Índices do mercado
Inflação regressa ao centro das atenções
O S&P 500 negoceia perto dos 7.400 pontos, depois de ter encerrado a semana passada com um tom mais defensivo. A subida do petróleo e das yields voltou a alimentar receios de uma inflação mais persistente, num momento em que as avaliações já refletem um cenário relativamente otimista. Depois dos dados mais recentes terem moderado as expectativas sobre a inflação e sobre possíveis cortes de juros pela Fed, os investidores estão agora focados na evolução no Estreito de Ormuz. A tensão naquela região tornou-se um fator central para os mercados, dado o seu impacto direto no preço do petróleo e, por consequência, nas expectativas de inflação. O Brent superou os 110 dólares por barril após novos sinais de instabilidade no Golfo. Esse movimento reforça o risco de pressões inflacionistas adicionais, reduz a margem de atuação da Fed e cria um ambiente menos favorável para as ações, sobretudo se as yields continuarem a subir. Esta semana será importante para perceber se o mercado mantém a confiança na narrativa de desinflação ou se começa a descontar maior pressão sobre os preços. Entre os principais dados dos EUA a acompanhar estão as minutas da última reunião da Fed, os pedidos semanais de subsídio de desemprego, os dados do mercado imobiliário e os PMI preliminares de maio. Em resumo, o bull market continua sustentado pelos resultados das empresas e pela tecnologia, mas enfrenta agora um teste mais difícil. Se as tensões em Ormuz acalmarem e o petróleo recuar, o S&P 500 poderá estabilizar. Se o crude continuar a subir, os investidores deverão voltar a concentrar-se na inflação e nas yields.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Os 3 eventos que podem influenciar os índices esta semanaOs índices bolsistas globais iniciam a semana com vários eventos importantes que suscitam preocupação:
• a resposta do G7 ao encerramento do Estreito de Ormuz,
• os resultados financeiros da Nvidia na quarta-feira,
• e a pressão sobre as ações do setor tecnológico coreano.
Estes eventos surgem num momento delicado para as ações. O S&P 500 e o Nasdaq atingiram novos máximos históricos na semana passada, enquanto o Dow recuperou brevemente o nível dos 50 000 pontos.
Na Ásia, o Índice Hang Seng recuou significativamente na sexta-feira, à medida que o entusiasmo dos investidores em torno da cimeira Trump-Xi esmoreceu durante a sessão da tarde. A cimeira do G7 desta semana poderá reacender o entusiasmo e ajudar os investidores a começar a descontar um risco geopolítico mais baixo.
O índice de referência sul-coreano Kospi também está sob imensa pressão, recuando de um novo recorde à medida que crescem as preocupações em torno do risco de concentração. A Samsung e a SK Hynix representam agora, em conjunto, um recorde de 42,2% do índice. As ações da Samsung caíram 8,6% na sexta-feira, depois de o sindicato dos seus trabalhadores ter anunciado que iria avançar com uma greve planeada de 18 dias a partir de 21 de maio. No entanto, o governo coreano poderá procurar intervir para evitar a greve, dado o papel da Samsung Electronics como o maior empregador do país e a potencial perturbação que uma greve prolongada poderia causar à economia em geral.
IBOV D: Megafone e Alvo de Alta Não AtingidoEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico diário do IBOV, temos um megafone segurando o preço e um alvo de pivô de alta não atingido, deverá subir.
Nasdaq recupera após surpresa na inflação
Os futuros do Nasdaq negociam nos 29.327 pontos esta manhã, recuperando das perdas registadas após a divulgação da inflação nos EUA referente a abril. O índice de preços no consumidor surpreendeu pela negativa, levando inicialmente a uma correção nas bolsas, embora de curta duração. A inflação homóloga subiu para 3,8%, acima dos 3,3% de março e 0,1 pontos percentuais acima do esperado, reforçando a ideia de que as pressões inflacionistas continuam a ser influenciadas sobretudo pelos preços da energia. Ainda assim, a inflação subjacente, a métrica que a Reserva Federal acompanha com maior atenção e que exclui alimentação e energia, também registou uma subida mensal de 0,4%, evidenciando persistência nas pressões sobre os preços da habitação, viagens e serviços. Os números reforçaram a narrativa de taxas de juro mais elevadas durante mais tempo e reduziram ainda mais as expectativas de cortes de juros por parte da Reserva Federal em 2026.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Falsos Rompimentos: Um Framework ContratendênciaEste artigo não é relevante para o público residente em Portugal ou no Brasil.
Ter uma configuração de swing trading contratendência em seu arsenal é uma decisão sábia, mas operar contra a tendência pode ser difícil. Frequentemente, parece que você está lutando contra o mercado, e é aí que a precisão e o timing se tornam muito mais importantes.
Hoje, detalhamos um método robusto para identificar pontos de virada de curto prazo em qualquer timeframe. A abordagem baseia-se na combinação da ação do preço com o momentum — não como sinais isolados, mas como uma forma de criar consistência tanto na análise quanto na execução.
Por que o trading contratendência exige estrutura
A maioria dos operadores está familiarizada com os falsos rompimentos (false breakouts). O preço ultrapassa um nível, não consegue se sustentar e reverte. O conceito em si não é novo.
O desafio é a consistência.
