#77- Últimas Pernas e Pivôs| WDO1! 5M| Gain 61x13 Loss IIEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do WDO1!, rompeu o topo de um pivô de alta indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do fundo projetado, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps abaixo do fundo projetado, inclusive com rompimento (do fundo projetado) que não supere um pavio prévio.
Mercados futuros
O lucro de ontem foi de quase 100 pontos!
O ouro fechou acima de 5170, mantendo seu ímpeto de alta antes do fechamento. A tendência de alta permanece dominante e esperamos que continue com essa postura otimista na próxima semana. A sessão asiática de sexta-feira foi caracterizada principalmente por consolidação, mas a sessão americana apresentou movimentos significativos. Antes do relatório de empregos não agrícolas (non-farm payrolls), os preços do ouro caíram brevemente para cerca de 5062. No entanto, com base em minha análise objetiva recente, devemos buscar oportunidades para comprar em recuos. Esse recuo coincidiu com o ponto de entrada que destaquei na sexta-feira. Aqueles que acompanham minhas análises se lembrarão de que meus artigos anteriores sugeriram diretamente a entrada em posições compradas nesse nível. Enquanto o canal de tendência de alta permanecer intacto, comprar em recuos é minha estratégia consistente. Com os dados positivos de empregos não agrícolas e desemprego, os compradores reagiram, chegando brevemente a 5130 antes de consolidar e recuar, criando uma falsa impressão de retração. Muitos no mercado então abriram posições vendidas. Como você pode ver, após recuar para a área de 5080-5090, a recuperação foi retomada, resultando em posições compradas perfeitamente executadas e lucros. Se suas negociações atuais não estão indo bem, espero que meus artigos possam ajudá-lo a evitar algumas armadilhas em seus investimentos!
Espera-se que o ouro abra em leve alta na próxima semana. O principal nível de resistência a ser observado é 5200. O gráfico de 4 horas ainda está se estreitando e não confirmou de fato uma reversão de alta. Uma perspectiva de alta é possível, mas não deve ser um otimismo cego. No mercado financeiro, é crucial prestar atenção às mudanças de curto prazo no ritmo do mercado! Não apostarei tudo em compras ou vendas! O foco principal será na oscilação entre a demanda por ativos de refúgio e a inflação. Obrigado pela sua atenção!
#76- Últimas Pernas e Pivôs| SI1! 5M| Gain 61x13 LossEssa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do SI1!, rompeu o topo de um pivô de alta indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do fundo projetado, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps abaixo do fundo projetado, inclusive com rompimento (do fundo projetado) que não supere um pavio prévio.
BRIAN XAUUSD – PETRÓLEO ALTA, OURO SOB PRESSÃOBRIAN XAUUSD – PETRÓLEO ALTA, OURO SOB PRESSÃO | POC + LINHA DE TENDÊNCIA É O PONTO DE DECISÃO
XAUUSD (H1) ainda está em uma fase de reequilíbrio após a forte venda. O Perfil de Volume mostra que o mercado já testou o valor e agora está sentado na mais importante confluência deste gráfico: POC + a linha de tendência crescente. É aqui que a próxima perna é decidida — ou uma rotação limpa de volta para a oferta, ou uma quebra para uma liquidez mais profunda.
De uma perspectiva macro, o petróleo e o ouro estão se movendo inversamente neste momento. Se o petróleo continuar a subir, pode manter pressão sobre o ouro no curto prazo, impulsionando a reprecificação em torno das expectativas de inflação e perspectiva de política. Isso geralmente significa que os ralis do ouro podem ser vendidos nas zonas de oferta, a menos que o preço mostre uma aceitação clara acima dos níveis-chave.
Níveis-chave (Perfil de Volume + Estrutura)
Comprar POC + linha de tendência: 5,075.655 (a base / suporte chave)
Verificação de aceitação: ~5,121.940 (recuperar isso confirma a força da rotação)
Vender POC: 5,164.966 (resistência do perfil, área comum de rejeição)
Risco de liquidez para baixo: 4,995.472 (próximo grande ímã se a estrutura falhar)
Cenários de negociação
Cenário 1: Manter a base → rotação bullish
Condição: o preço defende 5,075.655 e recupera ~5,121.940.
Expectativa: rotação para 5,164.966. Se o preço aceitar acima de 5,165, a extensão para cima em direção às zonas superiores de oferta se torna ativa.
Cenário 2: Rejeição no Sell POC → rotação de faixa
Condição: o preço atinge 5,164.966 mas não consegue se manter acima.
Expectativa: pullback de volta para ~5,121 e potencialmente outro teste de 5,075.
