Comentário Técnico Semanal 18/09/2026Todo final de semana observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
*Não é recomendação de investimento.
AZZA3: Queda Exagerada ou Oportunidade?AZZA3 segue chamando atenção após a divulgação do resultado recente. A companhia apresentou uma correção no lucro líquido, que atualmente está na faixa de R$ 832 milhões. Mesmo assim, um ponto importante precisa ser destacado: a empresa nunca apresentou prejuízo em sua trajetória, mantendo uma consistência operacional relevante.
O que mais chama atenção neste momento é a distorção entre preço e fundamento. Enquanto os lucros cresceram ao longo dos anos, a cotação não acompanhou esse movimento, criando um desalinhamento gráfico e fundamentalista interessante para acompanhamento.
Quem acompanha meu trabalho sabe que gosto de utilizar alguns indicadores que me ajudam na construção gradual de posição, sempre buscando margem de segurança e eficiência na alocação de capital. Entre eles:
📌 Valor Intrínseco de Graham
📌 Preço Teto de Bazin
Hoje, o Valor Intrínseco de Graham da AZZA3 está em R$ 57,60.
Para termos noção da evolução, em 2012 esse valor era de apenas R$ 10,68.
Ou seja: o múltiplo vem crescendo de forma consistente ao longo dos anos, reflexo direto da evolução do LPA (Lucro por Ação). Vale lembrar que esse indicador perde sua configuração quando a empresa apresenta LPA negativo, algo que não ocorreu aqui.
Considerando a cotação atual, temos uma margem de segurança próxima de 184%, mostrando uma possível assimetria interessante entre preço e valor.
Já no Preço Teto, utilizando a média dos dividendos dos últimos 5 anos e buscando um retorno mínimo de 6% em dividend yield, chegamos em um valor de R$ 25,43. Isso ainda representa uma margem próxima de 25%.
No gráfico, porém, o cenário segue pressionado. Após os resultados, o papel entrou em forte movimento de queda, rompendo uma LTA importante e podendo buscar a região de R$ 9,80 segundo projeções de Fibonacci. Isso colocaria a ação abaixo do preço do IPO e também em mínima histórica.
Mesmo com a pressão gráfica no curto prazo, o consenso de 12 analistas aponta preço-alvo próximo de R$ 42,00, indicando potencial superior a 100% de valorização.
Diante deste cenário, vejo AZZA3 como uma possível oportunidade de alocação de capital, principalmente pelas margens de segurança apresentadas tanto nos fundamentos quanto nos indicadores utilizados na análise.
Ainda assim, é fundamental não ignorar os riscos. O mercado continua volátil e o gerenciamento de risco deve sempre fazer parte da estratégia do investidor. Por isso, considero prudente realizar aportes de forma gradual, respeitando o perfil de risco e estabelecendo pesos adequados para cada ativo dentro da carteira.
Lembre-se: diversificação e disciplina continuam sendo pilares essenciais no longo prazo.
Este material possui caráter exclusivamente educativo e informativo, não representando recomendação de compra ou venda de ativos.
Atenciosamente,
Investidor Consciente.
B3SA3: Compressão de Volatilidade em Topo e Potencial Power BreaApós desenhar uma sólida estrutura de fundo duplo na faixa dos R$ 14,07 – R$ 14,11 em meados de agosto, B3SA3 desenvolveu um rali vertical de recuperação que levou a cotação direto ao teste da resistência em R$ 17,80 – R$ 17,92.
Nas últimas sessões, o ativo deixou de subir em linha reta e passou a trabalhar dentro de uma congestão estreita no topo (formato de bandeira/retângulo), um comportamento típico de digestão antes de nova expansão direcional.
Pontos Técnicos em Destaque
Compressão de Volatilidade (ATR): O True Range médio (ATR 14) aliviou de picos anteriores para a faixa de 0,53, refletindo o encurtamento dos candles. Essa contração de volatilidade logo abaixo de uma resistência maior costuma anteceder rompimentos explosivos (Power Breakout).
Médias Móveis e Suporte Dinâmico: A MME9 (R$ 17,39) já alcançou o miolo da consolidação e oferece suporte imediato. A MM21 (R$ 16,69) segue em forte ascensão, reduzindo gradativamente o afastamento excessivo gerado pela perna inicial.
Comportamento do Volume: O volume financeiro diário secou de forma progressiva durante a lateralização, confirmando que não há pressão vendedora expressiva no topo e sim acúmulo de liquidez.
Zonas Técnicas e Níveis Críticos
🔴 Resistência Principal (R$ 17,92 – R$ 17,95): Topo da consolidação atual e barreira decisiva para destravar a continuidade da alta.
⚪ Cotação Atual (R$ 17,59): Meio do retângulo / compressão de preços.
🟡 Suporte Imediato (R$ 17,35 – R$ 17,39): Mínima da congestão em confluência com a MME9 diária.
⚠️ Suporte Crítico / Stop (R$ 17,00 – R$ 17,01): Retração de 23,6% de Fibonacci da pernada recente.
🟢 Alvo Projetado (R$ 18,90 – R$ 19,00): Retração de 78,6% de Fibonacci / topo relevante anterior.
Cenários Operacionais
Cenário Altista (Rompimento do Power Breakout): Fechamento diário acima de R$ 17,95 com expansão de volume ativa a continuidade da tendência de recuperação, projetando alvos em R$ 18,90 e, posteriormente, a máxima do ano em R$ 20,30.