Sem uma abordagem estruturada, é fácil agir cedo demais (operando contra a força antes que ela realmente falhe) ou tarde demais (reagindo quando o movimento já está muito avançado). É aqui que muitas ideias contratendência fracassam.
O que se busca não é apenas o reconhecimento de padrões, mas um framework que filtre esses padrões e melhore o timing. Isso é alcançado sobrepondo múltiplos elementos em vez de confiar em um único sinal.
Do padrão ao processo
No centro desta abordagem está uma ideia simples: um rompimento fracassado, por si só, não é suficiente. Ele se torna muito mais significativo quando ocorre em um nível-chave e é acompanhado por um enfraquecimento do momentum.
É aqui que entra a confluência.
Não se trata apenas de identificar que o preço subiu acima de uma resistência e caiu de volta. Trata-se de avaliar como o preço se comporta em torno desse nível e se o momentum confirma ou diverge desse comportamento.
A divergência no RSI adiciona essa segunda camada. Se o preço atinge novas máximas, mas o RSI não consegue confirmá-las, isso sugere que o movimento está ocorrendo com menos convicção. Quando esses elementos se alinham, a configuração deixa de ser uma simples busca por padrões para se tornar o reconhecimento de uma mudança de comportamento.
Um padrão repetitivo nas máximas
Gráfico de velas diário do DXY
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
O índice do dólar americano (DXY) oferece um exemplo claro de como esse processo funciona na prática. O preço testa uma resistência e rompe acima dela, sugerindo continuação. No entanto, cada tentativa de rompimento carece de seguimento e o preço volta a cair para dentro do intervalo (range) em vez de se manter acima.
Ao mesmo tempo, o RSI forma máximas decrescentes, mostrando que o momentum não confirma o impulso de alta.
Individualmente, essas observações poderiam não ser suficientes para agir. Juntas, formam um padrão consistente: o nível é respeitado, o preço não consegue se sustentar acima e o momentum enfraquece a cada tentativa.
A repetição é a chave. Quando o mercado mostra o mesmo comportamento várias vezes, aumenta a confiança de que não se trata de ruído aleatório, mas de um reflexo da mudança na dinâmica subjacente.
Refinando a execução
A execução baseia-se em esperar a confirmação de que o rompimento falhou, em vez de se antecipar a ela.
Uma vez que o preço volta a entrar no intervalo, o rompimento fracassado torna-se o ponto de referência. A partir daí, a atenção desloca-se para como o preço começa a rotacionar, afastando-se desse nível.
Uma forma prática de refinar o timing é incorporar uma média móvel de curto prazo, como a EMA de 9 períodos. Um fechamento abaixo da EMA9 após o rompimento fracassado pode ajudar a sinalizar que o impulso de curto prazo está começando a mudar. Isso fornece um gatilho simples e consistente, sem complicar demais o processo ou exigir a mudança para timeframes menores.
O risco pode ser definido em torno do próprio rompimento fracassado, colocando os stops acima das máximas onde a tentativa de rompimento falhou. Isso mantém a operação estruturada e alinhada com a ideia original.
Os objetivos iniciais podem ser estabelecidos em torno do próximo suporte de oscilação (swing support) chave, permitindo que a operação se desenvolva dentro da estrutura mais ampla do mercado.
Gráfico de velas diário do DXY
O desempenho passado não é um indicador confiável de resultados futuros.
Conclusões Chave
O trading contratendência exige maior precisão, tornando a estrutura e o timing mais importantes.
Os rompimentos fracassados são mais significativos quando combinados com uma divergência de momentum.
A confluência entre o nível, a ação do preço e o momentum ajuda a filtrar configurações de baixa qualidade.
Aplicar um framework consistente melhora tanto a identificação da operação quanto a sua execução.
O uso de ferramentas como a EMA9 pode refinar as entradas, mantendo o processo simples e repetível.
Aviso Legal: Esta informação destina-se apenas a fins informativos e de aprendizagem. A informação fornecida não constitui aconselhamento de investimento nem tem em consideração as circunstâncias financeiras individuais ou os objetivos de qualquer investidor. Qualquer informação que possa ser fornecida relacionada com o desempenho passado não é um indicador fiável de resultados ou retornos futuros.
CFDs são instrumentos complexos e apresentam um alto risco de perder dinheiro rapidamente devido à alavancagem. 78.48% das contas de varejo perdem dinheiro ao negociar CFDs com este fornecedor. Você deve considerar se compreende como funcionam e se pode correr o risco de perder seu dinheiro.
Capital Com Online Investments Ltd é uma sociedade de responsabilidade limitada (número de sociedade 209236B) registrada na Commonwealth das Bahamas e autorizada a realizar negócios de valores mobiliários pela Comissão de Valores Mobiliários das Bahamas (SCB) com o número de licença SIA-F245.
Estudos infalíveisPessoal, estou despejando meus estudos, então não se assustem talvez se eu tiver publicações em quantidade.
Acho que todos meus estudos publicados até hoje se operados da maneira correta, não teve NENHUM ERRO. Posso estar falando besteira por não acompanhar o que posto e nem saber onde fica as ultimas publicações, pois publico aqui esporadicamente.
Mas de recordação rápida não me lembro de nenhum que eu publiquei e não fez exatamente os alvos premeditados.
