Vies de alta para o BRASILLLCom muita felicidade e apos anos aguardando este momento, venho dizer que agora é a vez do Brasil, ganhos expressivos das empresas brasileiras ira gerar uma alta no indice, levando ao um efeito cascata e tbm a deslorização do agro, que ira benificiar o valor da cesta basica, favorecendo o consumo interno e o desenvolvimento.
Índices do mercado
Comentário Técnico Semanal 15/08/25Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
ALTA APÓS DISTRIBUIÇÃO UK100Após lateralização de meses, vemos aumento substancial do volume por candle em m15 e movimentos fortes de preço (manipulação) . Plotando uma vwap ancorada no volume temos nosso nível de stop loss, e projetamos o trade para as LTAs vermelhas que também serviram na tomada de decisão (região saudável de trade)
ASSALTO AO BOVESPA: Já Preparou Suas Camadas de Entrada?🚨🔥 PLANO DE ASSALTO AO MERCADO: ÍNDICE BOVESPA HEIST v3.0 🔥🚨
(Swing Traders, Day Traders & Scalpers — Bem-vindos ao assalto do ano)
💰📈 Saudações, Ladrões do Mercado & Caçadores de Oportunidades!
Hoje, o alvo do nosso golpe é o ÍNDICE BOVESPA 🏦💹 — e vamos usar a lendária Estratégia Thief Layer™, a técnica oficial da gangue para roubar pontos do mercado sem ser pego.
🎯 Missão: Capturar o rompimento altista antes que os ursos acordem!
📊 Situação: O IBOV está mostrando força compradora após uma consolidação elegante. Nosso objetivo é entrar nas “zonas de cofre aberto” e carregar posições com entradas em camadas, no estilo dos verdadeiros ladrões profissionais.
🟢 Zona de Entrada – “O Cofre Está Aberto”
Entrada em QUALQUER nível de preço usando múltiplas ordens limitadas (layering):
💵 Camadas Sugeridas: 135.400 | 135.000 | 134.500
🔑 Dica de Ladrão: Quanto mais o mercado cair até o suporte, mais barato a gente carrega a sacola.
🛑 Stop Loss – “Rota de Fuga”
📍 SL recomendado: 133.500
💬 Lembrete da Máfia: Ajuste seu SL conforme seu próprio risco e tamanho de posição. Um bom ladrão nunca joga todas as fichas num único golpe.
🎯 Alvo do Grande Saque
🏁 Target Principal: 140.000 pontos
💼 Saída Parcial: Ajuste seu SL e garanta parte do lucro no caminho. Saia antes do “alarme” se o mercado começar a esquentar. 🔥
⚠️ Cuidado com as Armadilhas!
🚨 Evite novas entradas durante notícias de alto impacto. O mercado pode virar um campo minado — e ladrão esperto sabe quando recuar.
💖 Apoie o Assalto – Smash no BOOST!
Se curtiu a estratégia Thief, fortaleça a gangue! Quanto mais likes e views, mais ladrões inteligentes a gente recruta.
📌 Aviso Legal: Não é recomendação financeira, é um plano educacional para estudo. Cada ladrão é responsável por sua própria fuga.
💸 Rob the Market — The Thief Way™ 🐱👤🚀📈
Inflação abaixo do esperado leva índices a máximos
Na terça-feira, o S&P 500 e o Nasdaq fecharam em máximos históricos, impulsionados por dados de inflação melhores do que o esperado e pelo aumento das expectativas de um corte de juros pela Reserva Federal. Os mercados reagiram negativamente a comentários da Casa Branca, indicando que Donald Trump pondera processar Jerome Powell devido aos custos da renovação da sede da Fed em Washington, mas a recuperação foi imediata. Apesar de a inflação subjacente ter ficado ligeiramente acima do previsto, a inflação geral no consumidor registou uma variação 0,1 ponto percentual abaixo das estimativas. Este resultado foi suficiente para travar a valorização do dólar e reforçar a percepção de que a Fed deverá reduzir as taxas de juros já em setembro, com os mercados a atribuírem agora uma probabilidade de 94 % a um corte de 25 pontos base. O movimento foi acompanhado por ganhos nos principais setores de Wall Street, em especial na tecnologia, enquanto as bolsas asiáticas e europeias também reagiram positivamente à perspetiva de uma política monetária mais acomodatícia nos EUA.
