Índices do mercado
Comentário Técnico Semanal 24/11/25Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
“DXY no Limite: Reação na LTA e o Teste Decisivo da LTB”DXY respeita novamente a LTA de longo prazo e reage na região de suporte dinâmico.
Agora o índice volta a mirar a LTB, onde deve enfrentar nova pressão vendedora.
A questão principal neste momento é: haverá rompimento?
• Rompendo a LTB, o dólar ganha espaço para retomar força global.
• Perdendo a LTA, abre-se espaço para uma correção mais profunda.
E sobre estar “caro ou barato”?
O dólar não é caro nem barato — é estratégico.
Ele só parece caro para quem não possui exposição.
O investidor consciente entende que exposição cambial não é aposta:
é proteção, diversificação e visão de longo prazo.
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Índice S&P 500-A PERGUNTA É: vai continuar caindo?Resposta direta: Apesar da queda recente do S&P 500, a maioria das previsões de grandes bancos e analistas aponta para uma tendência de alta em 2026, com metas entre 7.700 e 7.800 pontos, sugerindo que a correção atual pode ser temporária.
🔎 Situação atual
O índice fechou em 6.538 pontos, queda de −1,56% no último pregão.
Foi o 4º dia consecutivo de perdas, pressionado por preocupações com valuations e resultados corporativos.
A volatilidade aumentou, refletindo cautela dos investidores antes de balanços importantes (como Nvidia e Walmart).
📊 Projeções de mercado
UBS: espera que o S&P 500 chegue a 7.700 pontos em 2026, apoiado por crescimento de lucros e impacto da inteligência artificial.
Morgan Stanley: elevou sua meta para 7.800 pontos em 12 meses, indicando início de um novo ciclo de alta após três anos de recessão cíclica.
Traders Union: prevê oscilações de curto prazo, mas com recuperação gradual ao longo de 2026, chegando perto de **7.800 pontos em novembro do próximo ano.
⚖️ Interpretação
Curto prazo: o índice pode continuar pressionado por resultados corporativos e ajustes de valuations, mantendo risco de novas quedas.
Médio e longo prazo: projeções de bancos e casas de análise sugerem retomada da alta, sustentada por lucros fortes e expansão em setores como tecnologia e saúde.
Indicadores técnicos: se o SPX permanecer abaixo da SMA 200, o viés de baixa continua; mas cruzamentos positivos da EMA 9 podem sinalizar retomada.
👉 Em resumo: há risco de queda no curto prazo, mas o consenso dos analistas é que o S&P 500 deve retomar a tendência de alta em 2026, com metas próximas de 7.700–7.800 pontos.
📊 Desempenho real do SPX
Valor atual: 6.538 pontos, queda de −1,56% no último pregão.
Nos últimos meses:
1 mês: −2,94%
3 meses: +3,85%
6 meses: +11,81%
12 meses: +12,25%
🏦 Previsões dos bancos e analistas
UBS: prevê 6.600 pontos até o final de 2025, com alta moderada, mas alerta para volatilidade.
Morgan Stanley: mais otimista, projeta 7.800 pontos em 12 meses, indicando início de um novo ciclo de alta.
Traders Union: prevê recuperação gradual em 2026, chegando a 7.782 pontos em novembro de 2026.
⚖️ Comparação
Curto prazo (2025):
O SPX está em torno de 6.500–6.600 pontos, alinhado com a projeção mais conservadora do UBS.
A queda recente mostra que o mercado ainda enfrenta correções e volatilidade.
Médio prazo (2026):
As previsões de Morgan Stanley e Traders Union são mais otimistas, apontando para 7.700–7.800 pontos.
Isso representa uma alta de cerca de +18% a +20% em relação ao nível atual.
6.500 📉 SPX atual
6.600 🏦 UBS (2025)
7.700 🚀 Morgan Stanley (12 meses)
7.782 📈 Traders Union (2026)
📌 Conclusão
Alinhamento atual: o desempenho real está próximo da projeção do UBS (mais conservadora).
Expectativa futura: se o mercado retomar força, pode se aproximar das metas mais otimistas de Morgan Stanley e Traders Union.
Em resumo: curto prazo ainda pressionado, mas longo prazo com consenso de alta.
Morning Call - 21/11/2025 - Realização ou Queda Forte?Agenda de Indicadores:
USA – Vencimento Mensal de Opções sobre Ações e Índices
10:30 – USA – Rendimento Real
11:45 – USA – PMIs da S&P Global (Prévia)
12:00 – USA – Uni. Michigan: Expectativa de Inflação de 1 e 5 anos
12:00 – USA – Uni. Michigan: Confiança do Consumidor
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — estendem a forte correção registrada na véspera. O relatório de empregos dos EUA frustrou expectativas ao não oferecer sinais claros sobre a trajetória de curto prazo da política monetária, levando traders a reduzirem exposição a risco, mesmo após os números sólidos da Nvidia.
A sessão de ontem foi marcada por intensa volatilidade. Wall Street abriu em rali, impulsionada pelo balanço da Nvidia e pelos dados de emprego. Mas o entusiasmo evaporou rapidamente: a Nvidia virou de +5% para -3%, arrastando o setor de semicondutores e desencadeando um forte movimento de risk-off. O Nasdaq fechou em -2% após ter subido 2,6% na máxima, enquanto o VIX disparou acima de 27 pontos, refletindo a escalada na demanda por proteção.
O vencimento de opções também contribuiu para a turbulência. Hoje expiram cerca de US$ 3,1 trilhões em opções — incluindo US$ 1,7 trilhão em contratos ligados ao S&P 500 e US$ 725 bilhões em opções de ações individuais — o que tende a amplificar movimentos de curto prazo.
