Desescalada no conflito entre EUA e Irão
Os EUA enviaram um plano de 15 pontos ao Irão, através do Paquistão, com vista a pôr termo ao conflito. Teerão ainda não respondeu, mas os mercados já começaram a precificar a possibilidade de uma desescalada. O Brent recuou para abaixo dos 100 dólares por barril, enquanto os índices registam uma recuperação moderada esta manhã. As negociações ainda estão numa fase inicial, mas os sinais de abertura foram suficientes para trazer de volta algum apetite pelo risco. Ainda assim, a situação permanece frágil. Os EUA continuam a reforçar a presença militar no Médio Oriente e os investidores deverão manter-se atentos a qualquer contratempo nas negociações.
Henrique Valente – ActivTrades
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Índices do mercado
Morning Call - 24/03/2026 - Dados mostram Europa EstagnadaAgenda de Indicadores:
8:00 – BRA – Ata do Copom
9:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
9:30 – USA – Produtividade e Custo Unitário da Mão de Obra (4ºTri)
10:45 – USA – PMIs da S&P Global (Prévia)
11:00 – USA – Índice de Manufatura do Fed de Richmond (Março)
11:00 – BRA – Arrecadação Federal
14:00 – USA – Leilão de T-Note de 2 anos
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta terça-feira, em meio à renovada cautela dos traders diante das incertezas geopolíticas no Oriente Médio. O alívio inicial provocado pela sinalização de distensão perdeu força, à medida que surgem dúvidas sobre a existência e a efetividade de possíveis negociações entre Estados Unidos e Irã.
Na véspera, o presidente Donald Trump afirmou ter adiado um eventual ataque à rede elétrica iraniana após o que descreveu como “conversas produtivas” com autoridades de Teerã. A narrativa, contudo, foi prontamente contestada pelo presidente do parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, que negou qualquer diálogo com os EUA.
Autoridades israelenses indicaram nesta terça-feira que, embora Trump demonstre interesse em um acordo, as chances de avanço concreto nas negociações permanecem limitadas — fator que mantém o prêmio de risco elevado nos mercados globais.
Na segunda-feira, os principais índices de Wall Street registraram altas superiores a 1%, no melhor desempenho diário desde 6 de fevereiro. No entanto, o movimento perdeu tração ao longo do pregão e durante a madrugada, com a deterioração do sentimento diante da falta de confirmações sobre o progresso diplomático.
“Autoridades iranianas têm negado reiteradamente a existência de negociações com os Estados Unidos, o que levou à reversão parcial do apetite por risco observado inicialmente. A partir daqui, os mercados passam a depender menos da retórica e mais de evidências concretas de avanço nas tratativas”, destacaram analistas do Deutsche Bank.
Nesse contexto, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXH2026 permanece próximo aos níveis do fechamento anterior, ao redor de 24 pontos, sinalizando um ambiente ainda marcado por cautela e sensibilidade a novos desdobramentos geopolíticos.
Insider Trading de Trump
O Financial Times reportou que um trader teria montado uma posição superior a US$ 500 milhões em petróleo apenas 15 minutos antes de Donald Trump divulgar, na Truth Social, comentários sobre supostas conversas “produtivas” com o Irã — evento que acabou provocando uma forte queda no preço do barril.
A Casa Branca reagiu rapidamente, afirmando que não tolera qualquer forma de lucro ilegal com informação privilegiada e classificou as insinuações, sem provas concretas, como “infundadas e irresponsáveis”.
No mercado, é extremamente difícil provar a prática de Insider Trading, mas o timing da operação, o volume negociado e a amplitude do movimento de queda dos preços de petróleo, deixaram alguém muito mais rico.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em queda moderada nesta sessão, refletindo a combinação de dados macroeconômicos mais fracos e a persistente incerteza em torno dos desdobramentos da guerra no Oriente Médio.
No campo econômico, novos indicadores reforçam o enfraquecimento da atividade na região. O Índice de Gerentes de Compras (PMI) composto da zona do euro, divulgado pela S&P Global, recuou para 50,5 em março — o menor nível em dez meses — ante 51,9 em fevereiro, aproximando-se perigosamente da linha que separa expansão de contração. O resultado reflete o impacto direto do aumento dos custos de insumos, que atingiram o patamar mais elevado em mais de três anos, além das novas disrupções nas cadeias globais de suprimento, as mais intensas desde meados de 2022.
Para Chris Williamson, economista-chefe da S&P Global Market Intelligence, o cenário já acende sinais de alerta. “O PMI preliminar da zona do euro aponta para um ambiente de estagflação, com a guerra no Oriente Médio pressionando os preços ao mesmo tempo em que compromete o ritmo de crescimento”, afirmou.
A deterioração do indicador ocorre de forma heterogênea entre as principais economias do bloco. Enquanto a Alemanha apresenta relativa resiliência, outras regiões mostram sinais mais claros de enfraquecimento, com destaque para a França, onde a confiança empresarial sofreu forte queda.
No mercado acionário, empresas ligadas ao setor de energia, como Shell e BP, avançam, sustentadas pela valorização moderada do petróleo em meio ao risco geopolítico. Em contrapartida, papéis de tecnologia enfrentam pressão: a SAP recua cerca de 3,4% após o JP Morgan rebaixar sua recomendação de “overweight” para “neutral”, citando incertezas no serviço de software.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a terça-feira em alta, acompanhando o movimento positivo visto nos Estados Unidos e na Europa na sessão anterior. O gatilho veio após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmando que houve “conversas muito boas e produtivas” sobre uma possível resolução do conflito com o Irã.
