#211- Últimas Pernas e Pivôs| VIX 5M| Gain 157x53 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do VIX, rompeu o topo de um pivô de alta indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do fundo mais baixo, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps abaixo do fundo mais baixo, inclusive com rompimento (do fundo mais baixo) que não supere um pavio mais baixo anterior.
Índices do mercado
#210- Últimas Pernas e Pivôs| VIX 5M| Gain 154x53 Loss IIEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos da VIX, rompeu o fundo de um pivô de baixa indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção da sequência de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do topo mais alto, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps acima do topo projetado, inclusive com rompimento (do topo projetado) que não supere um pavio anterior.
#205- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 151x52 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do DXY, rompeu o topo de uma última perna de baixa, poderá retrair para um retorno/risco mais favorável e poderá subir até seu(s) alvo(s). Poderá ocorrer traps no fundo mais baixo.
#203- Últimas Pernas e Pivôs| VIX 5M| Gain 149x52 Loss IIEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos da VIX, rompeu o fundo de um pivô de baixa indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção da sequência de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do topo mais alto, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps acima do topo projetado, inclusive com rompimento (do topo projetado) que não supere um pavio anterior.
S&P em movimento arredondado interessante, gráfico semanal.O S&P 500 é um dos principais índices do mercado americano, reunindo 500 das maiores empresas dos Estados Unidos e servindo como referência global para o comportamento da bolsa. Por isso, sua movimentação reflete não só o cenário econômico dos EUA, mas também o apetite ao risco em escala mundial.
No gráfico semanal, é possível identificar duas linhas de tendência de alta relevantes, uma mais recente iniciada em 2018 e outra mais longa, iniciada em 2009. O índice formou uma estrutura de xícara bem definida, com uma correção saudável na alça e posterior cumprimento do alvo, seguido de um pullback na linha de tendência antes de continuar a alta até a região do 161,8 de Fibonacci. Até aqui, o movimento foi bastante técnico e respeitado.
O ponto que chama atenção agora é a formação de um topo mais arredondado desde meados de 2025. A subida perdeu um pouco da inclinação e passou a acontecer de forma mais suave, até atingir o topo recente e iniciar um movimento de correção. O que observo é se esse arredondamento vai se completar, e caso siga essa mesma inclinação, o movimento tende a buscar justamente a linha de tendência de alta mais antiga. É uma leitura que vale acompanhar de perto, principalmente para entender se estamos diante de uma simples correção dentro da tendência ou de algo mais estrutural.
Uma visão desde 2009
Disclaimer: Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
#201- Últimas Pernas e Pivôs| VIX 5M| Gain 148x52 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do VIX, rompeu o topo de um pivô de alta indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do fundo mais baixo, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps abaixo do fundo mais baixo, inclusive com rompimento (do fundo mais baixo) que não supere um pavio mais baixo anterior.
#199- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 147x51 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do DXY, rompeu o topo de um pivô de alta indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do fundo mais baixo, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps abaixo do fundo mais baixo, inclusive com rompimento (do fundo mais baixo) que não supere um pavio mais baixo anterior.
#198- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 146x51 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos da DXY, rompeu o fundo de um pivô de baixa indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção da sequência de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do topo mais alto, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps acima do topo projetado, inclusive com rompimento (do topo projetado) que não supere um pavio anterior.
Morning Call - 07/04/2026 - Ações voltam para Próx. das MáximasAgenda de Indicadores:
Feriado: Hong Kong (Páscoa)
9:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
9:30 – USA – Pedidos de Bens Duráveis (Fevereiro)
11:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
12:00 – USA – Expectativa de Inflação do Fed de Nova York
12:00 – USA – Perspectiva Energética de Curto Prazo da EIA
14:00 – USA – Leilão de T-Note de 3 anos
Agenda de Autoridades:
13:35 – USA – Austan Goolsbee, do Fed de Chicago (Não Vota), participa de uma conversa moderada e sessão de perguntas e respostas sobre a economia dos EUA e a política monetária perante o Detroit Economic Club.
18:50 – USA – Philip Jefferson, vice-presidente do Fed (Vota), discursa sobre as perspectivas econômicas e o mercado de trabalho perante a série de palestras do Centro Charlton para Investimento Responsável da Faculdade de Administração de Empresas da Universidade de Detroit Mercy.
20:00 – USA – Mary Daly, do Fed de São Francisco (Não Vota), participa de uma entrevista da Fox Business com Maria Bartiromo, do programa Wall Street.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — apresentam desempenho moderado nesta terça-feira, refletindo a postura cautelosa dos traders às vésperas do prazo estabelecido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz.
