#135- Últimas Pernas e Pivôs| NVIDIA 5M| Gain 97x35 Loss IIIEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do NVIDIA, rompeu o topo de um pivô de alta indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do fundo mais baixo, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps abaixo do fundo projetado, inclusive com rompimento (do fundo projetado) que não supere um pavio prévio.
Microsoft D: Projeção da Sequência de FibonacciEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico diário da Microsoft, rompeu a linha branca 1 da projeção da sequência de Fibonacci indicando uma reversão, retraiu para um 4 por 1, e poderá voltar a subir para cumprir esse alvo da linha verde 3. Stop é no fechamento abaixo da linha branca -2.
Se subir, poderá passar da linha verde 3, essa linha é o primeiro alvo, ela só marca o ponto em que já poderá reverter pra baixa, mas a tendência de alta pode se estender.
O mercado ignora o próximo gigante da IA Física?A Mobileye apresenta um dos paradoxos de avaliação mais marcantes do setor tecnológico. Negociada a US$ 7,62 com uma relação preço/valor contábil de apenas 0,52, o mercado precifica a empresa abaixo do valor de seus ativos. Isso ocorre apesar de um pipeline de receita de oito anos de US$ 24,5 bilhões e US$ 602 milhões em fluxo de caixa operacional gerado em 2025. O consenso dos analistas implica um potencial de alta superior a 100% , mas investidores de curto prazo focaram no "ano de transição" de 2026, onde a orientação de receita de US$ 1,90–1,98 bilhão ficou ligeiramente abaixo do esperado. O hiato entre a percepção e a realidade fundamental é histórico.
Sob a superfície, o domínio tecnológico da Mobileye está se consolidando. Seu chip EyeQ6 High processa 11 sensores simultâneos , permite condução em rodovias sem as mãos e garantiu um contrato de 9 milhões de unidades com uma grande montadora dos EUA. O sistema de mapeamento REM colheu 29,6 bilhões de milhas de dados de mais de 8 milhões de veículos globalmente. A empresa detém 1.195 patentes ativas , citadas por Honda, Toyota e Ford como fundamentais para P&D. A liderança cabe ao Professor Amnon Shashua, recém-eleito para a Academia Nacional de Engenharia dos EUA.
O catalisador mais transformador é a aquisição da Mentee Robotics por US$ 900 milhões — o lançamento da "Mobileye 3.0". Este movimento reposiciona a empresa como líder em IA Física (Physical AI). A stack de inteligência de condução autônoma expande-se para robôs humanoides para fábricas e armazéns, com implantação planejada para 2028. Veículos autônomos e robôs humanoides compartilham a mesma arquitetura de IA central: percepção multimodal e modelagem de mundo. Com tecnologia agnóstica de motorização e US$ 1,8 bilhão em caixa , a Mobileye combina resiliência financeira com alcance de mercado total. A questão não é se a Mobileye irá recuperar, mas se os investidores a reconhecerão a tempo.
APA Rompendo uma linha de tendência iniciada em 2011.A APA Corporation é uma empresa do setor de energia, focada na exploração e produção de petróleo e gás natural, com operações nos Estados Unidos, Egito e outros mercados internacionais. Por estar diretamente ligada ao petróleo, seu desempenho é bastante influenciado por fatores geopolíticos, como conflitos, decisões de produção global e variações na oferta e demanda da commodity.
Pelo gráfico semanal, é possível observar que o ativo vem de uma tendência de baixa de longo prazo iniciada por volta de abril de 2011, respeitando uma linha de tendência com pelo menos cinco toques bem definidos. Agora, no sexto toque, o preço começa a dar sinais de possível rompimento, sendo este o primeiro candle que abre e se mantém acima dessa linha, o que chama atenção para uma possível mudança de comportamento.
Do ponto de vista fundamental, os dados mais recentes mostram que a empresa vem apresentando lucros consistentes ao longo dos últimos anos. Considerando o período entre 2021 e 2025, a companhia manteve resultados positivos, em 2025 a margem líquida atingiu cerca de 16,08%, um nível considerado interessante para o setor. Essa combinação entre possível mudança técnica e bons resultados operacionais torna o ativo um ponto de atenção nas próximas semanas.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
NVDA catastrophe PointLadies and gentlemens, play time is over.
No more games, no more hopium.
I’m keeping this brutally simple and painfully clear:
181.5 USD is the Event Horizon.
The point of no return. The line where gravity takes over and escape velocity becomes impossible. If it breaks..if that number gets violated cleanly and holds below...expect nothing short of catastrophe.
#105- Últimas Pernas e Pivôs| NVIDIA 5M| Gain 65x22 Loss VEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do NVIDIA, rompeu o fundo de uma última perna de alta, poderá retrair para um retorno/risco mais favorável e deverá cair até seu(s) alvo(s). Poderá ocorrer traps no topo mais alto.