Visando o cenário macroecônomico, estou analisando a cesta de moedas do dólar, o DXY. Onde contém os principais pares de dolar nela e medem a variação geral.
Em um contexto de a guerra no estreito de ormuz acabar em acordo (impossível por agora), temos talvez um dólar exaurido. Cauteloso. Inflacionado.
Porque isso? Porque simplesmente nós não temos acesso a NADA!!!!
Aceitem isso!!
A não ser que você tenha bilhões em jogo, você vai estar sempre pegando ações, índices, fundos, tudo já precificado.
Bom, eu tenho propriedade para falar sobre isso, mas vamos deixar para depois.
O DXY está claramente em um alvo de fibonacci após o rompimento de um caixote (?? talvez um caixote mas não achei legal desenhar um).
Está criando força ali pra talvez ir buscar o PROXIMO ALVO EM 90,138.
Claro, isso só se confirma rompendo o 96,330.
Temos uma média de 200 ali que COM CERTEZA vai conduzir o preço e é uma região MUITO IMPORTANTE e de cautela.
Institucionais estão de olho nela também, ACREDITE.
Mas por coincidência (coincidência é colocar uma meleca em baixo da mesa e achar outra, palavras do meu professor) o alvo coincide com o SUPORTE DO MENSAL. Que coincidência, né? KKK, até parece.
ISSO NÃO É COINCIDENCIA, GALERA!!
É UMA RAZÃO ÁUREA!!
Bom, não tenho nem o que falar e nem preciso comentar né. As linhas de fibonacci claramente falam por si só.
Novamente, o trade só será conduzido após o rompimento do 96,330. Caso contrário, teremos que rever o cenário.
Dólar — É pra baixo? Ou é pra cima? - Visão de um grafistaObs: Não analiso fundamentos, somente movimentos de preço.
📌 Contexto Gráfico
Desde a máxima de 2022, na região de 117,7 pontos, o dólar vem desenhando um canal amplo de baixa — que, na minha leitura, representa um movimento de pullback/retração da grande alta de 2021/2022.
Esse movimento, no entanto, parece ter " parado " de renovar mínimas após atingir uma região de GAP do gráfico Mensal. A falha em fechar abaixo de 96.000 me dá indícios suficientes para me posicionar comprado, apostando na formação de um fundo duplo mais alto — o 2º ombro de um OCOI (Ombro-Cabeça-Ombro Invertido), marcado em azul no gráfico, na região de ~ 97.600 pontos.
Caso o movimento se confirme com barras de alta sustentadas, minha projeção é buscar os 50% do movimento de 2022 a 2026 , com possível fechamento do GAP aberto na região de ~ 105.900 .
📌 Contexto no Gráfico Diário
Reduzindo ao diário, esse último ombro apresenta uma formação de Spike and Channel em forma de Wedge , com uma correção em 2 pernas — representadas pelos últimos 6 candles semanais: os 3 primeiros formando a primeira perna, e os 3 seguintes (até hoje, 08/05/2026) a segunda perna.
O Spike and Channel aqui é discricionário e fica mais visível no gráfico diário ou de 4 horas. Mas se você olhar do candle de 26/01 até a máxima de 30/04 e for um brookiano raiz... vai enxergar. 😄
📌 Estrutura do Trade
Por se tratar de uma entrada especulativa, os parâmetros estão calibrados para um risco bem definido:
Entrada: 97.950
Stop: 95.600
1º Alvo: 102.000 → RR 1,8 x 1
2º Alvo: 106.000 → RR 3,5 x 1
📌 Conclusão
Não é uma reversão confirmada — e nunca deveria ser tratada como tal. É uma aposta especulativa estruturada, baseada em confluência de contexto: GAP mensal respeitado, falha de renovação de mínimas, estrutura de OCOI em formação e risco claramente definido abaixo das mínimas de 2025.
O mercado deve se movimentar nas próximas semanas, e caso venha a mudar o " ciclo " repostarei as modificações.
Obs> isto é minha opinião e o que eu vou fazer, seja fiel a sua estratégia, não estou dando recomendações e sim explicar o que eu faço.
#DXY #Dollar #PriceAction #AlBrooks #OCOI #TradeSetup
Nasdaq segue em descoberta de preço
Os futuros do Nasdaq negociam esta manhã perto dos 28.800 pontos, mantendo-se muito próximos dos máximos históricos e confirmando que o apetite pelo risco continua robusto nos mercados norte-americanos. O índice tecnológico permanece em modo de descoberta de preço desde meados de abril, apoiado por uma combinação de resultados empresariais fortes e sinais de alívio geopolítico. A época de resultados nos EUA continua a surpreender pela positiva, com o crescimento dos lucros do S&P 500 em torno dos 28% em termos homólogos. Empresas como a AMD, que disparou mais de 18% após resultados, ou a Apple, que voltou a tocar máximos históricos esta semana, ilustram a resiliência das grandes tecnológicas. Ao mesmo tempo, o mercado continua a reagir ao otimismo em torno de uma possível desescalada no Médio Oriente. As notícias de que os EUA e o Irão estarão próximos de um acordo, que poderá incluir uma moratória ao enriquecimento nuclear e a reabertura do Estreito de Ormuz, fizeram recuar o preço do crude de forma expressiva. O Brent voltou a negociar abaixo dos 101 dólares e o WTI perto dos 95 dólares, reduzindo receios inflacionistas e aliviando pressão sobre as yields obrigacionistas. Este movimento reforçou a expectativa de que a Reserva Federal poderá ganhar margem para iniciar cortes de juros ainda em 2026, sem que a economia americana dê sinais claros de abrandamento. O principal risco para este cenário continua a ser a incerteza diplomática, com Trump a alertar que um acordo “não é certo”. Além disso, os dados de emprego de abril, divulgados esta tarde, poderão gerar volatilidade se o número se afastar demasiado das expectativas do mercado.