O ambiente segue dominado por incertezas geopolíticas. Teerã sinalizou que não pretende reabrir a rota estratégica nem aceitar um cessar-fogo nos termos propostos por Washington, elevando o risco de escalada do conflito caso o ultimato seja mantido.
“Há um sentimento claro de cautela e até pessimismo em relação ao prazo imposto por Trump, uma vez que parece improvável que o Irã ceda às exigências dentro desse intervalo”, avaliou Kathleen Brooks, diretora de pesquisa da XTB.
Nesse contexto, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXH2026 permanece ao redor dos 24 pontos, indicando uma demanda ainda presente por proteção, embora sem sinais de estresse extremo no curto prazo.
No campo das projeções, a UBS Global Wealth Management revisou sua estimativa para o S&P 500 ao final de 2026, reduzindo a meta de 7.700 para 7.500 pontos, refletindo um cenário mais desafiador para ativos de risco.
No noticiário corporativo, as ações de seguradoras de saúde se destacam no pré-mercado, impulsionadas por mudanças regulatórias. Papéis da UnitedHealth avançam cerca de 6,7%, enquanto Humana sobe aproximadamente 11%, após o governo americano anunciar aumento nos repasses às seguradoras que operam planos Medicare Advantage a partir de 2027.
No setor de tecnologia, a Broadcom registra alta de 3,2% após firmar um acordo de longo prazo com o Google, da Alphabet, para o desenvolvimento de chips voltados à inteligência artificial e outros componentes estratégicos.
Na agenda macroeconômica, os investidores monitoram ao longo da semana indicadores de inflação, em busca de evidências sobre o impacto da alta dos preços de energia na economia americana. Além disso, discursos de membros do Federal Reserve — incluindo Austan Goolsbee, Philip Jefferson e Mary Daly — serão acompanhados de perto, em busca de sinais sobre a trajetória da política monetária.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — avançam nesta terça-feira, sustentados principalmente pelos setores de mídia e financeiro, em uma sessão de retomada após o feriado prolongado de Páscoa. Ainda assim, o ambiente segue permeado por cautela, diante da proximidade do prazo estabelecido para a reabertura do Estreito de Ormuz.
O índice Euro Stoxx 50 $ACTIVTRADES:EURO5 sobe cerca de 1%, atingindo o maior nível em quase três semanas. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, opera na máxima de um mês, ficando 4% abaixo de seu recorde histórico.
A reabertura dos mercados europeus após os feriados da Sexta-feira Santa e da Segunda-feira de Páscoa ocorre em um contexto de elevada sensibilidade a eventos geopolíticos. “Os traders estão se posicionando com cautela, em vez de precificar totalmente o pior cenário possível”, afirmou Matt Britzman, analista sênior de ações da Hargreaves Lansdown.
A sessão, no entanto, carrega potencial para elevada volatilidade, com qualquer atualização sobre o conflito no Oriente Médio podendo gerar movimentos abruptos nos mercados globais.
Entre os setores, o segmento de mídia lidera os ganhos, com alta próxima de 6%, seguido pelo setor financeiro, que avança cerca de 1,6%. Em contrapartida, ações de tecnologia apresentam desempenho mais fraco. A ASML recua cerca de 3%, pressionada por notícias de que parlamentares americanos articulam novas restrições às exportações de equipamentos para fabricação de semicondutores destinados à China.
No campo da política monetária, o membro do Conselho do Banco Central Europeu, Dimitar Radev, alertou para o risco de aceleração mais intensa das expectativas de inflação na zona do euro, indicando que a autoridade monetária deve estar preparada para reagir com elevações de juros caso as pressões persistam. Atualmente, o mercado já precifica cerca de três aumentos de 25 pontos-base até o fim do ano.
Do lado macroeconômico, os dados divulgados nesta manhã reforçam um cenário misto. O PMI da zona do euro apontou desaceleração acentuada da atividade do setor privado em março, refletindo o impacto do aumento dos custos de energia e das disrupções nas cadeias de suprimentos decorrentes do conflito. A demanda agregada, inclusive, recuou pela primeira vez em oito meses.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram esta terça-feira em alta, acompanhando o movimento positivo observado em Wall Street na véspera. O apetite por risco foi sustentado pela expectativa de avanços diplomáticos no conflito entre Estados Unidos e Irã, à medida que se aproxima o prazo estabelecido por Washington para um possível cessar-fogo.
No campo geopolítico, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom ao afirmar que poderá ordenar ataques à infraestrutura civil iraniana caso um acordo não seja alcançado até terça-feira, às 21h no horário de Brasília. Ao mesmo tempo, sinalizou que a liderança iraniana estaria engajada em negociações mais consistentes, mantendo o mercado dividido entre cautela e otimismo.