#90- Últimas Pernas e Pivôs| NVIDIA 5M| Gain 64x18 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos da NVIDIA, rompeu um pivô Mario & Carvalho, onde só se projeta o descanso da onda 2, ou seja, último fundo e último topo antes do rompimento, poderá retrair para um retorno/risco mais favorável e o alvo será o de 100%, onde pode ser feito parcial, no caso de querer segurar.
Pode uma Micro-Cap Dominar o Campo de Batalha Invisível?No cenário de guerra submarina em rápida escalada, o Coda Octopus Group (CODA) ocupa uma posição dominante quase implausível para uma empresa do seu tamanho. O ano fiscal de 2025 entregou receitas totais de US$ 26,56 milhões, um aumento de 30,7% em relação ao ano anterior, enquanto o EBITDA explodiu 71,3% para US$ 7,61 milhões e as margens brutas atingiram formidáveis 68,91%. Estes não são os números de uma startup em busca de afirmação; são a assinatura financeira de um monopólio tecnológico que opera num mercado estruturalmente compelido a crescer. O setor global de guerra submarina, avaliado em US$ 15,69 bilhões em 2025, deverá quase duplicar para US$ 28,78 bilhões até 2034, impulsionado pela competição por recursos no Ártico e pelas crescentes tensões navais na Ásia-Pacífico.
O núcleo do fosso competitivo da Coda Octopus é a sua arquitetura proprietária Echoscope PIPE, um sistema de sonar volumétrico em tempo real que processa extraordinários 81 milhões de pontos de dados por impulso acústico. Enquanto os sistemas de sonar tradicionais produzem imagens 2D planas que requerem horas de pós-processamento, o PIPE fornece visualização de retroespalhamento (backscatter) em 5D e 6D ao vivo com resolução angular inferior a 0,3 graus, mesmo em visibilidade zero e turbidez extrema. Um portfólio de patentes que abrange compressão de dados, representação de objetos acústicos e integração de dados de realidade aumentada bloqueia completamente os concorrentes desta abordagem de hardware. Esta exclusividade tecnológica rendeu à Coda Octopus o estatuto de fornecedor exclusivo em programas de missão crítica ao lado da Raytheon e da Northrop Grumman, gerando fluxos de receitas recorrentes de alta margem que definem a economia das plataformas de defesa.
O Divers Augmented Vision Display (DAVD) da empresa expande ainda mais a sua pegada estratégica em operações especiais. Oficialmente classificado para uso pela Marinha dos Estados Unidos, o DAVD converte capacetes de mergulho padrão em ecrãs de realidade aumentada (heads-up displays) em tempo real, reduzindo os tempos de tarefas com visibilidade zero de horas para minutos. O Comando de Operações Especiais dos EUA fez um pedido crítico de 16 unidades sem fios em 2025, reforçando a credibilidade operacional do programa. Com um balanço sem dívidas, US$ 30,4 milhões em caixa líquido e um capital flutuante controlado de apenas 11,27 milhões de ações, a gestão mantém total flexibilidade para o crescimento através de aquisições, ao mesmo tempo que evita a diluição, uma disciplina favorável aos acionistas rara entre nomes de defesa de pequena capitalização.
O cenário geopolítico amplifica todos os ventos favoráveis estruturais. A formalização da doutrina militar-civil de uso duplo do Ártico pela China em 2025, as suas 14 viagens de contentores através das rotas polares e o aumento do investimento naval no Japão e na Índia validam coletivamente a urgência por trás da tecnologia da Coda Octopus. Os principais riscos permanecem a concentração de receitas em contratos de defesa, a volatilidade das micro-caps e os desafios de retenção interna, mas para investidores que procuram uma diferenciação tecnológica genuína num mercado com crescimento obrigatório da procura, a CODA apresenta uma tese coerente e convincente. O campo de batalha invisível é real, está em expansão e a Coda Octopus pode ser a única empresa capaz de o ver claramente.
Morning Call - 16/03/2026 - Nvidia sobe 1% antes de evento!Agenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
9:00 – BRA – IBC-Br
9:30 – USA – Índice Empire State de Atividade Industrial
10:15 – USA – Produção Industrial (Fevereiro)
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Copom em xeque
A escalada do conflito no Oriente Médio passou a alterar significativamente as expectativas do mercado para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária. Na última sexta-feira, os contratos de opções do Copom passaram a indicar 53% de probabilidade de um corte de apenas 25 pontos-base na taxa Selic, reduzindo a aposta majoritária anterior de 50 pontos-base que prevalecia antes da guerra.
Além disso, cerca de 25% dos participantes do mercado já consideram a possibilidade de manutenção da taxa de juros nesta reunião. Mesmo que o Copom opte por um corte de 25 pontos-base, a expectativa é de que o comunicado adote tom cauteloso, sinalizando que o Banco Central do Brasil está pronto para interromper o ciclo de flexibilização caso o choque provocado pela alta do petróleo se mostre mais persistente ou intenso do que o inicialmente previsto.
Outro fator que limita o espaço para cortes mais agressivos é a inflação de serviços ainda elevada, combinada com um mercado de trabalho resiliente, elementos que mantêm a inflação subjacente pressionada.
