XLF ETF setor financeiro em cunha ascendente ( figura de baixa )O XLF é um ETF que representa o setor financeiro dos Estados Unidos, rastreando empresas como bancos, seguradoras e companhias de serviços financeiros que compõem o índice S&P 500. Ele oferece aos investidores uma forma prática de se expor ao desempenho do setor financeiro americano como um todo.
Pelo gráfico diário, o ativo formou uma cunha ascendente, que contraintuitivamente pode indicar enfraquecimento do movimento de alta. O preço testou a linha de suporte dessa figura, e a região dos U$ 50,50 , onde está a média de 200 períodos, pode atuar como um suporte importante para o preço.
Historicamente, o setor financeiro costuma ser um bom sinalizador dos movimentos futuros do mercado, já que tende a reagir antes às mudanças nas taxas de juros e nas condições econômicas. Por isso, acompanhar o XLF pode ajudar a antecipar possíveis movimentos do mercado americano como um todo.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
Mercado ETF
EWZ tem suporte na média 200 do gráfico semanal.O EWZ é um ETF (Exchange Traded Fund) que busca replicar o desempenho do índice MSCI Brazil, composto pelas principais ações de empresas brasileiras listadas na B3, como Petrobras, Vale, Itaú, Bradesco e Ambev. Ele é negociado na bolsa de Nova York (NYSE) e serve como uma forma prática para investidores estrangeiros se exporem ao mercado acionário brasileiro, refletindo de maneira geral o comportamento da bolsa do Brasil em dólar.
Pelo gráfico, o EWZ está formando uma espécie de triângulo simétrico, com diversos toques em suas linhas de tendência, o que indica um momento de consolidação antes de um possível movimento mais forte. Em caso de correção, um alvo importante é a média de 200 períodos, que pode atuar como suporte dinâmico.
Seguimos acompanhando.
Segue gráfico diário pra maior detalhamento do possível suporte
Disclaimer: Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
A China pode armar os elementos de que mais precisamos?A dominância da China no processamento de elementos de terras raras (REE) transformou esses materiais estratégicos em uma arma geopolítica. Embora a China controle cerca de 69% da mineração global, seu verdadeiro poder reside no processamento, onde detém mais de 90% da capacidade global e 92% da fabricação de ímãs permanentes. Os controles de exportação de Pequim para 2025 exploram esse estrangulamento, exigindo licenças para tecnologias REE usadas mesmo fora da China, estendendo efetivamente o controle regulatório sobre cadeias de suprimentos globais. Essa "jurisdição de braço longo" ameaça indústrias críticas, desde a fabricação de semicondutores até sistemas de defesa, com impactos imediatos em empresas como a ASML, que enfrentam atrasos em remessas, e fabricantes de chips dos EUA correndo para auditar suas cadeias de suprimentos.
A vulnerabilidade estratégica penetra profundamente na capacidade industrial ocidental. Um único caça F-35 requer mais de 900 libras de REE, enquanto submarinos da classe Virginia precisam de 9.200 libras. A descoberta de componentes fabricados na China em sistemas de defesa dos EUA ilustra o risco de segurança. Ao mesmo tempo, a revolução dos veículos elétricos garante um crescimento exponencial da demanda. A demanda apenas por motores de VE é projetada para atingir 43 quilotoneladas em 2025, impulsionada pela prevalência de motores síncronos de ímã permanente que travam a economia global em uma dependência persistente de REE.
As respostas ocidentais por meio da Lei de Materiais Críticos da UE e financiamento estratégico dos EUA estabelecem metas ambiciosas de diversificação, mas análises da indústria revelam uma dura realidade: o risco de concentração persistirá até 2035. A UE visa 40% de processamento doméstico até 2030, mas projeções mostram que os três principais fornecedores manterão seu estrangulamento, retornando efetivamente aos níveis de concentração de 2020. Essa lacuna entre ambição política e execução física decorre de barreiras formidáveis: desafios de licenciamento ambiental, requisitos de capital massivos e a mudança estratégica da China de exportar matérias-primas para fabricar produtos de alto valor downstream que capturam o máximo de valor econômico.
Para investidores, o ETF VanEck Rare Earth/Strategic Metals (REMX) atua como um proxy direto para risco geopolítico, em vez de exposição tradicional a commodities. Os preços do óxido de neodímio, que despencaram de US$ 209,30 por kg em janeiro de 2023 para US$ 113,20 em janeiro de 2024, devem disparar para US$ 150,10 até outubro de 2025 volatilidade impulsionada não por escassez física, mas por anúncios regulatórios e weaponização de cadeias de suprimentos. A tese de investimento se baseia em três pilares: o monopólio de processamento da China convertido em alavancagem política, demanda exponencial por tecnologia verde estabelecendo um piso de preço robusto e política industrial ocidental garantindo financiamento de longo prazo para diversificação. O sucesso favorecerá empresas que estabelecem cadeias de suprimentos verificáveis e resilientes em processamento downstream e fabricação de ímãs fora da China, embora os altos custos de suprimentos seguros, incluindo auditorias obrigatórias de cibersegurança e conformidade ambiental, garantam preços elevados no futuro previsível.
Outubro: Prepare-se para a Montanha-Russa de VolatilidadeA imagem anexada revela um fato histórico crucial: Outubro é, em média, o mês mais volátil para as ações americanas desde 1945.
