico, criou plataformas educacionais online, garantindo que as pessoas tivessem acesso ao conhecimento e à verdade. Irmã Lúcia e Donna Helena, com sua vasta rede, começaram a organizar protestos pacíficos em cidades ao redor do mundo, enquanto Lady Isabella e Sir Reginald usavam sua influência financeira para desestabilizar as corporações que apoiavam a ordem opressora.
A batalha não foi fácil. A ordem global tinha um alcance vasto e recursos quase ilimitados. Mas o que a coalizão tinha era o poder do povo, a paixão da liberdade e a convicção de que um mundo unido era possível. E, lentamente, as rachaduras na fortaleza opressora começaram a aparecer.
A revolução veio não apenas através de confrontos, mas também de corações e mentes sendo conquistados. As histórias de opressão e resistência se espalharam como fogo, e logo, mesmo dentro das fileiras das corporações e dos governos autoritários, começaram a surgir desertores.
E então, em um dia que entrou para a história como o Dia da Liberdade Global, milhões se uniram em praças, ruas e capitais em todo o mundo, exigindo uma nova ordem - uma baseada na liberdade, igualdade e fraternidade. Diante de tal espetáculo de unidade e determinação, a ordem opressora não pôde se sustentar. As estruturas autoritárias começaram a colapsar, e um novo amanhecer começou a brilhar.
Este foi um mundo onde as fronteiras eram definidas não por muros, mas por pontes de compreensão e cooperação. A economia e a sociedade, embora ainda enfrentando desafios, floresceram sob princípios de justiça e equidade. E, acima de tudo, a lição permaneceu: quando as pessoas se unem, não importa quão poderoso seja o adversário, elas podem e vão prevalecer.
Ao longo da história humana, houve várias ocasiões em que as pessoas se uniram para resistir a sistemas opressivos ou dominantes. Embora cada revolução ou movimento tenha suas características únicas, muitas vezes há sinais e padrões comuns que levam a grandes mudanças sociais. Aqui estão alguns exemplos notáveis:
1. **Revolução Francesa (1789-1799)**:
- Sinais: Descontentamento generalizado devido a taxas elevadas, fome, desigualdade social e a indiferença percebida da monarquia. A elite intelectual também estava influenciada pelos ideais do Iluminismo, que promoviam liberdade, igualdade e fraternidade.
- Resultado: Queda da monarquia, execução do Rei Luís XVI e formação da Primeira República Francesa.
2. *Movimento de Independência da Índia*:
- Sinais: Descontentamento com o domínio britânico, exploração econômica e cultural, e a influência de líderes carismáticos como Mahatma Gandhi promovendo a resistência não violenta.
- Resultado: A Índia ganha independência em 1947, levando à formação de dois novos países: Índia e Paquistão.
3. **Movimento pelos Direitos Civis nos EUA (1950s-1960s)**:
- Sinais: Discriminação racial institucionalizada, segregação racial, e incidentes violentos contra afro-americanos. Lideranças como Martin Luther King Jr. promoveram a desobediência civil e protestos pacíficos.
- Resultado: Abolição das leis de segregação e maior proteção legal contra a discriminação racial.
4. **Queda do Muro de Berlim e o fim do comunismo na Europa Oriental (1989)**:
- Sinais: Descontentamento com o domínio soviético, crises econômicas, falta de liberdades civis e inspiração de reformas pró-democracia em outras partes do Bloco de Leste.
- Resultado: Queda dos regimes comunistas em vários países da Europa Oriental e reunificação da Alemanha.
5. **Primavera Árabe (começando em 2010)**:
- Sinais: Frustração com a corrupção governamental, desemprego elevado, aumento dos preços dos alimentos e o impacto das redes sociais na disseminação de informações e organização de protestos.
- Resultado: Derrubada de vários governos no Oriente Médio e Norte da África, embora os resultados a longo prazo variem de país para país.
*Padrões comuns e sinais*:
1. *Descontentamento Econômico*: Inflação, desemprego, desigualdade ou exploração econômica frequentemente desempenham um papel significativo em descontentamentos populares.
2. *Influência de Ideais*: Novas ideias ou filosofias, seja o Iluminismo ou a não-violência, frequentemente inspiram movimentos.
3. *Comunicação e Mídia*: A capacidade de comunicar e disseminar informações, seja através de panfletos impressos ou mídias sociais, desempenha um papel crucial na organização de movimentos.