Cenário de Correção / Falha: Caso perca a base da bandeira e feche abaixo de R$ 17,35, o ativo abre espaço para um recuo corretivo mais profundo em direção à MM21 diária (atualmente em R$ 16,69) e suporte de Fibo em R$ 17,01 antes de qualquer nova tentativa de alta.
Você vê força para romper os R$ 17,95 direto ou espera um teste na MM21 antes? Compartilhe sua visão abaixo!
ABEV3 em Momento Decisivo: Suporte em Risco ou Ponto de Virada?O gráfico diário de ABEV3 chega a um ponto de forte pressão técnica: a cotação testa a confluência da MM21 com a Linha de Tendência de Alta (LTA) na faixa dos R$ 15,40 – R$ 15,43.
Embora o teste de média pareça à primeira vista um recuo para compra, os sinais internos exigem muita cautela:
Sinal de Alerta no OBV: O saldo de volume institucional marcou topos descendentes e cruzou abaixo da sua média de 21 períodos. Essa divergência baixista indica que as últimas puxadas até a faixa de R$ 16,00 ocorreram sem pressão compradora real.
Resistência Pesada no Semanal: No gráfico de 1S, o ativo segue travado sob as retrações de Fibonacci de 38,2% (R$ 15,47) e 50,0% (R$ 15,74), com médias móveis emboladas e sem direção definida.
Ameaça de Topo Duplo: A falha recente em superar os R$ 16,00 combinada à perda da MME9 diária desenha uma estrutura de reversão perigosa caso a LTA seja perdida.
Zonas Técnicas e Níveis Críticos:
🔴 Resistência Principal (R$ 16,00 – R$ 16,05): Topo duplo recente no diário e zona de rejeição compradora.
🟡 Resistência Imediata (R$ 15,74): Retração de 50,0% de Fibonacci no gráfico semanal.
⚪ Cotação Atual (R$ 15,43): Ponto de confluência entre a LTA diária e a MM21.
⚠️ Suporte Imediato / Gatilho (R$ 15,35): Perda da LTA e confirmação do rompimento falso.
🟢 Alvo da Correção (R$ 15,00 – R$ 14,60): Região de fundos anteriores e alvo projetado do pivô.
Cenários em Jogo
Defesa dos Compradores: Para anular o risco de correção acentuada, o papel precisa fechar com barra de força compradora acima da MME9 (superando os R$ 15,70), acompanhado de retomada no OBV.
Ativação da Correção: O fechamento abaixo de R$ 15,35 rompe a LTA e a MM21 diária, abrindo caminho livre para o teste dos R$ 15,00 e R$ 14,60.
Você vê defesa compradora nessa LTA ou o ativo perde o suporte para buscar os R$ 15,00? Deixe sua visão nos comentários!
Martin Ratio: Um Retorno Maior Justifica o Drawdown?📊 Martin Ratio: Um Retorno Maior Justifica o Drawdown?
📈 O Retorno, Por Si Só, Não Conta Toda a História
Ao comparar ativos, o retorno é um dos primeiros números que os investidores analisam. No entanto, o retorno, por si só, pode ocultar uma parte importante do investimento: os drawdowns experimentados ao longo do caminho.
Dois ativos que produzem um retorno de 40% no mesmo período:
RETORNO vs. DRAWDOWN MÁXIMO
Ativo Retorno Drawdown Máximo
Ativo A +40% -10%
Ativo B +40% -35%
Uma comparação baseada apenas no retorno indica que os dois ativos tiveram o mesmo desempenho, mas a experiência do investimento foi claramente diferente.
O Ativo B exigiu que o investidor tolerasse quedas substancialmente maiores. O drawdown máximo conta apenas parte da história: ele não descreve com que frequência nem por quanto tempo o ativo permaneceu abaixo de seus máximos anteriores.
Isso levanta uma questão mais importante:
❓ Quanto retorno foi obtido em relação ao drawdown experimentado?
O Martin Ratio oferece uma forma de examinar essa questão.
📐 O Que É o Martin Ratio?
O Martin Ratio é uma medida de desempenho ajustado ao risco que relaciona o retorno ao Ulcer Index, uma medida de risco baseada em drawdowns.
Martin Ratio = Retorno / Ulcer Index
A interpretação básica é simples:
Um Martin Ratio mais alto significa que foi obtido mais retorno em relação ao risco relacionado aos drawdowns, medido pelo Ulcer Index.
O índice, portanto, combina dois aspectos importantes de um investimento:
• 📈 Retorno — o que o ativo ganhou.
• 📉 Risco relacionado aos drawdowns — a profundidade e a persistência das quedas em relação aos máximos anteriores.
Isso torna o Martin Ratio particularmente útil ao comparar ativos que podem apresentar retornos semelhantes, mas características de drawdown muito diferentes.
🩹 Por Que Usar o Ulcer Index?
Volatilidade e drawdown medem coisas diferentes. A volatilidade mede a variação dos retornos, enquanto o drawdown mede quanto um ativo cai em relação a um máximo anterior. O Ulcer Index é estruturado em torno dos drawdowns e, portanto, captura a profundidade e a duração das quedas, em vez de tratar toda variação de preço como o mesmo tipo de risco. Valores mais baixos do Ulcer Index indicam menor risco relacionado aos drawdowns, refletindo quedas menos profundas e/ou menos persistentes em relação aos máximos anteriores.