Cenário 3: Quebra abaixo do POC + linha de tendência
Condição: fechamento decisivo abaixo de 5,075.655 e uma recuperação falhada no reteste.
Expectativa: o risco para baixo aumenta rapidamente, com 4,995.472 como o próximo alvo de liquidez.
Regra do Brian
Não negocie o meio. Negocie 5,075 (comprar base) e 5,165 (vender limite) com confirmação. Com o petróleo subindo, espere rejeições mais acentuadas, a menos que o ouro prove aceitação de volta acima do valor.
Siga o canal do Brian para níveis limpos de XAUUSD, cenários do Perfil de Volume e planos de execução prontos para o mercado.
Lógica Central de Alta (Força Dominante na Próxima Semana)# 📈 Lógica Central de Alta (Força Dominante na Próxima Semana)
🌍 **Conflitos Geopolíticos no Oriente Médio Continuam, Prêmio de Porto Seguro Dificilmente se Dissipará Rapidamente**
Os combates no Oriente Médio continuam, sem sinais substanciais de alívio das tensões regionais, impactando as cadeias de suprimento de energia e o sentimento do mercado. Enquanto o conflito não diminuir claramente, o ouro continuará recebendo suporte da busca por ativos de refúgio. Sinais claros de compras institucionais e de bancos centrais abaixo de **5060** surgiram, limitando fortemente o potencial de queda.
💵 **Dados Fracos do Mercado de Trabalho Não Agrícola dos EUA e Expectativas de Corte de Juros Ressurgem**
Dados do mercado de trabalho não agrícola piores do que o esperado indicam um claro arrefecimento no mercado de trabalho, reacendendo as expectativas do mercado para um corte de juros em junho pelo Federal Reserve. O dólar e os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA atingiram o pico e caíram, reduzindo diretamente o custo de manter ouro e fornecendo suporte de médio prazo para os preços do ouro.
📊 **Correção Técnica de Sobrevenda, Estrutura de Recuperação Oficialmente Estabelecida**
Após uma queda significativa em relação às suas máximas, o ouro está severamente sobrevendido no curto prazo. Esta semana, surgiram sinais claros de uma formação de fundo e recuperação, com os preços retornando acima das médias móveis de curto prazo. O RSI reverteu a tendência para cima a partir de um nível baixo e uma divergência de alta no MACD se formou, tecnicamente apoiando uma recuperação corretiva sustentada.
🏦 **Lógica de Compras de Ouro por Bancos Centrais Intacta, Suporte de Médio a Longo Prazo Persiste**
A tendência global de compra contínua de ouro por bancos centrais não mudou, e o poder de compra se fortaleceu após a queda acentuada. Isso significa que, após uma queda profunda nos preços do ouro, haverá um forte suporte de compra, dificultando a ocorrência de uma nova queda acentuada e contínua.
Global Review e Comentário Técnico Semanal 06/03/26Fechamento de mês é o momento de fazer o Global Review, onde analiso os principais mercados do mundo e em busca de um panorama abrangente. Compreender o big picture traz insights para ajudar nos desdobramentos de curto prazo.
Também faço o comentário técnico semanal, onde observo o fechamento de alguns ativos: Nasdaq, S&P , US10y , DX , IBOV, USDBRL e Commodities, para verificar que fato técnicos ocorreram e também para saber o que preciso observar na próxima semana.
Grande Abraço
Leo
PÂNICO no mercado de petróleo: Brent pode buscar US$ 170Gráfico mensal do petróleo bruto Brent apresenta três importantes padrões gráficos de alta, organizados do maior para o menor:
► Triângulo Simétrico de Alta:
Padrão de indefinição formado pela convergência entre a Linha de Tendência de Alta (LTA) e a Linha de Tendência de Baixa (LTB). O rompimento da linha superior do triângulo ocorreu com o fechamento do candle de fevereiro de 2026. A projeção desse padrão aponta para US$ 170,27, um patamar que jamais foi atingido na história da comercialização internacional do petróleo bruto.
► Bandeira Descendente de Alta:
Padrão clássico de continuação da tendência de alta. O candle do mês de março de 2026 rompeu com força a linha superior do canal descendente que formava a bandeira. A projeção técnica desse movimento aponta para US$ 148,20, outro nível histórico ainda não alcançado pelo price action de longo prazo do petróleo.
► Fundo Duplo:
Com base de suporte em US$ 58,44 e linha de resistência em US$ 80,34, o padrão já teve seu rompimento confirmado. Sua projeção técnica indica alvo em US$ 102,24.
Observando o candle de março de 2026, que ainda está longe de seu fechamento, já é possível notar um forte movimento de rompimento altista.