Nos EUA, o relatório de empregos mostrou a criação de 119 mil vagas em setembro, acima do esperado. Porém, a taxa de desemprego subiu para 4,3% e os dados anteriores foram revisados para baixo, deixando um quadro misto para o Federal Reserve, que decidirá a taxa de juros no próximo mês. O próximo Payroll será divulgado apenas em 16 de dezembro, após a reunião do Fed marcada para 10/12. Na CME, as apostas voltaram a apontar 67% de probabilidade de corte, após terem recuado para 58% ontem.
No campo discursivo, membros do Fed reforçaram o tom cauteloso. Beth Hammack, presidente do Fed de Cleveland, alertou que cortes adicionais agora poderiam gerar riscos relevantes para a economia. Já a governadora Lisa Cook afirmou ver possibilidade de quedas acentuadas nos preços dos ativos, caso as condições financeiras afrouxem antes da hora.
Europa
Os principais índices de ações à vista da Europa operam em baixa de até 1,5%, enquanto os futuros exibem movimentos mistos devido às diferenças nos horários de negociação — ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:ITA40 e $ACTIVTRADES:SWI20.
Nos mercados globais, o sentimento segue pressionado pelas preocupações com as avaliações elevadas das empresas de tecnologia e pelo temor de um Federal Reserve mais firme, fatores que mantêm os investidores avessos ao risco. Além disso, as ações do setor de defesa europeu recuam após sinais de possível avanço diplomático para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia.
Os traders também monitoram atentamente os desdobramentos de um novo plano discutido pelos EUA para encerrar o conflito, que incluiria a redução das forças armadas da Ucrânia e concessões territoriais significativas. O índice europeu de defesa recua cerca de 3%, estendendo o movimento iniciado em outubro.
O índice EuroStoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 caminha para uma queda semanal próxima de 3%, o pior desempenho desde o anúncio das tarifas americanas no início de abril.
Ásia/Pacífico
A onda de cautela que tomou conta de Wall Street na quinta-feira se espalhou para os mercados asiáticos nesta sexta, depois de o tão esperado relatório de empregos dos EUA falhar em oferecer sinais claros sobre o rumo da política monetária no curto prazo. Mesmo após os resultados robustos da Nvidia, traders seguiram reduzindo exposição a ativos de risco.
O clima negativo foi mais intenso na Coreia do Sul, onde o Kospi TVC:KOSPI desabou 3,8%. Em Taiwan, o índice TWSE FTSE:TW50 recuou 3,4%, enquanto o ASX ASX:XJO australiano caiu 1,6%. A China acompanhou o mau humor regional, com Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI acumulando quedas próximas de 2,4%. No Japão, o Nikkei TVC:NI225 caiu 2,4%, mesmo após o anúncio de um pacote fiscal maciço pelo governo.
Japão anuncia pacote de estímulos:
O grande destaque da madrugada foi a aprovação de um pacote de estímulos de US$ 135 bilhões, a primeira grande iniciativa econômica da primeira-ministra Sanae Takaichi. As preocupações com a crescente expansão fiscal têm pressionado o iene japonês, que opera na mínima histórica frente ao euro e no menor nível em 10 meses contra o dólar. Esse movimento mantém viva a possibilidade de uma nova intervenção no câmbio.
Houve, porém, algum alívio no mercado de câmbio e renda fixa, após Takaichi afirmar que a emissão total de títulos do governo (JGBs) será menor que a do ano passado, o que ajudou a derrubar os rendimentos em toda a curva.
Ao mesmo tempo, indicadores mantêm a pressão sobre o Banco do Japão. A inflação ao consumidor subiu 3% em outubro na comparação anual, reforçando as apostas de que o BoJ pode elevar os juros já em janeiro. O governador Kazuo Ueda disse que a instituição discutirá “a viabilidade e o momento” de um aperto monetário nas próximas reuniões.
Comentário de Min Joo Kang do ING: "Se o iene japonês permanecer fraco e os dados futuros confirmarem tanto a recuperação econômica quanto o aumento da inflação, acreditamos que o Banco do Japão agirá, baseando sua decisão em dados e mantendo a independência da influência política."
“Linha do Tempo da Volatilidade: O Papel do VIX”🕰️ “Linha do Tempo da Volatilidade: O Papel do VIX”
📊 Tema principal: Índice de Volatilidade S&P 500 (VIX).
🔢 Valor atual: 27,71 pontos, com alta de +5,11%.
⏱️ Intervalos de tempo disponíveis: 30 minutos, diário (1D), semanal (S), mensal (M).
📈 Indicadores técnicos exibidos:
EMA 9 (média móvel exponencial de 9 períodos, fechamento).
SMA 200 (média móvel simples de 200 períodos, fechamento).
💹 Painel de negociação: mostra opções de compra e venda no nível atual (27,71).
O VIX é conhecido como “Índice do Medo” porque reflete a expectativa de volatilidade futura do mercado de ações. Quando ele sobe, significa que os investidores estão mais inseguros e o risco percebido aumenta; quando cai, indica maior confiança e estabilidade.
🔎 Como interpretar o movimento do VIX em relação ao mercado de ações
O que o VIX mede: Ele não mostra a volatilidade passada, mas sim a expectativa futura de oscilações no S&P 500 para os próximos 30 dias.
Alta do VIX (como agora, +5,11%):
Indica maior incerteza e medo dos investidores.
Geralmente está associado a quedas ou instabilidade no mercado de ações, pois os investidores buscam proteção contra riscos.
Pode sinalizar que os investidores estão comprando opções de venda (puts) para se proteger de possíveis quedas.
Queda do VIX:
Reflete confiança e menor percepção de risco.
Normalmente acompanha períodos de alta ou estabilidade nos mercados.
Uso prático para investidores:
Serve como um termômetro de risco: traders e gestores usam o VIX para ajustar estratégias de hedge e decidir se devem reduzir ou aumentar exposição em ações.
