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bbas3 se perder esse alvo pode afundar maiscomo dito antes R$21 era o preço a ser buscado, se segurar podemos ter um leve repique para alta, se perder podemos ver o papel afundar mais, se voce ve o papel para carteira/longo prazo e hora de comecar a ficar de olho
BMFBOVESPA:BBAS3
por wellingtonsioli
BBDC4 | Principais pontos para o Bradesco JulhoBom dia Pessoal. De olho em pontos técnicos importantes para o Bradesco pré data corte 30.06 (0.25 centavos líquidos)
BMFBOVESPA:BBDC4
por BrunoMazzoni
análise klabinminha análise de possíveis pontos de compra no ativo Klabin
BMFBOVESPA:KLBN4
por IldeuLuiz96
RADL3- PONTO DE TROPEÇO E ATENÇÃO!!!**21 de junho de 2025** **RADL3 – A farmácia que está montando um sistema de saúde paralelo** **Por Rafael Lagosta** Vamos direto ao ponto. A Raia Drogasil não é apenas uma rede de farmácias com layout bonitinho e atendimento padronizado. Ela é, hoje, uma das maiores operadoras do que chamo de infraestrutura privada da saúde de acesso rápido no Brasil. E mais: entendeu como poucas que o jogo da farmácia mudou. Não se trata mais de vender Dipirona no caixa. Trata-se de controlar dados, se posicionar como elo estratégico entre indústria farmacêutica, planos de saúde, corporações e consumidor final. A RADL3 está enfiada até o pescoço em acordos. Mas não acordos quaisquer. Estou falando de acordos de fidelização com grandes empresas, parcerias com operadoras de saúde, contratos com indústrias farmacêuticas e integração com plataformas de dados de saúde, além de experimentações com inteligência artificial e serviços clínicos internos. Não é à toa que o valuation dela continua esticado – e quem olha só a margem EBITDA acha que está caro, sem entender o que está por trás da cortina. Quer saber onde a Raia Drogasil se envolve hoje? Ela tem parcerias diretas com gigantes da indústria farmacêutica, como Sanofi, Pfizer, EMS e Eurofarma. Mas não é só para comprar remédio com desconto em escala. É para coletar dados de consumo, prever padrões epidemiológicos e até direcionar campanhas de vacinação e lançamento de produtos. Cada receituário digital é um micro-relatório de mercado. A Raia virou um Google Trends farmacêutico com prateleira física. Outro ponto são os acordos corporativos com grandes empresas e RHs de multinacionais. Ela fornece medicamentos com desconto direto na folha, via convênios com Ambev, Nestlé, Santander, Correios e Petrobras. Resultado: fluxo garantido, previsibilidade de receita e acesso à base de dados de saúde dos colaboradores. Isso é ouro puro. A empresa está também presente em convênios com operadoras de planos de saúde, colocando a farmácia como ponto de apoio para serviços clínicos de baixa complexidade: testes, aplicação de vacinas, acompanhamento de crônicos. A Raia está se posicionando como mini laboratório de acompanhamento. E isso é vantajoso para as operadoras. Com o avanço do RD Saúde, ela começa a oferecer assinaturas de medicamentos recorrentes, entrega domiciliar e acordos com startups de telemedicina. Consulta online, receita digital e entrega em casa. O cliente nunca sai do funil. Verticalização total. E aqui entra o Cartão de Todos. Um plano popular que já atende milhões por valores entre 25 e 40 reais por mês. Ele oferece consultas, exames, descontos em farmácias e mais. O público? Classe C e D – exatamente quem sustenta o giro da RD. Estima-se que mais de 70 por cento da base ativa da RD esteja nesse segmento. Não existe contrato oficial entre RD e Cartão de Todos. Mas os bastidores estão quentes. A RD já oferece plataforma própria que espelha o modelo: telemedicina, CRM integrado, aplicativo com rastreamento de tratamento, histórico de medicamentos e ofertas personalizadas por inteligência artificial. Ela já é, na prática, um plano de saúde digital mascarado. A leitura é clara: a RD vai liderar esse movimento. Pode integrar, adquirir ou verticalizar sozinha. O objetivo é o cliente fiel e recorrente. E quando isso acontecer, o mercado vai recalcular o lifetime value de cada cliente. Isso muda tudo. Por trás disso, figuras técnicas e jurídicas já montam os bastidores da verticalização. Com conexões em holdings, conselhos e redes jurídicas ligadas a farmacêuticas e planos, o projeto avança em sigilo, mas com precisão. Outro detalhe: médicos populares são muitas vezes induzidos a recomendar parceiros. Quem não entra na cartilha, sai da rota. O paciente entra pela consulta barata e sai com a receita vinculada à farmácia. Venda casada implícita. Difícil de mapear, mas potente. Nos acordos com startups de tecnologia, a Raia investe via seu corporate venture capital, testando inteligência artificial, estoques automatizados e CRM integrado ao sistema nacional. O foco é prever demanda, evitar ruptura de estoque e atender surtos antes que eles explodam. Quem acerta o dado, domina o mercado. Em acordos com governos e secretarias de saúde, participa da logística do SUS, ajudando na distribuição de medicamentos de alto custo. Em troca, recebe incentivos, participa de licitações e ganha espaço em novos programas. Acordos com bancos e fintechs também são destaque. Cartão Raia, cashback, parcelamentos. O cliente parcela antibiótico como se fosse calçado. Pode parecer absurdo, mas é o que garante o tratamento para muita gente. Isso gera recorrência e fideliza. Na frente ESG, parcerias com ONGs e instituições de impacto social reforçam a imagem da farmácia do bem. E isso tem retorno real sobre o investimento. Onde há laço emocional, há ticket médio mais alto. E o gráfico? BMFBOVESPA:RADL3 está negociada a 14 reais, com candle de reversão em cima da projeção de 1,272 de Fibonacci (14,05). Se perder 13,88, abre para 11,43 (nível de 1,618). A resistência imediata é 14,70. Passando dali, o próximo alvo técnico seria 16,52. Mas só acima disso, com volume convincente, teríamos uma reversão sólida. Até lá, é pullback técnico, não tendência. Com fundos como Capital Research Global Investors aumentando participação para mais de 5,5 por cento, o recado está dado: o mercado internacional já aposta que a RD será o equivalente a um Netflix da saúde. Se isso se consolidar, pequenas redes não terão chance. A RD tem tudo: capilaridade, logística, dados, motor de recomendação e acesso a milhões. Mesmo que apenas 10 por cento dessa base migre para um plano digital, o impacto no EBITDA é direto. Receita previsível, margem maior e múltiplo reprecificado. Hoje o gráfico mostra medo. Mas quem está olhando o backstage está acumulando. Cada candle de dúvida é um convite ao investidor visionário. Porque nesse jogo, quem integra primeiro, ganha. E a Raia Drogasil já está com um pé dentro. O outro é questão de tempo. 🦞🦞🦞
BMFBOVESPA:RADL3
por Rafael_Lagosta
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MDNE3 - AUMENTO DE PROBABILIDADE DE CONTINUIDADE DE VALORIZAÇÃOEm 2023, conforme se pode ver no anexo abaixo, publicamos um estudo sinalizando valorização que, entre topos e fundos ascendentes nunca cessou. Naquela ocasião nosso ponto de entrada era em 6,00, de form que para chegar a precificação atual passou por um colossal valorização. Pois bem, oque se vê agora é um nova janela nesta magnífica onda que ela vem surfando. POis bem, diferente do que ocorreu em 2023, para embarcar nesta onda neste momento,sera necessário aguardar uma correção até os 18,00 ficando inviável comprar nos atuais patamares em razão da projeção do alvo possível e seu impacto na projeção do gerenciamento de risco da operação Bora ver o que acontece aqui? * O simples gesto de clicar no foguetinho indicando que você curtiu certamente será um estímulo para regularidade e aumento das publicações. Você também pode nos seguir caso tenha interesse em receber notificações de novas publicações e atualizações daquelas já em andamento.