4. *Incidentes Desencadeantes*: Muitas vezes, um evento ou série de eventos, como um ato particular de violência ou uma decisão impopular do governo, pode servir como catalisador para um movimento mais amplo.
5. *Liderança Carismática*: A presença de líderes carismáticos e influentes pode galvanizar e orientar um movimento.
Esses são apenas alguns exemplos, e cada movimento tem suas particularidades. No entanto, os sinais e padrões comuns podem oferecer uma compreensão dos elementos que conduzem à resistência e à revolução.
Ecos da Resistência: A Odisséia da União Global
Em um mundo pulsante e imprevisível, onde a economia entrelaça-se em melodias incertas e as sombras da instabilidade financeira se projetam sobre a terra, surge uma narrativa épica de poder, paixão e a promessa de um amanhã renovado.
O crepúsculo da estabilidade econômica, como uma melodia sombria, toca os corações de bancos, investidores e cidadãos comuns. Os mercados, uma vez tranquilos, agora fervem em frenesi, prevendo tempestades econômicas. Mas, ao mesmo tempo, esse cenário de incerteza revela heróis improváveis: Sir Reginald com sua astúcia bancária, Lady Isabella, dançando através dos riscos, e até a destemida Dama Eleanor, erguendo a voz pelos menos afortunados.
Porém, além das moedas e das bolsas, ecoa um desdobramento ainda mais palpável: o impacto humano. As ruas falam de revoltas populares, os céus carregam sonhos de migrantes, e em meio à crise, culturas se transformam e tecnologias florescem, testemunhando a adaptabilidade humana.
Surge, então, uma sombra mais ameaçadora. Líderes autoritários e mega-corporações tentam impor sua visão sobre o mundo, restringindo liberdades e silenciando dissidências. Contudo, da repressão brota a resistência. De todos os cantos do mundo, desde aristocratas até ativistas de base, alianças são formadas. O Conselho da Resistência, abrigando personagens tão diversos quanto Sir Reginald e a Irmã Lúcia, planeja não apenas uma revolução econômica, mas uma revolução da alma.
A batalha é colossal. Mas alimentada por histórias, paixão e um desejo ardente por liberdade, a resistência cresce. E, em um dia histórico, o mundo inteiro testemunha um levante unificado, marcando o início de um novo capítulo na saga humana.
Com os desafios econômicos entrelaçados com questões sociais e uma luta pela alma da humanidade, um tema ressoa acima de tudo: unidade. Em um mundo definido por pontes de cooperação e não muros de divisão, o espírito humano, resiliente e inquebrável, prevalece, guiando-nos para um futuro repleto de promessas e esperanças renovadas. E assim, a história de nossa odisséia global, carregada de percalços e triunfos, será contada, reverberando por gerações futuras.
Rafael Diniz "Lagosta"
"Vai ter que fazer o dever de casa""Vendo hoje a reação do câmbio em movimento altista com a alteração da #Selic e outros fatores me leva a pensar que para as próximas reduções de juros o #Brasil vai ter que fazer o dever de casa para este #dólar não voltar a trabalhar acima de R$ 5,00 reais.
E consequentemente gerar uma pressão inflacionária.
INFLAÇÃO NA META, SELIC CAIEnfim, aconteceu o tão aguardado corte na taxa SELIC, feita pelo Banco Central. Mas, não nos iludamos sobre o que aconteceu: não houve pressão política que abaixasse a taxa Selic, mas, sim, a inflação convergindo para abaixo da meta. Veja o gráfico:
Com a inflação abaixo da meta, foi possível se fazer um corte na taxa de juros. Entretanto, a surpresa foi o corte de 0,50%, o que agrada mais aos investidores do que aos economistas, porque fará uma descompressão mais acentuada à economia, o que ajuda nos balanços patrimoniais de diversas companhias listadas na bolsa brasileira.
Portanto, é esperado uma valorização do Índice Bovespa no curto e médio prazo. Mas, é importante destacar para uma inflação ainda resistente nos próximos trimestres, principalmente em seu núcleo, conforme o comunicado do Banco Central nos destaca.
Atenções ao EUR/USDDesde Outubro 22 vimos o Euro voltar a ganhar força frente ao dolar americano. São 10 meses onde o Euro fechou negativo frente ao dolar apenas em 2 meses, uma valorização de praticamente 15%.