É útil para identificar momentos de pânico ou euforia no mercado.
Pode ser integrado em estratégias de diversificação e proteção de portfólio.
O movimento atual do VIX (27,71 pontos, em alta) sugere que os investidores estão mais preocupados com a volatilidade futura do mercado. Isso costuma indicar pressão negativa sobre os preços das ações e maior busca por proteção.
Aqui vai uma lista com emojis para facilitar a leitura sobre como interpretar os movimentos do VIX em relação ao mercado de ações:
📈 Alta do VIX → sinal de medo e incerteza; investidores esperam maior volatilidade e possíveis quedas nas ações.
🛡️ Busca por proteção → aumento na compra de opções de venda (puts) para se proteger contra riscos.
📉 Queda do VIX → indica confiança e estabilidade; geralmente acompanha períodos de alta ou tranquilidade no mercado.
🔔 Níveis elevados do VIX → podem sinalizar momentos de pânico ou estresse financeiro, servindo como alerta para gestores e traders.
🧭 Uso prático → funciona como termômetro de risco, ajudando na decisão de reduzir ou aumentar exposição em ações.
⚖️ Diversificação → o VIX é usado em estratégias de hedge para equilibrar portfólios em tempos de incerteza.
👉 Em resumo: quanto mais alto o VIX, maior o medo; quanto mais baixo, maior a confiança.
Aqui está uma lista clara com emojis mostrando as faixas típicas do VIX e o que cada uma costuma indicar para o mercado de ações:
🟢 VIX abaixo de 15 (baixo) → mercado confiante, baixa percepção de risco, geralmente associado a períodos de alta estável nas ações.
🟡 VIX entre 15 e 25 (moderado) → volatilidade normal, investidores atentos mas sem pânico; pode indicar oscilações pontuais sem grandes crises.
🔴 VIX acima de 25 (alto) → sinal de preocupação significativa; investidores esperam fortes oscilações ou quedas, muitas vezes em momentos de crise ou incerteza global.
🚨 VIX acima de 40 (extremo) → pânico no mercado; costuma ocorrer em eventos raros e graves, como crises financeiras ou choques inesperados.
👉 Em resumo: quanto mais alto o VIX, maior o medo e a volatilidade esperada; quanto mais baixo, maior a confiança e estabilidade.
Hoje
Resumir os principais pontos desta página
Aqui está um resumo dos principais pontos da página que você está visualizando:
📊 Tema principal: Índice de Volatilidade S&P 500 (VIX).
🔢 Valor atual: 27,71 pontos, com alta de +5,11%.
⏱️ Intervalos de tempo disponíveis: 30 minutos, diário (1D), semanal (S), mensal (M).
📈 Indicadores técnicos exibidos:
EMA 9 (média móvel exponencial de 9 períodos, fechamento).
SMA 200 (média móvel simples de 200 períodos, fechamento).
💹 Painel de negociação: mostra opções de compra e venda no nível atual (27,71).
🗂️ Ferramentas adicionais: editor Pine Script, opções para salvar/publicar o gráfico, e diferentes períodos de análise (1D, 5D, 1M, 3M, 6M, YTD, 1A, 5A, Todos).
Em resumo, a página apresenta um gráfico técnico do VIX, destacando sua alta recente e oferecendo ferramentas de análise com médias móveis e intervalos de tempo variados.
👉 Quer que eu detalhe como interpretar esse movimento do VIX em relação ao mercado de ações?
sim
O VIX é conhecido como “Índice do Medo” porque reflete a expectativa de volatilidade futura do mercado de ações. Quando ele sobe, significa que os investidores estão mais inseguros e o risco percebido aumenta; quando cai, indica maior confiança e estabilidade.
🔎 Como interpretar o movimento do VIX em relação ao mercado de ações
O que o VIX mede: Ele não mostra a volatilidade passada, mas sim a expectativa futura de oscilações no S&P 500 para os próximos 30 dias.
Alta do VIX (como agora, +5,11%):
Indica maior incerteza e medo dos investidores.
Geralmente está associado a quedas ou instabilidade no mercado de ações, pois os investidores buscam proteção contra riscos.
Pode sinalizar que os investidores estão comprando opções de venda (puts) para se proteger de possíveis quedas.
Queda do VIX:
Reflete confiança e menor percepção de risco.
Normalmente acompanha períodos de alta ou estabilidade nos mercados.
Uso prático para investidores:
Serve como um termômetro de risco: traders e gestores usam o VIX para ajustar estratégias de hedge e decidir se devem reduzir ou aumentar exposição em ações.
É útil para identificar momentos de pânico ou euforia no mercado.
Pode ser integrado em estratégias de diversificação e proteção de portfólio.
📌 Resumindo
O movimento atual do VIX (27,71 pontos, em alta) sugere que os investidores estão mais preocupados com a volatilidade futura do mercado. Isso costuma indicar pressão negativa sobre os preços das ações e maior busca por proteção.
👉 Se quiser, eu posso montar um quadro comparativo mostrando como diferentes níveis do VIX (baixo, médio, alto) costumam impactar o mercado de ações. Deseja que eu organize isso para você?
Sources:
Bora Investir - B3
VIX - o que é, significado e definição | Bora Investir
Finclass
Índice VIX: o que é, para que serve, como calcular e interpretar
Mostrar tudo
em vez de quadro monte em lista com emojis
Claro! Aqui vai uma lista com emojis para facilitar a leitura sobre como interpretar os movimentos do VIX em relação ao mercado de ações:
📈 Alta do VIX → sinal de medo e incerteza; investidores esperam maior volatilidade e possíveis quedas nas ações.
🛡️ Busca por proteção → aumento na compra de opções de venda (puts) para se proteger contra riscos.