O Que o Gráfico Mostra?
O gráfico é claro: a volatilidade média de Outubro é cerca de 33% superior à média dos outros 11 meses do ano. É o mês em que o mercado tende a ter as maiores e mais rápidas oscilações.
O Mito da Volatilidade = Queda
É fundamental lembrar: volatilidade não significa necessariamente queda!
A alta volatilidade indica que os movimentos de preço serão mais bruscos e intensos, mas isso vale para ambos os lados tanto para grandes saltos quanto para fortes correções. Outubro é historicamente conhecido por ter grandes eventos que mudaram o mercado (quedas históricas e grandes reversões).
Oportunidade ou Alerta?
Com a chegada de Outubro, investidores devem esperar um mercado mais agitado. Isso exige:
Gestão de Risco: Disciplina para proteger o capital.
Visão: Movimentos bruscos criam oportunidades de trading e pontos de entrada melhores para o longo prazo.
Não se assuste com o "barulho" do mercado. Aumente a atenção e a disciplina, pois a volatilidade é o que pode gerar as maiores oportunidades.
Fique de olho!
Brasil não é para esperar; é para se mover!Você já deve ter ouvido que “no longo prazo, tudo dá certo”. Nos Estados Unidos, pode até funcionar assim para quem aposta no S&P 500. No Brasil, porém, “longo prazo” pode se transformar numa armadilha silenciosa.
Com base nos dados dos últimos 30 anos de comportamento de tendências — alta, baixa e lateral — fica ainda mais claro que os jogos são diferentes. Vamos à comparação.
Os números que incomodam:
* *Ibovespa (em reais):* 48,78% em alta, 25,93% em baixa e 25,28% lateral.
* *Ibovespa dolarizado:* 43,67% em alta, 30,98% em baixa e 25,33% lateral.
* *Ibovespa ajustado pela inflação:* 43,14% em alta, 30,78% em baixa e 26,07% lateral.
* *S\&P 500:* 58,98% em alta, 18,77% em baixa e 22,24% lateral.
* *S\&P 500 ajustado pela inflação (CPI):* 55,61% em alta, 22,05% em baixa e 22,33% lateral.
Analisando o histórico de tendências nos dois mercados:
*Levamos em consideração que tendencia de alta é caracterizada quando preço está acima das médias aritméticas de 50 e 200 períodos. Tendencia de baixa quando o preço está abaixo das médias e lateral quando está entre as médias. Dados analisados 14/08/1995 a 13/08/2025
Os dados falam por si:
O S&P 500 está em tendência de alta mais da metade do tempo, seja no valor nominal ou ajustado pela inflação.
O Ibovespa, quando avaliado em reais, tem tendência de alta menos de 50 % do tempo — e cai forte quando convertido em dólar ou corrigido pela inflação.
Ao contrário do S&P 500, o Ibovespa passa mais tempo patinando entre quedas e lateralidade do que em tendência de alta, deixando claro que o longo prazo não garante valorização consistente.
Qual a estratégia mais adequada ao Brasil?
Identificar quando o mercado brasileiro entra numa fase de alta e surfar esse período ao máximo, saindo antes que a maré mude. E isso não significa que o investidor esteja condenado a perder. O mercado brasileiro oferece instrumentos para ganhar mesmo quando os preços não sobem: é possível operar vendido, aproveitando ciclos de queda, e também trabalhar com opções, estruturando estratégias em momentos de lateralidade para gerar renda ou proteção.
Se na terra do tio San “esperar” costuma dar retorno sustentável, nas terras tupiniquins “esperar demais” pode custar caro.
Pivot de Alta nas Units do BTG Pactual (BPAC11)No gráfico diário as units do BTG Pactual (BPAC11) validaram um pivot de alta após romper a resistência em 46,82 no pregão de 19/09/2025 renovando a sua máxima histórica e abrindo uma oportunidade de compra imediata com alvos em 49,48, 51,13 e 53,79 que são projeções de 61,8%, 100% e 161,8% de Fibonacci respectivamente. O stop loss pode ser posicionado em 46,29.
BOVA11 - Possível reversão BOVA11 está em topo de canal de alta e já se distanciou mais de 20% da MME200 no semanal. Isso indica possível reversão e volta à MME100 (125k), podendo ir até a MME200 (118k).
Além disso, no gráfico diário deixou um "gift" com rompimento de topo. Há dúvida, com forte viés para venda. Dados econômicos importantes nesta próxima semana. Principais drivers: Inflação (BR||), PMI e Oferta de Emprego (EUA). Você que opera BOVA11, é hora de comprar PUT??? Qual sua posição atual?? Bons trades à todos!
BOVA11 com provável reversão.BOVA11, no gráfico semanal, já está com distância acima de 20% da MME200. Quando isso ocorre, normalmente, o preço retorna para a MME100, podendo ir até a MME200.
Além disso está em topo de canal de alta (semanal) e, no gráfico diário, deixou um "gift" com rompimento de Topo. Há boas chances de reversão, mesmo com todo o apetite pelo papel nos últimos dias. Porém, isso ocorreu alguns dias atrás. Há dúvida, com viés para venda!