Henrique Valente - ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Trégua EUA-China e dados da inflação nos EUA
Os Estados Unidos e a China acordaram prolongar por mais 90 dias a trégua tarifária, diminuindo temporariamente a tensão entre as duas maiores economias e proporcionando algum alívio aos importadores americanos, que poderão preparar os seus stocks para a temporada de fim de ano sem enfrentar aumentos abruptos nos custos de importação. Apesar de serem boas notícias, os mercados não reagiram de forma particularmente positiva ao anúncio, com o Nasdaq a cair 0,56% no dia, refletindo o descontentamento dos investidores face à incerteza em torno do comércio global. O relatório do índice de preços no consumidor (IPC) será divulgado hoje ao início da tarde e poderá influenciar significativamente as expectativas sobre a política monetária da Reserva Federal. Uma leitura acima do esperado poderá reacender as apostas em taxas de juro mais elevadas por mais tempo, pressionando os índices americanos, cujas valorizações atuais assentam na expectativa de um crescimento sustentável apenas com condições de financiamento mais acessíveis. Por outro lado, qualquer número dentro do esperado reforçaria a probabilidade de cortes adicionais ainda este ano, beneficiando os ativos de risco.
Henrique Valente - ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Pausa na tendência de alta no índice de Hong KongAnálise feita por Matheus Lima, analista CNPI-T 7387
Contexto Geral
A recuperação dos índices globais, após as significativas tensões provocadas pelas tarifas rígidas implementadas pelo ex-presidente Donald Trump, tem se mostrado bastante intensa. O índice TICKMILL:HK50 não está alheio a essa movimentação acentuada; desde abril de 2025, o preço já apresentou uma impressionante valorização superior a 34%, caracterizando uma movimentação de forte tendência de alta. Esse fenômeno é bastante estudado na literatura financeira, onde a força da tendência é frequentemente associada à teoria de Dow, que propõe que os preços se movem em tendências reconhecíveis que refletiam a psicologia do mercado.
Cenário Atual
Atualmente, o preço do índice enfrentou uma correção após atingir seu ponto mais alto recente em 25.736 HKD, voltando a um suporte significativo em 24.280 HKD, onde formou um fundo no mês de agosto. Essa movimentação é considerada bastante normal e até saudável dentro do contexto de um pullback, que é um movimento temporário contra a tendência de alta mais ampla. No entanto, é importante destacar que, desde o dia 5 de agosto até a presente data, o preço do índice permaneceu consolidado entre os níveis de 24.723 e 24.960 HKD. Essa faixa de consolidação sugere uma batalha entre compradores e vendedores, e um rompimento para cima, no sentido da tendência de alta maior, é geralmente interpretado como um cenário positivo por investidores e analistas, conforme respaldado pela análise técnica que considera a ruptura de níveis de resistência como sinal de continuidade da tendência.
As Médias Móveis
As médias móveis, que até então estavam indicando uma forte tendência de alta, agora apresentam uma configuração de "embolo", onde as linhas se entrelaçam em torno dos preços atuais. Isso reforça a ideia de que estamos passando por um período de consolidação. De acordo com a literatura de trading, essa compressão das médias móveis é um indicativo de indecisão no mercado, e, caso o preço consiga se sustentar e negociar acima das médias móveis de 50 e 200 períodos, pode haver uma retomada da orientação compradora para o ativo em questão. As médias móveis são frequentemente vistas como áreas de suporte ou resistência dinâmicos e, por isso, um movimento acima delas tende a ser positivo.
O Fim da Alta
O cenário de alta, no entanto, poderia ser considerado em risco caso o gráfico comece a apresentar topos e fundos descendentes, o que significaria uma reversão da tendência atual. Se, após essa fase de consolidação, o preço cair abaixo do suporte anterior em 24.280 HKD, isso indicaria não apenas uma perda de força, mas também uma negociação abaixo das médias móveis de 50 e 200 períodos. Neste contexto, é importante lembrar que a reversão de tendência é um conceito central nas análises de Elliott Wave e na teoria de Dow, que alertam os traders sobre a necessidade de vigilância em condições de mercado que mostram fraqueza.
Conclusão
Diante de todos os elementos discutidos, a análise aponta que, embora exista o risco de uma correção no curto prazo, o cenário geral ainda se mostra propício para um viés comprador. A consolidacão atual pode ser interpretada como uma fase de acumulação, onde investidores estratégicos estão se posicionando para capturar os próximos movimentos de alta. Assim, caso o índice consiga romper de maneira decisiva a resistência entre 24.723 e 24.960 HKD, é provável que vejamos uma nova onda de valorização, potencializando a continuidade da tendência de alta estabelecida desde abril. Portanto, manter um olhar atento e uma estratégia de entrada bem definida pode ser fundamental para aproveitar as oportunidades que surgem nesse cenário.