Esse movimento evidencia uma possível reprecificação acelerada do petróleo pelo mercado, impulsionada pelas tensões geopolíticas recentes envolvendo importantes países produtores da commodity no Oriente Médio.
Outro ponto relevante é que a MMA-200 foi rompida com força pelo mesmo candle, reforçando a mudança de regime no price action de longo prazo.
Além disso, o Índice de Força Relativa (IFR) já vinha indicando fortalecimento da força compradora desde abril de 2025, quando houve o respeito à sua Linha de Tendência de Alta.
Esse comportamento sugere que o movimento atual pode ter começado a ser antecipado pelo mercado cerca de um ano antes dos eventos geopolíticos que agora influenciam diretamente os preços da commodity.
PÂNICO no mercado de petróleo: Brent pode buscar US$ 170 Gráfico mensal do petróleo bruto Brent apresenta três importantes padrões gráficos de alta, organizados do maior para o menor:
► Triângulo Simétrico de Alta:
Padrão de indefinição formado pela convergência entre a Linha de Tendência de Alta (LTA) e a Linha de Tendência de Baixa (LTB). O rompimento da linha superior do triângulo ocorreu com o fechamento do candle de fevereiro de 2026. A projeção desse padrão aponta para US$ 170,27, um patamar que jamais foi atingido na história da comercialização internacional do petróleo bruto.
► Bandeira Descendente de Alta:
Padrão clássico de continuação da tendência de alta. O candle do mês de março de 2026 rompeu com força a linha superior do canal descendente que formava a bandeira. A projeção técnica desse movimento aponta para US$ 148,20, outro nível histórico ainda não alcançado pelo price action de longo prazo do petróleo.
► Fundo Duplo:
Com base de suporte em US$ 58,44 e linha de resistência em US$ 80,34, o padrão já teve seu rompimento confirmado. Sua projeção técnica indica alvo em US$ 102,24.
Observando o candle de março de 2026, que ainda está longe de seu fechamento, já é possível notar um forte movimento de rompimento altista.
Esse movimento evidencia uma possível reprecificação acelerada do petróleo pelo mercado, impulsionada pelas tensões geopolíticas recentes envolvendo importantes países produtores da commodity no Oriente Médio.
Outro ponto relevante é que a MMA-200 foi rompida com força pelo mesmo candle, reforçando a mudança de regime no price action de longo prazo.
Além disso, o Índice de Força Relativa (IFR) já vinha indicando fortalecimento da força compradora desde abril de 2025, quando houve o respeito à sua Linha de Tendência de Alta.
Esse comportamento sugere que o movimento atual pode ter começado a ser antecipado pelo mercado cerca de um ano antes dos eventos geopolíticos que agora influenciam diretamente os preços da commodity.
Análise Técnica do Ouro (XAUUSD) no H4📊 Análise Técnica do Ouro (XAUUSD) no H4
O mercado do **** apresenta neste momento uma fase de compressão importante no gráfico de 4 horas (H4). Após um movimento forte de queda, o preço começou a formar uma estrutura de consolidação entre suportes e resistências relevantes, sugerindo que um movimento mais forte pode acontecer em breve.
🔎 Estrutura do Mercado
Atualmente, o preço está respeitando duas linhas de tendência:
• Uma linha de tendência de baixa, que vem limitando os topos desde a última queda forte.
• Uma linha de tendência de alta de curto prazo, formada pelos fundos mais recentes.
Essa configuração cria um triângulo de compressão, padrão bastante conhecido na análise técnica que normalmente antecede um rompimento significativo.
📍 Níveis Técnicos Importantes
Resistências
- 5132 – Região onde o preço já apresentou rejeições.
- 5101 a 5092 – Zona intermediária onde ocorre disputa entre compradores e vendedores.
Suportes
- 5042 – Suporte forte e ponto onde o mercado pode reagir.
- Abaixo disso, a região psicológica próxima de 5000 pode entrar no radar.
📈 Possível Cenário de Alta
Caso o preço consiga romper a região de 5132 com força e volume, o mercado pode iniciar um movimento de recuperação buscando níveis superiores.
Possíveis alvos técnicos:
- 5156
- 5187
- 5218
Esse rompimento também significaria a quebra da linha de tendência de baixa, o que pode atrair mais compradores.
📉 Possível Cenário de Baixa
Se o preço perder a região de 5090, o cenário de continuação da tendência de baixa ganha força.
Possíveis alvos:
- 5063
- 5042
- Região de 5000
Uma quebra clara abaixo de 5042 pode acelerar o movimento vendedor.