BMFBOVESPA:MDNE3Viés de alta
por EthosInvest
Atualizado
UNIP6 - RUMO AO PRIMEIRO ALVORumo sim ao primeiro alvo, porém, antes devera fazer um testar o coração dos comprados corrigindo até a linha de rompimento para depois seguir rumo ao primeiro alvo Bora ver o que acontece aqui? * O simples gesto de clicar no foguetinho indicando que você curtiu certamente será um estímulo para regularidade e aumento das publicações. Você também pode nos seguir caso tenha interesse em receber notificações de novas publicações e atualizações daquelas já em andamento.
BMFBOVESPA:UNIP6
por EthosInvest
Atualizado
CSAN3 em suporte histórico — possível ponto de Reversão📍 Ativo: CSAN3 — Gráfico Mensal 📈 Ferramentas utilizadas: Volume Profile, Análise de Volume por Candle — 🔍 Contexto técnico O preço de CSAN3 está testando uma região de suporte importante , ainda não tocado anteriormente , o que pode gerar uma forte defesa por parte dos players institucionais. Esse suporte foi identificado com base em uma concentração de volume relevante entre ago/2016 e jan/2019 , revelada pelo volume profile . — 📊 Observações de volume Ao se aproximar dessa zona, o ativo apresentou aumento expressivo de volume em um candle mensal, sugerindo possível absorção e início de uma reversão. O preço ainda permanece sobre a região de suporte , o que oferece uma janela de entrada técnica com bom controle de risco. — 🎯 Setup de trade - Entrada: atual — suporte ainda não rompido - Stop Loss: abaixo da mínima do candle de reação, próximo de 6,20 (perda do suporte) - Alvo: zona de resistência marcada pelas próximas concentrações de volume, em torno de 13,00 - Risco x Retorno: -20% / +70% ≈ 3,5:1 — 📌 Interpretação Caso haja reação ao suporte, o preço pode subir rapidamente devido à área de baixo volume acima da atual região de preço , o que costuma representar “vazio de liquidez” e permitir movimentos mais agressivos. Esse tipo de estrutura é comum em zonas de reversão no gráfico mensal e pode estar sinalizando uma nova fase de alta, caso a defesa do suporte se confirme. — Análise com fins educacionais. Não se trata de recomendação de compra ou venda.
BMFBOVESPA:CSAN3Viés de alta
por gsdr3112
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Quem impulsiona silenciosamente a revolução da IA?Enquanto os holofotes frequentemente se voltam para gigantes da IA, como Nvidia e OpenAI, um ator menos conhecido, porém igualmente crucial, a CoreWeave, está rapidamente se consolidando como uma força essencial no cenário da inteligência artificial. Esse provedor especializado em computação em nuvem para IA não está apenas acompanhando o boom da IA; ele está construindo a infraestrutura fundamental que o sustenta. O modelo inovador da CoreWeave permite que empresas "aluguem" Unidades de Processamento Gráfico (GPUs) de alto desempenho em sua nuvem dedicada, democratizando o acesso ao imenso poder computacional necessário para o desenvolvimento avançado de IA. Essa abordagem estratégica posicionou a CoreWeave para um crescimento expressivo, evidenciado por um aumento de 420% na receita ano a ano no primeiro trimestre de 2025 e por uma carteira de contratos futuros superior a US$ 25 bilhões. O papel central da CoreWeave ficou ainda mais evidente com a recente parceria entre o Google Cloud e a OpenAI. Embora pareça uma conquista exclusiva dos gigantes da tecnologia, é a CoreWeave que fornece a potência computacional crítica que o Google revende à OpenAI. Esse envolvimento indireto, mas indispensável, posiciona a CoreWeave no centro das colaborações mais significativas da revolução da IA, validando seu modelo de negócios e sua capacidade de atender às exigentes demandas computacionais dos principais inovadores em IA. Além de oferecer poder computacional bruto, a CoreWeave também está inovando no campo do software. Após a aquisição da plataforma de desenvolvimento de IA Weights & Biases em maio de 2025, a CoreWeave lançou novos produtos de software em nuvem para IA, projetados para otimizar o desenvolvimento, a implementação e a iteração de soluções de IA, consolidando ainda mais sua posição como uma fornecedora abrangente de ecossistemas de IA. Apesar da rápida valorização de suas ações e de algumas preocupações de analistas sobre sua avaliação, os fundamentos da CoreWeave permanecem sólidos. Sua parceria estratégica com a Nvidia — incluindo a participação acionária da Nvidia e a adoção antecipada da arquitetura Blackwell de ponta — garante acesso às GPUs mais avançadas e procuradas. Embora atualmente esteja em uma fase intensiva de investimentos, esses gastos impulsionam diretamente a expansão de sua capacidade para atender a uma demanda crescente e insaciável. À medida que a IA avança de forma implacável, a necessidade por infraestrutura computacional especializada e de alto desempenho só aumenta. Ao se posicionar como o “hiperescalador de IA”, a CoreWeave não está apenas acompanhando essa revolução; ela está ativamente viabilizando-a.