Índices Europeus Perto dos Máximos Apesar de Lucros Mistos
Os principais índices europeus continuam a negociar perto de máximos históricos, com o DAX a manter-se acima dos 24.100 pontos e o Euro Stoxx 50 a rondar os 5.333. Os mercados europeus subiram depois de o Kremlin anunciar que o Presidente dos EUA, Donald Trump, e Vladimir Putin se irão reunir nos próximos dias. Ao mesmo tempo, os investidores estão a processar os resultados das empresas europeias, que trouxeram resultados mistos.
O destaque vai para o setor bancário, que continua a beneficiar do sentimento positivo, da menor exposição à incerteza tarifária e de fortes lucros trimestrais, com o índice de bancos da Stoxx 600 a subir 2%, alcançando níveis mais elevados desde 2010. Apesar do ambiente construtivo, os resultados corporativos continuam mistos, deixando o mercado vulnerável a correções num contexto geopolítico volátil.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Tarifas Entram em Vigor com Mercados Próximos de Máximos
As tarifas de Donald Trump entraram oficialmente em vigor na quarta-feira, mas os mercados continuam a mostrar uma notável resiliência. Apesar do potencial impacto inflacionista, os principais índices norte-americanos estão novamente a aproximar-se dos máximos históricos. O S&P 500 e o Nasdaq tiveram uma breve correção no início da semana, antes de retomarem a sua tendência altista. Esta reação reflete uma aparente indiferença do mercado face às tarifas e uma crença inabalável no excepcionalismo americano. Apesar disso, há sinais crescentes de complacência, e esta semana analistas da Morgan Stanley e Goldman Sachs, entre outros, alertaram para a possibilidade de uma correção no curto prazo nos principais índices americanos. O impacto real das tarifas poderá demorar algumas semanas a refletir-se nas margens das empresas e nos preços ao consumidor. Além disso, com os lucros do 2.º trimestre a mostrarem sinais de desaceleração e as expectativas para o 3.º trimestre já revistas em baixa, existe o risco de os mercados estarem a subestimar o potencial de deterioração macroeconómica. Para já, os investidores apostam na resiliência das tecnológicas e na possibilidade de cortes de juros como forma de mitigar os riscos comerciais.. No entanto, essa equação poderá alterar-se rapidamente caso surjam sinais de retaliação externa ou dados económicos mais fracos.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
NFP Revisions e o Medo Exagerado de RecessãoMuito barulho por nada?
O gráfico abaixo mostra as revisões mensais do payroll desde 1995 — e sinceramente, os dados recentes não são nada fora da curva. Ainda assim, o mercado segue reagindo como se estivéssemos à beira de uma recessão iminente.
🧠 A leitura mais racional:
• Recessão? Não vejo isso no radar agora.
• Demanda e oferta de trabalho estão caindo juntas, o que explica por que o AHE (salário médio por hora) não está recuando.
• O mercado está superestimando um dado defasado: Initial Claims têm sido muito mais úteis para entender o mercado de trabalho hoje.
🚨 NFP já falhou como indicador primário em 2021, 2022, 2023 e agora em 2024.
💡 Talvez o que esteja segurando a economia real seja a produtividade vinda da IA — e é por isso que muitos modelos macroeconômicos tradicionais estão errando feio.
Vamos ver se os "recessionistas" acertam dessa vez... mas por enquanto, não compro essa narrativa.
Especulação do dólar p/ o restante da semana (dia 6, 7 e 8/ago)Devido a reação do dólar no Imbalance (área roxa), formando um FVG BPR D1, estou com previsão BEARISH para o dólar... além também do preço ter feito o movimento no Imbalance em uma área premium.
Segunda foi um dia de consolidação e terça captou a máxima da segunda.... Está se formando um perfil semanal clássico de expansão, o qual terça muito provavelmente será o máximo da semana e quarta e quinta expansão até o DOL demarcado na imagem.
Ibovespa sem sinal de reversãoIbovespa vem trabalhando dentro de lateralidade de 134.350 a 131.500. Porem não encontramos sinais gráficos para possível compra e recuperação para do ativo. Após 6 dias de lateralização é bastante comum que o ativo caia mais um pouco na busca de liquidez para iniciar a movimento de reversão (Movimento de shake out descrito por Wyckoff).
Para iniciar processo de compra no IBOV sugiro aguardar uma movimentação de queda na região de 131.300 a 129.400, região marcada pelo retângulo de cor violeta. A mesma zona favorece a confluência de uma linha de tendencia de alta que liga os fundos de janeiro e abril dede ano. A compra somente será acionada se houver reação de sinais de reversão com volume acima dos padrões atuais.
