Morning Call - 10/02/2026 - Balanços Impactam os Índices EuropeuAgenda de Indicadores:
9:00 – BRA – IPCA de Janeiro
10:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
10:30 – USA – Vendas no Varejo de Dezembro
10:30 – USA – Índice de Custo do Emprego do 4º Trimestre
12:00 – USA – O Federal Reserve Bank de Nova York divulga o Relatório de Dívida e Crédito Doméstico do quarto trimestre de 2025, um instantâneo atualizado das tendências em empréstimos e endividamento das famílias, incluindo dados sobre hipotecas, empréstimos estudantis, cartões de crédito e empréstimos para automóveis
13:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 3 anos
18:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda do evento CEO Conference 2026 organizado pelo BTG Pactual:
9:00 – BRA – Fernando Haddad, Ministro da Fazenda, fala sobre as perspectivas econômicas
10:00 – BRA – Hugo Motta, presidente da Câmara, fala sobre as prioridades do Congresso Nacional
11:30 – USA – Scott Bessent, Secretário do Tesouro, participa de uma conversa moderada com André Esteves
14:00 – BRA – Ministro Vital do Rêgo (TCU) e o Ministro Renan Filho (Transportes) discutem o Futuro da Infraestrutura no Brasil, em painel com os CEOs da Rumo, Ecorodovias, Santos Brasil e Motiva.
15:20 – BRA – Equipe do BTG Pactuai: Eduardo Loyo, Mansueto Almeida, Tiago Berriel, Samuel Pessoa e Stefanie Birman apresenta as perspectivas da Macroeconomia Brasileira
16:00 – BRA – Painel com gestores: André Jakurski (JGP), Luis Stuhlberger (Verde Asset) e Rogério Xavier (SPX Capital)
Agenda de outras autoridades:
14:00 – USA – Beth Hammack, do Fed de Cleveland (Vota), fala sobre "Perspectivas bancárias e econômicas" na Cúpula Econômica da Liga de Banqueiros de Ohio de 2026
15:00 – USA – Lorie Logan, do Fed de Dallas (Vota), fala e participa de uma sessão moderada de perguntas e respostas no Fórum de Derivativos de Gestão de Ativos de 2026, organizado pela SIFMA e pela FIA
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Temporada de Balanços:
Terça-feira: Banco Inter, Suzano e TIM Brasil;
Quarta-feira: Banco do Brasil, Klabin, Assaí, Banrisul, Guararapes e Totvs;
Quinta-feira: Ambev, Jalles Machado, Neoenergia, Raízen, Copasa e Vale;
Sexta-feira: Usiminas.
Pesquisas eleitorais:
A agenda política nacional ganha tração nesta semana com a divulgação de quatro importantes pesquisas de intenção de voto para o pleito de outubro. O fluxo de dados começa hoje com os números da Futura, enquanto que a Quaest, Paraná Pesquisas e Colectta divulgam os resultados amanhã, quarta-feira.
IPCA:
A expectativa do mercado para o IPCA de janeiro aponta para uma mediana de alta de 0,32%, vindo levemente abaixo dos 0,33% registrados em dezembro. O cenário é marcado por forças opostas: a alta da gasolina e das tarifas de transporte público deve ser atenuada pelo recuo expressivo nas passagens aéreas. No acumulado de 12 meses, no entanto, o índice deve acelerar para 4,43%, aproximando-se do teto da meta de 4,50%.
O foco central do Banco Central recai sobre o setor de serviços, que deve mostrar uma desaceleração contundente, passando de 0,72% para 0,17%. Essa dinâmica tem provocado uma onda de revisões baixistas para a inflação de 2026, com o mercado já ajustando suas projeções para baixo no Boletim Focus.
Caso o dado de hoje confirme essa trajetória sem surpresas negativas, o mercado pode antever um corte de 50 pontos-base na reunião de março do Copom, mesmo com o presidente do BCB, Gabriel Galípolo, insistindo em “cautela”.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta terça-feira, enquanto o mercado calibra as expectativas para os dois pilares macroeconômicos da semana: o relatório de emprego (Payroll), que será divulgado amanhã, e o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), na sexta-feira.
O sentimento de fundo permanece positivo, sustentado pelo desempenho histórico da véspera, quando o Dow Jones ACTIVTRADES:USAIND superou a barreira dos 50.000 pontos pela primeira vez. Esse otimismo é reforçado pelo arrefecimento do "índice do medo", com o VIX $ACTIVTRADES:USAVIX operando na casa dos 18 pontos, sinalizando que a urgência por proteção via opções cedeu espaço para uma postura de maior apetite por risco.