Isso torna o Martin Ratio útil quando a pergunta não é simplesmente:
“Quão volátil foi este ativo?”
mas sim:
“Quanto retorno recebi em relação à severidade do drawdown (magnitude e duração) que tive de suportar?”
⚖️ Martin Ratio vs. Sharpe e Sortino
Sharpe Ratio — Volatilidade
Quanto retorno foi obtido em relação à variabilidade total?
Sortino Ratio — Volatilidade de baixa
Quanto retorno foi obtido em relação à variabilidade negativa?
Martin Ratio — Drawdown / Ulcer Index
Quanto retorno foi obtido em relação ao risco relacionado aos drawdowns?
O Martin Ratio não deve ser considerado um substituto universal do Sharpe ou do Sortino. Ele responde a uma pergunta diferente porque sua medida de risco é explicitamente baseada em drawdowns. Por exemplo, um ativo pode apresentar um desempenho ajustado à volatilidade atraente e, ainda assim, apresentar um perfil de drawdown relativamente acentuado.
🔍 Como Interpretar o Martin Ratio
Martin Ratio mais alto: Um valor mais alto indica que foi gerado mais retorno em relação ao Ulcer Index durante o período de medição selecionado.
Martin Ratio mais baixo: Um valor mais baixo indica que o retorno foi menos eficiente em relação ao risco relacionado aos drawdowns medido pelo Ulcer Index.
Martin Ratio negativo: Um valor negativo ocorre quando o retorno medido é negativo enquanto o Ulcer Index permanece positivo.
Compare Ativos com Configurações Idênticas: As comparações do Martin Ratio são mais significativas quando os ativos utilizam o mesmo período de análise, a mesma definição de retorno, a mesma metodologia de cálculo e o mesmo timeframe.
🎯 Onde Pode Ser Útil?
• Comparar diferentes ativos ou valores mobiliários.
• Classificar uma lista de ativos pelo desempenho ajustado ao risco.
• Avaliar se um ativo de maior retorno também apresentou um perfil de drawdown eficiente.
• Comparar ações, ETFs, setores, commodities, mercados ou outros ativos negociáveis.
• Adicionar uma perspectiva orientada a drawdowns às medidas tradicionais baseadas em volatilidade, como Sharpe e Sortino.
📊 Uma Estrutura Simples para Comparação de Ativos
Uma maneira útil de compreender o Martin Ratio é comparar vários ativos durante o mesmo período de análise, conforme demonstrado na imagem do gráfico.
Para cada ativo, quatro estatísticas relacionadas são analisadas:
• Retorno — o que o ativo ganhou durante o período de medição.
• Drawdown Máximo — a maior queda do pico ao fundo.
• Ulcer Index — uma medida mais ampla da profundidade e persistência dos drawdowns.
• Martin Ratio — retorno em relação ao Ulcer Index.
💡 Principais Conclusões dos Dados
1️⃣ Um Retorno Elevado Pode Compensar um Maior Risco Relacionado aos Drawdowns
A Micron (MU) apresentou o maior Drawdown Máximo (−39,10%), mas também gerou um retorno excepcional de 684,46%. Seu Martin Ratio de 62,03 reflete o retorno muito elevado obtido em relação ao seu risco relacionado aos drawdowns.
2️⃣ A Persistência do Drawdown Pode Afetar a Eficiência
Comparando CSCO e TSM, ambos geraram retornos quase idênticos (~73%). No entanto, a TSM apresentou um Drawdown Máximo mais profundo (−21,55% contra −15,65%) e um Ulcer Index mais alto. Consequentemente, a CSCO apresentou um Martin Ratio ligeiramente mais alto (11,28 contra 10,87), indicando maior retorno em relação ao seu risco relacionado aos drawdowns.
3️⃣ Baixo Risco vs. Alta Eficiência
O S&P 500 (SPX) apresentou o menor Drawdown Máximo (−9,10%) e o menor Ulcer Index (2,14%) na comparação. No entanto, seu menor retorno total resultou em um Martin Ratio de 10,43, ilustrando como o índice equilibra o retorno em relação ao risco relacionado aos drawdowns.
⚠️ Considerações Importantes
• Um índice ajustado ao risco não deve ser interpretado isoladamente. O retorno, o drawdown e o Ulcer Index também devem ser analisados.
• A classificação pode mudar de acordo com o período de análise selecionado.
• Diferentes ativos podem apresentar características de retorno e drawdown muito diferentes, portanto, as comparações devem ser feitas de forma consistente.
• O Martin Ratio é uma medida descritiva de desempenho ajustado ao risco, e não uma previsão de retornos futuros.
🏁 Conclusão
Os retornos brutos mostram quanto um ativo ganhou; as métricas de drawdown mostram o risco experimentado para alcançar esse retorno.
Ao combinar o retorno com o Ulcer Index, o Martin Ratio revela se os ganhos de um ativo foram eficientes em relação à severidade de seus drawdowns — oferecendo uma perspectiva sobre o desempenho que um simples número de retorno não consegue proporcionar.