Apesar das contradições — com o Irã negando qualquer negociação —, o mercado reagiu rapidamente, promovendo um desmonte de posições defensivas e retomando parcialmente o apetite por risco.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi TVC:KOSPI liderou os ganhos com alta de 2,7%, impulsionado principalmente pela SK Hynix (+5,7%) e a Samsung Electronics (+1,8%).
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 avançou 1,4%, também beneficiado por um dado macro relevante: a inflação ao consumidor recuou para 1,3% na comparação anual, abaixo da meta do banco central e no menor nível desde março de 2022 — fator que reduz a pressão por alta de juros no país.
Na China continental, os índices Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 registraram ganhos entre 0,9% e 1,8%. Já em Hong Kong, o Hang Seng HSI:HSI se destacou com forte alta de 2,8%, puxado principalmente pelos setores financeiro e de tecnologia.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 teve alta marginal de 0,2%, enquanto na Austrália o ASX 200 ASX:XJO subiu 0,1%, com desempenho limitado pelo setor financeiro, apesar da força das mineradoras.
SPX 500, MENSAL E O CICLO DE BENNER.Boa tarde Trader,s e Investidores.
Na tela gráfico de linha do SPX 500 desde sua criação.
Reparem que estamos muito próximos da linha de tendência de alta que une 2 topos consideráveis.
A contagem de ondas de Elliot, eu coloquei, mas não sei se está correta, porém pode fazer sentido.
As linhas verticais vermelhas, são uma projeção para a onda 5 atual, onde projetei ao tamanho da onda 1. Essa projeção tem como alvo mais ou menos 8.300 pontos, cerca de 25 a 30% apenas dos valores atuais.
E abaixo o Ciclo de Benner, onde mostra 2026 como um ano para possíveis realizações de lucro.
Sim, esse Ciclo errou algumas vezes no decorrer do tempo, mas é notório que mais acertou que errou.
Com base na história, e não só história do mercado financeiro, acredito que estamos próximos de tempos mais difíceis para todos.
Mas e aí, o que acham?
"Verdade ou não !setor de energia realiza lucro, IBOV aproveita""Verdade ou não !setor de energia realiza lucro, IBOV aproveita"
Hoje o mercado financeiro vive um momento curioso. Os grandes players de energia, que vinham acumulando lucros expressivos, decidiram realizar parte desses ganhos. O movimento acontece mesmo sem grande confiança nas falas do Trump, o que mostra que, mais do que narrativa política, o mercado está aproveitando o timing para ajustar posições.
No Brasil, o IBOV vinha sofrendo quedas consecutivas desde os 192.000 pontos até tocar os 176.000. Eu já havia comentado no dia 20/03/26 que enxergava o índice como uma mola comprimida: quanto mais pressionada, maior a força para o movimento de alta. Para testar minha tese, o mercado ainda caiu forte na sexta-feira, mas hoje mostra reação e sobe cerca de 3%, num claro movimento técnico de alívio.
Meu alvo segue em 184.000 pontos. A alta de hoje reforça a ideia de que o mercado estava apenas acumulando energia para um repique. Amanhã será o verdadeiro teste: vamos descobrir se os investidores realmente acreditam no discurso de Trump ou se apenas aproveitaram o momento para realizar lucros e reposicionar carteiras.
De toda forma, sigo convicto de que a mola ainda tem espaço para se expandir.
ANÁLISE NAS100 E S&P500 O ativo segue respeitando uma estrutura macro de baixa, evidenciada pela formação de topos e fundos descendentes, além de uma linha de tendência descendente que vem atuando como guia do movimento vendedor.
Após múltiplas rejeições nessa LTB, o preço continua demonstrando fraqueza estrutural, com incapacidade de gerar quebras significativas de estrutura para o lado comprador (BOS bullish).
🔍 Contexto atual:
O preço realizou uma perna impulsiva de baixa, rompendo regiões intermediárias de suporte.
Atualmente, está testando uma zona de demanda relevante (RBD) — destacada como uma região onde houve absorção compradora anteriormente (sexta-feira).
Essa região funciona como um possível ponto de reação institucional, podendo gerar um pullback ou consolidação.
⚠️ Pontos de atenção:
Caso essa zona de demanda seja rompida com deslocamento, aumenta a probabilidade de continuidade da queda em busca de liquidez inferior.
Existe uma região mais abaixo marcada como OB + BPR em H4, que pode atuar como próximo alvo do preço — área de maior interesse institucional.
📊 Leitura de fluxo (SMC):
O mercado segue em busca de liquidez vendedora abaixo dos fundos recentes.
A tendência predominante ainda favorece operações de continuação de venda, especialmente em retrações para zonas premium.
Qualquer reação compradora nesta demanda deve ser tratada como corretiva, a menos que haja quebra clara de estrutura (BOS).
🎯 Cenários possíveis:
Rejeição na demanda atual → Pullback até regiões de oferta / LTB → Continuidade da queda.
Perda da demanda → Expansão bearish em direção ao OB + BPR inferior.
Acumulação local → Consolidação antes da próxima expansão direcional.
CUP AND HANDLE BCOM (COMMODITIES)Pessoal precisamos falar dessa possibilidade. Com a guerra no Irã o Bloomberg Commodity Index - BCOM atingiu a máxima de 2022. A trajetória de subida para o pico de 2022, correção e este reteste agora sugerem que podemos estar observando um final de cup (xícara) de um cup and handle (xícara e alça).