Henrique Valente– ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
SPIUSD: Análise de Máxima Histórica e Rompimentos Rápidos📈O EASYMARKETS:SPIUSD : Aquele velho e bom termo, rompimento bom ele tem que andar!
O índice US500 está sendo negociado próximo de 7,401, testando a Máxima Histórica. O gráfico de 15 minutos mostra forte estrutura altista com rompimentos rápidos, BOS (Break of Structure) e movimentos impulsivos, característicos de scalping em tendência forte.
📈 Análise Técnica:
🔹 Máxima Histórica: O preço se aproxima ou testa a ATH, com rompimentos rápidos acima das resistências anteriores.
🔹 Estrutura Altista: Formação clara de onda 5 em progresso, com Higher Highs e Higher Lows consistentes.
🔹 Rompimentos Rápidos: Múltiplos BOS observados, com velas de força altista rompendo níveis rapidamente — ideal para scalping.
🔹 Resistência: 7,407 – 7,417 (próxima liquidez e extensão).
🔹 Suporte: 7,383 – 7,395 (zona de ordem block + fib 0.618).
🔹 Momentum: RSI em zona altista, MACD positivo com histograma forte.
🔹 Volume: Comprador dominante nos rompimentos, favorecendo movimentos rápidos.
📢 Cenários:
✅ Altista (Scalping): Rompimento e sustentação acima de 7,401 leva a alvos rápidos em 7,407 → 7,417 → 7,430 (extensão).
⚠️ Corretivo: Rejeição na máxima histórica e perda de 7,383 abre pullback para 7,370 – 7,350.
📅 Eventos Relevantes:
🔹 Dados dos EUA: Lançamentos de hoje podem influenciar o sentimento de risco.
🔹 Política Monetária: Expectativas de juros mais baixos continuam favorecendo ações.
🔹 Sentimento Global: Risco-on impulsiona o US500 em direção a novas máximas.
🚨: US500 próximo da Máxima Histórica mostra forte estrutura altista com rompimentos rápidos ideais para scalping. Viés principal é altista enquanto se mantiver acima de 7,383, com alvos em 7,417 e 7,430. Monitore volume nos testes da ATH. 🔥📈
Analista da easyMarkets, Fabricio N.
⚠️ Aviso: Esta não é uma recomendação de compra ou venda. Faça sua própria análise.
Isenção de Responsabilidade:
A conta easyMarkets no TradingView permite que você combine as condições líderes do setor easyMarkets, negociação regulamentada e spreads fixos reduzidos com a poderosa rede social do TradingView para traders, gráficos e análises avançadas. Acesso sem derrapagem em ordens limitadas, spreads fixos apertados, proteção de saldo negativo, sem taxas ou comissões ocultas e integração perfeita.
Quaisquer opiniões, notícias, pesquisas, análises, preços, outras informações ou links para sites de terceiros contidos neste site são fornecidos "no estado em que se encontram", destinam-se apenas a ser informativos, não são um conselho nem uma recomendação, nem pesquisa, ou um registro de nossos preços de negociação, ou uma oferta ou solicitação de uma transação em qualquer instrumento financeiro e, portanto, não devem ser tratados como tal. As informações fornecidas não envolvem quaisquer objetivos específicos de investimento, situação financeira e necessidades de qualquer pessoa específica que possa recebê-las. Esteja ciente de que o desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho e/ou resultados futuros. Desempenho passado ou cenários prospectivos com base nas crenças razoáveis do provedor terceirizado não são uma garantia de desempenho futuro. Os resultados reais podem diferir materialmente daqueles previstos nas declarações de desempenho prospectivas ou passadas. A easyMarkets não faz nenhuma representação ou garantia e não assume nenhuma responsabilidade quanto à precisão ou integridade das informações fornecidas, nem qualquer perda decorrente de qualquer investimento com base em uma recomendação, previsão ou qualquer informação fornecida por terceiros.
Aviso de Risco: 74% das contas de investidores de varejo perdem dinheiro ao negociar CFDs com este provedor. Você deve considerar se pode correr o alto risco de perder seu dinheiro. Consulte nossa isenção de responsabilidade de risco completa em nosso site.
distribuição e hedge... ibov tem alvos pra cima ainda a serem cumpridos... mas necessita pelo menos voltar perto do 170 pra valer uma oportunidade de compra ... deixou algo tbm no 160 que dari uma otima compra ... por enquanto olhando pra baixo e procurando oportunidades com puts ... e venda de calls...
