Por que os investidores pagam 100x por uma marca "morta"?A BlackBerry concluiu uma das reinvenções mais improváveis da tecnologia moderna, transformando-se de uma fabricante falida de smartphones em uma empresa de software focada e de alta margem, construída em torno de sistemas automotivos, robótica e inteligência artificial (IA). Sob o comando do CEO John Giamatteo, a empresa abandonou negócios de menor margem, destacando-se a venda de sua divisão de segurança de endpoint Cylance para a Arctic Wolf por US$ 160 milhões no início de 2025, e redirecionou o capital para sistemas embarcados e comunicações seguras de nível militar. A administração declarou a reviravolta oficialmente concluída em 2026, e os resultados financeiros comprovam a afirmação: a empresa passou de um prejuízo líquido de US$ 79 milhões para US$ 53,2 milhões em lucro líquido GAAP, registrou US$ 156 milhões em receita no quarto trimestre (alta de 10% em relação ao ano anterior) e expandiu as margens brutas para 78,2%, ajudando a impulsionar as ações em mais de 110% ao longo do ano civil.
O motor por trás desse ressurgimento é o QNX, o sistema operacional em tempo real determinístico da BlackBerry, que agora equipa mais de 275 milhões de veículos e é usado por 24 dos 25 principais fabricantes de veículos elétricos (EVs), incluindo BMW, Volvo e Mercedes-Benz. A receita do QNX no ano completo atingiu o recorde de US$ 268 milhões, enquanto uma parceria ampliada com a Nvidia — que combina o QNX OS for Safety com a plataforma Nvidia IGX Thor — posiciona a BlackBerry no centro da "IA física" de segurança crítica para robótica, automação industrial e imagens médicas. Aplicações não automotivas, incluindo clientes como Boston Dynamics e Agility Robotics, representam agora um quinto da receita do QNX. Crucialmente, uma carteira de pedidos de royalties (backlog) que dobrou para cerca de US$ 950 milhões oferece uma visibilidade de receita futura excepcionalmente forte, sustentando uma projeção agressiva para o ano fiscal de 2027 de US$ 584–611 milhões.
Além dos veículos, a BlackBerry está se posicionando como infraestrutura fundamental para a segurança governamental em uma era de crescentes conflitos cibernéticos. Sua plataforma SecuSUITE oferece comunicações soberanas e com segurança certificada que abordam as vulnerabilidades expostas por incidentes como a campanha de espionagem Salt Typhoon e as falhas de aplicativos de consumo como WhatsApp e Signal para uso oficial. A empresa expandiu um grande acordo plurianual com o Governo do Canadá, obteve a certificação FedRAMP High para sua plataforma de gerenciamento de crises AtHoc (que agora protege cerca de 80% das agências federais dos EUA) e está monetizando seu portfólio de patentes herdadas por meio da Malikie Innovations.
A questão em aberto é a avaliação (valuation). Os mercados precificam a BlackBerry com um prêmio acentuado, uma relação preço/vendas de 9,8 contra uma média do setor de 4,1, e uma relação preço/lucro acima de 101, refletindo expectativas de quase monopólio em vez dos fluxos de caixa atuais. No entanto, o balanço patrimonial é impecável, com uma relação dívida/capital insignificante de 0,04 e US$ 432 milhões em caixa. Se esse prêmio é "matematicamente justificado", como argumenta o artigo, depende inteiramente de o backlog de royalties e as parcerias de IA se converterem na receita durável e recorrente pela qual o mercado já está pagando.
Morning Call - 01/06/2026 - Nvidia Lança Novo Chip de IAAgenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
10:00 – BRA – PMI Industrial
10:45 – USA – PMI Industrial S&P Global
11:00 – USA – PMI Industrial ISM
12:30 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — iniciam o mês de junho em alta moderada nesta segunda-feira, sustentados pelo forte impulso do setor de inteligência artificial, após novos anúncios da Nvidia e da Microsoft. O apetite por risco, no entanto, continua parcialmente limitado pelas incertezas envolvendo o conflito no Oriente Médio.
A Nvidia avança 1,6% no pré-mercado depois de apresentar uma nova geração de chips voltada para computadores pessoais equipados com inteligência artificial. O lançamento, previsto para o segundo semestre, é fruto de uma parceria estratégica de três anos com a Microsoft, descrita pelo CEO Jensen Huang como uma iniciativa para "reinventar o PC para a era da IA".
As ações da Microsoft sobem 2,8%, enquanto o mercado segue apostando que a próxima onda de crescimento da computação será impulsionada pela integração cada vez maior de inteligência artificial em dispositivos corporativos e domésticos.
Nem todas as empresas do setor acompanham o movimento. AMD e Intel recuam 3,4% e 2,9%, respectivamente, refletindo preocupações sobre o aumento da concorrência no segmento de computadores pessoais com IA.
No cenário geopolítico, o ambiente segue delicado. Os preços do petróleo voltam a subir após uma nova troca de ataques entre Estados Unidos e Irã, aumentando os receios de que as negociações para encerrar a guerra, que já se aproxima do quarto mês, possam enfrentar novos obstáculos.
Ainda assim, Wall Street encerrou maio em níveis recordes, impulsionada por resultados corporativos robustos e pela expectativa de que um eventual acordo no Oriente Médio possa aliviar parte das pressões inflacionárias associadas à energia.
Ao longo da semana, o foco estará voltado para o relatório oficial de emprego dos Estados Unidos (Payroll), que será divulgado na sexta-feira. O indicador poderá influenciar diretamente as expectativas para a primeira reunião de política monetária sob a liderança de Kevin Warsh no Federal Reserve.
Atualmente, os mercados atribuem aproximadamente 70% de probabilidade a uma alta de 25 pontos-base na taxa de juros até o final deste ano, refletindo a preocupação crescente com os impactos inflacionários decorrentes da alta dos preços da energia.
Após a Dell surpreender positivamente o mercado na semana passada com projeções fortes para seus servidores voltados à inteligência artificial, as atenções agora se voltam para os resultados da Broadcom, que serão divulgados na quarta-feira. A companhia é atualmente a segunda maior fabricante de semicondutores dos Estados Unidos em valor de mercado, atrás apenas da Nvidia.
Além disso, investidores acompanharão uma série de discursos de dirigentes do Federal Reserve e a divulgação do Livro Bege, que poderá oferecer sinais adicionais sobre o ritmo da atividade econômica e das pressões inflacionárias antes do início do período de silêncio do banco central no próximo sábado.
Entre os destaques corporativos, as ações da Micron avançam 5,3% no pré-mercado e ultrapassam pela primeira vez a marca de US$ 1.000 por ação. A fabricante de chips acumula valorização próxima de 90% desde o início de maio, refletindo a forte demanda global por semicondutores ligados à inteligência artificial.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — iniciam a semana com ganhos modestos, demonstrando resiliência mesmo diante da nova escalada das tensões no Oriente Médio, que voltou a pressionar os preços da energia e aumentou a cautela dos traders.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 avança cerca de 0,2%, permanecendo próximo de suas máximas históricas. O DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, sobe 0,3%, enquanto o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, opera levemente no campo negativo, com recuo de 0,1%.