NASDAQ:CRWV
por UDIS_View
BUY B3SA3 | EFICIÊNCIA & RENTABILIDADE | GRÁFICO ESTÁ UMA AULADo ponto de vista dos fundamentos, podemos dizer que B3SA3 não é uma brastemp mas sem dúvida, ainda assim, nesses preços vale a compra... Isso por quê os múltiplos não são lá aquelas coisas. Os marquei em laranja. Agora no quesito EFICIÊNCIA E RENTABILIDADE, ela dá um show. As margens são extremamente altas. 90% de margem bruta 54% de margem ebit 41% de margem líquida Sem contar nos 2.3bi acumulados de caixa livre.... não tem dívida.... e no Brasil, não ter dívida é um super trunfo, dado os juros altos. Dos 10bi de receita, 4bi é de lucro líquido. Não é fácil encontrar um negócio desses. Quando as margens são elevadas dessa maneira, significa que a empresa tem uma vantagem competitiva que a torna imbatível. Nesse caso, essa vantagem é : ela é a única bolsa que temos no Brasil (pelo menos por enquanto). Isso me faz pensar que nos R$15 está "cara", já que a perspectiva de crescimento não é das melhores, segundo os números; mas que nos R$10,00 está barata. E aí temos um belo trade com um excelente risco retorno. Dado o gráfico e a qualidade do ativo. Apesar das especulações, não acredito que teremos outra bolsa tão cedo.... mal há liquidez para uma. -------------------------------------------------------------------------- Vamos para a parte gráfica, que está uma verdadeira aula: O ativo fez um baita pivô de alta; e no momento está consolidado(acumulando) na região da falha de fundo. Ao mesmo tempo, enquanto a cotação ficou de lado por 1 mês, temos uma divergência de alta no RSI que pode estar cantando a bola para a valorização do ativo. Além do mais, no semanal temos uma consolidação dos 15 aos 10 reais.... do ponto de vista semanal estamos na região inferior dessa consolidação. Então basicamente, no 10 tá barato e no 15 tá caro, segundo o price action. Somando todos esses fatores, B3SA3 nesses 10.xx pra mim é uma compra clara.
BMFBOVESPA:B3SA3Viés de alta
por gcharts7
Atualizado
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ESTE É MELHOR PREÇO QUE VOCÊ PODERÁ COMPRAR CPLE6 NO CURTO PRAZOCopel começou um processo de correção no início de 2024 e chegou a bater R$9.00 em abril. Naquela época, fiz um post indicando a compra e a ação subiu cerca de 20% na sequência, você pode conferir neste link: Agora, no final de 2024, novamente a ação está dando sopa. Esta é uma das poucas ações que você pode acumular para o resto da vida, na bolsa brasileira. É um dos poucos cases em que a ação além de apresentar uma excelente perspectiva de crescimento, ainda paga dividendos ao mesmo tempo. Existe um pessoal que chama ela de "VACA DE DIVIDENDOS" ------------------------------------------------------------------ No que diz respeito ao gráfico, nós tivemos uma acumulação que durou de ABRIL de 2024 até JUNHO (do mesmo ano). Após acumular, o ativo subiu 20%, como mencionei. Atualmente, o preço corrigiu até a POC dessa acumulação (linha laranja). Que representa um suporte por volume . Repito o nome do post: ESTE É MELHOR PREÇO QUE VOCÊ PODERÁ COMPRAR CPLE6 NO CURTO PRAZO
CViés de alta
por gcharts7
Atualizado
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OPERAÇÃO COM VENDA DE PUTS EM BBDC4 | EXCELENTE ASSIMETRIA.Primeiro de tudo, só vou fazer essa operação via opções (venda de put) por quê pretendo exercer caso seja necessário. Vou comprar os lotes de Bradesco que me comprometi, caso no dia do vencimento o preço de ação esteja abaixo dos meus strikes. Porém, se o preço vencer acima desses strikes, fico com o prêmio. Dito isso, eu automaticamente elimino a alavancagem suja e consequentemente uma boa dose de risco. Operações com opções podem ser perigosas se não forem feitas dessa maneira. -------------------------------------------------- No que fere ao gráfico, coloquei o risco x retorno da operação e o modus operandi na imagem. Para mim, se deixar um candle gatilho no contexto gráfico atual, pode ser o gatilho para a operação; e claro, tudo dependerá também de como se desenvolver o IBOVESPA e mais precisamente o setor financeiro. --------------------------------------------------- Por quê vou fazer essa operação com opções e não ações? R: caixa é uma coisa valiosa em bear markets. Convém mais gastar MARGEM (da sua parcela em renda fixa e até mesmo ações) ao invés de gastar o caixa propriamente dito.
BMFBOVESPA:BBDC4Viés de alta
por gcharts7
Atualizado
BRAV3 | CHEGOU A HORA DE VOLTAR PARA O ATIVO? Essa é a segunda entrada que estou passando em BRAV3. Pra quem quiser ver a primeira: A respeito dos fundamentos, mantém-se a mesma leitura. Gosto do business, gosto da gestão, gosto da distorção dos números.. O único risco aqui está no PETRÓLEO. Porém a commodity já caiu cerca de 20% em praticamente 2 meses, então acredito que o petróleo agora é pra cima, pelo menos pra um repique. ---------------------------------------------------------------------- Por quê BRAV3 está dando compra para mim novamente, neste contexto atual: - preço voltando para fazer o padrão de FALHA DE FUNDO (é normal em reversão, quando ele simplesmente não reverte subindo reto e acumulando) - o preço perdeu os fundos anteriores do gráfico diário, buscando a "sellside liquidity", ou seja, está pronto para subir - terceiro e mais importante motivo, o preço voltou para testar a região onde está a maior concentração de volume..... o suporte por volume são essas linhas amarela (POC) e vermelha (VAL).
BMFBOVESPA:BRAV3Viés de alta
por gcharts7
Atualizado
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BRAV3 | TEM PEIXE GRANDE NA ÁREAOs candles sempre são capazes de nos contar uma história.... e esse candle de hoje da BRAV3 está nos contando o seguinte: TEM PEIXE GRANDE NA ÁREA. Poucas foram as vezes em que eu vi um candle com uma magnitude dessas. BRAV3 abriu já caindo -4.5% e em seguida, chegou a bater -10% de queda. No momento está subindo +6% .... e da mínima até a máxima o candle de hoje está contabilizando +17% de alta. Outros fatores interessantes à respeito desse papel: Patrimônio Líquido ->11bilhões Valor de Mercado -> 9bilhões Receita Líquida -> 8.5 bilhões Existe uma distorção grande quando olhamos para estes números... o patrimônio líquido é maior que o valor de mercado, e só de receita líquida em 1 ano dá praticamente o valor de mercado.. O VPA (VALOR PATRIMONIAL POR AÇÃO) que seria o patrimônio líquido dividido pelo número de ações é de 24.23 enquanto a cotação da empresa é R$20.00 .... resumindo, é como se só com o que a empresa tem de patrimônio, ela devesse custar esses R$24.23 .. e ela está custando 20. Ah, detalhe! O BTG está dando alvo em R$52.00 para BRAV3. ---------------------------------------------------------- Agora vamos para a minha parte favorita, o gráfico! BRAV3 recentemente fez uma configuração de MANIPULAÇÃO, segundo a teoria de Wyckoff. Onde o ativo primeiro lateraliza (ocorre uma acumulação), na sequência ocorre a perda do fundo (e com isso atrai shorts) e em seguida entra uma compra muito forte à mercado advinda do smart money . A nova literatura chama esse movimento de "POWER OF THREE", vocês podem jogar no google e conferir. Aqueles que entram vendidos com a perda do fundo após a consolidação, ao ver o preço subindo rapidamente, precisam recomprar os ativos vendidos para sair da posição que começa a ficar perdedora... e chamamos isso de SHORT SQUEEZE. Acontece que uma boa parte das ações da BRAV3 estão alugadas para venda, acredito que cerca de 20% da disponibilidade total de ações, então se as ações começarem a subir muito rapidamente significa que esse pessoal vendido vai ficar enrolado e a porta de saída vai ficar pequena na hora de recomprar as posições vendidas. Como coloquei no próprio gráfico, do meu ponto de vista, o upside MÍNIMO é de 30%, até a faixa dos 25/26 reais onde temos uma região que atualmente é uma resistência após atuar como suporte por um grande período, junto da média móvel de 200 períodos do gráfico diário.