No setor tecnológico, o fôlego renovado decorre da percepção de que as empresas do segmento podem navegar bem mesmo em um cenário de juros mais altos por mais tempo. Segundo dados do Monitor da Taxa de Juros do Federal Reserve da CME, o mercado consolidou a aposta de manutenção das taxas nas próximas reuniões, projetando o início do ciclo de afrouxamento monetário apenas para junho de 2026.
A precificação atual sugere dois cortes de 25 pontos-base até o final do ano, mas essa trajetória depende criticamente dos dados desta semana. Um Payroll muito forte ou um IPC acima do esperado poderiam empurrar essa expectativa de corte ainda mais para o segundo semestre, enquanto qualquer sinal de fraqueza no mercado de trabalho daria munição para as pombas (doves) do Fed defenderem uma antecipação.
Europa
As ações europeias — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam sem direção única nesta terça-feira, com os traders digerindo uma safra intensa de balanços corporativos que traz sinais divergentes sobre a saúde da economia regional.
As ações da BP recuam mais de 5%, figurando entre as maiores quedas do dia. A petroleira britânica reportou lucros trimestrais em linha com o esperado, mas decepcionou o mercado ao suspender seu programa de recompra de ações. A decisão ocorre após a companhia registrar uma baixa contábil de aproximadamente US$ 4 bilhões vinculada à revisão de seus negócios de biogás e energias renováveis, sinalizando um ajuste duro em sua estratégia de transição energética.
Em contrapartida, o setor de luxo avança 1,2%, impulsionado pelo desempenho da Kering. As ações da gigante francesa, dona da Gucci, saltaram 11% após a divulgação de suas vendas do quarto trimestre. Embora os números ainda reflitam um cenário desafiador, o recuo foi menor do que as projeções mais pessimistas dos analistas, gerando um movimento de alívio e recomposição de posições no setor.
No setor de turismo, a TUI apresentou lucro operacional acima das expectativas para o primeiro trimestre, beneficiada pela demanda resiliente por viagens. No entanto, os papéis da maior operadora turística da Europa caem 2,8%, com os traders focando na desaceleração das reservas futuras, o que levanta dúvidas sobre a sustentabilidade do crescimento para o restante do ano.
Já na Suécia, a fabricante de equipamentos outdoor Thule disparou 12,7%. A empresa superou as estimativas de receita trimestral, colhendo os frutos de aquisições recentes e de uma demanda aquecida por produtos de lazer, consolidando-se como um dos destaques positivos da sessão.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As bolsas asiáticas encerraram a terça-feira em território positivo, impulsionadas pelo fechamento firme de Wall Street e por catalisadores regionais de peso. O grande protagonista do dia foi novamente o Japão, onde o mercado acionário consolidou um momento de euforia histórica.
O índice Nikkei TVC:NI225 saltou 2,3%, estabelecendo uma nova máxima recorde. O rali reflete a confiança dos investidores na estabilidade política após a vitória expressiva de Sanae Takaichi nas eleições gerais, o que pavimenta o caminho para a agenda de estímulos e reformas prometida pela primeira-ministra.
No pregão de Tóquio, o otimismo foi disseminado: das 225 empresas do índice, 176 fecharam em alta. A Furukawa Electric foi o destaque absoluto ao atingir o limite máximo de valorização diária, disparando 22% após reportar resultados sólidos. A empresa acumula uma alta de quase 50% em apenas três sessões, surfando a forte demanda por infraestrutura de rede.
O setor automotivo e o de tecnologia também mostraram vigor. A Mazda Motor saltou 12%, seu melhor desempenho diário desde julho passado, após superar as expectativas de lucro. Já o SoftBank Group avançou 10,7%, funcionando como um termômetro do apetite por inteligência artificial no Japão antes da divulgação de seu balanço oficial na quinta-feira.
Na China, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Hang Seng HSI:HSI e Shanghai SSE:000001 — registraram ganhos leves, em um cenário de liquidez reduzida pela proximidade do feriado do Ano Novo Lunar que ocorre de 15 a 23 de fevereiro. No campo corporativo, empresas de mídia chinesas dispararam com o entusiasmo em torno do novo modelo de geração de vídeo por IA da ByteDance.
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 avançou 1,8%, puxado pela valorização de 3,6% da TSMC. Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI fechou estável, com o avanço dos setores financeiro e de consumo sendo anulado pela realização de lucros em tecnologia e manufatura. A única exceção negativa na região foi o ASX 200 ASX:XJO da Austrália, que fechou em queda pressionado pelo setor bancário, apesar da alta das mineradoras.