ESPERANDO A BAGUNÇA ACONTECER
GRÁFICO MENSAL
Com uma nova máxima histórica registrada no mês de julho de 2025, aos 141.563,85 pontos, o Índice Bovespa continua dentro de um gigante triângulo ascendente com seu ápice apontado para o meio do ano de 2027.
Por enquanto, em se tratando de uma análise de longo prazo, a bolsa brasileira segue em ritmo de indefinição, praticamente lateralizado entre a sua máxima histórica como sendo sua resistência máxima e a região dos 118mil pontos como sendo o seu principal suporte.
O que se espera, ao menos para os próximos meses é que o Índice continue lateralizado, até que venha a romper alguma linha do triângulo ascendente, dando este sinal como forma de demonstrar a continuidade da tendência de alta (rompendo a linha superior do triângulo), ou reversão de tendência de baixa (rompendo a linha inferior do triângulo).
Estre padrão gráfico – “Triângulo Ascendente” – segue acompanhado de duas linhas de tendência de alta, primária e secundária (linhas brancas do gráfico), ao mesmo tempo em que MMA-200 também segue em tendência de alta na região dos 81mil pontos.
Já, o IFR segue em tendência de queda, o que demonstra que toda a tendência de alta histórica dos últimos anos está limitada à especulação dos preços para cima e não à procura das ações brasileiras por mais compradores, alterando os preços para cima conforme haja mais demanda por essas ações. Ou seja, é uma evidencia de que a tendência de alta vista no gráfico de longo prazo seja apenas e tão somente uma alta artificial, em que os preços estejam sendo manipulados para cima sem que esteja tendo mais compradores no mercado financeiro.
GRÁFICO SEMANAL
No gráfico semanal, o que chama a atenção é o movimento do price action desde o mês de junho de 2024, em que se formou um suporte significativo na região dos 118mil pontos e um topo máximo em 137mil pontos, o que poderia facilmente ser interpretado como sendo o padrão gráfico “Fundo Duplo” em continuidade à tendência de alta para o médio prazo.
No mês de maio houve o efetivo rompimento desta máxima, aos 137.469,27 pontos.
No entanto, a partir deste mesmo mês, o Índice Bovespa lateralizou-se, formando o padrão gráfico “Formação de Alargamento”, em que é um padrão gráfico que se forma em regiões de máximas históricas com predomínio eminentemente baixista. Mas, conforme visto no gráfico mensal, é de se ficar atento para a região entre os 118mil pontos e os 141mil pontos, devido a lateralização do price action no longo prazo.
Ademais, a MMA-200 segue em graça tendência de alta, praticamente lateralizado na região dos 118mil pontos e a IFR segue em tendência de baixa, demonstrando a fraqueza da tendência de alta no médio prazo e possível reversão de tendência de baixa.
GRÁFICO DIÁRIO
No gráfico diário, é possível de se ver com mais detalhes o padrão gráfico “Formação de Alargamento” visto no gráfico semanal, com o detalhe de que nos últimos dias o Índice Bovespa se encontra dentro de um Triângulo Simétrico.
O que faz crer que o price action está em indefinição de tendência com uma possível reversão de tendência de baixa, levando-se em consideração o que foi visto nos gráficos de médio e longo prazos.
MMA-200 segue lateralizado na região dos 130mil pontos, como sendo a principal linha de suporte do price action, bem como o IFR em tendência de baixa, demonstrando possível acúmulo de força relativa para o próximo movimento, sendo possível tanto de baixa, quanto de alta, por estar o price action dentro de um triângulo simétrico, ou seja, posição de indefinição, com o predomínio da tendência de baixa para o médio-longo prazo.
VIX: Da “tensão calma” ao repiquePor que esse movimento importa agora… se já vimos o VIX ultrapassar 60 pontos quatro vezes nos últimos 17 anos?
Na primeira semana de agosto de 2025, um velho conhecido voltou a movimentar os mercados: a volatilidade.
O VIX, índice que mede a expectativa de variações no S&P 500, saltou 21% em poucos dias, de 17,4 para 20,37, atingindo a máxima intradiária de 21,9 no dia 1º de agosto.
À primeira vista, o movimento parece modesto. Mas o VIX rompeu médias móveis de longo prazo (SMA 50 e 200) e saiu da sua zona de conforto (14–19 pontos). Esse rompimento já é o suficiente para reacender o alerta entre gestores de portfólio e traders de volatilidade.