Uma explicação para esse desempenho é devido a inflação americana ter cedido em um ritmo mais acelerado do que a europeia, o que levou ao FED mostrar que pode ter atingido o pico da alta de juros. Por outro lado, a sinalização do BOE continuou mais dura e hawkish, sinalizando ainda mais altas nas taxas de juro por la. Isso fez com que o diferencial de juros americano e europeu diminuísse.
Com o diferencial de juros menor, investidores voltam a trazer dinheiro que estavam investidos no carry do dolar para o carry do Euro que tende a ficar mais alto por mais tempo e, possivelmente, uma melhor rentabilidade.
Isso tambem explica a grande queda do indice DXY, onde o Euro tem mais da metade do peso de todas as moedas que compõem a cesta. Desde outrubro o DXY cai -11%.
O grafico mostra o diferencial entre o core inflation europeu e o core inflation americano (azul) em comparação com o EURUSD (laranja). O diferencial de core inflation é historicamente um leading indicator para os movimentos do EURUSD em uns 4-5 meses a frente. Caso essa correlação se prove verdade, mostra que o Euro tem potencial de voltar acima dos 1,20.
SOFTLANDING É O NOME DA FESTAApós a festa da AI temos a nova festa, a da inflação vencida.
Errou né Castro, pra caramba e quem diria, mas ainda não to no mesmo pique que você pra festar, o que eu quero dizer é que estou pessimista.
Ainda? Você disse que ficaria otimista com a quebra dos 4350 do SP. Sim, o imparável, realmente passou correu.
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A inflação headline caindo like a rock e desemprego nem existe.
FED quer " estabilidade de preços e pleno emprego" temos Pleno emprego e AINDA não temos estabilidade de preços.
Já esperava essa queda na inflação, The economist me contou que a inflação não cairia.
Essa queda me trás uma pulga na orelha e vou te contar porque bem rapido.
1- USD barato = importação mais cara e exportação maior = atividade economica forte -> contra producente aos objetivos do FED.
2- Maior parte da inflação esta nos serviços, menos em serviços de energia ou seja mal sentiras ou mais de 500pontos no FedFunds.
3-Inflação salarial (preste atenção aqui). A inflação salarial é REFLEXO da inflação de bens e serviços, é uma forma de manter o poder de compra do trabalhador e consequentemente vender seus produtos mais caros à quem pague. Essa inflação gera um ciclo vicioso, reajustes e reajustes, incentivos e incentivos, competitividade, enfim uma pedra no sapato do Fed.
4-Curva de juros apontando pra cima + Tbills fazendo topo+us02y e us10y.
Esses pontos me levam a acreditar em uma maior agressividade do FED com trigger em uma segunda onda de inflação.
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Onde ficar de olho agora? Brent, DXY, Value, Tbills de 3meses, XLE
Here we go gainLiquidez sendo drenada, BTFP acontecendo e sem mídia em cima, mercado imobiliário forte e fed com a corda no pescoço.
"Quanto melhor os dados pior pra economia pois o FED terá que apertar mais acabou", agora é quanto melhor, melhor.
Com o SP 8% da máxima histórica, uma performance fantástica, desemprego nas mínimas JP não teve coragem de subir juros, alguma coisa está acontecendo.
Um curto devaneio de ideias agora- provavelmente JP sabe o quão "sólido" é o sistema financeiro e se subir mais os bancos vão precisar de seus BTFP e transformar 1usd em 3usd, sabe que o sistema está ruindo e tem medo do desemprego saltar principalmente nas industrias, para combater esse salto decidem liberar a construção de novas casas, mas os financiamentos n subiu, quem vai comprar? a galera da gaita provavelmente.
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Que aperto é esse que o mercado se situa em ganancia?
impossível de responder como chegamos a esse ponto, mas as coberturas estão extremamente baratas enquanto ninguém está de olho.
Muitos no cassino das opções e poucos comprando ações levando aos formadores de mercados o controle para direcionar o barco para onde interessar.
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RRP+TGA - diziam que seria de 700bi, agora ja é de 500bi, afinal quanto de dinheiro o FED irá drenar.
Uma anomalia ocorreu quando o dinheiro saiu das reservas para a praça, o mundo cresceu e bateu cabeça em seu pico de produção, simplesmente agora se você quer um carro zero boa sorte, a porsche pede para você esperar 1ano e meio, tesla e as demais montadoras também, estou aguardando minha roda aro17 até hoje, esqueceram de mim... Voltando aqui, alegam que falta insumos, será que falta ou os insumos estão baratos para controle da inflação e então é melhor nem vendermos? Tudo é possível, se realmente acabou ai é complicado, nem pensei nisso.