Trump também reiterou a exigência de reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o fluxo global de energia, alertando para possíveis ações militares rápidas e contundentes em caso de descumprimento do prazo. Por sua vez, o Irã rejeitou a proposta inicial de cessar-fogo apresentada pelos EUA e respondeu com um plano alternativo de 10 pontos. O presidente americano reconheceu avanços, mas indicou que a proposta ainda está aquém do esperado.
Entre os mercados, o destaque positivo ficou com o índice TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, e o ASX 200 ASX:XJO , da Austrália, que avançaram 1,8% cada, impulsionados pelo retorno das negociações após o feriado. Na China continental, os índices Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 registraram ganhos mais modestos, em torno de 0,3%.
Já entre as praças que operaram normalmente na segunda-feira, o índice Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, subiu 0,8%, enquanto o Nikkei TVC:NI225 , do Japão, encerrou próximo da estabilidade, refletindo uma postura mais cautelosa dos investidores.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng HSI:HSI permaneceu fechado devido ao feriado, contribuindo para uma sessão de liquidez mais reduzida na região.
O cenário reforça um ambiente de expectativa, com os mercados sensíveis a qualquer sinal concreto de avanço ou frustração nas negociações, especialmente diante dos potenciais impactos sobre o fluxo de energia, inflação e crescimento global.
CSI 300 AT A KEY LEVEL – CONTINUATION OR REVERSAL?The CSI 300 Index is showing a clear bearish market structure, perfectly respecting Smart Money concepts.
🔍 Structure Analysis:
The market is forming:
Multiple BOS (Break of Structure) to the downside
Lower highs
Strong rejections in premium zones
In short… the flow is still bearish.
📍 Key Zones:
🔴 Premium (~4,500 – 4,525)
Recent rejection area → strong institutional selling zone
🟡 Equilibrium (~4,470)
Mid-range consolidation before continuation
🟢 Discount (~4,430 – 4,400)
Current zone → price is seeking liquidity at the lows
⚠️ WHAT IS THE MARKET DOING?
Price is:
Breaking structure to the downside
Sweeping liquidity at the lows (weak low)
Respecting supply zones above
This suggests a possible continuation of the downtrend, unless a clear CHoCH (Change of Character) appears.
🚀 SCENARIOS:
📉 Main scenario (continuation):
If price breaks below 4,430, we may see further downside expansion.
📈 Alternative scenario (reversal):
If a CHoCH + retest forms, price could move toward:
→ 4,470 (equilibrium)
→ 4,500 (premium)
💡 Key Insight:
This Chinese index has a strong influence on global sentiment — weakness here may reflect in:
Pressure on commodities
Indirect impact on gold and crypto 👀
💬 Now tell me:
Do you see continuation… or accumulation before a move up?
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📌 Save to follow the next moves 🚀
Ações sobem apesar das ameaças de Trump: Louvado seja ??A Reuters informa que o Irã e os Estados Unidos receberam um plano de cessar-fogo de 45 dias, proposto pelo Paquistão, com o objetivo de pôr fim às hostilidades.
Mas o presidente Trump não está falando como se os dois lados estivessem perto de chegar a um acordo sobre o cessar-fogo.
No fim de semana, Trump postou uma ameaça repleta de palavrões nas redes sociais, dizendo: “Abram a porra do estreito, seus bastardos malucos, ou vão viver no inferno — É SÓ ESPERAREM! Louvado seja Alá. Presidente DONALD J. TRUMP”
O presidente Donald Trump repetiu seu tom ameaçador na segunda-feira, dizendo que a infraestrutura de energia e transporte do Irã poderia ser alvo de ataques na terça-feira às 20h (horário da costa leste dos EUA) se o Estreito de Ormuz não fosse reaberto.
Então, por que as ações estão em alta? O US500 subiu 0,45%, enquanto o NAS100 ganhou 0,54%. O US30 adicionou cerca de 164 pontos, ou 0,35%.
Embora os investidores em ações possam estar excessivamente otimistas quanto à possibilidade de um cessar-fogo, eles também têm alguns motivos concretos para estarem otimistas.
Na sexta-feira, os dados de emprego dos EUA vieram mais fortes do que o esperado, com a folha de pagamento não agrícola de março aumentando em cerca de 178.000, bem acima das previsões de cerca de 60.000. A temporada de resultados também se aproxima com as expectativas se mantendo, particularmente nos setores de grande capitalização e de tecnologia.
E, pelo menos no início desta semana, os preços das criptomoedas subiram, com o Bitcoin sendo negociado perto de máximas recentes, impulsionando ações relacionadas, como a Coinbase e outras empresas ligadas a criptomoedas, como a Strategy.