O petróleo voltou a ser o principal foco dos mercados. Os preços da commodity dispararam mais de 3% após Estados Unidos e Irã relatarem novos confrontos durante o fim de semana, mesmo com as negociações diplomáticas ainda em andamento. Paralelamente, o aumento das tensões entre Israel e o Hezbollah também contribuiu para elevar os prêmios de risco geopolítico.
O impacto foi imediato em setores mais sensíveis aos custos de energia. As ações de companhias aéreas como Lufthansa e Air France recuam cerca de 1%, enquanto o setor europeu de energia lidera os ganhos, avançando aproximadamente 1,3%.
Apesar do cenário geopolítico mais delicado, os traders continuam encontrando suporte nos sólidos resultados corporativos divulgados ao longo da temporada de balanços. O Goldman Sachs revisou para cima sua projeção para o índice STOXX Europe 600, elevando sua meta de 12 meses para 660 pontos.
Segundo Michael Field, estrategista da Morningstar: “Os resultados do primeiro trimestre surpreenderam positivamente em vendas, margens e comportamento do consumidor. No entanto, praticamente todas as empresas destacaram um aumento da incerteza. Isso sugere que os resultados do segundo trimestre podem mostrar estagnação ou até alguma deterioração, especialmente nos setores mais dependentes do consumo.”
O segmento de luxo continua entre os mais pressionados do continente, acumulando queda superior a 17% em 2026, refletindo preocupações com desaceleração da demanda global e custos financeiros mais elevados.
No noticiário corporativo, a easyJet disparou quase 10% após confirmar que não recebeu proposta formal da gestora americana Castlelake, mas que estaria aberta a avaliar uma eventual oferta. A notícia alimentou especulações sobre uma possível consolidação no setor aéreo europeu.
Na direção oposta, as ações da Wise desabaram 15% depois que autoridades belgas abriram investigações relacionadas a transações suspeitas que somariam cerca de € 500 milhões.
As empresas ligadas à inteligência artificial e infraestrutura tecnológica continuam entre os destaques positivos do mercado europeu. Na Alemanha, Infineon e Siemens Energy avançam cerca de 3%, enquanto a SAP sobe aproximadamente 2%, acompanhando o forte momento global do setor.
No campo macroeconômico, os PMIs industriais da zona do euro vieram acima das expectativas do mercado, embora vários países ainda tenham registrado desaceleração em relação ao mês anterior, indicando que a recuperação econômica segue gradual e desigual.
Enquanto isso, os traders já voltam suas atenções para a próxima reunião do Banco Central Europeu. Os mercados atribuem mais de 96% de probabilidade a uma elevação de 25 pontos-base nos juros na próxima semana e continuam precificando ao menos mais uma alta adicional até o final do ano.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados asiáticos voltaram a ser impulsionados pelo entusiasmo em torno da inteligência artificial nesta madrugada, levando os principais índices com forte exposição ao setor de tecnologia a renovarem máximas históricas, enquanto bolsas mais ligadas à economia tradicional apresentaram desempenho mais contido.
O grande destaque da sessão foi o Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, que saltou 3,7% e encerrou o pregão em novo recorde histórico. O movimento foi liderado por gigantes da tecnologia como Samsung Electronics e LG Electronics, impulsionadas pela expectativa de reuniões entre executivos da Nvidia e empresas sul-coreanas, alimentando especulações sobre novas parcerias nas áreas de inteligência artificial, semicondutores e robótica.
A Samsung também recebeu suporte adicional após dados mostrarem que as exportações de semicondutores da Coreia do Sul atingiram um novo recorde em maio. O forte crescimento das vendas de chips ligados à IA ajudou as exportações totais do país a registrarem a maior expansão em mais de quarenta anos.
Outros polos tecnológicos da região também renovaram máximas históricas. O TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, avançou 1,9%, enquanto o Nikkei TVC:NI225 , do Japão, ganhou 0,9%.
No mercado japonês, o destaque absoluto foi o SoftBank Group. As ações da companhia dispararam 14%, respondendo sozinhas por mais pontos do que a valorização líquida total do Nikkei. Com o movimento, a capitalização de mercado da empresa atingiu aproximadamente US$ 306 bilhões, ultrapassando a Toyota e consolidando o SoftBank como a companhia mais valiosa do Japão.
Na direção oposta, os índices da China continental ficaram para trás. O Shanghai SSE:000001 , o Shenzhen SZSE:399001 e o China A50 FTSE:XIN9 encerraram o dia em queda, com perdas entre 0,3% e 1,5%, refletindo a menor participação de empresas diretamente beneficiadas pelo atual ciclo de investimentos em inteligência artificial.
Já em Hong Kong, o Hang Seng HSI:HSI conseguiu acompanhar parcialmente o movimento positivo global e avançou 0,9%, beneficiado pela forte presença de empresas de tecnologia e internet em sua composição.
Na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO encerrou próximo da estabilidade. O setor financeiro foi o principal fator de pressão sobre o índice, compensando parte dos ganhos observados em mineração e tecnologia.
O que move submarinos, foguetes para Marte e o risco?A BWX Technologies (NYSE: BWXT) iniciou 2026 com um impulso que poucos fornecedores do setor de defesa e nuclear conseguem igualar. A receita consolidada do primeiro trimestre cresceu 26% em termos anuais, atingindo 860,2 milhões de dólares, o lucro líquido GAAP aumentou 21% para 91,2 milhões de dólares e o EBITDA ajustado atingiu 148 milhões de dólares, tudo sustentado por uma sólida carteira de pedidos de 8,65 bilhões de dólares. A administração respondeu elevando as projeções para o ano completo para acima de 3,75 bilhões de dólares em receita, 650 a 665 milhões de dólares em EBITDA ajustado e 315 a 330 milhões de dólares em fluxo de caixa livre. O problema está no preço: as ações são negociadas a um múltiplo P/L de 52,1x, face a uma média do setor de 40,2x, com alguns analistas estimando que a ação está 57,2% acima do valor justo e alertando para um elevado rácio de dívida em relação ao patrimônio líquido de 157,6%. Esse prêmio praticamente não deixa margem de segurança caso ocorram falhas na execução.
A carteira de pedidos baseia-se na geopolítica. A competição no Indo-Pacífico está alimentando um superciclo de gastos em defesa e, como fabricante exclusiva de reatores navais para a Marinha dos EUA, a BWXT está no centro disso, fornecendo sistemas de propulsão para os submarinos das classes Virginia e Columbia. Em maio de 2026, a empresa garantiu mais de 1,4 bilhão de dólares em contratos navais, incluindo um contrato-base de 1,285 bilhão de dólares para a aquisição de materiais no ano fiscal de 2026 (o primeiro de cinco contratos anuais até 2030) e um contrato de componentes de porta-aviões de 165 milhões de dólares. O pacto AUKUS estende essa demanda internacionalmente, com a Austrália autorizando recentemente um pagamento de 218 milhões de dólares para itens de reator de longo prazo fabricados no Reino Unido, reforçando a cadeia de suprimentos de defesa ocidental de forma mais ampla.