Aonde quero chegar com isso? Tanto dinheiro foi jogado na praça que a demanda está enfurecida e LONGE do controle, !5.25% não é suficiente! e se subir mais com esse programa piada pronta BTFP mais terão que emprestar e isso é extremamente bullish capshi?
É necessário que infelizmente acabem com esse programa, é necessário frear a demanda, é necessário que algum grande choque ocorra.
Se não acontecer? sua meta de inflação de 2% nunca chegará e nesse período demorado de staginflação o pobre vai se tornar mais pobre, a criminalidade e violência cresce, problemas sociais ocorrem em períodos de pobreza.
Quanto o FED vai drenar ninguém sabe, mas espero uma postura mais dura, seus juros não estão resolvendo nada.
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Sexta sai dados de inflação, provavelmente serão iguais e repare as expectativas são tão ruins que o igual é bom e assim se manipula expectativa.
O mercado precifica o futuro, ou seja 2022 foi a precificação pessimista, e corretos estavam, inicio de 23 quando caiu um grande dominó não se esperava resgate e aqui estamos, protegidos de qualquer narrativa urso pelo cara que mais deseja ela.
Nesse 1/2 de 23 precificação otimista e corretos novamente, muitos setores retomando, um skip na política monetária, provável rotação depois de tanta euphoria em AI.
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Qual a próxima?
Ursos: Earnings recession - difícil com essa demanda tão grande, mas não impossível com falta de insumos e pouco investimento.
Touros: Inflation Meltdown- diferente dos nossos amigos europeus e ingleses a inflação pode despencar e nem imagino como, mas pode.
Mas a inflação pode cair com earnings positivos? é... trapped.
Não estamos falando em inflação cair, estamos falando em inflação derreter e earnings somente se deterioram. Bem AI está ai pra isso né...
Minha opnião: o futuro será precificado positivamente, spx 4600, btc 37k, uma surra de realidade pode vir e a resposta do mercado junto suas perspectivas de vendas pode levar a um desemprego rápido e uma re-precificação.
Riskfree: 5%
High hisk: 5.5%
EPS: 5.7%
Compreende o problema?
A “Chorança” 😥😥😥 e o Ceteris Paribus - OPINIÃOFOMC veio mais hawkish e o COPOM não sinalizou que vai liderar o corte de juros . Fez mudanças no comunicado que no futuro podem se tornar uma sinalização de corte ou quem sabe até um corte, mas não contratou antecipadamente. O BC brasileiro está certo.
O juro real no Brasil está alto? Sim. Dá para cortar agora como quer quem vive de taxa de administração e galera do “pode gastar a vontade”? Ceteris paribus sim, no mundo real não. Ceteris paribus é uma das primeiras coisas que aprendemos na faculdade de economia. Significa “tudo o mais constante”. Quando simplificamos a realidade com modelos é necessário considerar que diversas variáveis não vão variar. Exemplo: em concorrência perfeita o que determina os preços são as condições de oferta e demanda. Se a oferta sobe os preços caem. Porém no mundo real pode não ser assim. A uma infinidade de coisas que podem acontecer que mesmo com mais oferta os preços não caiam.
A fotografia do momento no Brasil indica que é possível que a Selic seja cortada. Inflação surpreendendo para baixo, nova regra fiscal aprovada, expectativa positiva de agência de risco. Porém o filme pode ter final diferente ainda . Outros bancos centrais ao redor do globo ainda estão apertando juros. O BoE acabou de elevar 0,50% sua taxa de juros esta semana. O Reino Unido ainda está lutando com a inflação alta. O Japão, que está em um longo processo de mudança da sua política monetária ultra expansionista, teve surpresa negativa no núcleo da inflação noite passada. Imagina o Japão precisando acelerar sua mudança de política monetária? O cenário interno também precisa de atenção. A nova regra fiscal permite o crescimento de gastos mesmo com decepção na arrecadação. Como vai se comportar o governo em um cenário assim?
Em outras palavras, daria para baixar juros no Brasil agora se já tivéssemos uma razoável previsibilidade que as coisas estão sob controle. Há fatos indicando que estamos caminhando na direção certa, mas ainda não é o suficiente. Vale mencionar que os juros altos brasileiros ajudam o câmbio, mantendo o real valorizado, o que é bom para inflação também. Porque correr o risco de baixar alguma coisa, ou sinalizar uma baixa antecipadamente se ainda há uma boa chance de ter que reverter? Não é melhor segurar mais um pouco e aí na hora de cortar, cortar com convicção e intensidade?