Índices do mercado
Análise gráfica FOREX e OURO/PRATA | TERÇA 10.02.26 | ICTNeste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
Disclaimer
Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
análise gráfica, pré-mercado, ict, inner circle trader, price action, liquidez, estrutura de mercado, trading, nasdaq, us100, futuros, mercado financeiro, day trade, smart money, análise técnica
Análise do DXY: a resistência limita o repiqueO Dollar Index (DXY) apresenta atualmente uma estrutura enfraquecida após rejeitar uma zona importante de retração entre 98,0 e 98,2, correspondente ao nível de Fibonacci 0,618 e a uma antiga área de suporte que agora atua como resistência.
O repique técnico a partir do suporte semanal próximo de 96,0 indica a presença de compradores de longo prazo, mas o momentum de curto prazo permanece frágil, já que o preço não consegue retomar níveis superiores de forma consistente. Enquanto o DXY permanecer abaixo de 98,2–98,5, a pressão vendedora tende a dominar, abrindo espaço para novas quedas em direção às zonas inferiores de liquidez e para um possível novo teste do suporte principal em torno de 96,0.
Apenas uma ruptura clara acima dessa resistência intermediária neutralizaria o viés baixista e restabeleceria uma perspectiva mais construtiva.
#11- Últimas Pernas e Pivôs| SPX500 5M| Gain 8x2 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do SPX500, rompeu um pivô de alta indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá retrair gerando um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do fundo principal, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado.
NAS100 MMBM O preço está subindo em direção ao BB + OB H4, mas ainda no meio do caminho, sem ter encostado na caixa de prêmio e sem sweep de topo.
Também está bem longe do OB H1 de desconto; não houve retorno ao fundo para compras.
Em M15/M5, a estrutura é uma tendência de alta limpa, sem MSS, sem OB/FVG de reversão ainda; é pura continuação de Londres.
Ou seja: não há, por enquanto, nenhum dos gatilhos institucionais completos (nem para venda em prêmio, nem para compra em desconto).
NAS100 / MMSMGestão de Risco e Veredito
Gestão segue o Protocolo?
Risco máximo 1–2% por operação; como estamos num dia de recuperação dentro de contexto de venda forte, eu ficaria em 1% por trade em NAS100.
R:R mínimo 2:1 até TP1 (meio do range para venda, BB + OB H4 para compra). Se o stop não permitir 2:1 até o primeiro alvo lógico, o trade é descartado.
Máximo de 4 trades no dia, 2 wins ou 2 losses encerram as operações.
O mercado está fazendo o que a gente queria em termos de trajetória: saiu do OB H1 de desconto e está indo buscar o BB + OB H4 + FVG bearish de prêmio, onde faz sentido procurar venda institucional.
Só que, nos frames de execução (M15/M5), ainda é só subida, sem sweep de topo, sem MSS baixista, sem OB/FVG de venda; e, ao mesmo tempo, estamos longe do OB H1 para pensar em compra reativa.
ACOMPANHE AS ATUALIZAÇÕES NOS COMENTÁRIOS!
S&P 500: Big Dip Incoming - Wedge Confirmed📉 S&P 500: Big Dip Incoming - Wedge Confirmed and Correction to 5,600 Points
The S&P 500 just confirmed today (02/05/2026) a concerning technical formation that has historically preceded significant corrections: a falling wedge that could lead the index to a substantial drop in the coming weeks.
📊 The Technical Pattern
After reaching highs near 7,000 points at the end of January, the index has been forming a wedge that was confirmed with today's breakdown, with price falling to the 6,837 region. This pattern is not new - and that's exactly what makes the situation more concerning.
📉 Historical Precedents
This same technical formation appeared at critical moments:
2022: The major correction was preceded by a similar wedge, resulting in significant drops
Early 2025: Again the pattern repeated, signaling volatility and correction
The repetition of this technical setup is not coincidence - it's the market showing buyer exhaustion at tops.
🎯 Projection and Target
Based on the wedge structure and Fibonacci projections, the primary target is at 5,600 points, which represents a correction of approximately 18% from current levels. This move would be consistent with historical corrections after similar formations and should not stop there.
Disclaimer: This is a technical analysis based on historical patterns. Always trade with proper risk management.
NAS100 Do Macro ao Micro.Não há trade de alta probabilidade neste cenário em NAS100.