Além dos mares, a BWXT está avançando no espaço e na energia de próxima geração. A empresa é parceira da Lockheed Martin no foguete térmico nuclear DRACO, de 499 milhões de dólares, com lançamento previsto para 2027 e focado em viagens muito mais curtas para Marte. Também apoia o programa JETSON da AFRL, onde motores Stirling movidos a reator podem fornecer quatro vezes mais energia do que as matrizes solares convencionais. No lado comercial, a empresa está ajudando a reconstruir uma cadeia de suprimentos doméstica de HALEU (atualmente dominada pela Rússia e pela China) por meio de um contrato de empobrecimento de urânio com a NNSA, enquanto avança no desenvolvimento de microrreatores movidos a combustível TRISO, como o BANR de 75 MWt. Um robusto portfólio de patentes em fabricação aditiva de combustível nuclear e controle de reatividade à prova de falhas consolida ainda mais sua vantagem tecnológica, embora as exigências mais rígidas de cibersegurança do CMMC 2.0 e a exposição à Lei de Falsas Alegações (False Claims Act) aumentem a pressão de conformidade.
Unindo todos esses pontos, a aquisição da Precision Components Group por cerca de 200 milhões de dólares, que adiciona 500.000 pés quadrados de capacidade e mais de 400 trabalhadores qualificados, visa mitigar os gargalos de fabricação e expandir as operações comerciais em direção a SMRs (pequenos reatores modulares) e expansão de combustível. O cenário estratégico é atraente: uma franquia que opera quase como um monopólio, impulsionada por ventos favoráveis nos setores de defesa, espaço e energia limpa. No entanto, a tese de investimento depende de uma única tensão: se as enormes carteiras de pedidos e a integração bem-sucedida da PCG conseguirão sustentar uma avaliação que já assume uma execução quase perfeita, contra o peso de uma forte alavancagem financeira. A resposta para "o que alimenta o risco" é exatamente aquilo que alimenta o potencial de valorização.
NVDA Projeção de Fibo, gráfico semanal.A NVIDIA dispensa grandes apresentações. A empresa se tornou uma das protagonistas do mercado de tecnologia, impulsionada principalmente por sua atuação em inteligência artificial, data centers e processamento gráfico. Nesta publicação, porém, o foco não é projetar preço, mas observar como o mercado está reagindo a alguns níveis técnicos.
Pelo gráfico semanal, tracei uma projeção de Fibonacci utilizando como referência um fundo relevante, um topo que na época representava uma resistência importante e a correção subsequente. O que me chamou atenção foi a forma como alguns níveis vêm sendo respeitados. O ponto de 23,6% coincide com uma região que já atuou como resistência e posteriormente passou a funcionar como suporte. Já o nível de 38,2%, que ainda não havia sido testado quando o traçado foi realizado, está servindo exatamente como uma região de resistência.
Para complementar a leitura, deixei no corpo da análise um recorte do gráfico diário.
Nele, observo uma possível região de correção próxima dos $208,50. Caso essa faixa seja perdida, os próximos pontos que acompanho estão em $196,13 e posteriormente em $183,95, região que também conflui com a média de 200 períodos.
Mais do que buscar previsões, a proposta aqui é observar a eficácia do traçado e acompanhar como o preço reage aos níveis já marcados. O mercado é soberano e fará o que precisa ser feito. Resta a nós observar, interpretar e adaptar a leitura conforme novas informações surgem.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
Morning Call - 29/05/2026 - Dell Dispara 38%Agenda de Indicadores:
BRA – Encerramento dos futuros de dólar / Briga da PTAX / Novo contrato: MINDOLN2026
9:00 – BRA – PIB do 1º Trimestre
10:45 – USA – PMI de Chicago
Brasil
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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam próximos da estabilidade nesta sexta-feira, após Wall Street encerrar a sessão anterior em novas máximas históricas, enquanto os traders aguardam confirmações sobre um possível avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã.
Segundo fontes próximas às negociações, Washington e Teerã teriam concordado em estender o cessar-fogo e avançar na reabertura gradual do Estreito de Ormuz. No entanto, o acordo ainda depende da aprovação final do presidente Donald Trump, mantendo os mercados em compasso de espera.
Para Daniela Hathorn, analista sênior de mercado da Capital.com: “Os mercados chegam ao fim da semana em uma posição relativamente confortável. A redução dos temores geopolíticos e a ausência de surpresas relevantes nos dados de inflação ajudaram a sustentar o apetite por risco. Ainda assim, o posicionamento permanece bastante otimista e as avaliações seguem elevadas, o que deixa os traders mais sensíveis a qualquer mudança no cenário geopolítico ou inflacionário.”
Apesar das preocupações relacionadas aos impactos da guerra sobre a inflação global e o crescimento econômico, os principais índices americanos continuam sendo sustentados pelo forte ciclo de investimentos em inteligência artificial e pela resiliência dos lucros corporativos.
Entre os destaques do pré-mercado, as ações da Dell disparam quase 40%, após a companhia elevar suas projeções de receita e lucro para o ano fiscal. O movimento impulsiona todo o setor de infraestrutura tecnológica, com Hewlett Packard Enterprise avançando 17,2% e Super Micro Computer registrando alta de 11%.
A temporada de resultados segue reforçando o otimismo dos traders. Os principais índices de Wall Street caminham para registrar a nona semana consecutiva de valorização, a sequência mais longa de ganhos desde o final de 2023.
No campo macroeconômico, os dados divulgados na quinta-feira mostraram que a inflação americana registrou em abril seu ritmo mais forte em três anos, enquanto o crescimento do PIB do primeiro trimestre foi revisado para baixo, passando para uma taxa anualizada de 1,6%.
Mesmo diante da aceleração inflacionária, o mercado continua projetando manutenção das taxas de juros ao longo da maior parte do ano, embora as apostas em uma alta de 25 pontos-base na reunião de dezembro tenham ganhado força nas últimas semanas.
Diversos dirigentes do Federal Reserve vêm alertando que novos aumentos poderão ser necessários caso a inflação permaneça acima da meta por um período prolongado, especialmente em um ambiente de preços de energia ainda elevados.
Ao longo do dia, os investidores acompanharão os discursos de Anna Paulson, Neel Kashkari e Mary Daly, em busca de sinais adicionais sobre os próximos passos da política monetária americana.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — avançam nesta sexta-feira e caminham para encerrar o mês de maio em terreno positivo, impulsionados pela expectativa de que um acordo para prolongar o cessar-fogo no Oriente Médio e reabrir o Estreito de Ormuz possa ser concluído nos próximos dias.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 sobe cerca de 0,8%, aproximando-se de sua máxima histórica. O DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, avança 0,4%, enquanto o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, registra ganho mais moderado de 0,3%.
Apesar da melhora do sentimento de curto prazo, alguns estrategistas seguem cautelosos quanto ao potencial de valorização das bolsas europeias.
Segundo Marija Veitmane, chefe de pesquisa de ações da State Street, o fim da guerra pode não ser suficiente para impulsionar uma nova onda de alta nos mercados da região: “Estruturalmente, a destruição da demanda ainda persiste. Esperamos que as taxas de juros subam em breve, o que limita a capacidade das empresas europeias de expandirem suas margens de lucro. Por isso, mantenho uma visão apenas moderadamente otimista.”
As companhias mais sensíveis aos custos de energia lideram os ganhos da sessão. Lufthansa e Air France-KLM avançam mais de 2% cada, acompanhando a queda recente dos preços do petróleo diante das expectativas de normalização do fluxo marítimo na região do Golfo.
O setor de bens de consumo discricionário também apresenta forte desempenho. As ações de empresas de luxo sobem cerca de 1,8%, refletindo uma melhora do apetite por risco.