Tecnologia lidera ganhos com Nasdaq em alta
O apetite pelo risco está em alta nos mercados, com as ações a subir, o petróleo a cair e o ouro a recuperar. A perspetiva de um possível acordo para terminar a guerra entre os EUA e o Irão aliviou os receios de um choque energético prolongado, reduzindo também o risco de inflação persistente e de taxas de juro elevadas durante mais tempo. Os futuros do Nasdaq negoceiam perto dos 28.660 pontos, acumulando uma subida de cerca de 3,5% esta semana. O setor tecnológico dos EUA continua a liderar os ganhos, apoiado por resultados empresariais sólidos, sobretudo nas áreas dos semicondutores e da inteligência artificial. O destaque mais recente foi a AMD, que disparou ontem cerca de 18% depois de superar as expectativas dos analistas no último trimestre, beneficiando de uma forte subida das receitas nos centros de dados.
Henrique Valente– ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Mercados em máximos com alívio no Médio Oriente
Ontem, o S&P 500 e o Nasdaq fecharam em máximos recorde, apoiados pelo forte desempenho das tecnológicas ligadas à inteligência artificial, por resultados empresariais sólidos e pela possibilidade de progresso diplomático entre os EUA e o Irão. Donald Trump afirmou haver “grande progresso” nas negociações com Teerão e suspendeu temporariamente a operação norte-americana de escolta de navios no Estreito de Ormuz. Com esta notícia, os investidores veem uma menor probabilidade de escalada imediata. O petróleo recuou, embora permaneça em níveis elevados. Esta queda deu alguma folga às preocupações com uma inflação mais persistente e favoreceu os ativos de risco. O ouro também subiu, beneficiando sobretudo de um dólar mais fraco, de menores receios inflacionistas e da persistência de algum risco geopolítico. A leitura dos mercados é que Trump terá poucos incentivos para prolongar um conflito com impacto nos preços da energia, sobretudo num ano de eleições intercalares nos EUA. Ainda assim, o risco está longe de estar resolvido: o Estreito de Ormuz permanece como o principal ponto de tensão e qualquer inversão no tom diplomático poderá voltar a pressionar o petróleo em alta.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Morning Call - 05/05/2026 - Balanços Seguem em DestaqueAgenda de Indicadores:
Feriado: China, Japão e Coreia do Sul
8:00 – BRA – Ata do Copom
10:45 – USA – PMI de Serviços S&P Global
11:00 – USA – PMI ISM Não-Manufatura
11:00 – USA – Ofertas de Empregos JOLTS
12:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
9:35 – USA – Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed (Vota), discursa no Simpósio Mulheres na Habitação e Finanças de 2026.
Agenda de Balanços:
7:45 – USA – Pfizer
8:00 – USA – Paypal
17:05 – USA – Super Micro Computer
17:15 – USA – Advanced Micro Devices (AMD)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta nesta terça-feira, impulsionados por uma sequência de resultados corporativos robustos. Ainda assim, as tensões persistentes entre Estados Unidos e Irã em torno do Estreito de Ormuz mantêm os preços do petróleo elevados, com o Brent acima de US$ 110 por barril.
No campo geopolítico, Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ataques no Golfo Pérsico na segunda-feira, enquanto disputam o controle da região por meio de bloqueios marítimos concorrentes. O movimento ocorre pouco após o presidente Donald Trump anunciar uma nova iniciativa para permitir a passagem de petroleiros e outras embarcações retidas na rota estratégica.
A Maersk informou que um navio cargueiro de veículos com bandeira dos EUA conseguiu deixar o Golfo Pérsico pelo Estreito de Ormuz sob escolta de forças militares americanas. Ainda assim, a retomada das hostilidades voltou a pressionar os mercados, reforçando a percepção de que o conflito no Oriente Médio está longe de uma resolução definitiva.
Segundo Warren Patterson, chefe de estratégia de commodities do ING, “os mercados podem encontrar algum alívio no curto prazo após os comentários do presidente Trump sugerindo que o conflito pode se estender por mais duas ou três semanas. No entanto, essa sinalização deve ser recebida com cautela, diante da recente escalada e das sucessivas revisões de prazos desde o início das tensões”.
No front corporativo, os números seguem dando suporte ao mercado. Dados da S&P Global Market Intelligence indicam que 83% das empresas do S&P 500 que já divulgaram resultados superaram as estimativas de lucro por ação (EPS), enquanto 78,2% também excederam as projeções de receita.
Já a London Stock Exchange Group (LSEG) aponta que o crescimento dos lucros do S&P 500 pode ultrapassar 18% no primeiro trimestre, acima das estimativas de cerca de 12,8% registradas há um mês.
Para Jeff Buchbinder, estrategista-chefe de ações da LPL Financial, “sem sinais de desaceleração, os investimentos em inteligência artificial devem continuar sendo o principal motor de crescimento dos lucros do S&P 500, com destaque para o setor de tecnologia”.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — avançam ligeiramente nesta terça-feira, recuperando parte das perdas da sessão anterior, à medida que os traders avaliam uma temporada de balanços corporativos robusta. Ainda assim, a escalada das tensões entre os Estados Unidos e o Irã continua limitando o apetite por risco.