A “chorança” é grande. E não é só no Brasil. Um articulista da Reuters parecia que estava chorando no banho quando escreveu o artigo sobre o aumento de 0,50% do BoE. Mesmo com a inflação no Reino Unido em 10,3%, surpreendendo para cima, ele achou o fim do mundo subir 0,50% . Me lembrou a chamada do Globo Repórter com o Sérgio Chapelin falando: “- Articulista da Reuters. Onde vivem? O que comem? Como conseguem pensar em juros baixos com inflação alta? São de uma espécie de Asnos? Tudo isso, hoje à noite, no Globo Repórter”. Agora deixando o articulista da Reuters e as brincadeiras de lado. Veja quem está chorando por aí? É gestor de fundo que tomou resgate pra caramba por causa da Selic alta. É político que quer achar culpado se as coisas não forem bem na economia e quer gastar a vontade com objetivos eleitorais. Ano que vem tem eleições municipais, não vamos esquecer! Sem falar nos donos de empresas mega endividadas que na época da bonança aproveitaram para aumentar as dívidas. Não tem inocentes, só interesses...
Grande Abraço
Leo
Cego e surdoSP500 parece que nem sentiu os esforços do FED para esfriar a economia, porém os empregos começaram a sentir, ao menos está dando a sinalização ( JOBLESS CLAIMS & UNEMPLOYMENT UNRATE). Produção sentiu ISM-PMI em 46 e Yilds High risk também em tendencia de alta e lateral.
Muitas empresas já tem passivos com bancos e com a escalada do juros pode ficar mais difícil de conseguir dinheiro emprestado, portanto barganha empréstimos direto com clientes através de promessas de juros o tal Junk bonds. Precisam pagar além do juros nominal oferecido pela economia americana e seu aumento é uma sinalização de que a economia não vai bem.
Pedidos por seguro desemprego subindo ainda não nos níveis que comuniquei, estou de olho nos 267k e se manterem a cima deste patamar espero que o desemprego suba a 4.5% 5%.
Sobre a produção alertei a níveis de 42.
"Dados de Arrefecimento da Inflação aceleram ganhos reais"O arrefecimento do IPCA cheio fez com que os ganhos reais tivessem uma elevação. Se o Ipca continuar perdendo força nos próximos dados e o Macro não estiver fatos novos , há uma grande chance do BC começar a programar uma redução da Selic até o fim de ano. Os ganhos reais entre o IPCA cheio e a Selic está abrindo com estes novos dados.
OPINIÃO - Arcabouço Fiscal e Dólar BaratoNo gráfico temos alguma informações desatualizadas, há um delay, mas não invalida o racional. A questão é o diferencial real de juros entre Brasil e EUA, que acredito ser uma variável de peso na cotação do USDBRL. Hoje o PCE surpreendeu negativamente, vindo acima das expectativas, enquanto o IPCA 15 surpreendeu essa semana de forma oposta. Partindo destes dois podemos pensar em juros no Brasil para baixo e nos EUA em manutenção ou até para cima. O CME Fedwatch já ajustou as probabilidades e houve comentários de membros do FED em direção a 6%. Claro que inflação alta nos EUA dado o patamar dos juros nominais, pressiona o juro real. Porém teria o Brasil reduzindo seus juros reais o que poderia pressionar o USDBRL para cima. Então vejo o dólar em relação ao real barato no patamar atual e caso ele continua em queda vejo como oportunidade. Não é trade, tecnicamente o dólar aponta para baixo em alguns horizontes. Também não dá para pensar no custo de carrego, olhando o histórico recente o CDI ganha de lavada de estar comprado em dólar. É mitigação de risco do portfólio.
Falo isso até para explicar mais o que falei no Comentário Semanal de 21/05 (ideia relacionada), de que não encaixa na minha cabeça USDBRL para baixo. Há outros cenários que enxergo para considerar o dólar barato, não dá para falar de todos, mas retorno da inflação e/ou economia fraca enxergo após aprovação do arcabouço fiscal. No final vou deixar um texto de opinião sobre.