BMFBOVESPA:BRAV3Viés de alta
por gcharts7
Atualizado
USIM3 - 15 minutos - Reversão de tendência no curtíssimo prazo.📈 Análise Técnica USIM3 – 15 minutos Contexto Geral: O ativo vinha de uma forte queda anterior, demonstrada por candles de força vendedora com volume expressivo. Agora está em fase de consolidação lateral, com leve tentativa de recuperação. ✅ Ponto de Entrada (Entry Buy): Região de entrada marcada em 4,61 – 4,63 Este é o nível onde o preço está testando fundo anterior (faixa de suporte). O candle de volume destacado indica início de fluxo comprador. ✅ Stop Loss: Região de stop marcada em 4,58 Bem abaixo do fundo da lateralização, protegendo contra falso rompimento. ✅ Alvo Primário (Take Profit Inicial): Alvo projetado em 4,87 Alvo visualmente alinhado com resistência anterior e gap deixado no gráfico. ✅ Padrão Técnico em Formação: O preço fez um movimento de impulso de alta, seguido de um pullback (retração controlada), caracterizando possível padrão de continuação como: “Bullish Flag” (Bandeira de Alta) ou “Pullback Pós-Rompimento de Micro resistência” ✅ Confirmação por Volume: Aumento do volume nas últimas barras, indicado com seta vermelha no gráfico. Esse aumento de volume reforça a ideia de força compradora entrando após a consolidação. ✅ Estratégia Operacional Sugerida: Entrada: Acima de 4,61 Stop: 4,58 Alvo Inicial: 4,87 Risco x Retorno Aproximado: 1,5:1 (adequado para day trade) ✅ Confirmações Adicionais que Reforçam o Setup: Região de liquidez e congestão próxima. Gap aberto a ser preenchido na região de 4,87-4,91 (motivador de fluxo comprador). ✅ Resumo Final: O ativo USIM3 está configurando uma possível reversão de curto prazo, com estrutura técnica favorável para compras, desde que o preço sustente acima de 4,61 e confirme com volume na abertura.
BMFBOVESPA:USIM5Educacional
por SatoshiNakamotus
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WEGE3 | Valuation de Ouro na Weg em JunhoOlhando para os pares globais, weg em junho, negociando a 24x lucro aprox. está na média. Ja no relativo à própria weg, 23x é o valuation de ouro. De 2016 pra cá, sempre que negociada a 23x lucro, touros apareceram.
BMFBOVESPA:WEGE3Viés de baixa
por BrunoMazzoni
Imagina você descobrir a verdade E SE FOR PELA PÉTALA? A GUERRA QUE FLORESCE EM CAMPOS DE PAPOULA Você já parou pra pensar se tudo o que estão te contando sobre essa guerra, sobre Israel, sobre Gaza, sobre o Irã, sobre o Hezbollah, não passa de uma grande distração? Se esse teatro de bombas e escudos, de mortos e culpados, de terroristas e salvadores, não for o verdadeiro roteiro? E se o que realmente estiver em jogo não for religião, nem território, nem mesmo petróleo? E se, por trás de tudo, tiver algo mais silencioso, mais rentável, mais viciante? E se a resposta estiver crescendo no chão, brotando em campos esquecidos, passando despercebida por olhos treinados pra não enxergar? E se tudo isso for por causa da papoula? Digo isso não com a certeza de quem tem todas as respostas, mas com o desconforto de quem já viu esse filme demais. A guerra do Vietnã, por exemplo. Lembra? Quase vinte anos de conflito, mais de 58 mil soldados americanos mortos, milhões de vietnamitas. A versão oficial falava de comunismo, de contenção, de geopolítica da Guerra Fria. Mas sabe qual era a rota mais lucrativa que atravessava o Sudeste Asiático naquela época? A chamada “Golden Triangle”, a Tríplice Fronteira entre Laos, Tailândia e Mianmar, onde a papoula era cultivada em massa e transformada em ópio e heroína de alta pureza. É fato documentado que aviões da CIA — isso mesmo, da própria agência americana — transportavam armamentos pra grupos locais e voltavam cheios de entorpecentes. Isso não é teoria da conspiração, é página arquivada, é depoimento de agentes aposentados, é material desclassificado décadas depois. E sabe pra quem ia esse produto final? Pros próprios Estados Unidos. O exército americano lutava de dia e se drogava à noite. E no meio disso tudo, quem estava ganhando bilhões? Multinacionais farmacêuticas, empresas de transporte aéreo terceirizado e bancos que lavavam o dinheiro com cara de “ajuda internacional”. Avança umas décadas e chega no Afeganistão. Antes da invasão americana em 2001, o Talibã havia praticamente erradicado a produção de papoula no país. Tinha colocado lei, tinha queimado plantação, tinha prendido traficante. Mas bastou os EUA entrarem com suas tropas que, em menos de cinco anos, o Afeganistão se tornou novamente o maior produtor de ópio do mundo. Segundo dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), mais de 80% do ópio mundial era produzido ali sob vigilância dos soldados americanos. E quem refinava? Quem distribuía? Quem lucrava? Multinacionais farmacêuticas, milícias aliadas e empresas contratadas pelo próprio governo americano pra “reconstrução”. E isso sem falar da famigerada Johnson & Johnson, acusada formalmente nos EUA de alimentar a epidemia de opioides com campanhas agressivas de medicamentos baseados em derivados de papoula. A mesma J&J que tem histórico de ligação com contratos militares e fornecimento médico em zonas de guerra. Coincidência? Agora para e olha pro mapa. Vê onde o caos está se instaurando de novo. Líbano. Síria. Faixa de Gaza. Fronteiras do Irã. Todos territórios que têm clima propício pra produção de papoula e que, desde o vácuo deixado pelos americanos no Afeganistão, passam a ser candidatos naturais pra manter essa cadeia rodando. A papoula não pode parar. A heroína não pode sumir do mercado. O fentanil, que substitui a heroína nos Estados Unidos, precisa de base química, e parte dessa base ainda nasce da terra. E mais uma vez a pergunta martela: quem está garantindo o controle logístico desses corredores? Quem tem a infraestrutura militar, os drones, a inteligência artificial, os checkpoints? Israel. Mas será que Israel está fazendo isso por escolha? Ou está sendo empurrado, forçado, amarrado num pacto invisível com o mesmo império que prometeu proteção em troca de lealdade? Não estou aqui pra dizer que é isso ou aquilo. Estou pra provocar o pensamento. E se for? E se não for sobre o Hamas? E se não for sobre o Irã? E se for, mais uma vez, sobre manter uma indústria de dor funcionando? Uma indústria que lucra bilhões vendendo anestesia legalizada de um lado, e combatendo a “droga ilegal” do outro, numa hipocrisia tão bem montada que quase ninguém questiona. Porque o truque está em fazer parecer que são dois mercados diferentes, quando na verdade é a mesma flor, o mesmo caule, a mesma raiz, só muda o laboratório, o rótulo e o imposto. Lembra das guerras do ópio