Pode um fundo cobrir a lacuna de US$13 tri no mercado privado?O ERShares Private-Public Crossover ETF (XOVR) representa uma inovação financeira inovadora que democratiza o acesso a investimentos em private equity, que tradicionalmente eram reservados a players institucionais e investidores credenciados. Após um relançamento estratégico em agosto de 2024, o fundo experimentou um crescimento notável, com ativos sob gestão atingindo US$ 481,5 milhões e atraindo mais de US$ 120 milhões em influxos desde seu investimento inicial na SpaceX. Baseado na metodologia proprietária "Fator Empreendedor" do Dr. Joel Shulman, o XOVR combina o Índice ER30TR comprovado (que representa mais de 85% de sua carteira) com holdings de private equity selecionados com cuidado, criando uma estrutura única que oferece liquidez diária e transparência enquanto captura a criação de valor pré-IPO.
A tese de investimento do fundo centra-se na identificação de empresas na convergência de tecnologia, segurança nacional e estratégia global. Suas principais holdings privadas - SpaceX e Anduril Industries - exemplificam essa abordagem, representando players críticos em uma base industrial de defesa privatizada. A SpaceX evoluiu de uma empresa de espaço comercial para um ativo geoestratégico por meio do Starlink, que serve como infraestrutura de comunicação essencial em conflitos modernos, como na Ucrânia. A plataforma Lattice alimentada por IA da Anduril e seu contrato recente de US$ 159 milhões com o Exército dos EUA para sistemas de realidade mista ilustram a mudança do exército para soluções de defesa ágeis e focadas em software. Ambas as empresas construíram fossos competitivos formidáveis por meio de inovação tecnológica e portfólios robustos de propriedade intelectual.
O desempenho do XOVR valida sua estratégia de alta convicção, entregando um retorno total de 33,46% no último ano em comparação com 26,48% de seu benchmark, com retornos anualizados de três anos de 28,11%. A abordagem concentrada do fundo - com as dez principais holdings compreendendo mais de 50% da carteira - é uma escolha de design deliberada que permite retornos acima da média ao tomar posições de convicção em inovadores definidores de categoria. Em vez de seguir tendências de mercado, o XOVR posiciona os investidores na fonte da inovação, aproveitando sua estrutura única para identificar e acessar a próxima geração de empresas disruptivas com potencial para se tornarem líderes de mercado de amanhã.
O fundo representa mais do que um veículo de investimento; ele incorpora uma mudança fundamental na alocação de capital que reconhece o borramento das linhas entre empresas públicas e privadas. Ao combinar a acessibilidade e liquidez dos mercados públicos com o potencial de crescimento dos investimentos privados, o XOVR oferece aos investidores de varejo acesso sem precedentes a oportunidades de criação de valor que outrora eram domínio exclusivo de players institucionais, posicionando-os para participar das inovações tecnológicas e estratégicas que definirão a próxima década.
Recomendação de compra de TAEE11 para swing tradeTAEE11 se destaca pela tendencia de alta predominante. Ativo trabalha acima das médias de 8 e 80 períodos. Lateralizando próximo ao topo sugerindo continuação da movimentação de alta. Adicionando a relação de Put Call radio de 0,87 e a redução do percentual de papeis alugados; sugiro a compra na região de R$ 35,00. Realização parcial em R$ 36,59 e alvo final em R$ 38,40. Caso o papel não siga a projeção de alta o stop loss deve ser acionado em R$ 33,68.
REMX ETF de terras raras ( bolsa americana )Muito se tem falado sobre as famosas terras raras, e apesar de o gráfico do ETF REMX não apresentar grandes sinais técnicos que apontem para trade, vale destacar que o preço segue acima da média de 200 períodos e o último fundo é mais alto que o anterior. Mesmo sendo uma movimentação discreta, considerei pertinente trazer essa análise, principalmente pelo contexto global favorável ao setor.
O ETF REMX busca replicar o desempenho de empresas envolvidas com mineração, refino e produção de terras raras e metais estratégicos. Esses elementos são fundamentais na fabricação de tecnologias modernas como veículos elétricos, turbinas eólicas, baterias e componentes eletrônicos. A carteira do ETF é composta por empresas de países como China, Austrália, Estados Unidos e Chile, refletindo o caráter global do setor.
Vale destacar que este é um mercado com alto potencial, mas também com volatilidade relevante, em parte por fatores geopolíticos e dependência da China. O REMX é mais indicado para investidores com perfil de risco mais elevado, que acreditam na tese de longo prazo desse setor. Fica o alerta para sempre avaliar com cuidado antes de investir em ativos com essa característica.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
BOVA11 - MensalSomente por curiosidade analisar o BOVA11 em mensal
Vejo que o preço sempre respeita os pontos de grande volume, com isso minhas análises são voltadas primeiramente ao volume e regiões que onde o preço ficou respeitado.
A cada dia mais que analiso gráficos fico querendo ler por mais um dia.
NÃO SOU FUNDAMENTALISTA, sou mais técnico se dividisse em porcentagem eu seria certa de 85% técnico, 8% cético e 7% fundamentalista.
Em análise de tendência e com visão do macro podemos conseguir ter uma compreensão melhor daquilo que estamos vendo, te convido a discutirmos sobre o movimento que cada ativo faz e como podemos ter uma troca de ideias voltado para nosso crescimento como investidor/especulador.