A forte alta dos preços do petróleo — já acima de US$ 110 por barril — segue pressionando a economia europeia, altamente dependente de energia importada. Esse cenário reforça os temores inflacionários e sustenta as expectativas de dois a três aumentos nas taxas de juros por parte do Banco Central Europeu ainda este ano, contribuindo para manter as ações abaixo dos níveis pré-conflito.
Segundo Fiona Cincotta, analista sênior da City Index, o suporte dos resultados corporativos tem sido um fator relevante: “os balanços têm vindo relativamente fortes. No fim das contas, enquanto as empresas continuam gerando lucros, isso tende a sustentar o otimismo, mesmo diante das preocupações com os preços da energia”.
Entre os destaques corporativos, as ações da Anheuser-Busch InBev avançaram 7% após a divulgação de vendas e lucros trimestrais bem acima das expectativas. A Hugo Boss também registrou forte desempenho, com alta de 4,5%, impulsionada por um lucro operacional superior ao projetado.
No campo setorial, o subíndice de tecnologia subiu 1,3%, enquanto o setor automotivo avançou cerca de 1%, refletindo a melhora marginal do sentimento.
Por outro lado, o setor financeiro apresentou desempenho misto. As ações do HSBC permaneceram pressionadas após o banco reportar um prejuízo inesperado de US$ 400 milhões relacionado a um caso de fraude no Reino Unido, o que levou a um resultado abaixo das estimativas no primeiro trimestre.
Já o UniCredit subiu 3,2% após divulgar lucro recorde e elevar suas projeções para o ano. O banco italiano também anunciou uma oferta de aquisição do Commerzbank, movimento que enfrenta resistência por parte das autoridades alemãs.
Entre outros destaques, a Rheinmetall avançou 2,5%, apesar de ter reportado receita preliminar abaixo do esperado, enquanto a Intertek saltou 7% após a empresa de private equity EQT AB elevar sua oferta de aquisição para cerca de US$ 12 bilhões.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As ações da Ásia-Pacífico fecharam sem direção única nesta madrugada, com os traders avaliando os impactos da guerra no Oriente Médio em um ambiente de liquidez reduzida, devido aos feriados que mantiveram as bolsas do Japão, China e Coreia do Sul fechadas.
Os preços do petróleo seguem em patamares elevados, pressionando as expectativas de inflação e reforçando a perspectiva de políticas monetárias mais restritivas por parte dos principais bancos centrais globais.
Nesse contexto, o Reserve Bank of Australia elevou sua taxa básica de juros em 25 pontos-base, para 4,35%, incorporando em suas projeções cenários adversos em que o Estreito de Ormuz permanece fechado por um período prolongado, atrasando a normalização do fluxo marítimo até o início de 2027.
Além disso, o banco central revisou para baixo sua estimativa de crescimento econômico, marcando o terceiro aumento de juros no ano e revertendo, na prática, as medidas de afrouxamento monetário implementadas em 2025.
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO recuou 0,2%, pressionado principalmente pelas ações dos setores financeiro e de mineração.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng HSI:HSI encerrou em queda de 0,8%, com poucos papéis conseguindo se manter no campo positivo.
Na contramão da região, o TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, avançou 0,7% e renovou sua máxima histórica, impulsionado pelo setor financeiro, enquanto as ações da TSMC recuaram 1,1% na sessão.
CONTEXTO MERCADO SEMANA 04/05/2026 INDICESTICKMILL:USTEC TICKMILL:JP225 TICKMILL:DE40 TICKMILL:UK100 TICKMILL:AUS200 TICKMILL:USDBRL \\ CONTEXTO semanal para alguns indices, com o contexto podemos estruturar operações no mercado, indentificar os principais níveis de oferta e demanda dos ativos, onde o sentimento do mercado pode mudar
Nasdaq começa a semana com otimismoOs futuros do Nasdaq 100 negociam nos 27.829 pontos, +0,50% face a sexta-feira, sustentados pelo otimismo em torno de um possível acordo de paz entre os EUA e o Irão. A Palantir, uma das principais empresas do setor de inteligência artificial apresenta resultados hoje após o fecho do mercado. Depois de receitas recorde no trimestre anterior, o consenso aponta para um crescimento homólogo de 74%, acima dos 39% registados no mesmo período do ano passado. O outro destaque da semana será a publicação do Nonfarm Payrolls (NFP) na sexta-feira, um dos principais dados para a política monetária. Espera-se a criação de 50 mil empregos em abril, significativamente abaixo dos 178 mil de março. Um abrandamento moderado do mercado de trabalho reforçaria a expectativa de corte de juros. Já uma queda mais acentuada, a confirmar sinais de fraqueza no PIB do primeiro trimestre, poderá reavivar receios de recessão e penalizar as bolsas.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
IBOV em xeque: correção ou nova arrancada?O Ibovespa segue em tendência de alta no médio e longo prazo, mas no gráfico diário já demonstra sinais claros de desaceleração após atingir sua máxima histórica recente na região dos 199 mil pontos.
Após esse movimento, observa-se uma realização de lucros que trouxe o price action de volta para a faixa dos 187 mil pontos, justamente em uma zona relevante de suporte, onde o mercado começa a testar a força dos compradores.
Esse movimento não configura, até o momento, uma reversão de tendência, mas sim um ajuste natural após um período de forte valorização. A estrutura principal de alta permanece preservada, sustentada pelas linhas de tendência e pela média móvel de longo prazo, que continuam servindo como referência dinâmica para o mercado.