🔙 Contexto histórico: os grandes picos de volatilidade
📅 Data 🔺 VIX intradiário 🧨 Gatilho do mercado
01/10/2008 96,40 Crise do subprime, quebra do Lehman Brothers, socorro à AIG
02/03/2020 85,47 Expansão da COVID-19, fechamento de fronteiras e pânico global
05/08/2024 65,73 Aumento inesperado dos juros pelo Fed + mercado de trabalho superaquecido
07/04/2025 60,13 Pânico com novas tarifas impostas pelos EUA ao resto do mundo
Comparado a esses episódios, o nível atual parece modesto. Mas os sinais técnicos e o cenário macroeconômico sugerem que a base da volatilidade pode estar se elevando.
1️⃣ Raio-x da primeira semana de agosto de 2025
Alta semanal: de 17,4 para 20,37 (+21%).
Rompimento técnico: fechamento mensal acima das médias móveis de 50 e 200 períodos (SMA 19,25 e 19,45).
MACD mensal virou positivo pela primeira vez desde março de 2023.
Fatores imediatos:
🏛️ O Federal Reserve manteve a taxa estável no dia 30/07, mas dois membros votaram por um corte imediato.
👷♂️ O relatório de empregos (NFP) de julho mostrou criação de apenas 73 mil vagas (projeção: 110 mil).
🧾 Novas tarifas anunciadas pelos EUA em 1º de agosto reacenderam o medo inflacionário.
2️⃣ Comparação com a tempestade de agosto de 2024
Variável Agosto 2024 Agosto 2025 (semana 1)
🔺 Máximo do VIX 65,73 21,9
🏛️ Política do Fed Aumento surpresa de 25 pontos-base Juros estáveis, mas com divisão interna
👷 Mercado de trabalho Forte, salários em alta Desaceleração visível
📉 Reação do S&P 500 −12% em 3 semanas ~−3% até o momento
💧 Liquidez de mercado Muito baixa (pré-market) Normal
Conclusão:
Em 2024, houve um choque sistêmico.
Em 2025, estamos diante de um sinal de alerta crescente — mas com relevância suficiente para mudar o comportamento dos investidores.
3️⃣ Sinais técnicos para monitorar
O MACD mensal virou positivo, o que historicamente precede aumentos consistentes do VIX.
Faixa crítica: entre 18 e 22 pontos. Um fechamento acima de 22 pode acelerar quedas em ações de alta volatilidade (high beta).
O vencimento mensal de opções (OPEX – 16/08) pode amplificar os movimentos via efeitos de fluxo gamma.
4️⃣ Próximos eventos que podem impactar o VIX
📅 Data 📌 Evento ⚠️ Potencial impacto no VIX
14/08 Inflação núcleo (julho – CPI) Leitura acima de 0,3% m/m pode reacender temores de postura hawkish do Fed
22–23/08 Simpósio de Jackson Hole Discurso de Powell pode redefinir expectativas de política monetária
Final de agosto Revisão do PIB do 2º trimestre Confirmará se há um “pouso suave” ou estagnação com inflação (estagflação)
📌 Atenção: O VIX não é negociado diretamente. A exposição é feita via futuros, opções ou ETNs — todos com riscos específicos, como contango, baixa liquidez e perdas por rolagem.
📌 Conclusão
O VIX não precisa chegar a 60 pontos para ser um sinal de alerta.
O simples fato de romper médias móveis de longo prazo, reagir fortemente a dados macroeconômicos e entrar em zonas técnicas sensíveis indica que o período de complacência está chegando ao fim.
A história mostra que os grandes picos do VIX surgem sem muito aviso prévio.
Se você viveu 2008, 2020 ou abril de 2025, sabe bem: é melhor estar preparado do que tentar prever o caos.
DXY D: Fará Topo Triplo Na Zona de ResistênciaEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico diário do DXY, o preço se encontra em uma zona de resistência que poderá jogar o DXY até, pelo menos, o fechamento do fundo mais baixo deste range.
A Geopolítica Está Ofuscando o Horizonte do Mercado Brasileiro?O índice Bovespa, principal indicador da bolsa brasileira, enfrenta ventos contrários de uma fonte inesperada: o aumento das tensões geopolíticas com os Estados Unidos. A recente decisão do governo norte-americano de impor uma tarifa de 50% sobre a maioria das importações brasileiras, citando o processo judicial contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, trouxe grande incerteza. A medida, justificada pelos EUA como reação a supostas “violações de direitos humanos” e ao enfraquecimento do Estado de Direito no Judiciário brasileiro, marca uma mudança nas disputas comerciais, misturando política econômica com assuntos internos. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva rejeitou firmemente essa interferência, reafirmando a soberania do Brasil e sua disposição para negociar sobre comércio, mas não sobre a independência judicial.