As ações do setor de defesa também figuram entre os destaques positivos do pregão, com avanço de aproximadamente 1,5%. O movimento ocorre em meio à continuidade das tensões entre Rússia e Ucrânia, após autoridades da Romênia informarem que um ataque russo durante a madrugada deixou feridos no sudeste do país.
O setor segue sendo beneficiado pelas expectativas de aumento dos gastos militares na Europa, uma vez que períodos de maior instabilidade geopolítica tendem a elevar a demanda por equipamentos, tecnologia e serviços de defesa.
No campo macroeconômico, os sinais inflacionários seguem no radar dos investidores. Dados preliminares mostraram que a inflação da França acelerou para o nível mais alto em 27 meses, reforçando a percepção de que os elevados custos de energia começam a ser repassados ao consumidor final. Os números da inflação alemã serão divulgados ainda hoje.
No mercado de juros, membros do Banco Central Europeu continuam sinalizando a necessidade de uma política monetária mais restritiva. Autoridades como Isabel Schnabel defenderam recentemente um aumento das taxas já na próxima reunião, enquanto os mercados precificam cerca de 50 pontos-base adicionais de aperto monetário até o final do ano.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram a semana majoritariamente em alta, impulsionados pela combinação de dois fatores que seguem dominando o sentimento dos investidores globais: a expectativa crescente de um acordo de paz no Oriente Médio e o forte entusiasmo com o setor de inteligência artificial após os resultados acima do esperado da Dell Technologies.
O destaque da sessão ficou com o Kospi TVC:KOSPI , da Coreia do Sul, que disparou 3,5% e renovou sua máxima histórica. As ações da Samsung Electronics avançaram mais de 5% depois que a companhia anunciou o início do envio de amostras de sua nova geração de chips de memória de alta largura de banda (HBM) para clientes globais, reforçando as expectativas de crescimento da demanda ligada à inteligência artificial.
Outros importantes mercados asiáticos também registraram novos recordes. O TWSE 50 FTSE:TW50 , de Taiwan, avançou 2,2%, enquanto o Nikkei TVC:NI225 , do Japão, subiu 2,5%.
Entre os destaques corporativos, a TSMC ganhou 2,5%, acompanhando a valorização do setor de semicondutores, enquanto o SoftBank Group saltou mais de 5%, impulsionado pelo renovado apetite dos investidores por ativos ligados à tecnologia e IA.
Na China continental e em Hong Kong, o desempenho foi mais moderado e sem direção única. Os índices Shanghai SSE:000001 e Shenzhen SZSE:399001 recuaram 0,7% e 1,8%, respectivamente, refletindo preocupações persistentes com o crescimento econômico doméstico. Já o China A50 FTSE:XIN9 e o Hang Seng HSI:HSI conseguiram encerrar no campo positivo, com altas de 0,3% e 0,7%.
Na Austrália, o ASX 200 ASX:XJO avançou 1,6%, com ganhos disseminados entre praticamente todos os setores da bolsa, acompanhando o tom positivo predominante nos mercados globais.
YPF Rompendo lateralização, gráfico diário.A YPF S.A. é uma das principais empresas de energia da Argentina, atuando na exploração, produção, refino e distribuição de petróleo e gás. A companhia tem papel relevante no desenvolvimento energético do país, com forte presença em projetos de shale, especialmente na formação de Vaca Muerta.
Pelo gráfico diário, é possível perceber que o ativo vem de uma tendência de alta iniciada em meados de julho de 2022, tendo feito um topo na região de $47,60. Após esse movimento, o preço recuou até próximo da média de 200 períodos, na região de $22,70, e voltou a subir. Agora, o ativo está rompendo uma lateralização na região de $39,60, o que chama atenção para a continuidade do movimento.
Em caso de confirmação desse rompimento, é importante observar a região de $47,60, que corresponde ao topo anterior e pode atuar como resistência. Acompanhar o comportamento do preço e do volume nessa movimentação pode trazer sinais mais claros sobre a força dessa possível continuação de alta.
Disclaimer: Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
MX Rompeu canal de baixa e agora um pivô, gráfico semanal.A MagnaChip Semiconductor é uma empresa do setor de semicondutores, com foco em soluções para displays, gerenciamento de energia e componentes utilizados em eletrônicos de consumo, aplicações industriais e automotivas. Trata se de um segmento bastante sensível aos ciclos da indústria de tecnologia.
Pelo gráfico semanal, o ativo vinha se movimentando dentro de um canal de baixa iniciado em 2022. Recentemente, essa estrutura foi rompida com aumento de volume, o que já chamou atenção. Após o rompimento, o preço passou cerca de cinco semanas em uma pequena lateralização, aparentemente consolidando o movimento anterior.
Agora, com a semana ainda em andamento, o ativo começa a romper essa faixa de consolidação. Outro ponto que merece destaque é o volume, que apresentou crescimento relevante quando comparado ao histórico recente. Por isso, considero interessante acompanhar os próximos movimentos e, para quem tiver interesse no ativo, complementar a leitura gráfica com uma análise mais aprofundada dos fundamentos da empresa.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
SIDU Rompendo pivô do gráfico diário.A Sidus Space é uma empresa do setor aeroespacial voltada para o desenvolvimento de satélites, soluções espaciais e coleta de dados em órbita. Trata se de uma companhia relativamente recente e inserida em um segmento que costuma apresentar elevada volatilidade.
Pelo gráfico diário, o ativo rompeu uma região importante próxima dos $4,10, que anteriormente atuava como resistência. Além disso, o preço também começa a romper um pivô de alta, movimento que merece atenção por poder indicar uma mudança na estrutura gráfica.
Gráfico diário
Observando o histórico desde o IPO, realizado em dezembro de 2022, o ativo passou a maior parte do tempo em tendência de baixa. Depois de formar um fundo, começa agora a apresentar sinais que podem indicar o início de uma possível tendência de alta. Ainda assim, é importante acompanhar o volume e os próximos movimentos do preço para entender se essa mudança de comportamento será confirmada.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
DDD Linha de tendência de 5 anos, foi rompida.A 3D Systems é uma empresa americana pioneira no setor de impressão 3D, atuando no desenvolvimento de impressoras, materiais, softwares e soluções para segmentos como saúde, indústria, aeroespacial e manufatura avançada.
Pelo gráfico semanal, o ativo vinha respeitando uma linha de tendência de baixa por vários anos. Recentemente, essa estrutura foi rompida, mas o preço encontrou uma região de resistência importante próxima dos $13,50. Desde então, o ativo passou a testar essa faixa novamente, tornando esse um ponto decisivo para os próximos movimentos.
Uma possibilidade é que o preço faça um pullback antes de tentar um novo rompimento, motivo pelo qual pode ser interessante baixar o tempo gráfico para o diário e acompanhar a movimentação com mais detalhes. Ainda assim, é importante lembrar que isso é apenas uma hipótese gráfica. O mercado é soberano e fará o que precisa ser feito, independentemente daquilo que esperamos ou projetamos.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
US$ 2,44 Bi Salvarão a CRISPR da Sua Crise de Patentes?A CRISPR Therapeutics entra no segundo semestre de 2026 em uma posição paradoxal. A empresa conta com US$ 2,44 bilhões em caixa, equivalentes de caixa e títulos negociáveis após levantar US$ 585,4 milhões em receitas líquidas provenientes de notas seniores conversíveis de US$ 600 milhões com vencimento em 2031. Os resultados do primeiro trimestre de 2026 mostraram uma redução do prejuízo líquido para US$ 122,9 milhões contra US$ 136,0 milhões um ano antes, juntamente com vendas do Casgevy de US$ 43 milhões registradas pela parceira Vertex Pharmaceuticals. Crucialmente, a CRSP registra sua parcela de 40% dos aspectos econômicos liderados pela Vertex (60/40) como um ajuste nas despesas de colaboração, em vez de receita direta, o que explica por que a receita total relatada foi de apenas US$ 1,46 milhão, apesar do avanço comercial. Mais de 500 pacientes iniciaram o tratamento com Casgevy globalmente, de um total elegível superior a 60.000.