Medidas anunciadas pelo governo para tentar conter o impacto dos combustíveis também são vistas como pouco relevantes. A decisão de zerar o imposto federal sobre o diesel deve gerar uma redução de apenas R$ 0,06 por litro, efeito considerado marginal no atual cenário de forte volatilidade do petróleo.
Além disso, um eventual reajuste nos preços da gasolina pela Petrobras — estimado em torno de 10% para recompor parte pequena da defasagem em relação ao mercado internacional — poderia adicionar até 0,30 ponto percentual à inflação, cenário considerado possível caso os preços internacionais permaneçam elevados.
Na sexta-feira, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, também defendeu reduções no ICMS por parte dos estados para ajudar a conter a alta dos combustíveis. Atualmente, o imposto representa, em média, cerca de 19% do preço final do diesel nos postos.
Nas projeções mais recentes do Boletim Focus, a expectativa para a Selic no final de 2026 subiu de 12,00% para 12,13%, ajuste que pode se repetir nas próximas atualizações diante da deterioração do cenário inflacionário.
No campo da atividade econômica, o IBC-Br de janeiro — considerado uma prévia do PIB — deve indicar alta de 0,80% no mês, revertendo a queda de 0,18% registrada em dezembro. As estimativas compiladas pelo Projeções Broadcast variam entre estabilidade e crescimento de até 1,3%. Na comparação anual, o indicador deve continuar positivo, com avanço de 1,60%, embora em ritmo menor do que o observado em dezembro (3,05%).
Já nas projeções mais recentes da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, a estimativa de crescimento do PIB em 2026 foi mantida em 2,3%, enquanto a projeção de inflação foi revisada de 3,6% para 3,7%.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — avançam com força nesta segunda-feira, impulsionados principalmente pelo setor de tecnologia. As ações da Meta sobem mais de 2% no pré-mercado após uma reportagem indicar que a empresa prepara uma rodada significativa de demissões relacionadas à adoção de inteligência artificial, movimento que acaba puxando todo o setor para cima.
Segundo a reportagem, a controladora do Instagram planeja reduzir seu quadro de funcionários em 20% ou mais, buscando compensar os elevados investimentos em infraestrutura de IA e se posicionar para um cenário em que trabalhadores assistidos por inteligência artificial aumentem a produtividade. A empresa se junta a iniciativas semelhantes já anunciadas por gigantes como Amazon e Block Inc. ao longo deste ano.
O tema da inteligência artificial deve permanecer no centro das atenções do mercado ao longo da semana. A Nvidia realiza hoje sua tradicional conferência anual de desenvolvedores, enquanto resultados corporativos importantes também estão no radar, incluindo os da fabricante de memórias Micron Technology e da gigante taiwanesa de eletrônicos Foxconn, que recentemente apresentou uma projeção robusta de receita trimestral.
Para Matt Britzman, analista sênior da Hargreaves Lansdown, o evento da Nvidia pode marcar um ponto de inflexão para o mercado. Segundo ele, se o CEO Jensen Huang conseguir demonstrar que a empresa possui o hardware necessário não apenas para desenvolver a inteligência artificial, mas também para permitir sua aplicação no cotidiano, a conferência pode consolidar a confiança de que a Nvidia continuará sendo o principal nome da próxima fase da corrida tecnológica.
Entre as movimentações individuais, as ações da Nvidia sobem cerca de 1%, enquanto a Micron avança 4% após o RBC Capital Markets elevar seu preço-alvo para a companhia. Já a Tesla registra alta próxima de 1% depois que o CEO Elon Musk afirmou que o projeto Terafab, voltado à fabricação de chips voltados para inteligência artificial, deverá ser lançado dentro de sete dias.
No campo da política monetária, a expectativa predominante é que o Federal Reserve mantenha a taxa de juros inalterada ao final de sua reunião de dois dias na quarta-feira. Diante do cenário inflacionário ainda incerto, os traders passaram a adiar suas apostas para um primeiro corte de pelo menos 25 pontos-base apenas após outubro.
Nesse ambiente, o índice de volatilidade ACTIVTRADES:USAVIXH2026 — frequentemente chamado de “termômetro do medo” de Wall Street — recua 4,5%, para 25,3 pontos, enquanto os futuros do índice Russell 2000, mais sensível à trajetória das taxas de juros, avançam cerca de 1%.
No calendário econômico, os investidores acompanham ainda hoje a divulgação da produção industrial de fevereiro e do índice de manufatura do Fed de Nova York, indicadores que podem oferecer novos sinais sobre o ritmo da atividade econômica nos Estados Unidos.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em queda moderada nesta segunda-feira, enquanto os traders adotam uma postura cautelosa antes das decisões de política monetária de importantes bancos centrais e seguem monitorando os preços do petróleo.
A semana será marcada por decisões de juros em várias das principais economias globais. Autoridades monetárias dos Estados Unidos, Reino Unido, Zona do Euro e Austrália realizam suas primeiras reuniões completas desde o início da guerra no Oriente Médio, em um ambiente de crescente preocupação com os impactos inflacionários da alta da energia.