na China? Quando a Inglaterra, em pleno século XIX, invadiu cidades inteiras porque o governo chinês tentou proibir a entrada da droga? Tudo documentado, tudo história oficial. A desculpa era “livre comércio”. A realidade era tráfico internacional travestido de diplomacia. E agora, no século XXI, será que mudou tanto assim? Ou será que sofisticaram a engrenagem a ponto de que hoje, ao invés de navios mercantes, usam contratos futuros em bolsas internacionais? Ao invés de traficantes, CEOs? Ao invés de milícias, exércitos regulares com o selo da ONU? Falo isso com o cuidado de quem sabe o peso dessas palavras. Não estou dizendo que Israel é vilão. Estou dizendo que pode estar sendo instrumentalizado. Que talvez esteja pagando um preço muito maior do que o que aparece na tela. Que talvez esteja sendo colocado na linha de frente de uma guerra que não é sua, mas dos que precisam garantir que a matéria-prima continue fluindo sem interrupções. Porque a dor dá lucro. E administrar a dor é a nova forma de dominação global. O fentanil mata mais de 100 mil pessoas por ano só nos EUA. É um mercado bilionário. E toda cadeia depende de insumos que nascem, em algum ponto, de territórios em guerra. Porque guerra gera brecha, gera desvio, gera silêncio. E onde há silêncio, há transporte. Onde há caos, há oportunidade. Onde há sangue, há plantação escondida. E quem protege essas plantações? Quem garante que nada será cortado? Quem, de tempos em tempos, precisa “responder a ataques” com força militar, deslocar tropas, montar barricadas e estabelecer zonas de controle que ninguém fiscaliza? Aí começa a ficar claro o papel de Israel. Não como protagonista da sua própria história, mas como uma engrenagem de um motor global que já girava muito antes de qualquer foguete cair em Tel Aviv. A pergunta que fica no ar não é se é verdade ou mentira. A pergunta é: por que ninguém fala disso? Por que, com tantas evidências, com tantos dados, com tantos paralelos históricos, esse tema não entra nos painéis do G7, nas reuniões da ONU, nos discursos oficiais? Por que a papoula nunca aparece nas análises de inteligência? Talvez porque o vício seja maior do que o medo. Talvez porque o lucro seja mais importante do que a paz. Talvez porque estamos todos sendo anestesiados aos poucos, enquanto acreditamos que a guerra é só por Deus, por petróleo ou por ideologia. E se não for? E se for por papoula? E se for pela flor que ninguém enxerga? Você está preparado pra aceitar o tamanho desse jogo? Parte 2 O IMPÉRIO DA DOR: A FAMÍLIA SACKLER, A PURDUE PHARMA E O VERDADEIRO CARTEL MODERNO por Rafael Lagosta A pergunta é simples: quem está por trás da maior epidemia de opioides da história moderna? A resposta é direta: a Purdue Pharma, controlada por uma das famílias mais ricas, discretas e influentes dos últimos 100 anos — os Sackler. Mas entender a força desse império não é só saber nomes. É compreender como se constrói uma estrutura de poder invisível, camuflada sob capas de filantropia, arte, ciência e lobby. É olhar na cara limpa de quem viciou gerações inteiras com receita médica, matou centenas de milhares de americanos e ainda assim andava entre reis, museus e universidades como benfeitores da humanidade. A Purdue Pharma, fundada em 1892, foi adquirida pelos irmãos Sackler em 1952. Mas o game só virou mesmo nos anos 90, quando lançaram a droga que mudaria o jogo: o OxyContin. Derivado direto da papoula, o princípio ativo da droga é a oxicodona — um opioide potente como a morfina, mas vendido como algo “seguro”, “não viciante”, “controlado”. Tudo mentira. Tudo planejado. Com campanhas agressivas, “presentes” a médicos, pagamento de cursos, produção de papers “científicos” encomendados, a Purdue colocou o OxyContin em milhões de lares, principalmente da classe média branca americana. Vamos aos números e ao rastro de sangue: – Estima-se que entre 1999 e 2020, mais de 500.000 pessoas morreram de overdose por opioides nos EUA. – A Purdue chegou a faturar US$ 35 bilhões só com o OxyContin. – O pico do escândalo explodiu nos anos 2010, com investigações estaduais e federais revelando o esquema. – A empresa declarou falência em 2019, como manobra judicial para se proteger de centenas de processos. – A família Sackler, no entanto, não declarou falência. Pelo contrário: transferiu bilhões para trusts em paraísos fiscais. A família Sackler é o cérebro, o corpo e o cofre da Purdue. Arthur, Raymond e Mortimer Sackler foram os três irmãos que arquitetaram a base. Arthur, o mais velho, era médico e pioneiro do marketing farmacêutico agressivo. Ele foi o primeiro a usar técnicas de publicidade de Madison Avenue para vender remédios como se fossem produtos de consumo — vendendo ansiolíticos e antibióticos como se fossem refrigerantes. É dele a fórmula que depois seria usada em massa com o OxyContin. Com o dinheiro do Oxy, os Sackler criaram um império de influência: – Doaram centenas de milhões de dólares para museus, universidades e instituições médicas. – Têm o nome estampado em alas do Metropolitan Museum, do Tate Modern, da Universidade de Oxford, da Harvard Medical School, do Louvre em Paris (embora hoje vários desses lugares tenham removido os nomes diante da pressão pública). – Financiavam estudos, comitês e conselhos regulatórios com a mesma mão que empurrava pílulas pra dentro da garganta do cidadão. O verdadeiro poder deles está em como transformaram crime em filantropia, e tragédia em legado. Enquanto famílias inteiras eram destruídas pela dependência química criada pelo produto deles, os Sackler eram tratados como mecenas da ciência e da arte. Poucos grupos conseguiram unir, com tamanha frieza, um cartel de vício com uma fachada de benemerência. A estrutura é toda protegida por trusts blindados — eles criaram empresas em cascata, fundações com nomes genéricos, e movimentaram bilhões pra contas fora do alcance da justiça. Mesmo depois que a Purdue admitiu culpa em três acusações criminais (2020), a família não foi criminalmente responsabilizada individualmente. E quem os protege? Política, lobby, sistema judiciário. A indústria farmacêutica é uma das que mais gasta com lobby em Washington. Entre 1998 e 2023, foram mais de US$ 6 bilhões em lobby legalizado. E nesse bolo, a Purdue nadava de braçada. Bancava políticos, reguladores, médicos influentes. E como o FDA (Food and Drug Administration) é influenciado por ex-executivos da indústria, o círculo se fechava com selo oficial. O esquema era institucionalizado. Você entende agora por que essa guerra moderna não precisa de tanques? Porque o campo de batalha é a mente dopada da