S&P 500 sobe com expectativas de acordo EUA–Irão
O S&P 500 sobe no arranque desta segunda-feira, negociando nos 6.610 pontos, após a Reuters ter avançado que está a ser negociado um cessar-fogo entre os EUA e o Irão, mediado pelo Paquistão. O “acordo de Islamabad”, como está a ser designado, implicaria um compromisso por parte do Irão de não desenvolver armas nucleares, em troca de uma redução das sanções internacionais. Esta é apenas a mais recente tentativa de desescalada e os investidores estarão atentos à reação de ambas as partes ao longo do dia. Durante o fim de semana prolongado, as hostilidades continuaram e o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou ataques de larga escala caso o Irão não aceite um cessar-fogo até terça-feira.
Henrique Valente – ActivTrades
As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.
Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.
Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.
Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.
Comentário Técnico Semanal 04/04/2026Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
#175- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 125x47 Loss IIIEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do DXY, rompeu o fundo de uma última perna de alta, poderá retrair para um retorno/risco mais favorável e poderá cair até seu(s) alvo(s). Poderá ocorrer traps no topo mais alto.
LATERALIZAÇÃO DENTRO DA TENDÊNCIA DE ALTAO Ibovespa inicia o mês de abril mantendo um movimento de correção e lateralização no curto prazo (canal descendente), após a forte alta registrada nas duas últimas semanas registradas.
Nas últimas semanas, o price action passou a respeitar um canal descendente, indicando perda de força compradora no curto prazo.
Apesar disso, a tendência de alta no médio prazo permanece preservada, com o índice ainda respeitando suas Linhas de Tendência de Alta (LTAs) mais amplas.
Esse movimento pode ser interpretado como uma correção natural dentro de uma estrutura maior de alta, sem sinais claros, até o momento, de reversão estrutural.
Aguardando, para caso haja rompimento de suporte histórico, ou, caso haja novo texto para os suportes mais próximos.
O Índice de Força Relativa (IFR) também apresenta acomodação após níveis mais elevados, acompanhando o processo de consolidação do preço.
IBOV realidade bateu a porta, o que vem?IBOV realidade bateu a porta, o que vem?
⚠️ Riscos e desafios
Inflação persistente: combustíveis e energia podem manter pressão até o fim do ano.
Credibilidade do BC: se cortar juros cedo demais, pode perder confiança do mercado.
Atividade econômica: juros altos por mais tempo reduzem crédito e consumo, afetando crescimento.
📌 Conclusão
O choque do petróleo trouxe de volta o fantasma da inflação e mudou o jogo da política monetária. O mercado, que esperava cortes consistentes na Selic, agora se vê diante da possibilidade de nenhum corte adicional em 2026. Para o Brasil, isso significa crescimento mais fraco, crédito caro e pressão sobre famílias e empresas.
Os mercados globais reagiram com forte volatilidade após Donald Trump declarar o fim da trégua no conflito no Oriente Médio. O petróleo voltou a superar os US$ 100 por barril, bolsas de tecnologia caíram e investidores recalibraram expectativas diante do risco de prolongamento da guerra.
📉 Impactos imediatos nos mercados
Petróleo Brent: voltou a ultrapassar a marca simbólica de US$ 100/barril, impulsionado pela escalada da guerra e pela paralisação parcial do fluxo de energia no Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.
Bolsa de Valores: ações de tecnologia sofreram quedas expressivas, refletindo o temor de juros mais altos e menor apetite por risco.
Moedas emergentes: oscilações intensas frente ao dólar, com investidores buscando ativos considerados mais seguros.
⚖️ Contexto político e geopolítico
Trump havia sinalizado anteriormente que havia negociações com o Irã, o que chegou a aliviar os mercados e derrubar o preço do petróleo.
Ontem, porém, a narrativa mudou: ele afirmou que não há cessar-fogo e que os EUA podem retomar ataques pontuais contra o Irã.
Essa mudança brusca de discurso aumentou a percepção de risco e trouxe instabilidade para os investidores.
RUSSEL 2000, EU FICARIA DE OLHO.Bom dia Trader's e Investidores.
Na tela gráfico semanal do Russel 2000.
Alguns pontos interessantes a serem observados.
Primeiro tentando fazer um Pivô de alta acima do topo histórico anterior.
Segundo e muito importante o sinal de Reversão Positiva que pode estar se formando no RSI.
Observe as setas verdes no preço, um possível fundo mais alto.
Observe as setas verdes no RSI, enquanto o preço tenta fazer um fundo mais alto, o RSI faz um fundo mais baixo, isso é extremamente altista, caso confirme.