📉 Queda do VIX → indica confiança e estabilidade; geralmente acompanha períodos de alta ou tranquilidade no mercado.
🔔 Níveis elevados do VIX → podem sinalizar momentos de pânico ou estresse financeiro, servindo como alerta para gestores e traders.
🧭 Uso prático → funciona como termômetro de risco, ajudando na decisão de reduzir ou aumentar exposição em ações.
⚖️ Diversificação → o VIX é usado em estratégias de hedge para equilibrar portfólios em tempos de incerteza.
👉 Em resumo: quanto mais alto o VIX, maior o medo; quanto mais baixo, maior a confiança.
Quer que eu organize também exemplos de faixas típicas do VIX (baixo, médio, alto) e o que cada uma costuma indicar para o mercado?
sim
Perfeito! Aqui está uma lista clara com emojis mostrando as faixas típicas do VIX e o que cada uma costuma indicar para o mercado de ações:
🟢 VIX abaixo de 15 (baixo) → mercado confiante, baixa percepção de risco, geralmente associado a períodos de alta estável nas ações.
🟡 VIX entre 15 e 25 (moderado) → volatilidade normal, investidores atentos mas sem pânico; pode indicar oscilações pontuais sem grandes crises.
🔴 VIX acima de 25 (alto) → sinal de preocupação significativa; investidores esperam fortes oscilações ou quedas, muitas vezes em momentos de crise ou incerteza global.
🚨 VIX acima de 40 (extremo) → pânico no mercado; costuma ocorrer em eventos raros e graves, como crises financeiras ou choques inesperados.
👉 Em resumo: quanto mais alto o VIX, maior o medo e a volatilidade esperada; quanto mais baixo, maior a confiança e estabilidade.
Quer que eu conecte esses níveis do VIX com exemplos históricos (como crises ou períodos de calmaria) para deixar ainda mais concreto?
sim
Aqui está uma lista com exemplos históricos de diferentes níveis do VIX e o que eles significaram para o mercado:
🟢 VIX baixo (abaixo de 15)
Exemplo: 2017 → período de calmaria e confiança nos mercados, com o VIX frequentemente abaixo de 12.
Interpretação: investidores confiantes, pouca volatilidade, bolsas em alta constante.
🟡 VIX moderado (15–25)
Exemplo: 2019 → antes da pandemia, o VIX oscilava nessa faixa, refletindo atenção mas sem pânico.
Interpretação: volatilidade normal, oscilações pontuais sem grandes crises.
🔴 VIX alto (acima de 25)
Exemplo: Crise financeira de 2008 → o VIX ultrapassou 80 pontos em outubro, sinalizando pânico extremo.
Interpretação: investidores em busca de proteção, quedas acentuadas nas bolsas.
🚨 VIX extremo (acima de 40)
Exemplo: Pandemia de COVID-19 em março de 2020 → o VIX chegou a 82, refletindo medo global e forte queda das ações.
Exemplo adicional: Crash de 1987 (Black Monday) → o VIX disparou, marcando um dos maiores episódios de pânico da história.
Interpretação: momentos raros de crise sistêmica, com liquidez reduzida e investidores em pânico.
📌 Resumo:
VIX baixo → confiança e estabilidade.
VIX moderado → atenção, mas sem crise.
VIX alto → preocupação significativa, quedas prováveis.
VIX extremo → pânico e crises históricas.
📌 Interpretação dos eventos
📉 1987 – Black Monday → VIX disparou, refletindo pânico extremo nos mercados.
💥 2008 – Crise financeira global → VIX ultrapassou 80 pontos, sinalizando medo generalizado e quedas acentuadas.
😌 2017 – Calmaria → VIX abaixo de 12, indicando confiança e estabilidade prolongada.
⚠️ 2019 – Pré-pandemia → VIX entre 15 e 25, volatilidade moderada, investidores atentos mas sem pânico.
🦠 2020 – COVID-19 → VIX chegou a 82, um dos maiores níveis da história, refletindo medo global.
📊 Comportamento do VIX em 2022–2023
🟡 2022 – Volatilidade moderada a alta
O VIX oscilou entre 20 e 35 pontos, refletindo a preocupação dos investidores com a inflação global, aumento das taxas de juros pelo Federal Reserve e tensões geopolíticas (como a guerra na Ucrânia).
Apesar de não atingir os níveis extremos da pandemia, o índice mostrou que o mercado ainda estava em alerta.
🟡 2023 – Retorno à normalidade relativa
O VIX recuou para a faixa de 15 a 20 pontos durante boa parte do ano.
Esse movimento indicou maior confiança dos investidores, com a percepção de que a inflação estava sendo controlada e que o risco sistêmico havia diminuído.
Ainda assim, houve picos ocasionais ligados a eventos específicos, como incertezas sobre política monetária e crises bancárias regionais nos EUA.
📌 Interpretação
2022 → mercado em transição, ainda nervoso, mas longe do pânico da pandemia.
2023 → estabilização, com o VIX voltando a níveis considerados normais, sinalizando confiança maior.
Tendência geral → o VIX mostrou que os investidores estavam saindo de um ambiente de crise para um cenário de atenção moderada, típico de ciclos econômicos em ajuste.
"DXY em 100 e Real em queda""Real em ajuste pós-feriado e DXY firme nos 100 pontos: sinais de dólar mais forte no Brasil"
O DXY mantém-se próximo dos 100 pontos, sinalizando força relativa do dólar frente às principais moedas globais. O Real Brasileiro, por sua vez, está em torno de 0,19 USD/BRL, após valorização de cerca de 9% no último ano, mas mostra sinais de fraqueza no curto prazo. Essa combinação sugere que o dólar pode ganhar tração no Brasil nos próximos pregões, especialmente após o feriado e diante da expectativa de ajustes externos e internos.