As consequências econômicas dessas tarifas são múltiplas. Setores como aviação civil, energia, suco de laranja e cobre refinado foram isentos, mas exportações-chave, como carne bovina e café, enfrentarão a tarifa integral de 50%. Frigoríficos brasileiros preveem perdas superiores a US$ 1 bilhão, e exportadores de café também antecipam impactos significativos. O Goldman Sachs estima uma tarifa efetiva de cerca de 30,8% sobre o total das exportações brasileiras para os EUA. Além do comércio, a disputa abala a confiança dos investidores, especialmente considerando o superávit comercial atual dos EUA com o Brasil. A ameaça de retaliação brasileira pode intensificar a instabilidade econômica e pressionar ainda mais o índice Bovespa.
A disputa também se estende ao setor tecnológico, aumentando a complexidade. As sanções americanas contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, que conduz o julgamento de Bolsonaro, estão ligadas às suas ordens judiciais contra empresas como X e Rumble por suposta disseminação de desinformação. Isso levanta preocupações sobre liberdade de expressão e regulação digital, com analistas argumentando que a regulamentação de grandes empresas americanas constitui uma questão comercial, dada sua relevância econômica. Apesar da isenção concedida à Embraer, os impactos no setor de tecnologia e as críticas anteriores dos EUA sobre a proteção de patentes no Brasil reforçam um ambiente de cautela para investimentos. Esses fatores geopolíticos, econômicos e tecnológicos interligados contribuem para uma perspectiva volátil para o índice Bovespa.
Pivot de Baixa no gráfico diário do IbovespaNo pregão de 28/07/2025 o Ibovespa fechou em baixa de 1,04% aos 132.129 pontos confirmando um pivot de baixa que foi traçado em vermelho no gráfico diário acima provocando uma reversão de tendência para baixa no curto prazo.
Os próximos alvos ficam em 128.187 e 125.030 pontos que são projeções de 61,8% e 100% de Fibonacci respectivamente. Abaixo dessas projeções tem suporte somente em 122.660 pontos.
Igor Graminhani
Analista Técnico - CNPI-T
DAX Abre Em Alta com Acordo Comercial entre EUA e EU
O DAX começou a semana com um gap de alta, impulsionado pelo anúncio de um acordo comercial entre os EUA e a União Europeia, que fixa uma tarifa-base de 15%, abaixo dos 30% anteriormente previstos. Durante a madrugada, os futuros do índice alemão chegaram a valorizar cerca de 1%, testando brevemente a máxima da semana passada, nos 24.570 pontos. No entanto, a subida perdeu força e o índice reverteu para fechar o gap deixado na abertura.
Para além do alívio momentâneo nas tensões transatlânticas, o prazo de 12 de agosto para um acordo duradouro com a China deverá ser adiado nas negociações desta semana, segundo o Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent. Ainda assim, os investidores mantêm-se cautelosos, num momento em que vários mercados exibem sinais de exuberância e as avaliações atingem patamares historicamente elevados.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
O VERÃO NO HEMISFÉRIO NORTE PODE AQUECER O DÓLARAcredito na valorização do dólar no curto prazo, entre Agosto/Setembro.
O outrora invencível dólar, referência global e moeda do campo de batalha, registrou seu pior início de ano desde 1986. Uma queda total de 9%. Claro, a política monetária e a podridão fiscal não forneceram nenhum suporte. Mas o principal fator por trás da mudança foi que os Estados Unidos declararam um tipo diferente de guerra, não travada por meio de taxas de juros ou fluxos de capital, mas de tarifas.
As taxas do "Dia da Libertação" de Trump não apenas redesenharam as rotas comerciais. Eles reconectaram as expectativas. O dólar, que já foi um porto seguro em tempos de estresse político, tornou-se um dano colateral em um mundo de incerteza.
O que se seguiu foi um livro didático: um consenso. Estratégias sistemáticas e mesas discricionárias se inclinaram para a mudança. Dinheiro real seguiu. O varejo sentiu o cheiro. O trade fazia sentido, e ainda faz, no papel. Mas os mercados não se movem apenas no papel. E agora, a configuração está mudando.
Este não é o fim do declínio do dólar. Mas pode ser hora de se afastar, ou mesmo dar um passo longo, enquanto o consenso recupera o fôlego .
A baixa estrutural para o dólar está intacto. Mas o mercado nunca anda em linhas retas. O que estamos vendo agora não é uma reversão da narrativa, mas uma recalibração do ritmo.