A partir daqui temos que monitorar se fará uma correção podendo ser no formato alça (arredondado) ou canal (alça reta, caso que aconteceu no ouro). No gráfico fiz algumas especulações com o desenho, sugerindo uma correção até 61,8% de fibo onde o fundo da alça arredondada também revisitaria uma LTA. Também especulo o tempo, usei metade do tempo da xícara para formar a amplitude horizontal da alça. Com isso o rompimento e confirmação do cup and handle , ficaria para 2028. Com base em toda essa especulação a projeção de fibo considerando um recuo a 61,8% (conservador, ideal seria 38/50%) na retração levaria os preços do BCOM a revisitar a máxima de 2008 (2,618).
Pensar que o preço pode escalar 2,618 de fibo não é irreal, o ouro atingiu 4,213 de fibo no seu cup mensal. Vou tentar deixar uma imagem do gráfico do ouro na imagem e também um link para ideia antiga que dá para verificar o que estou falando.
Esta máxima que o BCOM atingiu agora é uma região de preços importantes, pq além de 2022 foi máxima de 2014. Estaríamos na 3ª visita a essa região de preços e não me surpreenderia se superasse sem handle .
De qualquer forma a possibilidade dos preços do BCOM escalarem é um desenvolvimento que é preciso acompanhar dada a influência nas economias ao redor do globo e impacto nos mercados financeiros.
P.S. sem comentário técnico hoje, até o momento não há movimentos que não estejam de algum forma contemplados nos anteriores.
#122- Últimas Pernas e Pivôs| SPX 3M| Gain 69x31 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 3 minutos do SPX, rompeu o topo de uma última perna de baixa, poderá retrair para um retorno/risco mais favorável e poderá subir até o(s) alvo(s) da projeção da sequência de Fibonacci. Poderá ocorrer traps no fundo mais baixo ou retrações em níveis de Fibonacci.
#116- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 69x25 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do DXY, rompeu o fundo de uma última perna de alta, poderá retrair para um retorno/risco mais favorável e deverá cair até seu(s) alvo(s). Poderá ocorrer traps no topo mais alto.
#113- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 68x23 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do DXY, rompeu o topo de uma última perna de baixa, poderá retrair para um retorno/risco mais favorável e poderá subir até o(s) alvo(s) da projeção da sequência de Fibonacci. Poderá ocorrer traps no fundo mais baixo ou retrações em níveis de Fibonacci.
#102- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 65x22 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do DXY, rompeu o topo de um pivô de alta indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do fundo mais baixo, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps abaixo do fundo projetado, inclusive com rompimento (do fundo projetado) que não supere um pavio prévio.
BOV — Está doido para disparar novas altas" no curto prazoIBOV: Mola Comprimida e Espaço para Repique
O Ibovespa demonstra sinais claros de exaustão de venda e busca gatilhos para retomar a trajetória de alta. Após o estresse recente, o mercado parece ter encontrado um suporte relevante.
IBOVESPA: O Paciente Saiu do Coma e Quer Dançar no Meio do Tiroteio!
Introdução:
"Meus amigos, o Ibovespa está mais imprevisível que humor de ex em dia de chuva. O mercado apanhou tanto nos últimos dias que, se o índice fosse um lutador de boxe, o juiz já teria encerrado a luta por piedade. Mas respira! O Ibov resolveu que cansar de apanhar é melhor do que revidar, e agora está ali, com a 'mola comprimida', doidinho para dar um salto ornamental dos 180k de volta para a glória. O petróleo a 110 dólares? Já virou rotina. A guerra? O mercado já fez até figurinha no WhatsApp sobre ela. Se você sobreviveu à queda dos 192k até os 176k sem vender um rim, parabéns: você é um mestre Zen ou apenas esqueceu a senha da corretora!"
Preços e Suportes: Ontem, a força compradora defendeu a região dos 176.000 pontos, sinalizando que o mercado já absorveu boa parte do prêmio de risco geopolítico (petróleo a US$ 110) e a manutenção da Selic em 14,75%.
O Gatilho da Descompressão: Há um represamento nítido após a queda dos 192.000 para os 180.000 pontos. Com a greve dos caminhoneiros fora do radar imediato, abre-se espaço para as Blue Chips liderarem uma recuperação técnica, dado que foram excessivamente castigadas.
Small Caps vs. Inflação: Enquanto as gigantes podem subir, as Small Caps seguem pressionadas. A sensibilidade aos juros e o impacto inflacionário do petróleo limitam o ímpeto desse setor no curto prazo.
O Olhar do Mercado: O cenário atual está precificado, mas as consequências secundárias da inflação de energia ainda não. O mercado aguarda o "hard data" para ajustar as projeções de longo prazo.
Projeção de Curto Prazo:
Para o pregão de hoje, estimo uma valorização entre 0,80% e 1,00%. No horizonte de poucos dias, o alvo é buscar a resistência na casa dos 2,06% (conforme a linha pontilhada no gráfico). O VIX sugere um ambiente de complacência controlada: o momento é favorável, mas exige cautela com a exposição.
Opção 2: "Insight" Rápido (Foco em Agilidade)
Radar do Dia: Ibovespa pronto para destravar valor?
O mercado brasileiro está com a "mola comprimida". Após testar os 176k pontos e ver o fluxo comprador entrar pesado, o IBOV sinaliza que a queda dos 192k aos 180k pode ter sido exagerada.