🌍 Panorama Internacional
DXY em 100 pontos: O índice dólar está em uma zona de suporte histórico. Relatórios recentes indicam que o Fed mantém cautela sobre cortes de juros, o que sustenta o dólar.
Dados dos EUA: O mercado de trabalho mostrou criação de empregos acima do esperado, mas com aumento da taxa de desemprego. Isso gera incerteza sobre a política monetária, mas reduz a probabilidade de cortes agressivos.
Fluxo global: A busca por ativos de segurança mantém o dólar como porto seguro, reforçando sua posição frente a moedas emergentes.
🇧🇷 Contexto Brasileiro
Cotação atual: O real está em 0,19 USD, equivalente a cerca de R$ 5,30 por dólar.
Valorização anual: Apesar da alta de 9% no último ano, o real perdeu força recentemente, refletindo ajustes pós-feriado e expectativas sobre política fiscal e monetária.
Banco Central: A Selic permanece em patamar elevado (15%), mas há dúvidas sobre quando os cortes começarão. Isso gera volatilidade e pressiona o câmbio.
🔎 Implicações
Curto prazo: A combinação de DXY firme e real enfraquecido sugere tendência de alta do dólar no Brasil.
Médio prazo: Se o Fed mantiver juros elevados e o Brasil sinalizar cortes futuros, o diferencial de taxas pode reduzir a atratividade do real, ampliando a pressão cambial.
Volatilidade: Notícias sobre commodities e política fiscal brasileira podem suavizar ou intensificar os movimentos.
💡 Em resumo: o dólar global mostra resiliência, e o real enfrenta ajustes internos. A tendência imediata é de dólar mais forte no Brasil, mas o cenário dependerá da política monetária dos EUA e da condução fiscal doméstica.
📅 Linha do Tempo – Eventos e Impactos no BRL/USD
Semana 1 – Pós-feriado no Brasil
Ajustes de fluxo cambial e retomada de operações.
Tendência inicial de pressão no real, com dólar mais firme.
Semana 2 – Dados de inflação nos EUA (CPI/PPI)
Se vierem acima do esperado → reforçam dólar forte (DXY sobe).
Se abaixo → aumentam apostas em cortes de juros, favorecendo moedas emergentes como o real.
Semana 3 – Reunião do Comitê de Política Monetária (Copom – Brasil)
Expectativa sobre manutenção ou cortes da Selic.
Cortes acelerados → reduzem atratividade do real, pressionando BRL/USD.
Manutenção → fortalece o real, limitando alta do dólar.
Semana 4 – Reunião do Federal Reserve (FOMC – EUA)
Decisão sobre juros americanos.
Postura hawkish → dólar global se fortalece, BRL/USD tende a subir.
Postura dovish → real pode ganhar espaço, dólar perde força.
Semana 5 – Dados de emprego nos EUA (Payroll)
Mercado de trabalho aquecido → reforça dólar.
Sinais de desaceleração → favorecem moedas emergentes.
🔎 Conclusão
O curto prazo favorece o dólar, com DXY em 100 pontos e real pressionado pós-feriado. O médio prazo dependerá do equilíbrio entre:
Política monetária do Fed (juros EUA)
Política monetária do Copom (Selic Brasil)
Dados econômicos (inflação e emprego)
💡 Em resumo: cada semana traz gatilhos que podem inverter ou reforçar a tendência.
SPX US🌎A primeira onda do impulso atual terminou e agora estamos na segunda.
A meta da segunda onda foi atingida — o gap foi fechado.
Uma ruptura de 6870 confirmará que estamos entrando na terceira onda.
Essa marcação se encaixa bem com a alta de Ano Novo.
Além disso, a expectativa de um corte na taxa de juros do Fed, bem como o fim do lockdown, sustentarão o ímpeto de alta.
SPX 5M: Retrações e Projeções | Gain 5x1 Loss IIEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do SPX, rompeu o nível de 100% da retração da última perna de baixa indicando uma alta até os demais níveis da retração. Os círculos amarelos mostram os grupos de últimos 3 candles rompidos para definir os topos e fundos.
Estrutura ABC em formação, no DXY?No gráfico diário do DXY, observo a possibilidade de um movimento de recuperação de aproximadamente 0,67% para cima, com potencial para fechamento de um gap segundo a leitura de gaps descrita por Al Brooks — isto é, regiões de preço onde o mercado deixou um vazio na transição entre barras e que costumam funcionar como imãs de preço dentro de um trading range.
Essa expectativa de alta vem após o preço ter testado a EMA de 20, em uma forma de primeira perna deixando um padrão IOI (Inside–Outside–Inside Bar). Esse tipo de configuração, quando rompido para cima neste contexto, leva muitas vezes a tentativa do mercado de testar regiões acima.
Num contexto mais amplo, ainda estamos trabalhando dentro de uma lateralidade (trading range). A última perna de alta formada anteriormente ocorreu em três pernas, sendo elas marcadas como 1, 3 e 5, e sendo na forma de uma wedge, e também vista nas 5 ondas de Elliot e agora podemos estar vendo desenvolvendo a primeira perna de correção dessa wedge – que seria a perna A de uma possível estrutura ABC.
Dentro dessa leitura, o mercado:
testa novamente a região de gap ou máxima recente;
retoma a movimentação de queda para atingir regiões mais baixas dentro do range e cumprir ciclos deste trading range e wedge.
Para esta semana, a expectativa é que o mercado possa buscar esse pequeno movimento de alta, completando o teste do gap, antes de mostrar maior clareza sobre o próximo movimento direcional.
Comentário Técnico Semanal 14/11/25Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
Correlação entre Bitcoin e DXYAo longo dos anos, muitos tentaram prever o mercado e, em algum momento, percebem que isso é impossível. No entanto, o mercado constantemente oferece oportunidades para reagirmos a ele, até mesmo com fases e ciclos.