população. E o opioide — a droga da obediência, da dormência, do silêncio — é a arma perfeita. É o lucro mais eficiente da história. E mais: é legal, é vendido com nota, com bula, com CRM. E mesmo com toda essa exposição, a família nunca perdeu o controle da fortuna. Em 2021, no acordo judicial que extinguiu parte dos processos, os Sackler toparam pagar US$ 6 bilhões para encerrar as ações, mas sem admitir culpa pessoal. Em troca, receberam imunidade retroativa e futura contra novas ações judiciais. Sim, Lagosta, é isso mesmo que você leu. Pagaram bilhões pra manter o direito de continuar livres. Quer entender o tamanho do poder? A Purdue é só uma peça de um quebra-cabeça maior, no qual J&J, Teva, Endo, Mallinckrodt e outras gigantes também entraram no jogo. Mas os Sackler? Eles criaram o sistema. Eles afiaram a lâmina. A Purdue inventou o modelo de escalada do vício: primeiro vende o analgésico, depois vende o tratamento pro vício, depois lucra com o tratamento da abstinência. É um ciclo onde o cliente nunca sai. É como se a própria dor tivesse virado mercado. Esse é o cartel moderno. Esquece Pablo Escobar. Esquece Medellín. Isso aqui é gravata Hermès, é Harvard, é sinfonia no Carnegie Hall enquanto o povo morre dopado com selo de aprovação médica. A guerra das drogas virou uma guerra de patentes. E os generais são CEOs. Então da próxima vez que você ouvir falar de guerra no Oriente Médio, de controle de papoula, de crise de opioides, não olhe só pras milícias. Olhe pros museus. Pros doadores. Pros conselhos acadêmicos. Porque muitas vezes o verdadeiro cartel está na capa da Time, e não nas páginas policiais. Parte 3 SE O MUNDO PARAR DE NEGOCIAR OPIOIDES, QUAL O PREÇO QUE A SOCIEDADE PAGARIA? por Rafael Lagosta Você já se perguntou o que aconteceria se os opioides simplesmente sumissem do mapa? E não estou falando só da heroína vendida em beco escuro nem do fentanil de cartel. Estou falando também do tramadol que tua avó toma, da morfina que salva gente em UTI, do oxicodona que o cara operado da coluna recebe no hospital, e até mesmo do remédio que o médico te passa pro pós-operatório de uma cirurgia dentária. O buraco é mais embaixo, e é profundo. Vamos falar agora do verdadeiro drama que seria a abrupta interrupção da cadeia global de opioides. Primeiro: vamos entender a base matemática e médica do problema. Estima-se que mais de 100 milhões de pessoas no mundo fazem uso regular e controlado de opioides. Não por vício, mas por dor crônica, câncer, cirurgias e cuidados paliativos. Desse número, entre 20 a 30 milhões estão em tratamento terminal ou oncológico, onde o opioide é a única forma de manter a dignidade humana no fim da linha. Tirar esse recurso do sistema de saúde seria como amputar uma perna e dizer pro paciente: “anda com força de vontade”. A dor física extrema é insanidade bioquímica pura. Uma pessoa com metástase óssea sem opioide não dorme, não se alimenta, não conversa, não pensa. Ela grita até a garganta estourar. O sistema nervoso colapsa. O batimento acelera, a pressão explode, o corpo apaga. O opioide, nesses casos, não é luxo. É pilar da vida civilizada. É a fronteira entre o humano e o infernal. E aqui começa o dilema. Porque sem opioides, milhões de profissionais da saúde não teriam ferramentas clínicas para atuar. Os protocolos de sedação, anestesia, controle de dor pós-operatória e emergência iriam implodir. Cirurgias complexas seriam adiadas. Casos de trauma em pronto-socorro seriam tratados à moda antiga: amarra e reza. Hospitais voltariam para a Idade Média. Vamos falar de consequências sociais? Imagine um paciente terminal em casa, sem morfina, gritando 24 horas por dia. O cuidador entra em colapso. A família inteira para de trabalhar. A comunidade entra em burnout. A dor não tratada vira epidemia mental. A violência doméstica cresce. O desespero gera suicídio. A economia de um país inteiro começa a ser corroída, não pelo vírus ou pela inflação, mas pela dor insuportável sem tratamento. Agora segura essa: em países pobres, a ausência de opioides já é realidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 80% da morfina do mundo vai para 7% da população mundial. Países da África, Ásia e partes da América Latina vivem em escassez quase absoluta. Resultado? Gente morrendo no chão da enfermaria, gritando, sem alívio. A dor extrema virou critério de exclusão social. E se a interrupção for global? O mundo rico vai viver o que o mundo pobre vive há décadas. Você acha que a indústria farmacêutica vai chorar? Claro que não. O buraco deixado pelos opioides seria imediatamente alvo de substitutos: antidepressivos, antipsicóticos, neuromoduladores, anestésicos dissociativos tipo ketamina. Mas nenhum tem o potencial analgésico imediato e direto dos opioides. O que teríamos seria uma explosão de polimedicação, com mais efeitos colaterais, menos eficácia e uma nova epidemia de descompensação mental. Agora pensa comigo: sem opioide legal, o mercado negro se fortalece. Vai surgir heroína sintética feita em garagem. Vai crescer o uso do fentanil chinês, um monstro 50 vezes mais potente que a morfina, que já está dizimando usuários nos EUA e Canadá. O cartel agradece. Porque pro viciado, a dor da abstinência é pior do que qualquer risco. E o lucro do fentanil é fácil: um quilo custa US$ 5 mil e rende mais de US$ 1 milhão em doses. Se o mundo corta os opioides legais de vez, o que temos é colapso da medicina tradicional, explosão de cartéis, caos nos sistemas de saúde, crise humanitária nas emergências, colapso na geriatria, falência nos cuidados paliativos, um tsunami de suicídios e, ironicamente, mais mortes do que a própria epidemia atual causa. Mas a pergunta que não quer calar: por que cortar os opioides do mundo? Porque eles se tornaram armas. Os EUA perderam 1 milhão de pessoas em 20 anos pra epidemia. A China, a Rússia, o Irã e grupos terroristas sabem disso. E já entenderam: não precisa jogar bomba. Basta deixar o fentanil entrar. Basta sabotar a regulação. Basta deixar a dor se alastrar. Estamos diante de um dilema moral. De um lado, o opioide salva vidas e traz alívio. Do outro, ele vicia, mata e escraviza. Tirar ele do jogo seria como banir o fogo porque queima — esquecendo que também aquece e cozinha. Lagosta falando. A dor é uma das experiências mais íntimas e avassaladoras do ser humano. Negar opioides para quem realmente precisa é negar humanidade. Mas mantê-los em circulação descontrolada é abrir a porta do inferno. O verdadeiro desafio é saber usar. Quem não entende isso, ou é inocente... ou tem outro plano. Continuarei assim que você estiver preparado...