A expectativa predominante do mercado é que os bancos centrais interrompam temporariamente o ciclo de cortes de juros, ou até mesmo considerem novas altas caso as pressões inflacionárias persistam. Mesmo que parte da inflação atual seja provocada principalmente pela escalada do petróleo em decorrência do conflito na região, as autoridades monetárias tendem a agir de forma preventiva para evitar efeitos de segunda ordem sobre preços e salários.
Entre os movimentos corporativos, as ações do Commerzbank avançam cerca de 5% após o UniCredit lançar uma oferta para ampliar sua participação no banco alemão para 30%. O grupo italiano afirmou, no entanto, que não pretende assumir o controle da instituição, na qual já detém 26% das ações, além de cerca de 4% adicionais por meio de contratos de swap de retorno total.
O setor de defesa europeu também registra ganhos próximos de 1%, enquanto ministros das Relações Exteriores da União Europeia se reúnem para discutir o reforço de uma missão naval na região do Oriente Médio. Empresas do setor costumam se beneficiar em momentos de maior tensão geopolítica, diante da expectativa de aumento na demanda por equipamentos militares e serviços de defesa.
Já entre as empresas de energia, as gigantes Shell e BP registram ganhos de 1% e 0,8%, respectivamente, acompanhando a valorização do petróleo, com o Brent negociado ao redor de US$ 104 por barril.
Ásia/Pacífico
As bolsas da Ásia-Pacífico encerraram a sessão desta segunda-feira sem direção única, com alguns índices em alta e outros em queda, refletindo a cautela dos traders diante da escalada das hostilidades no Golfo e da persistência dos preços elevados do petróleo.
O encarecimento da energia volta a obscurecer as perspectivas para a inflação global, aumentando a probabilidade de que a maioria dos bancos centrais adote postura de espera em suas decisões de política monetária nesta semana — e possivelmente leve alguns deles a considerar novas altas de juros.
Em meio ao agravamento das tensões na região, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um apelo público para que países aliados ajudem a escoltar navios comerciais pelo Estreito de Ormuz. A proposta, porém, já foi rejeitada por governos como os de Japão e Austrália, que consideram a operação excessivamente arriscada diante da geografia do local.
A semana também será marcada por uma intensa agenda de política monetária. Autoridades responsáveis pela definição das taxas de juros nos Estados Unidos, Reino Unido, Zona do Euro, Japão, Austrália, Canadá, Suíça e Suécia realizam suas primeiras reuniões completas desde o início da guerra, com a evolução dos preços da energia figurando como um dos principais pontos de preocupação.
Segundo Bruce Kasman, economista-chefe do JPMorgan Chase, o choque energético tende a alterar rapidamente o cenário macroeconômico global. “As projeções dos bancos centrais passarão a apontar imediatamente para inflação mais alta e crescimento mais fraco. Em linha com essa visão, adiamos ou cancelamos diversas medidas de política monetária que eram esperadas para março e abril. Os acontecimentos no terreno indicam potencial para novos aumentos de preços e manutenção de um prêmio de risco elevado”, afirmou.
Entre os mercados asiáticos, o índice Nikkei TVC:NI225 , do Japão, recuou 0,1%, enquanto o Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, avançou 1,1%, após ambos terem registrado perdas na semana passada.
Na China continental e em Hong Kong, a maioria dos índices terminou no campo positivo. Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Hang Seng HSI:HSI subiram até 1,4%, enquanto o Shanghai SSE:000001 destoou ao recuar 0,3%.
Dados divulgados na China mostraram que as vendas no varejo e a produção industrial de fevereiro superaram as expectativas, embora o setor imobiliário continue frágil, com os preços das moradias ainda em queda e a taxa de desemprego em trajetória de alta.
No campo diplomático, autoridades de alto nível dos Estados Unidos e da China também se reuniram em Paris para discutir possíveis acordos envolvendo agricultura, minerais críticos e comércio administrado — temas que poderão avançar em eventuais negociações entre Donald Trump e Xi Jinping durante uma possível visita do presidente americano a Pequim.
Na Austrália, o índice ASX 200 ASX:XJO recuou 0,4%, pressionado pelas expectativas de que o Reserve Bank of Australia possa elevar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 4,1%, em meio à persistência das pressões inflacionárias no país.
A pequena empresa alemã que impulsiona a revolução da IAO SCHMID Group N.V. (NASDAQ: SHMD) ocupa um nicho exclusivo na cadeia de suprimentos global de infraestrutura de IA, fabricando equipamentos de precisão essenciais para o processamento avançado de substratos e interconexões de alta densidade usadas em placas de servidores de IA. Operando unidades de produção em Freudenstadt, Alemanha, e Zhongshan, China, a empresa aproveita inovações proprietárias, incluindo sua tecnologia "Embedded Trace", que permite dimensões de linha de 2 mícrons, e uma parceria com a TRUMPF para substratos de núcleo de vidro, para competir em mercados muito maiores do que os rivais podem atender.