Como disse Ludwig von Mises:
Cada ação humana é uma especulação
BOVA11A cada dia mais que analiso gráficos fico querendo ler por mais um dia.
NÃO SOU FUNDAMENTALISTA, sou mais técnico se dividisse em porcentagem eu seria certa de 85% técnico, 8% cético e 7% fundamentalista.
Em análise de tendência e com visão do macro podemos conseguir ter uma compreensão melhor daquilo que estamos vendo, te convido a discutirmos sobre o movimento que cada ativo faz e como podemos ter uma troca de ideias voltado para nosso crescimento como investidor/especulador.
Como disse Ludwig von Mises:
Cada ação humana é uma especulação
Big Tech ainda pode ficar maior?Hoje, as "Magnificent 7" representam cerca de 35% do S&P 500.
Muita gente olha esse número e pensa: “não tem como subir mais”. Mas a história mostra que pode sim.
🚂 Em 1881, o setor ferroviário chegou a representar 63% de todo o mercado acionário dos EUA.
Não foi uma “bolha pura” como as que a gente conhece hoje — foi o reflexo de um setor que, naquela época, era o motor da economia, conectando cidades, indústrias e comércio.
O S&P 500 (e o mercado em geral) é construído de forma que as empresas que mais geram valor, lucro e crescimento ganham peso. É literalmente a seleção natural dos negócios: quem entrega mais resultados, sobrevive e domina.
🔍 Quando um setor lidera a inovação, concentra capital e lucros por um longo período, ele pode continuar aumentando sua fatia do índice. Até que outro ciclo de inovação apareça e tome o trono.
📈 Ou seja, 35% hoje pode não ser o topo — assim como os trilhos dominaram no passado, a tecnologia pode continuar crescendo enquanto for a força mais rentável e relevante da economia.
"BTG PACTUAL RESULTADO HISTÓRICO""O BTG Pactual alcançou um segundo trimestre de 2025 histórico, com recordes de receita e lucro impulsionados por um desempenho excepcional em praticamente todas as suas linhas de negócio."
Os dados foram extraídos diretamente do relatório de "Divulgação de Resultados do Segundo trimestre de 2025" do banco.
Tabela de Principais Múltiplos e Indicadores
Indicador/Múltiplo 2T 2024 2T 2025 Variação (a.a.)
Lucro Líquido Ajustado R$ 2,9 bilhões R$ 4,2 bilhões +42%
Receita Total R$ 6,0 bilhões R$ 8,3 bilhões +38%
ROAE Ajustado 22,5% 27,1% +4,6 p.p.
Índice de Eficiência Ajustado 37,3% 35,6% -1,7 p.p.
Índice de Basileia 16,2% 16,2% Estável
AuM e WuM Total R$ 1,7 trilhões R$ 2,1 trilhões +25%
Portfólio de Corporate & PME R$ 195 bilhões R$ 238 bilhões +22%
Fonte: Relatório de Divulgação de Resultados do 2T2025 do BTG Pactual.
Análise dos Indicadores
A comparação entre os dois períodos evidencia uma melhora substancial na performance do BTG Pactual:
Rentabilidade (ROAE Ajustado): O aumento de 4,6 pontos percentuais no ROAE, de 22,5% para 27,1%, é um dos principais destaques, indicando que o banco se tornou significativamente mais eficiente em gerar lucro a partir do seu patrimônio.
Eficiência Operacional: A queda no Índice de Eficiência de 37,3% para 35,6% é um sinal muito positivo. Quanto menor este indicador, mais eficiente é o banco na gestão de suas despesas em relação às suas receitas.
Crescimento e Capitalização: O crescimento expressivo de 25% nos ativos sob gestão (AuM e WuM) e de 22% na carteira de crédito para empresas demonstra a forte expansão das franquias de clientes.
Solidez: A manutenção do Índice de Basileia em 16,2% — bem acima do mínimo regulatório — mostra que o crescimento do banco foi realizado de forma sustentável, mantendo uma sólida posição de capital.
Apesar do resultado do segundo trimestre de 2025 (2T2025) do BTG Pactual ter sido excepcionalmente forte e ter superado as expectativas do mercado, alguns pontos merecem atenção ao analisar o balanço em detalhe. É importante notar que, embora positivos, esses pontos exigem monitoramento contínuo.
Pontos de Atenção no Resultado do 2T2025:
Despesas Operacionais Crescentes: As despesas operacionais totais atingiram R$ 3,26 bilhões no trimestre, um aumento de 15,9% em relação ao trimestre anterior. O banco atribui esse crescimento principalmente a um maior provisionamento de bônus, ligado diretamente à forte geração de receita, e ao aumento na amortização de ágio após a conclusão de aquisições, como a da Julius Baer. Embora o Índice de Eficiência tenha melhorado, o controle contínuo das despesas é crucial para manter a rentabilidade em patamares elevados.
Desempenho da Área de Asset Management: A receita da área de Gestão de Ativos (Asset Management) foi de R$ 624,1 milhões, uma redução de 15,1% em comparação com o primeiro trimestre de 2025. O banco explica que o trimestre anterior registrou uma contribuição acima da média de participações minoritárias em gestoras independentes. Apesar do crescimento anual de 13,9% e da forte captação líquida, essa queda trimestral indica uma certa volatilidade nas fontes de receita deste segmento.