O que mudou? O ruído da greve dos caminhoneiros dissipou, e o mercado já "engoliu" o petróleo a US$ 110 e os juros a 14,75%. O foco agora gira para o repique das Blue Chips. As Small Caps ainda sofrem com o fantasma da inflação de custos, mas o índice geral tem fôlego para buscar +2,06% em breve. Para hoje, o viés é de alta entre 0,80% e 1%. O VIX permite o otimismo, desde que não haja novos fatos políticos ou greves inesperadas.
O Desdobramento: Do Repique à Consolidação
Se o Ibovespa confirmar o movimento de alta projetado e romper a barreira técnica da "linha pontilhada" (os +2,06%), entramos em uma nova fase de mercado. O otimismo deve ser filtrado por três pilares críticos:
1. O Revezamento de Fluxo (Rotation)
Com as Blue Chips (Vale, Petrobras e Bancos) estancando a sangria, o mercado buscará o próximo porto seguro.
Se o petróleo estabilizar: As exportadoras perdem o brilho imediato para as empresas de consumo e varejo de alta renda, que podem tentar um rali de alívio se os DIs (juros futuros) cederem junto com a calmaria política.
Atenção: Se o Ibovespa fechar acima dos 183.500 pontos, o vácuo gráfico pode puxar o índice de volta aos 188.000 rapidamente.
2. O "Check-up" da Inflação
O mercado já precificou o petróleo a US$ 110, mas o efeito secundário (transmissão para os preços de frete e alimentos) ainda não apareceu nos dados do IPCA.
Estratégia: O investidor deve observar se o Banco Central manterá o tom de "vigilância" ou se voltará a falar em cortes. Sem sinal de queda na Selic à frente, qualquer alta acima de 3% no índice encontrará forte resistência de realização de lucros.
3. Gerenciamento do VIX e Volatilidade
O VIX comportado é um convite para o tomador de risco, mas no cenário atual, é um "campo minado silencioso".
A regra de ouro: Não se posicionar "comprado no topo" do repique. A alta de 0,80% a 1,00% prevista para hoje serve para quem já está posicionado ajustar stops ou para day traders rápidos. Para o médio prazo, o ideal é esperar a confirmação de que os 176.000 pontos viraram um suporte de ferro.
O que monitorar nas próximas 48 horas:
Fluxo Estrangeiro: Verificar se o gringo voltou a comprar Brasil após o susto da guerra. Sem o capital externo, as Blue Chips perdem tração.
Curva de Juros (DIs): Se os juros longos continuarem subindo apesar da alta da bolsa, a subida do Ibov é "vôo de galinha".
Ruído Político: Qualquer menção a subsídios de combustíveis pode anular o otimismo com a Petrobras e, consequentemente, com o índice.
Resumo da Ópera: O cenário é de oportunidade tática. A mola vai descomprimir, mas o investidor inteligente não compra a euforia; ele compra o teste do suporte e vende na euforia do alvo atingido.
Análise FOREX | SEXTA 20.03.26 | ICTNeste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
Disclaimer
Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
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Mandato de Powell será prorrogado? O que isso significa para ...Mandato de Powell será prorrogado? O que isso significa para os mercados
O Federal Reserve manteve sua taxa de juros inalterada, mas reconheceu a crescente incerteza em relação ao atual conflito com o Irã.
Apesar disso, o Fed continua projetando um corte nas taxas em 2026 e outro em 2027.
O índice do dólar americano voltou a ficar acima do nível 100, enquanto as ações dos EUA ampliaram sua queda. Ao mesmo tempo, os futuros do petróleo bruto WTI se recuperaram em direção aos US$ 98
Viva o Rei!
Um juiz federal bloqueou recentemente a intimação claramente politizada emitida pelo Departamento de Justiça contra o presidente do Fed, Jerome Powell. A apresentadora da Fox News que se tornou procuradora federal, Jeanine Pirro, confirmou que o Departamento de Justiça irá recorrer dessa decisão.
Powell acaba de indicar que permanecerá no cargo além do fim de seu mandato em maio, caso Kevin Warsh, seu substituto indicado, enfrente um atraso na confirmação. O senador republicano Thom Tillis declarou que não confirmará Warsh como novo presidente do Fed até que a investigação sobre Powell seja resolvida. Warsh é amplamente visto como mais aberto a cortes nas taxas do que Powell.
Morning Call - 18/03/2026 - Mercados Otimistas antes do FOMCAgenda de Indicadores:
9:30 – USA – Índice de Preços ao Produtor (IPP)
10:45 – CAD – Decisão de Taxa de Juros BoC
11:00 – USA – Pedidos de Bens Duráveis
11:00 – USA – Encomendas à Indústria
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Decisão de Taxa de Juros do Fed
15:00 – USA – Projeções do Fed
18:30 – BRA – Decisão de Taxa de Juros
Agenda de Autoridades:
11:30 – CAD – Coletiva de Imprensa com o presidente do BoC, Tiff Macklem
15:30 – USA – Coletiva de Imprensa com o presidente do Fed, Jerome Powell
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Ameaça de Greve
A possibilidade de uma paralisação nacional de caminhoneiros voltou ao radar do mercado e do governo. Lideranças da categoria indicaram que uma greve pode ser deflagrada até o fim de semana, em resposta ao aumento do diesel e à insatisfação com os valores do frete, após uma reunião que fortaleceu a articulação do movimento em escala nacional.