Essas reações podem ser guiadas por catalisadores, pelo contexto macroeconômico e principalmente no curto prazo, pelo comportamento entre compradores e vendedores. É esse balanço entre intenção de compra e venda, incluindo agressões a mercado, que realmente desloca o preço. Por isso, sim: é totalmente possível se especializar em identificar reações, especialmente aquelas que não são tão óbvias para a maioria.
O DXY, por exemplo, costuma ter uma relação/Corelação inversamente proporcional com os ativos de risco. Quando você coloca Bitcoin e DXY lado a lado, é fácil notar pontos importantes em que o DXY marca fundo enquanto o Bitcoin marca topo, e vice-versa.
O problema é que muitas pessoas começam a imaginar cenários extremos: “E se o DXY quebrar essa estrutura de longo prazo? Será o fim do padrão dólar?”, criando inúmeras hipóteses que raramente se concretizam.
Por isso reforço: foque em reagir ao mercado, não em prever o futuro.
Este é um exemplo claro de um movimento cíclico que pode estar diante de nós:
Já aqui temos um cenário onde uma grande quebra de paradigma poderia estar se formando:
Eu sinceramente, penso que você deve estar preparado para os dois cenarios e não ficar preso em viés. Esses são alguns estudos meus que me trazem uma expectativa, com base em estudos do ciclo, veja esses estudos tem como base comportamentos passados, e sabemos que frequentemente as coisas se repetem, minha ideia era escrever esses estudos antes de estarmos nas datas chave, justamente para que o sentimento não impactasse minha leitura de mercado.
Bitcoin e o fim do ciclo de alta!
🚀BITCOIN SE PREPARANDO PARA EXPLODIR 🚀
Bitcoin: Estamos Diante de um Novo Ciclo?
Meu foco não é ser mais um “engenheiro de obra pronta”. Muito pelo contrário. A ideia central aqui é te fazer refletir sobre a importância de ter um plano, seguir esse plano e, acima de tudo, estar disposto a fazer pequenas adaptações ao longo do caminho para alcançar o objetivo.
Hoje, muitos estão confiando cegamente na ideia de um ciclo estendido para o Bitcoin, condicionado a medidas expansionistas e estímulos monetários. E adivinha? Isso pode realmente acontecer, mas ser possivel é diferente de ser provavel, lembre disso.
A pergunta chave é: se acontecer, você estará preparado?
Ou vai ficar criando desculpas por não conseguir se adaptar ao que o mercado entrega?
No fim do dia, não se trata de massagear o ego, dizer “eu avisei” ou tentar provar quem estava certo. Trata-se de estar preparado, ajustar o plano quando necessário e fazer o que precisa ser feito para continuar no jogo. Muitos conseguem ler gráficos, mas poucos de fato, entendem o jogo.
Espero que você aproveite ao máximo os próximos movimentos do mercado!
Trump deixando o cargo - risco aumenta após e-mails de EpsteinTrump deixando o cargo - Risco político aumenta após e-mails de Epstein
Jeffrey Epstein alegou que Donald Trump passou horas em uma casa com uma das vítimas do falecido traficante e sugeriu que o presidente dos EUA estava ciente de suas atividades, de acordo com um e-mail divulgado pelos democratas do Congresso.
Será que este último escândalo será suficiente para tirar Trump do cargo? Provavelmente não, mas ainda há uma chance não nula.
Por enquanto, o fim potencial da paralisação do governo parece estar ofuscando qualquer reação do mercado. Ainda assim, os traders não devem ignorar o que uma mudança na liderança pode significar.
Na semana passada, exploramos como uma presidência de J.D. Vance poderia remodelar os mercados dos EUA, desafiando os monopólios corporativos e potencialmente fortalecendo o dólar. A mesma lógica se aplica aqui: se Trump perder a presidência, os mercados poderão rapidamente começar a precificar as perspectivas econômicas do próximo governo.
IBOV: Nada Sobe em Linha RetaAnálise é apenas uma opinião com fins de exercício e de discussão com a comunidade. Não se trata de recomendação de investimento. NÃO INVISTA COM BASE NESTA POSTAGEM.
Sem muito storytelling . Contagem de 5 ondas indica fim de ciclo. Máxima histórica atingida com um rally de 10 dias de pregão seguidos de alta. MACD rápido indicando uma desaceleração nesse topo.
Pra mim o ponto mais relevante aqui é o cluster de Fibo (nem todas estão mostradas pelo bem da limpeza do gráfico) formado em torno 151K pontos. Essa resistência somada a um mercado muito esticado pode causar uma correção.
Não estou dizendo que vai ser um cisne negro nem mesmo uma grandíssima correção mas certamente temos uma alta probabilidade de estarmos entrando numa correção salutar de preço de uma ordem aí de 2 ou 3% de queda pelo menos.
Dow Jones atinge os 48.000 pontos
O índice Dow Jones atingiu um novo máximo histórico nas negociações de terça-feira e mantém-se esta manhã próximo dos 48.000 pontos. O desempenho foi impulsionado por ganhos em sectores não tecnológicos, como indústria e energia, refletindo uma rotação dos investidores para áreas mais tradicionais da economia. O sentimento positivo também foi sustentado pela perspetiva do fim da paralisação do governo norte-americano, o que reduziu os receios de uma disrupção económica a curto prazo e trouxe maior apetite pelo risco. Em contraste, as empresas ligadas à inteligência artificial estiveram sob pressão, com destaque para a Nvidia, que desvalorizou 2,3% após a SoftBank ter vendido a sua participação na empresa. A operação reforçou a perceção de que o sector tecnológico pode estar exposto a uma correção depois de fortes valorizações ao longo do ano.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Ibov em dólar super o nível de Dezembro 2019O Banco Central do Brasil manteve o discurso duro, mas o mercado entendeu a mensagem como um sinal de estabilidade e, paradoxalmente, isso reacendeu o apetite por risco.