⚠️ Conclusão
O mercado do ouro está em uma zona de decisão. A compressão atual indica que o preço está acumulando energia antes de um rompimento. Traders devem observar atentamente os níveis de suporte e resistência, aguardando confirmação antes de entrar em novas posições.
Disciplina, gestão de risco e paciência continuam sendo fundamentais em momentos como este.
Análise do Mercado do Ouro: Cabo de Guerra Antes da Divulgação dAnálise do Mercado do Ouro: Cabo de Guerra Antes da Divulgação dos Dados de Emprego Não Agrícola (Non-Farm Payrolls), Análise dos Principais Níveis de Suporte e Resistência
O mercado do ouro continuou o seu padrão de fraqueza e volatilidade durante a sessão asiática, com os preços a descerem brevemente para o importante nível de suporte em torno de 5066 antes de recuperarem rapidamente para cerca de 5143. No entanto, durante a sessão europeia, os preços do ouro retomaram a sua correção, atingindo atualmente um mínimo em torno de 5075, praticamente apagando todos os ganhos da manhã. Compradores e vendedores estão num impasse em torno do nível de preços atual, com o mercado a aguardar a direção dos dados de emprego não agrícola desta noite.
🌍 Fatores Geopolíticos e de Políticas Públicas Interligam-se, Preços do Ouro Flutuam em Níveis Elevados 🌍
Antes da divulgação dos dados relativos ao emprego não agrícola, a volatilidade do mercado regressou. A interacção entre as tensões geopolíticas no Médio Oriente e as expectativas em relação à política da Reserva Federal levou ao fortalecimento tanto do índice do dólar norte-americano como das yields dos títulos do Tesouro dos EUA, exercendo uma dupla pressão sobre os preços do ouro. Neste contexto, os preços do ouro estão a apresentar uma volatilidade significativa a níveis elevados, com intensas disputas entre compradores e vendedores e um sentimento de mercado tenso.
📊 Antevisão do Relatório de Empregos Não Agrícolas (Non-Farm Payrolls): Expectativas Fracas, Compradores e Vendedores Prontos para Ação 📊
Os dados do relatório sobre os empregos não agrícolas dos EUA, que serão divulgados esta noite, estão a atrair muita atenção do mercado. Atualmente, o mercado espera, de um modo geral, que os dados sejam fracos, e tanto os compradores como os vendedores já precificaram esta possibilidade. A divulgação dos dados pode potencialmente desencadear um movimento direcional de curto prazo. De notar que a máxima da manhã, seguida de uma correção, sugere que, desconsiderando o impacto dos dados, os preços do ouro podem continuar o seu atual padrão de consolidação. No entanto, se os dados forem positivos para o ouro, o mercado poderá sofrer uma rápida subida, criando um efeito de consolidação.
📊 🔍 Análise Técnica: Fraco e Volátil, Foco no Suporte Chave 🔍
Do ponto de vista técnico, o ouro encontra-se atualmente num padrão de fraqueza e volatilidade. No curto prazo, a continuação da queda acentuada necessita de ser monitorizada de perto. A principal área de suporte está localizada em torno de 5050-5060. Se este nível for efetivamente mantido, os compradores ainda terão uma hipótese de contra-atacar. Os dados dos pedidos iniciais de subsídio de desemprego de ontem foram negativos, e os preços do ouro recuperaram após atingirem um mínimo de 5050, validando ainda mais a importância deste nível de suporte. A estratégia de negociação de hoje deve continuar focada no nível de suporte nesta região.
📈 Perspetiva do Gráfico das 4 Horas: Níveis Claros de Suporte e Resistência 📈
No gráfico de 4 horas, a área de apoio a curto prazo é de cerca de 5050-5060, enquanto o nível de apoio psicológico de 5000 é mais significativo. O nível de resistência de curto prazo a observar é de cerca de 5230-5240. Antes que a tendência atual se torne clara, os recuos podem oferecer oportunidades de entrada para os compradores. Assim que a tendência for clara, os investidores devem aproveitar as oportunidades de negociação de forma decisiva, dando prioridade a uma estratégia conservadora, com a compra em recuos a manter-se a principal abordagem.
🔥 Recomendações de Estratégia de Negociação de Ouro 🔥
1.º Compre ouro num recuo para a área de 5050-5065, com stop-loss em 5033 e target de 5230-5240. Mantenha a posição se houver rutura.
🚀 Parceiros na Jornada de Investimento 🚀
A volatilidade do mercado é elevada, aumentando a dificuldade de negociação. Se estiver a enfrentar dificuldades com as suas negociações, sinta-se à vontade para entrar em contacto connosco para conversarmos! Vamos acompanhar as tendências do mercado, evitar armadilhas e avançar com segurança!