No entanto, o destino da empresa permanece criticamente ligado à China, que representou 22% das receitas de 2024, uma queda acentuada em relação aos 41% em 2022, em meio à escalada das tensões comerciais. Uma queda prolongada na demanda na China devastou o desempenho financeiro até o final de 2024, levando o EBITDA ajustado para perto de zero e forçando medidas de emergência: uma linha de notas conversíveis de US$ 30 milhões com a Linden Advisors e uma troca de dívida por capital de US$ 27 milhões com a XJ Harbour HK Limited. Esses movimentos estabilizaram o balanço patrimonial, mas diluíram significativamente os acionistas, refletindo a posição financeira precária após uma transição pós-SPAC conturbada.
Olhando para o futuro, a administração planeja receitas superiores a € 100 milhões em 2026, apoiadas por uma carteira de pedidos de € 95 milhões que inclui contratos de fabricantes chineses de placas de servidores de IA e a crescente demanda de iniciativas de reshoring ocidentais impulsionadas pelo EU Chips Act e pela política tarifária dos EUA. A liderança sob o CEO de quinta geração, Christian Schmid, com supervisão do conselho de figuras como o ex-CEO da Jaguar Land Rover, Sir Ralf Speth, está voltando a narrativa da empresa para a viabilização da IA. O sucesso depende da diversificação geográfica, da melhoria da transparência nos relatórios da SEC e de evitar o risco extremo de um conflito em Taiwan que poderia paralisar inteiramente as cadeias de suprimentos globais de semicondutores.
Uma firma de inteligência das sombras vencerá a corrida da IA?A Cognyte Software (NASDAQ: CGNT) está emergindo das sombras de uma crise de identidade pós-cisão para o centro de uma das mudanças tecnológicas mais consequentes de nossa era: a análise investigativa impulsionada por IA para segurança nacional. Operando em mais de 100 países, a plataforma da Cognyte permite a "Inteligência Acionável", conectando dados fragmentados em tempo real. Seus resultados do 3º trimestre de 2026 sinalizam que a reviravolta é real: a receita subiu 13,2% para US$ 100,7 milhões, com as margens brutas não-GAAP atingindo 73,1%.
Os ventos macroeconômicos favoráveis são estruturais. À medida que a fragmentação geopolítica se aprofunda e os ataques cibernéticos estatais aumentam, as nações investem urgentemente em tecnologias de inteligência soberana. A Cognyte beneficia-se diretamente disso, com contratos recentes de membros da OTAN e agências da APAC. A estratégia "land-and-expand" está gerando receitas recorrentes que já representam 47,1% das vendas totais.
Na fronteira tecnológica, a plataforma LUMINAR da Cognyte unifica o gerenciamento de exposição a ameaças com IA Generativa. A base de propriedade intelectual de 30 anos em fusão de dados e SIGINT constitui um fosso formidável contra concorrentes. Apesar dessa trajetória, a Cognyte é negociada a uma relação preço/vendas de 1,4x, contra 81,9x da Palantir, sugerindo que o mercado ainda não precificou totalmente sua transição para uma plataforma de inteligência AI-first.
Pode um fornecedor de peças vencer a próxima guerra?A Unusual Machines (UMAC) entrou em 2026 num ponto de inflexão raro: um fabricante de componentes de drones de pequena capitalização que, no espaço de um único ano fiscal, abandonou a sua identidade de retalho de consumo para emergir como um fornecedor de defesa de Nível 1 (Tier-1). Tendo reportado o seu primeiro trimestre lucrativo no 3º trimestre de 2025, com um lucro líquido de 1,6 milhões de dólares sobre uma receita recorde de 2,13 milhões de dólares — um aumento de 39% em relação ao ano anterior — a empresa detém agora uma carteira de encomendas de 20 milhões de dólares, mais de 130 milhões de dólares em dinheiro e dívida zero. As suas marcas, Fat Shark e Rotor Riot, sustentam a sua posição comercial: a Fat Shark domina o mercado de óculos FPV (visão em primeira pessoa) com sistemas de vídeo analógico de latência ultrabaixa, enquanto a Rotor Riot opera um marketplace líder de e-commerce para entusiastas de drones. Analistas da Needham nomearam a UMAC como uma escolha principal para 2026, projetando um crescimento de receitas de 149%, e investidores institucionais, incluindo a State Street Corp, expandiram significativamente as suas participações.
A transformação da empresa é inseparável de duas mudanças políticas sísmicas. A Lei de Drones de Segurança Americana baniu efetivamente componentes de drones fabricados na China das compras do governo dos EUA, desmantelando a dominância da cadeia de abastecimento que empresas como a DJI construíram na última década. Depois, em 4 de julho de 2025, o Presidente Trump assinou a Lei "One Big Beautiful Bill" (OBBBA), injetando 156 mil milhões de dólares no Departamento de Defesa, com alocações específicas de 1,4 mil milhões de dólares para escalar a base industrial de pequenos sistemas aéreos não tripulados (sUAS), 1 mil milhão de dólares para drones de ataque unidirecional e 2 mil milhões de dólares para expandir a Unidade de Inovação de Defesa (DIU). A Unusual Machines está posicionada para capturar uma fatia desproporcional destes gastos: o seu Aura VTX, a câmara Aura e o controlador de voo Brave já constam no Blue UAS Framework da DIU, um registo federal de componentes de drones com cibersegurança verificada, conferindo à empresa uma barreira formal de entrada que os rivais não conseguem replicar facilmente. As lições da Ucrânia, onde drones FPV de baixo custo funcionaram tanto como ferramentas de reconhecimento quanto munições de precisão, validam ainda mais a lógica estratégica de produzir em massa hardware acessível e em conformidade com a NDAA.