A mudança de plataforma é igualmente consequencial. A CRISPR Therapeutics está em transição da edição celular ex vivo para terapias in vivo administradas por LNP ancoradas pela nova plataforma SyNTase, com o CTX460 liderando a entrada em testes clínicos em meados de 2026 para a Deficiência de Alfa-1 Antitripsina. Dados pré-clínicos mostraram mais de 90% de correção de mRNA com uma única dose intravenosa e edição fora do alvo ("off-target") virtualmente zero. A franquia autoimune centrada no zugo-cel tem como alvo um mercado de US$ 223 bilhões até 2034, com todos os quatro pacientes iniciais da Fase 1 de lúpus e esclerose sistêmica alcançando depleção sustentada de células B e melhora clínica mensurável. A Vertex também protocolou uma submissão de Voucher de Revisão de Prioridade Nacional para a expansão do rótulo pediátrico do Casgevy em crianças de 5 a 11 anos, potencialmente comprimindo a revisão da FDA para um a dois meses.
O cenário pessimista é incomumente concreto. Em 26 de março de 2026, o Conselho de Apelação e Julgamento de Patentes do USPTO reafirmou pela terceira vez que o Broad Institute, o MIT e Harvard foram os primeiros a inventar a edição CRISPR-Cas9 em células eucarióticas, bloqueando a aprovação de 14 pedidos de patentes do CVC. Como Emmanuelle Charpentier cofundou a CRISPR Therapeutics, a empresa depende fortemente do conjunto de patentes do CVC e agora enfrenta possíveis obrigações de royalties com a Editas Medicine, a licenciada exclusiva do Broad em terapias humanas. O CVC retém os direitos de apelação ao Circuito Federal, mas a estrutura de licenciamento de Inovação Inclusiva do Broad oferece um caminho provável de acordo. Além disso, o BIOSECURE Act, sancionado em 18 de dezembro de 2025, remodela as cadeias de suprimentos globais de biotecnologia e recompensa a pegada de fabricação verticalmente integrada da CRSP em Framingham, Massachusetts.
A tese de investimento se resume a uma questão. A prova comercial do Casgevy, o avanço in vivo do SyNTase, a opcionalidade autoimune e o balanço patrimonial robusto justificam coletivamente a visão otimista, com a Piper Sandler visando US$ 110 por ação. No entanto, a decisão de patentes do Broad, as ameaças de ciberbiossegurança aos dados genômicos proprietários e os prejuízos líquidos persistentes exigem um desconto sério dos modelos de precificação. A CRISPR Therapeutics oferece exposição à revolução médica mais fundamental desta década, mas apenas investidores dispostos a assumir uma trajetória de comercialização longa, cara e legalmente contestada devem alocar capital aqui.
O Que Gerou o Rali Quântico de 314% da Infleqtion?A Infleqtion (NYSE: INFQ) registrou um aumento impressionante de 314% em suas ações, atingindo US$ 14,70. Este salto foi impulsionado por uma Carta de Intenção histórica com o Departamento de Comércio dos EUA, propondo um investimento de US$ 100 milhões pelo CHIPS Act. O financiamento segue um modelo de distribuição baseado em marcos, com o governo recebendo ações ordinárias da Infleqtion com 15% de desconto, mantidas estritamente de forma passiva. O acordo valida a tecnologia quântica como um ativo crítico de segurança nacional. Ele também acelera a expansão doméstica da empresa em Boulder, Chicago e Madison. A empresa fez a transição recente para os mercados públicos por meio da Churchill Capital Corp X, após uma rodada Série C de US$ 100 milhões liderada pela Glynn Capital. A nomeação do ex-executivo do Morgan Stanley, Nicholas Johnson, para o Conselho sinaliza uma estratégia de crescimento agressiva.
No núcleo tecnológico, a Infleqtion defende uma arquitetura quântica de átomos neutros que opera em temperatura ambiente. Isso elimina a dispendiosa infraestrutura criogênica exigida por concorrentes de supercondutores. As matrizes de átomos de rubídio e césio de dupla espécie da empresa alcançaram uma fidelidade recorde de 0,975 no portão de emaranhamento. A fidelidade do portão de Clifford excedeu 0,9996, e os tempos de coerência atingiram 33.5 segundos para os qubits de césio. O cientista-chefe Mark Saffman delineou um caminho para 99.9% de fidelidade, fortalecendo o roteiro para computação quântica tolerante a falhas. O portfólio de hardware tem como alvo vários mercados de alto valor, incluindo o relógio atômico Tiqker, a plataforma Quantum Spectrum e o software Superstaq integrado à Morningstar.
Geopoliticamente, a Infleqtion está posicionada na convergência da vulnerabilidade do GPS e da modernização da defesa aliada. O Mediterrâneo Oriental e aeroportos enfrentam frequentes interferências de GPS, criando demanda urgente por navegação independente de sinal. A Infleqtion possui contratos de defesa ativos em toda a parceria AUKUS (EUA, Reino Unido e Austrália). A Marinha Real do Reino Unido integrou com sucesso o Tiqker no submarino autônomo Excalibur XLUAV. Isso demonstrou o primeiro relógio óptico quântico do mundo em operações sem GPS. Uma parceria com a Safran lançará cronometragem quântica integrada globalmente em 2026. A NASA também enviou o hardware quântico da Infleqtion para a Estação Espacial Internacional.
A vantagem econômica da Infleqtion baseia-se na integração vertical e na propriedade intelectual. A empresa possui mais de 235 patentes. As aquisições de 2024 garantiram uma cadeia de suprimentos interna de lasers, mitigando o risco de gargalos no setor. Sistemas quânticos prontos para uso podem render margens de até 50%. O ecossistema do Superstaq cria fidelidade de longo prazo através da adoção acadêmica. Com mais de 160 físicos com doutorado e uma colaboração com a NVIDIA, a Infleqtion está consolidando sua posição vertical. Os mercados financeiros agora precificam corretamente a empresa como um ativo fundamental de segurança nacional.
MU 15 Minutos: Pivô de Alta 22/05Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 15 minuto da MU, rompeu um pivô de alta, está retraindo e poderá voltar a subir até seu(s) alvo(s).
Está tarde, então está difícil de chegar nesse alvo.
MU 3 Minutos: Pivô de Alta 21/05Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 3 minuto da MU, rompeu um pivô de alta, está retraindo e poderá voltar a subir até seu(s) alvo(s).
INTC 2 Minutos: Pivô de Alta 21/05Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 2 minuto do INTC, rompeu um pivô de alta, poderá retrair e poderá voltar a subir até seu(s) alvo(s).