Aviso de Tradução
Esta é uma tradução assistida por máquina da publicação original em inglês, que permanece sendo a versão oficial. Todos os esforços foram feitos para preservar o significado original e a terminologia técnica, mas algumas palavras, termos ou formulações podem diferir da fonte. A publicação original em inglês pode ser encontrada no perfil do autor no TradingView. Se algo não estiver claro, consulte a versão em inglês como referência definitiva.
Martin Ratio — Referência Educacional TrendAdvantage
MGLU3: Barra Elefante no Semanal e Setup 9.3 Ativado no Diário —MGLU3: Barra Elefante no Semanal e Setup 9.3 Ativado no Diário — O Gigante Acordou?
Depois de uma forte perna corretiva que encontrou fundo na região dos R$ 3,78 , Magazine Luiza dá sinais claros de que os compradores assumiram as rédeas do jogo.
Confira a confluência técnica entre o gráfico Semanal e o Diário :
1. O Despertar no Semanal: Barra Elefante de Ignição
Na semana de 31 de agosto, vimos a formação de um clássico do Price Action (Oliver Velez / Palex): uma legítima Barra Elefante .
Corpo amplo (2x a 3x a média recente) fechando na máxima;
Quase sem sombras, mostrando convicção direcional absoluta;
Volume institucional estrondoso patrocinando a virada de tendência e rompendo as médias móveis para cima.
2. A Lapidação no Diário: Bandeira e Setup 9.3
Após a forte pancada compradora, o papel precisava respirar. No gráfico diário, tivemos três pregões de pausa lateral/corretiva respeitando rigorosamente o suporte dinâmico da MME9 :
Setup 9.3 armado e ativado: A superação da máxima anterior destravou o fluxo comprador com expansão de volatilidade e volume.
Médias Alinhadas:MME9 (5,60) apontada para cima e MM21 (5,03) dando suporte à tendência primária do canal de alta.
3. Mapa Operacional
Suporte Chave / Stop Técnico: Região de R$ 5,49 – R$ 5,50 (mínima da consolidação e retração de 23,6% de Fibonacci).
Resistência Imediata: Faixa psicológica dos R$ 6,00.
Alvos Projetados:
* Alvo 1:R$ 6,38 (100% da amplitude da bandeira/consolidação).
* Alvo 2:R$ 6,68 (Retração de 38,2% do movimento macro de Fibonacci).
⚠️ **Gestão de Risco:** Para quem não pegou a ativação inicial nos R$ 5,85, vale cautela com compras a mercado esticadas longe das médias intra-day. O ideal é buscar entradas em pullbacks nos tempos gráficos menores.
E você, trader: acredita que MGLU3 tem combustível para buscar os R$ 6,68 ou essa alta vai encontrar resistência pesada nos R$ 6,00? Deixe sua visão nos comentários e fortaleça com o boost/like se a análise agregou aos seus estudos! 📊👇
Os lucros da Starlink superarão a queima de $75 bilhões?A SpaceX é negociada perto de $143,49 por ação após sua estreia no mercado público, avaliando a empresa em cerca de $1,94 trilhão. O cenário macroeconômico joga contra esse múltiplo. O rendimento dos títulos do Tesouro americano de dez anos aproximou-se de 5,0%, elevando as taxas de desconto para ações de crescimento, enquanto o petróleo acima de $100 por barril encarece os custos da cadeia de suprimentos aeroespacial. Os fluxos de curto prazo vão na direção oposta: o rebalanceamento do Nasdaq-100 em 18 de setembro eleva o peso da SpaceX de 1,28% para 2,82%, forçando até $22 bilhões em compras passivas. Essa demanda encontra uma forte oferta. Liberações de lockup já adicionaram mais de 1,2 bilhão de ações, e outras 2,3 bilhões estarão disponíveis para negociação antes do fim do ano.
A receita do segundo trimestre atingiu $7,81 bilhões, uma alta de 91,9% em relação ao ano anterior, em comparação com $18,7 bilhões em todo o ano de 2025. A gestão projeta $100 bilhões em receita recorrente anualizada até dezembro. A conectividade sustenta os negócios, com a Starlink gerando $4,3 bilhões em receita trimestral e $2,6 bilhões em EBIT ajustado a partir de 12 milhões de assinantes com ARPU de $66. O aluguel de computação para IA adicionou $2,6 bilhões em receita e $1,1 bilhão em lucro operacional, impulsionado por um cliente não revelado que paga $1,11 bilhão por mês. O segmento de lançamentos continua deficitário, registrando um prejuízo de EBIT ajustado de $200 milhões à medida que o desenvolvimento do Starship absorve os lucros da conectividade. Os investimentos de capital trimestrais atingiram $18,4 bilhões, um ritmo anualizado próximo a $75 bilhões. David Einhorn questionou publicamente como as classificações de grau de investimento se alinham com o fluxo de caixa livre persistentemente negativo.
A demanda governamental fornece o lastro estratégico. Uma diretiva da Casa Branca sobre transporte espacial comercial acelera as aprovações de lançamento, e a Itália está negociando um contrato de segurança de $1,6 bilhão com a Starlink, apesar da oposição interna e da preferência de Bruxelas pela constelação IRIS² de €10 bilhões, que não voará antes de 2030. A Starshield estende a franquia para a defesa, com terminais satcom planejados para toda a frota de F-35 até 2031. A acreditação IL5 do Pentágono para o Grok for Government abriu uma linha de receita recorrente de software que atinge 1,7 milhão de profissionais de defesa. A capacidade dos data centers de 1,4 gigawatts está sendo expandida para 2,0 gigawatts este ano, custando cerca de $50 bilhões por gigawatt para ser construída.