#78- Últimas Pernas e Pivôs| NVIDIA 5M| Gain 61x14 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do NVIDIA, rompeu o topo de um pivô de alta indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do fundo projetado, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps abaixo do fundo projetado, inclusive com rompimento (do fundo projetado) que não supere um pavio prévio.
ALTO Testando rompimento linha de tendência, gráfico diário.A Alto Ingredients é uma empresa americana focada na produção de etanol e ingredientes derivados do processamento de milho, utilizados tanto como biocombustível quanto em aplicações industriais e alimentícias. O desempenho da companhia costuma estar ligado aos ciclos das commodities agrícolas e ao mercado de energia.
Apesar de parecer um ativo mais recente no gráfico, a empresa não é nova no mercado. O IPO ocorreu em março de 2005, quando ainda se chamava Pacific Ethanol. A mudança de nome para Alto Ingredients aconteceu apenas em janeiro de 2021, como parte de um reposicionamento estratégico da companhia.
No gráfico diário, o ativo vinha respeitando uma linha de tendência de baixa com três toques bem espaçados ao longo do tempo. Nas últimas semanas o preço passou a testar esse rompimento e agora, nesta sexta-feira, aparece acima dessa linha ( considerando gráfico semanal ). O movimento chama atenção porque a semana registra alta próxima de 96% acompanhada de forte aumento de volume. Por esse motivo, operadores mais conservadores podem preferir observar como o ativo se comportará na próxima semana ou aguardar um possível pullback, eventualmente analisando o gráfico diário para mais detalhes. No gráfico também foi destacado um recorte com receita, lucro líquido e margem líquida, onde se observa que a margem chegou a ficar negativa em 2024 e atualmente está levemente positiva, por volta de 1,45%, o que ainda merece atenção.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
#70- Últimas Pernas e Pivôs| NVIDIA 5M| Gain 50x10 Loss VIIEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do NVIDIA, rompeu o fundo de um pivô de baixa indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do topo projetado, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps acima do topo projetado, inclusive com rompimento (do topo projetado) que não supere um pavio prévio.
#62- Últimas Pernas e Pivôs| NVIDIA 5M| Gain 48x9 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos da NVIDIA, veremos para qual direção irá daqui a pouco, eu acho que subirá, mas ainda não existe nenhuma figura que indique qualquer direção.
Morning Call - 26/02/2026 - Tudo sobre o Resultado da NvidiaAgenda de Indicadores:
10:30 – USA – Pedidos Semanais de Seguro-Desemprego
13:00 – USA – Índice de Atividade Industrial Fed KC
15:00 – USA – Leilão de T-Note de 7 anos
Agenda de Autoridades:
12:00 – USA – Michelle Bowman, vice-presidente de Supervisão do Fed (Vota), presta depoimento perante uma comissão do Senado especializada em Bancos, Habitação e Assuntos Urbanos sobre uma atualização dos reguladores prudenciais.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em leve queda nesta quinta-feira. O mercado digere em detalhe o balanço da Nvidia, enquanto acompanha com cautela o desdobramento das negociações entre Estados Unidos e Irã, que podem redefinir o risco geopolítico no curto prazo.
A terceira rodada de conversas ocorre hoje em Genebra, em meio a um aumento da presença militar americana no Oriente Médio. O governo iraniano sinalizou disposição para adotar postura mais flexível nas tratativas indiretas com Washington sobre o programa nuclear.
Por outro lado, o secretário de Estado Marco Rubio afirmou que a negativa de Teerã em discutir seu programa de mísseis balísticos representa um “problema grave” que precisará ser enfrentado, destacando que os armamentos constituem ameaça à estabilidade regional.
Nesse ambiente de incerteza, o índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXH2026 — conhecido como o “termômetro do medo” de Wall Street — sobe cerca de 1%, aos 19,4 pontos.
Resultado da Nvidia
A Nvidia superou as estimativas do mercado e projetou crescimento de receita acima do esperado, reforçando a aposta de que os investimentos das gigantes de tecnologia em infraestrutura de inteligência artificial continuarão em ritmo acelerado.
Apesar do desempenho robusto — o 14º trimestre consecutivo acima das expectativas — a reação das ações foi contida. Para parte do mercado, os números já estavam amplamente precificados. “Foi mais um bom resultado, como de costume, mas parece que muito disso já estava incorporado aos preços”, afirmou Ken Mahoney, CEO da Mahoney Asset Management.