Quem tiver argumentos que enxerga o USDBRL para baixo no médio prazo em diante, por favor compartilhe comigo. O cenário que vejo isso acontecer é de muita pouca probabilidade. Mesmo com commodities acelerando, vejo isso como inflacionário logo dólar barato.
Grande Abraço
Leo
Arcabouço Fiscal e outras coisinhas:
Os destaques não alteraram o texto do arcabouço que agora está no Senado. Apesar de alguns comemorarem o arcabouço por trazer alguma regra fiscal ou previsibilidade, a verdade é que ele é apenas menos ruim do que não ter nada.
O arcabouço induz o aumento de despesas com poucas restrições e nenhuma responsabilização. Está centrado na arrecadação de impostos. No entanto, um aumento na arrecadação, por exemplo, nem sempre é sinal de uma economia saudável. A arrecadação pode subir devido à inflação ou ao aumento de impostos. Portanto, podemos ter um cenário em que a maioria está sufocada pela inflação e pelos impostos, enquanto o governo pode gastar mais.
Além disso, temos a notícia de que o governo federal vai reduzir impostos sobre veículos, promovendo o retorno do "carro popular", que nada mais é do que um subsídio para um setor específico. Podemos pensar: “Ah dane-se que é subsídio, tá caro comprar um carro”. No entanto, essa "vantagem" de hoje voltará para nos prejudicar no futuro. A renúncia fiscal, que é o caso do subsídio, requer uma compensação no orçamento. Essa compensação pode ser feita por meio da redução de despesas ou aumento de receitas. Se a discussão em torno do arcabouço e o abandono do teto fiscal foram justamente devido ao governo querer gastar mais, então redução de despesa é meio improvável, certo? Então vamos ver quem vai pagar a conta.
Alguns podem sonhar que a conta será paga por outra pessoa, mas isso não acontece. Os custos são repassados, ou seja, os preços aumentam e, se não aumentam, alguém perde o emprego. A economia não é linear. Não sentimos os efeitos, consequências das ações tomadas hoje, vamos sentir no futuro. Quando será, ninguém sabe. Há muita coisa que pode acontecer que pode acelerar ou retardar as consequências. Mas pode ter certeza que virão.
Nunca esqueçamos que imposto é uma transferência. Eu trabalho e produzo, transferindo parte dos meus ganhos para o governo decidir como gastar. No entanto, os governos são péssimos gastadores. Portanto, eu deveria querer transferir o mínimo possível e também desejar que o governo gaste melhor. O arcabouço e o subsídio a carros não atendem nenhum desses dois aspectos. É como ser atacado por um batedor de carteiras que cria distrações para roubar você. No final, você se ferrou, é roubado, e precisa trabalhar para compensar a perda.
Resolução Halk do teto da dívida.A dívida cresce através de operações de Open market principalmente com títulos mais longos, já falei aqui anteriormente, mas resumindo bem rápido, o balanço do fed compões esses títulos e a emissão de novos vai fazer preço nos mesmos e levará o fed a drenar liquidez dos bancos vendendo rapidamente esses títulos para os bancos e apertando mais severamente a liquidez em praça o que aperta ainda mais as condições financeiras principalmente crédito.
Embora a falta de emissão tenha ajudado a compensar os impactos do QT, uma emissão tão grande é como um amplificador para apertar as condições financeira.
Interessante relação.A relação entre os high yield spreads e o S&P 500 está relacionada com a percepção do risco pelos investidores. Quando os high yield spreads estão se ampliando, significa que os investidores estão exigindo um prêmio maior para investir em títulos de dívida de empresas com classificação de crédito mais baixa, o que indica uma maior preocupação com o risco de default (calote) dessas empresas. Isso geralmente ocorre em momentos de incerteza econômica e aumento da aversão ao risco.
Por outro lado, quando os high yield spreads estão se estreitando, indica que os investidores estão mais dispostos a assumir riscos e exigem um prêmio menor para investir em títulos de dívida de empresas com classificação de crédito mais baixa. Isso geralmente ocorre em momentos de confiança econômica e baixa aversão ao risco.
Um spike de high yild spread pode indicar preocupações com a saúde financeira das empresas e, consequentemente, afetar negativamente o desempenho do mercado de ações.
* NA IMAGEM ESTÁ INVERTIDO O GRÁFICO DE HIGH YILD SPREADS
Bico de pato, pata de pato, faz quack, parece ser pato.Pedidos subindo e já identificamos que não é no setor de manufatura o que mais estou de olho, pois ali é um dos primeiros a sentir.