Trade inválido, porque o preço está colado em liquidez diária/intradiária, sem MSS + OB/FVG em M15/M5 para compra e sem retorno a uma zona de prêmio para venda; o fluxo é LRLR, mas a localização atual é mid‑range intradiário em LIQ, e entrar aqui seria operar fora do nosso framework institucional.
ORDER BLOCKS E MARCAÇÕES Order Block é um bloco de velas que causou mudança real na entrega de preço.
Exemplo: último bloco de baixa antes de um movimento forte de alta, que rompe estrutura.
Pontos-chave:
A precisão está no corpo e no 50% desse corpo, o Mean Threshold.
Em um OB saudável, o preço geralmente respeita essa metade; corpo não atravessa com facilidade.
Você pode usar o bloco inteiro ou só o candle extremo mais relevante.”
''- O que torna um OB forte
“OB forte tende a ter:
Rebalance de FVG junto.
Ter sido criado após captura de liquidez.
Estar alinhado com tempo (Killzones, aberturas, etc.).
Quanto mais dessas confluências, mais institucional é o bloco.”
''- RB / BB (Resistance Block / Breaker Block)
“RB é um bloco que funciona como ‘trava’ de preço.
Depois que o mercado respeita, ele vira referência.
Breaker Block é aquele bloco que ‘falhou’: o preço rompe, volta e passa a usar esse bloco do outro lado.
No protocolo, BB/Breaker é o PD Array inicial quando o preço começa uma reversão maior.”
Análise gráfica FOREX e OURO/PRATA | QUINTA 05.02.26 | ICTNeste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
Disclaimer
Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
análise gráfica, pré-mercado, ict, inner circle trader, price action, liquidez, estrutura de mercado, trading, nasdaq, us100, futuros, mercado financeiro, day trade, smart money, análise técnica
IBOV NAS MÁXIMAS: Em Tendência de Alta, Mas EsticadaGráfico mensal evidentemente de tendência de alta, alcançando a máxima histórica em 187.333,83 pontos.
Linhas de Tendência de Alta (linhas brancas) primária, secundária e terciária, acompanha o price action, juntamente com a MMA-200 (Média Móvel de 200 períodos), mas mostra que o price action atual já está bastante esticado, quando comparado com a sua própria tendência de alta e as suas médias.
Enquanto que a MMA-200 está próxima dos 85 mil pontos, o price action em mais de 180 mil pontos, a diferença já é maior do que 110%, estabelecendo um afastamento histórico em relação aos principais suportes de longo prazo.
O que naturalmente leva o analista técnico a considerar para uma eventual correção ou até mesmo uma reversão de tendência de baixa, tendo como alvos as LTAs e a própria MMA-200. O próprio IFR (Índice de Força Relativa) já se encontra em região de sobrecompra, chamando a atenção para uma possível construção de padrões de lateralidade ou reversão.
No gráfico semanal, o price action chega aos alvos projetados pelos padrões gráficos identificados: Cunha Ascendente de Alta (padrão de continuação da tendência de alta) e Triângulo Simétrico de Alta (padrão, também, de continuidade da tendência de alta).
No gráfico diário, a atenção fica para os últimos 8 dias de price action já mostrando uma possível lateralização (atenção para o IFR sobrecomprado) desenhando, ainda que de forma precocemente, o padrão gráfico Triângulo Ascendente, uma continuidade da tendência de alta, se for considerar a máxima histórica dos 187.333,83 pontos como uma base de resistência a ser rompida pelo price action.
Análise gráfica FOREX e OURO/PRATA | QUARTA 04.02.26 | ICTNeste vídeo faço uma análise gráfica do pré-mercado com foco em estrutura de preço, liquidez e contexto institucional, baseada nos conceitos de ICT (Inner Circle Trader).
Analisamos possíveis cenários de continuação ou reversão, zonas de interesse, highs e lows relevantes, além do comportamento do preço antes da abertura do mercado.
Este conteúdo tem caráter educacional, com o objetivo de descomplicar a leitura do mercado e ajudar no desenvolvimento do seu raciocínio técnico.
Disclaimer
Este vídeo não constitui recomendação de investimento (not financial advice). As análises apresentadas refletem apenas estudos técnicos e não garantem resultados. Cada trader é responsável pelas suas próprias decisões e riscos.
análise gráfica, pré-mercado, ict, inner circle trader, price action, liquidez, estrutura de mercado, trading, nasdaq, us100, futuros, mercado financeiro, day trade, smart money, análise técnica
LIQUIDEZ E ESTRUTURA DE MERCADO.Hoje vamos começar pelo ponto que muda tudo na leitura de mercado: liquidez e estrutura.