Como um Gigante Esquecido se Tornou o Arquiteto Oculto da IA?O ressurgimento da Nokia em 2026 é o clímax de uma metamorfose brutal de vários anos. A empresa quase faliu em 2019, quando as margens brutas de suas redes despencaram para 29%. Isso ocorreu devido a uma dependência falha do silício de 10nm atrasado da Intel e dos caros e consumidores de energia FPGAs da Xilinx. Desde então, ela ressurgiu como a camada de infraestrutura indispensável da era da IA. O CEO Pekka Lundmark projetou a reviravolta contratando 350 engenheiros de chips especializados na Finlândia. Ele lançou a família ReefShark System-on-a-Chip e diversificou o fornecimento de silício. No final de 2021, 70% das remessas carregavam SoCs dedicados, restaurando o poder de precificação e encerrando a crise.
A validação financeira chegou no primeiro trimestre de 2026: US$ 5,26 bilhões em vendas e um aumento de 49% nas vendas líquidas de IA e nuvem. A empresa acumulou € 1 bilhão em pedidos de clientes de IA, e a receita de redes ópticas saltou 20%. As ações subiram cerca de 116% no acumulado do ano e 169% nas últimas 52 semanas, com recomendações de compra do Bank of America e Argus. A reinvenção gira em torno da parceria AI-RAN com a NVIDIA, validada pelo teste over-the-air da T-Mobile em Seattle. O AITRAS Orchestrator da SoftBank aponta para o novo modelo de monetização: transformar ciclos ociosos de GPU em uma camada computacional de IA vendável.
A geopolítica tornou-se o vento a favor mais forte da Nokia. Um compromisso de US$ 4 bilhões da administração Trump, somado a investimentos privados em manufatura nos EUA e à aquisição da Infinera, garante contratos federais. A venda da Alcatel Submarine Networks ao Estado francês por € 350 milhões resolveu as preocupações de soberania europeia. No lado da defesa, o ecossistema 5G.MIL da Nokia Federal Solutions e da Lockheed Martin incorpora a Nokia nas operações JADC2 e no complexo militar-industrial dos EUA em geral.
Por baixo das operações está uma fortaleza de patentes gerando receitas anuais em escala. A Nokia controla cerca de 26.000 famílias de patentes globais e 8.190 Patentes Essenciais Padrão 5G. O ciclo de renovação de smartphones "Lucky Seven" de 2023-2024 com empresas como Apple e Samsung garantiu mais de € 800 milhões em receita recorrente anual até 2030. O litígio da UPC contra a Geely demonstra a disposição da Nokia em transformar o tribunal europeu de patentes em uma arma. Combinada com o transporte óptico seguro contra ameaças quânticas e pesquisa em 6G, a Nokia reposicionou-se como a arquiteta da soberania digital global.
MU 5 Minutos: Pivô de Baixa 20/05Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos da MU, rompeu um pivô de baixa, está retraindo, poderá ficar lateral até o final do dia, mas poderá cair até o(s) seu(s) alvo(s) ou até perto deles.
AAPL 1 Minuto: Pivô de Alta 20/05Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 1 minuto da AAPL, rompeu um pivô de alta, retraiu até a linha de 61,8% e poderá voltar a subir até seu(s) alvo(s).
Morning Call - 20/05/2026 - Nvidia Divulga seu Resultado!Agenda de Indicadores:
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Ata do FOMC
Agenda de Balanços:
17:20 – USA – Nvidia
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em leve alta nesta quarta-feira, com as ações do setor de semicondutores se estabilizando antes da aguardada divulgação dos resultados da NVIDIA, considerada um teste decisivo para o ciclo de inteligência artificial em um ambiente de juros mais elevados.
A Nvidia, atualmente a empresa mais valiosa do mundo e principal símbolo do boom global de IA, sobe 1,6% no pré-market de Nova York, permanecendo cerca de 5% abaixo de sua máxima histórica e próxima de atingir um valor de mercado de US$ 6 trilhões.
Os traders acompanharão os números trimestrais da companhia em busca de sinais de que a demanda por infraestrutura de inteligência artificial continua suficientemente forte para sustentar os elevados valuations do setor de tecnologia.
O movimento positivo se espalha por todo o segmento de semicondutores. As ações da Marvell Technology avançaram 5% ontem, enquanto Intel sobe 4,9% e Micron Technology ganharam 3,9%.
O ETF SOXX também registra alta de aproximadamente 2%.
Apesar da recuperação parcial desta sessão, Wall Street segue pressionada pelo avanço dos rendimentos globais dos títulos, após os investidores aumentarem as apostas de que o Federal Reserve poderá elevar novamente as taxas de juros no final do ano.
O cenário inflacionário continua sendo influenciado pela guerra no Oriente Médio, que mantém os preços da energia elevados e reforça preocupações sobre inflação persistente.
O rendimento do Treasury de 10 anos, que havia atingido ontem a máxima de 16 meses em 4,687%, recua levemente nesta manhã para 4,653%.
No mercado de commodities, os contratos do petróleo Brent e WTI caem até 2% após o presidente Donald Trump afirmar novamente que a guerra com o Irã poderá terminar “muito rapidamente”.
Mesmo assim, o mercado continua cauteloso quanto à efetiva resolução diplomática do conflito, especialmente diante das persistentes interrupções no fornecimento energético no Oriente Médio.
Além dos balanços corporativos, os investidores aguardam hoje a divulgação da ata da última reunião do Fed, buscando sinais mais claros sobre o posicionamento dos dirigentes da autoridade monetária diante da inflação e da escalada dos preços da energia.
Segundo dados da CME, os mercados já precificam probabilidade superior a 40% de uma alta de 25 pontos-base na taxa de juros americana até dezembro.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta moderada nesta quarta-feira, impulsionados principalmente pelo setor de tecnologia, embora os ganhos permaneçam limitados diante da cautela com inflação, juros elevados e os desdobramentos geopolíticos envolvendo Estados Unidos e Irã.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 sobe cerca de 0,4%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, registra leve alta de 0,1%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, opera próximo da estabilidade, com leve queda de 0,1%.
Os mercados europeus continuam ficando atrás de Wall Street e de outros índices globais, pressionados pela maior dependência energética da região em um ambiente de petróleo elevado, enquanto o otimismo ligado à inteligência artificial segue mantendo as ações americanas próximo das máximas históricas.
Segundo Roland Kaloyan: “Não alterei minha perspectiva sobre as ações europeias. O primeiro trimestre foi relativamente tranquilo porque o patamar de expectativas estava muito baixo. O segundo trimestre será mais desafiador e começaremos a sentir os efeitos da guerra. Não estou pessimista, mas acredito que o mercado pode entrar em um processo de consolidação até o final do ano.”
As ações europeias de semicondutores lideram os ganhos antes do aguardado balanço da NVIDIA, que será divulgado hoje após o fechamento de Wall Street. Os papéis da ASM International, ASML e STMicroelectronics avançam entre 3% e 4%.
Na ponta negativa, o setor de mídia lidera as perdas do dia, recuando 1,8%, enquanto as ações do segmento de luxo caem cerca de 0,7%.
Entre os destaques corporativos positivos, as ações da bolsa Euronext e da varejista Marks & Spencer sobem mais de 5% cada, após resultados trimestrais acima das expectativas do mercado.