A ideia agora é acompanhar as próximas semanas, precisa dar continuidade e subir forte para confirmar.
O ponto a se ter atenção é o gráfico Mensal, ao qual o RSI tenta pela segunda vez superar a região de 65 e não consegue.
No atual momento, eu não desconsideraria um aporte em US2000.
Mas e aí, o que acham?
#169- Últimas Pernas e Pivôs| VIX 5M| Gain 120x47 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do VIX, rompeu o topo de uma última perna de baixa, poderá retrair para um retorno/risco mais favorável e poderá subir até seu(s) alvo(s). Poderá ocorrer traps no fundo mais baixo do padrão.
Morning Call - 31/03/2026 - Trump recua sobre a Guerra!Agenda de Indicadores:
BRA – Encerramento dos futuros de dólar / Briga da PTAX / Novo contrato: MINDOLK2026
9:00 – BRA – Índice de Preços ao Produtor
10:45 – USA – PMI de Chicago
11:00 – USA – Ofertas de Empregos JOLTS
11:00 – USA – Confiança do Consumidor do Conference Board
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API
Agenda de Autoridades:
13:00 – USA – Austan Goolsbee, do Fed de Chicago (Não Vota), faz o discurso de abertura do evento "Capital Humano em Tempos de Baixas Taxas de Juros Reais", organizado pelo Banco da Reserva Federal de Chicago
14:10 – USA – Jeffrey Schmid, do Fed de Kansas City (Não Vota), discursa sobre política monetária e perspectivas econômicas no Rotary Club de Oklahoma City
16:00 – USA – Michael Barr, Governador do Fed (Vota), discursa sobre "Stablecoins" no evento "A Lei GENIUS na Prática: Questões-chave para a Regulamentação de Stablecoins", da Federalist Society
18:10 – USA – Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed (Vota), discursa sobre "Pequenas Empresas" no CBA Live 2026
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Diesel
A proposta de concessão de um alívio de R$ 1,20 por litro no diesel importado — com custo compartilhado entre União e estados — ganhou tração nas negociações políticas após o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, classificar a medida como “razoável”.
O posicionamento é considerado relevante por destravar uma alternativa ao corte do ICMS, inicialmente cogitado, mas que enfrentou forte resistência dos governadores diante das limitações fiscais e do risco de violação da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Apesar do avanço no debate institucional, o foco imediato do mercado permanece nos reajustes de preços dos combustíveis e seus derivados, que seguem pressionando diferentes segmentos da economia.
A Vibra Energia informou às companhias aéreas que irá repassar integralmente o aumento de 54,6% no querosene de aviação (QAV) a partir de 1º de abril, intensificando a pressão sobre o setor aéreo em um momento em que as tarifas já vinham sensíveis.
Paralelamente, fontes indicam que a Refinaria de Mataripe deve elevar o preço do GLP em 15,26% também no início do mês, interrompendo um período de relativa estabilidade. O movimento reacende preocupações quanto ao impacto sobre o custo do gás de cozinha, especialmente para as camadas de menor renda, além de aumentar a pressão sobre programas sociais como o Gás do Povo.
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — avançam nesta terça-feira, refletindo uma melhora no apetite por risco após sinais de possível descompressão no cenário geopolítico.
O movimento foi impulsionado por uma reportagem do The Wall Street Journal, publicada na noite anterior, indicando que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria sinalizado a assessores disposição para encerrar a campanha militar contra o Irã, mesmo diante da possibilidade de o Estreito de Ormuz permanecer parcialmente bloqueado — um dos principais pontos de tensão para a oferta global de petróleo.
A notícia trouxe algum alívio aos mercados, após cerca de um mês de conflito que provocou forte volatilidade e pressionou os ativos de risco. Nesse período, tanto o S&P 500 quanto o Dow Jones caminham para registrar suas maiores quedas mensais desde setembro de 2022.
No mercado de commodities, os preços do petróleo seguem voláteis na sessão, mas ainda apontam para um ganho mensal recorde. O movimento tem sustentado o desempenho do setor de energia, com o índice setorial do S&P 500 acumulando alta superior a 11% em março — sendo o único segmento a encerrar o mês no campo positivo.
Em linha com a melhora do sentimento, o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIXH2026 recua para abaixo dos 27 pontos, sinalizando redução na demanda por proteção no curto prazo.
Apesar do ambiente ainda incerto, parte do mercado mantém uma visão relativamente resiliente para a economia americana. Segundo Isabella Mateos y Lago, economista do BNP Paribas, os traders não projetam, neste momento, impactos relevantes da guerra sobre o crescimento. Muitos analistas seguem com suas estimativas para os índices acionários ao fim de 2026 praticamente inalteradas, com revisões limitadas nas projeções de lucros corporativos.