Análises profissionais e estratégias precisas irão ajudá-lo a navegar com sucesso no mercado do ouro!
Petróleo | Até que PREÇO o STRESS no Oriente pode ProvocarSim, vamos falar de petróleo...
A escalada na guerra, no início da semana, me surpreendeu. Então, já sou pé trocado desde o início de semana. E o Petróleo começa a se aproximar dos 92 dólares. Se rompido, utilizando futurologia gráfica, próxima parada será em 106.99. Dá-lhe Volatilidade e preço mais alto na Gasolina. O que estará pensando os republicanos de olho na mid terms elections?
Cabo de guerra do ouro entre touros e ursos!
O ouro abriu hoje em torno de 5165. Durante a sessão asiática, os touros impulsionaram o preço para 5194, aproximando-se do nível psicológico de 5200, demonstrando força considerável. No entanto, como mencionei em um artigo anterior, se não conseguisse romper os 5200, acabaria por recuar!
De fato, uma forte resistência surgiu acima desse nível e, após a alta inicial, o preço despencou, caindo rapidamente para o nível de suporte de 5120, demonstrando a intensa luta entre touros e ursos. Durante a sessão europeia, o preço estabilizou em níveis mais baixos e depois se recuperou. A sessão americana viu flutuações repetidas em torno de 5160, exibindo um padrão de oscilação de ampla amplitude, com altas seguidas de recuos e recuperações, com ambos os lados em equilíbrio, criando um mercado emocionante e volátil.
A busca por ativos de refúgio continuou a sustentar os preços do ouro, enquanto o índice do dólar americano oscilou com uma leve tendência de alta, e o aumento dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA suprimiu o potencial de alta dos preços do ouro. A nomeação de Warsh, um político de tendência agressiva, por Trump para a presidência do Federal Reserve alimentou as expectativas do mercado de aumentos nas taxas de juros e adiou as expectativas de cortes. Os bancos centrais globais vêm aumentando suas reservas há vários meses consecutivos, fornecendo suporte de longo prazo. Hoje, os preços do ouro subiram inicialmente antes de caírem e oscilarem em níveis elevados, sustentados pela demanda por ativos de refúgio no Oriente Médio e suprimidos pelas expectativas de uma valorização do dólar americano. A batalha entre compradores e vendedores era evidente. Do ponto de vista técnico, as médias móveis diárias estão alinhadas em uma tendência de alta, e a tendência de médio prazo para o ouro permanece ascendente. No entanto, no gráfico de 4 horas, a média móvel de 10 dias cruzou abaixo da média móvel de 20 dias, formando uma cruz da morte, e o preço está sendo negociado abaixo de ambas as médias móveis, limitando a força de recuperação do ouro. A tendência de curto prazo é de baixa, mas, considerando que o ouro caiu e se recuperou diversas vezes hoje, espera-se que flutue. Comprar na baixa pode ser uma opção, e a estratégia de negociação recomendada é comprar na baixa e vender na alta.
Existem três estratégias de negociação de ouro!
Existem três opções de negociação de ouro, e certamente haverá uma que se adeque a você.
Muitas incógnitas permanecem. Os investidores estão avaliando se o conflito se intensificará em uma guerra prolongada e seu impacto no consumo. O compromisso dos EUA em garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz estabilizou, em certa medida, o sentimento do mercado. Enquanto isso, as ondas de choque do conflito Irã-Iraque continuam a se espalhar. Israel lançou uma nova rodada de ataques aéreos contra Teerã, enquanto o Irã disparou mísseis contra o Catar, Bahrein e Omã. O Catar afirmou que os alvos não se limitavam a instalações militares.
Em relação às expectativas de inflação, a alta dos preços do petróleo gerou preocupações no mercado sobre um ressurgimento da inflação, e os investidores estão reduzindo suas expectativas de um corte na taxa de juros do Fed (um fator negativo significativo).