O Índice de Força Relativa (IFR), que anteriormente se encontrava em níveis mais elevados, já apresenta perda de inclinação, indicando diminuição do ímpeto comprador no curto prazo — algo coerente com o movimento atual de correção.
A partir daqui, o comportamento do preço nessa região será determinante: a manutenção desse suporte pode favorecer uma retomada do movimento de alta, enquanto sua perda pode abrir espaço para uma correção mais profunda em direção a níveis inferiores já observados anteriormente.
Portanto, o momento é de atenção e observação, com o mercado testando um ponto importante dentro de sua estrutura, sem que, até aqui, haja comprometimento da tendência principal.
Morning Call - 28/04/2026 - Tecnologia Cai com OpenAIAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPCA-15 (Abril)
9:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
11:00 – USA – Confiança do Consumidor do Conference Board
14:00 – USA – Leilão de T-Note de 7 anos
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Balanços:
7:30 – USA – Visa
Pós-Mercado – BRA – Vale
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLK2026
Inflação
O IPCA-15 de abril deve registrar alta de 0,98%, acelerando de forma significativa em relação aos 0,44% observados em março. O movimento é explicado, principalmente, pela pressão dos combustíveis, cujo encarecimento tende a se disseminar por outros segmentos da economia via aumento dos custos de transporte. Os preços de alimentos também devem contribuir para o avanço, influenciados por fatores sazonais.
Além da surpresa quantitativa, o dado deve vir acompanhado de uma deterioração qualitativa. Os núcleos de inflação — que capturam a tendência mais persistente dos preços — devem apresentar aceleração, com a mediana subindo de 0,35% para 0,44%. Esse comportamento reforça a percepção de uma inflação mais disseminada e persistente, reduzindo a leitura de que o movimento recente se limita a choques pontuais e elevando o risco de efeitos de segunda ordem.
O cenário ganha relevância adicional às vésperas da decisão do Copom. Embora o mercado ainda atribua alta probabilidade a um corte de 25 pontos-base na Selic, para 14,50%, a expectativa predominante é de um comunicado mais cauteloso, sem sinalizações claras sobre os próximos passos da política monetária.
Nesse contexto, um resultado acima do esperado pode endurecer o tom do comunicado do BC, com piora no balanço de riscos para a inflação e maior ênfase na necessidade de prudência, reduzindo o espaço para qualquer aceleração no ritmo de cortes nas próximas reuniões.
Corroborando com esse cenário, o Boletim Focus divulgado ontem mostrou nova deterioração das expectativas inflacionárias. A mediana para 2026 avançou pela sétima semana consecutiva, de 4,80% para 4,87%, afastando-se ainda mais do teto da meta de 4,5%. As projeções para 2027 e 2028 também foram revisadas para cima, para 4% e 3,61%, respectivamente, indicando uma desancoragem gradual das expectativas no horizonte mais longo.
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam majoritariamente em queda nesta manhã, pressionados pelo aumento das preocupações de que o impasse entre Estados Unidos e Irã possa prolongar o período de preços elevados do petróleo.
O movimento ocorre após um funcionário americano indicar que o presidente Donald Trump demonstrou insatisfação com a mais recente proposta iraniana para encerrar o conflito, esfriando as expectativas de uma solução diplomática no curto prazo — cenário que havia impulsionado recentemente os índices S&P 500, Nasdaq 100 e Russell 2000 a máximas históricas.
A retração reforça o peso da geopolítica sobre o humor dos mercados, mesmo em meio à semana mais intensa da temporada de resultados corporativos nos Estados Unidos.
No mercado de energia, os preços do petróleo seguem como principal vetor de risco, acumulando alta de cerca de 54% em relação aos níveis pré-guerra, em meio à interrupção prolongada do fluxo pelo Estreito de Ormuz — uma das principais rotas globais de transporte de petróleo.
Para Anthony Saglimbene, estrategista-chefe da Ameriprise Financial, a divergência entre classes de ativos chama atenção. “O otimismo observado no mercado acionário contrasta com os sinais mais cautelosos vindos dos mercados de títulos e petróleo, evidenciando que os riscos geopolíticos continuam sendo um fator central na gestão de portfólio”, afirmou.
No noticiário corporativo, a cautela também se reflete no setor de tecnologia. Segundo o Wall Street Journal, a OpenAI não atingiu suas metas internas de crescimento de usuários e receita, o que pressionou empresas expostas ao ecossistema de inteligência artificial.
As ações da Oracle caem 4,6% no pré-mercado, em meio a questionamentos sobre sua dependência da OpenAI em suas estratégias de computação em nuvem. O movimento negativo se estende ao setor de semicondutores, com Nvidia, AMD e Arm Holdings recuando 1,2%, 3,2% e 6,8%, respectivamente.
Por outro lado, a temporada de resultados segue oferecendo suporte pontual ao mercado. Investidores acompanham de perto os balanços de grandes empresas previstos para o dia, incluindo UPS, Coca-Cola e General Motors. No pré-mercado, as ações da UPS sobem 0,7%, enquanto Coca-Cola e General Motors avançam cerca de 1%, em antecipação aos números.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — apresentam desempenho moderado nesta terça-feira, em um ambiente de cautela à medida que os traders se preparam para uma semana intensa, marcada por decisões de bancos centrais e divulgação de balanços corporativos, além da persistente incerteza geopolítica.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avança cerca de 0,3%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, sobe 0,2%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, registra ganho mais consistente, de aproximadamente 0,5%.