Aumento do Risco de Mercado (VaR): A média diária do Value at Risk (VaR), que mede a perda potencial em condições normais de mercado, subiu para 0,22% do patrimônio líquido médio, em comparação com 0,16% no trimestre anterior. Segundo o relatório, isso reflete um "maior nível de risco assumido durante o período". Embora ainda em níveis considerados conservadores pelo banco, é um indicador que sinaliza uma maior exposição a oscilações do mercado.
Dependência do Cenário Macroeconômico: O próprio banco reconhece um "ambiente de mercado desafiador e volátil". O desempenho recorde em áreas como Investment Banking, impulsionado por um forte resultado em fusões e aquisições (M&A), pode não se repetir com a mesma intensidade caso o cenário macroeconômico se deteriore, impactando a confiança para novas transações.
Expansão da Carteira de Crédito: A carteira de crédito expandida cresceu 22% em um ano, atingindo R$ 237,9 bilhões. Embora o crescimento seja positivo e demonstre a robustez da franquia, uma expansão acelerada em um cenário de juros ainda elevados exige um monitoramento rigoroso da qualidade dos ativos e dos níveis de provisionamento para потерь para mitigar riscos de inadimplência futuros.
Em resumo, embora o resultado do 2T2025 seja indiscutivelmente robusto e elogiado por analistas, a atenção aos custos operacionais, à volatilidade em certas linhas de receita e aos riscos inerentes à expansão em um mercado complexo é fundamental para a sustentabilidade do forte desempenho do banco.
Balanço do Santander: Cautela com Provisões Pesa no Lucro Balanço do Santander: Cautela com Provisões Pesa no Lucro Trimestral, mas Melhora na Eficiência e Inadimplência se Destacam.
Análise Completa: Santander (SANB11) Divulga Resultados do 2º Trimestre de 2025 em Meio a Cenário Desafiador
São Paulo, 30 de julho de 2025 – O Santander Brasil (SANB11) abriu a temporada de balanços dos grandes bancos com a divulgação de seus resultados do segundo trimestre de 2025. Em um ambiente macroeconômico marcado por juros elevados e maior seletividade no crédito, o banco apresentou números que, embora demonstrem uma desaceleração em relação ao trimestre anterior, superam o desempenho do mesmo período de 2024 e reforçam a resiliência de sua estratégia.
Com o mercado atento, a ação da companhia (unit SANB11) fechou o pregão de ontem, 29 de julho, cotada a R$ 26,37.
Desempenho do 2º Trimestre de 2025: Lucratividade e Cautela
O banco reportou um lucro líquido gerencial de R$ 3,7 bilhões, representando uma queda de 5,2% em comparação com o primeiro trimestre de 2025, mas um avanço significativo de 9,8% em relação ao segundo trimestre de 2024. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROAE) ajustado atingiu 16,4%, uma retração de 1,1 ponto percentual na comparação trimestral, porém uma melhora de 0,8 ponto percentual na base anual.
Este resultado reflete uma postura mais cautelosa do banco, evidenciada pelo aumento da Provisão para Devedores Duvidosos (PDD), que cresceu tanto na comparação trimestral quanto na anual. Essa movimentação indica uma preparação para um cenário de maior risco de crédito, ainda que o índice de inadimplência acima de 90 dias tenha apresentado uma melhora, caindo para 3,1%.
A margem financeira com clientes foi um dos destaques positivos, com um crescimento de 11,3% em doze meses, impulsionada pela boa gestão de preços e volumes. As receitas de comissões e prestação de serviços também mostraram solidez, alcançando R$ 5,2 bilhões.
Evolução dos Principais Indicadores nos Últimos Trimestres
Para contextualizar o desempenho atual, é fundamental observar a trajetória dos principais indicadores do Santander ao longo dos últimos trimestres:
Indicador 3T24 4T24 1T25 2T25
Lucro Líquido (R$ bi) 3,7 3,9 3,9 3,7
ROE Gerencial 17,0% 17,2% 17,4% 16,4%
Carteira de Crédito (R$ bi) 663,5 682,7 682,3 675,5
Inadimplência (>90 dias) 3,2% 3,2% 3,3% 3,1%
Índice de Eficiência 38,9% 37,4% 37,2% 36,8%
P/L (Preço/Lucro) ~8,0 ~7,4 ~7,07 ~7,05
A tabela evidencia que, após uma recuperação robusta na virada do ano, o segundo trimestre de 2025 representou uma acomodação nos lucros e na rentabilidade. Por outro lado, o banco atingiu seu melhor índice de eficiência (36,8%) dos últimos três anos, sinalizando um controle de custos eficaz e os frutos da sua transformação digital.
Análise de Múltiplos: P/L em Nível Atrativo
Com o fechamento da ação em R$ 26,37 e o lucro acumulado nos últimos doze meses, o múltiplo Preço/Lucro (P/L) do Santander situa-se em aproximadamente 7,05 vezes. Este patamar é inferior ao observado nos trimestres anteriores, indicando que a ação está sendo negociada a um preço mais descontado em relação aos seus lucros. Para investidores de valor, um P/L mais baixo pode sinalizar um ponto de entrada interessante, considerando a solidez e a posição de mercado do banco.