Atualmente, o mercado mostra uma recuperação na sessão asiática, mas se essa recuperação é simples ou um sinal de uma retomada de alta só poderá ser determinado pelos ganhos da sessão asiática. O preço subiu quase US$ 100 até agora e não continuou a subir. Portanto, mesmo com essa recuperação e consolidação em níveis elevados, as negociações de curto prazo não devem ser relaxadas! Do ponto de vista técnico, os preços do petróleo estão se consolidando perto de suas mínimas. Se essa recuperação está ganhando impulso para novas quedas ou se é um sinal de que o preço atingiu o fundo, depende em grande parte de se os preços do petróleo conseguirão retornar ao nível de US$ 5.230. Acredito que a recuperação atual ainda é limitada e não recomendo esperar uma reversão prematuramente. Os sinais indicam que a correção está ganhando força e pode levar a novas quedas. A resistência de curto prazo está em US$ 5.200 e o nível de preço chave a ser observado é US$ 5.230 (uma correção é esperada após a recuperação). Tecnicamente, não há necessidade de elaborar; a tendência de baixa de curto prazo deve continuar. Em termos de estratégia de negociação, considere pequenas vendas entre US$ 5.158 e US$ 5.160 e aumentar as posições na área de US$ 5.180 a US$ 5.190. Se o nível de preço chave de US$ 5230 for testado repetidamente, mas não conseguir rompê-lo no curto prazo, abra uma posição de venda a descoberto com stop-loss até que o preço suba novamente para US$ 5230 e recue mais uma vez, antes de recomprar para buscar oportunidades de reversão. O preço-alvo é de US$ 5000; se esse nível for rompido, observe os níveis de US$ 4970, US$ 4965 e US$ 4900. Se o preço cair durante a sessão de negociação europeia, espera-se que continue caindo em pelo menos 100 pontos durante a sessão de negociação americana!
Atualmente, existem três opções de negociação mais adequadas. Primeiro, aguarde um forte rompimento unilateral acima de 5200, com uma extensão de 5 pontos, antes de buscar uma alta no preço, visando um lucro de US$ 20 a US$ 30. Somente dessa forma a retomada da tendência de alta poderá ser confirmada. Segundo, use a máxima de hoje, em US$ 5200, como um nível defensivo de curto prazo para buscar uma posição de venda a descoberto. Entre no mercado quando o preço cair brevemente abaixo de 5180, buscando uma continuação da queda. As posições vendidas podem então ser encerradas gradualmente com um lucro de 30 a 50 USD. Em terceiro lugar, considere abrir posições compradas em níveis mais baixos. Como o nível de suporte de curto prazo na sessão asiática foi de 5080, espere que ele atinja cerca de 5100 antes de tentar abrir uma posição comprada, com um stop-loss abaixo do nível de suporte de 5080. O alvo para abrir uma posição comprada neste nível é flexível; você pode comprar o quanto quiser. No entanto, uma coisa é certa.
Em resumo, se o preço não conseguir se manter acima de 5200, a possibilidade de outra correção e queda do mercado não pode ser descartada.
Ouro – Recuperação altista a partir da zona de procuraO ouro rompeu recentemente o canal de preço ascendente, desencadeando uma forte onda de liquidez antes de encontrar suporte numa forte zona de procura de cerca de 5.000–5.050. A sombra de rejeição nesta área sugere que os compradores estão a entrar para absorver a pressão vendedora.
O preço está agora a consolidar-se acima da zona de procura, indicando uma potencial fase de acumulação a curto prazo antes do próximo movimento de alta.
Cenário preferencial:
O preço testa brevemente a zona de procura de 5.000–5.050.
Os compradores defendem o suporte e formam uma mínima mais elevada.
O ímpeto altista retoma em direção à resistência de 5.200–5.300.
Contexto macroeconómico:
A procura de ouro continua a ser sustentada pela persistente incerteza geopolítica e pelas expectativas de que a Reserva Federal possa começar a afrouxar a política monetária ainda este ano.
Um dólar norte-americano mais fraco e a queda dos rendimentos reais geralmente sustentam activos de refúgio como o ouro no curto prazo.
Morning Call - 06/03/2026 - Payroll ou Inflação? E agora Fed?Agenda de Indicadores:
9:00 – BRA – Produção Industrial
10:30 – USA – Relatório de Emprego Não-Agrícola Payroll
10:30 – USA – Ganho Salarial Médio por Hora
10:30 – USA – Taxa de Desemprego
12:00 – USA – Estoques das Empresas e Atacados
14:00 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta
Agenda de Autoridades:
12:15 – USA – Mary Daly, do Fed de São Francisco (Não Vota), e Anna Paulson, do Fed da Filadélfia (Vota), participam do painel "O Valor dos Dados do Setor Privado para a Formulação da Política Monetária dos EUA" no Fórum de Política Monetária dos EUA de 2026.
15:20 – USA – Susan Collins, do Fed de Boston (Não Vota), profere o discurso de abertura no evento Perspectivas 2026 da Câmara Regional de Comércio de Springfield.
15:30 – USA – Beth Hammack, do Fed de Cleveland (Vota), participa do painel "Sobre o Status de Porto Seguro do Dólar" no Fórum de Política Monetária dos EUA de 2026.