Na ata divulgada após a reunião de novembro, a autoridade monetária reforçou sua confiança de que juros elevados por mais tempo serão suficientes para garantir a convergência da inflação à meta. A Selic permaneceu em 15% pela terceira vez consecutiva, consolidando o ciclo de aperto mais longo das últimas duas décadas.
O recado implícito foi claro: o combate à inflação está próximo de seu ponto de maturação. O IPCA de outubro, que avançou apenas 0,09% no mês e acumulou 4,68% em 12 meses, abaixo das projeções, reforça essa percepção. O cenário combina desaceleração dos preços, queda nas expectativas de inflação futura e uma economia que segue crescendo de forma moderada.
Com isso, a curva de juros começou a precificar o início de um ciclo de cortes já no primeiro trimestre de 2026. Os contratos de swap para janeiro de 2027 recuaram mais de 13 pontos-base, indicando que o mercado passou a enxergar espaço para flexibilização da política monetária antes do que se imaginava. Essa reprecificação, aliada à inflação mais comportada, tem efeito direto sobre o câmbio e sobre o apetite por ativos brasileiros, dois vetores que explicam o rali recente do Ibovespa em dólar.
Enquanto isso, o fluxo estrangeiro volta a se intensificar. Em meio a um cenário global de juros altos por mais tempo nos EUA, investidores buscam mercados emergentes com prêmio real elevado e o Brasil, com Selic real acima de 10%, desponta como um porto seguro relativo. O ganho adicional vem da valorização das commodities e da melhora dos balanços corporativos domésticos, especialmente no setor financeiro e de energia.
Mesmo com incertezas fiscais e a proximidade das eleições de 2026, o investidor estrangeiro percebe que o Banco Central brasileiro está jogando no campo da credibilidade. Gabriel Galípolo manteve o tom cauteloso, mas transmitiu uma mensagem de confiança: a inflação está cedendo e o pior já passou. A perspectiva de estabilidade política até o ciclo eleitoral, somada à queda gradual das expectativas de inflação, reforça a atratividade da Bolsa em dólares que está em seu melhor momendo desde Dezembro de 2019:
No fim das contas, o Índice Bovespa em dólar sobe porque o investidor estrangeiro começa a enxergar valor onde antes via apenas risco. O câmbio estabilizado, a inflação sob controle e a promessa de um ciclo de corte de juros — ainda que gradual — criam o tipo de combinação rara em economias emergentes: prêmio real alto, crescimento moderado e credibilidade monetária.
O Brasil, ao menos por enquanto, parece ser o “carry trade” mais seguro do mundo.
Morning Call - 11/11/2025 - Europa Registra Novo RecordeAgenda de Indicadores:
USA – Feriado do Dia dos Veteranos – Mercado de Treasury fechado
CAD – Feriado do Dia da Lembrança
8:00 – BRA – Ata do Copom
9:00 – USA – IPCA
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLZ2025
Ata do Copom: O documento, que será divulgado nesta terça-feira, deve trazer novos sinais sobre as projeções do Banco Central para a inflação de 2026 e 2027, com destaque para a incorporação, ou não, dos efeitos da ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda. A medida tende a aumentar a renda disponível das famílias, o que pode pressionar tanto a inflação quanto o hiato do produto. Essa avaliação será determinante para o cronograma de política monetária: dependendo da leitura do BC, o início do ciclo de flexibilização pode ocorrer já em janeiro ou ser adiado para março ou até abril.
Relatório de Estabilidade Financeira: O Banco Central divulgará o documento nesta quarta-feira, acompanhado de uma coletiva de imprensa com a participação do presidente Gabriel Galípolo, do diretor de Fiscalização Ailton de Aquino Santos e do diretor de Política Econômica Diogo Guillen. O relatório deve apresentar uma avaliação detalhada das condições do sistema financeiro nacional, incluindo indicadores de solidez bancária, crédito e riscos macrofinanceiros.
Estados Unidos
Os futuros das ações de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USATEC , ACTIVTRADES:USAIND e ACTIVTRADES:USARUS — operam levemente negativo, após forte ganhos na sessão anterior. Ontem, as maiores empresas de tecnologia ligadas à inteligência artificial registraram sua maior alta em um único dia desde maio. A Nvidia NASDAQ:NVDA saltou 5,8%, enquanto que o Google NASDAQ:GOOGL ganhou 4%. Essa melhora da percepção sobre ativos de risco, mantém o índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXX2025 estável em torno de 18,5 pontos.
Shutdown: O Senado aprovou no domingo, por 60 votos a 40, uma medida que busca encerrar a paralisação do governo federal, que já dura 40 dias. O pacote combina um financiamento temporário até janeiro de 2026 com três projetos de lei de gastos para o restante do ano fiscal. A proposta ainda precisa passar pela Câmara, onde deve ser votada na quarta-feira, antes de seguir para sanção do presidente Trump. Caso o cronograma seja mantido, o governo será reaberto na sexta-feira.
PIB: Estimativas indicam que o shutdown pode reduzir o crescimento do PIB no quarto trimestre entre 0,4 e 1 ponto percentual. No entanto, experiências anteriores mostram que a atividade econômica tende a se recuperar no trimestre seguinte, compensando parte das perdas iniciais.
Fed: No campo monetário, as apostas na CME indicam agora 64% de probabilidade de um novo corte de juros em dezembro, refletindo a expectativa de que a normalização do governo reduza parte da incerteza fiscal, mas sem alterar substancialmente a visão cautelosa do mercado em relação ao Fed.