A venda a descoberto do dólar tornou-se a expressão macro de consenso do momento. Ele captura tudo: risco de Trump, atrito comercial, repasse da inflação, o dovishness restrito do Fed e a lenta erosão do privilégio da moeda de reserva.
Mas as negociações de consenso trazem fragilidade . Basta um catalisador para forçar um squeeze. E nas últimas semanas, podemos ter visto a primeira faísca.
Será que a Ascensão do S&P 500 Pode Continuar?O S&P 500 atingiu recentemente máximas históricas, refletindo um impulso diversificado do mercado. Esse desempenho notável decorre principalmente de uma temporada de lucros corporativos robusta. A maioria das empresas do índice superou as expectativas de ganhos, demonstrando uma robusta saúde financeira. Os setores de Serviços de Comunicação e Tecnologia, em particular, exibiram forte crescimento, aumentando a confiança dos investidores na solidez do mercado.
Desenvolvimentos geopolíticos e geoestratégicos também desempenharam um papel crucial no fortalecimento do sentimento do mercado. Acordos comerciais “massivos” recentes — especialmente com o Japão e um acordo-quadro com a Indonésia — trouxeram previsibilidade e intercâmbios econômicos favoráveis. Esses acordos, caracterizados por tarifas recíprocas e compromissos substanciais de investimento, reduziram as tensões comerciais globais e promoveram um ambiente econômico internacional mais estável, impulsionando diretamente o otimismo do mercado. O progresso contínuo nas negociações comerciais com a União Europeia também reforça essa tendência positiva.
Além disso, indicadores macroeconômicos resilientes sustentam a trajetória ascendente do mercado. Apesar de uma leve queda nas vendas de casas existentes, dados-chave, como taxas de juros estáveis, redução nos pedidos de seguro-desemprego e aumento no PMI industrial, apontam para uma força econômica contínua. Embora o setor de tecnologia, impulsionado pelos avanços em inteligência artificial e pelos lucros sólidos de gigantes como a Alphabet, permaneça como principal motor de crescimento, alguns segmentos — como os fabricantes de chips automotivos — enfrentam dificuldades.
A escalada do S&P 500 é um testemunho da forte convergência entre desempenho corporativo robusto, mudanças geopolíticas favoráveis e um cenário econômico sólido. Embora a recente alta não tenha sido diretamente impulsionada por eventos cibernéticos, descobertas científicas ou análises de patentes, esses fatores continuam fundamentais para a estabilidade e inovação de longo prazo do mercado. Os investidores seguem monitorando essas dinâmicas para avaliar a sustentabilidade da atual trajetória de alta.
S&P500 contra BTCUns 4 anos atrás um amigo sugeriu olhar este gráfico do SP500 contra o BTC. Em dezembro de 2023 (os desenhos no gráfico), sobrepus os ciclos anteriores baseado na teoria dos ciclos de quatro anos e fiz duas projeções que entendi como mais prováveis. Em vermelho, na época olhando para o curto prazo, a projeção bearish, e em verde a projeção bullish, ambas projetando aproximadamente para a região de confluência de topo dos dois últimos ciclos. A projeção no tempo indica que ainda temos 2 a 3 meses. Será? Difícil dizer. Mas a exposição de longo prazo não me parece mais sensata. Por mais que eu acredite em 140k, estou migrando do position para o swing, se o risco for bom o suficiente para ser comprado.
O Show Acabou?24/07/2025
US500 — 6.380: O Show Acabou?
Rafael Lagosta
Tá todo mundo com a taça na mão, champanhe estourado, selfie no topo, print pro grupo de Telegram: "mais uma parcial". A galera vibra. Mas eu olho esse gráfico do US500 como quem vê o sol nascer depois da rave. A luz da realidade encostando na pele suada da euforia. Tá bonito? Tá. Mas vai durar? Duvido. E é aí que a análise técnica, aquela que nunca erra, só é mal interpretada, entra como farol no nevoeiro de ganância disfarçada de confiança.
O mercado chegou na extensão de Fibonacci 1,618 (6.391,3) — ponto místico, mágico, mítico. Quem já estuda comigo ou me acompanha sabe: esse número não é só um rabisco dourado no gráfico, é o “limite das expectativas humanas”. Quando o preço toca esse nível, principalmente após uma escalada sem correção relevante, a estatística grita: "meu parceiro, ou você realiza, ou realiza por bem ou por mal."
Olha esse gráfico. Olha com olhos de quem tá no helicóptero. A movimentação desde os 5.728,7 até esse topo de agora foi quase vertical, afunilando. Volume lá embaixo caiu, apesar da alta. Sabe o que isso significa? Significa que o esforço comprador está começando a virar espuma de chope quente. Subiu, mas subiu sem consistência volumétrica. A galera grande tá começando a tirar o pé. E você aí, ainda comprando?