No campo político-comercial, a União Europeia firmou um acordo provisório para eliminar tarifas de importação sobre produtos americanos, em linha com o acordo comercial firmado com Washington no ano passado e antes do prazo estabelecido por Donald Trump para 4 de julho.
No front macroeconômico, os dados de inflação vieram mistos. No Reino Unido, o índice de preços ao consumidor desacelerou para 2,8% na comparação anual, abaixo dos 3,3% anteriores, enquanto o índice de preços ao produtor mostrou aceleração, com os preços de produtos acabados saltando de 3% para 4%.
Já na zona do euro, o IPC avançou para 3% ao ano, ante 2,6%, reforçando as preocupações inflacionárias ligadas à energia. Por outro lado, o núcleo da inflação desacelerou de 2,3% para 2,2%, oferecendo algum alívio aos mercados em relação às pressões mais persistentes.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As ações da Ásia-Pacífico ampliaram o movimento de correção nesta quarta-feira, pressionadas pela continuidade da alta dos rendimentos globais dos títulos e pelas crescentes preocupações de que a inflação impulsionada pela guerra no Oriente Médio possa forçar novos aumentos de juros por parte dos principais bancos centrais.
Os traders também demonstram cautela antes do aguardado balanço da NVIDIA, considerado um teste importante para sustentar o forte rali recente das ações ligadas à inteligência artificial em um ambiente de custos de financiamento mais elevados.
A onda de vendas nos mercados globais de títulos continuou, à medida que os traders aumentaram as apostas de que o Federal Reserve poderá elevar as taxas de juros ainda este ano.
Na China, poucos dias após a visita diplomática de Donald Trump ao país, o presidente Xi Jinping realizou conversas com Vladimir Putin, afirmando que é “imprescindível” pôr fim à guerra no Oriente Médio.
Os principais índices da China continental e de Hong Kong — SSE:000001 , SZSE:399001 , FTSE:XIN9 e HSI:HSI — oscilaram entre estabilidade e queda de 0,6%.
No campo monetário, o Banco Popular da China (PBoC) manteve suas taxas de juros de 1 e 5 anos estáveis em 3% e 3,5%, respectivamente, em linha com as expectativas do mercado.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 caiu 1,2%, registrando a quinta sessão consecutiva de perdas, pressionado principalmente pela realização de lucros em ações de tecnologia e pelo avanço dos rendimentos globais.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI recuou 0,8%, enquanto as ações da Samsung Electronics caíram 1,4% após o sindicato da empresa confirmar o início de uma greve de 18 dias a partir de quinta-feira.
A paralisação ameaça pressionar ainda mais o fornecimento global de semicondutores em um momento de demanda extremamente elevada por chips voltados à inteligência artificial.
Em Taiwan e na Austrália, os índices TWSE 50 FTSE:TW50 e ASX 200 ASX:XJO encerraram em baixa de 0,4% e 1,3%, respectivamente, acompanhando o movimento mais defensivo observado nos mercados globais.
Segundo Tony Sycamore: “Continuo acreditando que estamos vendo uma correção após uma alta absolutamente fenomenal.”
Morning Call - 20/05/2026 - Nvidia Divulga seu Resultado!Agenda de Indicadores:
11:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto da EIA
14:30 – BRA – Fluxo Cambial Estrangeiros
15:00 – USA – Ata do FOMC
Agenda de Balanços:
17:20 – USA – Nvidia
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 ACTIVTRADES:MINDOLM2026
Estados Unidos
Os futuros dos principais índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — operam em leve alta nesta quarta-feira, com as ações do setor de semicondutores se estabilizando antes da aguardada divulgação dos resultados da NVIDIA, considerada um teste decisivo para o ciclo de inteligência artificial em um ambiente de juros mais elevados.
A Nvidia, atualmente a empresa mais valiosa do mundo e principal símbolo do boom global de IA, sobe 1,6% no pré-market de Nova York, permanecendo cerca de 5% abaixo de sua máxima histórica e próxima de atingir um valor de mercado de US$ 6 trilhões.
Os traders acompanharão os números trimestrais da companhia em busca de sinais de que a demanda por infraestrutura de inteligência artificial continua suficientemente forte para sustentar os elevados valuations do setor de tecnologia.
O movimento positivo se espalha por todo o segmento de semicondutores. As ações da Marvell Technology avançaram 5% ontem, enquanto Intel sobe 4,9% e Micron Technology ganharam 3,9%.
O ETF SOXX também registra alta de aproximadamente 2%.
Apesar da recuperação parcial desta sessão, Wall Street segue pressionada pelo avanço dos rendimentos globais dos títulos, após os investidores aumentarem as apostas de que o Federal Reserve poderá elevar novamente as taxas de juros no final do ano.
O cenário inflacionário continua sendo influenciado pela guerra no Oriente Médio, que mantém os preços da energia elevados e reforça preocupações sobre inflação persistente.
O rendimento do Treasury de 10 anos, que havia atingido ontem a máxima de 16 meses em 4,687%, recua levemente nesta manhã para 4,653%.
No mercado de commodities, os contratos do petróleo Brent e WTI caem até 2% após o presidente Donald Trump afirmar novamente que a guerra com o Irã poderá terminar “muito rapidamente”.
Mesmo assim, o mercado continua cauteloso quanto à efetiva resolução diplomática do conflito, especialmente diante das persistentes interrupções no fornecimento energético no Oriente Médio.
Além dos balanços corporativos, os investidores aguardam hoje a divulgação da ata da última reunião do Fed, buscando sinais mais claros sobre o posicionamento dos dirigentes da autoridade monetária diante da inflação e da escalada dos preços da energia.
Segundo dados da CME, os mercados já precificam probabilidade superior a 40% de uma alta de 25 pontos-base na taxa de juros americana até dezembro.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — operam em alta moderada nesta quarta-feira, impulsionados principalmente pelo setor de tecnologia, embora os ganhos permaneçam limitados diante da cautela com inflação, juros elevados e os desdobramentos geopolíticos envolvendo Estados Unidos e Irã.
O índice Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 sobe cerca de 0,4%, enquanto o DAX ACTIVTRADES:GER40 , da Alemanha, registra leve alta de 0,1%. Já o FTSE 100 ACTIVTRADES:UK100 , do Reino Unido, opera próximo da estabilidade, com leve queda de 0,1%.
Os mercados europeus continuam ficando atrás de Wall Street e de outros índices globais, pressionados pela maior dependência energética da região em um ambiente de petróleo elevado, enquanto o otimismo ligado à inteligência artificial segue mantendo as ações americanas próximo das máximas históricas.
Segundo Roland Kaloyan: “Não alterei minha perspectiva sobre as ações europeias. O primeiro trimestre foi relativamente tranquilo porque o patamar de expectativas estava muito baixo. O segundo trimestre será mais desafiador e começaremos a sentir os efeitos da guerra. Não estou pessimista, mas acredito que o mercado pode entrar em um processo de consolidação até o final do ano.”
As ações europeias de semicondutores lideram os ganhos antes do aguardado balanço da NVIDIA, que será divulgado hoje após o fechamento de Wall Street. Os papéis da ASM International, ASML e STMicroelectronics avançam entre 3% e 4%.
Na ponta negativa, o setor de mídia lidera as perdas do dia, recuando 1,8%, enquanto as ações do segmento de luxo caem cerca de 0,7%.