“Exercício simples: pega os últimos 10 dias de ouro.
Marca PDH, PDL, PWH e PWL.
Marca também equal highs e equal lows.
Depois, observa em quantos dias o mercado varreu uma dessas regiões antes de fazer o movimento direcional.
Isso já vai te colocar anos‑luz à frente de quem só enxerga padrão de candle.”
“Liquidez e estrutura são a base de tudo que vem depois: Order Block, FVG, PO3, STDV.
Se você não souber onde está a liquidez, você vai usar as ferramentas no lugar errado.
Na próxima aula, vamos falar de ineficiências: FVG, desbalanço e BPR.”
NAS100 do MACRO ao MICRO01 — Seleção de Ambiente (LRLR x HRLR)
Hoje o calendário está leve: discurso de membro do FOMC, JOLTS ao meio‑dia e estoques de petróleo à tarde, nada no nível de CPI/NFP/FOMC rate decision.
Isso, combinado com o comportamento técnico de ontem (rali limpo de NY, consolidação ordenada em Ásia/Londres), favorece LRLR em NY, com variações pontuais em torno do JOLTS, mas sem viés de HRLR caótico.
Ambiente do dia: LRLR, é dia operável em NAS100, desde que a gente respeite localização (pool de liquidez/POIs) e evite clicar exatamente no horário do dado de emprego às 12:00 ET.
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02 - Contexto HTF (D/H4)
03 - Contexto LTF (H1/M15)
04 - Gatilhos de Entrada (M15/M5)
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05 — Gestão de Risco e Veredito
Gestão padrão do Protocolo 2025:
Risco máximo 1–2% por trade; como o preço está no meio da liquidity pool e ainda longe de BPR H4/OB H1, eu trabalharia com 1% apenas quando (e se) aparecer setup completo.
R:R mínimo 2:1 até TP1 (pool/topo histórico no caso de compra, BPR H4 no caso de venda). Se o stop precisar ficar largo demais e o 2:1 não fechar até o primeiro alvo lógico, o trade é descartado.
Máximo de 4 operações no dia, 2 wins ou 2 losses encerram NAS100.
Hoje o jogo está muito bem definido: comprar no BPR H4/OB H1 em desconto ou vender em sweep da liquidity pool H4/topo histórico em prêmio.
Só que, no momento atual da análise o preço está entre esses dois extremos, dentro da pool mas sem sweep e sem MSS, e também sem ter voltado para o BPR H4.
Então, seguindo à risca o Protocolo:
Não há trade de alta probabilidade neste cenário em NAS100.
Trade inválido, porque o preço está em mid‑range entre BPR H4/OB H1 (desconto) e topo histórico (prêmio extremo), sem sweep + MSS + OB/FVG em nenhum desses POIs institucionais; qualquer entrada agora seria forçada, fora do modelo.
Global Review e Comentário Técnico Semanal 30/01/26Fechamento de mês é o momento de fazer o Global Review, onde analiso os principais mercados do mundo e em busca de um panorama abrangente. Compreender o big picture traz insights para ajudar nos desdobramentos de curto prazo.
Também faço o comentário técnico semanal, onde observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
Desvalorização Forçada do Dólar: Impactos para Brasil e MundoA Geopolítica da Desvalorização Forçada do Dólar: Impactos Sistêmicos no Brasil e no Mundo
🌍 Consequências Globais
Competitividade dos EUA: Produtos americanos ficam mais baratos no exterior, favorecendo exportações e reduzindo déficit comercial.
Inflação nos EUA: Importados mais caros pressionam a inflação doméstica.
Mercados emergentes: Perda de competitividade frente aos produtos americanos.
Confiança na moeda: Risco de erosão da credibilidade do dólar como moeda de reserva global.
Fluxos financeiros: Migração de capitais para moedas alternativas (euro, yuan, franco suíço).
🇧🇷 Impactos no Brasil
Valorização do real: Importações mais baratas, ajudando a conter a inflação.
Exportadores prejudicados: Produtos brasileiros ficam relativamente mais caros em dólar.
Setor industrial: Benefício para empresas que dependem de insumos importados.
Fluxo de capitais: Potencial aumento de investimentos externos, mas com maior volatilidade.
Política monetária: Banco Central pode ter de ajustar juros para equilibrar câmbio e inflação.