O voo 14 do Starship será lançado em 22 de setembro como a primeira missão orbital e geradora de receita do programa, implantando 26 satélites Starlink V3. Esse único voo adiciona 26 terabits por segundo de largura de banda, contra 2,6 de um Falcon 9, com missões de produção buscando atingir 60. Os dados de patentes revelam onde a administração acredita estar sua vantagem competitiva: 73,5% das famílias publicadas cobrem RF e terminais de usuário, enquanto foguetes e propulsão representam apenas 3%. Motores e metalurgia permanecem protegidos como segredos industriais em vez de projetos públicos. A questão do investimento resume-se ao tempo. Se o Starship atingir a reutilização total, a SpaceX dominará a economia da largura de banda orbital. Até que o fluxo de caixa operacional cubra o orçamento de capital, as ações permanecerão voláteis.
NVDA Diário: Projeção de Última Perna de Alta "do Ogro"Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico diário da NVDA, ocorreu o rompimento do fundo da última perna de alta, poderá retrair para cima até 100% e deverá cair até o(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci.
Essa é uma projeção muito usada pelo Ogro de Wall Street, posso ter errado alguma ponta da projeção mas, na minha opinião, essa projeção está perfeita.
PCAR3 | A mola está armada? Power Breakout pode estar muito próxDepois de meses em tendência de baixa, PCAR3 construiu uma recuperação consistente e agora chama atenção por um detalhe que todo comprador gosta de ver: o preço não está corrigindo, está acumulando logo abaixo da resistência.
Nas últimas semanas, o papel vem formando uma estrutura semelhante a um Triângulo Ascendente / VCP (Volatility Contraction Pattern), com fundos cada vez mais altos e os vendedores defendendo a mesma região de preço entre R$ 3,00 e R$ 3,08.
📊 O que chama atenção:
✅ EMA 9 acima da SMA 21
✅ Fundos ascendentes
✅ Compressão de volatilidade
✅ Stoch RSI voltando a acelerar para cima
✅ Volume de hoje superior aos últimos pregões
✅ Preço encostado na resistência há vários dias
Esse comportamento costuma mostrar que os vendedores estão sendo absorvidos. Em vez de corrigir forte, o ativo continua "grudado" na máxima da estrutura, demonstrando força relativa.
🎯 O nível que estou acompanhando é R$ 3,08 / R$ 3,09.
Acima dessa região o papel:
rompe a máxima recente;
rompe a congestão das últimas semanas;
rompe a LTB principal;
ativa um possível Power Breakout.
E o mais interessante: o rompimento aconteceria após uma longa fase de compressão, condição que normalmente favorece o famoso follow-through, quando os compradores continuam empurrando o preço após o gatilho.
📈 Possíveis alvos:
R$ 3,20
R$ 3,30
R$ 3,38 (61,8% de Fibonacci)
R$ 3,90 em um cenário mais otimista
Por enquanto, nada confirmado. Mas a sensação é de que a mola está sendo comprimida há semanas e o mercado se aproxima de um ponto em que terá de escolher uma direção.
👀 Alerta configurado em R$ 3,09. Se vier rompimento acompanhado de volume, PCAR3 pode finalmente transformar a atual acumulação em um Power Breakout de verdade.
O que vocês enxergam: absorção e continuação de alta ou mais uma armadilha na resistência dos R$ 3,00?
O que a ASML vê na Xanadu após uma queda de 80%?A Xanadu Quantum Technologies chegou aos mercados públicos em março de 2026 por meio de uma fusão com a Crane Harbor Acquisition Corp, com um valor de empresa inicial de US$ 3,1 bilhões. As ações atingiram o pico de US$ 42,44 em abril, antes da chegada do reajuste de avaliação das empresas de deep tech. As taxas de juros elevadas retiraram o capital de risco de empresas científicas pré-receita, e os investidores migraram para a geração de caixa no curto prazo. Em setembro de 2026, a ação era negociada perto de US$ 8,62, cerca de 80% abaixo da máxima, com uma capitalização de mercado em torno de US$ 2,62 bilhões. Os bloqueios de venda de insiders pendentes continuam a limitar qualquer recuperação no impulso do preço das ações.
A demonstração do resultado do exercício explica o ceticismo. A receita do segundo trimestre atingiu US$ 1,5 milhão, ante US$ 1,1 milhão no ano anterior, proveniente principalmente de contratos de pesquisa algorítmica e subsídios de software. O prejuízo líquido ampliou-se para US$ 42,1 milhões, sendo que a pesquisa e desenvolvimento consumiram sozinhos US$ 19,7 milhões. A liquidez, no entanto, permanece incomumente forte para uma empresa neste estágio. A Xanadu detinha US$ 312,8 milhões em caixa no final de junho e captou mais US$ 67,2 milhões por meio de uma linha de capital sintético com a Yorkville Advisors. Ottawa adicionou 195 milhões de dólares canadenses no âmbito do Projeto OPTIMISM, financiando uma fábrica soberana de fabricação fotônica de 158.000 pés quadrados em Ontário.