Apesar de ainda não confirmada, a mobilização segue em fase de negociação com sindicatos, associações e cooperativas do setor de transporte, com o objetivo de coordenar ações simultâneas, incluindo possíveis paralisações em portos estratégicos do país. O cenário já acende um alerta no governo federal, diante da possibilidade de os caminhoneiros levarem suas reivindicações diretamente a Brasília e buscarem uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos próximos dias.
A ameaça remete à memória da greve de 2018 e surge em um momento sensível, às vésperas da decisão de juros do Comitê de Política Monetária, adicionando um novo fator de risco ao cenário inflacionário. Uma eventual paralisação poderia gerar impactos relevantes na cadeia de abastecimento, pressionando ainda mais os preços.
Segundo José Roberto Stringasci, presidente da Associação Nacional do Transporte no Brasil, bloqueios em rodovias podem se tornar inevitáveis caso a paralisação avance. O pano de fundo do movimento é a recente escalada do diesel, que tem elevado significativamente os custos do transporte rodoviário.
Medidas adotadas pelo governo, como a redução de tributos federais sobre o combustível, não foram suficientes para conter a insatisfação. Isso porque, logo após o anúncio, a Petrobras promoveu um reajuste de 11,6% no diesel nas refinarias, com expectativa de novos aumentos para reduzir a defasagem em relação aos preços internacionais.
A Petrobras reafirmou sua política de preços, destacando que não realiza o repasse automático da volatilidade externa, e que o ajuste recente está alinhado a essa estratégia. Ainda assim, o movimento reforça a percepção de pressão adicional sobre os combustíveis.
O vice-presidente Geraldo Alckmin minimizou o risco de paralisação, afirmando que a greve “não tem sentido” diante das medidas já adotadas para conter os preços e garantir o abastecimento. Questionado sobre novas iniciativas, indicou que não há decisões concretas no momento.
Nos bastidores, o Ministério da Fazenda articula a possibilidade de uma redução temporária do ICMS sobre o diesel, tema que deve ser discutido no âmbito do Confaz. Ao mesmo tempo, a Agência Nacional do Petróleo e a Petrobras negaram relatos de desabastecimento, embora distribuidoras demonstrem preocupação com possíveis gargalos na oferta, especialmente após o cancelamento de leilões recentes de combustíveis.
O cenário segue em evolução e adiciona mais um vetor de incerteza ao ambiente macroeconômico brasileiro, com potenciais impactos sobre inflação, atividade e decisões de política monetária no curto prazo.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em alta consistente nesta quarta-feira, impulsionados pelo alívio nos preços do petróleo e pela expectativa em torno da decisão de juros do Federal Reserve, em um ambiente ainda marcado por incertezas sobre inflação e crescimento global.
O movimento é liderado pelos contratos do Russell 2000 ACTIVTRADES:USARUS , mais sensível à trajetória dos juros, que avançam cerca de 1%, enquanto o índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXH2026 recua levemente para 22,3 pontos, ainda indicando uma demanda moderada por proteção.
O alívio recente vem da estabilização dos preços do petróleo, após dias de forte alta. Mesmo com a intensificação do conflito no Oriente Médio — incluindo novos ataques entre Israel e Irã e a sinalização de que não há uma solução diplomática no curto prazo — os mercados reagiram positivamente à retomada parcial das exportações iraquianas pelo porto de Ceyhan, na Turquia.
Apesar disso, os riscos seguem elevados. O Estreito de Ormuz permanece amplamente comprometido, mantendo a ameaça de um choque mais severo na oferta global de energia. Segundo Natasha Kaneva, do JPMorgan Chase, a atual estabilidade do petróleo reflete fatores temporários, como estoques elevados e intervenções políticas. Caso o estreito permaneça fechado, os preços tendem a subir novamente à medida que os estoques globais forem sendo consumidos.
No campo acionário, o sentimento positivo também é sustentado pelo setor de tecnologia. Os futuros do S&P 500 sobem cerca de 0,4%, enquanto o Nasdaq avança 0,5%, apoiados pelas expectativas de resultados sólidos da Micron Technology, que divulga seus números ainda hoje. Investidores buscam sinais sobre oferta de chips e dinâmica de preços no setor.
Além disso, o otimismo ganhou força com a notícia de que a Nvidia recebeu aprovação na China para comercializar uma nova geração de chips de inteligência artificial, reforçando a tese de crescimento estrutural da demanda por IA.
Com esse pano de fundo, o mercado entra na decisão do Fed equilibrando dois vetores: de um lado, o alívio temporário no petróleo e o suporte da tecnologia; de outro, a incerteza persistente sobre a inflação e os impactos econômicos de um conflito geopolítico ainda longe de uma resolução.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta média de cerca de 1% nesta quarta-feira, impulsionados pela estabilização dos preços do petróleo e pela expectativa em torno da decisão de juros do Federal Reserve.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avança cerca 1%, registrando a terceira sessão consecutiva de ganhos, na sua sequência mais longa em cerca de um mês.
Mesmo com a intensificação das tensões entre Israel e Irã — incluindo o assassinato de um alto chefe de segurança em Teerã — os mercados reagiram de forma construtiva, focando no alívio momentâneo dos preços da energia.
No campo setorial, o segmento de energia recua cerca de 0,3%, caminhando para encerrar uma sequência de oito sessões consecutivas de alta, pressionado pela leve correção do petróleo. Em contrapartida, o setor financeiro lidera os ganhos, impulsionando os índices de referência.