Em suma, o resultado do Santander no segundo trimestre de 2025, embora sem grandes surpresas, confirma a capacidade do banco de navegar em um cenário adverso, mantendo a lucratividade e a solidez de seu balanço. A gestão prudente do risco de crédito e o foco contínuo em eficiência operacional são os pilares que sustentam a estratégia e devem continuar a guiar o desempenho da instituição nos próximos trimestres.
"BPAC11 – P/L ficou elevado e Corrige + Trump Day Agosto📌 "BPAC11 – P/L ficou elevado e Corrige Trump Day Agosto"
Sim, penso que quando atingiu 43,00 ficou caro e somado a isto o momento interno está ruim.
O ativo BPAC11 recentemente fez topo em **R$43,00**, o que elevou seu múltiplo **P/L (Preço/Lucro)** para cerca de **13,5x**, considerando o **LPA de R$3,19**. Esse patamar é considerado alto quando comparado aos bancos tradicionais listados na B3 — muitos negociando abaixo de 10x lucro.
Atualmente, BPAC11 recuou para **R$39,55**, ainda apresentando um P/L de aproximadamente **12,5x**, com **ROE de 20,45%** e **dividend yield em torno de 1,14%**. Apesar da alta rentabilidade, o yield continua modesto frente a bancos como **BBAS3** e **BBDC3**, que oferecem acima de 8%.
📅 O mercado aguarda os **resultados do segundo trimestre (2T25)**, com divulgação prevista para **12 de agosto**, antes da abertura. A expectativa por crescimento e consistência no lucro pode justificar o valuation elevado — mas também aumenta o risco de correção caso o balanço decepcione.
📊 **Comparativo P/L com outros bancos:**
- **BBAS3:** P/L 5,23 | ROE 11,97% | DY 11,91%
- **ITUB4:** P/L 9,16 | ROE 20,77% | DY 7,66%
- **BBDC3:** P/L 7,62 | ROE 10,99% | DY 8,43%
- **BPAN4:** P/L 13,64 | ROE 9,61% | DY 3,14%
- **ABCB4:** P/L 4,77 | ROE 16,13% | DY 9,57%
🔍 **Reflexão final**:
O alto P/L do BTG reflete a confiança do mercado na sua capacidade de entregar crescimento sólido e eficiência operacional. ROEs elevados tendem a atrair investidores, elevando o preço da ação — mas é fundamental acompanhar a sustentabilidade dos lucros e a evolução dos indicadores.
Oportunidades e Riscos na Correção da SANB11📉 Desempenho Recente da SANB11
Cotação de Fechamento: R$26,30
Queda no Dia: −1,90 (−6,74%)
Máxima do Dia: R$27,60
Mínima do Dia: R$26,30
📊 Indicadores Técnicos
Média Móvel Exponencial (EMA 9): R$27,79
Média Móvel Simples (SMA 200): R$27,15
💡 Em resumo: a ação teve uma queda significativa no dia, fechando no ponto mais baixo do intervalo. Os indicadores técnicos sugerem que ela está abaixo das médias móveis de curto e longo prazo, o que pode sinalizar uma tendência de baixa no curto prazo.
A queda da ação SANB11 (Banco Santander Brasil) pode ser explicada por uma combinação de fatores que estão preocupando os analistas e investidores:
📉 Expectativas Negativas para o 2º Trimestre de 2025
Crescimento tímido da carteira de crédito, refletindo uma postura mais cautelosa do banco.
Pressão na margem financeira de mercado (NII), impactada pela taxa Selic elevada e estratégias de hedge defensivas2.
Tendências mistas de despesas, dificultando avanços na eficiência operacional.
⚠️ Sinal de Alerta dos Analistas
O Citi colocou a ação sob “Negative Catalyst Watch”, indicando que os resultados esperados podem gerar reação negativa do mercado2.
O Safra também prevê desaceleração no crescimento, agravada por flutuações cambiais.
📊 Projeções de Resultados
Lucro líquido estimado em R$ 3,7 bilhões, com queda de 5% em relação ao trimestre anterior.
Rentabilidade (ROE) projetada em 15,9%, abaixo dos 17% do 1º trimestre.
Maior nível de provisões (PDD), devido à deterioração na qualidade das novas safras de crédito
A Moeda e o Último Refúgio(Israel em momentos ruins)🗓️ 14/07/2025
📉 O Capital Está Correndo de Algo que Ninguém Está Nomeando**
por Lagosta
O movimento atual do par da moeda não é sobre ruído intraday nem sobre padrão técnico isolado. O toque perfeito em 3,28608 foi mais do que técnico — foi simbólico. Um Fibonacci tocado com essa precisão, nesse momento exato de rearranjo global, mostra que o capital grande está falando. Não com palavras, mas com fluxo. Esse ponto virou base da operação e, mais do que suporte, é trincheira. Ele sinaliza que o preço está sendo defendido por gente que sabe o que está por vir. A próxima faixa, 3,43866, é resistência técnica, mas também psicológica. Se esse ponto for rompido com força, temos um gatilho que libera a próxima pernada — e aí não estamos mais discutindo scalp: estamos falando de uma realocação em andamento.