O lado industrial da história avança na direção oposta ao preço das ações. A ASML concordou em otimizar a litografia ultravioleta profunda (DUV) para hardware quântico fotônico, visando paredes laterais de guia de onda mais suaves e menor espalhamento de Rayleigh. Esse trabalho ataca a métrica única que governa a sobretaxa de correção de erros, a qual a Xanadu pretende reduzir de 24,1x para 1,0x até 2030. A Tower Semiconductor produz agora wafers de nitreto de silício de ultra-baixa perda em linhas comerciais, enquanto a EV Group aprimora a união de wafers. A AMD e a Xanadu lançaram o Backline, conectando processadores quânticos a CPUs EPYC e FPGAs adaptativos em um ciclo de feedback inferior a três microssegundos. Cinquenta famílias de patentes nos EUA e na Europa protegem a arquitetura subjacente de variáveis contínuas.
A relevância no mercado de software completa a tese. O PennyLane conta com mais de 35.000 usuários ativos, 200.000 downloads mensais e uma participação de mercado de desenvolvedores de 30,8%, posicionando a Xanadu como a cadeia de ferramentas padrão, independentemente de qual hardware venha a vencer. O cronograma prevê 200 qubits lógicos até 2029 e mais de 1.000 até 2031, um prazo que também impulsiona o planejamento governamental de criptografia pós-quântica. O mercado de ações precifica perdas trimestrais, enquanto a ASML, a Tower e a AMD precificam uma década de infraestrutura. Investidores com horizontes de longo prazo enfrentam um descompasso crescente entre a cotação e a execução técnica.
MSTR: Consolidação em Caixa e Alvos Geométricos SimétricosSegue análise técnica limpa da MSTR no gráfico diário, mapeando a zona de compressão atual e a simetria de rompimento.
O preço formou uma consolidação em formato de retângulo bem definida, delimitando a briga entre compradores e vendedores após as fortes oscilações anteriores.
Utilizando estritamente a amplitude da caixa de consolidação projetada a partir dos pontos de rompimento, temos os objetivos técnicos balanceados para ambos os lados:
Cenário de Alta: Um rompimento confirmado acima da resistência da caixa aponta para o alvo simétrico na faixa dos $173.00.
Cenário de Baixa: Uma perda do suporte da caixa projeta o alvo para a região dos $89.00, encontrando confluência direta com os fundos estruturais anteriores.
COP Conoco Phillips em ponto interessante, gráfico semanal.A análise de hoje é de COP, ConocoPhillips, uma das maiores companhias independentes de exploração e produção de petróleo e gás do mundo, com operações distribuídas por diferentes regiões e também presença relevante no mercado de gás natural e LNG.
Olhando primeiro o gráfico semanal e a movimentação histórica, o fundo formado durante a pandemia marcou o início de um importante movimento de recuperação. Entre 2020 e 2022, o ativo construiu uma sequência de topos e fundos ascendentes até alcançar, em outubro de 2022, a região dos US$137. Desde então, essa faixa ganhou bastante relevância: houve rejeição naquele primeiro teste, uma nova tentativa em abril de 2024, outra em março de 2026 e agora o preço volta novamente a negociar justamente nessa região.
Movimentação histórica do ativo:
O que torna o momento atual interessante é o candle semanal que acabou de fechar. Ele apresenta características de indecisão, lembrando um doji, embora seu corpo seja um pouco maior do que o padrão mais clássico dessa formação. Ainda assim, chama atenção o fato de a máxima da semana ter ultrapassado a região dos US$137. Por isso, na próxima semana fico especialmente atento a uma eventual superação dessa máxima. Mais importante do que simplesmente romper será observar como o preço fará isso: se haverá continuidade acima da resistência, participação de volume e sustentação do movimento nos candles seguintes.
Baixando o tempo gráfico, por enquanto não vejo uma estrutura tão clara quanto a que aparece no semanal. Por isso, neste momento, considero o gráfico semanal mais interessante para acompanhar. Caso o preço consiga efetivamente deixar para trás essa resistência histórica, um traçado de Fibonacci ajuda a visualizar algumas regiões que podem passar a ganhar importância, e uma delas está próxima da extensão de 161,8%.
Traçado de Fibonacci:
Alvo do retangulo
Movimentação do Brent e das ações da COP
Isso não significa que os 161,8% sejam necessariamente um alvo a ser alcançado. Antes disso, o ativo ainda precisa mostrar que consegue superar uma região que vem impondo resistência há praticamente quatro anos. Temos, portanto, um ponto técnico muito bem definido: os US$137 continuam sendo a região que estou acompanhando, e a máxima desta última semana passa a ser uma referência importante para os próximos candles. Como sempre, o mercado é soberano.
Disclaimer : Esta análise tem fins exclusivamente educacionais e não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. Faça sempre sua própria avaliação antes de investir.
NVDA 5 Minutos: Várias Projeções de BaixaEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos da NVDA, o preço rompeu várias projeções de baixa essa é apenas uma delas, um pivô de baixa com mudança de polaridade dos candles, vermelho e verde, está retraindo e poderá cair até o alvo de 100%.
QBTS: Rompimento e Alvo na Média de 200 Semanal Segue análise técnica do gráfico diário da D-Wave Quantum Inc. (QBTS), destacando o desdobramento do padrão gráfico e a confluência de macro suportes.
O ativo formou um triângulo simétrico nítido, refletindo uma forte contração de volatilidade e consolidação de preços antes da definição de direção.