Entre os destaques corporativos, a Diploma PLC dispara 14,5% após elevar sua projeção para o ano fiscal de 2026, enquanto a Bolloré avança 15,7% com o anúncio de um dividendo extraordinário de 1,5 euro por ação, animando os investidores.
No campo macroeconômico, os dados finais de inflação da Zona do Euro vieram ligeiramente abaixo das expectativas na leitura mensal de fevereiro, enquanto, na base anual, os números confirmaram as projeções do mercado.
Ásia/Pacífico
As bolsas da Ásia-Pacífico encerraram em forte alta nesta quarta-feira, impulsionadas por uma trégua nos preços do petróleo, com o Brent se estabilizando próximo de US$ 100 por barril, em meio à liberação de estoques globais e ações coordenadas de autoridades políticas.
A commodity encontrou algum alívio após um acordo entre o governo do Iraque e autoridades curdas para retomar as exportações pelo porto de Ceyhan, na Turquia — embora o Estreito de Ormuz permaneça amplamente comprometido, mantendo os riscos elevados para a oferta global de energia.
Segundo Natasha Kaneva, chefe global de commodities do JPMorgan Chase, a estabilidade recente dos preços reflete fatores temporários, como estoques elevados e intervenções políticas. Ainda assim, ela alerta que, caso Ormuz continue fechado, o mercado deverá enfrentar um novo ajuste altista à medida que os estoques globais forem sendo consumidos.
Na região, o destaque ficou com a Coreia do Sul. O índice Kospi TVC:KOSPI saltou 5%, atingindo o maior nível em quase três semanas, após o governo anunciar novas medidas para fortalecer o mercado acionário local. A Financial Services Commission afirmou que pretende restringir práticas como a dupla listagem entre empresas controladoras e subsidiárias, além de ampliar programas de estabilização, se necessário.
As ações de tecnologia lideraram os ganhos: a Samsung Electronics avançou 7,5%, após sinalizações de que o setor de semicondutores pode entrar em um “superciclo sem precedentes”. A concorrente SK Hynix disparou 8,9%, refletindo o otimismo com a demanda por chips ligados à inteligência artificial.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 subiu 2,9%, puxado por empresas de tecnologia. A Advantest avançou mais de 6%, enquanto a SoftBank Group subiu cerca de 5,8%.
No campo político, a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, deve se reunir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, amanhã.
Na China continental e em Hong Kong, os ganhos foram mais modestos. Os índices Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 avançaram entre 0,2% e 1%, refletindo um ambiente ainda cauteloso.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 subiu 1,1%, com destaque para a TSMC, que avançou 1,9%. Já na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO registrou alta de 0,3%, em meio a um desempenho misto entre os setores financeiro e de mineração.
O pano de fundo segue sendo a geopolítica e a energia: a estabilização momentânea do petróleo trouxe alívio, mas o mercado permanece sensível a qualquer mudança no fluxo global de oferta — especialmente enquanto o Estreito de Ormuz continuar sob tensão.
DXY pode iniciar nova perna de baixaOlá, amigos do TradingView!
Nesta leitura, trago para vocês uma possibilidade que julgo ser importante para o DXY. O ativo pode ter desenvolvido uma estrutura corretiva que chamamos de Expanding Triangle , e o movimento mais recente parece estar formando a parte final desse processo.
Expanding Triangle:
Em Elliott Wave, trata-se de uma estrutura corretiva lateral, formada por 5 pernas: A-B-C-D-E. Cada perna costuma se subdividir em 3 subondas, e sua principal característica é a seguinte: o triângulo vai se expandindo, e não se contraindo. Por isso ele é chamado de expansivo.
O que torna esse padrão importante é o fato de que ele normalmente indica que o mercado está em uma fase terminal da correção. Assim, quando o triângulo termina na onda E, muitas vezes o preço realiza um movimento mais forte na sequência.
A recuperação recente, apesar da alta, ainda me parece mais corretiva do que impulsiva. Em outras palavras, o preço está subindo, mas não com a “força limpa” que normalmente vemos em uma tendência de alta verdadeira. Em vez disso, o movimento apresenta bastante sobreposição entre as pernas, avanço irregular e dificuldade de continuidade.
Essa interpretação — de que o mercado possa estar concluindo uma onda terminal do tipo B ou X (em azul) dentro da correção — é relevante porque abriria espaço para o início de uma nova perna de baixa, potencialmente mais agressiva. Se essa leitura estiver correta, o próximo deslocamento relevante pode buscar níveis bem abaixo do fundo recente em 95,551.
Ponto de invalidação:
Se o DXY romper essa região atual com força e desenvolver continuidade acima da resistência, essa contagem perde qualidade e precisará ser revisada. Até lá, sigo vendo essa alta mais como correção do que como tendência.
Análise FOREX e OURO/PRATA | TERÇA 17.03.26 | ICTNeste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
Disclaimer
Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
análise gráfica, pré-mercado, ict, inner circle trader, price action, liquidez, estrutura de mercado, trading, nasdaq, us100, futuros, mercado financeiro, day trade, smart money, análise técnica
Uma batalha atrás da outra para o Nikkei e o DAX Antes da guerra, muitos investidores globais mantinham posições compradas tanto no Nikkei 225 quanto no DAX. A retração das ações japonesas é particularmente notável, considerando o forte início de 2026 do Nikkei.
Tanto o Japão quanto a Alemanha encontram-se em uma posição altamente vulnerável, já que a guerra no Irã ameaça o fluxo de petróleo bruto. O Japão é especialmente sensível, com cerca de 90% de suas importações de petróleo provenientes do Oriente Médio.