📊 Benefícios vs. Riscos para o Brasil
Benefícios
Importados mais baratos → menor pressão inflacionária
Insumos industriais mais acessíveis
Possível aumento de investimentos externos
Alívio temporário para consumidores
Riscos
Exportadores perdem competitividade
Volatilidade nos fluxos de capitais
Dependência maior da política cambial dos EUA
Pressão sobre setores agrícolas e mineração
⚠️ Pontos Críticos
Desvalorização artificial não é sustentável e pode gerar desequilíbrios globais.
Brasil permanece vulnerável às decisões de Washington.
Efeitos desiguais: consumidores se beneficiam, mas exportadores sofrem.
Dólar perdendo força no mundo! Devido todas as falas de D.Trump, sobre tarifas novas, Groenlândia, investidores estão realocando seu capital, estão fazendo uma rotação, dólar está perdendo muita força frente a maioria das moedas, quem está se beneficiando muito, são os países da américa latina e emergentes, Brasil até então é o queridinho do carry trade, investidor tem liquidez para entrar e sair.
DXY com grandes chances de romper fundo, pode dar muitas oportunidades, observar muito o EUR/USD, AUD/USD e NZD/USD.
EUR/USD: o euro se beneficia muito com o dólar fraco, podendo buscar a máxima de setembro de 2025.
AUD/USD: devido a força do mercado de trabalho na Austrália, superando expectativas, já se fala em aumento de juros no próximo mês, fortalecendo o dólar Australiano, assim com o dólar americano fraco, trás muita força ao par, que está testando topos de setembro de 2024
NZD/USD: Devido a sua exportação de commodities, se fortalece muito frente ao dólar fraco, acompanhando o AUD/USD, podendo ir testar resistência de julho de 2025
Operação NAS100 26/01/2026 (+4XR)Relato da Operação — Nasdaq
A operação na Nasdaq foi construída a partir de um contexto institucional bem definido nos tempos maiores (HTF), com foco em continuidade de movimento após captura de liquidez.
Na semana anterior, o mercado deixou uma região clara de desequilíbrio, com sobreposição de FVG e BPR formados na quarta-feira. Essa região permaneceu intocada até a abertura de domingo, quando o mercado abriu com um gap de baixa de aproximadamente 0,48%. Esse gap promoveu uma varredura ampla de liquidez, capturando os fundos formados entre quarta e sexta-feira, incluindo fundos de Londres e Nova York.
Após essa varredura, o preço reagiu exatamente dentro da região de BPR/FVG mapeada em tempos maiores, mostrando defesa clara dessa zona institucional. Importante destacar que, antes desse movimento, o mercado já havia realizado a inversão de um FVG de 4 horas e passou a trabalhar acima dessa região, indicando mudança de estado e aceitação de preços mais altos.
Na quinta-feira, o preço acumulou acima dessa região invertida, formando mínimas relativas, e na sexta-feira deixou uma máxima, sem realizar nova manipulação de fundos. Isso deixou um cenário claro de liquidez pendente acima, especialmente considerando os topos nivelados visíveis no HTF.
Na abertura de domingo, após capturar a liquidez inferior, o preço voltou a trabalhar acima do range anterior e realizou o fechamento completo do gap. A partir desse ponto, o mercado passou a aceitar preços acima do gap, utilizando essa região como suporte. Além disso, o gap coincidiu com um desequilíbrio anterior que havia sido rompido e voltou a ser respeitado, reforçando a confluência da zona.
Durante a sessão asiática, o preço realizou uma correção pontual, formando um fundo intermediário. Na sessão de Londres, esse fundo foi varrido apenas com pavio, seguido de reação imediata, caracterizando uma captura leve de liquidez e confirmação de interesse comprador.
Com a sustentação acima da região institucional e após a inversão das ineficiências formadas no LTF, o mercado ofereceu um pullback técnico em OTE, sem violação da estrutura de alta. Esse retorno ocorreu dentro da perna impulsiva anterior, reforçando o cenário de continuidade.
A execução foi realizada no LTF após a confirmação de aceitação acima da região de OTE, com stop posicionado abaixo da mínima que originou o pullback. O alvo foi definido na máxima do dia anterior (PDH), região clara de liquidez, resultando em uma relação risco-retorno aproximada de 4,3 vezes.
A operação foi baseada em:
• Varredura de liquidez em tempos maiores
• Defesa institucional em região de FVG/BPR
• Aceitação acima do gap de abertura
• Pullback em OTE sem quebra estrutural
• Execução no LTF alinhada à continuidade do fluxo






