Dividendos Tarifários: Trump prometeu neste domingo, em sua rede social Truth Social, que pretende pagar a cada americano um “dividendo tarifário” de pelo menos US$ 2.000, financiado pelos recursos arrecadados com o tarifaço imposto a outros países. Segundo o presidente, apenas pessoas de alta renda ficariam de fora do benefício. Em entrevista, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, admitiu que ainda não discutiu a proposta com Trump, mas sugeriu que o pagamento poderia ocorrer de “diversas formas”, como por meio de compensação fiscal. A ideia, embora vista como uma tentativa de estímulo econômico, levanta dúvidas sobre sua viabilidade orçamentária e os efeitos inflacionários de uma medida dessa magnitude.
Europa
Os principais índices europeus — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 e ACTIVTRADES:FRA40 — operam em alta nesta terça-feira, com os traders ainda repercutindo o possível fim do shutdown nos EUA e resultados positivos de empresas do setor de telecomunicações no continente.
Os índices FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, IBEX 35 ACTIVTRADES:ESP35 , da Espanha, e FTSE MIB ACTIVTRADES:ITA40 , da Itália, renovam máximas históricas.
No câmbio, a libra ACTIVTRADES:GBPUSD esterlina recua frente ao dólar após a desaceleração do crescimento salarial no Reino Unido para 4,6% em setembro, enquanto a taxa de desemprego subiu para 5%. Os dados reforçam as expectativas de que o Banco da Inglaterra possa cortar os juros já no próximo mês. Os rendimentos dos títulos do governo britânico (gilts - TVC:GB02Y ) também recuam em todos os vértices da curva.
Na Suíça, o Swiss Market Index (SMI) ACTIVTRADES:SWI20 ganhou força diante da expectativa de um acordo com os Estados Unidos para reduzir tarifas comerciais. O setor de luxo é destaque.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados asiáticos encerraram o pregão desta terça-feira sem direção única, com alguns índices realizando parte dos ganhos da véspera. O otimismo em torno do iminente fim do shutdown nos Estados Unidos perdeu força, enquanto preocupações com as altas avaliações do setor de tecnologia voltaram a pesar sobre o sentimento dos mercados.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI liderou os ganhos, avançando 0,8%, embora o won tenha se desvalorizado para o menor nível frente ao dólar desde abril. No Japão, o Nikkei TVC:NI225 recuou levemente, com o iene atingindo mínima de nove meses. Considerado um ativo de segurança, a moeda japonesa foi pressionada pelo recente aumento do apetite global por risco.
Na China, os principais índices — Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 e China A50 FTSE:XIN9 — corrigiram parte das altas anteriores, registrando perdas de até 1%. Em contrapartida, o Hang Seng HSI:HSI , de Hong Kong, manteve-se levemente positivo.
Na Austrália, o ASX ASX:XJO encerrou o pregão próximo da estabilidade.
Commodities
As commodities de valor — ouro ACTIVTRADES:GOLD e prata ACTIVTRADES:SILVER — avançam para o maior nível em três semanas, enquanto o cobre ACTIVTRADES:COPPERZ2025 , uma commodity de perfil industrial, registra leve movimento de baixa.
A recente valorização do ouro reflete o foco renovado nas preocupações fiscais dos Estados Unidos. A reabertura do governo tende a abrir espaço para novos gastos financiados por endividamento, além da possibilidade do pagamento de um cheque de US$ 2.000 prometido por Trump a cada cidadão americano. Outro fator de apoio é a retomada da divulgação de dados econômicos, que pode reforçar as apostas em um corte de juros pelo Fed em dezembro.
No mercado de energia, os preços do petróleo Brent ACTIVTRADES:BRENT e WTI ACTIVTRADES:LCRUDE sobem de forma moderada, sustentados pela expectativa de reabertura do governo americano, o que poderia impulsionar a demanda nas próximas semanas.
Expectativa de Acordo em Washington Impulsiona Mercados
Os futuros do Nasdaq abriram no domingo com um gap positivo e uma valorização superior a 1%. Durante o fim de semana, o Senado avançou com um acordo para terminar a paralisação do governo e tanto os ativos de risco como o ouro e a prata beneficiaram da melhoria no sentimento de mercado. O entendimento inclui uma extensão temporária e parcial do financiamento federal, a reversão dos layoffs emitidos durante o shutdown e o pagamento retroativo aos funcionários federais afetados. O acordo também vai permitir retomar a publicação dos dados económicos, cruciais para guiar o mercado e as decisões da Reserva Federal sobre as taxas de juro. Apesar do avanço político, o financiamento do governo só ficaria assegurado até ao final de janeiro, o que mantém viva a possibilidade de uma nova paralisação no início de 2026.
Henrique Valente – Analista, ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
ONDAS DE ELLIOT SP500 - HTF CICLOIsso é um grafico que medimos o ciclo não o super ciclo, [/b ] se olhar o superciclo (elliot wava international) pode te dar uma sugestão- mas aqui iremos falar sobre este ciclo e não o super que sugere um outlook muito pior..
Bom aqui eu me pego em uma duvida, a onda 1 foi estendida ou normal?
Tanto faz! porque ainda tem espaço.
Mas a superciclo sugere (nao apresentado aqui) sugere que a 5 é normal.
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Então temos uma onda 1 que com certeza terminou a 2 ali, pois o sentimento e estrutura suportam este estudo.
A onda 3 que bateu em 100% portanto ja descarto ela ter sido estendida, qual finalizou com chave de ouro, muita euphoria e uma 5 estendida. A onda 4 suporta a ideia da onda 3 2 e 1, pois ela foi exatamente uma correção de onda 4.
Agora a onda 5 proveja um pouco a cima de 7mil pontos se natural podendo chegar a 9k * se estendida.






