Na agenda econômica, a atenção se volta para a divulgação do relatório JOLTS de fevereiro, que traz dados sobre vagas de emprego e rotatividade de mão de obra, abrindo uma semana encurtada pelo feriado, mas ainda relevante para a leitura do mercado de trabalho.
Além disso, discursos de dirigentes do Federal Reserve, incluindo Austan Goolsbee e Michelle Bowman, serão monitorados de perto em busca de sinais sobre os próximos passos da política monetária. Na véspera, o presidente do Fed, Jerome Powell, indicou que a autoridade monetária pode adotar uma postura de espera para avaliar os efeitos do conflito sobre a economia antes de ajustar a trajetória dos juros.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta nesta terça-feira, em um movimento de recuperação após a forte liquidação observada ao longo de março, que marcou o pior desempenho mensal desde o início da guerra na Ucrânia em 2022.
O avanço dos mercados reflete uma melhora no sentimento dos traders, impulsionado por sinais de uma possível distensão no cenário geopolítico. Segundo reportagem do The Wall Street Journal, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria indicado a assessores que está disposto a encerrar a campanha militar contra o Irã, mesmo diante da possibilidade de o Estreito de Ormuz permanecer parcialmente bloqueado — fator que vinha sustentando os temores sobre a oferta global de petróleo.
No campo macroeconômico, os dados divulgados nesta manhã apontam para um cenário de crescimento moderado, porém ainda frágil. No Reino Unido, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 1% em 2025, com expansão de 0,1% no quarto trimestre, em linha com as expectativas do mercado. Já na Alemanha, as vendas no varejo cresceram 0,7% em fevereiro, abaixo da projeção de 1%, sinalizando uma recuperação ainda inconsistente da demanda doméstica.
Na zona do euro, a prévia do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de março indicou aceleração da inflação, que passou de 1,9% para 2,5%, retornando ao patamar acima da meta de 2% estabelecida pelo Banco Central Europeu. O movimento reflete, sobretudo, o impacto da disparada dos preços de energia, com petróleo e gás registrando fortes altas em meio ao conflito no Oriente Médio.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram esta terça-feira em queda generalizada, consolidando o pior desempenho mensal em décadas, em um ambiente marcado pela forte aversão ao risco. A combinação entre a escalada do conflito no Oriente Médio e a disparada dos preços do petróleo segue pressionando especialmente as economias dependentes de energia, ao mesmo tempo em que impulsiona a valorização do dólar e enfraquece as moedas da região.
Entre os destaques negativos, o índice Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, recuou 4,3% na sessão, acumulando perda de 18% no mês. No mercado cambial, o won sul-coreano atingiu uma mínima de 17 anos, cotado a 1.536 por dólar. O movimento reflete a forte saída de capital estrangeiro, que já soma US$ 20,8 bilhões até 30 de março — o maior volume desde abril de 2010.
Em Taiwan, o índice TWSE 50 FTSE:TW50 caiu 2,8% no dia, ampliando as perdas mensais para mais de 10%. A moeda local também se desvalorizou, acumulando queda de 2,6% no período, enquanto as saídas líquidas de capital atingiram cerca de US$ 27,6 bilhões.
Para Abbas Keshvani, estrategista macro do RBC Capital Markets, a dinâmica recente reflete uma mudança estrutural nos fundamentos cambiais da região. “Com os preços do petróleo em patamares elevados, há uma deterioração significativa na balança de pagamentos de diversos países asiáticos, o que exige um ajuste nas moedas. A demanda por dólares aumentou de forma generalizada, pressionando especialmente economias importadoras de energia”, avaliou.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 recuou pelo quarto pregão consecutivo, com queda de 1,6% na sessão e perda acumulada de 13% em março — o pior desempenho mensal desde a crise financeira global de 2008.
Na China continental, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram quedas moderadas, variando entre 0,5% e 1,8%. Em contrapartida, o índice Hang Seng HSI:HSI , de Hong Kong, destoou ao encerrar com leve alta de 0,2%, sustentado pelo desempenho positivo do setor financeiro, que compensou as perdas em energia e tecnologia.
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO também conseguiu se manter no campo positivo, avançando 0,3% em uma sessão de desempenho misto entre os setores.
Análise NAS100 Pessoal, hoje é segunda, 30/03, day‑after de semana pesada e não temos dado A+ na agenda, então classifico o dia como B: dá para operar, mas sem agressividade máxima.