Brasil
Acompanhe o Pré-Market de NY: AMEX:EWZ NYSE:VALE NYSE:PBR NYSE:ITUB NYSE:BBD NYSE:BSBR
Ativos brasileiros negociados na ActivTrades ACTIVTRADES:BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLH2026
Resultado da Petrobras
As ADRs da Petrobras NYSE:PBR operam em alta de cerca de 1,9%, mesmo após a companhia divulgar resultados ligeiramente abaixo das expectativas para o quarto trimestre.
A estatal reportou lucro líquido de US$ 2,899 bilhões, aproximadamente 8% abaixo das projeções do mercado. Por outro lado, os números operacionais vieram em linha com o consenso: o Ebitda ajustado somou US$ 11,107 bilhões, enquanto a receita líquida atingiu US$ 23,608 bilhões.
Em relação à remuneração aos acionistas, o conselho propôs a distribuição de R$ 8,1 bilhões em dividendos, equivalente a R$ 0,6262 por ação ON e PN. Considerando todos os pagamentos realizados ao longo do ano, a remuneração total aos acionistas em 2025 deve alcançar R$ 41,2 bilhões, valor 45,6% inferior ao distribuído em 2024. As ações passam a ser negociadas ex-direitos a partir de 23 de abril.
Os resultados serão detalhados pela companhia em teleconferência com investidores marcada para hoje às 11h30, quando a administração também deve comentar o cenário do mercado de energia.
Com a recente disparada do petróleo no mercado internacional, o diesel vendido pela Petrobras está atualmente cerca de 30% abaixo da paridade internacional, o maior desconto desde 2022. A defasagem amplia a pressão do mercado por um reajuste nos preços domésticos — um tema particularmente sensível em um ano eleitoral no Brasil.
Estados Unidos
Os futuros dos índices de Nova York — ACTIVTRADES:USA500 , ACTIVTRADES:USAIND , ACTIVTRADES:USATEC e ACTIVTRADES:USARUS — recuam levemente nesta sexta-feira, enquanto os investidores monitoram os desdobramentos da escalada do conflito no Oriente Médio e aguardam a divulgação do relatório oficial de emprego dos Estados Unidos, o payroll.
Nos mercados, o dólar ACTIVTRADES:USDINDH2026 volta a se fortalecer, retomando seu papel tradicional de ativo de proteção em momentos de tensão geopolítica. Ao mesmo tempo, os rendimentos dos Treasuries de curto prazo TVC:US02Y continuam avançando, refletindo preocupações com o impacto inflacionário da alta do petróleo $ACTIVTRADES:BRENT.
Nesse ambiente de cautela, o índice de volatilidade VIX ACTIVTRADES:USAVIXH2026 supera os 23 pontos, sinalizando maior demanda por proteção antes do final de semana.
Na tentativa de aliviar a pressão sobre os preços da energia, o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou uma isenção temporária permitindo que a Índia continue comprando petróleo russo, medida que busca evitar um aperto ainda maior na oferta global.
Apesar da divulgação do payroll estar no radar do mercado às 10h30 (horário de Brasília), o dado pode acabar ficando em segundo plano diante das preocupações inflacionárias geradas pelo choque nos preços da energia.
As estimativas indicam que a criação de empregos nos EUA desacelerou em fevereiro, com projeção de 59 mil novas vagas, após o avanço de 130 mil em janeiro. As previsões, no entanto, variam amplamente — de uma perda líquida de 9 mil postos a um ganho de até 125 mil.
Parte da desaceleração pode refletir a normalização das contratações no setor de saúde após o forte crescimento de janeiro, além de uma greve envolvendo cerca de 31 mil profissionais da área na Califórnia e no Havaí, que pode distorcer os números do período.
A taxa de desemprego, por sua vez, deve permanecer próxima de 4,3%, com alguns economistas projetando uma leve alta para 4,4%, ainda dentro de níveis considerados saudáveis.
Esse cenário reforça a leitura de que o Federal Reserve não tem pressa para retomar o ciclo de cortes de juros, especialmente em um contexto no qual a guerra no Oriente Médio ameaça reacender pressões inflacionárias.
A alta da energia já começa a aparecer no consumo: os preços da gasolina nos EUA subiram mais de 20 centavos por galão em apenas uma semana, o que tende a reduzir a renda disponível das famílias para outros gastos.
Para Gus Faucher, economista-chefe da PNC Financial Services, "o mercado de trabalho é sólido, mas não tão bom quanto em 2023 e 2024. A guerra apenas cria incerteza adicional; as empresas já estão cautelosas e talvez se tornem ainda mais. A economia está vulnerável."
Nesse contexto, a expectativa predominante é que o Fed mantenha a taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% na reunião marcada para 17 e 18 de março, enquanto avalia os impactos combinados da inflação energética e da desaceleração gradual do mercado de trabalho.