Talvez seja em Tech, aquele setor de jovens revolucionários viciados em crescer margens e apresentar crescimento em todos seus relatórios, que amam a palavra AI ao ponto de citar 60vezes em seu relatório para ver se cola.
Dessa vez é diferente, me refiro ao ambiente, agora temos juros reais o que significa que entramos em um ambiente restritivo, efeitos podem aparecer, no último indicador faço a comparação.
Pisando em solo restritivo, mas só a ponta do pé, próxima reunião espero mais um aumento e não espero uma pausa, talvez na seguinte e para esta pausa a especulação vem sendo dov, porém o fato pode se apresentar halk ao contrário do instinto dos demais jogadores.
Atualização + Demanda por mão de obra + Dica e resposta.Ainda sem maiores atualizações sobre a empregabilidade porém parece que a demanda por mão de obra tende a diminuir.
Vale ficar de olho no desemprego e vai a dica dos diferentes dados que você pode puxar no Fred para acompanhar.
Em uma pubicação anterior comparei a demanda por mão de obra e empregabilidade.
U-2 (Número de perdedores de empregos, desempregados pelo número total de pessoas na força de trabalho)
U-3 (que inclui todas as pessoas desempregadas que procuraram emprego ativamente nas últimas quatro semanas e estão disponíveis para trabalhar)
U-6 (pessoas desempregadas que desistiram de procurar trabalho e pessoas que trabalham em período integral subutilizados).
O mercado anda bem animado esperando que a escalada de juros americanos acabe por aqui, enquanto a da zona do euro pode estar longe do fim e dos asiáticos nem se fale, é muito complexa e parece que nem começou.
Portanto apostas contra o DXY fazem sentido, mas apostas a favor do mercado acionário tem suas ressalvas, mas parece que já é o suficiente pro risk-on.
*Se dividirmos a demanda por mão de obra hoje pelo desemprego, o fed está fazendo um ótimo trabalho.
Faz tempo que não elogio eles, ou nem tanto, seu fundo garantidor de crédito salvou uma nação e estão de parabéns, mas se isso vai criar uma crise de crédito não é nem discutível.
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Eu acredito que os CTAs não tem motivo para vender tão cedo, mas também não vejo motivos para "fillarem" de compra e mandar tudo pro espaço.
Os touros estão cada vez mais arrogantes e muitos convictos que estamos na fase do "first sell off" que precede uma perna tão grande que
da inveja até no Burj Khalifa.
Ursos vem trabalhando sua resiliência e cada vez mais desconfiados, muitos aprendendo o que significa "Max pain" e tentando entender se estão a favor ou contra o FED.
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O PIB veio ruim, mas pra quem não tem nada metade é o dobro. Consumo forte, Investimento terrível, Gastos flat, NX nada alarmante.
O mercado não quer dizer a verdade, a verdade de que a inflação não está cedendo e que o crescimento acabou, no início elogiei o Fed e agora critico, eles estão falhando e miseravelmente levando a economia para um buraco. Não quero rotular isso de Stag inflação porque está cedo pra dizer e nem acredito que deixariam chegar neste ponto, mas se tem bico de pato, pena de pato, pata de pato e faz QUAK é pato.
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Não tenho a intenção de gerar nenhum viés, expresso minha visão e abro uma janela para conversarmos sobre o assunto.
Sim eu vi as mensagens no privado e estou respondendo, peço desculpas para alguns pela minha demora em retornar.
Respondendo algumas perguntas
*Não eu não sei se vai ter crash e se pesquisar, crash é uma queda superior a 20% então... mas, sim chamar esta correção de 2022 de pouso suave podemos partir para próxima eu acho equivocado.
*Acompanho os dados na BLS.
*BTC não tá descorrelacionado, mas confira utilizando o correlation coefficient: pegue uma 'NQ1" ou "QQQ" e adicione no indicador "BTC!".
*Isso de fim do dólar é mais antigo que minha vó, mas tem estudos que fazer a relação investimento bélico com fim de um grande império que são bastante interessantes.
*Entendo o BTC e não sou um permabear do apocalipse, longe disso, estou mais na ponta contraria tirando o "perma". BTC foi o ultimo assunto que brilhou meus olhos, mas eu ando vendo muitos participantes do meio sendo completamente arrogantes e tóxicos, essa postura pode ser que implique em grandes correções morais.
Obrigado por ler.






