Ao longo da semana o foco vai ser Powell, dados de atividade e principalmente payroll na sexta, então o mercado está em modo preparação, ajustando expectativa de juros. O NAS100 vem corrigindo cerca de 5–6% dos topos, está em torno da 200‑EMA diária e defendendo a zona 23.800–24.200 como grande suporte de estrutura.
Curto prazo ainda é bearish médias rápidas apontando para baixo, mas o contexto maior segue bullish enquanto estivermos acima desse bloco de suporte.
Para hoje, sem catalisador forte, o cenário mais provável é dia de range, com amplitude de 1–2%, reagindo a comentários do Fed e confiança do consumidor. Eu vou priorizar venda em repiques abaixo de 25.000 e compras apenas em zonas claras de desconto próximas a 23.800–24.000, sempre com gestão curta.
O grande jogo da semana é, se dados vierem fortes, a gente pode ver rompimento do suporte e uma perna extra de baixa; se vierem fracos, esse suporte deve segurar e o índice tenta voltar para a faixa de 25k.
Hoje foco em leitura de range e comportamento institucional, sem forçar tendência; a agressividade maior fica reservada para os dias dos dados grandes, especialmente payroll.
Morning Call - 30/03/2026 - Powell No Radar!Agenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
9:30 – BRA – Resultado Primário do Governo
11:30 – USA – Índice de Atividade das Empresas Fed Dallas
Agenda de Autoridades:
9:00 – BRA – Gabriel Galípolo, presidente do Bacen, profere palestra no evento J. Safra Macro Day 2026, com transmissão online pelo Youtube.
11:30 – USA – Jerome Powell, presidente do Fed (Vota), participa de um debate moderado na aula de Princípios de Economia da Universidade de Harvard.
17:00 – USA – John Williams, do Fed de Nova York (Vota), participa de uma conversa em um evento organizado pela Corporação de Desenvolvimento Econômico de Staten Island.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — iniciaram a semana em alta, ensaiando uma recuperação após as fortes perdas registradas na sessão anterior. O movimento ocorre em meio à reavaliação dos riscos associados à escalada do conflito no Oriente Médio e seus potenciais impactos sobre a inflação e o crescimento global.
No campo geopolítico, o fim de semana foi marcado por novos desdobramentos relevantes. A milícia Houthi, do Iêmen e apoiada pelo Irã, ampliou sua participação no conflito, enquanto os Estados Unidos reforçaram sua presença militar na região. Em paralelo, o presidente Donald Trump elevou o tom ao afirmar que pretende “tomar o petróleo do Irã”, aumentando a incerteza quanto à evolução do cenário.
Apesar disso, parte do mercado encontrou algum alívio nas declarações de Trump indicando que Washington e Teerã estariam engajados em contatos “diretos e indiretos”. Segundo o presidente, o Paquistão atuaria como intermediário nas negociações, com a possibilidade de “conversas significativas” nos próximos dias.
Para Stefan Koopman, estrategista macro sênior do Rabobank, o ambiente segue dominado por incertezas críticas. “O mercado está lidando com duas grandes incógnitas que se retroalimentam: quando o fluxo de petróleo será normalizado em volumes relevantes e em que nível de preços o petróleo deixa de ser um vetor inflacionário para se tornar um gatilho de recessão”, afirmou. O estrategista acrescenta que eventuais ações sobre a ilha iraniana de Kharg — principal hub de exportação do país — tenderiam a restringir ainda mais a oferta global, pressionando os preços da commodity.
Nesse contexto, o índice de volatilidade VIX ($ACTIVTRADES:USAVIXH2026) avança para a região dos 28 pontos, refletindo a continuidade da demanda por proteção e a elevada sensibilidade dos mercados ao noticiário geopolítico.
Os preços do petróleo voltam a subir nesta segunda-feira, sustentando ganhos moderados nas ações do setor de energia no pré-mercado. Papéis de grandes companhias como Exxon Mobil e Chevron avançam cerca de 1,6%.
O pano de fundo permanece desafiador. Os principais índices de Wall Street encerraram na sexta-feira a quinta semana consecutiva de perdas, com o Dow Jones entrando oficialmente em território de correção — ao recuar mais de 10% em relação à sua máxima histórica. O Nasdaq e o Russell 2000 também já operam em correção desde o início da escalada do conflito, enquanto o S&P 500 se aproxima desse patamar.
Refletindo a deterioração do cenário, o Morgan Stanley revisou sua recomendação para ações globais de “overweight” para “neutral”. Ainda assim, a instituição destaca que os fluxos de capital têm favorecido ativos americanos desde o início da crise, reforçando a percepção dos Estados Unidos como possível porto seguro em momentos de maior aversão ao risco.