Europa
Os principais índices acionários da Europa — ACTIVTRADES:EURO50 , ACTIVTRADES:GER40 , ACTIVTRADES:GERMID50 , ACTIVTRADES:ESP35 , ACTIVTRADES:UK100 , ACTIVTRADES:FRA40 , ACTIVTRADES:ITA40 e ACTIVTRADES:SWI20 — têm dificuldade para definir uma direção nesta sexta-feira, enquanto a guerra no Oriente Médio continua sem sinais claros de desescalada. O cenário mantém os traders cautelosos e coloca as bolsas europeias a caminho de sua pior semana em quase um ano.
O Euro Stoxx 50 ACTIVTRADES:EURO50 permanece próximo das mínimas de um mês e acumula queda de quase 5% na semana.
Entre os setores, o segmento de saúde recua cerca de 1%, pressionado pela forte queda da Zealand Pharma, que despenca 32,3%, e pelo recuo de 3,1% da Roche, após resultados abaixo das expectativas em um ensaio clínico de fase intermediária de um tratamento experimental para obesidade.
As tensões geopolíticas continuam dominando o sentimento do mercado. O petróleo acumula alta próxima de 17% na semana, reacendendo preocupações com a inflação em uma região altamente dependente de importações de energia do Oriente Médio.
Três integrantes do Banco Central Europeu alertaram que, caso o conflito se amplie para outros países, a inflação na zona do euro pode voltar a subir justamente quando o crescimento econômico começa a desacelerar — uma combinação que reforça o temor de um cenário de estagflação e de juros elevados por mais tempo.
O índice de volatilidade do Stoxx, considerado o “termômetro do medo” na Europa, chegou ao nível mais alto desde abril no início da semana e permanece elevado.
Segundo Ciaran Callaghan, da Amundi, "a Europa está um pouco mais exposta a preços mais altos do petróleo e há algumas preocupações de que possamos ver um ambiente de estagflação. No entanto, é um bom ambiente para seleção de ações, já que não temos visto muitos sinais de pânico"
Enquanto o setor de energia caminha para ganhos modestos na semana, os bancos concentram parte da pressão vendedora, com instituições britânicas apontadas como particularmente expostas ao risco geopolítico.
Mesmo com compras oportunistas por parte de traders em busca de barganhas, os mercados perderam o impulso inicial da sessão e voltaram a refletir as preocupações predominantes da semana.
No radar macroeconômico, a revisão dos dados de PIB e emprego da zona do euro referentes ao quarto trimestre, além de declarações da presidente do BCE, Christine Lagarde, e da integrante do conselho Isabel Schnabel.
Entre os destaques corporativos, a Lufthansa avança cerca de 2% após divulgar resultados acima das expectativas para o exercício de 2025. Já a Sectra dispara 14% depois de reportar crescimento no lucro do terceiro trimestre.
Na ponta negativa, a Universal Music Group recua 4,8% após registrar queda no lucro líquido atribuível aos acionistas e anunciar a suspensão de seus planos de listagem na bolsa dos Estados Unidos.
Ásia/Pacífico
As bolsas da Ásia-Pacífico avançaram nesta sexta-feira, recuperando parte das perdas acumuladas ao longo da semana, que haviam sido pressionadas pelo aumento dos custos de energia e pela forte dependência regional do petróleo proveniente do Oriente Médio.
O destaque positivo ficou com o Hang Seng HSI:HSI , de Hong Kong, que subiu 1,7%. Já na China continental, os principais índices — Shenzhen SZSE:399001 , China A50 FTSE:XIN9 e Shanghai SSE:000001 — registraram ganhos mais moderados, refletindo um movimento cauteloso de recomposição de posições após a volatilidade recente.
No Japão, o Nikkei TVC:NI225 fechou em alta de 0,6%, apesar de ainda caminhar para a maior queda semanal em quase um ano. Dentro do índice, 135 ações avançaram, contra 89 em queda, indicando uma melhora pontual no sentimento do mercado.
Segundo Shota Sando, do Tokai Tokyo Intelligence Laboratory, "a maior preocupação é o aumento dos preços do petróleo bruto. Se ficar claro que os preços do petróleo provavelmente não se aproximarão do patamar de US$ 100 por barril, frequentemente citado, isso provavelmente trará uma sensação de alívio e ajudará a estabilizar o mercado"
Em Taiwan, o TWSE 50 FTSE:TW50 recuou 0,3%, enquanto na Austrália o ASX 200 ASX:XJO caiu 1%, pressionado principalmente pelo desempenho negativo das mineradoras, em meio à volatilidade das commodities.