A meta seguinte, 3,70476, já começa a encostar nas zonas onde o capital institucional começa a reorganizar suas carteiras. E 4,08451 é a linha que separa o rebote de curto prazo de uma tendência estruturada. Esse número é divisor de águas porque, ao ser rompido, obriga quem ainda está fora a entrar. O alvo final em 4,73039 não é mais apenas uma projeção — é o destino que o fluxo está apontando, caso a estrutura geopolítica continue nessa rota de distorção.
E essa distorção tem nome: **Israel**. O modelo de inovação israelense, que um dia foi símbolo de agilidade tecnológica, hoje está esfarelado. Não foi a guerra que destruiu o ciclo, ela só revelou o que já estava podre por dentro. O que antes era promessa virou carcaça com valuation. Startups vazias, fuga de cérebros, fundos estrangeiros em retirada, e bolsas tentando manter viva uma narrativa que já morreu. O ETF ITEQ sangra, o TA-35 engana com repiques frágeis. O investidor comum nem sabe que já ficou sozinho num salão vazio. O capital inteligente já saiu — agora só resta a sombra do que um dia foi um polo de inovação.
Enquanto isso, o SPXM nasce nos EUA como um índice ideológico, excluindo empresas com práticas progressistas. Isso obriga uma mudança silenciosa e profunda nos portfólios institucionais. E esse capital, em busca de ativos líquidos e que não estejam ideologicamente “contaminados”, se espalha por novos vetores. A moeda, nesse contexto, vira o corredor silencioso de fuga. Não há discurso ESG que segure um portfólio em pânico por liquidez. Quando os fundos decidem sair, eles precisam de velocidade e profundidade. A moeda oferece os dois.
Esse fluxo técnico é só o reflexo de algo maior. Os grandes fundos estão se posicionando antes da mídia, antes dos analistas e bem antes do investidor de varejo. Estão migrando para longe do risco reputacional, do risco geopolítico, do risco ESG. Estão fugindo de ativos com “identidade” e indo para ativos com função. E a função da moeda, neste momento, é absorver esse pânico institucional de forma limpa, sem ruído. O toque em Fibonacci só foi a confirmação matemática de algo que os gestores já decidiram: **não dá mais para ficar onde estamos**.
Então não é só uma compra técnica. É um deslocamento sistêmico. O rompimento de 3,43866 abre a trilha para essa migração virar avalanche. E o 4,08451 é onde o sistema vai ser forçado a reagir. Não porque quer, mas porque não tem escolha. A narrativa vai ser reconstruída, os relatórios vão ser reescritos, e os gestores que perderem esse movimento vão ser expostos.
E não é só Israel. É o mundo inteiro que é afetado. O investidor brasileiro que comprou uma cota de fundo local, que por sua vez investe em fundos globais, que por sua vez seguem índices americanos, já está indiretamente exposto a tudo isso. Se o dinheiro está saindo de fundos baseados no S\&P500 tradicional e migrando para índices como o SPXM, há uma onda silenciosa de vendas técnicas em ativos “antigos” e uma pressão de compra artificial em ativos “aceitáveis”. Isso bagunça o mercado global e, inevitavelmente, respinga em quem nem sabe que está envolvido.
Esse movimento de moeda é a superfície de um oceano que está se movendo. E quem ficar só olhando os gráficos, sem escutar o que o fluxo diz, vai afundar com o casco. A moeda aqui é só o barômetro. Mas o furacão já começou.
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Quais os Nomes, Empresas e Contratos Envolvidos?🗓️ 09/07/2025
🎯 Agora Que Eles Estão Lotados de Bitcoin…
📓 por Lagosta
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Agora é hora de tirar o véu e mostrar quem está tocando essa orquestra.
Sem mistério, sem teoria da conspiração. Tudo registrado, protocolado e público — só que ninguém presta atenção porque estão ocupados olhando o candle de 15 minutos.
Vamos desdobrar em camadas: empresas, produtos, contratos, acordos e movimentos diretos.
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🔹 CAMADA 1: Os Detentores do BTC via ETF Spot
Esses são os generais do novo exército financeiro. Estão com a mão no ativo. Possuem os Bitcoins. Literalmente.
📦 ETFs Spot BTC (EUA)
Empresa Ticker(s) BTC sob gestão (estimado) Estrutura
BlackRock NASDAQ:IBIT +310.000 BTC ETF Spot
Fidelity CBOE:FBTC +170.000 BTC ETF Spot
Ark/21Shares CBOE:ARKB +60.000 BTC ETF Spot
Bitwise AMEX:BITB +50.000 BTC ETF Spot
VanEck CSE:HODL +40.000 BTC ETF Spot
Grayscale AMEX:GBTC (migrou de trust) ~280.000 BTC (em queda) Trust convertido em ETF
Invesco/Galaxy CBOE:BTCO ~30.000 BTC ETF Spot
Franklin Templeton CBOE:EZBC ~10.000 BTC ETF Spot
> 📌 Essência: Esses ETFs são canais diretos de absorção de BTC do mercado secundário para custodiante institucional (geralmente Coinbase Custody, Fidelity Digital ou BitGo).
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🔹 CAMADA 2: As Custodiantes e Corretoras
Quem guarda os Bitcoins desses ETFs?
Quem intermedia os negócios OTC?
Quem enxerga o fluxo antes de você pensar em clicar no mouse?