Entre os destaques corporativos positivos, as ações da bolsa Euronext e da varejista Marks & Spencer sobem mais de 5% cada, após resultados trimestrais acima das expectativas do mercado.
No campo político-comercial, a União Europeia firmou um acordo provisório para eliminar tarifas de importação sobre produtos americanos, em linha com o acordo comercial firmado com Washington no ano passado e antes do prazo estabelecido por Donald Trump para 4 de julho.
No front macroeconômico, os dados de inflação vieram mistos. No Reino Unido, o índice de preços ao consumidor desacelerou para 2,8% na comparação anual, abaixo dos 3,3% anteriores, enquanto o índice de preços ao produtor mostrou aceleração, com os preços de produtos acabados saltando de 3% para 4%.
Já na zona do euro, o IPC avançou para 3% ao ano, ante 2,6%, reforçando as preocupações inflacionárias ligadas à energia. Por outro lado, o núcleo da inflação desacelerou de 2,3% para 2,2%, oferecendo algum alívio aos mercados em relação às pressões mais persistentes.
Ásia/Pacífico
Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: ACTIVTRADES:HKIND ACTIVTRADES:JP225 ACTIVTRADES:CHINAA50
As ações da Ásia-Pacífico ampliaram o movimento de correção nesta quarta-feira, pressionadas pela continuidade da alta dos rendimentos globais dos títulos e pelas crescentes preocupações de que a inflação impulsionada pela guerra no Oriente Médio possa forçar novos aumentos de juros por parte dos principais bancos centrais.
Os traders também demonstram cautela antes do aguardado balanço da NVIDIA, considerado um teste importante para sustentar o forte rali recente das ações ligadas à inteligência artificial em um ambiente de custos de financiamento mais elevados.
A onda de vendas nos mercados globais de títulos continuou, à medida que os traders aumentaram as apostas de que o Federal Reserve poderá elevar as taxas de juros ainda este ano.
Na China, poucos dias após a visita diplomática de Donald Trump ao país, o presidente Xi Jinping realizou conversas com Vladimir Putin, afirmando que é “imprescindível” pôr fim à guerra no Oriente Médio.
Os principais índices da China continental e de Hong Kong — SSE:000001 , SZSE:399001 , FTSE:XIN9 e HSI:HSI — oscilaram entre estabilidade e queda de 0,6%.
No campo monetário, o Banco Popular da China (PBoC) manteve suas taxas de juros de 1 e 5 anos estáveis em 3% e 3,5%, respectivamente, em linha com as expectativas do mercado.
No Japão, o índice Nikkei TVC:NI225 caiu 1,2%, registrando a quinta sessão consecutiva de perdas, pressionado principalmente pela realização de lucros em ações de tecnologia e pelo avanço dos rendimentos globais.
Na Coreia do Sul, o Kospi TVC:KOSPI recuou 0,8%, enquanto as ações da Samsung Electronics caíram 1,4% após o sindicato da empresa confirmar o início de uma greve de 18 dias a partir de quinta-feira.
A paralisação ameaça pressionar ainda mais o fornecimento global de semicondutores em um momento de demanda extremamente elevada por chips voltados à inteligência artificial.
Em Taiwan e na Austrália, os índices TWSE 50 FTSE:TW50 e ASX 200 ASX:XJO encerraram em baixa de 0,4% e 1,3%, respectivamente, acompanhando o movimento mais defensivo observado nos mercados globais.
Segundo Tony Sycamore: “Continuo acreditando que estamos vendo uma correção após uma alta absolutamente fenomenal.”
Como a Intel superou a geopolítica, a física e a Apple?A Intel protagonizou uma das mais impressionantes reviravoltas corporativas da memória recente em 2026, impulsionada por uma intervenção sem precedentes do governo dos EUA. A administração Trump converteu US$ 5,7 bilhões em fundos não liberados do CHIPS Act e US$ 3,2 bilhões do programa confidencial Secure Enclave em uma participação acionária passiva de 9,9%. Esse investimento de US$ 11,1 bilhões logo ultrapassou US$ 50 bilhões em valor de mercado. Tarifas agressivas visando a TSMC e as importações chinesas isolaram ainda mais a empresa da concorrência estrangeira, enquanto uma injeção de US$ 2 bilhões da SoftBank e um boom macroeconômico mais amplo (incluindo 57 fechamentos recordes do S&P 500) alimentaram um salto nas ações de mais de 300%. Juntas, essas medidas removeram o risco geopolítico que há muito desvalorizava as fundições domésticas da Intel.
A engenharia financeira reforçou o vento a favor político. A Intel reverteu sua joint venture de 2024 com a Apollo, recomprando a participação de 49% na Fab 34 da Irlanda por US$ 14,2 bilhões e financiando a recompra por meio de uma emissão de títulos de US$ 6,5 bilhões. Essa emissão atraiu mais de US$ 50 bilhões em pedidos institucionais, com uma demanda mais de oito vezes superior à oferta. A transação substituiu capital de private equity caro por dívida pública mais barata, restaurou a reputação da Intel como uma "mutuária segura" e devolveu o controle estratégico total da fabricação europeia de ponta à empresa-mãe. O Citigroup respondeu elevando seu preço-alvo para US$ 130 e projetando que a Intel capturará 47% de um mercado de CPUs para servidores de US$ 132 bilhões até 2030, com as cargas de trabalho de IA agêntica (Agentic-AI) previstas para crescer a um CAGR de 185%.
A execução tecnológica sustentou toda a tese. O nó 18A entrou em produção em massa, apresentando transistores RibbonFET (Gate-All-Around) e fornecimento de energia pela parte traseira PowerVia. Enquanto isso, o futuro nó 14A aproveita os scanners High-NA EUV de US$ 380 milhões da ASML combinados com a química proprietária de Montagem Autodirecionada (DSA), descrita internamente como a "solução mágica" da Intel para cortar custos por wafer. Na CES 2026, o Xeon 6+ "Clearwater Forest" tornou-se o primeiro chip comercial a ser enviado com um núcleo de vidro, rompendo a "parede de empenamento" que limitava o empacotamento de aceleradores de IA de 1.000 watts e rendendo uma densidade de interconexão 10 vezes maior. A parceria exclusiva "Terafab" da Tesla para o 14A em Austin validou ainda mais o modelo de fundição IDM 2.0 no cenário global.
Vitórias com os consumidores e apostas futuras fecharam o ciclo. O Panther Lake Core Ultra Series 3 entregou até 180 TOPS de plataforma para IA no dispositivo, enquanto a linha econômica "Wildcat Lake" Core 5 320 superou o A18 Pro da Apple em 21% em benchmarks multithread a um preço comparável, remodelando o mercado de laptops abaixo de US$ 600. Olhando mais à frente, os qubits de spin de silício da Intel fabricados em wafers de 300 mm alcançaram 99,9% de fidelidade de porta, estendendo a vantagem industrial CMOS da empresa para a computação quântica. Seus ativos herdados de FPGA da Altera e o financiamento do Secure Enclave consolidaram seu papel como firewall físico para a segurança nacional dos EUA. A linha condutora é inconfundível: a Intel sincronizou estratégia de estado, mercados de capitais e ciência de materiais de ponta para recuperar uma posição de liderança que poucos analistas acreditavam que pudesse recuperar.






