O Nikkei está agora se aproximando de um território de correção, enquanto seu indicador de volatilidade implícita de um ano subiu para o nível mais alto desde a pandemia.
Na Alemanha, o DAX 40 permanece vulnerável devido à sua forte ponderação nos setores industrial, automotivo e químico. Esses setores são particularmente sensíveis ao aumento dos custos de energia.
Na segunda-feira, o ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, rejeitou as exigências do presidente dos EUA, Donald Trump, por apoio militar, dizendo: “O que Trump espera que um punhado de fragatas europeias faça no Estreito de Ormuz que a poderosa Marinha dos EUA não possa fazer?”
Petróleo a US$200? Volatilidade implícita em US$ 32,89 neste mêsPetróleo a US$ 200? Volatilidade implícita em US$ 32,89 neste mês
“Preparem-se para o petróleo chegar a US$ 200 o barril...”, disse na quarta-feira um porta-voz do comando militar do Irã.
Pelo menos 13 navios petroleiros e cargueiros estrangeiros foram atacados no Golfo Pérsico, e o novo líder supremo do Irã afirmou que o Estreito de Ormuz deve permanecer fechado como uma “ferramenta para pressionar o inimigo”.
Ainda assim, os preços continuam abaixo dos 100 dólares por barril, talvez suprimidos em pequena medida pela liberação de 400 milhões de barris de petróleo das reservas de emergência de certos países, com 172 milhões de barris provenientes apenas das reservas dos EUA.
Enquanto isso, o Índice de Volatilidade do ETF do Petróleo Bruto está em níveis máximos em vários anos, os mais altos desde 2020, quando a COVID-19 interrompeu as cadeias de abastecimento globais. O OVX é um instrumento fundamental para medir a volatilidade no mercado de petróleo. Atualmente, a volatilidade implícita sugere US$ 32,89 em movimentos acumulados nos próximos 30 dias.
Análise FOREX e OURO/PRATA | QUINTA 12.03.26 | ICTNeste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
Disclaimer
Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
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"IBOV-índice fez repique e aguardar fatos Concretos"O Ibovespa fechou o pregão de 10/03/2026 em alta de +1,40%, aos 183.447 pontos, impulsionado pelo alívio momentâneo nas tensões geopolíticas entre Irã e Estados Unidos e pelas falas de Trump sobre a proximidade do fim da guerra. O movimento reforça que, para sustentar novas altas, o mercado precisará de fatos concretos além das narrativas.
Contexto Geopolítico e Narrativas
A guerra entre Irã e Estados Unidos está em uma fase marcada por narrativas de vitória de cada lado.
O mercado de energia aproveitou esse ambiente para realizar lucros, apoiando-se nas declarações de Trump.
O petróleo Brent segue em torno de US$ 90, refletindo expectativa de desdobramentos reais. Mesmo que o conflito terminasse hoje, a reabertura do Estreito de Ormuz exigiria tempo para normalizar a cadeia de abastecimento global.
Mercado Internacional
Futuros americanos: estáveis na madrugada, sem sinal de pânico, mas também sem entrar em modo calmaria.
VIX: permanece em níveis intermediários, indicando que o mercado não está em euforia nem em estresse extremo.
Wall Street (10/03/2026): S&P 500 caiu -0,21%, Nasdaq praticamente estável (+0,01%).
Câmbio: dólar subiu levemente frente ao real, cotado a R$ 5,16 (+0,06%).
Fechamento do Ibovespa – 10/03/2026
Índice: 183.447 pontos (+1,40%).
Variação: +2.531 pontos em relação à sessão anterior.
Destaques positivos: Rumo (RAIL3) +6,96%.
Destaques negativos: Raízen (RAIZ4) -5,45%.
📈 Fechamento do Ibovespa – 10/03/2026
📊 Ibovespa: 183.447 pontos (+1,40%)
🚂 Maior alta: Rumo (RAIL3) +6,96%
🌱 Maior queda: Raízen (RAIZ4) -5,45%
💵 Dólar/Real: R$ 5,16 (+0,06%)
🛢️ Brent: ~US$ 90/barril
🇺🇸 S&P 500: -0,21%
💻 Nasdaq: +0,01%
Perspectivas
O Ibovespa mostrou força ao recuperar os 183 mil pontos, mas a continuidade das altas dependerá de fatos concretos: avanços reais na resolução da guerra, estabilidade no petróleo e sinais mais claros da política monetária.
Narrativas ajudam no curto prazo, mas o mercado brasileiro precisa de fluxo de capital consistente e melhora nos indicadores internos para sustentar novos patamares.
O investidor deve observar:
Evolução das negociações EUA–Irã.
Movimentos do petróleo Brent e do câmbio.
Política de juros futuros no Brasil, que já mostrou queda e ajudou na alta do índice.
Narrativa e Perspectiva
O mercado segue dividido entre narrativas e fatos. As falas de Trump deram combustível para o otimismo, mas os investidores sabem que sem avanços reais na guerra entre Irã e Estados Unidos, o Brent continuará rondando os US$ 90 e o Ibovespa terá dificuldade em sustentar novas máximas.
O índice brasileiro mostrou força ao recuperar os 183 mil pontos, mas agora precisa de fluxo de capital consistente e sinais concretos de estabilização global para seguir em alta.
#86- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 62x17 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do DXY, rompeu um pivô Mario & Carvalho, onde só se projeta o descanso da onda 2, ou seja, último fundo e último topo antes do rompimento, poderá retrair para um retorno/risco mais favorável e o alvo será o de 100%, onde pode ser feito parcial, no caso de querer segurar.