NYSE:JNJ
por Rafael_Lagosta
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O que impulsiona a ascensão discreta da Cisco em IA?A Cisco Systems, uma gigante consolidada em infraestrutura de redes, está experimentando uma revitalização notável, impulsionada por uma abordagem pragmática e altamente eficaz à inteligência artificial (IA). Diferentemente de muitas empresas que buscam iniciativas amplas de IA, a Cisco concentra-se em resolver problemas “rotineiros”, porém essenciais, relacionados à experiência do cliente. Essa estratégia gera benefícios concretos, como reduções significativas nos casos de suporte e economia substancial de tempo para as equipes de sucesso do cliente, liberando recursos para enfrentar desafios mais complexos e otimizar os processos de vendas. Essa aplicação prática da IA, combinada com um foco em resiliência, simplicidade por meio de interfaces unificadas e jornadas personalizadas do cliente, fortalece a crescente posição de mercado da Cisco. A evolução estratégica da empresa também inclui a adoção sutil da IA baseada em agentes, vista não como substituta da inteligência humana, mas como um complemento poderoso. Essa transição da IA como simples “ferramenta” para “parceira de equipe” permite a detecção e resolução proativa de problemas, muitas vezes antes que os clientes percebam qualquer questão. Além das melhorias internas, o crescimento da Cisco é impulsionado por investimentos estratégicos e aquisições inteligentes, como a integração da tecnologia eBPF da Isovalent. Essa aquisição ampliou rapidamente as capacidades da Cisco em redes nativas da nuvem, segurança e balanceamento de carga, demonstrando sua agilidade e compromisso com a inovação tecnológica de ponta. O sólido desempenho financeiro da Cisco e suas parcerias estratégicas, especialmente com líderes em IA como Nvidia e Microsoft, reforçam seu impulso no mercado. A empresa reporta um crescimento expressivo nas receitas de produtos, especialmente nos segmentos de Segurança e Observabilidade, sinalizando uma transição bem-sucedida para um modelo de receita mais previsível e baseado em software. Esse desempenho robusto, aliado a uma visão clara para experiências com IA e colaborações estratégicas, posiciona a Cisco como uma força formidável no cenário tecnológico em constante evolução. A abordagem disciplinada da empresa oferece lições valiosas para qualquer organização que deseja aproveitar de forma eficaz o poder transformador da IA.
NASDAQ:CSCOViés de alta
por UDIS_View
"O Risco de Colapso Digital"16 de junho de 2025 – Um Aviso Simples e Necessário" por Rafael dos Santos Diniz --- Hoje é segunda-feira, 16 de junho de 2025. Estou escrevendo este texto de forma objetiva, direta e sem floreios, porque entendo que o momento exige mais clareza do que dramaticidade. Meu objetivo aqui é comunicar uma informação importante que recebi e analisei com base em fatos recentes que envolvem risco cibernético em escala internacional. Este comunicado não tem intenção de gerar pânico, e sim de preparar mentalmente os profissionais do mercado e todos aqueles que dependem da conectividade digital para operar, viver ou decidir. Ao longo dos últimos dias, diversas fontes começaram a levantar a possibilidade de eventos de instabilidade na internet global. E não estou falando de lentidão, estou falando de quedas localizadas ou até regionais que podem afetar temporariamente o funcionamento de bolsas, plataformas de home broker, serviços bancários, comunicação entre servidores e outros pilares essenciais do mercado. O que despertou minha atenção de forma mais concreta foi uma matéria publicada pelo The Wall Street Journal, uma das fontes mais confiáveis do mundo financeiro. O artigo, publicado neste final de semana, traz um alerta direto: autoridades norte-americanas e empresas privadas receberam instruções para se prepararem contra possíveis ataques cibernéticos vindos do Irã. Aqui está o link da matéria original para que você mesmo possa ler com seus próprios olhos: 👉 Companies Warned On Iranian Cyberattacks – WSJ O texto não é especulativo. Ele informa que departamentos de segurança nos EUA e outros órgãos de inteligência já mapearam atividades suspeitas que indicam movimentações coordenadas por grupos vinculados ao IRGC (Guarda Revolucionária Iraniana), envolvendo ataques de negação de serviço (DDoS), tentativas de invasão de redes críticas e até possíveis ações indiretas em cabos submarinos de internet que passam por áreas tensas, como o Mar Vermelho. Este alerta não é o primeiro que o Irã protagoniza nesse sentido. O histórico existe, e não é curto. Desde 2011, empresas de tecnologia, bancos, refinarias e até sistemas de água potável sofreram interferências comprovadas. O Irã tem um dos grupos mais bem organizados de guerra cibernética, com times bem financiados, motivados politicamente e altamente técnicos. Eles não operam para causar caos generalizado como grupos amadores ou ativistas, mas sim para provocar impactos cirúrgicos e estratégicos que sirvam a seus interesses regionais e de posicionamento global. Por que isso interessa diretamente a você, que me acompanha no mercado financeiro? Porque somos um mercado cada vez mais dependente de uma infraestrutura invisível: a rede. Os servidores, os hubs de dados, as rotas de backbone, os CDNs que entregam as ordens com latência mínima. O livro de ofertas que você vê em tempo real, a execução instantânea de ordens, os dados do BTC/USD atualizados a cada segundo, o gráfico que você analisa para tomar decisão, tudo isso depende de um ecossistema que, embora robusto, não é infalível. E o que pode acontecer, de maneira prática? Um ataque direcionado e bem executado pode afetar: Plataformas de home broker e trading (com delays, travamentos ou indisponibilidade total); API de dados de exchanges ou corretoras estrangeiras; Acesso a sistemas bancários e operações financeiras; Comunicação via WhatsApp, e-mails e outros apps baseados em nuvem; Execuções automatizadas e robôs de trading que operam sem conexão local; Até mesmo a resolução de DNS, o que faz com que sites "sumam" momentaneamente do ar. Essa possibilidade não significa que tudo vai travar para sempre, ou que haverá perda de capital instantânea. O que ela indica é que a confiança na estabilidade digital, que é o oxigênio dos mercados modernos, pode ser testada nas próximas semanas ou dias. Pode haver um soluço no sistema. E nesse soluço, muita gente pode agir por impulso, ficar sem reação, ou pior, tomar decisões erradas. Eu não estou dizendo que você deve parar de operar. Mas estou sugerindo que você opere com consciência. Tenha planos alternativos. Não confie 100% em que tudo estará online o tempo todo. Se você usa automação, defina critérios de corte de risco que se apliquem mesmo sem monitoramento humano. Se você precisa liquidar posições rapidamente, verifique se possui alternativas via celular, corretora com atendimento telefônico ou aplicativos redundantes. E acima de tudo: não se deixe pegar desprevenido. Como analista, trader e gestor, eu me obrigo a olhar não só os gráficos, mas também o que está por trás deles. E neste momento, o risco maior não é de um candle de 15 minutos com muita sombra: é de um mundo silencioso, por algumas horas ou dias, onde as ferramentas digitais que usamos perdem a voz. Se nada acontecer, ótimo. Seguimos. Mas se algo de fato se concretizar, saiba que você foi avisado antes, com base em fontes sérias, e com responsabilidade profissional. Estamos diante de um tempo novo. Mais do que nunca, a informação bem usada vale mais do que qualquer indicador técnico. Com respeito, Rafael Lagosta (16/06/2025) Este texto pode ser redistribuído livremente. Inclua sempre o link original da matéria referenciada para verificação.