Durante a teleconferência com analistas, Tim Arcuri, do UBS, questionou se a companhia planeja devolver aos acionistas parte dos cerca de US$ 100 bilhões em caixa que pode gerar neste ano, diante da reação morna do mercado. A diretora financeira, Colette Kress, respondeu que a prioridade segue sendo o reinvestimento no ecossistema de IA.
A empresa também buscou afastar preocupações sobre gargalos produtivos em sua principal parceira de manufatura, a TSMC. Segundo a Nvidia, há capacidade e estoque suficientes para atender à demanda nos próximos trimestres. Ainda assim, a escassez deve afetar o segmento de games.
O pano de fundo segue favorável: companhias como Meta Platforms, Alphabet Inc., Microsoft e Amazon projetam investimentos combinados de pelo menos US$ 630 bilhões em 2026, majoritariamente voltados a data centers e processadores. No entanto, dois grandes clientes concentraram 36% da receita da Nvidia no ano fiscal de 2026, evidenciando risco de dependência.
Ao mesmo tempo, surgem sinais de maior competição. A AMD prepara o lançamento de um novo servidor de IA de alto desempenho ainda este ano e já firmou acordos com clientes estratégicos. A própria Alphabet tem ampliado sua presença com seus chips proprietários (TPUs), incluindo fornecimento à Anthropic, criadora do chatbot Claude, e negociações com a Meta.
A Nvidia manteve seu dividendo simbólico de US$ 0,01 por ação, reforçando a estratégia de reinvestimento agressivo. A projeção apresentada não inclui receitas de data centers na China, refletindo as restrições comerciais em vigor.
Resumo dos resultados da Nvidia
Receita (Revenue)
Atual: US$ 68,1 bi / Estimativa: US$ 65,8 bi / Surpresa: +3,50%
Lucro Ajustado por Ação (Adj. EPS)
Atual: US$ 1,62 / Estimativa: US$ 1,53 / Surpresa: +5,88%
Receita Data Center
Atual: US$ 62,3 bi / Estimativa: US$ 60,3 bi / Surpresa: +3,32%
Receita Gaming
Atual: US$ 3,7 bi / Estimativa: US$ 4,0 bi / Surpresa: −7,50%
Guidance Q1 (ponto médio)
Guidance: US$ 76,4 bi – US$ 79,5 bi / Estimativa do mercado: US$ 72,7 bi / Surpresa: +7,22% (média)
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam com variações moderadas nesta quinta-feira, com parte deles renovando máximas históricas. O movimento ocorre em meio a uma temporada de balanços heterogênea e a uma reavaliação das perspectivas para o setor de inteligência artificial.
As empresas de tecnologia seguem no centro das atenções globais. Traders tentam calibrar o impacto potencial dos novos modelos de IA sobre negócios tradicionais, ao mesmo tempo em que monitoram o elevado volume de investimentos feitos pelas líderes do setor para consolidar seus ecossistemas. Na Europa, as ações de tecnologia registram leve alta.
No noticiário corporativo, a fabricante de hardware de IA Schneider Electric avançou 3% após divulgar lucro operacional acima das estimativas, sustentado pela forte demanda por soluções voltadas a data centers — um dos principais vetores de crescimento ligados à expansão da IA.
Na ponta negativa, o grupo químico belga Syensqo despencou 22,6%, levando à suspensão temporária das negociações, depois de reportar lucro operacional no quarto trimestre abaixo das expectativas do mercado.
Já a London Stock Exchange Group subiu 3,6% após anunciar um novo programa de recompra de ações. A companhia enfrenta pressão do investidor ativista Elliott Management e busca reforçar a confiança do mercado em meio às preocupações de que a inteligência artificial possa alterar o modelo tradicional de negócios das bolsas e provedores de dados financeiros.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As bolsas asiáticas encerraram a quinta-feira sem direção definida, após o balanço da Nvidia ser interpretado como “mais do mesmo” — sólido, porém sem gatilhos adicionais para impulsionar o rali recente. Persistem no radar as preocupações com a disrupção provocada pela inteligência artificial e o aumento dos custos, enquanto o iene segue volátil diante das incertezas sobre novos ajustes de juros no Japão.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI disparou 3,7% e renovou máxima histórica. O movimento foi liderado por Samsung Electronics, que avançou 7,1%, e SK Hynix, com alta de 8%, refletindo a força contínua da cadeia de semicondutores. No setor automotivo, Hyundai Motor Company subiu 6,5% e Kia Corporation ganhou 5%.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 fechou com leve alta de 0,3%, sustentado por ações financeiras, de consumo e de serviços de tecnologia. No câmbio, o iene voltou a se valorizar frente ao dólar, embora permaneça próximo de mínimas de duas semanas.
Em entrevista, o presidente do BoJ, Kazuo Ueda, deixou em aberto a possibilidade de elevação da taxa básica no curto prazo. A sinalização contribuiu para a abertura da ponta curta da curva de juros e deu suporte à moeda japonesa.