"IBOV -Entre o Blefe de Trump e a Realidade""IBOV -Entre o Blefe de Trump e a Realidade"
A situação atual no Oriente Médio atingiu um ponto crítico com desdobramentos significativos tanto em Teerã quanto em Washington. Conforme relatado pela Reuters e outros veículos internacionais em março de 2026, o cenário é de escalada militar e endurecimento político.
Aqui estão os pontos principais da situação:
1. Novo Líder Supremo no Irã
Após a morte de Ali Khamenei no início do conflito, a Assembleia de Especialistas do Irã confirmou no último domingo (8 de março de 2026) a escolha de seu filho, Mojtaba Khamenei, como o novo Líder Supremo.
Linha-dura: Mojtaba é visto como uma figura ainda mais radical que seu pai, com laços profundos com o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC).
Mensagem de Resistência: A nomeação é interpretada como um sinal de que o regime iraniano não pretende recuar ou buscar moderados para negociar durante a guerra.
2. A Postura de Donald Trump
O presidente Donald Trump tem adotado uma retórica de "pressão máxima" absoluta, afirmando que a guerra pode acabar "em breve", mas sob condições específicas:
Rendição Incondicional: Trump declarou em suas redes sociais e em coletivas a bordo do Air Force One que não aceitará acordos parciais, exigindo a "rendição incondicional" do Irã.
Rejeição ao Novo Líder: O presidente americano classificou Mojtaba Khamenei como "inaceitável" e afirmou que os EUA devem ter voz na escolha de um líder que traga "harmonia e paz".
Fim do Conflito: Segundo Trump, o conflito terminará quando a infraestrutura militar e nuclear do Irã for neutralizada, prevendo que o país terá um futuro próspero sob uma nova liderança aprovada pelo Ocidente.
3. Impactos Globais
Petróleo: O preço do barril de petróleo disparou, ultrapassando os US$ 100 e chegando a picos de quase US$ 120 devido ao fechamento efetivo do Estreito de Ormuz.
Operação Militar: A ofensiva (denominada por alguns setores da Casa Branca como Operation Epic Fury) continua com pesados bombardeios aéreos, enquanto Israel ameaça atingir diretamente qualquer novo líder que mantenha a postura atual de Teerã.
A situação é volátil e as declarações de Trump sugerem que ele acredita em uma vitória militar rápida que force uma mudança de regime.
Aqui está uma análise do porquê minha tese de que ele está "ganhando tempo" faz total sentido no contexto atual:
1. A Estratégia do "Papo Firme" para o Mercado
O mercado de petróleo estava em pânico hoje cedo, com o Brent encostando nos US$ 120. Quando Trump veio a público dizer que a guerra está "praticamente acabada" e que o Irã "não tem mais nada", ele causou um choque de otimismo imediato.
O Resultado: O petróleo despencou de US$ 120 para a casa dos US$ 85 em poucas horas.
Realização de Lucros: Como previmos, os grandes players que estavam "comprados" em energia aproveitaram a fala para realizar lucros, aliviando a pressão de alta sem que Trump precisasse, de fato, disparar um único míssil a menos.
2. A Pressão Doméstica (Gasolina e Eleições)
Nos EUA, o preço médio do galão subiu quase 30 centavos em uma semana, chegando a US$ 3,25. Para o eleitor americano, isso é mais real do que qualquer movimentação geopolítica.
Trump tem dito que "se subir, subiu", mas os bastidores da Casa Branca mostram um cenário de "gritos" e busca desesperada por soluções.
Ele sabe que, se a gasolina continuar subindo, sua narrativa de "economia pujante" desmorona antes das eleições de meio de mandato (midterms).
3. "Vencendo no Grito" ou Realidade Militar?
Há uma discrepância clara: enquanto Trump diz que a capacidade militar iraniana foi "destruída", analistas e o próprio Irã alertam que a guerra de guerrilha e os ataques a infraestruturas de energia na região podem durar meses.O cenário para o Ibovespa não parece promissor para manutenção dos patamares elevados que vimos anteriormente.
Destacamos pontos cruciais:
Distorção e Realização: De fato, o fluxo estrangeiro e a euforia pré-crise inflaram o preço de muitos ativos, tornando a realização de lucro um movimento natural diante da incerteza geopolítica.
O Papel da Petrobras: As ações funcionaram como um amortecedor da queda do índice, evitando um tombo ainda maior. No entanto, com a possível diminuição da tensão em torno do petróleo, esse efeito pode não se sustentar.
Confiança e Fluxo: Sua observação é pertinente. A confiança externa é fundamental, e um cenário de instabilidade geopolítica pode levar a uma redução do apetite por risco em mercados como o Brasil, impactando o Ibovespa negativamente.
Essa "conta simples" de que tudo volta ao que era antes é uma projeção pouco provável em um cenário complexo como este.
O mercado tende a recalibrar as expectativas, e o que vimos foi uma correção e uma realocação de capital.
Pontos de atenção para o Ibovespa:
Descompressão: A diminuição da tensão no petróleo pode sim tirar dinheiro das petroleiras, que vinham sustentando o índice.
Volta aos 190k? É improvável. Os ativos que atingiram valores estratosféricos em função do fluxo anterior podem não recuperar esses níveis, pois a confiança e as expectativas são outras agora.






