Em seguida, preço rompeu a estrutura do padrão para o lado inferior, ativando a projeção técnica de baixa baseada na amplitude do mastro.
A projeção do movimento medido aponta para a região entre $13,00 e $13,50. O grande destaque é que esse alvo bate exatamente em cima da média móvel de 200 períodos no gráfico semanal, confluindo também com uma zona de gap diário que fica um pouco acima e um importante suporte histórico que atuou como topo em 2022.
BHIA3 | Martelo + Volume: fundo ou apenas alívio da queda?Após meses de forte pressão vendedora, a BHIA3 chamou atenção ao formar um martelo acompanhado de um dos maiores volumes do gráfico.
O que mais me interessa não é o candle isolado, mas o contexto:
✅ Martelo após uma tendência de baixa prolongada
✅ Volume muito acima da média
✅ Forte reação no candle seguinte
✅ Tentativa de rompimento da LTB de curto prazo
✅ Stoch RSI saindo da região de sobrevenda
O martelo sugere que os vendedores encontraram dificuldade para continuar pressionando o preço nessa região. A resposta imediata dos compradores reforça a importância desse sinal.
Níveis importantes
📍 Suporte: R$ 0,63–0,70
📍 Resistência imediata: R$ 0,80
📍 Resistência maior: MM21 próxima de R$ 1,20
O que precisa acontecer agora?
Para a leitura ganhar força, seria importante:
✅ Sustentar preços acima de R$ 0,80
✅ Construir um fundo mais alto
✅ Aproximar-se da MM21
✅ Manter o volume acima da média
Por enquanto, interpreto o martelo como um possível sinal de exaustão dos vendedores, mas ainda não como confirmação de reversão da tendência principal.
A região atual pode marcar o início de uma mudança de comportamento ou apenas um repique dentro da tendência de baixa. Os próximos candles devem trazer essa resposta.
📈 Martelo de fundo ou apenas alívio temporário?
Estudo educacional. Não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. 🎯
AURA33 | Bandeira de Alta ou apenas uma pausa antes da correção?Após uma forte valorização que levou o ativo da região dos R$ 83 para R$ 156, a AURA33 entrou em uma fase de consolidação que chama atenção pela forma como está ocorrendo.
O preço segue trabalhando acima das médias móveis principais e, até o momento, a correção tem sido relativamente pequena quando comparada à magnitude da alta anterior.
O que estou observando?
✅ Forte impulso comprador formando o "mastro" do movimento.
✅ Consolidação em formato de triângulo/bandeira.
✅ Correção ocorrendo acima da MM21.
✅ Volume reduzindo durante a lateralização.
✅ Região de Fibonacci de 61,8% (R$ 144,50) atuando como suporte.
Leitura técnica
A estrutura atual se assemelha a uma bandeira de alta, padrão que normalmente representa uma pausa temporária após uma forte expansão de preços.
O comportamento dos compradores durante essa consolidação será decisivo. Até o momento não vejo sinais claros de distribuição, mas sim uma disputa entre realização de lucros e manutenção da tendência.
Níveis importantes
📍 Suporte principal: R$ 144,50
📍 Suporte secundário: R$ 140,00
📍 Resistência imediata: R$ 150,00
📍 Topo recente: R$ 156,00
O que confirmaria o padrão?
🎯 Rompimento da linha de tendência descendente da bandeira.
🎯 Fechamento acima de R$ 150–152 com expansão de volume.
Caso isso ocorra, o ativo poderia voltar a testar a região dos R$ 156 e posteriormente mirar o topo maior próximo de R$ 182.
Minha leitura
Enquanto permanecer acima da região dos R$ 144, continuo enxergando a estrutura como uma consolidação saudável dentro de uma tendência de alta mais ampla.
A pergunta agora é simples:
Estamos diante de uma bandeira de continuação preparando um novo movimento comprador ou apenas de um descanso antes de uma correção mais profunda?
📈 O próximo rompimento deverá dar a resposta.
Estudo educacional. Não constitui recomendação de compra ou venda de ativos. 🎯
VAMO3: reação com forte volume testa a LTB. Rompimento à vista?VAMO3 apresenta um dos movimentos mais interessantes do momento. Após uma longa tendência de baixa iniciada no topo de R$ 4,91 , o papel formou fundo próximo de R$ 2,46 e reagiu com força, acompanhado por um volume expressivo , sinal relevante de entrada de compradores.
Atualmente, o preço negocia na região de R$ 3,48, testando simultaneamente a linha de tendência de baixa (LTB) e a retração de 38,2% de Fibonacci, em R$ 3,40. Trata-se de um ponto técnico decisivo.
No diário, o ativo recuperou as médias de 9 e 21 períodos e rompeu a resistência de R$ 3,04 (Fib 23,6%). Já no semanal, o preço acabou de reconquistar as médias, porém ainda permanece abaixo da LTB, o que mantém a tendência principal de baixa até que ocorra o rompimento efetivo.
📈 Cenário altista:
O rompimento e a sustentação acima de R$ 3,60 abririam espaço para buscar:
R$ 3,69
R$ 3,97 a R$ 4,00
R$ 4,38
⚠️ Cenário de atenção:
Após uma alta vertical, o Stoch RSI está bastante esticado. Uma realização é natural e poderia levar o preço para testar:
R$ 3,32
R$ 3,20
R$ 3,04
A defesa da região de R$ 3,04 manteria a estrutura de recuperação válida e mais saudável. A perda desse suporte enfraqueceria o movimento, projetando retorno a R$ 2,80 e possivelmente ao fundo em R$ 2,46.