O sentimento dos mercados deteriorou-se após sinais de novo impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã. Autoridades americanas indicaram que o presidente Donald Trump não ficou satisfeito com a proposta iraniana, que previa o adiamento das discussões nucleares até o fim do conflito e a resolução das disputas marítimas — mantendo elevado o grau de incerteza.
Apesar disso, o suporte vindo do setor de tecnologia e da temática de inteligência artificial continua ajudando a sustentar os mercados globais, ainda que a Europa, mais sensível ao custo de energia, permaneça abaixo dos níveis pré-guerra.
Segundo Michael Field, estrategista da Morningstar, o ambiente segue frágil: "Os mercados atuais estão em uma posição bastante precária, e o sentimento pode facilmente se tornar negativo rapidamente. A guerra com o Irã não acabou. A inflação ainda está presente. E quando os bancos centrais começarem a aumentar as taxas de juros novamente, o que parece já estar precificado no momento... isso pode ser o catalisador para que os traders revertam parte do otimismo que têm em relação aos mercados."
No front corporativo, a temporada de resultados segue ditando o ritmo. O setor de saúde lidera as perdas, com queda de cerca de 1,2%, pressionado pela Novartis, que recua 2,4% após divulgar resultados abaixo das expectativas.
No setor financeiro, as ações do Barclays caem 3%, impactadas por um prejuízo de US$ 308 milhões relacionado ao colapso do banco MFS, que compensou o lucro operacional em linha com o esperado.
Por outro lado, o setor de energia se destaca positivamente, com alta de 1,4%, impulsionado pelo avanço de 2,5% nas ações da BP, após a companhia reportar lucro acima das estimativas no primeiro trimestre.
Com as reuniões do Banco Central Europeu e do Banco da Inglaterra programadas para esta quinta-feira, os mercados voltam suas atenções para as projeções de inflação e crescimento, em busca de sinais mais claros sobre a trajetória das taxas de juros.
Adicionalmente, uma pesquisa recente do BCE mostrou que as expectativas de inflação dos consumidores da zona do euro subiram de forma significativa em março, reforçando os desafios para a condução da política monetária na região.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a terça-feira majoritariamente em baixa, pressionados pela elevação dos custos de energia e por sinais de que bancos centrais podem retomar o ciclo de alta de juros, mesmo diante de um cenário econômico ainda incerto.
No Japão, o Banco Central manteve a taxa básica inalterada, mas o tom da decisão foi interpretado como "Hawkish". Três dos nove membros do comitê votaram a favor de um aumento dos juros, evidenciando crescente preocupação com as pressões inflacionárias decorrentes do conflito no Oriente Médio.
“O resultado foi mais restritivo do que o esperado, com um número maior de dissidentes, o que reforça a percepção de que um aumento de juros pode ocorrer já em junho”, afirmou Kazuaki Shimada, estrategista-chefe da Iwaicosmo Securities.
O índice Nikkei TVC:NI225 recuou cerca de 1%, liderando as perdas na região, pressionado principalmente por realizações no setor de tecnologia e inteligência artificial. As ações da Advantest caíram 5,6%, mesmo após a empresa elevar sua projeção de lucro anual, enquanto o SoftBank Group despencou quase 10%, refletindo realização após fortes ganhos recentes.
A curva de juros japonesa também reagiu, com abertura na ponta curta, acompanhando a mudança de tom do banco central.
Na China continental e em Hong Kong, os índices Shanghai SSE:000001 , Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI também fecharam em baixa, refletindo o ambiente de maior aversão ao risco.
Em contraste, Coreia do Sul e Taiwan mostraram resiliência. O Kospi TVC:KOSPI e o TWSE 50 FTSE:TW50 renovaram máximas históricas, com ganhos médios de cerca de 0,4%, mesmo diante de realização parcial em gigantes como Samsung e TSMC.
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO recuou 0,6%, com poucos papéis conseguindo sustentar ganhos, em um pregão amplamente negativo.
Nasdaq estável à espera de resultados das tecnológicas
O Nasdaq está a negociar nos 27.334 pontos esta manhã, com pouca variação face ao fecho de sexta-feira. O principal catalisador para os próximos dias será a publicação de resultados trimestrais, com várias das maiores tecnológicas norte-americanas a divulgar contas. Microsoft Corporation, Meta Platforms, Inc., Amazon.com, Inc. e Apple Inc. estarão no centro das atenções esta semana, num momento em que os investidores procuram confirmação de que o investimento em inteligência artificial continua a traduzir-se em crescimento sólido de receitas e lucros. A atenção deverá recair sobretudo sobre as perspetivas futuras apresentadas por estas empresas. Ao mesmo tempo, a subida recente do petróleo e a persistência de alguma incerteza geopolítica acrescentam um elemento adicional de risco, numa semana que contará também com decisões de política monetária relevantes.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.






