🔐 Custodiantes principais:
Coinbase Custody – guarda o BTC da BlackRock, Bitwise, e ARKB
Fidelity Digital Assets – guarda o BTC da própria Fidelity
BitGo – usado por alguns fundos menores, e em muitas transações OTC
Bakkt – estrutura secundária ligada à ICE (dona da NYSE), envolvida em infra para derivativos futuros com entrega física
📊 Exchanges chave:
Coinbase Prime – maior centro de OTC institucional dos EUA
Binance (mesmo com pressão regulatória) – segue como ponto-chave offshore para movimentações de arbitragem
Kraken & Bitstamp – pontos de conexão fiat/crypto na Europa e América do Norte
OKX e Bybit – usados para alavancagem e derivativos asiáticos, controle de funding e indexação offshore
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🔹 CAMADA 3: Contratos, Fundos e Produtos Derivativos
É aqui que a coisa fica interessante: a engenharia sobre o ativo.
🎯 Produtos estruturados já existentes:
BTC Options sobre ETFs – listadas na CBOE e CME
CME Micro Futures BTC – utilizado para hedge institucional sem afetar o mercado à vista
Grayscale Trusts com produtos alavancados – inclusive com spreads de premium negativos
ETFs alavancados em trâmite na SEC – pedidos da Direxion, Volatility Shares e Valkyrie
📑 Exemplo de estruturas reais:
1. Long GBTC / Short BTC CME Future
Para explorar o desconto do GBTC versus spot — e sair na frente quando o spread converge.
2. Long IBIT / Short ETH Futures CME
Para travar dominância relativa entre os dois ativos e capturar descorrelação macro.
3. Swaps OTC lastreados em BTC
– contratados via Galaxy Digital, Jump Crypto ou Cumberland DRW
– utilizados por family offices e tesourarias institucionais para levantar dólar com BTC em garantia
4. Criação de notas estruturadas com yield fixo
– vendidas por bancos como Nomura, JPMorgan, Goldman Sachs
– oferecem 6-8% ao ano com “baixa volatilidade”, mas ocultam exposição em derivativos complexos (delta hedge sobre calls + bonds)
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🔹 CAMADA 4: Alianças e Movimentações Governamentais Discretas
🏛️ Bancos Centrais em interação com o ecossistema cripto:
País Movimento Fonte oficial/extraoficial
El Salvador BTC como moeda oficial Documentado – governo Bukele
Argentina (Milei) Planos de dolarização via cripto Em estudo – fontes políticas
Brasil (BCB) DREX com testes de interoperabilidade com BTC Discretamente documentado
Nigéria CBDC em falência sendo testada com stablecoins pareadas Relatórios da IMF e BIS
Hong Kong Integração entre custódia BTC e bancos locais Documentado em abril/maio de 2025
💼 Parcerias institucionais em andamento:
IMF & World Bank com estudos sobre “stable collaterals” – onde BTC surge como ativo neutro em zonas de crise
Galaxy Digital + governo da Colômbia – projeto de infraestrutura blockchain com lastro BTC não oficializado
Fidelity + Cingapura – desenvolvimento de linha de crédito institucional com BTC como colateral base
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🔹 CAMADA 5: Movimentos Diretos que Já Ocorreram (ou estão ocorrendo)
1. BlackRock fez recompra técnica de NASDAQ:IBIT com prêmio em relação ao spot
– Indicando que aceita pagar mais por BTC que permanece na estrutura
2. Fidelity reduziu liquidez de retirada em alguns fundos de BTC
– Estratégia clássica de blindagem de ativo escasso
3. Ark Invest aumentou exposição a derivativos, mesmo com ETF em mãos
– Indicando uso de alavancagem cruzada via estrutura dupla: spot + options
4. ETF de BTC da VanEck agora é usado como base de produtos de yield sintético na Europa
– Criação de contratos complexos com lastro indireto em BTC real
5. Cumberland (DRW) vem ofertando crédito institucional lastreado em BTC com taxas abaixo do mercado bancário
– Transformando BTC em colateral para cashflow em dólar
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🔹 CAMADA 6: Narrativa e Influência
Quem molda a opinião do mercado não são os analistas técnicos do Twitter. São os controladores da narrativa macroeconômica.
📣 Veículos de influência:
Bloomberg, Barron’s, WSJ – todos com colunas específicas de cripto, patrocinadas por grupos ligados a ETFs
Larry Fink (CEO da BlackRock) – de crítico a “entusiasta institucional do BTC” em dois anos
Cathie Wood (Ark Invest) – influenciadora de narrativa com retórica “evangelista institucional”
Michael Saylor (MicroStrategy) – não apenas comprou, mas pivotou o discurso de liberdade para colateralidade
Eles não só compraram o ativo.
Compraram também a narrativa.
Controlam o discurso de risco, segurança, volatilidade e futuro monetário.
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🔚 Conclusão: O BTC Foi Integrado ao Sistema por Etapas
1. Narrativa institucional
2. Absorção via ETFs e trustes
3. Uso como colateral e infraestrutura de crédito
4. Construção de derivativos e produtos reembalados
5. Acordos silenciosos com governos e instituições financeiras globais
6. Domínio narrativo e algorítmico
Agora não se trata mais de se o Bitcoin vai subir.
É se ele vai continuar servindo como o alicerce do novo Bretton Woods digital.
O preço importa menos.
O uso importa mais.
A dominância está na engenharia, não no candle.
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