A disparada dos preços do petróleo reacende preocupações inflacionárias e complica o cenário para os bancos centrais. De acordo com a ferramenta FedWatch, do CME Group, o mercado já não precifica cortes de juros pelo Federal Reserve neste ano — uma mudança significativa em relação às expectativas anteriores ao agravamento do conflito.
Ao longo da semana, a atenção dos traders também se volta para a agenda macroeconômica, com destaque para os dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos, incluindo o relatório de emprego (payroll) de março, que pode oferecer sinais mais claros sobre a resiliência da economia.
Além disso, os discursos do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, e do presidente do Fed de Nova York, John Williams, previstos para esta segunda-feira, serão acompanhados de perto em busca de indicações sobre os próximos passos da política monetária americana.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, em um movimento de recuperação após as perdas recentes, enquanto os traders avaliam os impactos da escalada da guerra no Oriente Médio sobre a dinâmica inflacionária e o crescimento econômico na região.
No campo macroeconômico, a prévia do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Alemanha apontou uma aceleração expressiva da inflação na maior economia da Europa, impulsionada principalmente pelo avanço dos preços de energia. Os combustíveis registraram alta média de 20,6% no período em março, com destaque para o óleo de aquecimento, que subiu 27,2%, e os combustíveis automotivos, com avanço de 15,9%. Dentro desse grupo, o diesel teve alta de 23,5%, enquanto a gasolina subiu 13,6%.
O movimento reflete diretamente o impacto da valorização do petróleo no mercado internacional, em meio ao agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio. A pressão sobre os preços de energia tem reforçado os temores inflacionários e contribuiu para que o índice pan-europeu STOXX 600 registrasse sua maior queda mensal desde março de 2020.
Diante desse cenário, autoridades monetárias voltam a adotar um tom cauteloso. O presidente do Banco Central francês, François Villeroy de Galhau, afirmou que o Banco Central Europeu permanece comprometido em evitar que o choque inflacionário oriundo do setor energético se dissemine pela economia. No entanto, ressaltou que ainda é prematuro discutir o timing de eventuais ajustes nas taxas de juros.
Ásia/Pacífico
Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana em queda, refletindo um movimento amplo de aversão ao risco diante da escalada das tensões no Oriente Médio e da alta expressiva dos rendimentos dos títulos soberanos, que voltaram a atingir níveis historicamente elevados. O ambiente reforça os temores de estagflação, combinando pressões inflacionárias persistentes com sinais de desaceleração econômica.
Entre os destaques negativos, o índice Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, recuou cerca de 3%, pressionado por perdas relevantes em papéis de tecnologia e indústria. As ações da SK Hynix caíram 5,3%, enquanto Hyundai recuou 5,1% e Samsung registrou baixa de 1,9%.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 cedeu 2,8%, em uma sessão amplamente negativa — apenas 4 das 225 empresas do índice fecharam no campo positivo. O movimento foi intensificado por preocupações com a inflação, após comentários de um membro do Banco do Japão (BoJ) indicando que a valorização do petróleo e a desvalorização do iene podem acelerar a alta de preços no país, reacendendo o risco de estagflação.
Nesse contexto, o rendimento dos títulos públicos japoneses de 10 anos (JGBs) chegou brevemente a atingir 2,390%, o maior nível desde fevereiro de 1999, evidenciando a pressão sobre a curva de juros global.
“O mercado agora parece cauteloso não apenas com inflação e desaceleração, mas já começa a precificar um cenário mais adverso, que pode incluir recessão”, avaliou Shingo Ide, estrategista-chefe de ações do NLI Research Institute.
Na China continental e em Hong Kong, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 , Shanghai SSE:000001 e Hang Seng HSI:HSI — registraram perdas mais contidas, variando entre estabilidade e queda de até 0,8%, refletindo uma postura mais defensiva dos traders.
Em Taiwan, o TWSE 50 ( FTSE:TW50 ) recuou 1,9%, pressionado pela queda de 2,2% nas ações da TSMC. Já na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO caiu 0,7%, apesar do desempenho positivo do setor de mineração. As ações da Rio Tinto avançaram quase 5%, após a companhia informar a retomada das operações em três de seus quatro terminais portuários de minério de ferro em Pilbara, que haviam sido afetados pela passagem de um ciclone tropical na região.
#150- Últimas Pernas e Pivôs| VIX 15M| Gain 109x39 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 15 minutos do VIX, rompeu o topo de um pivô de alta indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do fundo mais baixo, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps abaixo do fundo projetado, inclusive com rompimento (do fundo projetado) que não supere um pavio prévio.






