Na China continental e em Hong Kong, o desempenho foi misto. O China A50 FTSE:XIN9 e o Hang Seng HSI:HSI recuaram 0,9% e 1,4%, respectivamente. O Shanghai SSE:000001 encerrou estável, enquanto o Shenzhen SZSE:399001 avançou 0,2%. As incertezas em torno do comércio global e das tarifas americanas seguem limitando o ímpeto das bolsas chinesas.
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 subiu 0,1%, apesar da queda de 1% nas ações da TSMC. Já na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO avançou 0,5%, em uma sessão marcada por desempenho misto entre os setores.
#53- Últimas Pernas e Pivôs| Nvidia 5M| Gain 43x8 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada.
No gráfico de 5 minutos do Nvidia, rompeu o fundo de um pivô de baixa indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do fundo projetado, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps abaixo do fundo projetado, inclusive com rompimento (do fundo projetado) que não supere um pavio prévio.
Setores vencedores — medicina deixando de ser “remédio rápido” e virando sistema 🧬📈
Se o mundo entra numa fase de gestão microbiológica contínua, o dinheiro não vai para quem fabrica comprimido simples.
Vai para quem diagnostica, monitora, isola, esteriliza e personaliza.
A mudança econômica é clara:
Antigamente → receita médica resolvia.
Agora → processo médico resolve.
Quem ganha é quem participa do processo inteiro.
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🇺🇸 Estados Unidos
1) Diagnóstico molecular (os primeiros vencedores)
Sem diagnóstico, não existe tratamento direcionado.
Thermo Fisher (TMO)
PCR, sequenciamento genético, kits laboratoriais
Cada bactéria resistente exige identificação precisa
→ quanto mais resistência, mais exames
Danaher (DHR)
(Controla Cepheid, Beckman Coulter)
máquinas hospitalares de análise microbiológica
cultura bacteriana automatizada
Bio-Rad (BIO)
reagentes laboratoriais
biologia molecular
📊 Lógica econômica: antes 1 paciente = 1 antibiótico
depois 1 paciente = 4-8 exames
O gasto migra do remédio para o laboratório.
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2) Controle hospitalar e esterilização
Aqui está o setor que quase ninguém observa.
Steris (STE)
esterilização de instrumentos cirúrgicos
descontaminação hospitalar
Ecolab (ECL)
higiene hospitalar industrial
controle microbiológico de superfícies
Se infecção hospitalar subir apenas 2-3%, hospitais triplicam protocolos sanitários.
Isso não é opcional — é requisito regulatório.
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3) Equipamentos e monitoramento
Infecção resistente aumenta tempo de internação.
Intuitive Surgical (ISRG)
cirurgias robóticas (menos contato humano → menor contaminação)
Becton Dickinson (BDX)
cateteres, seringas, dispositivos fechados anti-contaminação
Abbott (ABT)
testes rápidos
diagnóstico descentralizado
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4) A surpresa: vírus que matam bactérias
Um mercado antigo voltando:
bacteriófagos (phage therapy).
Empresas menores e biotech:
Adaptive Phage Therapeutics
Armata Pharmaceuticals (ARMP)
Se antibiótico falha, o capital migra para terapias biológicas.
Isso pode virar uma indústria do tamanho das vacinas em 10–15 anos.
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🇧🇷 Brasil
Aqui o efeito aparece diferente:
o Brasil não domina a biotecnologia — domina serviço de saúde.
Diagnóstico e exames
Fleury (FLRY3)
medicina diagnóstica premium
microbiologia clínica → aumento direto de demanda
Hermes Pardini / Grupo Fleury integrado (estrutura de análises clínicas)
DASA (DASA3)
rede hospital + exames
ganha duplamente: internação e diagnóstico
Quanto mais investigação pré-tratamento, mais receita recorrente.
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Hospitais
Infecção resistente aumenta permanência hospitalar.
Rede D’Or (RDOR3) Esse talvez seja o maior beneficiado estrutural.
Por quê?
Hospital lucra por:
diária
exame
procedimento
acompanhamento
Infecção tratável porém mais longa = aumento de ticket médio.
Não é morbidez — é modelo econômico hospitalar.
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Seguradoras de saúde
Hapvida (HAPV3)
SulAmérica (agora Rede D’Or integrada)
Aqui é curioso: no curto prazo piora custo,
mas no longo prazo cria barreira de entrada — saúde passa a exigir estrutura complexa.
Plano simples deixa de competir.
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Conclusão econômica
O dinheiro não irá para “a farmacêutica que inventar um novo antibiótico”.
Esse ciclo já aconteceu nos anos 1950-2000.
Agora o capital tende a migrar para:
Etapa Quem ganha
Identificar diagnósticos laboratoriais
Prevenir esterilização e higiene
Monitorar dispositivos médicos
Controlar hospitais estruturados
Personalizar biotecnologia
A mudança é profunda:
saúde deixa de ser indústria de medicamentos e vira indústria de informação biológica.
Na prática de mercado:
o antibiótico era produto.
o paciente passa a ser um fluxo de dados clínicos contínuo 📊.






