Conclusão : VAMO3 mostra uma reação técnica forte, sustentada por volume, mas ainda dentro de uma tendência de médio prazo baixista. O grande gatilho está no rompimento de R$ 3,60, que confirmaria a superação da LTB. Por outro lado, um pullback respeitando R$ 3,04 poderia oferecer uma entrada com melhor relação entre risco e retorno, evitando comprar o ativo já esticado no curto prazo.
Estudo educacional. Não constitui recomendação de compra ou venda.
WEGE3 rompendo a LTB?WEGE3 tenta romper importante LTB. Caminho aberto para o topo histórico?
WEGE3 chegou a uma região decisiva após construir fundos ascendentes desde os R$ 35,49. O preço agora tenta superar a linha de tendência de baixa iniciada no topo histórico de R$ 59,74, formando uma grande estrutura de compressão semelhante a um triângulo simétrico.
No gráfico diário, o ativo negocia acima das médias de 9 e 21 períodos e recuperou a retração de 61,8% de Fibonacci, em R$ 50,47. Essa faixa passa a ser o principal suporte para validar o rompimento.
No semanal, a estrutura também melhorou, com o preço acima das médias e fechamento próximo da LTB. Porém, o Stoch RSI está bastante sobrecomprado, aumentando a possibilidade de consolidação ou pullback antes da continuidade do movimento.
📈 Cenário altista:
A sustentação acima de R$ 50,47, seguida do rompimento de R$ 52,20 a R$ 53,00, pode abrir espaço para:
R$ 54,50
R$ 56,00 a R$ 57,00
R$ 59,74
⚠️ Cenário de atenção:
Caso o preço retorne abaixo de R$ 50,47, o rompimento poderá se mostrar falso. Nesse cenário, os suportes seguintes estão em:
R$ 49,20
R$ 47,61
R$ 46,37
R$ 44,75
Conclusão: WEGE3 a presenta viés altista e tenta confirmar uma mudança estrutural de tendência. A melhor confirmação viria com fechamento semanal acima da LTB e rompimento da região de R$ 53,00, preferencialmente acompanhado por volume. Um pullback respeitando R$ 50,47 também poderia oferecer uma entrada com melhor relação entre risco e retorno.
Estudo educacional. Não constitui recomendação de compra ou venda.
DIRR3: Bear Flag ou início de reversão? Papel chega a região decApós uma forte tendência de baixa iniciada na região dos R$ 19,00, DIRR3 encontrou suporte importante próximo de R$ 10,30, nível que coincide com a retração de 78,6% de Fibonacci. Desde então, o ativo vem tentando construir uma recuperação, gerando uma interessante disputa entre compradores e vendedores.
No gráfico diário, o movimento recente pode ser interpretado como uma bear flag (bandeira de baixa). O forte movimento vendedor forma o mastro, enquanto a recuperação atual ocorre dentro de um pequeno canal ascendente. Caso o preço perca a região de R$ 10,50-R$ 10,30, o padrão ganharia confirmação e poderia sinalizar continuidade da tendência principal de baixa.
Por outro lado, o gráfico semanal apresenta uma leitura um pouco mais construtiva. Apesar da LTB de longo prazo permanecer intacta, o ativo demonstrou forte reação sobre o suporte, acompanhado por aumento de volume e um cruzamento positivo do Stoch RSI saindo da região de sobrevenda. Isso sugere que o mercado pode estar formando uma base para um possível processo de reversão.
Cenário Altista 📈
A recuperação ganha força caso o papel consiga superar:
R$ 11,35 (EMA 9 semanal)
R$ 12,17 (Fibonacci 61,8%)
Acima dessa região, os próximos objetivos passam a ser:
R$ 13,47
R$ 14,78
O rompimento de R$ 12,17 seria o primeiro sinal técnico relevante de mudança de tendência.
Cenário Baixista 📉
A perda de:
R$ 10,50
R$ 10,30
confirmaria a leitura da bear flag observada no diário, aumentando as chances de continuação da tendência de baixa e abertura de espaço para buscar níveis inferiores.
Conclusão
DIRR3 encontra-se em um ponto de definição. O diário favorece uma leitura de continuação baixista através de uma possível bear flag, enquanto o semanal sugere que o papel tenta construir um fundo relevante após o teste do suporte de R$ 10,30.
Enquanto o ativo permanecer entre R$ 10,30 e R$ 12,17, o cenário continua indefinido. O rompimento de uma dessas extremidades deverá indicar o próximo movimento direcional mais forte.
Região de atenção: R$ 10,30 a R$ 12,17.
Estudo educacional. Não constitui recomendação de compra ou venda.
WEGE3 - O dedo de comprar chega coçaNao tem jeito, ela sempre chama atenção.
Sempre que ele passa, todo mundo olha.
WEGE caindo 20% e se aproximando de Zona de Inversão de Polaridade.
Pra quem gosta de fofoca, tem que ficar de olho na queda da receita do setor de GTD.
Pra quem está satisfeito com os quase R$ 1,5BI de lucro, tanto faz.
Serasse???






