NASDAQ:PLTREducacional
por Rafael_Lagosta
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O LiDAR Digital é o Olho do Futuro para a Autonomia?A Ouster, Inc. (NYSE: OUST), um dos principais nomes no setor de tecnologia de pequena capitalização, registrou recentemente um aumento significativo no preço de suas ações após uma aprovação crucial do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD). A certificação do sensor digital LiDAR OS1 da Ouster para sistemas aéreos não tripulados (UAS, na sigla em inglês) endossa a excelência da tecnologia da empresa e destaca a crescente importância de soluções avançadas de visão 3D nos setores de defesa e comercial. A Ouster se posiciona como uma habilitadora fundamental da autonomia, com seu LiDAR digital destacando-se por maior acessibilidade, confiabilidade e resolução em comparação com sistemas analógicos tradicionais. A inclusão do sensor OS1 no Blue UAS Framework do DoD representa uma conquista estratégica para a Ouster. Esse rigoroso processo de avaliação garante a integridade da cadeia de suprimentos e a adequação operacional, tornando o OS1 o primeiro sensor LiDAR 3D de alta resolução a receber tal endosso. Essa aprovação simplifica significativamente o processo de aquisição para diversas entidades do DoD, prometendo uma ampla adoção além dos atuais contratos de defesa da Ouster. O desempenho superior do OS1 em peso, eficiência energética e resistência a condições adversas reforça ainda mais seu valor em aplicações exigentes. Olhando para o futuro, a Ouster está desenvolvendo ativamente sua próxima geração da série Digital Flash (DF, na sigla em inglês), uma solução LiDAR de estado sólido pronta para revolucionar as aplicações automotivas e industriais. Ao eliminar peças móveis, a série DF promete maior confiabilidade, longevidade e produção em massa com eficiência de custos, atendendo às necessidades críticas da condução autônoma e dos sistemas avançados de assistência ao condutor (ADAS, na sigla em inglês). Essa inovação voltada para o futuro, combinada com a recente validação do DoD, consolida a Ouster como uma inovadora essencial no cenário em rápida evolução das tecnologias autônomas, impulsionando sua ambição de capturar uma fatia substancial do mercado potencial de US$ 70 bilhões para visão 3D.
NASDAQ:OUSTViés de alta
por UDIS_View
SUZB3 reage a suporte — possível gatilho de compra📍 Ativo: SUZB3 — Gráfico Diário 📈 Ferramentas utilizadas: Volume Profile, Análise de Volume por Candle, Price Action, Wyckoff — 🔍 Contexto técnico Após um movimento de baixa, SUZB3 encontrou suporte em uma região de forte concentração de volume , revelada pelo volume profile — essa área foi formada ao longo de aproximadamente 4 meses , marcada com o retângulo verde. Essa região também é considerada um padrão de acumulação de acordo com teoria e Wyckoff, servindo atualmente como suporte. Desde que atingiu essa zona, o preço consolidou lateralmente por cerca de 2 meses , trabalhando em cima desse suporte e com aumento de volume. Seguindo os ensinamentos de wyckoff, essa lateralizaçao atual pode configurar uma nova acumulação de menor tamanho. — 📊 Observações de volume Nos últimos candles, é possível observar diversos volumes acima da média , indicando possível entrada de players institucionais . O candle atual rompe a faixa superior desses candles e do range que se formou calçado no suporte, acionando um possível gatilho de compra técnica . — 🎯 Trade setup - Entrada: rompimento do range e dos candles de alto volume - Stop Loss: abaixo do fundo recente / perda do suporte - Alvo projetado: próxima concentração relevante de volume, com base no segundo volume profile traçado - Risco x Retorno: -10% de stop / +14% de potencial gain — 📌 Interpretação A leitura atual sugere que a consolidação em cima do suporte pode ter servido como fase de absorção , e o aumento de volume pode confirmar o início de um movimento de alta. Caso o candle atual feche com força e acima dessa zona de congestão, pode acionar stop de vendidos e chamar novas compras, acelerando o preço. — Esta análise tem caráter educacional e não constitui recomendação de investimento.
BMFBOVESPA:SUZB3Viés de alta
por gsdr3112
PETR4: Novo preço alvoCom o Petróleo acima dos 70 dólares, petrobras ganha novo fôlego. Compartilho os principais pontos da petroleira
BMFBOVESPA:PETR4Viés de alta
por BrunoMazzoni
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PETR4 e atualização das opçõesAtualização da operação feita com opções no dia 28/05, cerca de 14 dias em operação A cada dia mais que analiso gráficos fico querendo ler por mais um dia. NÃO SOU FUNDAMENTALISTA, sou mais técnico se dividisse em porcentagem eu seria certa de 85% técnico, 8% cético e 7% fundamentalista. Em análise de tendência e com visão do macro podemos conseguir ter uma compreensão melhor daquilo que estamos vendo, te convido a discutirmos sobre o movimento que cada ativo faz e como podemos ter uma troca de ideias voltado para nosso crescimento como investidor/especulador. Como disse Ludwig von Mises: Cada ação humana é uma especulação
BMFBOVESPA:PETR4
02:02
por dgonzaganeto
PETR4 hora de comprar?PETR4 formou um fundo duplo no gráfico diário. Está rompendo a máxima anterior. Será que rompe a próxima resitência? Compra agora?
BMFBOVESPA:PETR4
00:34
por xirtamatrix
112233445566778899101011111212131314141515161617171818191920202121222223232424252526262727282829293030313132323333343435353636373738383939404041414242
…999999

Feito por humanos

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