Lembra da projeção de 1,272 (6.011,4)? Ela foi rompida com facilidade. O que, à primeira vista, parece força compradora inquestionável, eu leio como "últimos retardatários entrando no bonde". Isso aqui é roleta emocional: compraram no topo porque viram os amigos ganhando. E agora já começam a pensar se deixam ou não stop armado. Tarde demais. Quem já esteve posicionado desde os 5.200, com base nos níveis 0,5 (5.243,2) e 0,618 (5.371,6), já ganhou o suficiente pra descer tranquilo e pedir o Uber.
Teorema do Impacto:
Quando o mercado toca 1,618 com candles esticados, sem pullback, sem respiro, o próximo movimento tende a ser de queda rápida até a retração de 0,382 ou 0,5. Nesse caso:
→ 0,382 em 5.134,8
→ 0,5 em 5.243,2
A matemática aqui é cirúrgica. A distância entre o topo atual (6.384,0) e a retração 0,5 é de exatos 1.140,8 pontos, o que representa quase 18% de correção. Isso, num índice que carrega ETFs, fundos, derivativos e posições alavancadas, tem o poder de derrubar mais do que só gráfico — derruba posições, derruba ilusões, derruba CVMs dormindo.
E a cereja? A cereja é o volume de distribuição, que aumentou em barras vermelhas no canto esquerdo do gráfico, enquanto o preço subia. Isso é livro de Wyckoff puro: price up, volume down, smart money dumping. Os espertos venderam, os esperançosos compraram. A conta chega. Sempre chega.
Agora vem a parte filosófica da parada. Quando o mercado toca 1,618 e os sinais de exaustão aparecem, o próximo movimento não é uma descida tranquila tipo elevador panorâmico. É guinada. É tobogã de concreto. E isso é importante: não se prepara para queda com compra defensiva. Se prepara com posição vendida.
E qual é o problema do momento?
É o mesmo que vejo desde sempre:
A maioria não sabe descer.
A maioria só aprendeu a subir. Só estuda “compras”, só aprende “pullback de alta”, “rompimento de resistência”. Quando o cenário inverte, os analistas somem e os traders ficam órfãos. Mas aqui não. Aqui a gente encara o abismo com alça de segurança.
Pontos técnicos de impacto:
Projeção completa da perna 1–2 finalizada
Candle de exaustão no topo, pavio superior (esperado)
Ausência de gaps para respiro — subida limpa, sem amortecimento
Divergência de volume
RSI (não visível na imagem, mas esperado) já em sobrecompra há dias
O gráfico me diz:
"Rafael Lagosta, tire as escadas."
O mercado subiu até onde podia. Agora é hora de ver quem sabe cair. E eu, com meus estudos, já toco o sino da posição de impacto: essa é a hora que os alavancados viram meme e os preparados viram profeta.
Hipótese provável:
Alvo primário da correção em 0,382 de Fibonacci: 5.134,8
Caso o pânico se instale e o VIX dispare: retração total até 0,236 (5.003,7)
Probabilidade de reversão imediata: baixa (<20%), a menos que aconteça intervenção monetária ou Black Swan político inesperado.
Agora, se você me pergunta:
"Vai cair com violência ou vai lateralizar antes?"
Eu respondo com um copo de café na mão e o pé batendo no chão:
Se o candle de amanhã for um engolfo de baixa com volume crescente, o avião perdeu os dois motores.
E sim, meu camarada, a festa acabou.
Os garçons estão tirando as garrafas, os seguranças acenderam as luzes e estão dizendo: “Bora, galera. Já deu.”
O DJ já desligou os monitores, e quem continua na pista é quem não quer ver que já é dia.
Então a pergunta não é mais "até onde vai subir", mas:
Você tem plano para cair? Tem paraquedas? Ou só esperança de que o céu não vai sumir?
Falei.
Com técnica.
Com sangue nos olhos.
E com o gráfico gritando que a escada está sendo recolhida.
Se você não descer agora, pode acabar pulando sem rede.
Rafael Lagosta.
E agora, cambada...
Vai tirar a escada ou vai esperar o alarme de incêndio tocar?
SPX500 5M: OndasEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
O SPX500 está na onda 4, há várias interpretações (usando outras estratégias) que nos fazem pensar no mesmo alvo mínimo, 1 tick acima do topo da onda 3, o que seria o alvo mínimo também das ondas de Elliott, neste caso, onda 5.






















